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porFernanda de Freitas

STU quer transparência na lista das promoções

844-2018 protocoladoSegundo informações prestadas ao STU pela DGRH a reitoria encaminhará hoje (19) a  lista dos habilitados com promoção através das regras definidas através do Índice de Achatamento – IAC. As unidades terão que avaliar essa lista, que deve passar por algum órgão colegiado para definir os contemplados. Caso haja algum veto de alguns habilitados, o recurso ficará com a unidade. Os que forem contemplados receberão o valor equivalente a 5% no pagamento de fevereiro ou em folha suplementar no mesmo mês, com base na folha de janeiro. Segundo informações da reitoria os habilitados poderão atingir entre 1700 e 1800 servidores.

O STU enviou a reitoria documento solicitando transparência na lista e que a lista de todos habilitados e não habilitados sejam disponibilizadas. Cobra, ainda, a lista dos que não foram habilitados pelas regras estabelecidas. Além disso, reafirma que a reitoria mudou o que foi aprovado no orçamento/2018 que dizia que o recurso da carreira deveria ser gasto a partir de outubro de 2018, portanto o pagamento deveria ser retroativo há esse mês.

Pelas regras da reitoria ficam de fora todos que tiveram mudança de segmento entre 2003 e 2013, admitidos na Unicamp após 01/07/2013 e os afastados para outros órgãos. Para efeito de linha de corte dos habilitados a reitoria criou uma fórmula denominada índice de achatamento que leva em consideração salário atual, salário piso do segmento, número de  promoções e tempo de serviço.844-2018 protocolado

porFernanda de Freitas

Assembleia dia 11/12 discute adiamento do XIV Congresso e discussão orçamentária

No dia 11 ocorre a assembleia ordinária do STU que vai discutir o adiamento do XVI Congresso dos Trabalhadores da Unicamp e a prestação de contas, com parecer do Conselho Fiscal. A assembleia acontece em primeira chamada as 11h30 e em segunda chamada as 12h00,  nas sede do STU, avenida Érico Veríssimo, nº 1545 – campus da Unicamp.

porFernanda de Freitas

Marcha Zumbi dos Palmares em Campinas – 2018

O Mapa da Violência de 2018 aponta que os homicídios praticados por armas de fogo demonstrou que o número de assassinatos no país voltou a crescer nos últimos anos. Mais do que isso, as balas disparadas têm alvo certo: os jovens, homens e mulheres negras. Ainda que os índices sofram variações de acordo com o estado e com a região do país, temos certeza de que não podemos cruzar os braços enquanto a população negra está sendo assassinada.

As Organizações da Sociedade Civil, o Movimento Negro, Religiosos, Sindicalistas, Universitários, Ativistas, Jornalistas, Parlamentares e todos os segmentos que lutam por uma sociedade mais humana e mais igualitária, estão atentos e lutando em conjunto, em nome da Defesa da Vida, para que haja justiça social para com esta grande parcela de população e que vá de encontro com a legitimação do Direito de Viver de toda a juventude, independente de raça, cor, sexo, credo ou orientação sexual, mas precisamos avançar muito mais.

Precisamos envolver outros parceiros na luta, que precisam ter como tarefa fundamental se debruçar nos dados da violência contra o povo negro no país e formular uma política concreta para barrar esse extermínio. Aqui na Unicamp, caberá ao STU e às demais organizações unir força para fortalecer a luta das mulheres e homens negros frente aos ataques em curso. Confira o Boletim Especial do STU sobre a Consciência Negra.

Venha para a Marcha Zumbi dos Palmares neste 20 de novembro, a partir das 10h, na Estação Cultural Antônio da Costa Santos (antiga Estação Cultura).

ZUMBI VIVE! 

 

porFernanda de Freitas

Centrais Sindicais se unem em defesa da aposentadoria

Em sucessivas reuniões, as centras sindicais (CTB, CUT, Força Sindical, Nova Central, CSB, Intersindical, Conlutas) estão organizando uma ampla ofensiva contra a aprovação da reforma da Previdência pelo governo federal.

Ainda sem data para voltar a ser analisada no Congresso, a Proposta de Emenda Constitucional – PEC 287/2016 – é vista como uma prioridade neste final do governo Temer, e defendida como um primeiro passo na reforma previdenciária pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro, e seu assessor econômico e futuro ministro da Fazenda, Paulo Guedes.

