Categoria Boletim

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Todos à audiência hoje com o MPT para barrar o assédio moral na Unicamp

Sindicato garantiu compromisso da reitoria para liberar todos os servidores que quiserem participar da atividade, às 10h no anfiteatro do HC.

Hoje a categoria terá a oportunidade de dialogar diretamente com um representante do Ministério Público do Trabalho sobre a realidade dos locais de trabalho. Às 10 horas, ocorre a audiência pública sobre as denúncias de práticas autoritárias na Universidade e cobrar da reitoria o efetivo combate ao assédio moral. Serão ouvidas denúncias que vêm sendo formalizadas pelo STU junto ao MPT por desrespeito ao acordo coletivo firmado em 2007. A atividade ocorre dentro da Universidade por determinação do procurador Eduardo Luís Amgarten, que compreendeu que as medidas institucionais tomadas pela administração têm sido ineficazes.
O STU vem denunciando casos de assédio moral há tempos e o encontro de hoje é uma oportunidade para os trabalhadores relatarem suas experiências, de forma pública ou sigilosa.
O sindicato ressalta que é muito importante que os trabalhadores participarem da audiência, que contará também com a presença da assessoria jurídica do STU. É um momento fundamental para discutir os abusos de autoridade praticados por algumas chefias e a responsabilidade da Universidade nessa estrutura de gestão que facilita o assédio moral.
Reiteramos que todos os servidores têm direito à participação na audiência assegurado pelo despacho do MPT convocando a atividade e reafirmado pela reitoria, por cobrança do STU, em reunião preparatória à audiência ocorrida nesta segunda-feira. Participe!
O evento será transmitido pelo link: http://socializandosaberes.net.br

O assédio moral adoece

A “campanha psicológica” reiterada e continuada leva o trabalhador a perder sua autoestima, ficar deprimido ou deprimida. Há casos que levam inclusive ao suicídio, como o Judiciário já reconheceu, por exemplo, no setor bancário . Segundo o site www.assediomoral.org, os principais sintomas decorrentes do assédio moral são:

• Aumento no consumo de bebidas alcoólicas e drogas.
• Isolamento, tristeza, redução da capacidade de se relacionar.
• Pensamentos e até tentativas de suicídio.
• Angústia, crises de choro, mal-estar.
• Dores generalizadas.
• Palpitações e tremores.
• Sentimento de culpa.
• Perda da autoestima.
• Diminuição da libido.
• Insônia ou sonolência excessiva.
• Depressão e ansiedade.
• Alterações exageradas no peso.

Você é vítima de assédio moral? 

O assédio moral a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes, dirigidas a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego. Se você é vítima desta prática, não se cale. Saiba que não está sozinho/a e participe da audiência de hoje.

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Após audiência na Alesp, Fórum das Seis convoca mobilização/paralisação para o dia 30

Ontem (23) aconteceu a audiência pública na Assembleia Legislativa de São Paulo para discutir a situação orçamentária das universidades estaduais paulistas. Trabalhadores, docentes e estudantes marcaram presença. Nenhum dos reitores esteve presente, embora tenham mandado representantes.
O Fórum das Seis apresentou um documento mostrando o crescimento das estaduais paulistas, em relação ao número de cursos na graduação e na pós desde 1995, aumento do número de campi e outras expansões. As entidades questionaram que, no entanto, não ocorreu a contrapartida necessária do governo. Foi inclusive mencionado o campus de Limeira da Unicamp, cuja verba prometida pelo governo Alckmin desde 2005 ainda não foi repassada à Universidade.
Foi pontuada a necessidade de mudança da Lei de Diretrizes Orçamentárias para que as universidades públicas estaduais e o Centro Paula Souza possam superar a crise. Os representantes do Fórum reiteraram a proposta de que a redação do artigo 4 da LDO garanta o repasse de no mínimo 10% da QPE do ICMS, cessando o desconto das verbas destinadas à Habitação na base de cálculo.
Além das entidades que compõem o Fórum das Seis outros setores estavam presentes, como a Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) e a Auditoria Cidadã da Dívida Pública.
Os deputados presentes se mostraram dispostos a encampar a luta das estaduais paulistas. E as administrações também afirmaram estar comprometidas com o aumento do financiamento à educação superior e ao CEETEPS.
No dia 30 de junho, está prevista a votação da LDO no plenário da Alesp. Na mesma data, antes do início da sessão, o Colégio de Líderes das bancadas parlamentares receberá a coordenação do Fórum às 14 horas. O Fórum propõe um novo ato para pressionar pelas reivindicações das categorias.

