Categoria UNICAMP

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Saiba o que muda com a nova resolução sobre o estágio probatório

Embora tenha prometido em seu programa de gestão que revogaria a resolução relativa ao estágio probatório (GR-34/2010) substituindo-a, “após ampla discussão”, por um instrumento mais democrático e claro, o reitor José Jorge Tadeu publicou no último dia 15 uma nova resolução (GR 32/2013) que traz mais ataques que a regulamentação da gestão Fernando Costa. Para piorar, a nova norma foi baixada sem nenhum diálogo com os trabalhadores.

A resolução de Tadeu restringe a referência de 5% aos servidores que concluirão o probatório até o ­final de 2014, revogando o dispositivo da GR 32/2012 que garantia uma referência automática a todos os servidores que atingem a estabilidade ao ­ m do probatório. Esta foi uma das conquistas da greve de 2011.

Além disso, o documento reforça critérios subjetivos de avaliação, mantém a possibilidade das comissões de avaliação decidirem pelo desligamento do servidor em probatório a qualquer tempo, reduz prazos de defesa e recurso em caso de decisão das comissões pela demissão do funcionário e inclui afastamentos para ­ fins de formação autorizados pelo reitor entre os critérios de suspensão da contagem de tempo do estágio probatório (adiando a homologação da estabilidade do servidor).

Confira o que muda com a nova resolução sobre o probatório:

-Insere o subjetivo critério da “qualidade” como um dos primeiros fatores decisivos para a avaliação do servidor, além de manter outras subjetividades como “dedicação” e “eficiência” como parâmetros avaliatórios sem dizer o que isso significa;

– Nomeia o superior imediato obrigatoriamente como presidente das comissões de avaliação de cada setor, aumentando ainda mais o poder das chefias na avaliação;

– Preservar o artigo que diz que a qualquer momento as comissões de avaliação podem concluir pela inaptidão do servidor, propondo seu desligamento. Esse mecanismo é normalmente usado pelas chefias para tentar criar um ambiente de subserviência nos locais de trabalho durante o período em que o servidor está mas desprotegido na carreira, como por exemplo com ameaças de avaliações negativas em caso de participação dos servidores do probatório em greve (o que é ilegal);

– Reduz os prazos de apresentação de defesa ou de recurso em caso de decisão pelo desligamento de 10 para 5 dias;

– Inclui entre os afastamentos que suspendem a contagem de tempo para assegurar a estabilidade do servidor aqueles previstos na GR 48/2005, que são concedidos somente mediante autorização expressa do reitor, sempre no interesse da Universidade. São eles: 1) desenvolver programa científico, técnico e cultural; 2) participar de congressos, seminários, simpósios e demais reuniões científicas e culturais; 3) desenvolver programa acadêmico-científico com vistas à obtenção do título de Mestre ou Doutor; 4) desenvolver programa acadêmico-científico após a obtenção do título de Doutor.

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Campanha Salarial 2013: Trabalhadores rejeitam repor horas da greve de 2011

O STU realizou na última sexta-feira, na Praça da Paz, uma plenária com a presença de mais de 100 trabalhadores que sofreram descontos devido à participação na greve de 2011. Com apenas quatro abstenções, foi rejeitada a proposta apresentada pela reitoria na reunião de negociação do dia 21/5, que condiciona a retirada dos F3 à reposição das horas não trabalhadas de forma negociada individualmente pelo trabalhador com a che­fia.

Passados quase dois anos da greve, os servidores avaliaram que a reposição das horas mantém a punição imposta pela reitoria Fernando Costa.

A categoria também rejeitou qualquer negociação em separado e houve consenso que a pauta deve ser tratada com o reitor na mesa de negociação da Campanha Salarial. A­final, a punição foi determinada pelas che­ as sob o argumento de que era uma orientação da reitoria.

A negociação individual também fragiliza e divide os trabalhadores. Foi decidido que o STU levará o posicionamento da categoria à próxima negociação, com a presença de uma comissão de funcionários que sofreram corte de ponto, a fim de pressionar a reitoria a apresentar uma proposta condizente com a reivindicação por revogação.

O STU reforça a necessidade de participação no ato-paralisação do dia 11.

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Nota de Pesar

Faleceu na última terça-feira (21/05) o servidor Salvandir Santa Terra, do Instituto de Artes (IA) . O enterro aconteceu ontem, em Campinas. O STU lamenta profundamente o falecimento de Salvandir e presta a sua solidariedade aos familiares e amigos.

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Plenária com os punidos na greve de 2011

Sexta-feira, dia 24/05 às 12h no teatro de arena da Praça da Paz

Frente à proposta apresentada pela reitoria da Unicamp durante a reunião de negociação no dia 21/05, que condiciona a retirada dos descontos da greve de 2011 à reposição das horas não trabalhadas, a assembleia geral do dia 22/05 definiu pela realização de uma plenária com os trabalhadores que foram punidos por participar da greve por isonomia em 2011. O objetivo é organizar uma atuação conjunta dos trabalhadores sobre esse ponto, tendo em vista a retirada efetiva de todas punições. Não deixe de participar!

