Categoria Comunicados

poradmin

Boletim 053/2014

Baixe aqui o Boletim 053/2014, de 15 de Julho de 2014.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2014/07/Boletim_53_2014.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

14/7 – Trabalhadores aprovam continuidade da greve

Os trabalhadores técnico-administrativos da Unicamp, reunidos em assembleia ontem (14), mostraram mais uma vez a disposição de luta da categoria. A greve por reajuste salarial e em defesa de melhores condições de trabalho é legítima e forte. E continuará enquanto não houver negociação efetiva com o Cruesp. Os trabalhadores não vão retroceder.
Hoje a Adunicamp realiza nova assembleia, às 14 horas, para deliberar sobre a greve unificada com base no resultado da reunião da representação sindical docente com a reitoria, ocorrida na última sexta-feira. Durante a reunião, o reitor se comprometeu a apresentar posicionamento em relação às dúvidas sobre o vale refeição e outros temas debatidos com os professores até o fim da manhã de hoje.
Na quarta-feira (16) tem nova reunião com o Cruesp. Os técnico-administrativos realizam nova assembleia na quinta-feira (17 de julho), às 10 horas, na Praça da Paz, para nova avaliação da greve.
O STU reafirma a posição do Fórum das Seis, pela negociação salarial imediata, e salienta a importância da continuidade da luta e da unidade entre as entidades. As tentativas da reitoria de dividir e enfraquecer o movimento grevista apenas unem mais a categoria. Os trabalhadores seguem em luta! E a greve se intensifica especialmente na Área de Saúde.

poradmin

Famílias e professoras unidas pela Educação

Considerando a importância da creche como primeira etapa da Educação básica e na luta permanente para que ela seja oferecida pelo Estado com a qualidade necessária, as professoras da DEdIC convidam pais, mães e crianças para se juntarem à Assembleia Geral dos trabalhadores da Unicamp, que será realizada na próxima quinta-feira (17), às 10 horas, na Praça da Paz, como forma de buscar a consolidação desse direito da criança.
Não lutamos apenas pelas questões salariais, mas pelo reconhecimento e pela qualidade da Educação como um todo.
Contamos com a parceria de vocês neste momento tão importante para pressionar a reitoria.

poradmin

Toda solidariedade ao povo palestino contra o massacre israelense

O Estado de Israel iniciou nova ofensiva contra a Palestina, em outra tentativa de dominar aquele território e expulsar o povo que vive ali muito antes da criação do Estado de Israel, em 1948. Mais de cem palestinos já foram mortos, muitas mulheres e crianças inclusive, nesta que é a terceira ofensiva do Estado sionista em menos de seis anos.
Apesar dos ataques serem noticiados como uma “guerra”, é importante que todos saibam que a Palestina não tem um exército constituído e sequer é um Estado formalmente reconhecido. Na verdade, o que está acontecendo na região é um massacre de um dos mais poderosos exércitos mundiais contra um povo, não importando as vidas de civis.
Por isso, o STU convida toda a categoria a participar da manifestação que acontece nesta quarta-feira, a partir das 17, em frente ao Shopping Prado (na Av. Washington Luis, altura do número 2480) em solidariedade à Palestina.

poradmin

Moção contra a criminalização de militantes no RS

A moção abaixo transcrita foi aprovada na assembleia geral dos trabalhadores técnico-administrativos da Unicamp realizada nesta segunda-feira (14 de julho).

Excelentíssimo Juiz de Direito da 9a Vara Criminal de Porto Alegre – RS.

Dr. Carlos Francisco Gross.

Ref.: processo n. 001/2.13.0045013-2

 

O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp vem solidarizar- se com os ativistas políticos Matheus Gomes, Gilian Cidade, Rodrigo Barcellos Brizolla, Alfeu Costa Neto, Lucas Maróstica e José Vicente Mertz, integrantes do Bloco de Lutas de Porto Alegre que estão sendo injustamente acusados de formarem associação criminosa para a prática de dano ao patrimônio público, furto e explosão.

No ano em que se completam 50 anos do golpe cívico-militar os governos e polícias voltam a atacar o movimento social que saiu às ruas para reivindicar melhores condições nos serviços públicos, tais como transporte, saúde, educação e moradia que cada vez são mais precarizados.

