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Deu no G1: Após 2 meses, Unicamp aprova em assembleia a continuidade da greve

Grevistas aguardam próxima reunião com o Cruesp para discutir reajuste zero. Adesão ao movimento era de 70% até esta quinta-feira (24), afirma sindicato.

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) aprovou em assembleia com aproximadamente 300 trabalhadores, na tarde desta quinta-feira (24), a manutenção da greve de funcionários. Eles estão parados há dois meses contra o reajuste zero proposto para a categoria.

De acordo com o diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU) Diego Machado de Assis, a assembleia foi realizada para debater alguns indicativos propostos pelo Fórum das Seis na terça-feira (22). Alguns representantes da Universidade de São Paulo (USP) também participaram da reunião. “Ficou decidido que só depois do reajuste zero é que as universidades deveriam discutir as pautas específicas de cada uma. Vamos pedir que reavaliem e reabram essa discussão”, explica.

Ainda segundo Assis, na próxima segunda-feira (28) haverá um novo encontro do comando de greve para decidir os rumos do movimento. No entanto, de acordo com o diretor, a nova data para a reunião entre representantes dos grevistas e o Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp),que deveria ter sido definida na última semana, ainda não foi agendada. “Eles não retornaram. Estamos esperando”, afirma.

Segundo o STU, a adesão à greve está em 70% até nesta quinta-feira. O percentual, no entanto, é contestado pela universidade que afirma que as atividades funcionam normalmente em 85% das 22 unidades de ensino e pesquisa. Nos outros 15%, segundo a instituição, houve adesão predominantemente de servidores técnico-administrativos.

Ano letivo

Por meio de nota, a Unicamp disse que as aulas não dadas neste semestre serão repostas e em breve, a universidade fornecerá informações detalhadas sobre os encaminhamentos previstos.

A universidade informou também que a maioria dos alunos de graduação e pós-graduação está com suas notas em dia junto à Diretoria Acadêmica. “Conforme registrado no sistema, 70,4% dos alunos da graduação já tiveram suas notas e frequências carregadas e disponíveis para o histórico escolar. Da mesma forma, as notas de 69,3% dos estudantes de pós-graduação foram lançadas “, explica o órgão no documento.

Acesse no site de origem

porFernanda de Freitas

Trabalhadores da Unicamp aprovam continuidade da greve

A assembleia geral de ontem aprovou a continuidade e intensificação da greve e reafirmou a perspectiva de inviabilizar a retomada das aulas e atividades no segundo semestre, conforme já havia sido encaminhado como indicativo ao Fórum das Seis.
Os trabalhadores também aprovaram indicar ao Fórum que submeta às assembleias de base a busca por avançar junto ao Cruesp na negociação do conjunto da pauta unificada – que inclui além do índice a retomada da isonomia salarial e a jornada de 30 horas – e liberar a negociação das pautas específicas nas universidades. O objetivo é fortalecer a mobilização e a unidade do Fórum das Seis, além de comprometer os reitores com as reivindicações das categorias e atuar em unidade com a Adunicamp.
Docentes na luta

Os docentes, em assembleia também realizada ontem, aprovaram pedir nova audiência com o reitor e retomar a cobrança dos 5,2% retroativos a maio com pagamento já em setembro, extensivo aos aposentados. Esse índice foi apresentado por Tadeu na reunião ocorrida em 27 de junho com os docentes e aprovado em assembleia daquela categoria, mediante o compromisso do Cruesp de negociar o reajuste salarial em setembro/outubro.
Os técnico-administrativos consideraram importante o posicionamento dos docentes. Assim como a manutenção da postura de não entrega das notas do primeiro semestre, que já atinge 15 mil alunos.

