Categoria Comunicados

porFernanda de Freitas

Resposta da reitoria às demandas da Pauta Específica Emergencial

Confira abaixo o Oficio do Gabinete do Reitor, encaminhado ao STU em 30/06, em resposta às demandas da Pauta Específica emergencial, apresentada pela Comissão de Trabalhadores em processo de negociação.

porFernanda de Freitas

Carta Aberta à População: Pacientes dos dos Hospitais da Unicamp

O STU lançou uma nova Carta aberta à população direcionada, especialmente aos pacientes dos Hospitais da Unicamp, destacando uma importante vitória: a suspensão da tramitação do projeto de Autarquização dos hospitais da Unicampnos órgãos do governo do Estado.

Mas não podemos relaxar porque, a partir de outubro, o projeto poderá seguir para a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), onde deputados e deputadas decidirão o futuro de um dos maiores patrimônios da saúde pública do estado: o Complexo Hospitalar da Unicamp.

Você também pode contribuir com essa mobilização: AQUI, disponibilizamos um modelo de carta para ser enviada aos deputados estaduais, cobrando voto contrário à Autarquização e à entrega da gestão do Complexo Hospitalar da Unicamp.

porFernanda de Freitas

Moção de Solidariedade aos trabalhadores terceirizados do setor de montagem e manutenção da Replan

Os trabalhadores da Unicamp, reunidos em Assembleia Geral, ontem (25), votaram de forma unânime pela solidariedade aos trabalhadores terceirizados do setor de montagem e manutenção da Replan em greve, há mais de 10 dias, e repúdio às agressões que sofreram de capangas contratados pela patronal, cometidos na madrugada do dia 24/06 e 26/06.

Se trata de uma inadmissível escalada de violência por parte da patronal contra o legítimo direito de greve e reivindicação por parte dos trabalhadores, por melhores salários e condições de trabalho.

Essa ação é um ataque ao conjunto da classe trabalhadora, às suas organizações e à sua luta.

Toda solidariedade à greve dos trabalhadores da montagem e manutenção da Replan!


Campinas, 25 de Junho de 2026
Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp

porFernanda de Freitas

Moção de Repúdio aos ataques contra o IEL

Os trabalhadores da Unicamp, reunidos em Assembleia Geral, convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU), manifestam repúdio à nova invasão promovida por militantes da extrema direita ao Instituto de Estudos da Linguagem (IEL), ocorrida em 23 de junho.


O episódio soma-se a uma sequência de ataques que vêm transformando espaços da universidade em alvo de ações provocativas, intimidatórias e antidemocráticas.


Esses ataques constantes fazem parte de uma estratégia deliberada de perseguição à universidade pública, aos seus trabalhadores, estudantes e docentes.


Utilizando gravações não autorizadas, constrangimentos e a exposição de membros da comunidade universitária nas redes sociais, esses grupos buscam deslegitimar o serviço público, disseminar discursos de ódio e atacar instituições comprometidas com a produção de conhecimento crítico.

É inadmissível que servidores sejam intimidados e constrangidos em seus locais de trabalho e que a violência política passe a fazer parte da rotina universitária. A Unicamp não pode se omitir diante da escalada desses ataques.


O STU se solidariza com os trabalhadores e estudantes do IEL e exige apuração rigorosa dos fatos, responsabilização dos envolvidos e medidas concretas para garantir a segurança da comunidade universitária.

Também cobramos da reitoria e das direções das unidades uma atuação firme para impedir que novos episódios de intimidação e violência ocorram dentro do campus.


Defender a universidade pública é defender a democracia, a liberdade de pensamento e o direito de todos a uma educação pública, gratuita, de qualidade e socialmente referenciada.


Campinas, 25 de Junho de 2026
Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp

porFernanda de Freitas

Moção de Apoio e Solidariedade ao Povo Boliviano

O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU) vem a público prestar nosso total apoio e chamar a cercar de solidariedade ativa a rebelião dos trabalhadores, camponeses e povos indígenas da Bolívia contra o pacote de ajustes e privatizações do governo de Rodrigo Paz, aliado de Trump.