Supostamente um caso de polícia é na verdade uma nítida perseguição política. As investigações do Inquérito Policial 017/2013 no Rio Grande do Sul são uma tentativa de calar o descontentamento popular com a atual situação dos serviços públicos e uma restrição às liberdades democráticas de manifestação e organização.

Nesse sentido nos manifestamos contra a perseguição política e criminalização aos processados na Ação Penal nº 001/2.13.0045013-2.

Campinas, 14 de julho de 2014.

porFernanda de Freitas

SIPAT Unicamp discute Saúde Mental e práticas abusivas nas relações de trabalho

O STU em parceria com a Comissão de Prevenção de Acidentes de Trabalho (CIPA) Unicamp convida todos os funcionários a participarem da 30ª Semana Interna de Prevenção de Acidentes (SIPAT), que acontecerá de 28 a 31 de julho.

O encontro conta com palestras relacionadas à saúde do trabalhador, com ênfase na saúde mental ocupacional, nas práticas abusivas nas relações de trabalho, gerenciamento de resíduos químicos, acidentes de trabalho no hospital universitário, qualidade de vida e valorização profissional.

Além disso, será apresentado o resultado da pesquisa realizada com os cipeiros e diretores de Unidade/Órgão visando desenvolver ações de melhoria na prevenção e desenvolvimento dos trabalhos da CIPA, bem como, apontar desafios na articulação das ações de saúde e meio ambiente na universidade.

As palestras da SIPAT acontecerão nos campi de Barão Geraldo, Limeira e Piracicaba, sendo no Centro de Convenções da Unicamp, no Anfiteatro do HC, no Auditório do IQ, na FCA e na FOP.

 

Comemoração dos 30 anos

A CIPA também está organizando uma grande comemoração com apresentação do vídeo, produzido pela RTV/Unicamp, “Comemoração dos 30 anos da CIPA Unicamp”, com entrevistas dos ex-presidentes e representantes de CIPAs. O filme resgata a história do órgão e ressalta a importância da prevenção de acidentes na vida da comunidade universitária. A apresentação será dia 28/07, às 9h, no Centro de Convenções da Unicamp.cartazSIPAT2014

Confira a programação completa e faça sua inscrição gratuitamente no site: www.ggbs.gr.unicamp.br

 

 

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2014/07/cartazSIPAT2014.pdf” language=”pt_BR”]

 

 

poradmin

Boletim 052/2014

Baixe aqui o Boletim 052/2014, de 14 de Julho de 2014.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2014/07/Boletim_52_2014final.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Unicamp ameaça trabalhadores e impõe multa de R$ 500 mil ao STU

Universidade aciona Judiciário contra a greve sob argumento inverídico de que teria havido fechamento de setores no HC, mas os trabalhadores da saúde seguem firmes na luta e ambulatórios reduzem o efetivo no atendimento em 20% a partir de hoje.

A reitoria da Unicamp deu, no apagar das luzes da semana passada, mais uma demonstração de intransigência e desrespeito ao direito de greve. Depois do Cruesp arrastar o reajuste zero desde o início da paralisação, que na Unicamp teve início em 23 de maio, os trabalhadores da Área da Saúde, cientes de sua responsabilidade, vinham buscando formas de garantir o direito constitucional de greve nos termos da lei, tudo discutido previamente com a direção do Hospital de Clínicas.

A adesão dos trabalhadores da saúde ao movimento começou com a paralisação de duas horas diárias entre 3 e 6 de junho.

Entre os dias 4 e 16 do mês passado, diante da impossibilidade de atendimento em função de problemas na esterilização dos instrumentos cirúrgicos, a Universidade suspendeu cerca de 800 cirurgias. Esse fato não teve nenhuma relação com a greve, mas foi derivado das péssimas condições de funcionamento do hospital e da quebra da máquina de autoclave, conforme denunciado no Boletim do STU.