Ambos já afirmaram que “se pelo menos a idade mínima passar, já é um grande avanço”. Por idade mínima, entenda-se aumentar o período de contribuição obrigatória das mulheres de 60 para 62 anos, que é o que prevê a proposta que já está no Congresso.

Guedes já afirmou também que sua proposta para o setor é a capitalização previdenciária. Ou seja, cada trabalhador recolhe uma porcentagem de seus salários e deposita em um fundo particular que será gerido pelo mercado financeiro. Este modelo isenta os empregadores de contribuírem com a conta da previdência pública.

“Estamos diante de uma proposta ainda pior que a de Temer. Não só acaba com a aposentadoria, tornando-a um serviço que será gerido pelos bancos, o que eles estão chamado de modelo de capitalização. Ou seja, mais um vez querem que a classe trabalhadora pague a conta. Não iremos aceitar”, alertou Wagner Gomes, secretário geral da CTB.

Para enfrentar este novo cenário que se apresenta, as centrais reafirmaram unidade e realizam na próxima segunda-feira (12), na sede do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), uma plenária de lançamento da Campanha Nacional Permanente em Defesa da Previdência.

No evento, haverá a participação de uma estudiosa chilena que falará sobre a realidade no Chile, quatro décadas após a implantação do sistema de capitalização na Previdência e será lançado um documento unitário elaborado pelas centrais.

 

Confira a nota unitária lançada pelas centrais:

Reunidas na sede do DIEESE, em São Paulo, as centrais sindicais CSB, CSP/Conlutas, CTB, CUT, Força Sindical, Intersindical e Nova Central decidiram:

– Intensificar a luta contra a proposta da reforma da Previdência Social, divulgada recentemente pelos meios de comunicação;

– Organizar o movimento sindical e os segmentos sociais para esclarecer e alertar a sociedade sobre a proposta de fim da aposentadoria;

– Realizar um seminário, em 12 de novembro, para iniciar a organização da campanha nacional sobre a Previdência que queremos;

– Retomar a luta por uma Previdência Social pública, universal, que acabe com os privilégios e amplie a proteção social e os direitos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Portal CTB

porFernanda de Freitas

Debate: Cobrança de Mensalidade nas Universidades Públicas

Unicamp Livre debate a “Cobrança de Mensalidade nas Universidades Públicas (solução ou retrocesso?), segunda-feira (12), às 18h, no Auditório do Instituto da Computação da Unicamp.

 

porFernanda de Freitas

Licença Prêmio e Férias antes da Aposentadoria

A Coordenação do Jurídico do STU tem recebido diversos questionamentos e pedidos de orientação sobre o gozo de licenças prêmios e férias como requisito para se aposentar.

Sendo assim, orientamos os associados a procurem nosso jurídico a fim de que seja analisado individualmente, caso a caso.

Para facilitar a análise, solicitamos que o associado imprima as telas de contagem de tempo, licença prêmio e férias da Vida Funcional Online, e traga no dia do atendimento do jurídico.

O agendamento pode ser realizado através dos ramais 17147 e 17412.

porFernanda de Freitas

Nota Pública das Professoras da DEdIC pela democracia

Nota Pública das Professoras e Professores da Educação Infantil da Unicamp em defesa da democracia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

porFernanda de Freitas

Haddad envia carta à FASUBRA e outras entidades com propostas para a educação

Após o encontro da FASUBRA, do ANDES, da ANPG, do SINASEFE e da UNE com Fernando Haddad, na sexta-feira (19), o candidato enviou às entidades uma carta reafirmando o seu compromisso com a revogação das reformas aprovadas pelo governo ilegítimo de Michel Temer e com outras propostas colocadas pelos representantes do sistema federal de ensino durante a reunião.

Segundo ele, a educação será uma das prioridades de sua possível gestão, visando investir 10% do PIB no setor.

Haddad também se coloca à disposição para o diálogo com os movimentos, a fim de debater sempre que possível as reivindicações voltadas à defesa de uma universidade pública e de qualidade para todos e todas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Fasubra (Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação)

 

 

 

 

porFernanda de Freitas

Universidades ameaçadas por Bolsonaro: FASUBRA orienta parar as atividades e ir às ruas

COMUNICADO URGENTE!

