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Carta Aberta à população

Baixe aqui o Carta Aberta, de 23 de Julho de 2014.

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Trabalhadores realizam ato durante abertura do COLE

Ontem, na abertura do 19º Congresso de Leitura do Brasil, na Unicamp, os trabalhadores realizaram um ato para denunciar o descaso do reitor José Tadeu Jorge e demais reitores do Cruesp com as categorias em greve e a intransigência no zero% de reposição das perdas de poder aquisitivo dos servidores.
Apesar de o reitor não ter comparecido, os trabalhadores aproveitaram o evento para passar o recado: no segundo semestre letivo a greve vai continuar!
O ato foi avaliado pelos participantes e pelo comando de greve como positivo e contou com a presença de uma delegação da Fasubra, que veio acompanhar a greve e participou do ato.
O STU teve uma fala após a mesa de abertura do evento e distribuiu carta aberta solicitando solidariedade dos participantes do 19º COLE para aderirem à campanha “Cole 10% já” em referência à reivindicação salarial de 10% para os trabalhadores das universidades estaduais paulistas.

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Todos ao ato ‘COLE 10% já!’

Para marcar os 60 dias da greve, participe do ato durante a abertura do 19º COLE, às 9 horas, em frente ao Centro de Convenções!

Entre os dias 22 a 25 de julho ocorre na Unicamp o 19º COLE, Congresso de Leitura do Brasil, realizado pela Associação de Leitura do Brasil (ALB) com o apoio da Unicamp e outras instituições. São esperadas mais de 2500 pessoas.
Durante o evento o STU terá uma barraquinha com boletins e adesivos para dialogar com os participantes. Além disso, os trabalhadores entregarão uma carta aberta sobre a greve.
Aproveitaremos a presença do reitor José Tadeu Jorge na abertura do evento para cobrar o reajuste salarial da categoria e defender a universidade pública!

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AOS PARTICIPANTES DO 19º COLE

Nós, trabalhadores técnico-administrativos na Unicamp, saudamos os participantes do 19º Congresso de Leitura do Brasil e o fato da Universidade ter aberto suas portas ao encontro de pesquisadores, docentes e estudantes de todo o país.
Temos a lamentar, no entanto, que os servidores e professores desta Universidade não tenham suas necessidades para uma vivência digna e suas reivindicações recebidas de forma tão respeitosa pelo reitor da Unicamp, professor José Tadeu Jorge, pelos demais integrantes do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp) e pelo Governo do Estado de São Paulo.
A mais rica unidade federativa brasileira permite que os mais importantes centros de referência científica do país estejam com suas atividades paralisadas já há mais de 60 dias em razão da intransigência das autoridades constituídas que oferecem ZERO% de reposição das perdas de poder aquisitivo aos seus funcionários. Unicamp, USP e Unesp seguem em greve unificada em defesa do reajuste salarial, por uma educação pública de qualidade, por respeito aos trabalhadores e aposentados e por melhorias no atendimento à população nos hospitais universitários. Os reitores e o governador Geraldo Alckmin, entretanto, negam-se a efetivar real negociação.
Por isso, contamos com a solidariedade dos participantes deste evento onde estará em pauta a importância da educação pública e a construção do conhecimento. Tais valores não podem estar distanciados do respeito aos trabalhadores que constroem no dia-a-dia a excelência acadêmica. Não podemos, nós trabalhadores, ficarmos também à margem ou invisíveis. Cole 10% você também!
Campinas, 22 de julho de 2014
Diretoria do STU e Comando de Greve

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Carta Aberta ao 19º COLE

Baixe aqui a Carta Aberta ao 19º COLE, de 22 de Julho de 2014.

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Boletim 058/2014

Baixe aqui o Boletim 058/2014, de 22 de Julho de 2014.

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Boletim 057/2014

Baixe aqui o Boletim 057/2014, de 21 de Julho de 2014.

