Arquivo de tag Eleições Gerais 2018

porFernanda de Freitas

Carta Aberta à Enfermagem do Brasil – Haddad e Manuela

Carta Aberta aos trabalhadores e trabalhadoras da Enfermagem do Brasil do compromisso de governo de Haddad e Manuela.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

porFernanda de Freitas

Haddad envia carta à FASUBRA e outras entidades com propostas para a educação

Após o encontro da FASUBRA, do ANDES, da ANPG, do SINASEFE e da UNE com Fernando Haddad, na sexta-feira (19), o candidato enviou às entidades uma carta reafirmando o seu compromisso com a revogação das reformas aprovadas pelo governo ilegítimo de Michel Temer e com outras propostas colocadas pelos representantes do sistema federal de ensino durante a reunião.

Segundo ele, a educação será uma das prioridades de sua possível gestão, visando investir 10% do PIB no setor.

Haddad também se coloca à disposição para o diálogo com os movimentos, a fim de debater sempre que possível as reivindicações voltadas à defesa de uma universidade pública e de qualidade para todos e todas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Fasubra (Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação)

 

 

 

 

porFernanda de Freitas

Universidades ameaçadas por Bolsonaro: FASUBRA orienta parar as atividades e ir às ruas

COMUNICADO URGENTE!

UNIVERSIDADES AMEAÇADAS POR CANDIDATO BOLSONARO

A FASUBRA ORIENTA PARAR AS ATIVIDADES E IR ÀS RUAS EM DEFESA DA DEMOCRACIA E DA  AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA

O candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) já não esconde mais os ataques planejados contra as universidades federais. A equipe econômica do político, liderada por Paulo Guedes, divulgou que em caso de vitória irá cobrar mensalidades nas instituições, com a argumentação de que a maioria das vagas das universidades federais é ocupada por estudantes que cursaram escolas particulares e, portanto, integrantes de famílias que poderiam arcar com mensalidades. Porém, segundo um estudo da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior  -Andifes, de 2016, revelou que dois em cada três estudantes de universidades federais são de classe D e E. Feito com base em entrevistas de 2014 com graduandos, o estudo mostra que 66,2% dos alunos vinham de famílias cuja renda não ultrapassava 1,5 salários mínimo per capita. Além de contrariar a Constituição Federal, que garante a gratuidade do ensino público.

Bolsonaro prevê ainda mudança na forma da escolha dos reitores, ferindo de morte a autonomia universitária e a paridade, onde foi conquistada, desrespeitando a lista tríplice e comprometendo ainda mais as pesquisas nas universidades públicas do Brasil.

O candidato, afirma que ira impedir gestões “aparelhadas pela ideologia de esquerda” e identificando “quem é quem” nas universidades federais para segundo ele impedir gestões democráticas. Já em entrevista a um canal de televisão, disse que os brasileiros têm “tara” pelo diploma superior e que seria melhor se muitos deles buscassem apenas o ensino profissionalizante, para atuar em áreas como conserto de eletrodomésticos e mecânico de automóveis.

E não só os (as) estudantes serão prejudicados com uma possível eleição do representante da extrema-direita no país. Os (as) trabalhadores(as) técnicos(as) administrativos(as) das instituições federais correm sérios riscos de ter os seus direitos atingidos. O vice de Bolsonaro, Mourão (PRTB), manifestou publicamente o desejo de acabar com a estabilidade no serviço público, aproximando a categoria das regras aplicadas na iniciativa privada e o fim do 13º salário.

Mourão, criticou de forma enfática o 13º salário e o adicional de férias, ao mostrar que está do lado oposto do que espera o (a) trabalhador (a). O programa de Bolsonaro prevê a manutenção da EC 95, que prevê Congelamento de gastos públicos, a manutenção da lei da terceirização irrestrita e a entrega definitiva dos HU´s à iniciativa privada. Com estas medidas, nossa carreira estará profundamente prejudicada, pois com a manutenção da EC 95, não haverá investimento as universidades.

