Categoria Comunicados

poradmin

Negociações não avançam em reunião com o reitor

Aconteceu nesta quarta-feira (22) à tarde a reunião da comissão de trabalhadores e representantes do STU com o reitor José Tadeu Jorge. Os representantes do STU cobraram a retomada negociação dos itens pendentes da pauta de reivindicações específicas. A reunião foi longa, começando pouco depois das 16 horas e se estendendo até às 19 horas, mas não houve avanços nos debates. A diretoria do STU se reúne hoje para avaliar o resultado da reunião e mais informações serão divulgadas no Boletim do STU nesta sexta-feira, já com os encaminhamentos propostos pelo sindicato à categoria.

Isonomia

O debate acabou por ficar concentrado no tema da consolidação da isonomia salarial com a USP, com o sindicato reiterando o atraso do compromisso assumido no ano passado de efetivar a segunda fase do processo na data-base deste ano, o que não aconteceu. O principal argumento apresentado pelo reitor foi de que haveria uma situação de instabilidade orçamentária que não permitiria estabelecer o prazo para efetivação da isonomia. Segundo Tadeu, a realidade orçamentária da Unicamp aponta para uma discussão mais alongada, quando já estiverem disponíveis os dados do ICMS. O reitor reafirmou que comprometimento orçamentário atual com a folha de pagamentos gira em torno de 97%. E disse ainda que o cenário econômico apresentado era imprevisível porque, pela primeira vez em mais de dez anos, o crescimento do ICMS no terceiro trimestre não vem se comprovando.

O STU reafimou a cobrança de que o compromisso com os trabalhadores seja respeitado e que fosse já marcada nova reunião, agendada para 27 de novembro.

Além da isonomia, os dirigentes do sindicato apresentaram na reunião o debate sobre a reivindicação dos trabalhadores da área da saúde que não foram contemplados na resolução do Conselho Universitário sobre a retomada da jornada de 30 horas semanais. Foi informado ao reitor formalmente o pleito dos servidores e que o sindicato protocolará o abaixo-assinado formulado pela categoria.

DEDIC e mudança de regime

Também foi reiterada a necessidade de retomada das negociações sobre a pauta específica das trabalhadoras da DEdIC. Além da cobrança pelo estabelecimento do calendário da segunda etapa do processo de mudança de regime – em relação ao qual o reitor se comprometeu a discutir com a comissão e apresentar ao sindicato uma proposta de data para encaminhar discussão para o CONSU.

Auxílio alimentação para aposentados

Os representantes do Departamento de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do STU também apresentaram uma minuta de anteprojeto de lei para extensão do auxílio alimentação a esse segmento da categoria, conforme já acontece na Alesp. O sindicato defende que o reitor encaminhe a proposta ao Conselho de Reitores e defenda que o Cruesp encaminhe o tema à Assembleia Legislativa e ao Governo do Estado com o compromisso de defender que seja aprovada uma lei para instituir o benefício aos trabalhadores aposentados das três universidades estaduais paulistas. O reitor afirmou que vai analisar o documento e apresentar um posicionamento a respeito.

poradmin

Plenária hoje discute o estatuto da Unicamp

Compareçam à plenária que acontece ao meio-dia na sala PB-14. O objetivo é discutir a reforma estatutária na Unicamp. O STU reitera a necessidade de abrir um amplo processo de debates que culmine na realização de uma estatuinte paritária.

poradmin

STU dá continuidade ao processo de devolução do imposto sindical

Embora não tenha sido possível realizar o crédito da devolução do imposto sindical a todos os associados no dia 10 de outubro, todos os servidores que optaram pelo crédito por meio do banco Santander receberam o valor no dia 10. No caso dos associados que decidiram receber o dinheiro em conta do Banco do Brasil, problemas técnicos de compatibilidade com o sistema de informática do banco dificultaram o procedimento, mas o STU efetuou o pagamento no dia 17 de outubro.
É importante esclarecer que o funcionário celetista que mudou de regime (tornando-se estatutário) até fevereiro deste ano não tem direito à restituição porque não sofreu desconto, já que o imposto não é cobrado em contratos estatutários. Já o funcionário celetista que mudou de regime depois de março e sofreu o desconto terá direito à restituição. Para receber a quantia é necessário seguir os procedimentos estabelecidos pelo STU de acordo com sua situação (sócio ou não sócio).
No caso dos aposentados, somente os celetistas na ativa têm direito à devolução.
Para receber o crédito é necessário atualizar os dados pessoais e bancários junto ao departamento de Finanças do STU. A orientação vale também para a devolução dos valores relativos ao ano passado.