Saudamos a resistência heroica do povo boliviano nos bloqueios e nas ruas, que enfrenta corajosamente a escalada repressiva, a direita latino-americana e a submissão ao imperialismo norte-americano.

Repudiamos veementemente o papel inaceitável do governo Lula, que prestou apoio a Paz conclamando “ajuda humanitária” e atua como cúmplice da repressão ao autorizar o envio de armamentos pelas Forças Armadas bolivianas para reprimir a mobilização popular.

Exigimos o fim imediato de qualquer envio de munições ou apoio político do Brasil ao governo Paz. Estamos ao lado do povo boliviano contra o goveno Paz.

Campinas, 16 de Junho de 2026
Diretoria do STU

porFernanda de Freitas

STU entra com ação civil por causa do atraso nos salários

O departamento jurídico do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade de Campinas (STU) tem o propósito de informar que, na manhã desta quinta-feira (08/06), no intuito de defender os/as servidores/as que não receberam seus salários, ingressou com uma ação civil pública contra a Unicamp e o Banco do Brasil.

Nessa ação, foi requerida a concessão de medida liminar visando ao bloqueio dos ativos financeiros das mencionadas instituições e à imediata transferência dos valores devidos a cada trabalhador que não recebeu sua remuneração referente ao mês de maio.

Alternativamente, conforme entendimento do juiz de plantão, foi solicitada a aplicação de uma multa diária até que o pagamento seja efetuado, sendo que tal valor seria revertido em benefício do trabalhador prejudicado.

O pedido de medida liminar foi protocolado pessoalmente junto ao juiz de plantão, que se comprometeu a analisá-lo ainda no dia de hoje (08/06).

Tão logo tenhamos qualquer informação adicional a respeito, estaremos prontos para comunicá-los.

Como recorrer juridicamente

Atenção trabalhadoras e trabalhadores que têm conta com vencimento com data de 06/06, todos os casos serão analisados pelo jurídico do STU.

O mesmo vale para as/os que têm conta salário e não receberam ainda.

Encaminhar os documentos digitalizados para o email [email protected]:

1) cópia da conta com vencimento 06/06 (ou 07/06 para os que não receberam ainda)

2) holerite de Junho

3) cópia do extrato bancário desse período.

Não fique só, fique sócio!

porFernanda de Freitas

Nota Pública STU | O povo brasileiro votou pela democracia

Após 12 anos, Lula retorna à presidência do Brasil.

Em um dia histórico, a eleição pra presidente teve enredo de drama e suspense, com final feliz.

A corrida eleitoral se deu de forma desproporcional, uma vez que o atual presidente utilizou a máquina do Estado para garantir sua reeleição.

Bolsonaro com toda a estrutura governamental liberou verbas para o orçamento secreto, para os auxílios, estourando o teto de gastos, utilizou-se de fake news e por último os órgãos de controle para impedir que os eleitores de Lula no nordeste pudessem chegar às urnas para votar.

Nunca antes na história durante a eleição no país um governo se utilizou da PRF para fazer operações nas estradas. Foram ao todo 560 operações.

Mesmo com todas essas ações, Bolsonaro não conseguiu impedir a vitória da democracia. Lula obteve 50,9% dos votos, enquanto Bolsonaro obteve 49,1%, uma vitória apertada que mostra o bolsonarismo como um obstáculo a ser ultrapassado no próximo período.

O Brasil retoma o rumo da democracia com a vitória da frente ampla capitaneada pelo PT de Lula. Porém terá sérios desafios para o próximo período.

Crédito: Imagem do Twitter Lula

Equilibrar as contas, retomar o crescimento, a defesa do estado e manter as políticas sociais que garantam o atendimento das populações em situação de vulnerabilidade.

É bom lembrar que o STU faz parte dessa conquista pela defesa da democracia no país, pois foi uma das primeiras entidades a apoiar a candidatura do Lula e trouxe o presidente à Unicamp para debater a democracia.