Dia 25 tem assembleia geral 

Nesta quinta-feira, ao meio-dia no CB, assembleia geral vai analisar os desdobramentos da audiência pública na Assembleia Legislativa e a mobilização proposta pelo Fórum das Seis para o dia 30/6, quando deve ocorrer a votação do relatório final da LDO/2016 no plenário da Alesp. O Fórum das Seis está convocando um ato em São Paulo, com indicativo de paralisação.

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Boletim do STU 038/2015

Baixe aqui Boletim 38/2015, de 24 de junho de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/06/Boletim_stu-38finalVALEESTE.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim do STU 037/2015

Baixe aqui Boletim 37/2015, de 23 de junho de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/06/Boletim_stu-37final-1.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim 036/2015

Baixe aqui Boletim 364/2015, de 18 de junho de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/06/Boletim_36_2015_final.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim do STU 035/2015

Baixe aqui Boletim 35/2015, de 09 de junho de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/06/Boletim-STU-35_final.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim do STU – Educação Infantil

Baixe aqui Boletim Educação Infantil, de 03 de junho de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/06/Boletim_DEdIC5.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim do STU 034/2015

Baixe aqui Boletim 34/2015, de 03 de junho de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/06/2-Boletim_034final.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim dos Aposentados (Junho de 2015)

Baixe aqui Boletim dos Aposentados, de Junho de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/06/3-Boletim_dos_aposentados_Terceira_versao.pdf” language=”pt_BR”]

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29/5: Hoje é dia de paralisação!

Barrar o projeto que amplia a terceirização, as MPs 664 e 665 – que reduzem direitos – e o ajuste fiscal * Na Unicamp, concentração às 7 horas no estacionamento da creche (ao lado do Colégio Sérgio Porto).
 
As centrais sindicais (CUT, CTB, CSP-Conlutas, Intersindical, Nova Central e UGT) e diversas categorias realizam hoje atos e paralisações em todo país em resposta aos ataques a direitos e conquistas da classe trabalhadora embutidos no PL 30/2015 (número do PL 4330/2004 no Senado), nas medidas provisórias 664 e 665 e nos cortes orçamentários anunciados no último dia 22.
Com o projeto que legaliza a terceirização em qualqer área, o empresariado quer reduzir salários e direitos, aumentando seus lucros. Se o PL 30/2015 for aprovado no Senado, será o fim dos pisos salariais e acordos coletivos, já que a terceirização das atividades fins poderia envolver vários tipos de contratação e subcontração, inclusive como pessoa jurídica (PJ), enfraquecendo as categorias profissionais e sindicatos.
No serviço público a situação será ainda pior, aumentando o fisiologismo e empreguismo com fins políticos.
As MPs 664 e 665 triplicam o tempo que os trabalhadores precisam de carteira assinada para ter acesso ao seguro desemprego e ao PIS/PASEP. Além de criar uma “carência” de dois anos para concessão de pensão por morte (como se fosse possível controlar esse episódio).
• Não à privatização dos serviços públicos!
• Contra as péssimas condições de trabalho!
• Não ao assédio moral e às metas de produtividade superexploradoras.
• Fim dos acidentes de trabalho e das demissões imotivadas.
• Abaixo o ajuste fiscal do governo Dilma e cortes orçamentários.
• Nenhum direito a menos!
Atividades na Unicamp e caravana a São Paulo
O STU organizará ações conjuntas com o Sindicato dos Bancários de Campinas e Região.
A partir das 7 horas, concentração no estacionamento da creche, seguida de atos em frente ao portão F1 do HC e no RU denunciando a terceirização, contra a qual os trabalhadores da Universidade e o STU sempre lutaram.
Às 13 horas, no estacionamento da BC, saída para o ato em São Paulo (na Praça da República). Inscreva-se na secretaria do STU.
Quem não for a São Paulo pode participar do debate da Adunicamp, ao meio-dia.
Crianças
Filhos de servidores paralisados serão acolhidos na Escola de Educação Infantil Barãozinho, das 8 às 17 horas (Rua Dr. Ruy Vicente de Mello, 532 – Barão Geraldo). Informar parceria com o STU, levar documentos do responsável e da criança, e mamadeira com leite se necessário.
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9 de junho tem assembleia geral, às 12 h no CB

