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Boletim 065/2014

Baixe aqui o Boletim 062/2014, de 28 de Julho de 2014.

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‘Mulheres e Negras: o feminismo negro em debate’ Às 10h30 na Praça da Paz

Participe 

‘Mulheres e Negras: o feminismo negro em debate’ Às 10h30 na Praça da Paz

A Comissão de Mulheres do STU e do Comando de Greve convida todas as trabalhadoras
– e também os trabalhadores – da Unicamp a participarem da atividade.

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Trabalhadores Funcamp, participem da plenária hoje no anfiteatro do HC (3º andar) às 11h30!

Hoje serão discutidas algumas reivindicações dos funcionários contratados pela Funcamp que são também a luta dos trabalhadores da Unicamp, como a isonomia salarial, a unificação das datas-base, a isonomia do auxílio-alimentação, entre outras.
Além disso, a luta dos funcionários Funcamp também inclui a garantia do contraditório nos processos demissionais e o fim das dispensas sumárias.
Essas reivindicações são de todos os trabalhadores da Unicamp e, por isso, é fundamental articular ainda mais a unidade de todos que constroem a excelência desta Universidade.
A greve este ano já possibilitou que os trabalhadores estejam lutando juntos, agora vamos nos organizar ainda mais! Participe da plenária e vamos juntos construir a mobilização pelas reivindicações.
O SEAAC está convidado.

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Boletim 064/2014

Baixe aqui o Boletim 064/2014, de 30 de Julho de 2014.

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Boletim Especial de Mulheres

Baixe aqui o Boletim Especial de Mulheres, de Julho de 2014.

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Boletim 063/2014

Baixe aqui o Boletim 063/2014, de 29 de Julho de 2014.

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Atos marcaram 2 meses de greve

Trabalhadores da Unicamp fizeram desta última sexta mais um dia de manifestações para marcar dois meses de greve sem negociação e dar o recado de que a categoria continua firme na luta pelos seus direitos.
De manhã, a Festa-Ato pelo segundo ‘mesversário’ da greve contou até com os pequenos, que participaram com suas famílias da luta por uma educação pública, gratuita, de qualidade e voltada para os trabalhadores.
Outra manifestação, ocorrida à tarde, cobrou o posicionamento dos diretores das unidades, que foram convocados pelo reitor para discutir a greve. Os trabalhadores também cobraram mais uma vez o repasse da documentação sobre a retomada das 30 horas na saúde, democracia na gestão e participação dos servidores nas decisões sobre as condições de trabalho.
Em reunião no dia 24/7, o chefe de gabinete do reitor prometeu encaminhar os documentos sobre as 30 horas na saúde, o que não ocorreu até o fechamento desta edição.
A reitoria, ao invés de cumprir com sua obrigação, tenta criminalizar o movimento. Tadeu não fornece os dados e nem se esforça para negociar via CRUESP com o Fórum das Seis, conforme deliberação do Consu (27/5). A reitoria diz que a greve é legítima para a mídia, mas ataca os trabalhadores.
Por isso a participação de todos no debate de hoje com o juiz do Trabalho Jorge Luiz Souto Maior é fundamental para que todos conheçam seus direito

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Boletim 062/2014

Baixe aqui o Boletim 062/2014, de 28 de Julho de 2014.

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Ato no Consu hoje às 14h30!

A reitoria convocou os diretores de unidades para uma reunião hoje às 14h30, na sala do Conselho Universitário. A pauta oficial é: discussão da data-base, pauta específica, encerramento do semestre, assuntos do próximo Consu e outros. Mas a verdade é que, após entrar com várias ações judiciais contra a greve (reintegrações dos restaurantes e centro cirúrgico) e impor uma multa de R$ 500 mil ao STU, a reitoria começa a pressão pela liberação das notas do primeiro semestre e coação a docentes e técnico-administrativos. Por isso, a assembleia decidiu realizar um ato em frente ao Consu.
Antes, às 10 horas, tem a festa-ato do ‘segundo mesversário’ da greve, na reitoria, com direito a brinquedos para as crianças.
As discussões são de interesse de toda a categoria e os trabalhadores querem negociação efetiva e participação nas decisões sobre condições de trabalho. Participe você também da festa e do ato. Essa luta é sua!

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25/7: Dia da Mulher Negra Latinoamericana e Caribenha

O 25 de julho é um marco na luta pela valorização da cultura e identidade feminista negra, e na resistência à opressão, exploração e violência vividas pelas mulheres que ainda recebem menos que as brancas para realizar as mesmas tarefas, são 60% das vítimas de mortes violentas no Brasil e maioria entre nas profissões mais precarizadas. Foi criado em 1992, durante o 1º Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-Caribenhas, na República Dominicana.
Para comemorar a data, o STU realiza exposição de fotos durante a festa-ato do ‘2º mesversário’ da greve unificada.