UNIVERSIDADES AMEAÇADAS POR CANDIDATO BOLSONARO

A FASUBRA ORIENTA PARAR AS ATIVIDADES E IR ÀS RUAS EM DEFESA DA DEMOCRACIA E DA  AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA

O candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) já não esconde mais os ataques planejados contra as universidades federais. A equipe econômica do político, liderada por Paulo Guedes, divulgou que em caso de vitória irá cobrar mensalidades nas instituições, com a argumentação de que a maioria das vagas das universidades federais é ocupada por estudantes que cursaram escolas particulares e, portanto, integrantes de famílias que poderiam arcar com mensalidades. Porém, segundo um estudo da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior  -Andifes, de 2016, revelou que dois em cada três estudantes de universidades federais são de classe D e E. Feito com base em entrevistas de 2014 com graduandos, o estudo mostra que 66,2% dos alunos vinham de famílias cuja renda não ultrapassava 1,5 salários mínimo per capita. Além de contrariar a Constituição Federal, que garante a gratuidade do ensino público.

Bolsonaro prevê ainda mudança na forma da escolha dos reitores, ferindo de morte a autonomia universitária e a paridade, onde foi conquistada, desrespeitando a lista tríplice e comprometendo ainda mais as pesquisas nas universidades públicas do Brasil.

O candidato, afirma que ira impedir gestões “aparelhadas pela ideologia de esquerda” e identificando “quem é quem” nas universidades federais para segundo ele impedir gestões democráticas. Já em entrevista a um canal de televisão, disse que os brasileiros têm “tara” pelo diploma superior e que seria melhor se muitos deles buscassem apenas o ensino profissionalizante, para atuar em áreas como conserto de eletrodomésticos e mecânico de automóveis.

E não só os (as) estudantes serão prejudicados com uma possível eleição do representante da extrema-direita no país. Os (as) trabalhadores(as) técnicos(as) administrativos(as) das instituições federais correm sérios riscos de ter os seus direitos atingidos. O vice de Bolsonaro, Mourão (PRTB), manifestou publicamente o desejo de acabar com a estabilidade no serviço público, aproximando a categoria das regras aplicadas na iniciativa privada e o fim do 13º salário.

Mourão, criticou de forma enfática o 13º salário e o adicional de férias, ao mostrar que está do lado oposto do que espera o (a) trabalhador (a). O programa de Bolsonaro prevê a manutenção da EC 95, que prevê Congelamento de gastos públicos, a manutenção da lei da terceirização irrestrita e a entrega definitiva dos HU´s à iniciativa privada. Com estas medidas, nossa carreira estará profundamente prejudicada, pois com a manutenção da EC 95, não haverá investimento as universidades.

É bom relembrar que a FASUBRA encaminhou a todos os candidatos a plataforma que foi aprovada em nossa plenária e, deste candidato, não obteve nenhuma resposta. Por essas e outras, é preciso fazer frente a um projeto político que representa tantos retrocessos. Na votação do próximo domingo, dia 28, a FASUBRA reitera a deliberação da nossa plenária defesa da democracia e voto na candidatura do campo da esquerda, a candidatura de Fernando Haddad (PT) e Manuela (PC do B).

Diante deste cenário, de possíveis ataques às universidades, a FASUBRA orienta a intensificação das ações propostas em defesa da democracia, da universidade pública, e ainda onde for possível manter a paralisação até sexta feira.

 

  1. Realizem assembleias, ainda no dia de hoje;
  2. Manter a paralisação por 48 h (quinta e sexta feira) e ir ruas;
  3. Realizar aulas públicas nas praças; 
  4. Participar das atividades com as demais entidades em defesa da democracia, da autonomia universitária e contra a cobrança mensalidades.

 

O futuro do país e das universidades públicas está em nossas mãos, não podemos como trabalhadores da educação, deixar de prestar este serviço à sociedade

 

Em defesa de uma sociedade Justa e Igualitária.

FASUBRA na Luta sempre!

Fonte: Fasubra

porFernanda de Freitas

Fórum das Seis convoca Ato Regional em Campinas dia 29/10

Atualizado 22/10/18 – 12h

Após a realização dos atos regionais em Marília e Araraquara, respectivamente em 17 e 18/9, o Fórum das Seis agendou nova atividade, desta vez para Campinas. Vai ser no dia 29/10, quarta-feira, com concentração às 16h, em frente à Câmara Municipal. O ato estava previsto para 24/10, mas o Fórum das Seis decidiu adiar  para a próxima semana (dia 29/10) para a construção de uma mobilização conjuntas mais forte.

Representantes do Fórum farão uso da palavra no chamado “Pequeno Expediente” da Câmara, em torno das 17h. Além disso, os vereadores serão convidados a assinar moção de apoio às nossas reivindicações de mais recursos para a educação pública paulista.