No dia 09 (terça-feira), às 12 horas no CB, assembleia geral vai avaliar o resultado da última reunião entre o Fórum das Seis e o Cruesp, ocorrida no dia 25 de maio, os indicativos do Fórum das Seis e organizar a luta pelo reajuste e a isonomia.
Na segunda-feira (1º de junho), o Fórum das Seis se reúne em São Paulo para discutir os rumos da mobilização nas universidades estaduais, diante do fato de que o Cruesp não aceitou avançar na proposta salarial, mantendo os 7,21% de reajuste em duas parcelas (4% em maio, a ser paga no início de junho e 3,09% em outubro, com pagamento em novembro).
Luta por mais recursos na LDO
O Fórum das Seis também protocolou propostas de emendas à Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2016. As entidades reivindicam que o cálculo do repasse seja feito com base no total do produto do ICMS-QPE, sem a retirada das alíquotas Habitação, Juros e Moras etc.
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Acidente no RU evidencia irregularidades e riscos para servidores

O acidente ocorrido na segunda-feira passada (25) no Restaurante Universitário, onde uma panela de pressão adaptada abriu, mostra que o funcionamento daquela unidade a toque de caixa coloca em risco a segurança dos trabalhadores. Ali é mais um setor onde a precarização causada pela terceirização prejudica os trabalhadores. Três funcionários se feriram e tiveram que tomar banho de mangueira porque não há chuveiros de emergência num local sujeito a acidentes como queimaduras, e não houve sequer possibilidade de remoção especializada até o CECOM.
O STU já publicou denúncias diversas sobre irregularidades no local, como a queda de um trabalhador sem equipamentos de proteção individual de um andaime no ano passado, maquinário adaptado com “gambiarras”, lavagem manual de pratos e bandejas.
Após o episódio de segunda-feira, o STU procurou a Prefeitura do Campus e dirigentes do sindicato foram recebidos pelo vice-prefeito. O professor Moacyr Trindade de Oliveira Andrade se comprometeu a tomar as providências necessárias e informou que formalizaria as comunicações de acidente de trabalho (CAT). No entanto, trabalhadores do local voltaram a denunciar que equipamentos em situação irregular, como a referida panela, que teria sido emprestada do HC, continuam em uso.
Questionada sobre a emissão das CATs, o prazo para aquisição de maquinário adequado e demais providências, até o fechamento desta edição a Unicamp ainda não havia respondido.
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Boletim do STU 033/2015

Baixe aqui Boletim 33/2015, de 29 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/Boletim_033_finalPARAGRAFICA.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim do STU 032/2015

Baixe aqui Boletim 32/2015, de 27 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/Boletim-STU-32final.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim do Fórum das Seis – 25/05/2015

Baixe aqui o Boletim do Fórum das Seis, de 25 de Maio de 2014.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/Boletim-do-F6-25-maio-2015.pdf” language=”pt_BR”]

porFernanda de Freitas

Assembleia aprova continuidade da negociação da isonomia e pauta específica

Em assembleia geral realizada na manhã desta segunda-feira (25) os trabalhadores da Unicamp decidiram aceitar a contraproposta de negociação, discutida em reunião na sexta-feira (22) passada entre o STU e a Reitoria, que prevê que quando a arrecadação chegar a R$ 92,2 bilhões seja garantida uma referência para todos os servidores, exceto os já isonômicos (118 funcionários enquadrados no nível 01-F).

A categoria entende que essa proposta possibilita um avanço no debate sobre a isonomia, mas não inviabiliza a continuidade da negociação no que diz respeito ao gatilho financeiro.

A assembleia avaliou que a proposta de reajuste apresentada pelo Cruesp ao Fórum das Seis (F6) de  4% em maio e 3,09% em outubro, aplicados ao 13º salário é insuficiente.  Por isso, devemos manter o índice de 8,4% (Dieese) em maio mais 3% para repor as perdas salariais em setembro (com impactos nos holerites de junho e outubro). Além disso, foi indicado que o F6 mantenha o indicativo de Greve Unificada caso não haja avanço na discussão do reajuste.

Também foi aprovado o calendário indicado pela Fasubra de Greve das Federais, no dia 28 de maio, em defesa da Educação. E das centrais sindicais de Paralisação Nacional rumo à Greve Geral em 29 de maio, contra a política de reajuste fiscal.

Pauta Específica 2015

A assembleia também aprovou a Pauta Específica 2015 que será protocolada pelo Sindicato na reitoria.

Confira abaixo todas as reivindicações contidas na pauta:

Pauta Específica 2015

 

1)      Implementação da isonomia já

2)      Implementação das 30 horas para todos os trabalhadores da saúde com dimensionamento democrático dos quadros

3)      ***Mais vagas nas creches, atendendo demanda efetiva incluindo as empresas terceirizadas

– Ampliação do quadro permanente de funcionários técnico-administrativos e de docentes, via concurso público, atendendo às demandas definidas pelas unidades de ensino e demais órgãos institucionais, garantindo-se a reposição imediata nos casos de exoneração ou falecimento; garantia de vagas em creches para os filhos dos funcionários técnico-administrativos, docentes e estudantes, de modo a atender a demanda efetiva em todos os campi e as terceirizadas.

