Arquivo de tag Moção de Apoio

porFernanda de Freitas

Moção de Apoio e Solidariedade ao Povo Boliviano

O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU) vem a público prestar nosso total apoio e chamar a cercar de solidariedade ativa a rebelião dos trabalhadores, camponeses e povos indígenas da Bolívia contra o pacote de ajustes e privatizações do governo de Rodrigo Paz, aliado de Trump.

Saudamos a resistência heroica do povo boliviano nos bloqueios e nas ruas, que enfrenta corajosamente a escalada repressiva, a direita latino-americana e a submissão ao imperialismo norte-americano.

Repudiamos veementemente o papel inaceitável do governo Lula, que prestou apoio a Paz conclamando “ajuda humanitária” e atua como cúmplice da repressão ao autorizar o envio de armamentos pelas Forças Armadas bolivianas para reprimir a mobilização popular.

Exigimos o fim imediato de qualquer envio de munições ou apoio político do Brasil ao governo Paz. Estamos ao lado do povo boliviano contra o goveno Paz.

Campinas, 16 de Junho de 2026
Diretoria do STU

porStéphane Powaczuk

Moção de Apoio da Fasubra à luta do STU contra a Autarquização

O Comando Nacional de Greve da Fasubra Sindical manifestou apoio irrestrito à luta do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp contra o processo de Autarquização da Área de Saúde da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Confira a Moção abaixo.

porFernanda de Freitas

Moção de Apoio ao Povo Kariri Xocó

Indígenas estiveram presente na posse da diretoria em 2014

Indígenas estiveram na posse da diretoria do STU em 2014

A Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp, realizada nesta quarta-feira (4), aprovou, por unanimidade, a Moção de Apoio ao Povo Kariri Xocó, que vive no município de Porto Real do Colégio, em Alagoas (AL), que está mobilizado pela “reintegração de posse” das suas terras, já regulamentada há anos.

Os indígenas reivindicam que os posseiros e fazendeiros, que perderam em última instância o direito de posse na Justiça, desocupem imediatamente as terras.

Vale lembrar que, um dos grupos da aldeia comparece, anualmente, à Unicamp para apresentar sua cultura por meio de intercâmbio cultural. E, no ano passado, eles se apresentaram na posse da diretoria do STU eleita para a gestão 2014/2017.

Confira abaixo a Moção de Apoio ao Povo Kariri Xocó aprovada pela assembleia:

 

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poradmin

Docentes aprovam apoio à greve em Conselho Nacional do Andes

O 59o CONAD – Conselho do ANDES (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior), realizado nos dias 21 a 24 de agosto, em Aracaju (SE), aprovou duas moções relativas à greve unificada nas universidades estaduais paulistas. Uma delas repudia a postura intransigente e privatista do reitor da USP, Marco Antônio Zago. A outra manifesta apoio à luta nas três instituições de ensino superior do Estado.

Leia abaixo a íntegra da moção de apoio à comunidade acadêmica das universidades estaduais de São Paulo.

“Considerando:

– a importância da contribuição da USP, UNICAMP e UNESP para a formação dos profissionais de nível superior, em especial dos docentes que atuam na educação em todas as regiões do país;

– a grande expansão realizada por estas instituições nas últimas décadas, tanto em número de matrículas na graduação e na pós-graduação, quanto na produção científica, cultural e atividades de extensão;

Os delegados ao 59º CONAD do ANDES-SE realizado em Aracaju-SE, no período de 21 a 24 de agosto de 2014, vêm instar o governo paulista a:

– destinar a necessária complementação de recursos para garantir a manutenção da qualidade das atividades de ensino-pesquisa e extensão realizadas pela UNESP, UNICAMP e USP;

– envidar todos os esforços para que o Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (CRUESP) abra negociação efetiva com as categorias em greve.

Aracaju-SE, 24 de agosto de 2014″

poradmin

Moção de apoio à greve dos professores, trabalhadores e estudantes das Universidades Estaduais de São Paulo

Desde o fim do mês de maio as três Universidades Estaduais Paulistas, USP, UNESP e UNICAMP, entraram em greve geral devido a proposta do CRUESP de reajuste salarial de 0% para professores e funcionários, dando como desculpa uma crise orçamentária da USP. O CRUESP tenta despejar sobre as costas de servidores, professores e estudantes os custos desta crise e apresentam uma saída que se expressa na precarização das condições de trabalho e estudo, com a ausência de reajuste e cortes no orçamento, e na privatização da universidade, já surgindo propostas de cobranças de mensalidades e captação de recursos oriundos de fundações privadas.