É bom relembrar que a FASUBRA encaminhou a todos os candidatos a plataforma que foi aprovada em nossa plenária e, deste candidato, não obteve nenhuma resposta. Por essas e outras, é preciso fazer frente a um projeto político que representa tantos retrocessos. Na votação do próximo domingo, dia 28, a FASUBRA reitera a deliberação da nossa plenária defesa da democracia e voto na candidatura do campo da esquerda, a candidatura de Fernando Haddad (PT) e Manuela (PC do B).

Diante deste cenário, de possíveis ataques às universidades, a FASUBRA orienta a intensificação das ações propostas em defesa da democracia, da universidade pública, e ainda onde for possível manter a paralisação até sexta feira.

 

  1. Realizem assembleias, ainda no dia de hoje;
  2. Manter a paralisação por 48 h (quinta e sexta feira) e ir ruas;
  3. Realizar aulas públicas nas praças; 
  4. Participar das atividades com as demais entidades em defesa da democracia, da autonomia universitária e contra a cobrança mensalidades.

 

O futuro do país e das universidades públicas está em nossas mãos, não podemos como trabalhadores da educação, deixar de prestar este serviço à sociedade

 

Em defesa de uma sociedade Justa e Igualitária.

FASUBRA na Luta sempre!

Fonte: Fasubra

porFernanda de Freitas

Moção de Defesa à Universidade Pública e seu papel de reflexão sobre a sociedade

A Congregação do Instituto de Biologia aprovou por unanimidade moção em defesa da Universidade e da democracia. Confira abaixo o documento completo.

 

À sociedade brasileira,

Nós, trabalhadores docentes, técnico-administrativos e estudantes do Instituto de Biologia da Unicamp, vimos a público defender a universidade pública e seu papel de reflexão sobre a sociedade e produção do conhecimento, pesquisa, ensino e extensão.

No atual cenário político de nosso país, a narrativa que esvazia a importância das universidades públicas têm tomado corpo, fazendo com que a sociedade a considere uma despesa desnecessária. Nós, que há 50 anos construímos a Universidade Estadual de Campinas, reafirmamos sua importância, assim como das demais universidades públicas do país, para a formação do pensamento crítico, da pesquisa que busca melhorar a vida da população e da extensão que coloca a universidade a serviço da sociedade.

É nosso dever defender a democracia, reconhecer a nossa história, e aprender com nossos erros a fim de evitar repeti-los.

Nós, enquanto Instituto de Biologia,  temos a obrigação de reafirmar os riscos aos quais a preservação de nossas riquezas naturais e nosso patrimônio genético estão submetidos diante das perspectivas políticas que têm se instaurado no país. De acordo com o artigo 225 da Constituição Federal de 1988, é dever do poder público e da coletividade a defesa e a preservação de um meio ambiente ecologicamente equilibrado. A manutenção do Ministério do Meio Ambiente é fundamental para o cumprimento dessa responsabilidade constitucional com nossos biomas, a manutenção de seus serviços ecossistêmicos e a qualidade de vida das futuras gerações. Além disso, também é nosso dever, como professores, profissionais e futuros profissionais da educação, manifestar nossa preocupação e repúdio em relação a projetos educacionais que desvalorizem as contribuições de Paulo Freire e proponham o silenciamento da escola sobre discussões socialmente  relevantes, que respeitam a vida e a diversidade.

Conclamamos a sociedade brasileira a uma reflexão crítica sobre as consequências do cerceamento à liberdade de pensamento e informação, violação dos direitos humanos e ambientais, que se apresenta no atual momento do país. E, portanto, que defendamos nosso patrimônio intelectual e ambiental, respeitando nossa pluralidade social e cultural, e reafirmando em alto e bom som que as universidades são fundamentais para o estabelecimento da soberania nacional e para a defesa dos direitos e da democracia brasileira.