Também é necessário observarmos qual será a política de Tarcísio no estado de SP, pois há a preocupação de que ele diga sim as políticas de Bolsonaro do desmonte do Estado e ataque às universidades.

O papel dos trabalhadores é estar nas ruas, defender a democracia e garantir os direitos.

Dia 1° de Janeiro será um novo dia!

Agora é Lula!

porStéphane Powaczuk

Vem para o Ato Unificado dia 31/05 você também!

Queremos resposta à nossa PAUTA UNIFICADA já! 20,99% é só recomposição salarial.
Estamos cansados de esperar, e por isso vamos nos mobilizar em frente à reitoria da Unicamp, nesta terça-feira, 31/05, às 11h, para pressionar o Tom Zé, presidente do CRUESP a negociar com o Fórum das Seis! Este Ato Unificado precisa da sua voz, da sua luta e da sua persistência! Todos e todas juntas pela valorização do nosso trabalho!
Confira a seguir um vídeo da diretoria do STU convidando você para o ato unificado:

porFernanda de Freitas

STU repudia manifestações de Racismo na Câmara de Campinas

Solidariedade à vereadora Paolla Miguel

O STU  repudia veemente  o  ataque racista sofrido pela vereadora Paolla Miguel  (PT), ontem (08/11), na sessão da Câmara Municipal de Campinas. A vereadora defendia um projeto de lei de promoção da comunidade negra e importante para uma política antirracista na cidade,  quando foi agredida verbalmente por um grupo racista e antivacina  que se manisfestava ocupando  parte da área destinada ao público.

No mês de novembro que é dedicado a importantes discussões e ações para combater o racismo e a desigualdade social no país, ataques como esse demonstram  o quando se faz necessário   o debate e a luta  antirracista.

Racismo é crime gravíssimo inafiançável. Práticas e atitudes preconceituosas e racistas  são crimes contra a comunidade negra não devem ser  tolerados. O  ódio racista desconhece  e insurge  contra a formação da identidade do nosso povo. E afronta  a dignidade  da pessoa e aos direitos humanos.
Prestamos a nossa solidariedade  à vereadora Paolla Miguel  que traz consigo a luta da mulher negra contra o preconceito.

Grupo de reacionários racistas e antivacina durante a sessão da Câmara – Foto: reprodução da TV Câmara

porFernanda de Freitas

Oportunidade para o mês de novembro

 Troca de convênio médico – proposta válida somente esse mês

Oportunidade exclusiva  para os/as  funcionários/as da UNICAMP e FUNCAMP, associados ao STU – Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp,  podem fazer  a  portabilidade imediata do seu convênio atual para a Saúde Beneficência, com excelentes condições e  benefícios  com carência zero!*

Uma ótima chance para quem está pagando uma fatura muito alta no seu convênio médico e da sua família. Ou caso não se sinta satisfeito com o seu plano de saúde.  Aproveite essa oportunidade.

*Consulte as condições. Muitos  já fizeram a sua migração. Faça a sua também.  Entre em contato conosco via whatsapp ou por e-mail e não perca tempo, essa oportunidade é por tempo limitado  (válida somente para o mês de novembro).

QUÊM PODE ADERIR? (no ato da contratação)

 Cônjuge ou companheiro (a);
 Filhos (as) e Enteados (as) solteiros de qualquer idade;
 Filhos (as) adotados de qualquer idade;
 Menores tutelados e curatelados;
 Pai e Mãe;
 Sogro e Sogra;
 Netos (as) até 18 anos 11 meses e 29 dias;
 Bisnetos (as) do titular
 Irmãos (as) e sobrinhos (as) do titular
 Tios (as) do titular
 Cunhados (as) do titular
 Noras e genros do titular


INFORMAÇÕES

Whastsapp do STU
 (019) 99744-4890    

E-mails:

 [email protected]

[email protected]

Planos

porFernanda de Freitas

Plenária Nacional contra a PEC 32

As centrais sindicais convocam todos os trabalhadores e trabalhadoras para a Plenária Nacional contra a PEC 32, que ocorrerá no sábado (13), das 8h30 às 13h, pela plataforma Zoom. As inscrições para a atividade podem ser realizadas pelo site bit.ly/inscricao_plenaria

As mobilizações contra a Reforma Administrativa continuam por todo Brasil. Temos que intensificar a luta contra a Proposta que é um ataque frontal aos serviços públicos, como saúde e educação, e que vai atingir sobretudo os mais pobres.

