Categoria UNICAMP

porFernanda de Freitas

Eleições do CR: confira as unidades que estão com vagas abertas

Ontem (23) deu início ao processo eleitoral para o Conselho de Representantes (CR). A eleição vai até 29 de maio.

Tendo em vista que alguns conselheiros foram eleitos, no ano passado, como dirigentes sindicais e outros desistiram da gestão por diversos motivos, a diretoria do STU decidiu organizar novas eleições para definir os representantes para um mandato-tampão que se encerrará no final deste ano.

Vale ressaltar que, o Estatuto da entidade não permite que um funcionário da universidade acumule, simultaneamente, o cargo de dirigente sindical e conselheiro.

Confira na tabela abaixo todas as unidades que estão com vagas abertas para o CR. Podem se candidatar como representante do seu local de trabalho qualquer trabalhador com pelo menos três meses de filiação antes da data da realização das eleições.

Mais informações podem ser obtidas com a Martha na sede do STU através dos ramais 17694 / 17147 / 17412.

Candidate-se para o CR da sua unidade e fortaleça nosso sindicato!

 

ELEIÇÕES DO CONSELHO DE REPRESENTANTES
Unidades e Setores Quantidade de vagas (número de conselheiros)
DGA/ Aerplan/Nied 3
DGRH/GGBS/Cepetro 3
GR/Pró-reitorias/Nics/Cori/Nics/Ascon/Cocen/AFPU/Cenapad 3
Prefeitura Adm/ouvidoria/Extecamp 3
Coordenadoria de Projetos – ex Estec/Cinfra 1
Secretaria Geral/PG/CPP 1
Cemeq 1
RTV 1
Cel, Convest/Casa do Lago 1
DAC/SAE/CLE/CMU/Siarq/DCE 2
CCS / CT / Orquestra / Inova 1
CEB 1
CEMIB / Meio Ambiente/Editora 1
CPQBA 1
Lume / Moradia Estudantil
Nepo / Nepp 1
Cotil / Planta Física 2
Cotuca 2
Hemocentro 2
Gastrocentro 1
HC 8
Caism 4
BC 1
CCUEC/Cenapap/Cepagri/GGTE 2
Gráfica/Sinalização e Transportes
Ceci Maternal
Ceci Berçario
Creche área de saúde
Prodecad
IFCH / Cesop / Pagu 3
IG / Nepan / Cidadic 2
IE / Cesit 2
IEL 2
IB/Cebmeg 4
IQ 3
Imecc 2
IC 1
IFGW 3
FE 2
FEM 2
FEQ 1
FEEC 2
FEA / NEPA 3
FCM 5
FEC 2
Fenferm 1
Farmácia
FOP 3
FT 2
FCA 1
FEF 2

Obs.: Na unidade cuja vaga está em branco está sendo apurado o número de funcionários do local para depois determinar a quantidade de vagas ao CR.

 

FICHA DE INSCRIÇÃO PARA O CR

Baixe aqui a Ficha de Inscrição para Eleição do Conselho de Representantes.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/02/CR_Ficha_Inscricao.pdf” language=”pt_BR”]

 

porFernanda de Freitas

Reuniões de Unidade: mobilização para Campanha Salarial 2015

Nesta semana o STU dá início à organização das reuniões de unidades para debater a Campanha Salarial 2015, seguindo o indicativo do Fórum das Seis.

O principal ponto de discussão será a pauta de reivindicações dos trabalhadores das três universidades paulistas, além da construção de um calendário de mobilização para a data-base, que tem como foco a luta pela isonomia com a USP.

A proposta do STU é organizar e fortalecer o movimento para cobrar a implementação da isonomia, compromisso assumido pelo reitor, que até o momento não saiu do papel.

Chegou o momento de nos reorganizamos para garantir a efetivação da nossa conquista. Então, se a sua unidade ainda não tem reunião marcada, ligue para a Secretaria do STU e agende – ramais: 17412 / 17147 ou telefones: 3289-4242/ 3289-3502.