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Boletim 061/2014

Baixe aqui o Boletim 057/2014, de 21 de Julho de 2014.

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Deu no G1: Após 2 meses, Unicamp aprova em assembleia a continuidade da greve

Grevistas aguardam próxima reunião com o Cruesp para discutir reajuste zero. Adesão ao movimento era de 70% até esta quinta-feira (24), afirma sindicato.

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) aprovou em assembleia com aproximadamente 300 trabalhadores, na tarde desta quinta-feira (24), a manutenção da greve de funcionários. Eles estão parados há dois meses contra o reajuste zero proposto para a categoria.

De acordo com o diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU) Diego Machado de Assis, a assembleia foi realizada para debater alguns indicativos propostos pelo Fórum das Seis na terça-feira (22). Alguns representantes da Universidade de São Paulo (USP) também participaram da reunião. “Ficou decidido que só depois do reajuste zero é que as universidades deveriam discutir as pautas específicas de cada uma. Vamos pedir que reavaliem e reabram essa discussão”, explica.

Ainda segundo Assis, na próxima segunda-feira (28) haverá um novo encontro do comando de greve para decidir os rumos do movimento. No entanto, de acordo com o diretor, a nova data para a reunião entre representantes dos grevistas e o Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp),que deveria ter sido definida na última semana, ainda não foi agendada. “Eles não retornaram. Estamos esperando”, afirma.

Segundo o STU, a adesão à greve está em 70% até nesta quinta-feira. O percentual, no entanto, é contestado pela universidade que afirma que as atividades funcionam normalmente em 85% das 22 unidades de ensino e pesquisa. Nos outros 15%, segundo a instituição, houve adesão predominantemente de servidores técnico-administrativos.

Ano letivo

Por meio de nota, a Unicamp disse que as aulas não dadas neste semestre serão repostas e em breve, a universidade fornecerá informações detalhadas sobre os encaminhamentos previstos.

A universidade informou também que a maioria dos alunos de graduação e pós-graduação está com suas notas em dia junto à Diretoria Acadêmica. “Conforme registrado no sistema, 70,4% dos alunos da graduação já tiveram suas notas e frequências carregadas e disponíveis para o histórico escolar. Da mesma forma, as notas de 69,3% dos estudantes de pós-graduação foram lançadas “, explica o órgão no documento.

Acesse no site de origem

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Todos à assembleia geral de hoje, às 13 horas no CB!

Após o importante debate ocorrido ontem sobre a necessidade dos sindicatos e categorias se unirem na luta contra a repressão e a criminalização dos movimentos sociais (fotos ao lado), hoje teremos mais uma oportunidade de aprofundar esse debate na assembleia geral.
Além da unidade das lutas, a assembleia debaterá encaminhamentos à reunião do Fórum das Seis do próximo dia 30 (entre eles, a proposta de um ato em frente ao Palácio dos Bandeirantes e a formação de uma frente de solidariedade às lutas). A assembleia acontece após o Fórum das Seis reafirmar posicionamento de que a discussão das pautas específicas deve estar subordinada ao debate sobre o reajuste salarial e contra o ZERO% do Cruesp. O STU havia encaminhado ao Fórum que delegasse a discussão da pauta específica em sintonia com a pauta geral.
Para fortalecer os encaminhamentos do Fórum e a greve unificada, o STU já apresentou proposta aprovada na última assembleia de organizar a mobilização para que não sejam iniciadas as aulas no segundo semestre letivo. Esse tema também será discutido na reunião do Fórum do dia 30, com a presença do STU.

Trabalhadores cobram respeito à reitoria Tadeu

Após o ato contra a judicialização e criminalização dos movimentos sociais, ontem, uma comissão de trabalhadores organizada pelo STU foi até à reitoria e entregou documento ao chefe de gabinete, Paulo Cesar Montagner, cobrando a retirada das ações judiciais e multas contra a greve e reafirmando que as questões entre trabalhadores e reitoria devem ser discutidas na mesa de negociação e não nas barras dos tribunais. Principalmente numa universidade, onde se espera que haja respeito às divergências, debates de ideias e democracia. O documento foi assinado pelo STU, Adunicamp, Fasubra, CTB, CSP-Conlutas, UNE e Anel.