Assim como faz todos os anos, o Fórum das Seis enviou propostas de emendas ao projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO-2019) elaborado pelo governador e em tramitação na assembleia Legislativa de SP (Alesp), reivindicando mais verbas para as universidades estaduais paulistas e para o Centro Paula Souza (que mantém as ETECs e FATECs). Até o fechamento desta mobilização, em 15/10/2018, ainda permanecia, na Alesp o impasse político que vem impedindo a votação da LDO-2019, que estabelece os percentuais do orçamento paulista para cada setor no ano seguinte.

Tradicionalmente, ela é aprovada até o final de junho ou, mais tardar, no início de julho, precedendo o recesso parlamentar. No entanto, neste ano, segundo vários parlamentares, nada deve ocorrer antes do resultado das eleições para governador, que têm no segundo turno a disputa entre Márcio França (PSB) e João Doria (PSDB).

O STU convoca a comunidade universitária da Unicamp a integrar esse ato por mais verbas para as Universidades Públicas e o Centro Paula Souza.

 

porFernanda de Freitas

Nota Pública: Repúdio a Bolsonaro em Defesa da Democracia

Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp, desta quarta-feira (17) aprovou repúdio ao candidato  à presidência do país, Jair Bolsonaro (PSL), como forma de defesa da democracia, das liberdades civis e do serviço público.

O encontro orientou o STU a participar dos comitês em defesa da democracia, integrando os calendários de lutas apontados pelas entidades como Fasubra, Fórum das Seis, centrais sindicais em unidade com as demais entidades do campo progressista.

A assembleia aprovou também a participação do STU no Ato contra o Bolsonaro, previsto para o próximo sábado (20), no Centro de Campinas. Bem como contribuir na organização de atividades internas, ao lado do DCE e ADunicamp, que construam a candidatura de Haddad com vistas na defesa da democracia, do serviço público e dos servidores.

Nossa assembleia deliberou ainda pela suspensão do XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, previsto para os dias 29 e 30/11 e 01/12, com a manutenção das convocações para realização de reuniões de unidades para discutir a conjuntura nacional, especialmente o acirramento decorrente das eleições gerais.

Em breve será convocada nova Assembleia Geral com objetivo de referendar a suspensão do congresso, conforme determina o Estatuto Social do Sindicato.

Confira abaixo a íntegra da nota pública do STU:

porFernanda de Freitas

URGENTE: Dia 17/10, 12h, na sede nova do STU, tem Assembleia Geral

Atualizado 16/10/18 – 19h35

A contrário do que foi divulgado nesta tarde, a Assembleia Geral não será no Ciclo Básico. O encontro acontecerá na sede nova do Sindicato, ao lado da ADunicamp. 

Conforme orientação da Fasubra, o STU convoca todos à assembleia nesta quarta-feira (17), às 12h, na sede nova do STU (ao lado da ADunicamp), para discutirmos as eleições presidenciais de 2018 e seus impactos para a Universidade Pública e serviços públicos em geral.

 

porFernanda de Freitas

Encontro de Aposentados da Fasubra aponta retomada da luta contra Reforma da Previdência

Encontro de Aposentados da Fasubra (Imagem: Jesiel Araujo)

A Fasubra realizou o “5º Encontro Nacional de Aposentadas(os) e Aposentandas(os) – Viver, Lutar e Resistir”, entre os dias 27 e 29 de setembro, em Brasília/DF.

As diretoras Cleusa Schetini e Sandra Ramos, da Coordenação de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do STU, participaram do encontro que teve como discussão principal a retomada da luta contra a Reforma da Previdência com base numa análise de conjuntura das pautas defendidas por alguns presidenciáveis nestas eleições gerais. A intenção foi organizar a luta contra os ataques aos direitos dos servidores públicos, especialmente os aposentados.

O encontro discutiu também o Plano de Saúde e o Estatuto do Idoso, Qualidade de vida e a preparação para a aposentadoria, a implantação de auxílio alimentação, a recuperação e projeto memória da federação, entre outras lutas que permeiam a categoria.

Ao final do encontro foi elaborada uma carta com orientações para a Fasubra em relação à elaboração de ações que defendam os direitos dos aposentados públicos federais, estaduais e municipais.

porFernanda de Freitas

Trabalhador@, não vote em quem retirou seus direitos!

Neste domingo, 7 de outubro, vamos eleger o presidente do Brasil e nossos representantes na Câmara dos Deputados, Senado Federal, Governo de Estado e Assembleia Legislativa do Estado.