 

Outras deliberações
Uma delegação do Sintusp participou da assembleia. Para fortalecer a luta unitária e o repúdio à ameaça de corte de ponto feita pela reitoria Zago – já condenada pelo Fórum das Seis – foi aprovado o indicativo de uma plenária unificada das três universidades (estudantes, funcionários e professores) para avaliação da greve e novos encaminhamentos. A proposta será discutida no comando de greve do Sintusp e levada à reunião do Fórum no dia 30.
Ato no Palácio – A assembleia considerou importante a proposta do Fórum das Seis de realizar um ato na sede do Governo Estadual, mas avaliou que a ação deve ser antecipada para a primeira semana de agosto, denunciando o governador-candidato – que não tem compromisso com a educação e tenta estrangular as universidades não repassando os recursos devidos.
Ato pelas 30 horas no Consu – Os trabalhadores também decidiram realizar um ato em frente ao Conselho Universitário no dia 5 de agosto, com o objetivo aprovar as 30 horas na saúde. Essa é uma reivindicação antiga da categoria, conquistada através da luta e tirada dos trabalhadores em 2006. O STU segue cobrando à reitoria o repasse da proposta que vai ao Consu.

porFernanda de Freitas

Correio Popular divulga que Unicamp tem problemas com lançamento de notas

O jornal Correio Popular publicou hoje (23) notícia sobre o reflexo da greve da Unicamp no lançamento de notas e no andamento do segundo semestre letivo.

Confira abaixo:

 

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porFernanda de Freitas

Greve das estaduais paulistas é pauta da revista Caros Amigos

revista_caros_amigos_greveSexta-feira (18) passada a revista Caros Amigos publicou matéria sobre a greve nas universidades paulistas.

O texto pauta a luta dos técnico-administrativos e docentes por salário, condições de trabalho e democratização da universidade.

Confira a reportagem: SP: Sem negociação, professores e alunos mantêm greve; confira um raio-x.

 

 

 

porFernanda de Freitas

Confira artigo intitulado “mídia esconde greve nas universidades”

blog_miro_artigoConfira o artigo “Mídia esconde greve nas universidades” do jornalista, presidente do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, Altamiro Borges. Miro, como é conhecido é autor de diversos livros, entre eles, “Sindicalismo, resistência e alternativas” e “A ditadura da mídia”.

O artigo, publicado no Blog do Miro, analisa a postura da mídia que encobre a greve nas universidades estaduais paulistas para não arranhar a imagem do governo tucano Alckmin, que concorre às eleições para o governador neste ano.

É de conhecimento do movimento grevista que a postura intransigente dos reitores está amparada na linha política de Alckmin de não aceitar negociar com entidades sindicais do serviço público, desrespeitar o direito de greve e punir manifestantes.

Acesso o artigo no link: http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/07/midia-esconde-greve-nas-universidades.html

porFernanda de Freitas

17/07 – Assembleia dos Trabalhadores da Unicamp mantém greve

Decisão de prosseguir com a greve foi aprovada por ampla maioria dos trabalhadores que repudia o congelamento dos salários mantido pelo Conselho de Reitores

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Trabalhadores decidem manutenção da Greve (Beeroth de Souza)

Na manhã desta quinta-feira (17), a assembleia geral dos Trabalhadores aprovou a continuidade da greve na Unicamp, que completou 56 dias. A decisão ressalta a indignação da categoria diante da reunião de negociação ocorrida ontem (16), entre o Fórum das Seis e o Conselho de Reitores (Cruesp), onde foi apresentado mais um zero de reajuste salarial.

A avaliação dos presentes é que a greve está crescendo, apesar da Unicamp intimidar os trabalhadores e processar o STU sob o falso pretexto de que a greve tem impedido o serviço na área hospitalar. Bem como, garantir liminares jurídicas em unidades importantes, como o Bandejão, Restaurante Administrativo etc.

A categoria também aprovou indicar ao Fórum das Seis que delibere para as entidades que compõe o coletivo (sindicatos, diretórios centrais e associações de docentes) que iniciem as discussões sobre a Pauta Específica em suas respectivas universidades. Tal medida não deve comprometer o objetivo principal que é a reivindicação do reajuste salarial, tão pouco, a ampliação do movimento grevista nas três universidades paulistas.