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Moção de apoio à greve dos professores, trabalhadores e estudantes das Universidades Estaduais de São Paulo

Desde o fim do mês de maio as três Universidades Estaduais Paulistas, USP, UNESP e UNICAMP, entraram em greve geral devido a proposta do CRUESP de reajuste salarial de 0% para professores e funcionários, dando como desculpa uma crise orçamentária da USP. O CRUESP tenta despejar sobre as costas de servidores, professores e estudantes os custos desta crise e apresentam uma saída que se expressa na precarização das condições de trabalho e estudo, com a ausência de reajuste e cortes no orçamento, e na privatização da universidade, já surgindo propostas de cobranças de mensalidades e captação de recursos oriundos de fundações privadas.

Estamos diante da necessidade não só de garantir imediatas condições de trabalho e ensino de qualidade, mas de luta em defesa da educação pública e gratuita que unifica professores, funcionários e estudantes de USP, UNESP e UNICAMP. A luta pela ampliação das verbas para as universidades estaduais paulistas é central para que continuemos a ter uma universidade pública e com qualidade, sendo responsabilidade do governador do estado, Geraldo Alckmin, arcar com os custos suficientes para que este problema se resolva e atenda as reivindicações legítimas apresentadas pelos professores, trabalhadores e estudantes, que com sua luta constroem a unidade necessária para a defesa do direito ao ensino superior público, gratuito e de qualidade.

Nós, professores da rede estadual de ensino organizados nas Subsedes da APEOESP – SINDICATO DOS PROFESSORES DO ENSINO OFICIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO abaixo discriminadas, que há décadas enfrentamos as políticas de privatização e ataques à educação pública promovidos pelos sucessivos governos do PSDB apoiamos de forma irrestrita os professores, funcionários e estudantes em greve e a sua luta por melhores condições de trabalho e em defesa da educação pública, pois o que o governo, com o aval do CRUESP, pretende é avançar no ensino superior com o mesmo projeto que levou à crise a educação básica nas escolas da rede estadual de ensino. Não aceitamos a posição dos reitores e do governador de atacar o caráter público destas instituições, jogando cada vez mais as universidades públicas para os braços das fundações privadas, que querem controlar as pesquisas nas universidades para aumentarem seus lucros. Também apoiamos as reivindicações dos movimentos de estudantes em defesa da democratização das instâncias decisórias das universidades, aprofundado as políticas de permanência estudantil e de acesso, como as reivindicações de cotas e políticas de permanência para negros e negras, que há tempos têm sido levantadas pelo Movimento Negro no Estado de São Paulo e que são negligenciadas pelo governo Alckmin, demonstrando que além, de um governo inimigo dos trabalhadores e dos servidores públicos, não tem o compromisso de reverter o verdadeiro abismo racial e social que exclui negros e negras das universidades públicas.

 

Assinam: APEOESP SÃO MIGUEL, ITAIM PAULISTA; APEOESP ITAQUERA, GUAIANAZES E SÃO MATHEUS; APEOESP TATUAPÉ; APEOESP SUL SANTO AMARO, APEOESP OESTE LAPA; APEOESP GUARULHOS, ARUJÁ E SANTA ISABEL; APEOESP SUZANO; APEOESP MOGI DAS CRUZES; APEOESP SÃO CARLOS; APEOESP JAÚ; APEOESP RIBEIRÃO PRETO

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Boletim do Fórum das Seis

Baixe aqui o Boletim do Fórum das Seis, de 17 de Julho de 2014.

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Mais um zero? A greve continua!

Em assembleia cheia, trabalhadores da Unicamp decidem seguir com as atividades paralisadas até que haja negociação efetiva.

Na reunião de anteontem entre o Fórum das Seis e o Cruesp ficou evidente mais uma vez que os reitores não estão dando a mínima para o reajuste salarial dos trabalhadores. Os reitores não quiseram discutir a questão salarial, dizendo novamente que este assunto seria tratado em setembro/outubro.
Depois o Cruesp divulgou comunicado afirmando que foram discutidas pautas específicas, mas a reunião foi um exemplo de enrolação. O Fórum das Seis apresentou três pontos prioritários de discussão para as três universidades: aumento de recursos para a educação pública; mais transparência e democracia nas universidades; e permanência estudantil. O Cruesp, no entanto, deixou as reivindicações sem resposta.
Por pressão do Fórum, os reitores ficaram de informar até o próximo dia 21 (segunda-feira) o agendamento de nova reunião para discutir os pontos da pauta unificada.
Em resposta a mais uma enrolação e à nova “proposta” de reajuste zero, a assembleia dos trabalhadores da Unicamp realizada ontem deliberou que a greve continua! Já são 57 dias de paralisação e o movimento só cresce, com cada vez mais adesões de trabalhadores.