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Categoria intensificará ações pela isonomia, 30 horas e reversão das punições

Os trabalhadores da Unicamp discutiram em assembleia realizada ontem no Ciclo Básico o  posicionamento apresentado pela reitoria durante a reunião de negociação da última terça-feira e de­finiram os próximos passos da Campanha Salarial 2013.

Foi informado pela diretoria do sindicato que o reitor José Tadeu Jorge não apresentou uma proposta concreta para a implementação da isonomia de pisos salariais com a USP (tendo solicitado um prazo de vinte dias para concluir os cálculos referentes ao impacto da isonomia sobre o orçamento), propôs a retirada dos F3 somente mediante reposição das horas trabalhadas e anunciou a criação de um GT técnico nomeado pela reitoria para cuidar da implementação das 30 horas na área da saúde.

Isonomia – A categoria de­finiu que é necessário cobrar um calendário concreto da reitoria no que diz respeito à implementação da equiparação dos pisos salariais com a USP.

Punições – A categoria rejeitou a ideia de reposição de horas e decidirá em plenária como encaminhará a luta pela revogação das punições.

30 horas – A assembleia também votou a realização de uma plenária dos trabalhadores da saúde que de­finirá o acompanhamento da implantação da jornada de 30 horas e discutira noutras questões da área de saúde.

Agenda da luta:

Dia 24 (sexta)

12h – Plenária dos trabalhadores punidos por participar da greve de 2011, no Teatro de Arena da Pçª da Paz;

15h – Reunião Cruesp e Fórum das Seis, em SP.

Dia 28 (terça)

12h – Assembleia Geral, no CB;

15h – Reunião Cruesp e Fórum das Seis, em SP.

11 de junho (terça)

Paralisação de 24 horas e ato.

Próximos passos da luta

• Intensificar as reuniões de unidade para construir uma paralisação com ato no dia 11/6, durante a nova reunião com a reitoria;

• Solicitar que a reitoria encaminhe com antecedência ao STU suas propostas e formalize uma ata assinada pelo reitor e trabalhadores a cada reunião;

• Cobrar da reitoria que disponibilize a transmissão ao vivo da reunião de negociação para acompanhamento dos trabalhadores que estiverem no ato;

• Organizar GT’s para discutir 30 horas, sistema educativo etc;

• Realizar plenárias na área de saúde com assembleia geral no HC ao final;

• Realizar plenária com os punidos na greve de 2011 no dia 24/05;

• Cobrar um calendário da reitoria sobre a isonomia;

• Realizar assembleia para discutir a pauta específica;

• Realizar nova assembleia geral em 28/5 (após reunião com o Cruesp);

• Definir na próxima assembleia calendário para a eleição do CR;

• Constituir um comando de mobilização aberto;

• Cobrar da reitoria um documento com todos os pontos discutidos em reunião e assinados pelo reitor (ata)

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Em reunião de negociação, reitoria não apresenta proposta de isonomia e condiciona retirada do F3 à reposição das horas não trabalhadas

Rodrigo Cruz

A diretoria do STU e uma comissão formada por trabalhadores de diversas unidades foram finalmente recebidos hoje pelo reitor José Tadeu Jorge para a primeira mesa de negociação da Campanha Salarial 2013. Do lado de fora, os trabalhadores da Universidade realizaram um ato-paralisação para pressionar a administração da Unicamp e protestar contra o reajuste de 5,39% de reajuste anunciados pelo Cruesp na semana passada.

Proposta sobre punições apresenta retrocessos

Durante o primeiro ponto de pauta, relativo à revogação das punições da greve de 2011, Tadeu apresentou como proposta a retirada dos F3 mediante reposição das horas trabalhadas. A proposição foi feita com base em um parecer da Procuradoria Geral assinado por uma das procuradoras contratadas e efetivadas sem concurso público. Além disso, a reitoria propôs que o “plano de reposição” seja negociado com as chefias de unidade – as mesmas que aplicaram as punições há dois anos – e disse que a negociação dos direitos afetados pelas faltas (férias, quinquênios, licença prêmio) ficará condicionada a essa mesma negociação. Questionado pelo STU, Tadeu se negou a assumir o compromisso de orientar as chefias (quase todas diretamente subordinadas à reitoria) a retirar as punições.

Diante da proposta, que vai na contramão das promessas feitas pelo reitor durante o período de campanha, a diretoria do sindicato argumentou que não há mais trabalho acumulado em nenhum dos setores que participaram do movimento. O STU considerou ainda que a proposta configura-se como um retrocesso, visto que, na prática, impõe uma nova punição aos funcionários grevistas.