Também foi indicado que o movimento grevista acompanhe as discussões sobre o processo de revisão do Estatuto da universidade, que está sendo proposto pelo Grupo de Trabalho (GT) criado pela reitoria sem discussão com a categoria e, muito menos, com as entidades do campus.

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Categoria responde ao 0% com mais greve na universidade

Os trabalhares também ressaltaram a importância de garantir, durante a discussão da Pauta Específica, a isonomia entre os trabalhadores da Unicamp e Funcamp, cobrando, inclusive, a unificação da data-base dos funcionários Funcamp.

Por fim, a assembleia deliberou que o STU deve fortalecer os laços com a Adunicamp e o DCE para garantir a ampliação da paralisação no segundo semestre letivo.

Amanhã (18) tem Comando de Greve para organizar as ações do movimento grevista. Será às 14h, no Ciclo Básico.

 

Pauta de Reivindicações dos Trabalhadores da Unicamp

  • Antecipação da isonomia já na data-base 2014;
  • Implementação das 30 horas/semanais na Área da Saúde;
  • Implantação do vale refeição;
  • Garantia e calendário da 2ª etapa da Mudança de Regime;
  • Carreira;
  • Extensão do auxílio alimentação para os aposentados;
  • Isonomia com a Unicamp para os trabalhadores da Fundação de Desenvolvimento da Unicamp (FUNCAMP);
  • Redução do valor do fretado com vistas à gratuidade e melhoria dos serviços e da mobilidade no transporte público e no serviço de circular interno;
  • Cumprimento da Súmula nº 444 do TST, que prevê pagamento em feriados e folgas para plantonistas;
  • Mais vagas nas creches.

 

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Unicamp ameaça trabalhadores e impõe multa de R$ 500 mil ao STU

Universidade aciona Judiciário contra a greve sob argumento inverídico de que teria havido fechamento de setores no HC, mas os trabalhadores da saúde seguem firmes na luta e ambulatórios reduzem o efetivo no atendimento em 20% a partir de hoje.

A reitoria da Unicamp deu, no apagar das luzes da semana passada, mais uma demonstração de intransigência e desrespeito ao direito de greve. Depois do Cruesp arrastar o reajuste zero desde o início da paralisação, que na Unicamp teve início em 23 de maio, os trabalhadores da Área da Saúde, cientes de sua responsabilidade, vinham buscando formas de garantir o direito constitucional de greve nos termos da lei, tudo discutido previamente com a direção do Hospital de Clínicas.

A adesão dos trabalhadores da saúde ao movimento começou com a paralisação de duas horas diárias entre 3 e 6 de junho.

Entre os dias 4 e 16 do mês passado, diante da impossibilidade de atendimento em função de problemas na esterilização dos instrumentos cirúrgicos, a Universidade suspendeu cerca de 800 cirurgias. Esse fato não teve nenhuma relação com a greve, mas foi derivado das péssimas condições de funcionamento do hospital e da quebra da máquina de autoclave, conforme denunciado no Boletim do STU.

Em 27 de junho, novamente em reunião dos locais de trabalho, os servidores da saúde decidiram paralisar parcialmente as atividades, estabelecendo um rodízio entre os participantes do movimento, para garantir o atendimento à lei de greve e o direito de reivindicação. Em negociação com os gestores do HC, ficou estabelecido que haveria uma escala prévia diária de suspensão do atendimento em três das 23 salas de cirurgias, de forma a garantir a participação mínima dos trabalhadores na greve. Naquele momento, a postura dos gestores foi no sentido de rodiziar as suspensões por especialidade, com comunicação antecipada, visando não causar suspensão inadvertida de procedimentos.

No dia 8 de julho novamente a administração suspendeu o atendimento em função do jogo do Brasil, e não por causa da greve.

No dia 10, os gestores solicitaram ao comando de greve e à diretoria do STU que reavaliassem o movimento, manifestando preocupação em manter o acordo estabelecido verbalmente.

