Categoria Comunicados

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Fórum das Seis repudia corte de ponto e pede audiência com Alckmin

Neste dia 22, as entidades presentes à reunião do Fórum das Seis também se manifestaram veemente repúdio a qualquer ameaça de corte de ponto dos trabalhadores em greve. Por meio de ofício, na última segunda-feira, a reitoria da USP ameaçou os servidores de descontar os dias parados. Mas, em assembleia lotada, os técnico-administrativos da USP decidiram manter a greve e repudiar mais essa medida antissindical das reitorias.
O jurista Jorge Luiz Souto Maior, que fará palestra sobre a criminalização dos movimentos sociais na próxima segunda (28) aqui na Unicamp, classificou a ameaça da reitoria Zago de “um atentado ao direito de greve e uma violência aos servidores da USP”.
A reunião do Fórum também decidiu encaminhar ofício ao governador Geraldo Alckmin solicitando audiência para discutir o financiamento das universidades paulistas. Além disso, foi proposto às entidades de base que discutam o indicativo de um ato unificado em frente ao Palácio dos Bandeirantes (o tema será pautado na assembleia de hoje).

Boletim_ADunicamp_Nº282

Boletim_ADunicamp_Nº283

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Intransigência dos reitores possibilita luta unitária dos trabalhadores da Unicamp e Funcamp

Contra a expressa vontade dos trabalhadores, a data-base dos contratados via Funcamp continua sendo 1º de agosto. Sem institucionalizar a unidade com os contratados pela Unicamp, no 1º de maio.
Ainda assim, este ano, a truculência dos reitores e a falta de democracia na Universidade nos trouxe a oportunidade de lutarmos juntos pela igualdade econômica e política entre todos que constroem as universidades públicas de São Paulo, independentemente da modalidade do contrato.
As questões econômicas da pauta Funcamp estão sendo encaminhadas em negociação entre a Fundação e o sindicato oficial, mas nesta greve que já se estende por mais de dois meses, também lutamos pelo direito de nenhum funcionário ser demitido sumariamente. Queremos que o processo de demissão dos funcionários públicos contratados pela Fundação seja igual ao utilizado para os contratados diretamente pela Unicamp: com acusação escrita, defesa e relatoria. Somos funcionários do interesse público, não podemos ser tratados como mão-de-obra terceirizada. Até porque, mesmo para os trabalhadores do setor privado defendemos o fim das demissões imotivadas.
Esta medida trará resultados no combate ao assédio moral, que vitimiza os contratados Funcamp de forma muito mais intensa.
Para esclarecer e articular esta luta, participe da plenária na próxima quarta-feira (30/7), a partir das 11h30 no anfiteatro do HC (3° andar). O SEAAC será convidado a prestar esclarecimentos e lutar ao nosso lado!

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Boletim 060/2014

Baixe aqui o Boletim 060/2014, de 24 de Julho de 2014.

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Boletim Especial Funcamp

Baixe aqui o Boletim Especial Funcamp, de 24 de Julho de 2014.

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Boletim 059/2014

Baixe aqui o Boletim 059/2014, de 23 de Julho de 2014.

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Atividade hoje discute criminalização dos movimentos sociais e das lutas

“A criminalização e a Judicialização dos Movimentos” é o tema da atividade que será realizada a partir das 9h30, no Teatro de Arena da Praça da Paz. O presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Altino Prazeres, falará sobre o processo que aquela categoria vem enfrentando e como o Governo do Estado e o Judiciário têm atuado na margem da legalidade para tentar reprimir lutas. Representantes das centrais sindicais também estarão presentes.
Esta é uma grande oportunidade de discutir o direito de greve sob a ótica trabalhista e social. No Metrô de São Paulo, a demissão de 42 trabalhadores após uma greve por reajuste salarial fez com que juristas e advogados de todo o país questionem a ação do Estado. Da mesma forma que vem acontecendo em relação à prisão de ativistas sem provas e motivos no Rio de Janeiro, em São Paulo e no Rio Grande do Sul para tentar coagir os movimentos sociais.
Convocado de última hora para uma atividade em Brasília, o jurista Souto Maior não poderá estar presente. Mas já confirmou agenda para dialogar com os trabalhadores da Unicamp na próxima segunda-feira (28). Souto Maior, que é juiz do Trabalho, defende que piquetes e ocupações pacíficas de locais de trabalho são justificáveis quando buscam fazer valer, de fato, o legítimo e efetivo exercício do direito de greve.
A atividade de hoje é imprescindível não só para os trabalhadores em greve, mas, principalmente, para aqueles que por receio, constrangimento ou pressão da chefia se sentem inseguros em paralisar.
Além do debate, será apresentado um documento assinado por diversas entidades recriminando a postura da reitoria da Unicamp de judicializar a greve e buscar intimidar os trabalhadores.