Reitoria afirma que ainda não concluiu cálculos referentes à isonomia

Em relação à equiparação dos pisos salariais com a USP, a reitoria não apresentou proposta alguma, com a alegação de que ainda “não concluiu os cálculos” referentes ao impacto da isonomia sobre o orçamento, mesmo tendo sido a própria reitoria quem propôs a data da reunião. Mais uma vez o STU protestou contra a postura de Tadeu, que já havia prometido na reunião do dia 26 de abril, quando o sindicato foi chamado a conhecer a gestão recém-empossada, apresentar na primeira mesa de negociação pelo menos duas projeções de implantação da isonomia, uma baseada nos números da inflação e outra no índice de 11% reivindicado pelo Fórum das Seis.

Sindicato quer retomada das 30 horas já

Sobre a retomada das 30 horas na área da saúde, Tadeu informou que um Grupo de Trabalho (GT) formado por sete trabalhadores do Complexo Hospitalar e representantes da DGRH e da Procuradoria Geral cuidará da implementação da nova jornada. O STU argumentou que as atribuições do GT não estão claras, no entanto,  Tadeu tratou as sugestões e críticas dos trabalhadores à criação do GT como uma tentativa de atrapalhar a implantação das 30 horas e se limitou a prometer que concomitantemente ao GT da reitoria, haverá espaço para reuniões permanentes com o STU para que a entidade também apresente propostas sobre o processo de implementação. O GT será formalmente publicado no Diário Oficial desta quarta-feira, de acordo com o reitor.

Em relação a este ponto, é importante ressaltar que o sindicato defende a retomada imediata das 30 horas na área da saúde com a contratação de profissionais por meio de concurso público, enquanto a proposta da reitoria prevê a implantação das 30 horas somente no primeiro trimestre do ano que vem.

Assembleia amanhã discute próximos passos da Campanha Salarial

A reunião terminou sem que fosse vencida a pauta de discussão e temas como a extensão do auxílio alimentação aos aposentados e a valorização do sistema de educação infantil ficaram pendentes para a próxima mesa de negociação, prevista para o dia 11 de junho. As propostas apresentadas pela reitoria na reunião de hoje serão discutidas em assembleia geral amanhã às 12 horas na sala CB-1 do Ciclo Básico.

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Servidores questionam relatório de gestão da DEdIC

A divulgação do “Relatório de Gestão 2009-2013 da DEdIC” causou indignação às trabalhadoras do Sistema de Educação Infantil. A realidade vivida por funcionários e usuários das creches (precariedade das instalações, falta de projeto pedagógico e o não reconhecimento dos equipamentos como espaços de educação infantil) parecem não existir para quem lê o texto.

De acordo com a diretora do STU e funcionária da DEdIC Rosana Aranha, “o documento não reflete em momento algum a situação do sistema  educativo, onde nos últimos anos houve excesso de burocracia, desmotivação e perseguição de profissionais, diminuição de vagas e o fechamento do Apoio 2 do PRODECAD, precarização das instalações, inclusive dos parques, queda na qualidade e quantidade dos alimentos oferecidos e outros problemas mais graves como a inexistência de um projeto político pedagógico, cargos de chefia ocupados por profissionais sem  experiência na educação infantil, etc. Quem utiliza este serviço sabe da precariedade que se tornou a DEdIC. O relatório apresentado é um conto de fadas, visto que os equipamentos, mobiliários e brinquedos nunca chegaram à DEdIC. As fotos mostram a verdadeira realidade deixada pelo trio Roberta Borges, Patrícia Morato e Rinaldo Gimenes”.

Crédito das imagens: Danilo Negreti

ERRATA: No texto publicado no Boletim do STU 29, de ontem, sob o título “Servidores questionam relatório da DEdIC”, onde se lê “projeto pedagógico”, leia-se “projeto político pedagógico”. Onde se lê “professores”, leia-se “gestores”. Onde se lê Rosana Aranha, leia-se Danilo Negreti.

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É hoje! Ato-paralisação em frente à reitoria a partir das 8h30!

Hoje, a partir das 8h30, a categoria realiza um ato-paralisação de meio período em frente à reitoria durante a primeira reunião de negociação da Campanha Salarial 2013. A manifestação acompanhará a reunião do STU com o novo reitor, José Jorge Tadeu, que faltou à primeira reunião confirmada com o sindicato, no dia 23 de abril.

Os servidores reivindicam a revogação das punições, a isonomia imediata dos pisos salariais com a USP, a retomada da jornada de 30 horas na área da saúde, a extensão do auxílio-alimentação aos aposentados e a valorização do sistema de educação infantil.