 

Agenda de Mobilização

25/02 (quarta-feira)

  • 9h: DGA (no saguão)
  • 15h: BC

26/02 (quinta-feira)

  • 9h: IFCH (na escadaria)

 

porFernanda de Freitas

Encontro com Dr. Cremasco discutiu andamento dos processos judiciais

encontro com Cremasco_mesa

Mesa da atividade foi composta pelas diretoras Elisabeth Cardozo e Margarida Barbosa

Na sexta-feira passada (6) o STU promoveu um diálogo entre os trabalhadores e o advogado Cremasco para tirar dúvidas a respeito das ações jurídicas da entidade.
Na ocasião, foi apresentado à categoria o andamento das ações de desaposentação, da correção da Unidade Real de Valor (URV), do pagamento da 6ª Parte e da correção do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
Lembramos que, a diretoria recentemente deliberou pela contratação do escritório Cremasco, que assumiu suas funções no final do mês passado. E como primeira medida estabeleceu que, frequentemente, será organizado um encontro entre a assessoria jurídica e os trabalhadores para dar ciência sobre os processos encaminhados pelo Departamento Jurídico.
Apesar do pouco tempo de contratação, o advogado Cremasco adiantou que já está acompanhando as ações coletivas, tanto que no encontro realizado semana passada no auditório da DGA, ele explicou a quantas andas os seguintes processos:

 

Desaposentação
A desaposentação possibilita que o trabalhador renuncie à aposentadoria com o propósito de obter benefício mais vantajoso, tanto no regime geral de previdência social ou em regime próprio de previdência, mediante a utilização de seu tempo de contribuição, com objetivo de melhorar o status financeiro do aposentado.
Para o advogado o reconhecimento do direito à desaposentação do servidor público estabelece um importante avanço no âmbito do nosso direito previdenciário, mas por enquanto, há entendimentos diferenciados para os casos apresentados na Justiça, inclusive com condenações desfavoráveis que já chegaram a obrigar o trabalhador a devolver o benefício recebido.

 

Unidade Real de Valor (URV)
Em 2010 o STU entrou com ação que cobrava as diferenças salariais relativas à conversão da moeda de Cruzeiro Real para Real no período em que vigorou a URV (Unidade Real de Valor).
Apesar dos processos abertos pelo Sindicato serem considerados improcedentes pela Justiça, por motivo de prescrição (perda do direito de acionar judicialmente devido ao decurso do tempo), em outubro de 2013 o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que Estados e municípios paguem aos seus servidores as perdas salariais sofridas com a conversão monetária instituída em 1994.
Diante dessa decisão favorável do STF, o STU encaminhou documento à reitoria reivindicando o cumprimento da decisão por parte da Unicamp.

 

Sexta Parte
A sexta-parte é garantida aos servidores ao completarem 20 anos de efetivo exercício, segundo o artigo 129 da Constituição Estadual de 1989. A concessão incorpora-se aos vencimentos para todos os efeitos legais.
A ação impetrada pelo STU está na fase de (re)cálculo, já que a primeiro cálculo apresentado pelo perito foi impugnado por apresentar inconsistência na apuração do resultado, sendo desfavorável financeiramente ao trabalhador.
De acordo com Dr. Cremasco, tão logo seja feita a homologação dos cálculos será expedido o precatório, ou seja, o instrumento determinado pelo Poder Judiciário para que seja realizado ao funcionário o pagamento a que o Estado tenha sido condenado em processo judicial.
Ressaltamos que quem já fez acordo com a Unicamp e já recebeu os valores não terá direito nesse processo.

 

Correção do FGTS
O advogado informou que todas as ações requeridas para recuperar as perdas do FGTS no país estão suspensas em todas as instâncias das Justiças Estaduais e Federal.
As ações buscam, em geral, obrigar que o FGTS seja corrigido pela inflação e não pela Taxa de Referência (TR) que tem gerado perdas porque se trata de um índice com valor inferior ao da inflação do país.
As ações aguardam que a primeira seção do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) julgue um recurso que chegou ao tribunal e que foi considerado de “controvérsia repetitiva”. O STJ afirmou que a suspensão do andamento das ações tenta evitar “insegurança jurídica” em relação ao tema, já que os processos estão em diversos tribunais.

 

Plantão Jurídico
Vale lembrar que o plantão jurídico acontece toda quinta-feira, a partir das 9h, na sede do STU.
Para mais informações ou agendar atendimento ligue para o ramal 17412 e fale com Zé Prettu. Também é possível agendar pelo e-mail: [email protected].

porFernanda de Freitas

Praça do Ciclo Básico: água parada, lixo e descaso

obra_CB_placa_Em dezembro de 2012 a reitoria inaugurou a primeira etapa das obras de revitalização da praça e arredores do Ciclo Básico.

A implantação de um moderno projeto paisagístico buscava estimular o convívio e a integração sociocultural da comunidade universitária com a população do entorno. À época a obra de requalificação da Praça do Ciclo Básico e arredores já foi entregue com vários problemas de estrutura.

Ignorando todos os problemas iniciais uma matéria publicada pelo site da universidade afirmava que “as intervenções e melhorias propostas objetivam, justamente, fazer com que o espaço deixe de ser usado somente como ponto de passagem. O propósito é que ele reassuma sua característica original, que é a de servir como ambiente de vivência não apenas para a comunidade acadêmica como também para visitantes e moradores da região”.

