Categoria UNICAMP

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Reitores do Cruesp têm os maiores vencimentos do Brasil

Dinheiro tem! O que falta aos reitores é disposição de negociar.

Os reitores da USP, Unesp e Unicamp estão entre os maiores vencimentos do cargo em todo o país. No caso da Unicamp, a situação é ainda mais escândalosa. Os vencimentos do reitor José Tadeu Jorge (salário, gratificações e dupla matrícula) estão acima de todos os limites legais.
Tadeu recebe 51.175,36, enquanto o maior salário permitido por lei acaba de ser reajustado para R$ 39.293,38. Mas o teto salarial constitucional paulista é de, no máximo, R$ 21.631,00. O valor é o do salário bruto do governador do Estado.
Enquanto isso, o presidente do Cruesp se recusa a retomar a negociação salarial com as categorias em luta, tentando impor um reajuste de menos de um terço da inflação.

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SOS UNIVERSIDADE é lançado na Unicamp

Iniciou neste momento o debate de lançamento do movimento SOS UNIVERSIDADE, no auditório da Adunicamp.
O evento está sendo transmitido ao vivo emwww.socializandosaberes.net.br

Confira abaixo a íntegra do manifesto

MANIFESTO “SOS UNIVERSIDADE PÚBLICA”

Temos notado claramente que o governo interino federal e o governo estadual paulista, apoiados pela maioria dos congressistas e pela grande mídia, que tem usado de seu poder para defender os interesses das elites em detrimento da grande maioria da população brasileira, vêm buscando implantar “pacotes” e projetos que não apenas inviabilizam políticas de Estado, mas pretendem claramente ir contra o próprio Estado.

Particularmente em relação à educação, as ações governamentais têm contribuído para um desmonte sistemático do ensino público e gratuito. Isso tem sido fortemente adotado, já há anos, pelo governo estadual paulista, ao se omitir deliberadamente de sua responsabilidade ante a deterioração do orçamento das universidades, bastante comprometido pela subtração indevida de recursos da base de cálculo do ICMS que deveriam ser repassados integralmente à USP, UNICAMP E UNESP. No nível federal, percebem-se também fortes tentativas de descaso com a educação pública superior, seja por meio de ações como a extinção do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, seja por defender propostas excludentes e elitistas de privatização do ensino superior.

É contra essas tentativas de desmonte da educação superior pública que surge o SOS UNIVERSIDADE PÚBLICA, um movimento da Unicamp cujo objetivo é lutar pela conscientização não apenas da comunidade acadêmica, mas também da opinião pública, sobre a necessidade de garantia de que a universidade permaneça pública e gratuita. Para isso, o movimento SOS UNIVERSIDADE PÚBLICA busca envolver não somente docentes, discentes, funcionários das universidades públicas, mas também diversos setores da sociedade (agentes da educação básica, representações sindicais, frentes populares, movimentos sociais e a população em geral) em torno de um conjunto amplo de debates e ações cujo mote seja: VAMOS DEFENDER A UNIVERSIDADE PÚBLICA, GRATUITA, DE QUALIDADE E SOCIALMENTE REFERENCIADA PARA TODOS!

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A greve unificou!

Os trabalhadores e os estudantes da Unicamp realizaram hoje um café da manhã coletivo no Ciclo Básico e também uma manifestação conjunta que percorreu diversas unidades da Universidade reafirmando a importância da luta unitária e denunciando os cortes impostos pela reitoria através da GR10, que contingencia R$ 40 milhões das verbas do orçamento, enquanto mantém o pagamento das duplas matrículas e dos supersalários. O ato foi encerrado em frente à Funcamp, onde o reitor está instalado desde que os estudantes ocuparam a reitoria por moradia, cotas, permanência e contra os cortes.
Durante a mobilização unitária foi reiterada a disposição de luta pela pauta do Fórum das Seis que, além da isonomia dos pisos e o reajuste de 12,34%, também inclui a reivindicação de ampliação das políticas de permanência estudantil.
O reitor da Unicamp e presidente do Cruesp, José Tadeu Jorge, foi duramente criticado pelos manifestantes por sua recusa em negociar com os estudantes, que desde o dia 10 de maio iniciaram o movimento #OcupaTudoUnicamp, pelas tentativas de judicializar e criminalizar a greve tanto de estudantes quanto dos técnico-adminstrativos e também pelo seu não comparecimento à última reunião de negociação com o Fórum das Seis, demonstrando absoluta falta de diálogo com a comunidade universitária.
Conforme deliberação da assembleia realizada na última terça (31), os trabalhadores seguem construindo iniciativas de fortalecimento da greve unificada de toda a comunidade universitária.

Professores aprovam greve
Em assembleia realizada na tarde de hoje os professores da Unicamp decidiram entrar em greve a partir de hoje, fortalecendo ainda mais a luta pela Pauta Unificada do Fórum das Seis. Além da pauta geral, os docentes reafirmaram seu apoio a luta dos estudantes e pelo “Fora Temer”.
A diretoria do STU está em contato com a Adunicamp para encaminhar a agenda proposta pelo Fórum das Seis e também atividades conjuntas na Unicamp, entre técnicos, docentes e estudantes.

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3% não dá! Greve cresce e continua

Hoje tem concentração no Ciclo Básico a partir das 9h e manifestação conjunta com os estudantes

Diante a intransigência do Cruesp em negar-se a debater a reposição da inflação de maio/2015 a abril deste ano (que ficou em 10% pelo IPCA sempre usado pelas universidades) e demais itens da pauta unificada, a assembleia dos trabalhadores da Unicamp realizada ontem (31) deliberou pela manutenção e fortalecimento da greve.

Reitor do diálogo?
Durante a assembleia o reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge, foi duramente criticado pelos trabalhadores pelo não comparecimento à reunião de negociação, fato que demonstra absoluto descaso com o “diálogo” e falta de compromisso com a isonomia e as perdas o inflacionárias que arrocham as condições de vida dos servidores.
A indignação dos trabalhadores aumentou ainda mais ao receberem o comunicado do GGBS de que a proposta de aumento do plano Unimed é de 19,42%.

Intensificar a luta
Por isso, é hora de intensificar as reuniões nas unidades, como fizeram hoje os trabalhadores do SAE, e dialogar com cada servidor que ainda não aderiu à greve: sem mobilização a conta da crise ficará sobre as costas dos trabalhadores enquanto a Unicamp seguirá tocando obras questionáveis, pagando supersalários e duplas matrículas, e inerte perante o fato de que o governo do Estado não cumpre a legislação no repasse da quota-parte do ICMS para as universidades (ao descontar os valores de rubricas como Habitação, taxas e multas da base de cálculo) e desde 2005 não faz repasse orçamentário acordado para a criação do campus de Limeira.

Luta unitária
A assembleia também aprovou a construção de novas ações comuns com professores, estudantes e categorias em luta. A primeira atividade conjunta será realizada hoje, a partir das 9h no Ciclo Básico, junto com os estudantes, com o objetivo de realizar uma passeata pelo campus.
Na quinta (2) será realizada atividade com os servidores municipais de Campinas, às 14h, no Paço Municipal. Os servidores interessados em participar desta atividade devem se inscrever junto à secretaria do sindicato.