Debate das pauta específicas deve ser instrumento de pressão sobre reitores pelo reajuste

A categoria também aprovou indicar ao Fórum das Seis que libere as entidades para iniciarem discussões sobre a pauta específica, como forma de intensificar a pressão sobre os reitores em cada universidade e comprometê-los com reivindicações como a isonomia, por exemplo. Tal decisão não deve comprometer o objetivo principal, que é a reivindicação do reajuste salarial, nem a ampliação do movimento grevista.

Unir as lutas Unicamp/Funcamp

Foi aprovada também a unificação da luta com os trabalhadores contratados pela Funcamp, que têm data-base em agosto, ressaltando que a isonomia Funcamp/Unicamp integra a pauta específica.
A assembleia aprovou ainda propor ao Fórum das Seis não iniciar o 2º semestre letivo até que tenhamos o reajuste. Na terça-feira (22) acontece nova reunião do Fórum.
Na manhã da quarta-feira (23) ocorrerá um debate sobre a criminalização e judicialização dos movimentos, no Teatro de Arena da Praça da Paz, com a presença do jurista Jorge Luiz Souto Maior e Altino Prazeres (presidente do Sindicato dos Metroviários). O STU estenderá o convite às centrais sindicais, Fórum das Seis e Fasubra. A postura da reitoria da Unicamp de judicialização da greve e a multa de R$ 500 mil contra o STU sob a falsa acusação de impedimento a cirurgias no HC será discutida.

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Boletim 056/2014

Baixe aqui o Boletim 055/2014, de 17 de Julho de 2014.

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BOLETIM 055/2014

Baixe aqui o Boletim 055/2014, de 17 de Julho de 2014.

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Hoje tem reunião do Fórum das Seis com o Cruesp e manifestação na Unicamp

Ato em frente à reitoria terá início às 9 horas. Todos lá!

No dia de hoje ocorre em São Paulo mais uma reunião do Fórum das Seis com o Cruesp. As entidades que compõem o Fórum vão novamente tentar dialogar com os reitores, que têm se mostrado intransigentes e desrespeitosos com os trabalhadores, insistindo no reajuste zero.
A resposta das categorias é unânime: a greve continua e o movimento não irá retroceder.
Em assembleias realizadas ontem, os docentes da Unicamp e da USP aprovaram a continuidade da greve.
As tentativas do Cruesp de enfraquecer a greve ou fragmentá-la foram todas em vão até agora: USP, Unicamp e Unesp seguem paradas.
Para reforçar a cobrança de responsabilidade aos reitores, hoje na Unicamp os trabalhadores realizam um ato em frente à reitoria, com atividades culturais. O objetivo é pressionar Tadeu a interceder por uma negociação efetiva.
A greve unificada continua forte!
Negociação já!

Amanhã: Assembleia geral, às 10h na Pçª da Paz

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Boletim 054/2014

Baixe aqui o Boletim 054/2014, de 16 de Julho de 2014.

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Boletim 053/2014

Baixe aqui o Boletim 053/2014, de 15 de Julho de 2014.