Apesar do descontentamento da população com os políticos, o que está em jogo é o desmonte do serviço público e a desvalorização do servidor; a PEC do Teto, estabelecida pelo Temer, que congela por 20 anos os investimentos em saúde educação; a perda de direitos trabalhistas (com a Reforma Trabalhista, Lei da Terceirização e revogação dos direitos das Domésticas, que ampliaram a contratação temporária, rebaixaram salários e precarizaram as relações de trabalho); ameaças aos direitos como 13° salário e aposentadoria (Reforma da Previdência); a entrega do pré-sal para as multinacionais; aumento de impostos, como a volta da CPMF e a elevação do imposto de renda; possível confisco da poupança; troca da educação presencial pela educação à distância, em todos os níveis de ensino; estabelecimento do projeto “Escola Sem Partido” cujo objetivo é, entre outros, criminalizar o professor; endurecimento da violência através do braço armado da polícia que só persegue e mata gente pobre; entre outros ataques.

A mídia faz parecer que é só uma disputa de poder polarizada entre esquerda e direita, mas na verdade é uma luta por direitos conquistados as duras penas contra um projeto fascista, misógino, racista, LGBTfóbico, antipovo e antipobre. Aqui na região de Campinas temos cinco deputados federais que são candidatos à reeleição.

Apesar de todos defenderem em seus programas eleitorais mais investimentos em educação e saúde, eles votaram a favor da PEC do Teto, que congelou por 20 anos os investimentos sociais. Se educação e saúde são tão importantes, por que esses candidatos votaram a favor desses cortes? É fundamental enfrentar essa situação com seriedade porque nossos direitos e a nossa democracia corre riscos nas mãos desses políticos falaciosos. Precisamos eleger um projeto de governo capaz de retomar a soberania do país e que passe por vias democráticas, elaborando e mantendo políticas públicas que respeitem os diretos de todos e todas.

 

Crise no Estado

Aqui em São Paulo a situação não é nada boa e não podemos ficar indiferentes aos golpes que estamos sofrendo. Amargamos 24 anos de governo PSDB que só desmontou os serviços públicos; desvalorizou, Crise no Estado atacou e reprimiu professores da rede pública do estado; privatizou rodovias e aumento os pedágios e fechou os olhos para a violência que assola o estado. Nada de bom foi construído nestes oito anos de governo Alckmin. Ao contrário, os investimentos nas Universidades Públicas Estaduais não dão conta do tamanho da estrutura dessas instituições, precarizando o atendimento oferecido à população e colocando em risco o ensino dos estudantes.

Na Assembleia Legislativa de SP temos que eleger deputados comprometidos com mais verbas para nossas universidades de forma a garantir a manutenção da autonomia universitária e melhorar as condições de trabalho dos servidores públicos.

A disputa por um modelo de universidade que queremos, passa pela garantia de recursos e por um modelo democrático de gestão. E as eleições é o primeiro passo na luta por uma Universidade Pública, gratuita e de qualidade e por um Brasil igualitário. Muitos inimigos da classe trabalhadora são candidatos à reeleição e é imprescindível que continuemos lembrando de seus nomes e rostos na hora de votar.

Escolha políticos comprometidos com nossas bandeiras de lutas, vote consciente!

porFernanda de Freitas

FASUBRA promove II Seminário Nacional da Mulher Trabalhadora

A Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (FASUBRA) realiza, nos dias 20 e 21 de outubro, o II Seminário Nacional da Mulher Trabalhadora. O evento acontece de 9h às 18h em Brasília. O local está sendo definido e deverá ser divulgado na próxima semana.

Entre os temas abordados, estão a descriminalização do aborto e o debate sobre a necessidade de creches nas instituições públicas de ensino. A programação conta ainda com atividades culturais, oficinas, confraternizações e grupos de trabalho mais específicos, voltados, por exemplo, a mulheres negras e da comunidade LGBTI.

É fundamental compreender que as discussões são de grande importância em um momento de profundas reivindicações sociais no país.

 

porFernanda de Freitas

A reunião do sindicato com as CSA´s realizada na quinta-feira (27), reafirma a utilização dos recursos da carreira em 2018

A reunião do sindicato com as CSA´s realizada na quinta-feira (27), na sede do STU, deliberou por:

1 – Encaminhar até dia 04/10 à reitoria proposta para que se seja repassado de forma linear aos trabalhadores nesse ano os recursos orçados para carreira que correspondem aos R$ 2,3 milhões para ser aplicado no último trimestre de 2018 e mais os recursos que correspondem à negociação da greve que equivale a cerca de R$ 1,4 milhões.