AGENDA

1 de junho (hoje)
9h – Café coletivo e concentração para ato conjunto com os estudantes, no Ciclo Básico
9h – Reunião FCM
11h30 – Reunião CEPRE
14h – Visita às unidades
20h – Reunião CAISM, na recepção antiga

2 de junho (quinta)
6h30 – Concentração na Creche
7h – Panfletagem nos Fretados
11h – Reunião HC – Tomografia
14h – Reunião DLIE
14h – Ato conjunto com servidores municipais de Campinas, no Paço Municipal
20h – Reunião CAISM, na recepção antiga

 

porFernanda de Freitas

Trabalhadores da Unicamp rejeitam proposta do Cruesp e greve continua

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Trabalhadores da Unicamp aprovam manutenção da greve

Os funcionários técnico-administrativos da Unicamp, que estão em greve há nove dias, rejeitaram a proposta feita pelo Conselho de Reitores (Cruesp) ao Fórum das Seis Entidades, ontem (30) em reunião de negociação. Os trabalhadores se reuniram em Assembleia Geral na tarde desta terça-feira (31) e votaram pela manutenção da greve. O Fórum das Seis Entidades reúne as entidades representantes das comunidades universitárias da Unicamp, USP e Unesp – sindicatos, DCE’s e associações docentes.

O Cruesp manteve sua proposta de reposição salarial de 3%, a partir de maio/16. Os servidores estaduais reivindicam um reajuste de 12,34% que corresponde à inflação de 9,34% pelo ICV-DIEESE nos últimos 12 meses (de maio/2015 a abril/2016) mais 3% recuperação de parte das perdas acumuladas.

Na negociação com o Fórum das Seis Entidades o Cruesp reconheceu que houve perdas salariais no período, mas não apresentou nenhuma novidade sob justificativa de não haver condições orçamentárias e financeiras. Essa postura gerou profunda insatisfação na categoria que está vendo seus salários serem corroídos diariamente.

“Reajuste de 3% é brincadeira! A inflação do ano chegou a 10%, por isso, a greve continua. Não vamos aceitar retrocessos nos nossos direitos e conquistas, muito menos ataques à Educação Pública”, explica o diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU), João Raimundo Mendonça de Souza.

Outro fator de descontentamento é que a Universidade anunciou, logo no início da Campanha Salarial, um corte orçamentário de quase R$ 40 milhões. Somando a isso tem a luta histórica pela isonomia salarial com os servidores técnico-administrativos da USP, compromisso assumido e não cumprindo pelo reitor José Tadeu Jorge.

Sabemos que a Unicamp possui reservas orçamentárias que deveriam ser usadas em momentos de crise. Por isso, o STU reprova essa decisão do reitor de cortar verbas sem discussão prévia com a comunidade universitária e, principalmente, porque essas medidas de enxugamento têm grave impacto nas atividades.

O Cruesp também decidiu unilateralmente suspender as negociações com o Fórum da Seis Entidades até que ocorra “alguma modificação no quadro da arrecadação”. Quanto às reuniões técnicas – para discutir o orçamento das universidades –, o conselho comprometeu-se a agendá-las futuramente.

Vale destacar que os reitores da Unicamp e da USP, respectivamente os professores José Tadeu Jorge (presidente do Cruesp) e Marco Antonio Zago faltaram à reunião de negociação de ontem. Pela Unicamp, compareceu o vice-reitor, o professor Álvaro Crosta e pela USP, o pró-reitor de Pós-Graduação, Carlos Gilberto Carlotti Júnior. Em momento tão delicado nas estaduais paulistas, as ausências representam uma desconsideração em relação às demandas das comunidades universitárias.

Os trabalhadores da Unicamp cobram a reabertura imediata das negociações e atendimento às nossas reivindicações!

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Democracia Racial e o papel da universidade na promoção da igualdade

O Brasil é um país racista e negar essa afirmação é ignorar a grave situação de preconceito social e racial pela qual passam os negros brasileiros, que são vítimas de ataques racistas há séculos e até hoje lutam por uma reparação, mesmo que tardia.
Com o tema a “Democracia Racial”, o debate promovido pelo STU ontem pela manhã (31) levou funcionários e estudantes a discutirem a questão racial dentro e fora da Universidade. A mesa foi composta pela estudante do Programa de Formação Interdisciplinar Superior (ProFIS), Cláudia de Oliveira; Iedo Ferreira, do MNU/RJ; pelo historiador, escritor, membro do Quilombo Raça e Classe, militante do PSTU/CSP Conlutas, Wilson Honório da Silva e pelo membro do Núcleo de Consciência Negra da Unicamp e diretor do STU, Teófilo Reis.
Assuntos como o mito da democracia racial, preconceito, autodeclaração étnico-racial, cultura afro-brasileira, racismo institucional, cotas raciais, religiões de matriz africana, imagem do negro nos veículos de comunicação, ação policial nas periferias e discriminação por gênero permearam as discussões que se estenderam por quase três horas.
A intenção do debate foi discutir também os conflitos e intolerâncias evidenciados nos últimos anos através de pichações e ofensas dirigidas aos negros presentes nas universidades brasileiras. Além de reforçar a cobrança de que a Unicamp implante políticas de cotas raciais nos vestibulares e concursos públicos.
As exposições da mesa foram no sentido de descontruir o mito da democracia racial, que questiona a existência do racismo em um país tão etnicamente misto como o Brasil, tendo como paralelo a situação da Unicamp que não é diferente do que acontece na sociedade como um todo.
Vale destacar que o STU acredita que a Universidade tem um papel importante na promoção da igualdade racial e, por isso, o sindicato sempre teve uma postura muito firme de combater o racismo e defender as cotas raciais nas universidades públicas estaduais, bandeiras essas que foram aprovadas no XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp.
Na avaliação do sindicato o debate apresentou uma discussão rica e proveitosa, que esperamos repetir em outras oportunidades durante a greve. “O encontro foi muito enriquecedor permitindo que a categoria se apropriasse de questões importantes para a sociedade brasileira. A receptividade ao debate aponta que devemos continuar fomentado essas discussões na universidade”, explicou Teófilo Reis. Ele destacou ainda a importância desses debates onde temas como o combate ao racismo institucional podem ser discutidos mais amplamente, para além das salas de aula ou das pesquisas acadêmicas.

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Cruesp mantém arrocho! Assembleia às 14h, no CB

Reitor “do diálogo”, José Tadeu Jorge sequer apareceu na reunião.

Na rodada de negociação do Fórum das Seis com os reitores ocorrida ontem (30) apenas o dirigente da Unesp, Julio Cezar Durigan, esteve presente. A Unicamp e a USP só mandaram representantes. A intransigência em relação aos 3% de reajuste se manteve, e Durigan ainda afirmou que na Unesp esse percentual só será incorporado aos salários quando for “possível” para a instituição.
As ausências de José Tadeu Jorge e Marco Antônio Zago (reitor da USP) e a manutenção do não reajuste foram considerados um desrespeito pelas categorias. Os outros pontos da Pauta Unificada de Reivindicações dos estudantes, professores e técnico-administrativos continuam sem discussão.
Além da quebra da isonomia nos pisos, ocorrida em 2011, a fala do reitor da Unesp mostra disposição em quebrar também a isonomia no conjunto dos vencimentos.
Ontem, caravanas de todo o Estado se encontraram no Masp e foram em passeata até a sede do Cruesp, reafirmando a unidade na luta de trabalhadores e estudantes. Durante o ato, a postura dos reitores foi denunciada à sociedade paulista.

Greve cresce em todas as  universidades

A greve dos técnico-administrativos vem se fortalecendo na Unicamp, USP e Unesp. Segundo a direção do Sintunesp, já é possível afirmar que há paralisação em pelo menos 50% das unidades daquela Universidade. Ontem se realizou mais uma rodada de assembleias, das quais ainda não havia informes até a conclusão deste Boletim do STU. Mas diante da postura do reitor Duringan a tendência é de intensificação do movimento.
Na USP, a greve docente teve início ontem, reforçando a luta iniciada no dia 12. Hoje às 16 horas acontece nova assembleia geral dos professores uspianos para avaliar a reunião com o Cruesp. Os professores da Unicamp realizaram paralisação na semana passada e seguem paralisados até esta quarta-feira (1º), quando realizam assembleia. Os estudantes continuam mobilizados e em greve.