No entanto, na última sexta-feira (11), o recém empossado superintendente do HC, João Batista de Miranda, questionou a presença de diretores do sindicato no corredor do Centro Cirúrgico e, mesmo informado de que haveria uma reunião sugerida pelos gestores daquela unidade hospitalar para discutir a forma de continuidade da greve, unilateralmente a administração declarou que não aceitaria paralisação na assistência, que não haveria mais nenhum acordo e que dirigentes do sindicato estariam proibidos de entrar no local – ferindo o princípio legal da livre organização sindical nos locais de trabalho, ainda mais num espaço público.

Para piorar a situação, o STU foi notificado na própria sexta-feira que um dia antes a Universidade obteve decisão judicial liminar multando o sindicato em R$ 500 mil mediante informações inverídicas de que teria havido “fechamento” de áreas do hospital.

A diretoria do STU ressalta que nunca houve qualquer obstrução à circulação de pessoas ou de espaços físicos no Centro Cirúrgico, nem impedimento de qualquer procedimento nas dependências do Centro Cirúrgico Geral e Ambulatorial do HC – a não ser por parte da Universidade, que colocou seguranças na entrada do CC para bloquear o acesso de dirigentes do sindicato.

A greve na saúde continua!

A decisão de organizar a greve foi definida pelos trabalhadores, de acordo com a lei, no contexto da greve das universidades, que permanece diante do impasse na negociação com o Cruesp.

A luta na Saúde continua, com adesão ativa dos servidores nos períodos da manhã e da tarde. E está mantida a decisão da categoria de reduzir em 20% o número de funcionários no atendimento ambulatorial a partir de hoje.

porFernanda de Freitas

Jornal Folha de S. Paulo: Unesp e Unicamp propõem dar benefícios para acabar com a greve

O Jornal Folha de S. Paulo publicou ontem (10) matéria intitulada “Unesp e Unicamp propõem dar benefícios para acabar com a greve”. Confira no site do jornal a íntegra da matéria.

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porFernanda de Freitas

Grevistas do IQ montam mural da Greve

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Grevistas do IQ instalam mural para explicar a greve

O movimento grevista do Instituto de Química (IQ) encontrou um jeito criativo de dar seu recado ao reitor Tadeu: Mural da Greve do IQ.

Nele estão várias justificativas do motivo da greve dos trabalhadores da Unicamp, entre elas:

  • Poucos recebem supersalários e muitos receberam 0% de reajuste (não reajuste);
  • A luta por uma Unicamp democrática e transparente;
  • Falta de vagas nas moradias;
  • Falta de repasse de verbas do governo Estadual de cerca de R$ 2 bilhões para a universidade.

O fato é que os trabalhadores da Unicamp tem motivo de sobra pra cruzarem os braços, principalmente quando o gestor se recusa a negociar com a categoria e tenta, através de artimanhas como oferecimento de benefícios financeiros que são compromissos demandato, acabar com o movimento que segue forte e mobilizado.

Não vamos retroceder porque a nossa greve é por salário digno e condições decentes de trabalho!

Confira abaixo as fotos do mural:

 

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porFernanda de Freitas

Assembleia decide que a greve continua na Unicamp

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Assembleia Geral aprova manutenção da greve

Reunidos na tarde desta segunda-feira (7), em Assembleia Geral da Campanha Salarial, os trabalhadores referendaram o indicativo do Fórum das Seis frente a “não negociação” com o Cruesp, da semana passada. Sendo assim eles aprovaram:

  • Continuidade da greve;
  • Cobrar do reitor Tadeu Jorge intermediação junto ao Cruesp para que o órgão, de fato, agende uma reunião de negociação com o Fórum das Seis;
  • Negociação das pautas específicas somente após a conclusão das discussões salariais;
  • Rechaçar qualquer forma de imposição de benefícios condicionantes ao encerramento da greve;
  • Rechaçar o documento enviado pela reitoria que desrespeita o direito de greve dos trabalhadores da Área de Saúde;

 

Os trabalhadores foram categóricos em afirmar que a greve é o único instrumento de mobilização capaz de arrancar negociação salarial e, por isso, não podemos abrir mão dela pelo simples fato do reitor “querer” negociar a Pauta Específica.