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Carta Aberta à população

Baixe aqui o Carta Aberta, de 23 de Julho de 2014.

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Trabalhadores realizam ato durante abertura do COLE

Ontem, na abertura do 19º Congresso de Leitura do Brasil, na Unicamp, os trabalhadores realizaram um ato para denunciar o descaso do reitor José Tadeu Jorge e demais reitores do Cruesp com as categorias em greve e a intransigência no zero% de reposição das perdas de poder aquisitivo dos servidores.
Apesar de o reitor não ter comparecido, os trabalhadores aproveitaram o evento para passar o recado: no segundo semestre letivo a greve vai continuar!
O ato foi avaliado pelos participantes e pelo comando de greve como positivo e contou com a presença de uma delegação da Fasubra, que veio acompanhar a greve e participou do ato.
O STU teve uma fala após a mesa de abertura do evento e distribuiu carta aberta solicitando solidariedade dos participantes do 19º COLE para aderirem à campanha “Cole 10% já” em referência à reivindicação salarial de 10% para os trabalhadores das universidades estaduais paulistas.

porFernanda de Freitas

Greve das estaduais paulistas é pauta da revista Caros Amigos

revista_caros_amigos_greveSexta-feira (18) passada a revista Caros Amigos publicou matéria sobre a greve nas universidades paulistas.

O texto pauta a luta dos técnico-administrativos e docentes por salário, condições de trabalho e democratização da universidade.

Confira a reportagem: SP: Sem negociação, professores e alunos mantêm greve; confira um raio-x.

 

 

 

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Todos ao ato ‘COLE 10% já!’

Para marcar os 60 dias da greve, participe do ato durante a abertura do 19º COLE, às 9 horas, em frente ao Centro de Convenções!

Entre os dias 22 a 25 de julho ocorre na Unicamp o 19º COLE, Congresso de Leitura do Brasil, realizado pela Associação de Leitura do Brasil (ALB) com o apoio da Unicamp e outras instituições. São esperadas mais de 2500 pessoas.
Durante o evento o STU terá uma barraquinha com boletins e adesivos para dialogar com os participantes. Além disso, os trabalhadores entregarão uma carta aberta sobre a greve.
Aproveitaremos a presença do reitor José Tadeu Jorge na abertura do evento para cobrar o reajuste salarial da categoria e defender a universidade pública!

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AOS PARTICIPANTES DO 19º COLE

Nós, trabalhadores técnico-administrativos na Unicamp, saudamos os participantes do 19º Congresso de Leitura do Brasil e o fato da Universidade ter aberto suas portas ao encontro de pesquisadores, docentes e estudantes de todo o país.
Temos a lamentar, no entanto, que os servidores e professores desta Universidade não tenham suas necessidades para uma vivência digna e suas reivindicações recebidas de forma tão respeitosa pelo reitor da Unicamp, professor José Tadeu Jorge, pelos demais integrantes do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp) e pelo Governo do Estado de São Paulo.
A mais rica unidade federativa brasileira permite que os mais importantes centros de referência científica do país estejam com suas atividades paralisadas já há mais de 60 dias em razão da intransigência das autoridades constituídas que oferecem ZERO% de reposição das perdas de poder aquisitivo aos seus funcionários. Unicamp, USP e Unesp seguem em greve unificada em defesa do reajuste salarial, por uma educação pública de qualidade, por respeito aos trabalhadores e aposentados e por melhorias no atendimento à população nos hospitais universitários. Os reitores e o governador Geraldo Alckmin, entretanto, negam-se a efetivar real negociação.
Por isso, contamos com a solidariedade dos participantes deste evento onde estará em pauta a importância da educação pública e a construção do conhecimento. Tais valores não podem estar distanciados do respeito aos trabalhadores que constroem no dia-a-dia a excelência acadêmica. Não podemos, nós trabalhadores, ficarmos também à margem ou invisíveis. Cole 10% você também!
Campinas, 22 de julho de 2014
Diretoria do STU e Comando de Greve