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Greve fecha todos os setores da reitoria

Hoje tem café da manhã com manifestação na reitoria às 8h30 e debate sobre o impacto da crise nas políticas públicas

O primeiro dia de paralisação dos técnico-administrativos da Unicamp mostrou o tamanho da indignação dos trabalhadores com a aviltante proposta do Cruesp de um não-reajuste de 3% (menos de um terço da inflação nominal acumulada entre maio do ano passado e abril deste ano). A greve já atingiu locais de muito peso na Administração da Universidade, como a DGA, DGRH, divisões de Informática e assessoria de comunicação da reitoria e Medicina do Trabalho. A adesão nesses locais de trabalho tem também a simbologia da unidade com os estudantes (que ocupam a reitoria desde o dia 10 de maio, e fizeram desta segunda um dia de atividades da greve, com fechamento do CB e uma série de debates reafirmando a luta pelo acesso e permanência).
Diversas unidades de ensino e pesquisa, as creches e outras, como a BC, também participaram já no dia de ontem da greve. Em diversos locais os trabalhadores aproveitaram o dia para realizar debates sobre a situação da Universidade e fortalecer a organização e mobilização, junto com os estudantes e professores, contra os cortes orçamentários, o arrocho salarial e em defesa da educação da universidade pública.
Vem pra luta!
Hoje o dia começa com um café da manhã coletivo com manifestação em frente à reitoria, a partir das 8h30. Às 10 horas será realizado pelo STU, DCE e Adunicamp o debate ‘A conjuntura nacional e seus impactos nas políticas públicas’. A atividade acontece na Praça da Paz e terá à mesa os professores Carlos Eduardo Ornelas Berriel (IEL), Pedro Paulo Zahluth Bastos (IE) e Sebastião Carlos Velasco e Cruz (IFCH). Haverá transmissão online pelo link http://socializandosaberes.net.br>.

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Comando discute regimento interno e calendário de atividades

Reunido nesta segunda-feira (23), o Comando de Greve da Unicamp debateu – de acordo com as resoluções do XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp – o Regimento Interno de funcionamento e participação das unidades nas reuniões do Comando, para organizar e garantir a representação proporcional dos trabalhadores. Foi apresentada uma proposta pela diretoria do STU, em relação à qual foi verificada apenas uma divergência – com relação ao critério de escolha do número de representantes de cada unidade.
A proposta debatida no Comando e a sugestão de alteração seguem abaixo para que sejam debatidas na unidades e novamente avaliadas na próxima reunião, que será realizada na próxima quarta-feira (25), às 14 horas e será deliberado na próxima assembleia geral da categoria.
O Comando discutiu ainda as propostas para o calendário de atividades da greve (veja ao abaixo).

Proposta Regimento Interno para o Comando de Greve

Artigo 1° – da composição do CG
§ 1º – Unidade com até 50 funcionários 1 representante;
§ 2º – Unidade com até 100 funcionários 2 representantes;
§ 3º – Até 500 funcionários 3 representantes;
§ 4º – Até 1000 funcionários 4 representantes
§ 5º – Mais 1 representante a cada 1000

Artigo 2º – da eleição dos representantes
§ 1º – A diretoria do STU tem direito a 1 voto no comando;
§ 2º – Aposentados terão 1 representante no Comando indicado em assembleia de aposentados, convocada para esse fim;
§ 3º – Terá direito a representação as unidades que se declararem em greve – a indicação do representante será feita a partir da reunião da unidade;
§ 4º – As unidades com mais de 50 funcionários deverão contar com no mínimo 1/3 de trabalhadores da unidade, presentes na reunião, para indicar mais representantes, de acordo com artigo 1º;
§ 5º – No caso do HC a indicação deve compor a representação dos setores em greve, respeitando as especificidades das áreas e turnos, cabendo ao comando local de greve a indicação para o CG;
§ 6º – As unidades terão autonomia para definir o caráter da representação no CG; se permanente, provisória ou alternada;

Artigo 3º – do papel dos representantes
§ 1º – Organizar a unidade no intuito de debater a greve;
§ 2º – Propor formas de construir o movimento;
§ 3º – Trazer informes de sua unidade para as reuniões do CG;
§ 4º – Levar as deliberações do CG para sua unidade e votar nas reuniões do CG de acordo com as propostas debatidas nas suas unidades;

Artigo 4º – Da participação
§ 1º – O CG é aberto a todos os grevistas com direito a vós, mas só os representantes têm direito a voto;
§ 2º – O CG deve designar representantes para compor as Comissões de estrutura, cultura e comunicação;

Proposta de alteração da redação dos Artigo 1° e 4º

A) Toda unidade com pelo menos um trabalhador em greve terá direito a um representante no comando;
B) O número de representante será proporcional ao número de presentes na reunião de unidade;
C) As reuniões de unidade podem ser realizadas diária, semanal ou quinzenalmente para deliberar os representantes;
D) A cada 20 trabalhadores presentes na reunião de unidade, um representante deverá ser indicado para o comando, garantindo uma representação realista e proporcional de trabalhadores em atividade de greve e estimulando as unidades a aumentarem sua adesão.

AGENDA

24 de maio (hoje)
6h30 – Encontro na reitoria
8h30 – Café da manhã coletivo e manifestação em frente à reitoria
9h – Reunião FOP, no Anfiteatro
9h – Reunião CEB
10h – Debate conjunto com a Adunicamp e o DCE ‘A conjuntura nacional e seus impactos nas políticas públicas’, na Praça da Paz ( o debate será transmitido em http://socializandosaberes.net.br)
14h – Visita às unidades (ponto de encontro em frente à reitoria)
17h – Reunião do Fórum das Seis
17h30 – Atividade cultural da greve no IEL (SaraIEL), no Espaço Arcadia

25 de maio (quarta)
9h – Concentração em frente à reitoria e visita às unidades
14h – Reunião do Comando de Greve, em frente à reitoria

30 de maio (segunda)
9h – Reunião do Fórum das Seis
13h – Manifestação unitária em São Paulo
15h – Reunião Cruesp/Fórum das Seis

31 de maio (terça)
9h – Manifestação durante a reunião do Consu
Debate sobre a Racismo

 

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3% não dá! Vem pra assembleia!

Fórum das Seis indica greve. Assembleia Geral nesta quarta (18), às 12, no saguão do Ciclo Básico.

A reunião do Fórum das Seis com o Conselho de Reitores nesta segunda-feira evidenciou que a prioridade dos reitores passa longe da valorização das categorias e do desenvolvimento das universidades paulistas. Não à toa o reitor da USP sequer apareceu na reunião. Os trabalhadores disseram ainda durante o ato em frente à reunião: é greve!
O índice é muito abaixo dos 12,34% reivindicados pelas categorias (inflação pelo ICV-Dieese mais 3% de reposição de perdas históricas) e distante até mesmo da inflação do período de maio/2015 a abril/2016.
Por isso, após a reunião a coordenação do Fórum indicou para as assembleias o debate sobre a necessidade de iniciar uma nova greve (veja nota abaixo). A força da mobilização neste momento é decisiva para arrancar conquistas. É hora de fortalecer a luta e a unidade entre professores, técnico-administrativos e estudantes.
Participe da assembleia, a luta é de todos!