Durante a paralisação os servidores também protestarão contra os 5,39% anunciados pelo Cruesp na semana passada a título de reajuste. Em assembleia na última quinta-feira, os funcionários da Unicamp repudiaram o índice, que é o mais baixo dos últimos cinco anos, não recupera as perdas históricas e não cobre a alta de preços como alimentação, vestuário, aluguel e outras necessidades básicas.

Os servidores também estão insatisfeitos com a postura de Tadeu, que manteve a política intransigente de Rodas e Fernando Costa à frente do Cruesp, recusando-se a pautar no Conselho os temas não econômicos da pauta de reivindicações do Fórum das Seis. A categoria ainda teve que esperar um mês para que tivessem início as negociações da campanha salarial. Além disso, até agora não foram apresentadas propostas concretas sobre as reivindicações que o STU apresenta desde a campanha para sucessão de Fernando Costa. E o novo reitor segue afirmando que os trabalhadores têm que esperar mais dois anos para ter de volta a isonomia dos pisos salariais com a USP.

O STU defende que parte das reservas da Universidade, que somam mais de R$ 1,27 bilhão, sejam destinadas à implantação imediata da isonomia. Vamos à luta!

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Nota de Pesar

Faleceu ontem (19/05) o servidor aposentado e ex-trabalhador do antigo Parque Ecológico Joel Faria de Carvalho. O enterro ocorreu na manhã desta segunda-feira. O STU lamenta profundamente o falecimento de Joel e presta a sua solidariedade aos familiares e amigos.

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Doação de Sangue

O jovem Fabio Almeida da Silva, filho de Cicero da Silva,  funcionário da Unicamp, precisa de doação de sangue com urgência.

A doação deve ser realizados no Centro de Hematologia e Hemoterapia localizado no Anexo 1 (Hospital Irmãos Penteado) na Av Julio de Mesquita, 571 no Cambuí – Campinas/SP.

Horário de funcionamento é de Segunda a Sexta-feira das 08:00 as 13 horas.

Os familiares pedem a gentileza de indicar o nome de Fabio Almeida da Silva na ato da doação de sangue.

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Trabalhadores da Unicamp rejeitam índice de 5,39% e reafirmam reivindicação por isonomia já!

Rodrigo Cruz

O reajuste de 5,39%, anunciado pelo Cruesp no início desta semana foi rejeitado pelos trabalhadores da Unicamp durante a assembleia geral realizada nesta quinta-feira (16). Em tom de indignação, a categoria reafirmou a reivindicação de 11%, criticou o discurso da “falta de verbas” utilizado para justificar o pior índice dos últimos cinco anos e reprovou a postura do Cruesp que, sob o comando do novo reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge, mais uma vez rompeu com o acordo de 1991 e jogou o debate sobre a isonomia salarial para as reuniões específicas de cada universidade.

Como encaminhamento, os trabalhadores definiram detalhes do ato-paralisação que será realizado no dia 21 de maio, em frente à reitoria, durante a primeira reunião de negociação da Campanha Salarial com Tadeu. A ideia é realizar um debate sobre isonomia com a participação de representantes das entidades sindicais da USP e da Unesp. No dia seguinte (22), haverá uma nova assembleia geral para discutir os encaminhamentos da data-base à luz das propostas apresentadas pela reitoria.

A diretoria do STU aproveitou a oportunidade para reforçar que a presença dos servidores no ato do dia 21 é fundamental para pressionar a reitoria e garantir uma Campanha Salarial vitoriosa, com a conquista da isonomia.

Identidade visual da campanha

Foi discutida mais uma vez a necessidade de reforço visual da Campanha Salarial nas unidades. O diretor do STU Iuriatan Muniz explicou que o sindicato está com dificuldades de manter as faixas da campanha fixadas em determinados pontos do campus devido à fiscalização da Prefeitura, que tem retirado os materiais sob a justificativa de que eles precisam de autorização prévia para serem fixados. Foi deliberado que os funcionários de cada unidade farão um esforço para garantir que as faixas sejam fixadas nos seus locais de trabalho. O sindicato também entrará em contato com a Prefeitura para viabilizar a instalação de faixas nos locais que necessitam de autorização do órgão.

Encaminhamentos da assembleia:

– Rejeição ao índice de 5,39%;

– Ato com paralisação durante a reunião de negociação com o reitor na próxima terça-feira (21);

– Debate sobre isonomia (com a participação da USP e da Unesp) durante a paralisação do dia 21

– Assembleia no dia seguinte (22) para debater a continuidade da Campanha Salarial;

– Propor ao Fórum das Seis um dia unificado de atividades nas três universidades;

– Procurar DCE e Adunicamp para mobilização conjunta e propor calendário comum;

– Moção de apoio aos estudantes da Unesp;

– Reforçar a visibilidade da Campanha Salarial (faixas em todas as unidades).