O problema é que esse objetivo não se concluiu, visto que o espaço encontra-se descuidado, servindo exatamente para passagem de pedestres. Além disso, a praça fica muitas vezes deserta, pois sua cobertura estreita pouco protege as pessoas do sol ou da chuva.

Parece que a grandiosa arquitetura, que custou R$ 4,5 milhões aos cofres da Unicamp, não cumpre sua finalidade tornando-se mais uma obra cuja verba foi mal aproveitada prevalecendo a inversão de valores que patrocina o gasto com obras ao invés de investir na valorização do pessoal.

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Maquete do projeto de requalificação da Praça do Ciclo Básico

“Gastos exorbitantes com obras desnecessárias são uma grande característica das reitorias da Unicamp, ano após ano, gestão após gestão, vemos a mesma realidade. A política de embelezar o campus com obras superfaturadas e verba pública mal gasta em detrimento da valorização do quadro funcional e políticas de permanência estudantil reforçam a deterioração estrutural da Unicamp. Enquanto a reitoria diz não ter verba para isonomia salarial, avaliação de carreira e permanência estudantil vemos diversas obras inacabadas e outras tantas já degradadas. O recurso da Unicamp ao invés de ser investido na comunidade universitária é, como de costume, jogado no lixo via bolsos das empreiteiras”, afirma a diretoria do STU, Marina Rebelo.

 

Degradação

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O espelho d’água está repleto de lodo e sujeira

Apenas dois anos se passaram e a praça já apresenta sinais de pichação, o piso está com rachadura e o espelho d’água está com acúmulo de água parada, lodo e lixo. Sem contar o mato alto e os insetos de várias espécies que atacam os transeuntes.

É sabido que com a temporada de chuvas o alerta contra a dengue torna-se preocupante, pois a disseminação da doença acontece principalmente no verão, quando há maior incidência de chuvas resultando em água parada. Somado a isso, tem o levantamento do Ministério da Saúde que, no ano passado, apontou Campinas como a principal cidade do estado com maior risco para surto de dengue.

Todos esses problemas já são mais que suficientes para que a Unicamp tome providências urgentes para tornar a praça habitável e segura, visto que o projeto de revitalização da praça não previu essas complicações.

Para os funcionários que trabalham e também transitam pelo Ciclo Básico o abandono da praça é lamentável e as principais preocupações são com o foco de dengue e a degradação do patrimônio recém-reformado.

Mais uma vez, o STU cobra providências da reitoria, principalmente pelo risco à saúde dos funcionários e estudantes que frequentam o local, já que com a proximidade da volta às aulas a circulação de pessoas aumentará.

 

porFernanda de Freitas

Circulação da linha de ônibus 2.10 é suspensa e causa transtornos

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Ofícios do STU cobram explicação da Emdec e Unicamp

Atualizado em 08/01/2015 – 16h15

O ano mal começou e o transporte público já apresenta problemas dentro da Unicamp. A denúncia apurada pelo STU diz respeito à linha 2.10 (Terminal Campo Grande/Terminal Barão Geraldo) que deixou de circular nas dependências do campus por conta das férias.

A alegação é que nas férias acadêmica ocorre a diminuição do fluxo de passageiros, gerando uma “baixa” na demanda de horários de algumas linhas que atendem a universidade.

A questão é que essa linha não atende somente os estudantes universitários, que estão em férias, mas também os funcionários da universidade que continuam trabalhando normalmente e a população da cidade que utilizada o Hospital das Clínicas. Com a suspensão do transporte os trabalhadores estão utilizando outras linhas e, na maioria das vezes, vários ônibus para percorrer o mesmo trajeto e, evidentemente, gastam mais tempo do que o normal para se deslocarem.

A linha 2.10 deixou também de circular na PUC-Campinas, o que tem causado superlotação em outras linhas como a 3.32 (Terminal Barão Geraldo) e 3.29 (Terminal Barão Geraldo/Cidade Judiciária).

O STU cobrou, por meio de ofício, o posicionamento da Unicamp e da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) sobre essa situação. Até o fechamento dessa matéria não recebemos retorno das referidas instituições.

A preocupação do sindicato é justificada pela diretora da entidade, Marina Rebelo, que explica que “a linha 2.10 é muito importante para integração da Unicamp à cidade de Campinas, não só em razão dos funcionários da universidade que necessitam deste meio de transporte para o trabalho, mas também pelo serviço de assistência que a universidade oferece à população mais carente de Campinas. Excluir a Unicamp do trajeto desta, que é uma das linhas de maior fluxo na cidade, é investir na lógica da elitização desta instituição que deveria ser acessível a todos”.