Ao decidir o valor do reajuste dos benefícios sem negociação com os trabalhadores, o reitor Tadeu prova, com esta postura, que há dinheiro em caixa não só para a concessão do benefício como também do reajuste salarial.

O fato é que a nossa luta por salário é unificada pelas três universidades paulistas e vem antes das questões específicas. Então vamos seguir firmes com nossa greve que está crescendo e preocupando os gestores.

Vale lembrar que amanhã (8) tem nova reunião do Fórum das Seis, às 9h, para avaliar o retorno das assembleias.

 

porFernanda de Freitas

Área de Saúde fortalece a greve diante de reajuste zero

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Comando de Greve do HC e superintendência discutem greve na área hospitalar

Na quarta-feira passada (2) o STU e os representantes do Comando de Greve do HC se reuniram com o superintendente do hospital, João Batista de Miranda, para discutir a redução do serviço em detrimento à adesão dos trabalhadores à greve.

O encontro discutiu a situação de que no hospital há muita pressão para que os profissionais não abandonem o posto de trabalho por lidar diretamente com assistência médica.

O superintendente afirmou que apoia a luta, mas está preocupado que a paralisação dos serviços possa gerar desassistência, prejudicando os pacientes que não forem atendidos.

Apesar da situação, os trabalhadores ressaltaram a importância de garantir o direito de greve, independente do serviço prestado. Lembrando ainda que, no caso do HC, o serviço está sendo organizado de forma a garantir a redução gradual do atendimento por meio de escala de funcionários.

No dia seguinte, quinta-feira (3), a chefia de gabinete da reitoria encaminhou documento ao sindicato indicando que respeita o direito de greve de seus servidores, mas destaca que os serviços e atividades essenciais, como a assistência médica e hospitalar, deverão funcionar plenamente.

A indicação do Comando de Greve é que os serviços deverão sofrer redução de atendimento, mas que serão garantidos os atendimentos de urgência e emergência.

O STU entende que o documento é arbitrário porque vai de encontro ao direito fundamental de greve. E lembra que, em muitos casos, a administração hospitalar já desmarcou procedimentos eletivos por motivos diversos. O fato é que, a preocupação dos gestores deve ir além da manutenção da assistência, estendendo-se para a garantia de condições de trabalho e de remuneração justa aos funcionários.

Os trabalhadores da área hospitalar reunidos no Comando de Greve, na sexta-feira (4), reafirmaram a necessidade de fortalecer a greve no HC, principalmente porque o Cruesp reapresentou o reajuste zero na última reunião de negociação com o Fórum das Seis.

Confira abaixo à íntegra do documento:

 

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porFernanda de Freitas

Movimento grevista intensifica atividades na DGA E DGRH

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Trabalhadores da DGA são recepcionados pelo movimento grevista

Hoje (3) pela manhã o movimento grevista voltou a se reunir com os funcionários da DGA e DGRH para discutir os desdobramentos da greve frente à nova situação de abertura de negociação entre Fórum das Seis e Cruesp.

Os grevistas reforçaram que a unificação do movimento possibilitou arrancar do Cruesp uma reunião de negociação que será hoje, às 16h, em São Paulo.

Muitos trabalhadores que não aderiram ao movimento expressaram apoio à luta dos grevistas tendo em vista o desrespeito da parte dos gestores em não apresentar uma proposta de índice de reajuste.

O objetivo do movimento é intensificar a luta de forma que a cada dia que passa, mais trabalhadores participem do movimento fazendo com que a nossa mobilização siga forte.

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Trabalhadores da DGRH são recepcionados pelo movimento grevista

porFernanda de Freitas

Centro Cirúrgico adere à greve e reduz escala de trabalho

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Diretoria do STU se reúne com funcionários do Centro Cirúrgico

Nesta terça-feira (1º de julho) durante a troca de plantão do início da tarde, os trabalhadores do Centro Cirúrgico iniciaram o processo de redução na escala de trabalho.