2 – Propor que esse encaminhamento à reitoria da proposta seja feito em conjunto entre sindicato e as CSA´s para que possamos somar a legitimidade de ambos e garantir a destinação mais justa desse recurso.  Cabe considerar que não há como definir processo de avaliação em tempo hábil para garantir a destinação desse recurso em 2018. As CSA´s , que ainda não se posicionaram, devem fazê-lo até o dia 03/10 e encaminhar formalmente o posicionamento ao STU, para que conste do encaminhamento da proposta conjunta.

3 – Não estando premido o processo da adequação da carreira PAEPE pelo processo de avaliação de 2018, propor que tenha uma readequação da agenda de deliberação da proposta para que se tenha tempo para discussão de propostas com sindicato e as CSA´s;

4 – Preservar como parte do processo de adequação da carreira PAEPE as pendências que não foram tratadas ao longo do período sem avaliação

5 – Realizar nova reunião no dia 02/10, às 12h – no IFCH (Auditório I), para avaliar os desdobramentos da discussão da Cidif de 28/09 e dar prosseguimento as discussões da utilização dos recursos e da adequação da carreira PAEPE.

porFernanda de Freitas

Recursos da carreira – todas as CSA´S devem enviar representantes para reunião de quinta (27), as 12h, na nova sede do STU

A reunião com a reitoria para discutir a utilização ainda esse ano dos recursos reservados para carreira aconteceu nesta quarta (26). Estiveram presentes representando a reitoria a profa. Tereza e os chefes de gabinete professores Joaquim e Shirley.  Além dos diretores do STU estiveram presentes os presidentes das CSA’s da DAC, IFCH, Feagri, FEA e HC. A composição dos participantes da reunião foi discutida na última reunião que o sindicato fez com representantes das CSA´s que aconteceu em 19/09.

Foram apresentadas para a reitoria as decisões da plenária da carreira que ocorreu em 12/09, que deliberou que os recursos da carreira deveriam ser utilizados nesse ano e que as CSA´s deveriam participar da discussão.  A plenária também reafirmou a discussão já realizada durante a greve de que cada trabalhador deveria receber uma referência, o que implica em a reitoria incorporar mais recursos no orçamento para garantir esse pagamento. Dessa discussão a reitoria já disse que não discutiria nada que não estivesse previsto no orçamento. Dessa forma os representantes apresentaram a proposta de que todo recurso reservado no orçamento fosse distribuído de forma linear para os trabalhadores, ainda esse ano, considerando que não haverá tempo a estabelecer um processo de avaliação.

Cabe lembrar que o Consu da última terça (25) incorporou ao orçamento os recursos discutidos durante a greve de repasse de 10% sobre o excedente da arrecadação, dessa forma caberá mais R$ 2,8 milhões a ser dividido com dos docentes, somando-se aos R$ 2,3 milhões já reservados para o último trimestre de 2018.

A reitoria manifestou concordância com a utilização dos recursos ainda esse ano, desde que haja uma proposta apresentada a tempo de passar pela Câmara de Administração – CAD, que ocorrerá 06/11. Essa proposta também deverá ser discutida na CVND – Comissão de Vagas não Docentes, que iniciará a discussão desse assunto no dia 06/10. Disse que ouvirá as propostas e discutirá com o sindicato. Manifestou que além da proposta apresentada pelo sindicato outro caminho seria discutir o envio dos recursos para as unidades fazerem os ajustes e correções na carreira. Mas que estará aberta a ouvir as propostas que vierem. Quanto a ouvir as CSA´s disse que não o fará – alegando falta de tempo por causa da agenda. Alega que isso pode ser feito pelo sindicato e também na representação da CSA´s na Cidif.

Quanto ao calendário proposto ficou indicado o seguinte:

Até 04/10 – apresentação de propostas à reitoria

06/10 – reunião CVND

Nova reunião com sindicato a ser agendada

Até final de outubro finalização da discussão na CVND –

06/11 – reunião da CAD

Na reunião de hoje às 12h, na sede nova do STU, ao lado da Adunicamp, vamos discutir os encaminhamentos dessa reunião e da reunião do Conselho Universitário – Consu – realizada em 25/09.

É FUNDAMENTAL QUE TODAS AS CSA´S ESTEJAM REPRESENTADAS.