Os indicativos às categorias

Reunidas após a negociação, as entidades que compõem o Fórum das Seis foram unânimes em considerar a ‘não-proposta’ do Cruesp como um acinte, um total desrespeito à comunidade que vem sustentando a qualidade das universidades estaduais com o seu esforço e dedicação nos últimos anos, ainda que remando contra a falta de profissionais e a crescente deterioração de suas condições de trabalho. Não podemos tolerar a manutenção e a agudização do processo de desmonte das universidades estaduais paulistas, que se materializou no episódio desta segunda negociação na forma de arrocho salarial.
Em paralelo, temos um cenário crescente de reação e luta nas universidades: expressiva adesão ao dia de paralisação em 16/5, servidores da USP em greve desde 12/5, paralisações estudantis nas três instituições.
Ainda que o Fórum das Seis tenha protocolado a Pauta Unificada em 31/3, a primeira negociação só foi agendada para 30 dias depois, em 27/4, na qual nada disseram sobre reajuste. Ou seja, esperaram até agora para apresentar a ‘não-proposta’. Diante disso, o Fórum das Seis propõe às categorias:
Rodada de assembleias até 24/5.
Indicativo de greve.
Novo ato unificado em 30/5, data da reunião com o Cruesp.
Fonte: Boletim do Fórum das Seis

Indignação na DGA e DGRH

O sentimento de insatisfação marcou os depoimentos feitos na reunião dos funcionários da DGA e da DGRH realizada ontem pela manhã (17).
O reajuste de 3% proposto pelo Cruesp na reunião de negociação de segunda-feira (16) não agradou, ao contrário, causou indignação pois sequer repõe as perdas inflacionárias do período que chegam a 9,34%.
A categoria demonstrou preocupação com a conjuntura adversa que a classe trabalhadora está passando, em especial o funcionalismo público, e apontou como solução a construção de um movimento de resistência para enfrentar os ataques vindos dos governos Federal, Estadual e do reitor da Unicamp.
“Por um lado vemos cortes de verbas, descompromisso com a isonomia e índice de reajuste irrisório, e do outro lado ataques aos direitos sociais e trabalhistas. Então, não resta alternativa a não ser a unidade dos funcionários, estudantes e docentes”, defendeu um funcionário da DGRH.
Os trabalhadores ressaltaram a importância de fazer um amplo processo de convencimento e sensibilização da categoria porque nossa luta não é só pelos 12,34%, mas em defesa da educação e do serviço públicos.
Outro funcionário também destacou que “o momento é de coragem para se unir aos estudantes que deram o pontapé inicial convocando a greve para garantir avanços nas pautas”.
Neste momento de indignação o STU convoca toda a categoria para participar da assembleia que discutirá o indicativo de greve do Fórum das Seis.

 

 

porFernanda de Freitas

Carta Manifesto de Alunos do IEL-Unicamp

O STU apoia e publiciza a Carta Manifesto dos Estudantes do IEL. Confira abaixo o documento na íntegra:  

Nós, alunos de pós-graduação e graduação do IEL (Instituto de Estudos da Linguagem) da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), estamos preocupados com os últimos acontecimentos políticos do país e com a situação da educação pública no Brasil. Por isso, marcamos nossa posição política tratando de sete assuntos importantes que dão base à nossa opinião.


A falta de legalidade do impeachment e o ataque à democracia

A lei do impeachment do Presidente da República é importante para a democracia, pois permite sua cassação quando comete crime de responsabilidade (ou seja, quando descumpre a Constituição). Por isso, utilizar essa lei exige cuidado e base jurídica consistente. Caso ela seja banalizada, pode colocar em risco o poder do voto direto e a democracia.

Dilma é acusada de crime de responsabilidade fiscal, mas devemos desconfiar disso. Primeiro, porque o processo de impeachment começou devido às “pedaladas fiscais”. Mas o que são as pedaladas? São um atraso no repasse do dinheiro aos bancos públicos. Todos os governos anteriores “pedalaram”, mas somente Dilma está sendo incriminada por isso. Segundo, porque a aceitação desse processo na Câmara dos Deputados no dia 02/12/2015 certamente é uma “resposta” de Eduardo Cunha, então presidente da Câmara, já que, no mesmo dia, a bancada do PT apoiou o seu julgamento em função do dinheiro não declarado de Cunha na Suíça.

Não apoiamos qualquer atitude que ataque a democracia!


O que está por trás dos votos dos deputados federais?

Algo grave que ficou evidente na votação do impeachment na Câmara dos Deputados foram as faltas de justificativas baseadas em crimes de responsabilidade fiscal. Ao invés disso, muitos deputados dedicaram seus votos às suas famílias e a Deus, fugindo de argumentos consistentes que justificassem suas escolhas e se aproveitando de um momento crítico da situação política brasileira para a promoção pessoal. Dos 367 deputados favoráveis ao impeachment, apenas 16 se referiram ao crime de responsabilidade para sustentar seu voto. Também questionamos se esses deputados representaram a vontade do povo com seu voto, já que apenas 35 deles foram eleitos pelo voto direto dos brasileiros (os demais estão lá pelos votos da legenda dos partidos).

Não aceitamos a falta de representatividade política e o circo dos deputados!


A criminosa homenagem ao torturador Ustra

Um dos momentos mais problemáticos da votação do processo de impeachment foi a justificativa do voto do deputado Jair Bolsonaro (PSC): ele prestou homenagem ao militar torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra.  Entre 1970 e 1974, auge da ditadura civil-militar brasileira, Ustra chefiou o DOI-CODI, centro de repressão responsável por um número inacreditável de prisões, torturas e assassinatos. Em seu comando, 502 pessoas foram torturadas – entre elas, crianças e mulheres grávidas – e cerca de 50 foram assassinadas. A partir de 2005, Ustra foi indiciado e condenado pelos seus crimes em diversos tribunais e instâncias. Quando Bolsonaro homenageou Ustra e disse “Perderam em 1964. Perderam agora em 2016”, ele comparou e comemorou dois momentos da história brasileira de ameaça à democracia.

Não aceitamos nenhuma violência à memória daqueles que lutaram ou morreram pela democracia no Brasil!


O plano 
Uma ponte para o futuro e suas consequências

No plano Uma ponte para o futuro, o PMDB convoca os “brasileiros de boa vontade” a se submeterem a cortes nas áreas da educação, da saúde e daassistência social e a aceitarem as mudanças no setor da previdência social.  Por exemplo, o plano do partido de Temer quer:

  • “acabar com as vinculações constitucionais estabelecidas, como no caso dos gastos com saúde e com educação”;
  • “ampliar a idade mínima para a aposentadoria”;
  • “modelos de negócio que respeitem a lógica das decisões econômicas privadas”.

O próprio programa reconhece que a solução “será muito dura para o conjunto da população”. Porém, uma parte desse conjunto da população será beneficiada: a dos grandes empresários e das famílias ligadas ao setor produtivo, pois para o PMDB a transferência “dos seus recursos [desta parcela específica da sociedade] para o Estado, parece ser algo disfuncional e danoso”.

Não somos esses “brasileiros de boa vontade” e não abrimos mão de diversos direitos sociais que podem ser reduzidos ou cortados!


O legislativo e as decisões sobre o dinheiro público

 Sob a justificativa de que há um inchaço nas contas públicas, causado pela criação de despesas obrigatórias voltadas para a educação e a saúde, o plano Uma ponte para o futuro propõe dar independência de decisão ao Congresso Nacional sobre o destino dos recursos, planejamento do orçamento e avaliação de programas públicos. O plano também pretende reduzir a responsabilidade do Estado de destinar uma parcela de seus recursos a serviços básicos. O financiamento da saúde e da educação é uma conquista garantida pela nossa Constituição. Não podemos permitir que o Estado abra mão dessa obrigação em nome de um plano político pensado para atender demandas de grupos específicos.