Não-sócios
O servidor que não é sócio do STU deve preencher o cadastro on-line disponível no site do STU até 31 de outubro. É obrigatório informar dados como nome, matrícula, CPF e conta bancária para crédito (não pode ser conta salário).
Quem não tiver como preencher o formulário de forma eletrônica deve imprimir a ficha no site e protocolá-la preenchida no sindicato. A devolução aos não-sócios está prevista para ocorrer a partir de 15 de novembro.

Quantia a ser devolvida
Será devolvida ao funcionário a parcela que cabe ao sindicato, que é de 60% do valor equivalente a um dia de salário de cada servidor contratado diretamente pela Unicamp. O restante é repassado diretamente pela Universidade à Federação, à Confederação e ao Ministério do Trabalho, nos termos da lei.

Confira também:

DATA DE DEVOLUÇÃO DO IMPOSTO SINDICAL VIA BANCO DO BRASIL FOI ALTERADA

poradmin

STU cobrará mudança sem aviso prévio da primeira parcela do 13º

Conforme consulta ao site da DGRH, pelo menos desde 2008 o pagamento da primeira parcela do 13º salário vem sendo realizado pela Unicamp entre os dias 16 e 20 de outubro. Neste ano, no entanto, apenas no dia 10 deste mês foi avisado que o crédito da primeira parcela do 13º em 2014 será feito no dia 21 de novembro. O pagamento da segunda parcela, com o reajuste de 5,2%, será depositado em 5 de dezembro.
Ocorre que vários trabalhadores já tinham assumido compromissos contando com o pagamento ainda neste mês. Embora o procedimento utilizado pela Universidade seja juridicamente legal, a diretoria do STU ressalta que tais mudanças – que acabam por trazer prejuízos para os trabalhadores – não podem ser realizadas desta forma.
Assim como a Unicamp tem que se organizar para pagar seus compromissos, os trabalhadores também o fazem. E a reitoria não apresentou nenhuma justificativa para a mudança.

poradmin

Falta de água chega à Unicamp

A Unicamp enfrentou na semana passada os efeitos da crise de abastecimento de água do Estado. Na sexta-feira (17) a Sanasa cortou o fornecimento em mais da metade do campus de Barão Geraldo e só não houve paralisação generalizada das atividades devido aos reservatórios mantidos pela Universidade. O RA, no entanto, não pode funcionar. E a moradia foi afetada pelo corte.
A Agência Nacional de Águas divulgou a informação de que desde 2004 o governo do Estado de São Paulo foi notificado sobre a necessidade de reduzir a dependência do sistema Cantareira, que se encontra nos mais baixos níveis históricos e, segundo a própria Sabesp, só tem garantia de fornecimento até meados de março do ano que vem.
A maior crise hídrica da história paulista é resultado do descaso do governo Alckmin (PSDB), que empurrou o problema para depois das eleições e segue afirmando que não há racionamento, embora a falta de água seja vivida cotidianamente pela população em diversas regiões do Estado.

Arte: Latuff

poradmin

Negociação com a reitoria será amanhã às 16 horas

Reunião para discussão da pauta específica de reivindicações é aguardada desde o final da greve unificada que conquistou a jornada de 30 horas na saúde para os servidores da assistência, respeito à súmula 444 do TST, reajuste linear de 5,2% retroativo à data-base e progressão de uma referência nos pisos salariais.

Logo após o encerramento da greve a diretoria do STU encaminhou ofício solicitando à reitoria o agendamento de reunião para retomar a negociação da pauta específica de reivindicações da categoria, aprovada em assembleia e protocolada junto à direção da Unicamp em 22 de maio (ver quadro na página 2). Nesta quarta-feira (22), às 16 horas, será realizada a primeira conversa no pós-greve entre a comissão de trabalhadores e representantes do sindicato eleita em assembleia e o reitor José Tadeu Jorge para debater os pontos pendentes.

Avançar nas conquistas

A greve de 115 dias e as lutas na Unicamp conquistaram diversos pontos da pauta, como a retomada da jornada de 30 horas na saúde (aprovada no Conselho Universitário em 5 de agosto para trabalhadores de 51 atividades com início previsto para dezembro), a progressão de uma referência nos pisos salariais (que efetivou um avanço em direção à isonomia com os vencimentos praticados na USP) e o respeito à súmula 444 do Tribunal Superior do Trabalho (que estabelece o pagamento em dobro das horas trabalhadas em feriados para servidores que cumprem jornada 12×36), além do reajuste linear de 5,2% retroativo à data-base.