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Carta Aberta ao 19º COLE

Baixe aqui a Carta Aberta ao 19º COLE, de 22 de Julho de 2014.

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Boletim 058/2014

Baixe aqui o Boletim 058/2014, de 22 de Julho de 2014.

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Boletim 057/2014

Baixe aqui o Boletim 057/2014, de 21 de Julho de 2014.

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Mais um zero? A greve continua!

Em assembleia cheia, trabalhadores da Unicamp decidem seguir com as atividades paralisadas até que haja negociação efetiva.

Na reunião de anteontem entre o Fórum das Seis e o Cruesp ficou evidente mais uma vez que os reitores não estão dando a mínima para o reajuste salarial dos trabalhadores. Os reitores não quiseram discutir a questão salarial, dizendo novamente que este assunto seria tratado em setembro/outubro.
Depois o Cruesp divulgou comunicado afirmando que foram discutidas pautas específicas, mas a reunião foi um exemplo de enrolação. O Fórum das Seis apresentou três pontos prioritários de discussão para as três universidades: aumento de recursos para a educação pública; mais transparência e democracia nas universidades; e permanência estudantil. O Cruesp, no entanto, deixou as reivindicações sem resposta.
Por pressão do Fórum, os reitores ficaram de informar até o próximo dia 21 (segunda-feira) o agendamento de nova reunião para discutir os pontos da pauta unificada.
Em resposta a mais uma enrolação e à nova “proposta” de reajuste zero, a assembleia dos trabalhadores da Unicamp realizada ontem deliberou que a greve continua! Já são 57 dias de paralisação e o movimento só cresce, com cada vez mais adesões de trabalhadores.

Debate das pauta específicas deve ser instrumento de pressão sobre reitores pelo reajuste

A categoria também aprovou indicar ao Fórum das Seis que libere as entidades para iniciarem discussões sobre a pauta específica, como forma de intensificar a pressão sobre os reitores em cada universidade e comprometê-los com reivindicações como a isonomia, por exemplo. Tal decisão não deve comprometer o objetivo principal, que é a reivindicação do reajuste salarial, nem a ampliação do movimento grevista.

Unir as lutas Unicamp/Funcamp

Foi aprovada também a unificação da luta com os trabalhadores contratados pela Funcamp, que têm data-base em agosto, ressaltando que a isonomia Funcamp/Unicamp integra a pauta específica.
A assembleia aprovou ainda propor ao Fórum das Seis não iniciar o 2º semestre letivo até que tenhamos o reajuste. Na terça-feira (22) acontece nova reunião do Fórum.
Na manhã da quarta-feira (23) ocorrerá um debate sobre a criminalização e judicialização dos movimentos, no Teatro de Arena da Praça da Paz, com a presença do jurista Jorge Luiz Souto Maior e Altino Prazeres (presidente do Sindicato dos Metroviários). O STU estenderá o convite às centrais sindicais, Fórum das Seis e Fasubra. A postura da reitoria da Unicamp de judicialização da greve e a multa de R$ 500 mil contra o STU sob a falsa acusação de impedimento a cirurgias no HC será discutida.

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Boletim 056/2014

Baixe aqui o Boletim 055/2014, de 17 de Julho de 2014.