 Não aceitamos um plano que assombra a todos com a possibilidade de cortes de investimento em setores básicos da sociedade!


Os prejuízos do plano
 para a universidade pública

 Toda uma geração que está nas universidades brasileiras hoje, sejam públicas ou privadas, responde a uma política de governo interessada na expansão do ensino superior. Esse interesse não existiu desde sempre: ele ocorreu marcadamente na última década. E se não houver luta, o acesso gratuito às universidades estará em risco. Esse é o temor ao lermos o que o plano do PMDB propõe para a educação pública no Brasil. Ao sugerir que se acabe com as vinculações constitucionais estabelecidas, o plano permite que os gastos com educação dependam da orientação política daquele que assume o poder.  Ou seja, não estaria mais garantida, como hoje a Constituição faz, a aplicação mínima de 18% para a União e 25% para Estados e Municípios da receita resultante de impostos para o ensino. Isso terá como consequência, em um nível muito pior do que o atual, a precarização de escolas e universidades, o que significa infraestrutura comprometida, professores ainda mais mal remunerados, falta de materiais de trabalho de qualidade, redução do financiamento de pesquisas etc. O futuro que queremos é de ampliação do caráter público de escolas e universidades, com acesso universal e gratuito às instituições e sua popularização de fato.

Não aceitamos um plano que ataca o projeto de educação pública, gratuita e universal!


A ameaça aos direitos trabalhistas garantidos na Constituição

Em relação à CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), o plano afirma: “é fundamental […] na área trabalhista, permitir que as convenções coletivas prevaleçam sobre as normas legais, salvo quanto aos direitos básicos”. Quais as consequências de colocar as “convenções coletivas” acima das normas legais? Trata-se de reduzir os direitos dos trabalhadores garantidos ao longo de mais de 70 anos. Se colocada em prática, a prevalência das “convenções coletivas” sobre a legislação trabalhista poderá inutilizar a CLT.

Não aceitamos qualquer mudança que ameace os trabalhadores!

Assinado por estudantes de pós-graduação e graduação do IEL, Unicamp

12 de Maio de 2016

porFernanda de Freitas

Manifestação conjunta contra os cortes e pela educação pública

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Trabalhadores e estudantes fazem ato conjunto #OcupaTudoUnicamp

A manifestação destacou ainda o posicionamento do STU contra os cortes de verbas, pelo reajuste salarial e isonomia. Sabemos que a universidade tem condições de apresentar um índice de recomposição de salários na próxima reunião de negociação, prevista para segunda-feira (16), já que possui reservas acumuladas ao longo de muitos anos que deveriam ser utilizadas no momento de crise.

O ato dos trabalhadores repudiou o golpe impetrado pelo setor conservador do país que aprovou no Senado Federal a abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma e reafirmou sua disposição de defender as conquistas sociais e trabalhistas.

O diretor do STU, Marcílio Ventura, destacou que “é preciso unir todas as forças para barrar todos os ataques, porque os direitos sociais e trabalhistas que defendemos são conquistas de muita luta e não aceitaremos nenhum retrocesso vindo da reitoria ou do governador de Estado”.
A avaliação do STU é que a manifestação cumpriu seu objetivo de expressar solidariedade ao movimento estudantil e unificar a luta em defesa da educação pública.

A Fasubra Sindical, federação a qual o STU é filiado, compareceu à manifestação para fortalecer a mobilização.
De acordo com o movimento #OcupaTudoUnicamp a paralisação dos estudantes já atingiu o IA, IEL, IFCH, IB, IQ, IFGW, IE, FEQ, PROFIS, PÓS-IFCH, IMECC, FEF, FE, CB, entre outros institutos da universidade.

O Fórum das Seis está em processo de negociação com o Cruesp (Conselho de Reitores), neste mês de maio, que é a data-base dos funcionários técnico-administrativos e dos docentes. Foi apresentada a eles uma pauta unificada de reivindicações, buscando impedir o sucateamento das nossas universidades e do Centro Paula Souza, exigindo melhores condições de trabalho, políticas efetivas de assistência estudantil, descriminalização dos movimentos sociais, manutenção do poder aquisitivo dos nossos salários, transparência e democratização na gestão das instituições, entre outras.

Na próxima segunda-feira (16), em que cumpriremos mais uma etapa da discussão desta pauta com o Cruesp, faremos um ATO EM DEFESA DA EDUCAÇÃO PÚBLICA NO ESTADO DE SÃO PAULO no vão livre do Masp, a partir das 12h, antes de iniciar a mesa de negociação com os reitores.

O STU está organizando uma caravana para SP e todas as unidades devem se mobilizar para organizar sua ida. A saída será às 10h da Unicamp. Ligue para o STU e reserve sua vaga.

Os pais/mães que participarão da caravana de paralisação e necessitarem de creche devem se inscrever no STU até amanhã (13) para reservar uma vaga na creche que será oferecida pelo Sindicato.

Calendário de Mobilização

13/05 sexta-feira 14h Reunião de Unidade – IB
13/05 sexta-feira 14h30 Reunião de Unidade – IA
16/05 segunda-feira 9h Abertura SIPAT 2016
16/05 segunda-feira 15h Paralisação / Reunião Cruesp (em SP)
17/05 terça-feira 9h Reunião de Unidade – FEQ
17/05 terça-feira 9h Reunião de Unidade – DGA
17/05 terça-feira 12h Reunião do Comando de Mobilização
18/05 quarta-feira 12h Assembleia Geral – Campanha Salarial 2016

 

 

 

 

porFernanda de Freitas

Troca de Unidade

A companheira Ruth Martins Isidório trabalha no Centro Cirúrgico/Administrativo do HC e está procurando algum funcionário para trocar de unidade. Ela trabalha das 7 às 13h (plantão).

Interessados devem entrar em contato pelo ramal 17395, celular 98391-1948 ou e-mail  [email protected].

poradmin

Dia 16 tem paralisação e pressão sobre o Cruesp

Luta pelo reajusta salarial e pelas conquistas estará na pauta da reunião com os reitores

No próximo dia 16 (segunda-feira) acontecerá nova paralisação das atividades para construção de um grande ato durante a segunda reunião de negociação da Campanha Salarial 2016 entre os reitores e o Fórum das Seis. A partir das 13 horas as comunidades universitárias da Unicamp, USP e Unesp se reunirão em frente à sede do Cruesp para o ato, na capital paulista. Os docentes da Unicamp decidiram em assembleia realizada na última quinta-feira (5) aderir à paralisação e se posicionaram contra o golpe.
Para garantir forte participação dos trabalhadores da Unicamp, o STU organizará caravana para o ato. As inscrições devem ser realizadas na Secretaria do sindicato.

Fortalecer a organização da campanha salarial nas unidades
O debate nos locais de trabalho sobre a possibilidade de iniciar um novo processo de greve, caso não avancem as negociações com o Cruesp, é fundamental. Ao longo dos últimos dias já ocorreram reuniões de unidade na FEA, IEL, IA, IE e IFGW para discutir a paralisação que acontece na próxima segunda-feira (16). Hoje (11) ocorrem reuniões na DGA, às 9h, e na CAS, às 12h e 17h. E amanhã (12) às 9h tem reunião do IA, às 12h30 no F2-HC e no IQ, e às 14h na FEM.
As unidades que ainda não se reuniram devem fazê-lo o mais breve possível. Ligue no STU e agende! Como a categoria já está cansada de saber, não há possibilidade de conquista sem luta. E neste momento de crise econômica só uma forte mobilização pode impedir que a conta seja jogada nas costas dos trabalhadores, seja pela via do não reajuste ou dos cortes de verbas e concursos que precarizam as condições de trabalho e aumentam a superexploração.