O sindicato reafirma, mais uma vez, que os funcionários estão sendo muito prejudicados com a suspensão desse serviço público, sem contar os transtornos causados à população da cidade. Além disso, a entidade desaprova essa medida excludente da EMDEC e, principalmente, da Unicamp em não garantir alternativas de transporte de qualidade para seus funcionários.

 

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Diretoria do STU se reúne com prefeito do campus

Prefeitura do Campus irá verificar situação

Em reunião na tarde desta quinta-feira (8) com a diretoria do STU o prefeito do campus, prof. Armando José Geraldo, afirmou que essa linha é de responsabilidade exclusiva do poder público, mas que pela importância da demanda irá verificar com a Unitransp e fará gestão junto a Emdec para que a circulação da linha seja retomada.

 

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Unicamp vota orçamento 2015 e trabalhadores cobram isonomia

Reitor diz que Universidade economizou o equivalente a “uma Fazenda Argentina” desde que assumiu * Bancada de servidores no Consu registrou protesto contra atraso no calendário estabelecido por Tadeu em 2013 para efetivar isonomia dos pisos salariais com a USP.
Na terça-feira (16) o Consu aprovou a proposta orçamentária da Unicamp para 2015. Baseada no estabelecido no orçamento do Estado, a proposta prevê arrecadação R$ 2.233,17 milhões – um crescimento de 6,1% (previsão de inflação anual) mais 1,5% derivado da estimativa de crescimento do PIB paulista.
Ao ser cobrado sobre a isonomia, o reitor reafirmou que pela primeira vez na década a arrecadação do ICMS teve crescimento nominal negativo e que o comprometimento médio da Unicamp com a folha está próximo de 97%.
Durante o Consu foi apresentada a reserva técnica disponível em novembro deste ano. O saldo total era de R$ 1.121.306.472,00 – mantendo equivalência ao valor disponível no mesmo período de 2013. Segundo Tadeu, isso significa que a Unicamp durante 2014 manteve as reservas e, considerado o custo de aquisição da Fazenda Argentina (cerca de R$ 150 milhões),  a manutenção dos patamares de reserva mostram uma economia do mesmo porte do gasto com o terreno adquirido. Ou seja, mesmo com todo o discurso de falta de recursos, há dinheiro sobrando. A reserva técnica não comprometida, de acordo com os dados apresentados pela reitoria, era de R$ 361.741.442,00.
O STU prepara um calendário de mobilizações e reuniões para os meses de fevereiro e março, incluídas reuniões das unidades e a eleição  do Conselho de Representantes (CR). Em abril estaremos discutindo a isonomia e a campanha salarial 2015.
A isonomia é uma conquista da nossa luta e vamos cobrar os compromissos da reitoria.
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STU cobra a Prefeitura do campus ação sobre denúncias nos restaurantes e ato repudia desrespeito a a mulheres

No último dia 10 o STU se reuniu com o prefeito do campus para discutir as denúncias divulgadas pelo sindicato de que funcionárias contratadas pela Funcamp e que trabalham nos restaurantes estavam sendo obrigadas a trocar constantemente de roupas para fumar e impedidas de usar peças íntimas que marcassem. Além disso, há restrições a que as trabalhadores se reúnam com o sindicato.
Durante a reunião, o prefeito reafirmou que o órgão não aceita situações que discriminem e desrespeitem as mulheres ou quaisquer trabalhadores. E comprometeu-se a se reunir com a Funcamp e apresentar um posicionamento sobre o tema em uma próxima reunião, ainda sem data.
Durante o almoço ontem, um protesto em defesa das trabalhadoras condenou o preconceito e a discriminação contra as mulheres, denunciando que as medidas têm conteúdo machista. A diretora  do STU Adriana Stella leu a moção aprovada em assembleia repudiando as medidas adotadas.
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Todos à assembleia geral amanhã ao meio-dia no CB-06!

Na terça-feira (25), após o ato e manifestações dos conselheiros no Consu, o reitor reiterou que mantém o compromisso com a isonomia, mas alegou novamente que a queda na arrecadação do ICMS não permite recurso para tal. Os representantes dos servidores deixaram claro que não aceitarão o não cumprimento do compromisso firmado pela isonomia no ano passado.
Hoje, na reunião de negociação com a reitoria, o STU cobrará firmemente a efetivação da isonomia.Amanhã, ao meio-dia ocorre a assembleia geral e é importante a participação de todos os trabalhadores, para uma discussão coletiva sobre o resultado da reunião com o reitor e encaminhamento das próximas ações.