No caso da súmula 444, a reitoria reconheceu o direito e passou a efetivar o pagamento. O direito se estende também aos trabalhadores contratados pela Funcamp, conforme acordo coletivo 2012/2013, assinado entre a Universidade e o SEAAC instituindo a jornada 12×36 em diversas áreas, especialmente nas atividades de vigia, manutenção, alimentação, assistência à saúde. De acordo com informações do SEAAC, o direito vem sendo respeitado pela Fundação desde junho do ano passado. A súmula foi editada em setembro de 2012.

Efetivar a isonomia e as 30 horas para todos na saúde

No entanto, ainda há reivindicações não atendidas. Sendo a principal delas a efetivação do compromisso assumido formalmente pela reitoria em julho do ano passado em relação à isonomia nos pisos com a USP. A implementação da segunda fase do processo de isonomia na data-base 2014 não foi integralmente cumprida, ficando restrita à referência que será paga em novembro. Pela proposta apresentada pela reitoria no ano passado, até abril de 2015 o processo de isonomia deveria ser concluído e o STU cobrará respeito a esse compromisso.

Em relação às 30 horas, a reivindicação da categoria é que todos os servidores da de saúde cumpram esta jornada. A diretoria do sindicato vai protocolar na reunião com o reitor cópia do abaixo-assinado formulado por trabalhadores dos setores que reivindicam fazer as 30 horas – especialmente na Nutrição, agendamento e recepção, que já cumpriam tal jornada e foram excluídos da deliberação do CONSU.

Pauta Específica

1 – Antecipação da isonomia já na data-base (efetivada com a greve uma referência nos pisos / pendente a complementação da segunda fase);

2 – Implementação das 30 horas na Saúde (aprovada no CONSU durante a greve para servidores da assistência, demais trabalhadores seguem cobrando);

3 – Mais vagas nas creches;

4 – Implantação do vale refeição;

5 – Garantia e calendário da 2ª etapa da Mudança de Regime;

6 – Carreira dos funcionários;

7 – Extensão do auxílio alimentação para aposentados;

8 – Isonomia com a Unicamp para os trabalhadores FUNCAMP;

9 – Redução do valor do fretado com vistas à gratuidade e melhoria dos serviços e da mobilidade no transporte público e no serviço de circular interno;

10 – Cumprimento da Súmula nº 444 do TST, que prevê pagamento em dobro em feriados trabalhados para plantonistas (efetivado no pós-greve).

poradmin

Plenária discute revisão dos Estatutos dia 23, às 12 horas, no PB

Nesta quinta-feira (23), a partir do meio-dia, o STU convida todos os servidores a participar da plenária para discussão de propostas para a revisão estatutária na Unicamp. A atividade acontecerá na sala PB-14.
A diretoria do STU discutiu a proposta de revisão dos Estatutos apresentada pelo grupo de trabalho criado pela reitoria e fez várias considerações sobre concepção de universidade, democracia, transparência e questões disciplinares, que serão discutidas na plenária. Além disso, a direção do sindicato entende que é necessário abrir um amplo processo de discussão da reforma dos estatutos, que culmine na realização de uma estatuinte paritária. Essas propostas serão dialogadas com a Adunicamp e o DCE. O modelo de debates proposto pelo GT da reitoria tende a limitar as discussões a sugestões individuais e debates nas congregações.

poradmin

Boletim 102/2014

Baixe aqui o Boletim 102/2014, de 21 de outubro de 2014.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2014/10/Boletim102_21-10-2014b.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Eleição da CIPA acontece nos dias 29 e 30 de outubro

O processo eleitoral para indicação dos representantes dos trabalhadores na Comissão Interna de Prevenção de Acidentes da Unicamp (CIPA-Unicamp) acontece nos dias 29 e 30 de outubro em todos os campi. Confira a lista de candidatos inscritos e os locais de votação.Fonte: www.cipa.unicamp.br

O voto é obrigatório para todos os servidores contratados diretamente pela Unicamp. E a CIPA é um importante instrumento legal de fiscalização das condições de trabalho e segurança.

porFernanda de Freitas

Data de devolução do Imposto Sindical via Banco do Brasil foi alterada

O STU informa que não foi possível realizar o crédito referente ao desconto da Contribuição Sindical, no último dia 10, conforme divulgado anteriormente.

Devido aos problemas técnicos de compatibilidade com o sistema de informática do Banco do Brasil o procedimento de devolução foi inviabilizado. No entanto, estamos buscando alternativas para que o crédito ocorra ainda esta semana.

Ressaltamos que o crédito para aqueles que optaram pelo banco Santander já foi efetivado.