Vamos derrotar a PEC 32, Bolsonaro, Mourão, Guedes e todos que exploram e oprimem nossa classe! Participe da Plenária!

Inscreva-se, vagas limitadas
bit.ly/inscricao_plenaria

porFernanda de Freitas

STU SE REÚNE COM CECOM PARA DISCUTIR A PAUTA DE VACINAÇÃO

No dia 15/10,  o STU participou de uma reunião com a direção do CECOM para discutir a pauta das vacinas, a partir das demandas levantadas por diretoras do sindicato da área de saúde. O diretor Kiko esteve na reunião representando  o STU , e  pelo CECOM  (Centro de Saúde da Comunidade) estiveram presentes a coordenadora Rose e o coordenador adjunto Rogério.

Na reunião foram pontuadas as seguintes questões:

Responsabilidade  sobre a vacinação

Cabe às Secretarias de Saúde Municipal e Estadual. No caso da 3º dose, assim como ocorreu no início da vacinação em que os hospitais ficaram responsáveis por vacinar suas equipes, esse procedimento foi mantido para a dose de reforço.  A Secretaria de Saúde repassou 4 mil doses da vacina para Unicamp. A Unicamp optou por usar o sistema de agendamento da Secretaria Municipal de Saúde  para permitir organizar melhor o processo de vacinação e dar liberdade de escolha dos dias e horários mais convenientes para o funcionário. Por isso a inscrição e o agendamento é o mesmo da Secretaria Municipal de Saúde.

Quem pode e deve tomar a 3ª dose

Trabalhadores da saúde que  receberam a última dose (2ª dose)  da vacinação inicial  há  mais de seis meses.  Nesta primeira fase destina-se aos trabalhadores que tomaram a segunda dose nos meses de janeiro/fevereiro/março. O calendário dos que tomaram a 2º dose em abril será aberto em breve. Apesar do CECOM estar realizando a vacinação da 3ª dose, o trabalhador da saúde também pode tomá-la na unidade de saúde de sua cidade, mediante a devida comprovação.

Sobre o horário da vacinação – das 8h30 às 14h30

Com o objetivo de permitir uma melhor distribuição e organização do processo de operacionalização da vacina, a campanha está ocorrendo no espaço da Legolândia / FCM.

A partir das 8h30

 De acordo com o CECOM a sistematização na logística de preparação, transporte e segurança, dificulta a antecipação desse horário.

 Até às 14h30

O limite é decorrente  da abertura do lote de vacinas  e a necessidade de tempo –  se houver sobras de doses –  em repassá-las  aos postos de saúde para serem utilizadas no mesmo dia. Uma vez aberto o lote, ele não pode ser armazenado de um dia para o outro. Com base nessa estrutura, o CECOM não conseguiu adequar um horário mais abrangente para atender os trabalhadores do período noturno.

Sobre as 1ª e 2ª doses

O  processo de vacinação fora esse da 3ª dose é conduzido pela Secretaria de Saúde, utilizando os critérios públicos de inscrições. Nesse caso, todos com mais de 18 anos, que ainda não tomaram devem agendar no sistema da Secretaria de Saúde.

Compromissos que o CECOM assumiu para o STU

– Elaborar uma planilha com os dados comparativos entre o percentual de vacinados e  como o horário influiu no processo do esquema vacinal de reforço. E a partir dos dados levantados,   discutir alternativas com o sindicato  que facilite a vacinação da 3º dose dos trabalhadores do período noturno.