11 de maio (quarta)
Dia de Luta contra o Racismo
9h – Reunião DGA , no saguão
12h – Reunião CAS
17h – Reunião CAS
12 de maio (quinta)
9h – Reunião IA, no corredor interno
12h30 – Reunião F2/HC, no F2
12h30 – Reunião IQ, na copinha
14h – Reunião FEM
16 de maio (segunda)
13 h – Reunião do Cruesp com o Fórum das Seis e Paralisação na Unicamp, com participação no ato unificado durante a negociação em São Paulo.
17 de maio (terça)
12h – Reunião do Comando de Mobilização dos Trabalhadores da Unicamp
9h – Reunião FEQ, no quiosque dos funcionários
18 de maio (quarta)
12h – Assembleia Geral discute indicativo de greve

 

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Dia 4 a Unicamp vai parar contra o corte de verbas e pela isonomia

Hoje, às 12h, na PB-14, reunião do comando de mobilização para organizar as atividades de quarta.

A assembleia do último dia 28 deliberou construir uma paralisação nesta quarta-feira (4) contra os cortes orçamentários e o contingenciamento das verbas na Universidade. Neste dia será reforçada a exigência de que o reitor José Tadeu Jorge cumpra o compromisso com a isonomia já e abra negociação da pauta específica, que o sindicato protocolou dia 27/4.
Ao meio-dia de hoje acontece a primeira reunião do Comando de Mobilização, na sala PB-14, para organizar a paralisação.
É fundamental que todas as unidades se reúnam e organizem a participação nessa arrancada de mobilização. Ou a conta da crise será jogada nas costas dos trabalhadores outra vez.

Contra o arrocho e em defesa da isonomia
Diante da negativa dos reitores em discutir índice de reajuste salarial e da intransigência em não debater no âmbito do Cruesp itens como a situação dos hospitais universitários, financiamento, condições de trabalho e a ofensiva de criminalização das lutas nas universidades, a mobilização é ainda mais fundamental.
É importante ressaltar que o ICV-Diesse de maio/2015 a abril/2016 totalizou 9,8%. Somados aos 3% para recuperação de parte das perdas acumuladas, o índice reivindicado pelas categorias é de 12,8%.
16/5: mobilização unificada
em SP
No dia 16 acontece a próxima reunião entre os reitores e o Fórum das Seis, que indicou um Dia de Luta e Mobilização com ato unificado em frente à sede do Cruesp, a partir das 13 horas.
O STU organizará caravana para garantir uma forte participação dos trabalhadores da Unicamp no protesto. E a assembleia apontou a necessidade de ir à greve caso o Cruesp não atenda as reivindicações de reajuste.

Outras deliberações da assembleia

Nova assembleia dia 18/5 (quarta) para discutir o resultado da reunião entre o Fórum das Seis e o Cruesp, e deliberar sobre o indicativo de greve;
Organizar Plenária Conjunta (STU, Adunicamp e DCE) para debater o orçamento da Universidade e os cortes de verbas, a unidade contra o arrocho e o desmonte do serviço público e a resistência da Unicamp ao golpe na forma do impeachment em curso no Congresso Nacional;
Realizar um ato com ocupação da Fazenda Argentina, considerando que esta área foi adquirida com recursos do IPESP que deveriam ser destinados ao pagamento de aposentadorias;
Elaborar abaixo-assinado reivindicando “Isonomia Já!” e reforçando o compromisso descumprido pelo reitor;
Reafirmar a cobrança de que as reuniões de negociação sejam realizadas na Universidade que preside o Conselho, como acontecia até 2009.
Cobrar que o Cruesp se desfaça da sede na Rua Itapeva e converta o recurso do aluguel em investimentos para a comunidade das três universidades;
11/5: participação nas atividades do Dia de Luta contra o racismo.

Agenda

02/05(segunda-feira)
12h – Reunião do Comando de Mobilização para organizar a paralisação de quarta, na PB-14.
04/05 (quarta-feira)
Paralisação contra os cortes de verbas e pela isonomia.
10h – Reunião de trabalho da Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Públicas no Estado de São Paulo, na Alesp.
05/05 (quinta-feira)
9h – Caravana para participação no ato contra o despejo do Sintusp (saída do estacionamento atrás da BC).
06/05 (sexta-feira)
14h – Audiência pública sobre o projeto de lei que institui o auxílio alimentação para aposentados, na Alesp.

poradmin

GR 10/16: ajuste fiscal e precarização

No último dia 24 a COP (Câmara de Orçamento e Planejamento) aprovou a revisão orçamentária que deu base à resolução GR 10/2016, publicada dia 28.
Os cortes foram determinados sem nenhuma discussão com a comunidade. Sequer os membros do Conselho Universitário que participam da COP tiveram acesso a esse debate previamente. Apenas os diretores de unidades foram ouvidos. Ao questionar as medidas e a metodologia arbitrária, o representante dos funcionários na COP ouviu da presidente da Câmara que essa era uma atribuição administrativa do reitor e que não caberia à COP opinar sobre tema.
Na avaliação do STU, além do caráter autoritário, a GR 10/2016 só vai piorar a condições de trabalho e a qualidade dos serviços prestados pela Unicamp, prejudicando estudantes e os usuários, principalmente na área de saúde. Além disso, o ajuste fiscal da reitoria cria um clima de catástrofe, no momento em que os trabalhadores se mobilizam pelo reajuste salarial e a pauta específica que tem como ponto central a isonomia já.
O STU é contra a GR 10/2016 e continuará cobrando da reitoria transparência na gestão orçamentária, o fim dos supersalários e duplas matrículas e o cumprimento do pacto assumido em mesa de negociação de demonstrar a composição do comprometimento da reserva orçamentária.

Cortes programados na GR 10/16
– 50% das promoções, progressões e cursos, e do Plano de Atualização Tecnológica Continuada (PATC) dos órgãos da Administração Central;
– 20% do PATC das unidades da área de saúde;
– Contratações de aprovados em concurso e ainda não convocados, e convocações de candidatos aprovados em concursos com editais já publicados;
– Concursos com editais não publicados;
– Transferências de servidores recebidas pela DGRH após 15 de abril;
– Reposição de aposentadorias de servidores admitidos de 1985 até 5/10/1988 com aposentadoria prevista para até dois anos após a mudança para o Esunicamp;
– 30% das horas-extras e de sobreaviso autorizadas;
– 10% das despesas com plantões na área de saúde;
– 40% das impressões e cópias reprográficas;
– 50% dos programas de Manutenção Predial das unidades de ensino e pesquisa e de saúde, e do Programa de Manutenção e Infraestrutura da Prefeitura do Campus Zeferino Vaz;
– 95% da manutenção do Cotuca;
– 5% dos contratos de serviços terceirizados dos órgãos e unidades, em especial a limpeza.

porFernanda de Freitas

Assembleia aprova paralisação e calendário de luta

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Trabalhadores indicaram um conjunto de ações para fortalecer a luta

A Campanha Salarial mal começou e os reitores querem usar a justificativa da crise para arrochar os salários e cortar verbas universitárias.

Na primeira reunião de negociação com o Cruesp, sob a presidência do reitor José Tadeu Jorge, o Fórum das Seis (F6) lamentou que o índice não fosse discutido, dadas as expectativas presentes na comunidade.