Em 27 de junho, novamente em reunião dos locais de trabalho, os servidores da saúde decidiram paralisar parcialmente as atividades, estabelecendo um rodízio entre os participantes do movimento, para garantir o atendimento à lei de greve e o direito de reivindicação. Em negociação com os gestores do HC, ficou estabelecido que haveria uma escala prévia diária de suspensão do atendimento em três das 23 salas de cirurgias, de forma a garantir a participação mínima dos trabalhadores na greve. Naquele momento, a postura dos gestores foi no sentido de rodiziar as suspensões por especialidade, com comunicação antecipada, visando não causar suspensão inadvertida de procedimentos.

No dia 8 de julho novamente a administração suspendeu o atendimento em função do jogo do Brasil, e não por causa da greve.

No dia 10, os gestores solicitaram ao comando de greve e à diretoria do STU que reavaliassem o movimento, manifestando preocupação em manter o acordo estabelecido verbalmente.

No entanto, na última sexta-feira (11), o recém empossado superintendente do HC, João Batista de Miranda, questionou a presença de diretores do sindicato no corredor do Centro Cirúrgico e, mesmo informado de que haveria uma reunião sugerida pelos gestores daquela unidade hospitalar para discutir a forma de continuidade da greve, unilateralmente a administração declarou que não aceitaria paralisação na assistência, que não haveria mais nenhum acordo e que dirigentes do sindicato estariam proibidos de entrar no local – ferindo o princípio legal da livre organização sindical nos locais de trabalho, ainda mais num espaço público.

Para piorar a situação, o STU foi notificado na própria sexta-feira que um dia antes a Universidade obteve decisão judicial liminar multando o sindicato em R$ 500 mil mediante informações inverídicas de que teria havido “fechamento” de áreas do hospital.

A diretoria do STU ressalta que nunca houve qualquer obstrução à circulação de pessoas ou de espaços físicos no Centro Cirúrgico, nem impedimento de qualquer procedimento nas dependências do Centro Cirúrgico Geral e Ambulatorial do HC – a não ser por parte da Universidade, que colocou seguranças na entrada do CC para bloquear o acesso de dirigentes do sindicato.

A greve na saúde continua!

A decisão de organizar a greve foi definida pelos trabalhadores, de acordo com a lei, no contexto da greve das universidades, que permanece diante do impasse na negociação com o Cruesp.

A luta na Saúde continua, com adesão ativa dos servidores nos períodos da manhã e da tarde. E está mantida a decisão da categoria de reduzir em 20% o número de funcionários no atendimento ambulatorial a partir de hoje.

poradmin

Boletim 051/2014

Baixe aqui o Boletim 051/2014, de 11 de Julho de 2014.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2014/07/BoletimSTU_11-07-2014.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Boletim 050/2014

Baixe aqui o Boletim 050/2014, de 10 de Julho de 2014.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2014/07/Boletim_50_2014FINAL.pdf” language=”pt_BR”]

porFernanda de Freitas

Assembleia decide que a greve continua na Unicamp

greve_assembleia_07_07_14

Assembleia Geral aprova manutenção da greve

Reunidos na tarde desta segunda-feira (7), em Assembleia Geral da Campanha Salarial, os trabalhadores referendaram o indicativo do Fórum das Seis frente a “não negociação” com o Cruesp, da semana passada. Sendo assim eles aprovaram:

  • Continuidade da greve;
  • Cobrar do reitor Tadeu Jorge intermediação junto ao Cruesp para que o órgão, de fato, agende uma reunião de negociação com o Fórum das Seis;
  • Negociação das pautas específicas somente após a conclusão das discussões salariais;
  • Rechaçar qualquer forma de imposição de benefícios condicionantes ao encerramento da greve;
  • Rechaçar o documento enviado pela reitoria que desrespeita o direito de greve dos trabalhadores da Área de Saúde;

 

Os trabalhadores foram categóricos em afirmar que a greve é o único instrumento de mobilização capaz de arrancar negociação salarial e, por isso, não podemos abrir mão dela pelo simples fato do reitor “querer” negociar a Pauta Específica.

Ao decidir o valor do reajuste dos benefícios sem negociação com os trabalhadores, o reitor Tadeu prova, com esta postura, que há dinheiro em caixa não só para a concessão do benefício como também do reajuste salarial.

O fato é que a nossa luta por salário é unificada pelas três universidades paulistas e vem antes das questões específicas. Então vamos seguir firmes com nossa greve que está crescendo e preocupando os gestores.