 

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Fórum das Seis repudia corte de ponto e pede audiência com Alckmin

Neste dia 22, as entidades presentes à reunião do Fórum das Seis também se manifestaram veemente repúdio a qualquer ameaça de corte de ponto dos trabalhadores em greve. Por meio de ofício, na última segunda-feira, a reitoria da USP ameaçou os servidores de descontar os dias parados. Mas, em assembleia lotada, os técnico-administrativos da USP decidiram manter a greve e repudiar mais essa medida antissindical das reitorias.
O jurista Jorge Luiz Souto Maior, que fará palestra sobre a criminalização dos movimentos sociais na próxima segunda (28) aqui na Unicamp, classificou a ameaça da reitoria Zago de “um atentado ao direito de greve e uma violência aos servidores da USP”.
A reunião do Fórum também decidiu encaminhar ofício ao governador Geraldo Alckmin solicitando audiência para discutir o financiamento das universidades paulistas. Além disso, foi proposto às entidades de base que discutam o indicativo de um ato unificado em frente ao Palácio dos Bandeirantes (o tema será pautado na assembleia de hoje).

Boletim_ADunicamp_Nº282

Boletim_ADunicamp_Nº283

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Intransigência dos reitores possibilita luta unitária dos trabalhadores da Unicamp e Funcamp

Contra a expressa vontade dos trabalhadores, a data-base dos contratados via Funcamp continua sendo 1º de agosto. Sem institucionalizar a unidade com os contratados pela Unicamp, no 1º de maio.
Ainda assim, este ano, a truculência dos reitores e a falta de democracia na Universidade nos trouxe a oportunidade de lutarmos juntos pela igualdade econômica e política entre todos que constroem as universidades públicas de São Paulo, independentemente da modalidade do contrato.
As questões econômicas da pauta Funcamp estão sendo encaminhadas em negociação entre a Fundação e o sindicato oficial, mas nesta greve que já se estende por mais de dois meses, também lutamos pelo direito de nenhum funcionário ser demitido sumariamente. Queremos que o processo de demissão dos funcionários públicos contratados pela Fundação seja igual ao utilizado para os contratados diretamente pela Unicamp: com acusação escrita, defesa e relatoria. Somos funcionários do interesse público, não podemos ser tratados como mão-de-obra terceirizada. Até porque, mesmo para os trabalhadores do setor privado defendemos o fim das demissões imotivadas.
Esta medida trará resultados no combate ao assédio moral, que vitimiza os contratados Funcamp de forma muito mais intensa.
Para esclarecer e articular esta luta, participe da plenária na próxima quarta-feira (30/7), a partir das 11h30 no anfiteatro do HC (3° andar). O SEAAC será convidado a prestar esclarecimentos e lutar ao nosso lado!

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Boletim 060/2014

Baixe aqui o Boletim 060/2014, de 24 de Julho de 2014.

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Boletim Especial Funcamp

Baixe aqui o Boletim Especial Funcamp, de 24 de Julho de 2014.

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Boletim 059/2014

Baixe aqui o Boletim 059/2014, de 23 de Julho de 2014.

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Atividade hoje discute criminalização dos movimentos sociais e das lutas

“A criminalização e a Judicialização dos Movimentos” é o tema da atividade que será realizada a partir das 9h30, no Teatro de Arena da Praça da Paz. O presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Altino Prazeres, falará sobre o processo que aquela categoria vem enfrentando e como o Governo do Estado e o Judiciário têm atuado na margem da legalidade para tentar reprimir lutas. Representantes das centrais sindicais também estarão presentes.
Esta é uma grande oportunidade de discutir o direito de greve sob a ótica trabalhista e social. No Metrô de São Paulo, a demissão de 42 trabalhadores após uma greve por reajuste salarial fez com que juristas e advogados de todo o país questionem a ação do Estado. Da mesma forma que vem acontecendo em relação à prisão de ativistas sem provas e motivos no Rio de Janeiro, em São Paulo e no Rio Grande do Sul para tentar coagir os movimentos sociais.
Convocado de última hora para uma atividade em Brasília, o jurista Souto Maior não poderá estar presente. Mas já confirmou agenda para dialogar com os trabalhadores da Unicamp na próxima segunda-feira (28). Souto Maior, que é juiz do Trabalho, defende que piquetes e ocupações pacíficas de locais de trabalho são justificáveis quando buscam fazer valer, de fato, o legítimo e efetivo exercício do direito de greve.
A atividade de hoje é imprescindível não só para os trabalhadores em greve, mas, principalmente, para aqueles que por receio, constrangimento ou pressão da chefia se sentem inseguros em paralisar.
Além do debate, será apresentado um documento assinado por diversas entidades recriminando a postura da reitoria da Unicamp de judicializar a greve e buscar intimidar os trabalhadores.