4)      Implantação do vale refeição

5)      Garantia e calendário da mudança de regime, visando regime jurídico único (Esunicamp)

6)      Carreira dos funcionários (regulamentação do horário para estudante; reconhecimento da escolaridade formal e valorização da experiência; desvinculação da reserva de recurso; pisos salariais; mobilidade funcional) Incorporação de todos os valores pagos a titulo de “benefícios” aos proventos dos aposentados e extensão de todo reajuste linear na carreira e na isonomia

7)      Isonomia com a Unicamp para todos os trabalhadores da Funcamp; fim das demissões sumárias na Funcamp; contra as contratações e contrato de gestão

8)      Redução do valor do fretado com vistas à gratuidade e melhoria dos serviços e da mobilidade no transporte público e no serviço de circular interno

9)      Cotas raciais e inclusão

10)  Fim da Portaria GR-02 (*contingenciamento das contratações)

11)  Condições de Trabalho – Assédio moral (*exigir cumprimento do acordo)

12)  Democratização do uso da internet para todos os setores

13)  Reajuste do auxilio alimentação e demais benefícios: auxílio criança e auxílio especial

14)  Reajuste dos salários dos estagiários que estão congelados desde 2008

15)  Fim da terceirização e incorporação dos trabalhadores terceirizados

16)  Que a licença nojo concedida aos trabalhadores contratados pelo regime CLE seja estendida nos mesmos moldes aos funcionários contratados pelo regime CLT

17)  Publicizar os salários dos trabalhadores da Unicamp, nos mesmos moldes que foram publicados os dos trabalhadores da USP (Lei da Transparência).

18)  Que os benefícios concedidos sejam imediatamente reajustados quando houver reajustes nos salários

19)  Discutir a pauta específica da DEdIC, já protocolada em 2014.

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Boletim 031/2015

Baixe aqui Boletim 31/2015, de 25 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/BoletimSTU31_site.pdf” language=”pt_BR”]

porFernanda de Freitas

STU apresenta contraproposta e reitoria formaliza efetivação da isonomia

Reunião de Negociação entre STU e Reitoria com a presença da direção nacional da Fasubra

Negociação entre STU e Reitoria tem presença da direção da Fasubra

Hoje (22) o STU e a reitoria se reuniram mais uma vez para discutir a implantação da isonomia, tendo como referencial a contraproposta aprovada em assembleia de que a efetivação da isonomia ocorra a partir da confirmação da arrecadação de R$ 91,5 bilhões e antes do mês de setembro/15. Além dos diretores do Sindicato estava presente a direção nacional da Fasubra.

O debate serviu para aprofundar a discussão sobre os números em torno da arrecadação e do comprometimento do orçamento da universidade com a folha de pagamento.

Ao abrir a discussão o reitor José Tadeu Jorge insistiu na afirmativa de que não haveria condições de conceder isonomia caso a arrecadação não chegasse aos R$ 92,5 bilhões. Após um duro embate sobre hipóteses numéricas o STU conseguiu arrancar um meio termo da proposta do reitor:

A contraproposta do STU prevê que se a arrecadação atingir:

  • R$ 92,2 bilhões: é possível garantir uma referência para todos os servidores que estão abaixo do piso, ficando de fora 118 funcionários enquadrados no nível 01-F, que já atingiram a isonomia com a USP;
  • R$ 94 bilhões: é possível garantir mais uma referência no nível médio e superior para os servidores que estão abaixo do piso;
  • R$ 94,5 bilhões: é possível garantir mais uma referência para todos os servidores que estão abaixo do piso;
  • R$ 95,2 bilhões: é possível garantir mais uma referência para todos e eliminar o saldo residual, completando o processo de efetivação da isonomia.

A primeira fase deverá ser antecipada conforme o fechamento do terceiro trimestre (setembro/15), com impacto na folha de pagamento de outubro que será paga no contracheque de novembro/15.

Na reunião também ficou acertado que o STU e a reitoria, através de uma comissão, irão acompanhar mensalmente a evolução da arrecadação de ICMS, a fim de verificar a antecipação desses valores. O trabalho da comissão inicia-se a partir da semana do próximo dia 20.

Assembleia Geral com Paralisação

Na próxima segunda-feira (25), às 10h, na Praça da Paz, tem nova assembleia com paralisação para discutirmos os desdobramentos dessa reunião.

É fundamental que todos participem para decidir os rumos da nossa mobilização.

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Boletim 030/2015

Baixe aqui Boletim 30/2015, de 22 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/Boletim030.pdf” language=”pt_BR”]