Vale lembrar que amanhã (8) tem nova reunião do Fórum das Seis, às 9h, para avaliar o retorno das assembleias.

 

poradmin

Boletim 049/2014

Baixe aqui o Boletim 049/2014, de 07 de Julho de 2014.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2014/07/Boletim_49_2014FINAL.pdf” language=”pt_BR”]

porFernanda de Freitas

Área de Saúde fortalece a greve diante de reajuste zero

reuniap_superintedencia_HC

Comando de Greve do HC e superintendência discutem greve na área hospitalar

Na quarta-feira passada (2) o STU e os representantes do Comando de Greve do HC se reuniram com o superintendente do hospital, João Batista de Miranda, para discutir a redução do serviço em detrimento à adesão dos trabalhadores à greve.

O encontro discutiu a situação de que no hospital há muita pressão para que os profissionais não abandonem o posto de trabalho por lidar diretamente com assistência médica.

O superintendente afirmou que apoia a luta, mas está preocupado que a paralisação dos serviços possa gerar desassistência, prejudicando os pacientes que não forem atendidos.

Apesar da situação, os trabalhadores ressaltaram a importância de garantir o direito de greve, independente do serviço prestado. Lembrando ainda que, no caso do HC, o serviço está sendo organizado de forma a garantir a redução gradual do atendimento por meio de escala de funcionários.

No dia seguinte, quinta-feira (3), a chefia de gabinete da reitoria encaminhou documento ao sindicato indicando que respeita o direito de greve de seus servidores, mas destaca que os serviços e atividades essenciais, como a assistência médica e hospitalar, deverão funcionar plenamente.

A indicação do Comando de Greve é que os serviços deverão sofrer redução de atendimento, mas que serão garantidos os atendimentos de urgência e emergência.

O STU entende que o documento é arbitrário porque vai de encontro ao direito fundamental de greve. E lembra que, em muitos casos, a administração hospitalar já desmarcou procedimentos eletivos por motivos diversos. O fato é que, a preocupação dos gestores deve ir além da manutenção da assistência, estendendo-se para a garantia de condições de trabalho e de remuneração justa aos funcionários.

Os trabalhadores da área hospitalar reunidos no Comando de Greve, na sexta-feira (4), reafirmaram a necessidade de fortalecer a greve no HC, principalmente porque o Cruesp reapresentou o reajuste zero na última reunião de negociação com o Fórum das Seis.

Confira abaixo à íntegra do documento:

 

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2014/07/Docto.-chefe-de-gabinte_saude.pdf” language=”pt_BR”]

 

Docto. chefe de gabinte_saude

poradmin

Boletim do Fórum das Seis

Baixe aqui o Boletim do Fórum das Seis, de 04 de Julho de 2014.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2014/07/Boletim-do-F6-4-julho-2014.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Boletim 048/2014

Baixe aqui o Boletim 048/2014, de 03 de Julho de 2014.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2014/07/Boletim_48_2014FINAL.pdf” language=”pt_BR”]

porFernanda de Freitas

Movimento grevista intensifica atividades na DGA E DGRH

dga2_03_07_14_ferdefreitas

Trabalhadores da DGA são recepcionados pelo movimento grevista

Hoje (3) pela manhã o movimento grevista voltou a se reunir com os funcionários da DGA e DGRH para discutir os desdobramentos da greve frente à nova situação de abertura de negociação entre Fórum das Seis e Cruesp.

Os grevistas reforçaram que a unificação do movimento possibilitou arrancar do Cruesp uma reunião de negociação que será hoje, às 16h, em São Paulo.

Muitos trabalhadores que não aderiram ao movimento expressaram apoio à luta dos grevistas tendo em vista o desrespeito da parte dos gestores em não apresentar uma proposta de índice de reajuste.