Os trabalhadores exigem:

• 01 referência para cada funcionário a partir 01/10/2014;
• 01 referência para 20% dos funcionários, no processo avaliatório de 2014;
• 02 referências devidas nos pisos dos níveis Médio e Superior;
• Assegurar que a terceira etapa do processo de isonomia se efetivará antes da data-base de 2015, igualando os pisos com os valores praticados na USP e adequando a distribuição dos enquadramentos ao longo das faixas de cada nível da carreira.

Além das reivindicações específicas pendentes:

• 30 horas na Saúde para todos;
• Mais vagas nas creches;
• Implantação do vale refeição;
• Garantia e calendário da 2ª etapa da mudança de regime;
• Carreira dos funcionários;
• Extensão do auxílio alimentação para aposentados;
• Isonomia entre os trabalhadores Funcamp e Unicamp;
• Redução do valor do fretado com vistas à gratuidade e melhoria dos serviços e da mobilidade no transporte público e no serviço de circular interno.

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Representações de servidores à CIPA e ao CONSU tomam posse em dezembro

No próximo dia 9 de dezembro (terça-feira) acontece a cerimônia de posse dos novos integrantes da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho da Unicamp (CIPA-Unicamp), para o mandato 2014-2015. O evento terá início às 9 horas, no auditório 1 do Centro de Convenções da Unicamp.

Cabe à CIPA planejar ações de prevenção de acidentes, saúde, segurança e meio ambiente para tornar o ambiente de trabalho mais seguro, além de fiscalizar o cumprimento da legislação em vigor. Os cipeiros recebem  treinamento para atuarem como agentes multiplicadores das ações de segurança nas unidades pelas quais foram eleitos, e têm assegurada por lei a liberação do trabalho para participar das atividades da Comissão.

Confira aqui a lista de cipeiros eleitos para a gestão 2014-2015.

Nos dias 5 e 6 de novembro, também foram eleitos os representantes da bancada dos servidores técnico-administrativos no Conselho Universitário (CONSU). A representação dos trabalhadores é composta de sete membros titulares e sete suplentes eleitos por voto direto nas áreas hospitalar; da Administração Central; unidades de ensino, pesquisa, colégios técnicos e CEL. Os mandatos dos novos representantes dos servidores terá início em 21 de dezembro, com duração de dois anos, permitida a recondução.

Confira aqui a lista dos servidores técnico-administrativos eleitos ao CONSU para a gestão 2014-2016.

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Assembleia aprova foco na paralisação e ato no Consu dia 25

Na sexta-feira (7) os trabalhadores da Unicamp fizeram uma paralisação organizativa para preparar o dia de manifestação no Conselho Universitário (Consu) no dia 25 de novembro. Seguindo orientação do STU, várias unidades fizeram a discussão da mobilização e da organização da paralisação do dia 25.  Também discutiram a proposta de realização de paralisações semanais até o dia da manifestação.

Na assembleia realizada no período da tarde prevaleceu a a proposta de centralidade para o dia 25. A indicação é construir um processo de agitação e organização para chegar à data chave com a categoria mobilizada e unificada em torno da bandeira da isonomia, com a perspectiva de um grande ato.

No dia 27 acontece nova reunião de negociação com a reitoria. A assembleia solicitou antecipar a reunião para 10 horas, para que os trabalhadores possam acompanhar a negociação, que deverá ter transmissão pela web.

A próxima assembleia ficou marcada para o dia 28, ao meio-dia, para avaliar o resultado da negociação.

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STU cobra solução para condições de trabalho insalubres

Diante das altas temperaturas verificadas no último período, trabalhadores da Unicamp têm vivenciado condições insalubres de trabalho. Na Biblioteca Central alguns setores chegaram a registrar 35º.

Em reunião com o STU, as coordenadoras da BC apresentaram um plano de contingência, que inclui a aquisição de 25 ventiladores a serem entregues até 7/11. Além disso, se comprometeram a conversar com os chefes das seções para viabilizar uma organização do trabalho que diminua o impacto das altas temperaturas.

A Coordenação da BC disse ainda que o planejamento incluiu a aquisição de persianas e uma reforma no prédio. A parte do prédio da BC que recebe o sol da tarde é feita de placas de amianto, material que retém calor e cuja venda é proibida por seu potencial cancerígeno.

É importante salientar que a NR-15 (Norma Regulamentadora do Trabalho) coloca como tolerância à exposição ao calor para o trabalho contínuo temperaturas entre 25º C a 30º C, dependendo da atividade. Acima de 32,2º C a NR-15 não permite que sejam realizadas tarefas laborais sem a adoção de medidas adequadas de controle.