A diretoria lamenta o ocorrido e se coloca à disposição para eventuais esclarecimentos.

Saiba que:

  • O funcionário celetista que mudou de regime (tornando-se estatutário) até fevereiro/14 não tem direito à restituição, visto que o desconto ocorreu em março deste ano;
  • O funcionário celetista que mudou de regime (tornando-se estatutário) após março/14 e que teve o desconto do Imposto Sindical terá direito à restituição. Para receber a quantia é necessário seguir os procedimentos estabelecidos pelo STU de acordo com sua situação: sócio ou não sócio;
  • Aposentados (na ativa ou não) e funcionários, ambos estatutários, não têm direito à devolução do imposto sindical, porque os mesmos não possuem desconto do imposto;
  • Somente aposentado celetista na ativa tem direito à devolução.

Lembrando que para receber o crédito é necessário atualizar os dados pessoais e bancários junto ao departamento de Finanças do STU. A orientação vale também para a devolução dos valores relativos ao ano passado.

Não-sócios

O servidor que não é sócio do STU deve, entre 13 e 31/10, preencher um cadastro on-line com dados como nome, matrícula, CPF e conta bancária para crédito (não pode ser conta salário), que pode ser acessado clicando aqui. Os que não tiverem como preencher on-line devem IMPRIMIR ESTA FICHA e levar preenchida ao STU.

A devolução dos não sócios está prevista para ocorrer a partir de 15/11.

Quantia a ser devolvida

Será devolvida ao funcionário a parcela que cabe ao sindicato, que é de 60% do valor equivalente a um dia de salário de cada servidor contratado diretamente pela Unicamp. O restante é repassado diretamente pela Universidade à Federação, à Confederação e ao Ministério do Trabalho, nos termos da lei.

poradmin

Reunião de negociação da pauta específica acontece dia 22/10

A reitoria informou ontem que a reunião para discutir a pauta específica de reivindicações da categoria será dia 22/10. Desde o final da greve, há forte expectativa pela definição do calendário de negociação, já que a reitoria havia apresentado no ano passado um calendário de implementação da isonomia que não se confirmou.

A pauta específica é composta de 10 itens – isonomia e carreira, vale-refeição, 30 horas para todos na área de saúde, vagas na creche, mudança de regime, auxílio-alimentação para aposentados, isonomia na Funcamp, redução no valor do fretado e cumprimento da súmula nº 444.

Apesar de não terem acontecido as reuniões da pauta específica, houve negociações da pauta da DEdIC. No dia 08 haveria nova reunião, que foi desmarcada e ainda não tem nova data.

poradmin

STU devolve imposto sindical a sócios hoje (10/10)

A diretoria do STU informa que a parcela do imposto sindical que é repassada por lei ao sindicato será devolvida aos servidores sindicalizados. O dinheiro será depositado no dia de hoje (10) nas contas informadas pelos trabalhadores ao sindicato.

Quem eventualmente não receber o crédito precisa atualizar os dados bancários junto ao departamento de Finanças do STU. A orientação vale também para a devolução dos valores relativos ao ano passado.

Não-sócios – Para o servidor que não é sócio do STU a diretoria aprovou a devolução, mas os interessados deverão, entre 13 e 31/10, preecher um cadastro on-line com dados como nome, matrícula, CPF e conta bancária para crédito (não pode ser conta-salário), que pode ser acessado clicando aqui. Os que não tiverem como preencher on-line devem IMPRIMIR ESTA FICHA e levar preenchida ao STU. A devolução dos não sócios está prevista para ocorrer a partir de 15/11.

A diretoria do sindicato ressalta que a devolução do imposto sindical é um posicionamento político, que segue deliberação do XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp. O STU não é obrigado a devolver o dinheiro, mas o faz por um entendimento de que o financiamento da entidade deve ser fruto da contribuição voluntária dos trabalhadores. A parcela que cabe ao sindicato é de 60% do valor equivalente a um dia de salário de cada servidor contratado diretamente pela Unicamp. O restante é repassado diretamente pela Universidade à Federação, à Confederação e ao Ministério do Trabalho, nos termos da lei.

O valor descontado dos funcionários contratados via Funcamp é destinado ao SEAAC e por isso não cabe ao STU a devolução a essa parcela da categoria.

poradmin

Propostas do Fórum das Seis para a Lei Orçamentária Anual 2015

Começou a ser analisada pela Assembleia Legislativa a proposta da Lei Orçamentária Anual 2015, enviada pelo Executivo estadual. A lei tem que ser votada até o final dessa legislatura, em dezembro.