O objetivo do movimento é intensificar a luta de forma que a cada dia que passa, mais trabalhadores participem do movimento fazendo com que a nossa mobilização siga forte.

dgrh_03_07_14_ferdefreitas

Trabalhadores da DGRH são recepcionados pelo movimento grevista

poradmin

Mobilização arranca reunião de negociação com o Cruesp

A greve unificada de funcionários, professores e estudantes da Unicamp, USP e Unesp – com manifestações na capital e muita mobilização e resistência nas universidades diante da intransigência do governo tucano e dos reitores – fez o Cruesp agendar reunião de negociação para esta quinta-feira (3).
Em comunicado enviado ontem, a presidente do Conselho, Marilza Vieira Cunha Rudge, convoca o Fórum para uma reunião às 16 horas na sede do Cruesp, em São Paulo.
Este é um importante passo, uma vez que os reitores não vinham se mostrando dispostos a dialogar com os trabalhadores. No entanto, as categorias esperam que, de fato, a reunião estabeleça uma negociação que respeite o direito de greve e as reivindicações apresentadas pelos servidores e estudantes desde 17 de abril, quando foi protocolada a pauta.

AGENDA DA LUTA

Quinta – Feira (03/07)

6h30 – Panfletagem DGA
9h30 – Reunião com a assessoria jurídica do STU referente ao dossiê entregue à reitoria pelas trabalhadoras da DEdIC (na sede do sindicato)
10h00 – Debate organizado pelo Sintusp, Sintunesp e STU sobre a greve e as universidades (na DGA)
11h – Reunião da Comissão de Comunicação (na sede do STU)
11h00 – Comando de Greve da Área de Saúde (no F-2)
13h00 – Reunião do Fórum das Seis (na sede da Adunesp/Sintunesp, em São Paulo)
14h00 – Reunião da Diretoria do STU
16h00 – Reunião do Fórum das Seis com o Cruesp, na sede do Conselho, em São Paulo)
16h00 – Debate sobre a Estrutura da Pós-Graduação (na Escadaria do IFCH)
17h30 – Caldo na Cantina do IFCH
18h00 – Reunião do Fórum das Seis para avaliação da proposta do Cruesp, em São Paulo.

Quinta – Feira (03/07)

8h30 – Concentração na DGA
10h00 – Reunião entre STU, DCE e Adunicamp
10h00 – Posse da diretoria da FCM

poradmin

Comando faz avaliação positiva da luta

Na manhã de ontem trabalhadores em greve conversaram com funcionários da DGA e DGRH sobre a importância do movimento e a necessidade de intensificar a greve para que haja negociaçao na data-base.
Durante o debate, foi ressaltado que nenhuma categoria teve reajuste zero na data-base esse ano. Essa realidade demonstra o quanto a greve nas universidades é legitima para superar a intrasigência do Cruesp.
Na reunião do Comando, a avaliação das atividades na DGA e DGRH e da greve foi muito positiva.

poradmin

Boletim 047/2014

Baixe aqui o Boletim 047/2014, de 03 de Julho de 2014.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2014/07/Boletim_03-07-2014final.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

A luta segue na Unicamp!

Hoje tem debate sobre as cotas raciais, às 10 horas, em frente à DGA. Participe.

Com mais de um mês de paralisação, o Cruesp segue ignorando os trabalhadores e a reivindicação de uma negociação salarial. Por isso, a categoria decidiu na última assembleia, realizada no dia 30 de julho, pela continuação da greve.
Hoje, a reunião do Comando de Greve terá início às 14 horas.
Na parte da manhã acontecerá um debate sobre cotas na universidade, organizado pela Frente Pró-Cotas e pelo Núcleo de Consciência Negra da Unicamp. O objetivo é fortalecer as discussões durante a greve para a construção de uma universidade democrática.
É importante que todos os trabalhadores participem das atividades e ajudem a construir os rumos da mobilização.

Greve se fortalece o HC

Os servidores do HC iniciaram na manhã de ontem uma fase maior adesão à greve entre os funcionários do centro cirúrgico.
Agora, os trabalhadores reforçam a pressão pelo reajuste salarial e por respeito aos servidores e ao serviço público. A posição dos trabalhadores é de parar 30% do efetivo todos os dias.
É a greve crescendo.

AGENDA DA LUTA

Quarta – Feira (02/07)

8h30 – Atividades na DGA
10h00 – Debate ‘Cotas e inclusão na Universidade’, na DGA
14h00 – Comando de Greve

Quinta – Feira (03/07)

15h00 – Reunião do Fórum das Seis