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14/7 – Trabalhadores aprovam continuidade da greve

Os trabalhadores técnico-administrativos da Unicamp, reunidos em assembleia ontem (14), mostraram mais uma vez a disposição de luta da categoria. A greve por reajuste salarial e em defesa de melhores condições de trabalho é legítima e forte. E continuará enquanto não houver negociação efetiva com o Cruesp. Os trabalhadores não vão retroceder.
Hoje a Adunicamp realiza nova assembleia, às 14 horas, para deliberar sobre a greve unificada com base no resultado da reunião da representação sindical docente com a reitoria, ocorrida na última sexta-feira. Durante a reunião, o reitor se comprometeu a apresentar posicionamento em relação às dúvidas sobre o vale refeição e outros temas debatidos com os professores até o fim da manhã de hoje.
Na quarta-feira (16) tem nova reunião com o Cruesp. Os técnico-administrativos realizam nova assembleia na quinta-feira (17 de julho), às 10 horas, na Praça da Paz, para nova avaliação da greve.
O STU reafirma a posição do Fórum das Seis, pela negociação salarial imediata, e salienta a importância da continuidade da luta e da unidade entre as entidades. As tentativas da reitoria de dividir e enfraquecer o movimento grevista apenas unem mais a categoria. Os trabalhadores seguem em luta! E a greve se intensifica especialmente na Área de Saúde.

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Famílias e professoras unidas pela Educação

Considerando a importância da creche como primeira etapa da Educação básica e na luta permanente para que ela seja oferecida pelo Estado com a qualidade necessária, as professoras da DEdIC convidam pais, mães e crianças para se juntarem à Assembleia Geral dos trabalhadores da Unicamp, que será realizada na próxima quinta-feira (17), às 10 horas, na Praça da Paz, como forma de buscar a consolidação desse direito da criança.
Não lutamos apenas pelas questões salariais, mas pelo reconhecimento e pela qualidade da Educação como um todo.
Contamos com a parceria de vocês neste momento tão importante para pressionar a reitoria.

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Toda solidariedade ao povo palestino contra o massacre israelense

O Estado de Israel iniciou nova ofensiva contra a Palestina, em outra tentativa de dominar aquele território e expulsar o povo que vive ali muito antes da criação do Estado de Israel, em 1948. Mais de cem palestinos já foram mortos, muitas mulheres e crianças inclusive, nesta que é a terceira ofensiva do Estado sionista em menos de seis anos.
Apesar dos ataques serem noticiados como uma “guerra”, é importante que todos saibam que a Palestina não tem um exército constituído e sequer é um Estado formalmente reconhecido. Na verdade, o que está acontecendo na região é um massacre de um dos mais poderosos exércitos mundiais contra um povo, não importando as vidas de civis.
Por isso, o STU convida toda a categoria a participar da manifestação que acontece nesta quarta-feira, a partir das 17, em frente ao Shopping Prado (na Av. Washington Luis, altura do número 2480) em solidariedade à Palestina.

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Moção contra a criminalização de militantes no RS

A moção abaixo transcrita foi aprovada na assembleia geral dos trabalhadores técnico-administrativos da Unicamp realizada nesta segunda-feira (14 de julho).

Excelentíssimo Juiz de Direito da 9a Vara Criminal de Porto Alegre – RS.

Dr. Carlos Francisco Gross.

Ref.: processo n. 001/2.13.0045013-2

 

O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp vem solidarizar- se com os ativistas políticos Matheus Gomes, Gilian Cidade, Rodrigo Barcellos Brizolla, Alfeu Costa Neto, Lucas Maróstica e José Vicente Mertz, integrantes do Bloco de Lutas de Porto Alegre que estão sendo injustamente acusados de formarem associação criminosa para a prática de dano ao patrimônio público, furto e explosão.

No ano em que se completam 50 anos do golpe cívico-militar os governos e polícias voltam a atacar o movimento social que saiu às ruas para reivindicar melhores condições nos serviços públicos, tais como transporte, saúde, educação e moradia que cada vez são mais precarizados.

Supostamente um caso de polícia é na verdade uma nítida perseguição política. As investigações do Inquérito Policial 017/2013 no Rio Grande do Sul são uma tentativa de calar o descontentamento popular com a atual situação dos serviços públicos e uma restrição às liberdades democráticas de manifestação e organização.

Nesse sentido nos manifestamos contra a perseguição política e criminalização aos processados na Ação Penal nº 001/2.13.0045013-2.

Campinas, 14 de julho de 2014.

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Boletim 052/2014

Baixe aqui o Boletim 052/2014, de 14 de Julho de 2014.

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