– Organizar uma nota informativa às unidades de saúde dando mais esclarecimentos sobre o processo de vacinação.

porFernanda de Freitas

Retorno ao trabalho presencial com segurança

 Na última quarta-feira (20/10) aconteceu uma reunião entre o STU e representantes com a Reitoria para dar continuidade no debate da  pauta sobre  a política sanitária do retorno. A reunião é a  continuidade do encontro realizado em 13 de setembro. O STU   destaca a importância da continuidade das medidas necessárias para proteção dos funcionários.

Diversos pontos que tratam  de garantias à saúde e na segurança dos/as trabalhadores/as

Os fretados

A reitoria se comprometeu a fazer uma discussão específica  com o STU e a prefeitura do campus para discutir as questões específicas do fretado no que diz respeito a ventilação e distanciamento. 

Ambientes interno

 Foi anunciado  um conjunto de providências para garantir a filtragem do ar nos aparelhos de ar condicionados, mas  estas dependem de contratações.

Avaliação sanitária das Unidades

Alegou que delegou aos comitês locais  um balanço das dificuldades sanitárias nas unidades e que fará uma cobrança com agenda para que se tenha um balanço da situação. As unidades devem recorrer se necessário as análises técnicas arquitetônicas e da segurança do trabalho.

Máscaras

A Unicamp reafirma política centralizada de distribuição das máscaras e mantém como prioridade a distribuição de máscaras tipo cirúrgica e as Pff2 só para situações específicas. 

Os representantes reafirmaram a preocupação com política do retorno, sem que as condições sanitárias sejam asseguradas e que a reitoria deveria ampliar o debate com as entidades, uma vez que  existe a tendência no agravamento dos problemas  na medida da ampliação do retorno e aumento da população que frequenta o ambiente universitário.

porFernanda de Freitas

O STU é contra as políticas ultraliberais e negacionistas adotadas pelo Governo Bolsonaro

O STU, acatando a votação e deliberação em assembleia, apoia o  #ForaBolsonaro, são diversas razões  que foram apontadas. A política neoliberal adotada pelo Governo Bolsonaro, que vem ao longo da gestão Bolsonaro/Guedes, prejudicando  os trabalhadores (ras) e suas famílias, essa forma de administração somada aos aumentos no custo de  vida básico como: alimentação, combustíveis, gás de cozinha e contas de luz. Também  a péssima condução  frente à pandemia que acarretou mais de 600 mil mortos, no intuito de favorecer o empresariado, simplesmente expôs a população ao risco da  contaminação  usando a  defesa  do tratamento precoce,  comprovadamente sem eficácia segundo várias autoridades sanitárias. A corrupção  que cobre o Planalto tendo como  foco central o Ministério da Saúde. O Governo Bolsonaro realizou compras superfaturadas e esquemas corruptos na compra  de itens para a pandemia  (desde  máscaras até as  vacinas)  não adquiriu vacinas suficientes para a população.  Não protegeu a população mais vulnerável, chegou a negar  equipes médicas e água potável aos povos indígenas e quilombolas. Cortou orçamento nas  áreas de ciência e pesquisa,  educação e SUS.  O desemprego em taxa recorde e as inúmeras reformas  como  a da Previdência,  o ataque  aos servidores públicos por meio da Reforma Administrativa entre outras mazelas    são situações de repúdio a esse governo.   Bolsonaro e política da sua gestão têm causado a destruição do meio ambiente e que juntamente com a  falta de investimentos acarretam  uma crise  hídrica sem precedentes , trazendo além das alterações climáticas , a iminência de um  apagão no país todo.  Bolsonaro também  toma atitudes antidemocráticas por incontáveis vezes, ao defender torturadores e ameaçar  “golpear” as instituições e demais poderes  afrontando a Constituição.