Diante da falta de discussão e, talvez, de perspectiva de reajuste, esse ano nossa data-base dá mostras de que para avançarmos teremos que apostar na mobilização.

Dessa forma, nossa Assembleia Geral aprovou, na tarde desta quinta-feira (27), o indicativo de luta proposto pelo Fórum das Seis (F6) “Contra o Arrocho e o Desmonte do Serviço Público”, além de um conjunto de ações para construir e fortalecer nossa unidade. Sendo elas:

  • Fortalecer nossa mobilização realizando reuniões de unidades para debater a data-base e a nossa luta pela isonomia;
  • Convocar Comando de Mobilização para a próxima segunda-feira (02), às 12h, para organização da paralisação contra os cortes de verbas e o contingenciamento;
  • Dia de Paralisação – quarta-feira (04) para protestar contra o contingenciamento e os cortes de verbas – encampar o indicativo do IFCH;
  • Organizar caravana, na próxima quinta-feira (05), em apoio ao Sintusp que sofre ameaças de demissões de dirigentes sindicais e aviso de “despejo” da sede que ocupa há 50 anos. Nesta data ocorre um ato convocado pelos companheiros;
  • Indicar ao F6 que aponte a perspectiva de greve, caso o Cruesp não atenda as reivindicações de reajuste;
  • Realizar um Dia de Luta, Mobilização e Paralisação de técnico-administrativos, em 16/05 (segunda-feira), data em que acontece a segunda rodada de negociação com os reitores. A proposta é que haja concentração no MASP com passeata até a sede do Cruesp;
  • Convocar Comando de Mobilização para dia 17/05 (terça-feira) para organizar nossa luta, avaliar o andamento das mobilizações nas unidades e debater o indicativo de greve;
  • Convocar Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp no dia 18/05 (quarta-feira) para discutir o resultado da reunião de negociação entre o F6 e o Cruesp e deliberar sobre o indicativo de greve;
  • Organizar Plenária Conjunta (STU, Adunicamp e DCE) para debater a situação do orçamento da universidade, os cortes de verbas universitárias, a unidade contra o arrocho e o desmonte do serviço público e a resistência da Unicamp ao golpe na forma de impeachment em curso;
  • Realizar um ato com ocupação da Fazenda Argentina, considerando que foi adquirida com recursos do IPESP que deveriam ser destinados ao pagamento de aposentadorias;
  • Elaborar abaixo assinado reivindicando “Isonomia Já!”, reforçando o compromisso não cumprido pelo reitor;
  • Reafirmar a cobrança de que as reuniões de negociação sejam realizadas na universidade que preside o conselho, como tradicionalmente acontecia. Cobrar também que o Cruesp se desfaça da sede na Rua Itapeva e converta o recurso do aluguel em investimentos para a comunidade das três universidades;

 A assembleia contou com a participação da direção nacional da Fasubra, que tem acompanhado de perto os encaminhamentos da data-base da categoria.

Caravana para a USP

O Sintusp está sob ameaça de novas demissões de dirigentes sindicais e o anúncio de “despejo” da sede que ocupam no campus há 50 anos.

Os interessados em participar da caravana em apoio ao Sintusp na próxima quinta-feira (05) devem reservar sua vaga, o mais breve possível, com a Secretaria do STU.

Calendário de Mobilização

Além das medidas aprovadas pela categoria, os trabalhadores reafirmaram o calendário de mobilização que já está em curso:

  • 1º de Maio – Dia do Trabalhador
  • 06/05: Audiência Pública – para discutir o projeto de lei nº 399/2015, que pleiteia a extensão do vale alimentação aos aposentados e pensionistas
  • 11/05: Dia de Luta contra o Racismo

Solidariedade Classe

Um representante da fábrica Mabe Eletrodomésticos esteve na assembleia para expor a situação dos trabalhadores que foram demitidos sem pagamento de verbas rescisórias. A empresa mexicana é dona das marcas Continental, GE e Dako e, recentemente, decretou falência como forma de se eximir das responsabilidades dos encargos trabalhistas.

O companheiro informou que a fábrica em Campinas foi desocupada depois de inúmeras pressões sofridas pelos trabalhadores e em Hortolândia por meio de medida coercitiva da Polícia Militar.

Pela situação precária em que se encontram os companheiros, a assembleia expressou solidariedade de classe e o STU se colocou à disposição para fortalecer a luta daquela categoria.

Vale lembrar que, o STU esteve presente em vários atos convocados como forma de manter a unidade na luta.

poradmin

Protocolada a pauta específica 2016

Conforme deliberação da assembleia o STU protocolou a pauta específica nesta quarta-feira (27)

Diretores do STU e da Fasubra entregaram ao chefe de gabinete adjunto, Osvaldir Pereira Taranto, a Pauta de Reivindicações Específicas 2016. Eles aproveitaram para reiterar o pedido de agendamento de uma reunião com a reitoria para iniciar as discussões.
Taranto se comprometeu a encaminhar ao reitor José Tadeu Jorge o documento e a solicitação de reunião.
O principal item da pauta é a implementação imediata da isonomia. Mas outras 26 demandas estão elencadas por decisão da assembleia. Confira:

DEMANDAS GERAIS:
Implementação da isonomia já;
Redução da jornada de trabalho para os técnico-administrativos para 30 horas semanais, sem redução de salários;
Prestação de contas da DEdIC e garantia de atendimento à demanda efetiva de vagas nas creches para os filhos dos funcionários técnico-administrativos, docentes e estudantes. Extensão do atendimento aos trabalhadores das empresas terceirizadas;
Garantia de um representante do STU no Conselho da DEdIC;
Ampliação do quadro permanente de funcionários técnico-administrativos e de docentes, via concurso público, atendendo às demandas definidas pelas unidades de ensino e demais órgãos institucionais, garantindo-se a reposição imediata nos casos de exoneração ou falecimento;
Implantação do vale refeição;
Garantia anual de correção dos benefícios concedidos (alimentação/criança/especial), assegurando a correção do período que os benefícios foram congelados;
Garantir o Esunicamp como Regime Jurídico Único – RJU da Universidade. A reitoria deve garantir aos que mudaram de regime (1985/1988) todos os direitos assegurados na deliberação CONSU-A-11, e deve ainda garantir a segurança jurídica aos processos de mudança de regime;
Carreira dos funcionários (regulamentação do horário para estudantes; reconhecimento da escolaridade formal e valorização da experiência; desvinculação da reserva de recurso; pisos isonômicos; mobilidade funcional);
Garantia de eleições diretas e paritárias;
Incorporação de todos os valores pagos a titulo de benefícios, principalmente o auxílio alimentação, aos proventos de todos os aposentados e pensionistas, e extensão de todo reajuste linear na carreira e na isonomia;
Garantia dos direitos políticos dos aposentados, estendendo o direito de votar e ser votado nos processos eleitorais e de consulta da Universidade;
Garantia de gratuidade para alimentação dos aposentados nos restaurantes universitários;
Isonomia com a Unicamp para todos os trabalhadores da Funcamp; fim das demissões sumárias na Funcamp; fim do contrato de gestão;
Redução do valor do fretado com vistas à gratuidade e melhoria dos serviços e da mobilidade no transporte público e no serviço de circular interno;
Políticas reparatórias de inclusão (cotas raciais) que garantam acesso à graduação, pós-graduação e concursos públicos;
Fim da Portaria GR-02 (contingenciamento das contratações) ou qualquer deliberação que tenha como objetivo promover demissões, retirar e arrochar direitos e conquistas e permitir o enxugamento do quadro de trabalhadores;
Condições de Trabalho – Assédio moral (exigir cumprimento do acordo perante o MPT e política de combate a todo tipo de assédio), além da efetivação de campanhas e sistematização da divulgação de dados que deem visibilidade as situações de assédio na Unicamp;
Democratização do uso da internet para todos os setores;
A Unicamp deve rever a forma de contratação dos estagiários, garantindo seu papel previsto em lei, e não como substituição de mão de obra permanente. Deve ainda corrigir os salários dos estagiários, congelados desde 2008;
Fim da terceirização; contratação somente por concurso público;
Que as licenças a seguir concedidas aos contratados pelo regime CLE sejam estendidas nos mesmos moldes aos funcionários contratados pelo regime CLT (gala: 08 dias consecutivos a partir da data do casamento civil; e nojo: 08 dias corridos, excluído o do óbito caso o servidor compareça ao trabalho, nas hipóteses de morte de cônjuge, companheiro(a), filhos (inclusive natimorto), pais e irmãos ou 02 dias corridos, excluído o do óbito caso o servidor compareça ao trabalho, em caso de morte de padrasto/madrasta, sogros, cunhados, avós e netos);
Licença Paternidade de 20 (vinte) dias para todos, conforme Lei 13.257/2016;
Publicizar os salários dos trabalhadores da Unicamp, destacando a composição dos salários;
Fim das duplas matrículas e respeito ao teto salarial definido na Constituição.