Estamos diante da necessidade não só de garantir imediatas condições de trabalho e ensino de qualidade, mas de luta em defesa da educação pública e gratuita que unifica professores, funcionários e estudantes de USP, UNESP e UNICAMP. A luta pela ampliação das verbas para as universidades estaduais paulistas é central para que continuemos a ter uma universidade pública e com qualidade, sendo responsabilidade do governador do estado, Geraldo Alckmin, arcar com os custos suficientes para que este problema se resolva e atenda as reivindicações legítimas apresentadas pelos professores, trabalhadores e estudantes, que com sua luta constroem a unidade necessária para a defesa do direito ao ensino superior público, gratuito e de qualidade.

Nós, professores da rede estadual de ensino organizados nas Subsedes da APEOESP – SINDICATO DOS PROFESSORES DO ENSINO OFICIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO abaixo discriminadas, que há décadas enfrentamos as políticas de privatização e ataques à educação pública promovidos pelos sucessivos governos do PSDB apoiamos de forma irrestrita os professores, funcionários e estudantes em greve e a sua luta por melhores condições de trabalho e em defesa da educação pública, pois o que o governo, com o aval do CRUESP, pretende é avançar no ensino superior com o mesmo projeto que levou à crise a educação básica nas escolas da rede estadual de ensino. Não aceitamos a posição dos reitores e do governador de atacar o caráter público destas instituições, jogando cada vez mais as universidades públicas para os braços das fundações privadas, que querem controlar as pesquisas nas universidades para aumentarem seus lucros. Também apoiamos as reivindicações dos movimentos de estudantes em defesa da democratização das instâncias decisórias das universidades, aprofundado as políticas de permanência estudantil e de acesso, como as reivindicações de cotas e políticas de permanência para negros e negras, que há tempos têm sido levantadas pelo Movimento Negro no Estado de São Paulo e que são negligenciadas pelo governo Alckmin, demonstrando que além, de um governo inimigo dos trabalhadores e dos servidores públicos, não tem o compromisso de reverter o verdadeiro abismo racial e social que exclui negros e negras das universidades públicas.

 

Assinam: APEOESP SÃO MIGUEL, ITAIM PAULISTA; APEOESP ITAQUERA, GUAIANAZES E SÃO MATHEUS; APEOESP TATUAPÉ; APEOESP SUL SANTO AMARO, APEOESP OESTE LAPA; APEOESP GUARULHOS, ARUJÁ E SANTA ISABEL; APEOESP SUZANO; APEOESP MOGI DAS CRUZES; APEOESP SÃO CARLOS; APEOESP JAÚ; APEOESP RIBEIRÃO PRETO

poradmin

V Simpósio Internacional Trabalho, Relações de Trabalho, Educação e Identidade envia moção de apoio à greve

Foi aprovada na data de ontem pelos participantes do V Simpósio Internacional Trabalho, Relações de Trabalho, Educação e Identidade – SITRE (http://www.sitre.cefetmg.br/), realizado na Faculdade de Educação da UFMG, em Belo Horizonte, uma moção de apoio a algumas greves em curso no Brasil.

Clique na imagem para ler:

foto

porFernanda de Freitas

Moção de Apoio do Fórum das Seis à greve do Centro Paula Souza

O Fórum das Seis Entidades aprovou Moção de Apoio à greve nas Escolas Técnicas (ETECs) e das Faculdades de Tecnologia (FATECs) cobrando que o governo Alckimin honre a palavra e implante a nova carreira dos funcionários.

Os professores e funcionários das ETECs e FATECs, pertencentes ao Centro Paula Souza (Ceeteps), estão em greve desde o dia 17/2.

A greve da categoria tem como ponto central o novo plano de carreira que estava engavetado desde 2011 e somente no dia 28/2 deste ano, diante da pressão da greve, o governo o enviou à Assembleia Legislativa do Estado de são Paulo (Alesp), na forma de projeto de lei (PLC 07/2014).

No entanto, abriu-se um novo problema: o plano que havia sido negociado com o Sindicato dos Trabalhadores do Centro Paula Souza (Sinteps), durante o ano de 2013, sofreu profundos cortes em relação ao que foi enviado à Alesp. Além de um expressivo rebaixamento nas tabelas salariais que haviam sido negociadas entre as partes. Vários direitos foram cortados: licença maternidade de 180 dias para as celetistas, Sexta Parte, auxílio alimentação, auxílio transporte, entre outros.

Diante deste quadro, a greve prossegue até hoje e a expectativa da categoria é que os deputados aceitem e aprovem as emendas apresentadas pelo Sinteps, que visam a devolver ao projeto os itens cortados.

Atualmente, 102 unidades entre ETECs e FATECs registram greve, mesmo diante da enorme pressão exercida pelo governo Alckmin, com ameaça de corte de ponto e de substituição dos grevistas.

Confira abaixo a Moção de Apoio aprovada pelo Fórum das Seis:

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