O STU continuará acompanhando este caso. E recomenda a todos os trabalhadores que se encontram em situações similares que entrem em contato com o sindicato e com a CIPA.

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Negociações não avançam em reunião com o reitor

Aconteceu nesta quarta-feira (22) à tarde a reunião da comissão de trabalhadores e representantes do STU com o reitor José Tadeu Jorge. Os representantes do STU cobraram a retomada negociação dos itens pendentes da pauta de reivindicações específicas. A reunião foi longa, começando pouco depois das 16 horas e se estendendo até às 19 horas, mas não houve avanços nos debates. A diretoria do STU se reúne hoje para avaliar o resultado da reunião e mais informações serão divulgadas no Boletim do STU nesta sexta-feira, já com os encaminhamentos propostos pelo sindicato à categoria.

Isonomia

O debate acabou por ficar concentrado no tema da consolidação da isonomia salarial com a USP, com o sindicato reiterando o atraso do compromisso assumido no ano passado de efetivar a segunda fase do processo na data-base deste ano, o que não aconteceu. O principal argumento apresentado pelo reitor foi de que haveria uma situação de instabilidade orçamentária que não permitiria estabelecer o prazo para efetivação da isonomia. Segundo Tadeu, a realidade orçamentária da Unicamp aponta para uma discussão mais alongada, quando já estiverem disponíveis os dados do ICMS. O reitor reafirmou que comprometimento orçamentário atual com a folha de pagamentos gira em torno de 97%. E disse ainda que o cenário econômico apresentado era imprevisível porque, pela primeira vez em mais de dez anos, o crescimento do ICMS no terceiro trimestre não vem se comprovando.

O STU reafimou a cobrança de que o compromisso com os trabalhadores seja respeitado e que fosse já marcada nova reunião, agendada para 27 de novembro.

Além da isonomia, os dirigentes do sindicato apresentaram na reunião o debate sobre a reivindicação dos trabalhadores da área da saúde que não foram contemplados na resolução do Conselho Universitário sobre a retomada da jornada de 30 horas semanais. Foi informado ao reitor formalmente o pleito dos servidores e que o sindicato protocolará o abaixo-assinado formulado pela categoria.

DEDIC e mudança de regime

Também foi reiterada a necessidade de retomada das negociações sobre a pauta específica das trabalhadoras da DEdIC. Além da cobrança pelo estabelecimento do calendário da segunda etapa do processo de mudança de regime – em relação ao qual o reitor se comprometeu a discutir com a comissão e apresentar ao sindicato uma proposta de data para encaminhar discussão para o CONSU.

Auxílio alimentação para aposentados

Os representantes do Departamento de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do STU também apresentaram uma minuta de anteprojeto de lei para extensão do auxílio alimentação a esse segmento da categoria, conforme já acontece na Alesp. O sindicato defende que o reitor encaminhe a proposta ao Conselho de Reitores e defenda que o Cruesp encaminhe o tema à Assembleia Legislativa e ao Governo do Estado com o compromisso de defender que seja aprovada uma lei para instituir o benefício aos trabalhadores aposentados das três universidades estaduais paulistas. O reitor afirmou que vai analisar o documento e apresentar um posicionamento a respeito.

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STU cobrará mudança sem aviso prévio da primeira parcela do 13º

Conforme consulta ao site da DGRH, pelo menos desde 2008 o pagamento da primeira parcela do 13º salário vem sendo realizado pela Unicamp entre os dias 16 e 20 de outubro. Neste ano, no entanto, apenas no dia 10 deste mês foi avisado que o crédito da primeira parcela do 13º em 2014 será feito no dia 21 de novembro. O pagamento da segunda parcela, com o reajuste de 5,2%, será depositado em 5 de dezembro.
Ocorre que vários trabalhadores já tinham assumido compromissos contando com o pagamento ainda neste mês. Embora o procedimento utilizado pela Universidade seja juridicamente legal, a diretoria do STU ressalta que tais mudanças – que acabam por trazer prejuízos para os trabalhadores – não podem ser realizadas desta forma.
Assim como a Unicamp tem que se organizar para pagar seus compromissos, os trabalhadores também o fazem. E a reitoria não apresentou nenhuma justificativa para a mudança.

poradmin

Falta de água chega à Unicamp

A Unicamp enfrentou na semana passada os efeitos da crise de abastecimento de água do Estado. Na sexta-feira (17) a Sanasa cortou o fornecimento em mais da metade do campus de Barão Geraldo e só não houve paralisação generalizada das atividades devido aos reservatórios mantidos pela Universidade. O RA, no entanto, não pode funcionar. E a moradia foi afetada pelo corte.
A Agência Nacional de Águas divulgou a informação de que desde 2004 o governo do Estado de São Paulo foi notificado sobre a necessidade de reduzir a dependência do sistema Cantareira, que se encontra nos mais baixos níveis históricos e, segundo a própria Sabesp, só tem garantia de fornecimento até meados de março do ano que vem.
A maior crise hídrica da história paulista é resultado do descaso do governo Alckmin (PSDB), que empurrou o problema para depois das eleições e segue afirmando que não há racionamento, embora a falta de água seja vivida cotidianamente pela população em diversas regiões do Estado.