Entenda melhor alguns pontos:

1 – Mortes pela Covid  – falta de política pública na área de saúde pública , corrupção na compra de vacinas e defesa de tratamento sem comprovação científica

Ultrapassamos  600 mil  mortos desde que a pandemia do novo coronavírus chegou ao Brasil, em março  de 2020.  Apesar  de várias autoridades sanitárias  afirmarem  que o tratamento precoce defendido por  Bolsonaro é ineficaz. A CPI da Covid tem descortinado todo o esquema corrupto  entre o Governo Federal durante a pandemia da Covid.

2- Alta nos preços dos alimentos e a volta ao mapa da fome

A proteína desapareceu do prato do brasileiro. Parte da população trocou carne de vaca, por frango, depois por ovo e agora por osso que antes era doado agora é vendido. Muitos brasileiro não conseguem comprar nem osso.  No peso do custo do prato da família brasileira somam-se os preços do arroz, feijão, óleo,  e outros itens de alimentação básica.  A carne suína subiu 29,5%; o frango (17,1%); a carne bovina (16,2%); e o ovo (11,4%) em 2020. Quase 50 milhões de brasileiros passam fome ou não comem o suficiente no Governo Bolsonaro

3- Aumentos dos combustíveis, gás de cozinha e contas de luz

Bolsonaro diferentemente do que prometeu:  aumentou todos os itens de energia. Nos últimos 12 meses a alta chegou a 43,92%. O botijão de gás já subiu 57% . As contas de luz também dispararam. Somente no mês passado, o governo reajustou a bandeira vermelha, a mais cara cobrada sobre a conta, em 20%.

4 – Inflação que consome o salário 

O índice da inflação no país chegou a 8,35% nos últimos 12 meses.  O trabalhador perdeu o poder de compra e as famílias estão muito endividadas

5 – Desemprego recorde

A informalidade chega a quase 40 % da população do país. Esses brasileiros  fazem  bicos para sobreviver. A taxa de desemprego bateu recorde, alcançando  cerca de 15%. Esse número altíssimo prejudica  os trabalhadores na ativa, favorece os empresários e compromete  a atuação dos sindicatos. Existindo uma grande massa de mão de obra  – Cortes no SUS e na Educação

6- Reforma da Previdência

A reforma da Previdência, em 2019,  afetou diretamente os trabalhadores e trabalhadoras, aumentou o tempo de contribuição; reduziu o valor a ser recebido; viúvas só receberão 60% do benefício e seus filhos 10% cada um; obrigou a uma idade mínima de 62 anos para as mulheres e 65 anos para os homens, e determinou que o teto do benefício seja pago somente após 40 anos de contribuição, além de diversas maldades

7 – Reforma Administrativa (PEC nº 32)

A reforma Administrativa acaba com a estabilidade do servidor público que ficará à mercê do governo de plantão, e consequentemente aumentar os casos de corrupção. A proposta do governo é o desmonte do serviço público para que, sem pressão da sociedade, o governo passe para a iniciativa privada tudo que hoje é gratuito, como a educação, a saúde, a previdência, a segurança, as estatais e os órgãos de controle que fiscalizam o próprio governo.

porFernanda de Freitas

Reunião Preparatória sobre retorno ao trabalho presencial

No dia 20 acontecerá uma reunião junto à reitoria que dará prosseguimento na discussão sobre o retorno presencial dos trabalhadores e trabalhadoras da UNICAMP.

Na última reunião (13/09) diversas questões sobre a adoção de medidas sanitárias seguras aos trabalhadores ficaram pendentes de discussão.

O STU organizou uma plenária para tratar das questões legais e técnicas do retorno. Durante o encontro, ficou evidente a existência de muitas dúvidas dos trabalhadores sobre as condições sanitárias adequadas prometidas pela universidade.

Foram realizados os seguintes apontamentos: falta um plano que dê visibilidade às questões imediatas e futuras, para se criar um ambiente de retorno com ventilação e iluminação natural nos prédios, funcionamento dos restaurantes, fretados etc.

O retorno aumenta a circulação de pessoas e quando ocorrer o retorno dos estudantes a movimentação será ainda maior.