Moção aprovada por unanimidade pela Congregação do Instituto de Biologia da Unicamp, em 19/10/2018
Fonte: Instituto de Biologia (site)
porFernanda de Freitas

Centrais sindicais divulgam nota de repúdio a Bolsonaro

O repúdio a candidatura Bolsonaro fez com que as Centrais Sindicais se pronunciassem. Em nota, intitulada “Sindicalistas contra o projeto fascista de Bolsonaro”, seis centrais classificam Bolsonaro como “anti-trabalhadores” e repudia o candidato do PSL “por sua postura antidemocrática, intolerante com minorias, que faz apologia da violência, e pela sua conivência com práticas repugnantes, como a defesa de torturadores”. A nota é assinada pela CSP-Conlutas, Força Sindical, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), CSB, Nova Central e Intersindical.

Leia a íntegra da nota das centrais sindicais:

 

“Sindicalistas contra o projeto fascista de Bolsonaro

Nós, sindicalistas brasileiros, das mais variadas tendências, que apoiamos candidatos de diversos partidos na próxima eleição presidencial, repudiamos o candidato Jair Bolsonaro.

Repudiamos por sua já conhecida postura contra a organização sindical, portanto, anti-trabalhadores, por sua postura antidemocrática, intolerante com minorias, que faz apologia da violência, e pela sua conivência com práticas repugnantes, como a defesa de torturadores.

O horizonte que ele nos apresenta é de um país marcado pela exploração do trabalhador, pela violência, pelo racismo, pela discriminação, pela repressão, pela dilapidação do patrimônio nacional, pelo desrespeito aos direitos humanos e pelo desrespeito aos direitos democráticos, garantidos na constituição, e ameaça de retorno a ditadura militar.

E nossa luta, como sindicalistas, é justamente o oposto disso: queremos um país com geração de empregos, trabalhadores valorizados e com poder aquisitivo, com licença-maternidade, férias, décimo-terceiro salário, com a PEC das domésticas, com aposentadoria e respeito aos aposentados, valorização dos servidores públicos, um país marcado pela convivência pacífica e produtiva entre pessoas das mais diversas raças, origens, gêneros e culturas, queremos um Estado laico e, sobretudo, respeito aos direitos sociais e democráticos garantidos pela Constituição e à soberania nacional.

Por eleições democráticas e por dias melhores para o Brasil, conclamamos a que todos digam não a Bolsonaro!

São Paulo, 22 de setembro de 2018

 

Miguel Torres, Presidente interino da Força Sindical

João Carlos Gonçalves, Juruna, Secretário Geral da Força Sindical

Adilson Araújo, Presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)

Wagner Gomes, Secretário Geral da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)

José Avelino Pereira, Chinelo, Presidente interino da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB)

Álvaro Egea, Secretário Geral da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB)

José Calixto Ramos, Presidente da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST)

Moacyr Auersvald, Secretário Geral da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST)

Edson Índio, Secretário Geral da Intersindical

Nilza Pereira, da Direção Nacional da Intersindical

Atnagoras Lopes, da Secretaria Executiva Nacional da CSP-CONLUTAS

Joaninha de Oliveira, secretaria Executiva Nacional da CSP-CONLUTAS”

porFernanda de Freitas

Nota Pública: Repúdio a Bolsonaro em Defesa da Democracia

Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp, desta quarta-feira (17) aprovou repúdio ao candidato  à presidência do país, Jair Bolsonaro (PSL), como forma de defesa da democracia, das liberdades civis e do serviço público.

O encontro orientou o STU a participar dos comitês em defesa da democracia, integrando os calendários de lutas apontados pelas entidades como Fasubra, Fórum das Seis, centrais sindicais em unidade com as demais entidades do campo progressista.

A assembleia aprovou também a participação do STU no Ato contra o Bolsonaro, previsto para o próximo sábado (20), no Centro de Campinas. Bem como contribuir na organização de atividades internas, ao lado do DCE e ADunicamp, que construam a candidatura de Haddad com vistas na defesa da democracia, do serviço público e dos servidores.

Nossa assembleia deliberou ainda pela suspensão do XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, previsto para os dias 29 e 30/11 e 01/12, com a manutenção das convocações para realização de reuniões de unidades para discutir a conjuntura nacional, especialmente o acirramento decorrente das eleições gerais.