Arte: Latuff

poradmin

Plenária discute revisão dos Estatutos dia 23, às 12 horas, no PB

Nesta quinta-feira (23), a partir do meio-dia, o STU convida todos os servidores a participar da plenária para discussão de propostas para a revisão estatutária na Unicamp. A atividade acontecerá na sala PB-14.
A diretoria do STU discutiu a proposta de revisão dos Estatutos apresentada pelo grupo de trabalho criado pela reitoria e fez várias considerações sobre concepção de universidade, democracia, transparência e questões disciplinares, que serão discutidas na plenária. Além disso, a direção do sindicato entende que é necessário abrir um amplo processo de discussão da reforma dos estatutos, que culmine na realização de uma estatuinte paritária. Essas propostas serão dialogadas com a Adunicamp e o DCE. O modelo de debates proposto pelo GT da reitoria tende a limitar as discussões a sugestões individuais e debates nas congregações.

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Reunião de negociação da pauta específica acontece dia 22/10

A reitoria informou ontem que a reunião para discutir a pauta específica de reivindicações da categoria será dia 22/10. Desde o final da greve, há forte expectativa pela definição do calendário de negociação, já que a reitoria havia apresentado no ano passado um calendário de implementação da isonomia que não se confirmou.

A pauta específica é composta de 10 itens – isonomia e carreira, vale-refeição, 30 horas para todos na área de saúde, vagas na creche, mudança de regime, auxílio-alimentação para aposentados, isonomia na Funcamp, redução no valor do fretado e cumprimento da súmula nº 444.

Apesar de não terem acontecido as reuniões da pauta específica, houve negociações da pauta da DEdIC. No dia 08 haveria nova reunião, que foi desmarcada e ainda não tem nova data.

porFernanda de Freitas

Estão abertas as inscrições da Cipa Unicamp para a gestão 2014/2015

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A partir de hoje (12) até 17 de outubro os funcionários dos campi de Campinas, Limeira e Piracicaba podem se inscrever para o processo de eleição da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa), gestão 2014/2015.

Os candidatos interessados em integrar a nova Cipa devem procurar o departamento de Recursos Humanos (RH) da sua unidade para preencher a ficha de inscrição.

 

Quem pode se candidatar:

Poderão votar e ser votados todos os servidores desta universidade, funcionários ou docentes, com qualquer vínculo funcional.

 

Quem não pode se candidatar:

Servidores menores de idade, contratados por prazo determinado, ou que no período das inscrições estiverem cumprindo pena disciplinar ou não estiverem em efetivo exercício.

 

Local de Inscrição:

Campinas:

  • CIPA Central (DGRH), das 9h às 16h;
  • RH das Unidades;
  • CIPAs setoriais (CAISM, FCM, FEA, HC, IB, IFGW e IQ).

Limeira:

  • Cotil;
  • FT;
  • Planta Física – Protocolo do Cotil (Liria), das 9h às 11h e das 13h às 16h;
  • FCA RH (Janaína), das 9h às 12h e das 14h às 16h.

Piracicaba (FOP)

  • Protocolo (Rosa), das 9h às 12h e das 14h às 16h.

 

CIPA

Venha participar das ações de prevenção de acidentes, de saúde, de segurança e meio ambiente para tornar o seu ambiente de trabalho mais seguro e com qualidade.

Quando eleito cipeiro o funcionário terá treinamentos e participará de palestras e cursos de formação. O objetivo é torná-lo um agente multiplicador das ações de segurança em sua unidade.

Vale lembrar que o voto é obrigatório e que a lei garante que os cipeiros sejam liberados para participar das atividades da comissão.

As eleições ocorrem nos dias 29 e 30 de outubro. Para mais informações acesse www.cipa.unicamp.br.

 

Ficha de Inscrição para Eleições da CIPA

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Assembleia com mais de mil servidores suspende greve

Categoria sai fortalecida do embate que durou 112 dias * Trabalhadores entenderam que sem luta a data-base não teria sido respeitada e, por isso, mobilização segue para assegurar negociação da pauta específica e unidade com as outras entidades do Fórum das Seis.