Por isso haverá reunião virtual (link: https://meet.google.com/xoq-pxpe-jhv) na segunda-feira (18), às 10h, para tratarmos sobre essa pauta a fim de levarmos para reunião com a reitoria.

porFernanda de Freitas

Fórum das Seis repudia a Chacina no Jacarezinho

Quantas mortes ainda serão necessárias?

O Fórum das Seis – que congrega as entidades sindicais e estudantis da Unesp, Unicamp, USP e Centro Paula Souza (Ceeteps) –, reunido nesta data, manifesta veemente repúdio aos terríveis fatos ocorridos no Jacarezinho, zona norte do Rio de Janeiro, na manhã de 6/5/2021.

Conforme relatos dos moradores, eles foram acordados pelo barulho de intenso tiroteio, em uma operação da DPCA (Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente), com o apoio da CORE (Coordenadoria de Recursos Especiais), e foram submetidos a várias horas de verdadeiro horror, que resultaram na morte de 27 civis e um policial. Os relatos de familiares e testemunhas, quase sempre sob anonimato, por temor de represálias, apontam que a operação policial militar mais letal da história do Rio de Janeiro foi uma chacina.

A tentativa de justificar as mortes sob a alegação de que as vítimas seriam “criminosos”, argumento usado inclusive pelo vice-presidente da República, não se sustenta, uma vez que não há pena de morte em nosso ordenamento jurídico, nem os agentes de segurança do Estado estão autorizados a executar quem quer que seja, criminoso ou não.

  Como tão bem pergunta a canção de Bob Dylan, dedicada às vítimas da guerra do Vietnã, “quantas mortes ainda serão necessárias, para que se saiba que já se matou demais”?

Para o povo negro e pobre das comunidades do Rio de Janeiro e de todo o país, já passou da hora de termos respostas a esta indagação.

O Fórum das Seis subscreve nota divulgada por um conjunto de entidades do Rio de Janeiro (https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSceqrdYTOobhYXSefhzDl_Svz8doP55rlkne_Icana7iUiQwQ/viewform) para clamar pela rigorosa apuração dos fatos e punição de todos os responsáveis na forma da lei.

Diz o texto:

“Como se já não bastasse estarmos morrendo por uma doença pela qual já existe vacina, ainda somos submetidos a um cotidiano de brutal violência por parte do Estado. Não há outro nome para o que acontece nas favelas e periferias. O que vivemos é genocídio contra a população negra desse país. Diante dessa realidade de extermínio, seguimos com o mesmo questionamento: quais vidas importam?

Será que em bairros nobres localizados na Zona Sul da cidade do Rio ou em condomínios luxuosos na Barra da Tijuca o método de suspeição é o mesmo? Será que se sentem coagidos ou com medo de serem acordados por uma operação policial?

O genocídio contra corpos negros e favelados segue naturalizado e sem causar espantos. As instituições públicas, como em um acordo tácito, seguem silenciosas, sem criar qualquer tipo de mecanismo eficaz que possa frear o extermínio desses mesmos corpos.

Exigimos explicações e questionamos: como o Estado pretende atuar no território depois dessa chacina? Como recuperar o trauma das milhares de pessoas que foram submetidas ao terror policial? Como os familiares das vítimas serão amparados? Quais os mecanismos institucionais de prevenção às ações como as que vivenciamos no dia de hoje? Esperamos respostas!”

São Paulo, 10 de maio de 2021.

Fórum das Seis

porFernanda de Freitas

STF retira de pauta o julgamento da ação que discute correção monetária do FGTS

O julgamento da ADI 5090 que discute a substituição da Taxa Referencial (TR) para correção monetária do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) por algum índice que reponha as perdas decorrentes da inflação, a partir do ano de 1999, estava agendado para o dia 13/05/2021, no entanto, foi retirado de pauta pelo Supremo Tribunal Federal no dia 06/05/2021.

Uma nova data deverá ser marcada para que o processo seja apreciado pelos ministros, no entanto, o STF não detalhou nova data para a realização do julgamento.