O Comando de Greve deliberou, por indicação dos trabalhadores da área de enfermagem do Centro Cirúrgico do HC, o fechamento diário de duas salas de procedimentos do Centro Cirúrgico Geral e uma sala de procedimento do Centro Cirúrgico Ambulatorial, de forma alternada, bem como a saída de 30% da escala diária de funcionários.

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Adesão à greve está crescendo na Área da Saúde

Os diretores do STU, Elisabeth Cardozo, Beeroth de Souza e José Carlos de Lara acompanharam o processo de troca de plantão auxiliando no convencimento dos trabalhadores sobre a importância de adesão à greve, bem como observando qualquer situação que possa gerar assédio ou pressão.

Também foi feita uma discussão sobre a melhor forma de estabelecer a redução gradual no atendimento, sem prejudicar a população, tendo como meta a garantia do atendimento de urgência e emergência.

O STU encara como vitoriosa a atitude dos companheiros da Área da Saúde que, a cada dia, tem se mobilizado em seus locais de trabalho para aumentar o número de adesão à greve, tendo em vista a complexidade e delicadeza do trabalho destes setores.

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Hoje tem luta unificada em São Paulo

Os trabalhadores e trabalhadoras das universidades estaduais paulistas – Unicamp, USP e Unesp – estão construindo uma importante greve contra o descaso das reitorias, que além de apresentarem 0% de reajuste, não têm o mínimo de respeito com a categoria. Os trabalhadores querem negociação, mas os reitores não têm dado espaço para que isso aconteça. Ao invés disso, preferem proferir informações de que as universidades estão em crise financeira, o que bem sabemos não é verdade. A Unicamp tem uma reserva orçamentária de mais de R$ 1,3 bilhão. Além disso, conforme levantamento recente do Fórum das Seis, o governo estadual deixou de repassar cerca de R$ 2 bilhões para as universidades paulistas, que o CRUESP se recusa a cobrar. A desculpa de crise não se sustenta. Enquanto isso, os salários vão sendo congelados e o trabalho dos servidores que dedicam a maior parte de suas vidas à construção de uma universidade pública de qualidade vai sendo desvalorizado.
Já que o Cruesp mantém a intransigência, os trabalhadores mantêm a greve!
Hoje, mais uma atividade ocorre em São Paulo. O Fórum das Seis está organizando uma aula pública na Praça da Sé, às 12h. O tema da aula é “Direito à educação e à saúde”, onde discutiremos o financiamento das universidades, estrutura tributária, financiamento para a educação, saúde e outros direitos sociais. É importante que a categoria compareça e continue na luta unificada contra o descaso do Cruesp.
A greve continua até que as negociações se efetivem!

ATENÇÃO PARA OS HORÁRIOS
9h – Concentração em frente à reitoria.
10h – Saída para São Paulo
no F1.
12h – Aula Pública na Praça da Sé, em São Paulo.

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Assembleia da Adunicamp aprova continuidade da greve

Ocorreu nesta segunda-feira (16) a assembleia de docentes da Unicamp, no auditório da Adunicamp. Entre as deliberações os professores decidiram dar continuidade à greve e realizar assembleias permanentes, além de continuar cobrando o reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge, a um diálogo em relação a campanha salarial. Foi aprovada também a participação em Ato Público, a ser organizado pelo Fórum das Seis, na Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP), no dia 24/06, para pressionar a aprovação de mais verbas para a educação. Ficou indicada também a sugestão de um ato em frente à reitoria da USP no dia 26/06.
Os docentes também aprovaram a realização de aulas públicas e debates com o objetivo de dialogar com a população de Campinas.
Na USP, também foi realizada uma assembleia na segunda-feira, que deliberou pela continuidade da greve, pela construção do ato público na ALESP, no dia 24/06 e por um ato em frente à reitoria da USP, cobrando a negociação.

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Boletim 039/2014

Baixe aqui o Boletim 039/2014, de 18 de Junho de 2014.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2014/06/1-Boletim_39_2014FINALb.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim do Fórum das Seis 4/6

Baixe aqui o Boletim do Fórum das Seis de 04 de Junho de 2014.

