O STU realizou ontem (1/4) uma grande Paralisação em Defesa da Democracia e em solidariedade aos estudantes para mostrar que a Unicamp não vai admitir que a extrema direita avance e perturbe a nossa comunidade.
No dia 27/03 o IFCH foi novamente alvo de ataques políticos por um grupo de extrema direita que ameaçou um estudante, professores e técnico-administrativos que exerciam suas atividades no instituto, chegando a agredir um estudante. Por isso, chamamos uma Paralisação em caráter de urgência, para lutar junto com os estudantes e defender a nossa universidade.
O STU ficou lotado em prol das Cotas Trans e contra o fascismo. Realizamos uma mesa unificada com o Núcleo de Consciência Trans (NCT), ADunicamp, STU e DCE e debatemos amplamente sobre a importância das Cotas Trans e do combate ao fascismo na Unicamp.
A categoria também participou da grande mobilização chamada pelos estudantes para acompanhar a votação da minuta das cotas trans no Conselho Universitário. As Cotas para Pessoas com Deficiência (DEF) foram aprovadas para os concursos docentes e as Cotas Trans para a graduação. Vitória dos movimentos unificados! Apoiar essas lutas na Unicamp é apoiar a diversidade, é acreditar que podemos, através da educação, formar pessoas que poderão seguir o seu caminho e fazer a diferença.
O STU vai continuar lutando junto com os estudantes, para garantir o compromisso da universidade com a vida e a cidadania de pessoas trans e travestis!
Cleusa Schetini e Arlinda Bueno, aposentadas do STU.
Lucas Marques, Assessor da Bancada Feminista Psol.
Paolla Miguel, Vereadora em Campinas.
Elisiene Lobo, Coordenadora Geral do STU.
Irene Rabelo (direita), Diretora do STU.
Carolina Iara, (esquerda)
CoDeputada – Bancada Feminista Psol/SP
Mariana Conti, Vereadora em Campinas.
Marli Gomes e Elisiene Lobo, Diretoras do STU.
Fernanda Souto, Vereadora em Campinas.