ÁREA DE SAÚDE:
Regulamentação das 30 horas para os trabalhadores que prestam assistência;
Implementação das 30 horas para todos os trabalhadores da saúde com dimensionamento democrático dos quadros;
Atualização dos acordos efetivados junto ao MPT que tratam das condições de trabalho na área;
Adicional Noturno habitual de 30% sobre os vencimentos;
Estabelecimento de jornada que minimize o regime de plantão, priorizando o horário administrativo e a jornada de 6 horas diárias. Repasse dos feriados aos plantonistas;
Estabilidade das equipes e do local de trabalho atribuído (posto de trabalho);
Conselho Gestor na Área de Saúde;
Negociação dos itens da pauta que tratam da Área de Saúde com a presença dos representantes da área e da reitoria.

DEdIC:
Negociação dos itens: gestão democrática, plano de carreira, jornada de trabalho, credenciamento, nomenclatura, plantões e jornada dos educadores.

 

porFernanda de Freitas

Feira Cultural em Homenagem ao Dia do Trabalhador

O CIS Guanabara está organizando uma Feira Cultural em Homenagem ao Dia do Trabalhador. Será no próximo sábado (30), às 14h, na Estação Guanabara.

A feira será um espaço de lazer, cultura, gastronomia, artesanato, reflexão, atividade física, diversão para as crianças e muita integração para os funcionários da Unicamp e a população de Campinas.

Confira abaixo o convite do evento.

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porFernanda de Freitas

Assembleia Geral aprova Pauta Específica 2016 e Paralisação

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Trabalhadores aprovam a Pauta Específica 2016 e paralisação

A Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp realizada nesta tarde (25) aprovou a Pauta Específica 2016 da categoria que deverá ser entregue na próxima quarta-feira (27) ao reitor José Tadeu Jorge.

Nessa data, haverá uma Paralisação organizada pelos estudantes contra o impeachment, contra os ajustes, contra os cortes de verbas universitárias (contingenciamento) e a favor da permanência estudantil. Entendendo a importância de unidade na luta, os trabalhadores decidiram encampar o indicativo de paralisação e suas reivindicações acrescentando também a luta pela Isonomia Já.

Diante do anúncio da reitoria de um corte de verbas em torno de R$ 40 milhões é fundamental a unidade da comunidade acadêmica contra o contingenciamento que representará a piora das condições de trabalho e da qualidade do serviço oferecido.

Também ficou decidido que a Pauta Específica 2016 será protocolada nessa data e que pela manhã os trabalhadores irão participar das atividades junto aos estudantes e no período da tarde haverá vigília durante a reunião da Comissão de Orçamento e Patrimônio (COP), que discutirá as verbas da universidade.

Foi aprovada uma Moção de Repúdio à situação caótica do Caism, que passa por demissões sumárias de trabalhadores da Funcamp, péssimas condições de trabalho e recorrente postura de assédio moral da parte da chefia.

A assembleia indicou que o STU oficialize o reitor questionando como tem sido tratada a questão dos supersalários, cobrando também o fim da dupla matrícula e respeito ao teto salarial definido na Constituição.

Os trabalhadores presentes à assembleia compreendem que a conjuntura nacional exige a unidade da classe trabalhadora contra o retrocesso, os ajustes e por nenhum direito a menos. Aqui na Unicamp, diante da situação de contingenciamento, é preciso nos manter mobilizados para impedir o arrocho salarial, a deterioração das condições de trabalho e a piora na qualidade da Educação e dos serviços prestados. Para isso, nossa Campanha Salarial Unificada tem que ser forte!

Pauta Específica 2016

A Pauta Específica desse ano é composta por 27 itens, destes aproximadamente 10 itens são de reivindicações novas, que tratam de vários direitos e benefícios relacionados à categoria. O documento incorpora também as reivindicações das profissionais da DEdIC e da Área da Saúde.

Entre as propostas se destacam: a luta pela Isonomia Já; reajuste dos benefícios, redução da jornada de trabalho dos técnico-administrativos para 30h semanais sem redução de salários; garantia de um representante do STU no Conselho da DEdIC; garantia dos direitos políticos dos aposentados de continuar votando e sendo votado nos processos eleitorais e de consulta da Universidade; fim da Portaria GR-02 (contingenciamento das contratações); ou qualquer deliberação que tenha como objetivo promover demissões, retirar e arrochar direitos e conquistas e permitir o enxugamento de trabalhadores; exigir cumprimento do acordo de Combate ao Assédio Moral perante o Ministério Público do Trabalho (MPT), além da efetivação de uma política que envolva campanha, sistematização e divulgação de dados que dê visibilidade às situações de assédio na Unicamp; atualização dos Acordos efetivados junto ao MPT que tratam das condições de trabalho na Área da Saúde; licença paternidade para os trabalhadores celetistas de 20 dias consecutivos, a partir da data do nascimento.

Racismo

Tendo em vista os recorrentes casos de posturas racista e preconceituosa que vêm aparecendo na Unicamp, a assembleia deliberou por unificar a agenda de combate ao racismo institucional discutida entre os estudantes e a comunidade do IFCH, intensificando o acolhimento de denúncias e a luta pela implantação de cotas raciais.

É sabido que o STU sempre lutou pelo fim do racismo institucional e que está entre as reivindicações da categoria a defesa de políticas reparatórias de inclusão (cotas raciais) que garantam acesso à graduação, pós-graduação e concursos públicos.

Aposentados

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) irá promover na próxima semana uma Audiência Pública para discutir o projeto de lei que assegura o pagamento de auxílio alimentação aos servidores aposentados e pensionistas das Universidades Públicas Estaduais.

Dada a importância da luta, o STU está organizando uma caravana para que os aposentados possam participar da discussão na Alesp. Mais informações serão divulgadas nos próximos boletins.

Calendário de Mobilização

  • 26/04 (terça-feira): Audiência Pública em defesa do IAMSPE
  • 26/04 (terça-feira): Reunião do Consu (debate estatuto)
  • 27/04 (quarta-feira): Paralisação e Reunião de Negociação entre F6 e Cruesp
  • 28/04 (quinta-feira): Assembleia dos Trabalhadores da Unicamp
  • 05/05 (quinta-feira): Reunião da Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Públicas no Estado
  • 06/05: Audiência Pública do projeto de lei que institui o auxílio alimentação para aposentados (na Alesp)