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porFernanda de Freitas

Abaixo-assinado cobra a volta da linha de ônibus 2.10 (Campo Grande/Unicamp)

Na quarta-feira (25) passada o STU realizou uma reunião com os usuários da linha de ônibus 2.10 – Terminal Campo Grande/Terminal Barão Geraldo/Unicamp.

Eles decidiram organizar um abaixo-assinado reivindicando que o transporte volte a circular dentro das dependências do campus, bem como sua readequação de itinerário.

Também será cobrada uma reunião com a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) e uma comissão formada por funcionários, estudantes, docentes e demais usuários da linha para discutir melhor o assunto.

Os usuários reclamam que em virtude de não se ter uma linha que atenda as necessidades da população residente na região do Campo Grande-Unicamp, o deslocamento dos cidadãos para a universidade torna-se onerosa, vez que os mesmos têm que utilizar cerca de três coletivos por dia para conseguirem chegar ao destino e três para retornarem a localidade onde residem.

Imprima o abaixo-assinado e ajude a coletar assinaturas. O documento deverá ser entregue na Secretaria do STU, o mais breve possível.

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porFernanda de Freitas

Circulação da linha de ônibus 2.10 é suspensa e causa transtornos

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Ofícios do STU cobram explicação da Emdec e Unicamp

Atualizado em 08/01/2015 – 16h15

O ano mal começou e o transporte público já apresenta problemas dentro da Unicamp. A denúncia apurada pelo STU diz respeito à linha 2.10 (Terminal Campo Grande/Terminal Barão Geraldo) que deixou de circular nas dependências do campus por conta das férias.

A alegação é que nas férias acadêmica ocorre a diminuição do fluxo de passageiros, gerando uma “baixa” na demanda de horários de algumas linhas que atendem a universidade.

A questão é que essa linha não atende somente os estudantes universitários, que estão em férias, mas também os funcionários da universidade que continuam trabalhando normalmente e a população da cidade que utilizada o Hospital das Clínicas. Com a suspensão do transporte os trabalhadores estão utilizando outras linhas e, na maioria das vezes, vários ônibus para percorrer o mesmo trajeto e, evidentemente, gastam mais tempo do que o normal para se deslocarem.

A linha 2.10 deixou também de circular na PUC-Campinas, o que tem causado superlotação em outras linhas como a 3.32 (Terminal Barão Geraldo) e 3.29 (Terminal Barão Geraldo/Cidade Judiciária).

O STU cobrou, por meio de ofício, o posicionamento da Unicamp e da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) sobre essa situação. Até o fechamento dessa matéria não recebemos retorno das referidas instituições.

A preocupação do sindicato é justificada pela diretora da entidade, Marina Rebelo, que explica que “a linha 2.10 é muito importante para integração da Unicamp à cidade de Campinas, não só em razão dos funcionários da universidade que necessitam deste meio de transporte para o trabalho, mas também pelo serviço de assistência que a universidade oferece à população mais carente de Campinas. Excluir a Unicamp do trajeto desta, que é uma das linhas de maior fluxo na cidade, é investir na lógica da elitização desta instituição que deveria ser acessível a todos”.

O sindicato reafirma, mais uma vez, que os funcionários estão sendo muito prejudicados com a suspensão desse serviço público, sem contar os transtornos causados à população da cidade. Além disso, a entidade desaprova essa medida excludente da EMDEC e, principalmente, da Unicamp em não garantir alternativas de transporte de qualidade para seus funcionários.

 

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Diretoria do STU se reúne com prefeito do campus

Prefeitura do Campus irá verificar situação

Em reunião na tarde desta quinta-feira (8) com a diretoria do STU o prefeito do campus, prof. Armando José Geraldo, afirmou que essa linha é de responsabilidade exclusiva do poder público, mas que pela importância da demanda irá verificar com a Unitransp e fará gestão junto a Emdec para que a circulação da linha seja retomada.

 

porFernanda de Freitas

Representantes do movimento social de Campinas protocolam plataforma de reivindicações na Câmara dos Vereadores

Depois de dois grandes protestos realizados na semana passada sem que o poder público abrisse um canal de diálogo com a população, representantes dos movimentos sociais foram recebidos na última segunda-feira (24) por um grupo de vereadores na Câmara Municipal. Na ocasião, os manifestantes protocolaram uma pauta com nove reivindicações, em sua maioria relacionadas à questão do transporte público, e estabeleceram um prazo de 96 horas para apresentação das respostas. A reunião aconteceu durante o último ato.

Entre os pedidos estão a retirada dos dois últimos aumentos (reduzindo a tarifa para R$2,85), a abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os contratos de transporte público, passe livre para todos os estudantes e desempregados, municipalização do transporte e o fim do subsídio às empresas de ônibus. Os manifestantes também cobram a realização de uma auditoria nas contas das empresas de transporte coletivo que atuam na cidade.

O presidente da Casa, Campos Filho (DEM), recebeu o documento e se comprometeu a apresentar uma resposta no prazo solicitado. O movimento, formado por entidades como o DCE Unicamp, DCE PUCCamp, STU, diversos grêmios estudantis, centros acadêmicos da Unicamp e outras entidades, deve aguardar um retorno sobre a pauta até a sexta (28).

As manifestações terão continuidade no município – como parte da onda de protestos que têm marcado a conjuntura no país.

 

Agenda de atos na cidade

Hoje, o Fórum Popular de Saúde está convocando um ato em frente à Prefeitura da cidade, em defesa da saúde pública, a partir das 14 horas.

Na quinta (27) acontece o ato “Fora Feliciano” – que pede a saída o pastor Marco Feliciano da presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados em razão de suas declarações preconceituosas. O protesto, que será seguido de uma passeata contra a aprovação da “cura gay”, terá início às 17h30 no Largo do Rosário.

Na sexta-feira (28), quando se encerra o prazo solicitado pelos vereadores para responder às demandas dos movimentos sociais, a partir das 17 horas, também no Largo do Rosário, terá início novo ato em defesa do transporte público.

No mesmo dia, a partir das 8 horas, acontece uma aula pública, com o professor convidado Fernando Frota Dillenburg, sobre os rumos das manifestações populares no Brasil. O evento será realizado no PB da Unicamp.

E no domingo (30), às 13 horas, terá início a Parada do Orgulho e pela Diversidade Sexual de Campinas, no Largo dos Expedicionários.

 

Foto: Fernanda de Freitas