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porFernanda de Freitas

Trabalhadores da Unicamp aprovam greve

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Em resposta ao congelamento dos salariais funcionários técnico-administrativos decidem em assembleia realizada hoje à tarde (22) pela greve nesta sexta-feira

 

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Os trabalhadores da Unicamp reunidos em assembleia na tarde desta quinta-feira (22) decidiram entrar em greve por tempo indeterminado.

A paralisação começa amanhã (23) e o motivo é o congelamento dos salários neste ano decidido pelo Conselho de Reitores (Cruesp) das três universidades paulistas: Unicamp, USP e Unesp.

A decisão de greve dos funcionários técnico-administrativos da Unicamp foi votada hoje em assembleia com a presença de centenas de trabalhadores na Praça da Paz. Duas propostas foram apresentadas à categoria: greve ainda hoje ou a partir de amanhã. A maior parte da categoria decidiu pela greve amanhã para organizar melhor a luta.

Para a coordenadora geral do STU, Margarida Barbosa, “a assembleia foi bem representativa e a expectativa é sairmos vitoriosos desta greve. Mas não podemos esquecer que o desafio será grande e nem perdermos de vista a importância do fortalecimento da mobilização para conquistarmos nosso índice”.

Em reunião realizada ontem (21), o Cruesp ofereceu aos trabalhadores e docentes “zero de reajuste”. Os funcionários não aceitam zero outra vez e respondem com greve!

“A postura do Cruesp foi lamentável. Agora nosso objetivo é mobilizar os trabalhadores em suas unidades e organizar o Comando de Greve para que na próxima segunda-feira nosso movimento atinja o auge”, explica a coordenadora geral.

assembleia_greve2_22_05_14O índice reivindicado pelos trabalhadores e docentes das três universidades estaduais é de 10% e leva em conta a recomposição salarial em razão das perdas inflacionárias. Os reitores decidiram pelo congelamento dos salários quando, no caso da Unicamp, há sobra orçamentária acima de R$ 1,3 bilhão. O que significa que a crise financeira não é verdadeira.

A diretora do STU, Marina Rebelo também acredita que “será uma greve grande e muito forte, pois a categoria se mostra muito indignada e coesa na luta para derrubar o zero do Cruesp. Sem dúvida será uma greve difícil, pois os reitores já demonstraram, marcando a próxima reunião de negociação para setembro, que não tem disposição de diálogo. Mas temos a certeza que arrancaremos a vitória com luta e unidade da categoria”.

Ainda hoje (22) a diretoria do STU se reúne para discutir a organização do movimento e a recepção dos grevistas amanhã pela manhã.

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Boletim 005/2014

Baixe aqui o Boletim 005/2014, de 12 de Fevereiro de 2014.

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porFernanda de Freitas

Trabalhadores do Cândido Ferreira em luta para receber o 13º

Desde a última quarta-feira (11) os trabalhadores do Hospital Cândido Ferreira estão em greve devido ao atraso no pagamento do 13º salário.

A prefeitura Jonas Donizette decidiu não arcar com a responsabilidade no pagamento dos tra­balhadores alegando que a verba necessária já teria sido repassada durante o ano. O prefeito negou-se até mesmo a receber uma comissão de funcionários e o sindicato da categoria na sexta-feira passada, quando se encerrava o prazo dado pelo Ministério Público do Trabalho para a administração se manifestar, tendo em vista que por lei a Prefeitura é corresponsável pelo cumprimento das leis trabalhistas nas unidades entregues pelo poder público à administração privada.

Na manhã desta segunda-feira (16), houve uma reunião com a administração do hospital, que informou que o dinheiro repassado pela Prefeitura foi utilizado para custear as rescisões de contratos de trabalhadores demitidos.

O STU apoia a greve dos trabalhadores do Cândido Ferreira e denuncia essa realidade como mais um produto da privatização dos serviços públicos.