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Sob o comando de Tadeu, Cruesp propõe índice de 5,39%

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Crédito da foto: Bahiji Haje

Rodrigo Cruz

O Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp) anunciou ontem, em reunião ontem com o Fórum das Seis realizada em São Paulo, que irá conceder um reajuste reajuste salarial de 5,39% aos servidores técnico-administrativos da USP, Unicamp, Unesp e Centro Paula Souza. O valor, muito abaixo dos 11% reivindicados na pauta da Campanha Salarial Unificada, cobre apenas o índice de inflação do período de maio de 2012 a abril de 2013 medido pelo IPC-FIPE e desconsidera as perdas históricas da categoria. O reajuste apresentado pelo Cruesp neste ano é o menor dos últimos cinco anos: 6,14% em 2012, 8,4% em 2011, 6,57% em 2010 e 6,05% em 2009.

O anúncio foi recebido com insatisfação pelos representantes das entidades sindicais. Na semana passada, durante a reunião técnica com as assessorias econômicas das universidades, o Cruesp já havia sinalizado que não concederia reajustes superiores ao índice de inflação ao apontar que a piora no cenário econômico levou a uma queda de arrecadação do ICMS. O discurso foi reprisado na reunião de ontem, quando o novo presidente do conselho e atual reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge, afirmou que o Cruesp não faria nada além de garantir seu compromisso de “preservar o poder aquisitivo” dos salários dos servidores.

Tadeu se recusa a debater demais itens da pauta

Seguindo a tradição do Cruesp, que há anos se recusa a estender as discussões da mesa de negociação para além do índice de reajuste, Tadeu afirmou que a maior parte das pautas da campanha unificada deveriam ser pautadas em reuniões específicas com a administração de cada universidade. Questionado sobre os itens comuns à todas as instituições, como retirada das punições e permanência estudantil, Tadeu se limitou a abrir espaço para que os representantes de cada universidade respondessem às perguntas, reiterando a prática do Cruesp de baixar um índice de reajuste sem levar em conta as perdas acumuladas pelas categorias e não debater questões que afetam o desenvolvimento do conjunto das instituições.

Fórum das Seis quer negociação de verdade

Em resposta, as entidades do Fórum das Seis reclamaram que o Cruesp faz uma opção política ao se negar discutir a pauta unificada do Fórum, já que o Conselho propõe projetos em comum para as universidades estaduais quando é do interesse do governo estadual, a exemplo do Programa de Inclusão com Mérito no Ensino Superior Público (PIMESP). No entanto, na hora da negociação com os trabalhadores e estudantes, os reitores se negam a debater as reivindicações das comunidades universitárias.

Na prática, o Cruesp sob o comando de Tadeu manteve a mesma postura autoritária dos anos anteriores. Sem discutir de fato o índice proposto pelo Fórum, o conselho impôs um reajuste muito aquém do reivindicado e apresentou as mesmas justificativas de falta de verbas, sem explicar porque, ainda assim, há recursos de sobra para manter políticas como a compra da Fazenda Argentina ou os supersalários.

Nova reunião no dia 24

Uma nova reunião de negociação entre o Fórum e o Cruesp ficou marcada para o dia 24 de maio, em São Paulo. Os membros do Fórum das Seis inclusive questionaram Tadeu sobre a promessa feita durante a sua campanha para reitor sobre a possibilidade de voltar a realizar as reuniões de negociação da Campanha Unificada nas universidades, mas o professor disse que foi “ingênuo” ao fazer a proposta e que as reuniões continuarão a acontecer na capital. Antes disso, no dia 21/5, o Fórum volta a se reunir com a Comissão Técnica do Cruesp.

Para dar suporte à próxima reunião, as entidades sindicais que compõem o Fórum pretendem elaborar um parecer sobre as pautas discutidas até o final desta semana. Na Unicamp, assembleia convocada para a próxima quinta-feira (16) às 12 horas na sala CB1 discutirá o posicionamento que o STU levará ao próximo encontro com os reitores.

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Laboratório de Fisiologia do Exercício da FEF procura voluntários

A pedido dos funcionários da FEF, o STU divulga o seguinte comunicado:

O Grupo de Pesquisa do Laboratório de Fisiologia do Exercício (FISEX) da Faculdade de Educação Física (FEF) da Unicamp está recrutando voluntários para pesquisa com exercícios físicos na meia-idade. Os selecionados passarão por avaliações clínicas e físicas, que determinam a aptidão física e o estado geral de saúde.

O objetivo é comparar o efeito de diferentes protocolos de treinamento físico em indicadores relacionados à saúde de indivíduos obesos. As características necessárias para ingressar no projeto são:

– Homens na meia-idade (40 a 60 anos);

– Índice de massa corporal ≥ 30kg/m² (IMC=peso corporal/estatura²);

– Não praticantes de atividades físicas regulares (duas ou mais vezes por semana);

– Não ser diabético;

– Não ter problemas cardíacos;

– Não ter problemas articulares;

– Disponibilidade para praticar exercícios físicos de duas a cinco vezes por semana.