Em breve será convocada nova Assembleia Geral com objetivo de referendar a suspensão do congresso, conforme determina o Estatuto Social do Sindicato.

Confira abaixo a íntegra da nota pública do STU:

porFernanda de Freitas

FASUBRA orienta as entidades de base para o 2º turno

A votação do último domingo (7) decidiu por um segundo turno entre Fernando Haddad, do PT, e Jair Bolsonaro, do PSL, na corrida presidencial. A próximas três semanas serão decisivas. No segundo turno configuram-se dois projetos distintos para a classe trabalhadora. Bolsonaro mantém o projeto Temer, “Ponte para o Futuro”, com requintes ainda mais à direita. O candidato do PSL anuncia – através de seu mentor político Paulo Guedes – em seu programa de governo a entrega de estatais e desmonte do serviço público. Guedes já afirmou, mais de uma vez, dentre outros ataques, que pretende privatizar “todas” as estatais. Sendo assim, as Instituições Públicas de Ensino estão claramente em xeque.

Esta é a proposta política para reduzir o gasto público. Aliado a isso, Bolsonaro mantém seu discurso contra as minorias. Das candidaturas alternativas do campo da esquerda, Fernando Haddad foi o escolhido nas urnas para o segundo turno. Portanto, entendemos que neste momento temos que cerrar fileiras para enfrentar o autoritarismo e o conservadorismo da direita. A FASUBRA, seguindo a deliberação congressual, na defesa da democracia, indica o apoio à candidatura que expressa essa política. Neste caso, a candidatura de Haddad (PT) e Manuela (PCdoB).

Porém, a Federação mantém a sua independência e autonomia política, para cobrar que o PT não cometa os mesmos erros, fazendo as mesmas alianças dos governos anteriores. A aliança terá que ocorrer com a classe trabalhadora. Nesse sentido, a FASUBRA, independente do governo, estará nas ruas para cobrar as revogações das reformas que atacam o direito da classe trabalhadora e em especial do serviço público.

A tarefa agora é intensificar as mobilizações para impedir que o outro candidato, identificado com a extrema-direita, possa ocupar o posto político de maior importância do país. Afinal, quase 50 milhões de brasileiros – 46% do eleitorado – mostraram-se favoráveis às ideias fascistas desse candidato, o que alerta para um cenário bastante preocupante. Seguindo as deliberações do último congresso, a FASUBRA Sindical orienta as entidades de base que convoquem assembleias na próxima semana para a construção ou participem de comitês em defesa da democracia. É fundamental reforçar que os(as) trabalhadores(as) se oponham frontalmente a Bolsonaro nas urnas e estejam presentes em atos organizados pelas centrais e pelas entidades do FONASEFE.

Analisando os nomes eleitos para deputados e senadores, vemos que a nova formação do Congresso Nacional promete ser tão conservadora quanto a anterior. Com uma renovação de 47,3% na Câmara e 85% no Senado. Os partidos que participaram do golpe em 2016 foram os que mais perderam cadeiras. Lamentavelmente, a maioria das cadeiras no Legislativo ficaram entre partidos que se alinham com o projeto conservador de direita.

Não há dúvidas de que no próximo período iremos às ruas para garantir nossos direitos e conquistas, para evitar que o Brasil retroceda todos os direitos sociais e trabalhistas. A hora de se mobilizar é agora! Vamos às ruas para gritar #elenão, #elenunca! A democracia não pode esperar! Para tanto, a FASUBRA orienta:

1. Que as direções das entidades de base realizem uma reunião esta semana para analisar o resultado
do primeiro turno e discutir voto contra o fascismo no segundo turno;
2. Que as entidades de base convoquem AG´s, para construção e/ou participação dos comitês
estaduais em defesa da democracia;
3. Nenhum voto a Bolsonaro e no fascismo;
4. Participação em todos os atos em defesa da democracia – ato dia 20/10;
5. Participar do calendário convocado pelas centrais;
6. Realizar nas entidades de base, neste período, debates sobre opressões, para responder aos ataques
da candidatura Bolsonaro e preparar os delegados para encontros da FASUBRA de mulheres, negros e
LGBTIs.