No 112º dia da maior greve da história da Unicamp, mais de mil trabalhadores aprovaram na assembleia de ontem encerrar a paralisação.

A deliberação teve por base a compreensão de que os trabalhadores saem vitoriosos com a conquista do reajuste e a imposição do respeito à data-base (1º de maio) após quase quatro meses de queda de braço com o Conselho de Reitores e o governo do Estado.

Mesmo com o fim da greve, a categoria também deliberou fortalecer a mobilização e o debate sobre a importância do fortalecimento do sindicato como instrumento de luta e defesa de direitos contra os ataques colocados à universidade pública e seus trabalhadores.

O retorno ao trabalho se dará no dia 15 (segunda-feira) com a conquista do reajuste de 5,2% (com a primeira parcela no salário de setembro e a segunda, no salário de dezembro, incidindo o reajuste integral sobre o 13º); abono de 28,6% (a ser pago sete dias após a normalização das atividades); uma referência nos pisos dos segmentos da carreira.

O STU parabeniza a todos os que lutaram!

Outras deliberações

Realizar reuniões de unidade hoje para organizar volta ao trabalho na 2ª; aReafirmar a comissão de negociação da última reunião com a reitoria para tratar das negociações da pauta específica;

Abrir espaço no site do STU para debate sobre a avaliação da greve;

Promover campanha de denúncia contra o PDV na USP e a desvinculação dos hospitais universitários;

Articular com o Fórum das Seis a continuidade do movimento ‘SOS universidade’;

Propor a realização de plenárias com trabalhadores da USP e Unesp para discutir os ataques aos técnicos administrativos e ações unitárias.

Garantir respeito ao direito de greve e pauta específica

Ainda hoje o STU encaminha ofício à reitoria informando a deliberação da assembleia e solicitando reunião. O objetivo é assegurar que o acordo de encerramento da greve formalize que não serão aceitas ações de perseguição a grevistas e assédio moral. Assim como garantir para o mais breve possível a formalização do calendário de discussão da pauta específica (vale refeição, extensão do auxílio alimentação aos aposentados, isonomia no tratamento aos trabalhadores contratados pela Funcamp, etc) e da implementação das próximas fases do processo de isonomia. A luta segue.

Alckmin afirma que não vai assumir hospital universitário da USP

O jornal ‘Folha de S.Paulo’ divulgou ontem que o governador Geraldo Alckmin afirmou à reportagem que “não há disposição de o governo do Estado ser responsável pela unidade de saúde utilizada como hospital-escola pela universidade” de São Paulo. Ainda de acordo com a ‘Folha’, o secretário de Estado da Saúde, David Uip, que acompanhava o governador, teria afirmado que “tem alguém que quer vender [repassar o HU], mas o outro não quer comprar. Não tem discussão. A decisão nasce morta”.

O uso das expressões “compra” e “venda” pelo secretário evidenciam a concepção privatista do governo tucano, que trata bens públicos da sociedade paulista, construídos e sustentados com os impostos de toda a população, como algo que poderia ser comercializado.

A discussão sobre a desvinculação do HU está marcada para o dia 29 no conselho universitário da USP, que já autorizou a transferência do Hospital de Bauru (HRAC) à Secretaria de Saúde.

O fato do governo do Estado afirmar que não quer o HU pode ser uma vitória dos trabalhadores e defensores da universidade pública, que têm posicionamento contrário à desvinculação. No entanto, pode ser também uma manobra retórica para, mais adiante, repassar a gestão do hospital às chamadas organizações sociais (OSs), consolidando um processo de privatização dos centros médicos de ensino, pesquisa e atendimento à população.

Por isso, segue a luta em defesa dos hospitais universitários. A assembleia de ontem reafirmou posição contra a desvinculação dos hospitais. Assim como a assembleia da Adunicamp.

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Professoras negociam pauta da DEdIC

Foi realizada ontem, 27/08, a reunião para adequação da jornada de trabalho das professoras da DEdIC de acordo com a lei 11.738. Estavam presentes nessa reunião a comissão de professoras representantes da categoria, a coordenação da DGRH, a direção geral da DEdIC e o STU.

A reunião teve como encaminhamento a construção coletiva de uma proposta de jornada e escala de trabalho pelas participantes da reunião que, posteriormente, será debatida entre todas as professoras do sistema educativo. Essa proposta será discutida no começo da semana que vem.

Entendemos que, por conseguirmos avançar nessa discussão, tivemos uma conquista parcial e ressaltamos que a implementação da jornada das professoras será uma vitória da categoria.

Professoras da DEdIC