Os interessados deverão se inscrever no e-mail

[email protected], ou ligar para o telefone (19) 3521-7493

(entre 08:00 e 12:00 / 13:30 e 17:30).

Agradecemos desde já a colaboração e esperamos vê-los em breve!

FISEX – FEF – UNICAMP

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Semana contra as opressões vai debater PIMESP

O DCE Unicamp, em parceria com diversos centros acadêmicos e coletivos estudantis da Universidade, realiza entre os dias 13 e 22 de maio a Semana Contra as Opressões, um espaço de oficinas e debates sobre o machismo, racismo e homofobia. O evento foi construído em resposta à onda de agressões homofóbicas que ocorreram este ano nas festas dentro do campus, e os casos de estupros que vêm sendo notificados em Barão Geraldo.

Na quinta-feira (16) às 19h, no auditório do IFCH, também será debatida a polêmica em torno da implantação do Programa de Inclusão com  Mérito no Ensino Superior Público Paulista (Pimesp), plano proposto pelo Governo do Estado com a justificativa de aumentar os níveis de ingresso de alunos oriundos de escolas públicas e, dentre estes, negros e indígenas. Participarão da mesa Douglas Belchior (Uneafro), o deputado estadual Adriano Diogo (PT) e Profª. Angela Soligo (FE/Unicamp).

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Assembleia nesta 5ª avalia pronunciamento do CRUESP e prepara reunião com a reitoria

Assembleia acontece no dia 16, ao meio-dia no Ciclo Básico.

Depois de deixar a categoria esperando por quase três semanas posicionamentos concretos sobre isonomia, as 30 horas na saúde, a revogação das punições e a data-base, o novo reitor, José Tadeu Jorge, e o Cruesp  finalmente responderam os pedidos de reunião do STU e do Fórum das Seis.

O Conselho de Reitores deve anunciar hoje, às 16 horas, a proposta de reajuste. E Tadeu agendou para dia 21 às 10 horas a primeira discussão das reivindicações da Campanha Salarial 2013.

O pedido de abertura de negociações foi reafirmado na assembleia do último dia 7, que também decidiu realizar um ato-paralisação em frente à reitoria durante o encontro. Desde o último dia 26, quando Tadeu recebeu o STU para uma “apresentação”, a direção do sindicato esperava resposta para o agendamento de nova conversa de discussão efetiva da pauta dos trabalhadores. Para este encontro, o STU cobra os planos da nova administração para efetivação das promessas anunciadas durante a campanha.

Trabalhadores reivindicam que reserva orçamentária seja destinada para a isonomia

A Aeplan divulgou um boletim dizendo que o comprometimento atual do orçamento da Universidade com a folha de pagamento seria de 95%. Só que a mesma Aeplan informou à COP (Comissão de Orçamento e Patrimônio do CONSU) que o comprometimento até agora efetivamente está em 88,3%. Ou seja, para cada público a reitoria divulga um dado diferente.

Além disso, na reunião do dia 26, Tadeu afirmou que a discussão da isonomia deve ignorar a sobra de R$ 1,27 bilhão que há no caixa da Unicamp.

O STU defende a implementação imediata da isonomia com a USP. Esperar dois anos significa uma perda de mais de R$ 40 mil para os trabalhadores do Nível Médio e mais de R$ 55 mil para os trabalhadores no Nível Superior. Sendo que dinheiro tem!

 

Números do Cruesp não correspondem aos fatos!

 

A reunião técnica entre o Cruesp e o Fórum das Seis realizada em São Paulo na última quinta-feira não apresentou avanços no que diz respeito ao atendimento das reivindicações da Campanha Salarial Unificada. Durante o encontro, a equipe técnica das universidades apresentou o velho argumento de que não há verbas disponíveis para alcançar o índice de 11% de reajuste reivindicado pelos trabalhadores da USP, Unicamp, Unesp e Centro Paula Souza.

Com o objetivo de respaldar um índice de reajuste mínimo e frustrar as reivindicações dos trabalhadores, o Cruesp também divulgou que este ano o comprometimento do orçamento com a folha de pagamento pode chegar a até 99,58% para as três universidades. O que o Cruesp não explica é porque, mesmo com estes números supostamente “alarmantes”, as universidades não dão nenhum sinal de estarem parando. Pelo contrário! Além das centenas de obras nos campi, ainda sobra dinheiro para os supersalários e para gastos inexplicáveis, como a compra da Fazenda Argentina.