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porFernanda de Freitas

17/07 – Assembleia dos Trabalhadores da Unicamp mantém greve

Decisão de prosseguir com a greve foi aprovada por ampla maioria dos trabalhadores que repudia o congelamento dos salários mantido pelo Conselho de Reitores

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Trabalhadores decidem manutenção da Greve (Beeroth de Souza)

Na manhã desta quinta-feira (17), a assembleia geral dos Trabalhadores aprovou a continuidade da greve na Unicamp, que completou 56 dias. A decisão ressalta a indignação da categoria diante da reunião de negociação ocorrida ontem (16), entre o Fórum das Seis e o Conselho de Reitores (Cruesp), onde foi apresentado mais um zero de reajuste salarial.

A avaliação dos presentes é que a greve está crescendo, apesar da Unicamp intimidar os trabalhadores e processar o STU sob o falso pretexto de que a greve tem impedido o serviço na área hospitalar. Bem como, garantir liminares jurídicas em unidades importantes, como o Bandejão, Restaurante Administrativo etc.

A categoria também aprovou indicar ao Fórum das Seis que delibere para as entidades que compõe o coletivo (sindicatos, diretórios centrais e associações de docentes) que iniciem as discussões sobre a Pauta Específica em suas respectivas universidades. Tal medida não deve comprometer o objetivo principal que é a reivindicação do reajuste salarial, tão pouco, a ampliação do movimento grevista nas três universidades paulistas.

Também foi indicado que o movimento grevista acompanhe as discussões sobre o processo de revisão do Estatuto da universidade, que está sendo proposto pelo Grupo de Trabalho (GT) criado pela reitoria sem discussão com a categoria e, muito menos, com as entidades do campus.

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Categoria responde ao 0% com mais greve na universidade

Os trabalhares também ressaltaram a importância de garantir, durante a discussão da Pauta Específica, a isonomia entre os trabalhadores da Unicamp e Funcamp, cobrando, inclusive, a unificação da data-base dos funcionários Funcamp.

Por fim, a assembleia deliberou que o STU deve fortalecer os laços com a Adunicamp e o DCE para garantir a ampliação da paralisação no segundo semestre letivo.

Amanhã (18) tem Comando de Greve para organizar as ações do movimento grevista. Será às 14h, no Ciclo Básico.

 

Pauta de Reivindicações dos Trabalhadores da Unicamp

  • Antecipação da isonomia já na data-base 2014;
  • Implementação das 30 horas/semanais na Área da Saúde;
  • Implantação do vale refeição;
  • Garantia e calendário da 2ª etapa da Mudança de Regime;
  • Carreira;
  • Extensão do auxílio alimentação para os aposentados;
  • Isonomia com a Unicamp para os trabalhadores da Fundação de Desenvolvimento da Unicamp (FUNCAMP);
  • Redução do valor do fretado com vistas à gratuidade e melhoria dos serviços e da mobilidade no transporte público e no serviço de circular interno;
  • Cumprimento da Súmula nº 444 do TST, que prevê pagamento em feriados e folgas para plantonistas;
  • Mais vagas nas creches.

 

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BOLETIM 055/2014

Baixe aqui o Boletim 055/2014, de 17 de Julho de 2014.

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Hoje tem reunião do Fórum das Seis com o Cruesp e manifestação na Unicamp

Ato em frente à reitoria terá início às 9 horas. Todos lá!

No dia de hoje ocorre em São Paulo mais uma reunião do Fórum das Seis com o Cruesp. As entidades que compõem o Fórum vão novamente tentar dialogar com os reitores, que têm se mostrado intransigentes e desrespeitosos com os trabalhadores, insistindo no reajuste zero.
A resposta das categorias é unânime: a greve continua e o movimento não irá retroceder.
Em assembleias realizadas ontem, os docentes da Unicamp e da USP aprovaram a continuidade da greve.
As tentativas do Cruesp de enfraquecer a greve ou fragmentá-la foram todas em vão até agora: USP, Unicamp e Unesp seguem paradas.
Para reforçar a cobrança de responsabilidade aos reitores, hoje na Unicamp os trabalhadores realizam um ato em frente à reitoria, com atividades culturais. O objetivo é pressionar Tadeu a interceder por uma negociação efetiva.
A greve unificada continua forte!
Negociação já!

Amanhã: Assembleia geral, às 10h na Pçª da Paz

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Boletim 054/2014

Baixe aqui o Boletim 054/2014, de 16 de Julho de 2014.

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