 

Calendário de reuniões de unidades

Quarta-feira, dia 15

– FEEC (9h, na entrada do prédio administrativo)

– IB (11h, nas mesinhas em frente à biblioteca do IB)

– IQ (14h, na copinha)

– IFGW (14h, no auditório)

 

Quinta-feira, dia 16

– CEMIB (9h)

– IFCH (9h, na escadaria da Publicações)

porFernanda de Freitas

DGRH acaba com os holerites impressos

A Diretoria Geral de Recursos Humanos (DGRH) anunciou por meio de instrução normativa publicada no mês passado que não mais imprimirá os holerites dos servidores. De acordo com o documento, os holerites e os comprovantes de rendimento devem ser acessados e impressos obrigatoriamente pelo sistema “Vida Funcional OnLine”.

Embora siga uma determinação do Governo do Estado, a medida afeta setores importantes da Universidade. Os trabalhadores das obras, dos bandejões e da área hospitalar têm maior dificuldade para acesso ao sistema “Vida Funcional Online”, seja pela especificidade do serviço, pelo ritmo de trabalho ou mesmo pela falta de computadores nesses setores. Muitos também não têm meios de imprimir os comprovantes em casa. E os holerites são o comprovante de renda do trabalhador.

Diante disso, o STU encaminhou dois ofícios à DGRH, no mês passado, questionando se os trabalhadores terão como optar entre os meios impresso ou virtual. O órgão se limitou a dizer que o RH de cada unidade estará á disposição para resolver o problema.

O sindicato cobra que a administração da Universidade assegure aos trabalhadores o direito de optar formalmente se querem continuar recebendo os holerites impressos ou se estão de acordo em imprimir o documento via web.

porFernanda de Freitas

ATENÇÃO: Devolução do imposto sindical

Os servidores não filiados ao STU poderão realizar, entre os dias 20 e 24 deste mês, o pedido de devolução de 60% do imposto sindical, contribuição compulsória descontada do salário de todos os trabalhadores com carteira assinada do país por determinação da CLT. O STU realizará a partir do dia 20, das 9 às 17 horas, plantões para recebimento do pedido de devolução do valor que é repassado para o sindicato. Os interessados deverão apresentar cópia do holerite ou de comprovante extraído do portal “Vida Funcional Online”.

É importante ressaltar que a cobrança do imposto sindical é uma determinação do governo, mas que a devolução do valor descontado não é uma obrigação das entidades sindicais e sim uma definição política da gestão “Vamos à luta”. A diretoria do sindicato entende que a entidade deve ser mantida com a contribuição voluntária da categoria e que todos os funcionários da Universidade devem contribuir para a construção desse instrumento de luta, filiando-se e participando regularmente dos fóruns de discussão.

Os servidores filiados que ainda não atualizaram seus dados bancários devem fazê-lo o mais rápido possível ligando para o STU (19) 3521.7412 / 3521.7147 / 3289.4242 /3289.3502.

Em relação ao imposto sindical dos trabalhadores contratados pela Funcamp, informamos que este é repassado a outra entidade sindical (o SEAAC), não cabendo ao STU realizar a devolução.

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Campanha salarial 2013: Trabalhadores marcam novo ato e cobram abertura de negociação

Crédito da foto: Fernanda de Freitas

Crédito: Fernanda de Freitas

Luciana Araújo e Rodrigo Cruz

A assembleia geral dos trabalhadores da Unicamp realizada nesta terça-feira (7), no Ciclo Básico, votou a realização de um novo ato-paralisação em frente à reitoria para a próxima semana. A categoria aprovou encaminhar novamente ofício reiterando o pedido de agendamento de uma reunião com o reitor para abrir as negociações sobre a pauta da campanha salarial. Tendo em vista que desde o último dia 26 a direção do sindicato espera resposta de José Tadeu Jorge à solicitação de reunião, a assembleia aprovou reafirmar a cobrança à reitoria indicando que o novo encontro seja realizado entre terça e quinta-feira da semana que vem, e tenha a data definida com antecedência, a fim de assegurar que a categoria possa acompanhar a reunião. Logo após a assembleia, a direção do STU encaminhou o documento à reitoria e espera obter uma resposta até o final desta semana, para viabilizar a organização do ato e a mobilização da categoria.

A diretoria do sindicato informou à categoria os detalhes da primeira reunião do STU com o novo reitor, esclarecendo que não houve negociação efetiva apesar dos representantes dos trabalhadores terem aproveitado a oportunidade para apresentar formalmente os pontos prioritários da campanha salarial definidos na assembleia do dia 14 de abril. Os trabalhadores presentes à assembleia reafirmaram a luta pela isonomia já e pelo reajuste de 11% e rejeitaram a subordinação da isonomia à discussão sobre o índice salarial (proposta por Tadeu durante a conversa do dia 26).

Em relação à Campanha Salarial Unificada do Fórum das Seis, foi informado que o Cruesp ainda não havia respondido à solicitação de agendamento de uma reunião para a próxima semana. A pauta da campanha unificada foi protocolada no dia 16 de abril. No fim da tarde de ontem, a coordenação do Fórum recebeu comunicado do Cruesp agendando reunião com a comissão técnica para esta quinta-feira (9 de maio) às 14h30, na sede do Conselho, em São Paulo.

A assembleia também aprovou uma moção de repúdio à ausência do reitor na primeira reunião marcada com o STU para o último dia 23 de abril.

Confira os encaminhamentos da assembleia:

1)Ato-paralisação durante a reunião solicitada novamente à reitoria para abrir as negociações da campanha salarial 2013, seguido de assembleia de avaliação ao final da reunião.

2)Retomar as reuniões de unidades para fortalecer a mobilização;

3)Realizar debates, com representantes do Sintusp e Sintunesp, sobre a viabilidade da implementação imediata da isonomia;

4) Promover debate junto com o DCE e a Adunicamp sobre a necessidade de revisão do estatuto e democratização da Unicamp;

5) Organizar um comando de mobilização com representação eleita nos locais de trabalho;

6) Ampliar a visibilidade da campanha salarial com cartazes e faixas;

7) Criar grupos de trabalho para aprofundar a elaboração das propostas pelas reivindicações específicas (30 horas na saúde, valorização do Sistema de Educação Infantil, etc).

Leia aqui a moção de repúdio aprovada na assembleia

Nós, trabalhadores da Unicamp, repudiamos o não comparecimento do Reitor Tadeu na primeira reunião de negociação da campanha salarial 2013. A reunião, que havia sido marcada antecipadamente com a anuência do atual Vice-Reitor, Prof. Álvaro Costa, foi cancelada sem que o reitor comunicasse os trabalhadores e o STU. Entendemos que tal postura não reflete o comprometimento firmado com o conjunto dos trabalhadores da Unicamp durante a consulta para reitor e reforça práticas antidemocráticas.

Atualizado em 9 de maio de 2013, às 9:42.

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STU lança calendário para a eleição do Conselho de Representantes

A diretoria do STU aprovou em sua última reunião o calendário das eleições do Conselho de Representantes. Essa instância é um espaço importante de fortalecimento da luta dos trabalhadores da Unicamp, pois estabelece um canal de diálogo democrático entre o sindicato e a categoria, orientando diretamente as ações da entidade.

Qualquer trabalhador com mais de três meses de ­ liação pode se candidatar como representante da sua unidade. Con­fira o calendário:

-14 de maio – Assembleia para eleição da comissão eleitoral, calendário e regimento do processo eleitoral;

-Maio (data a de­finir) – Inscrição dos candidatos a representantes

-13 a 28 de Junho – Eleições

-1º de Julho – Apuração

-11 de Julho – Posse dos novos conselheiros

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Assembleia na próxima terça-feira (7/05) vai discutir os próximos passos da data-base

Para debater os rumos da Campanha Salarial 2013, que começa pra valer esta semana após a posse de Tadeu na reitoria e no Cruesp, o sindicato convoca todos os trabalhadores da Universidade a comparecerem à assembleia geral que será realizada às 12h na próxima terça-feira (7) no Ciclo Básico. Lá, será dado o informe completo da reunião com o reitor e serão discutidos os posicionamentos da categoria a serem levados à próxima negociação. Participe! É muito importante que os trabalhadores construam a Campanha Salarial e pressionem para que as próximas reuniões de negociação avancem.

STU tem primeira reunião oficial com novo reitor da Unicamp

A diretoria do STU teve a primeira reunião o­ficial com o novo reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge, na tarde da última sexta-feira (26). A reunião foi convocada dois dias antes pelo reitor com o objetivo de fazer uma apresentação formal da nova gestão e conhecer os membros da atual diretoria do sindicato. O STU aproveitou a oportunidade para apresentar à reitoria os cinco itens centrais da Campanha Salarial 2013: isonomia já tendo como parâmetro o piso da USP, retomada da jornada de 30 horas na área da saúde, revogação imediata das punições, auxílio-alimentação para os aposentados e ampliação do sistema educativo da Unicamp.

O reitor foi questionado sobre a sua ausência da reunião de negociação marcada para o último dia 23, com a qual ele havia assumido compromisso antes mesmo de tomar posso. Tadeu a­ afirmou que a incompatibilidade de horários se deu em função da realização da agenda na qual ele foi empossado novo presidente do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp) e rea­firmou que está aberto ao diálogo para as próximas reuniões de data-base.

Sobre as pautas da Campanha Salarial, o reitor voltou a dizer que serão cumpridas as  promessas de campanha presentes em seu programa de gestão, entre elas a implementação da isonomia salarial num prazo de dois anos, e não imediatamente, como reivindica a categoria. Sobre a revogação das punições, STU entregou a Tadeu um dossiê de mais de 400 páginas sobre as retaliações referentes às greves dos anos de 2010, 2011 e 2012. O reitor recebeu o documento e se comprometeu a avaliar o assunto.