A coordenação do Fórum das Seis vem debatendo iniciativas para buscar inserir no texto as propostas de solução efetiva para a crise da educação superior paulista. Entre as ações, já foi solicitada ao deputado Mauro Bragato (presidente da Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento) e ao líder do governo, Barros Munhoz, a realização de audiência para debate da situação das universidades.

O Fórum também já encaminhou à Alesp reivindicação de que os recursos das políticas estaduais de habitação não sejam mais descontados da base de cálculo do repasse do ICMS. Só neste ano, o fim dessa prática resultaria em mais R$ 59,72 milhões no caixa da educação superior paulista, conforme cálculos do Fórum.

Além disso, as categorias reivindicam a inclusão na LOA-2015 de liberações mensais adicionais de no mínimo 0,7% do total da quota-parte do ICMS aos 9,57% já estabelecidos, calculados sobre a mesma base de cálculo corrente e excluído o desconto da Habitação; mais 0,7% das Transferências Correntes da União, decorrentes da compensação financeira pela desoneração do ICMS de exportações, energia elétrica e dos bens de ativos fixos efetivamente realizadas, conforme a Lei Complementar nº 87, de 13 de setembro de 1996.

As propostas permitiriam fazer chegar a 10,5% do ICMS os repasses às universidades. E as entidades buscarão que sejam aprovadas como emendas à lei.

O Fórum também já propôs ao Cruesp uma ação articulada em defesa da educação superior paulista durante a tramitação da LOA 2015.

poradmin

Boletim 101/2014

Baixe aqui o Boletim 101/2014, de 10 de outubro de 2014.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2014/10/BoletimSTU_101_10-10-2014.pdf” language=”pt_BR”]

porFernanda de Freitas

7ª Mostra Luta! Começa nesta sexta 10/10

7ªMostraLutaProgramaçãoFRENTE cópiaDe 10 a 19 de outubro acontece em vários locais públicos, como praças, comunidades e museus de Campinas, a “7ª Mostra Luta!”.

A “Mostra Luta!” já se consolidou como um importante espaço político cultural de debate e atua na promoção, discussão e difusão das lutas sociais, fazendo um contraponto ao conteúdo divulgado na mídia empresarial.

Sua origem está na vontade de criar canais de comunicação popular entre os movimentos sociais, os oprimidos e os explorados; da necessidade de lutar contra a criminalização dos movimentos populares e do desejo de falar e quebrar o enorme silêncio que nos é imposto pela grande mídia.

Em sua 7ª edição, a “Mostra Luta!” conta com a exibição de filmes, mesas de debate, exposição de desenhos e trabalhos fotográficos, teatro, dança e música, aborda a Cultura Negra em Campinas e os 50 anos do golpe civil-militar de 1964. Em paralelo acontece a “2ª Mostra Luta Itinerante” em várias escolas públicas de Campinas para alunos de Educação de Jovens e Adultos (EJA).

As atividades da “Mostra Luta!” são gratuitas e serão transmitidas ao vivo na web pelos sites http://socializandosaberes.net.br e http://us.twitcasting.tv/mlivrevaijao. Mais informações podem ser obtidas através do site www.mostraluta.org.

A mostra é organizada pelo Coletivo de Comunicadores Populares, Museu da Imagem e do Som, Coletivo Moinho, Ponto de Cultura Griô Nina, Socializando Saberes e Mídia Livre Vai Jão. Com apoio do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp, Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Construção e do Mobiliário de Campinas e Região e Sindicato Químicos Unificados e Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e Região.

 

 

PROGRAMAÇÃO

 

10 de Outubro – Abertura

19h: Abertura da exposição de desenhos de Didi Helene e fotografias.

Lançamento do filme “Corte Seco”  Direção: Renato Tapajós (com a presença do diretor)

Temática: 50 anos do Golpe Militar

Local: Museu da Imagem e do Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859, Centro

 

11 de Outubro

17h30: Peça de Teatro “Fulero Circo” com a Cia Estudo de Cena.

Local: Praça Bento Quirino – Rua Sacramento, s/n, Centro.

 

19h30: Exibição de filmes – Sessão 1

“Relato de uma Experiência – A Farsa da Justiça em El Dorado dos Carajás”, de Cia Estudo de Cena

– “Revolta da Roleta”, de Corte Seco

– “Unindo Quebradas 1 – O filme”, de Avelino Regicida

Local: Praça Bento Quirino – Rua Sacramento, s/n, Centro

 

12 de Outubro

16h: Exibição de filmes – Sessão 2

– “Uma Árvore Bonita” , de Beto Novaes

– “Canãa Uma Comunidade em Luta”, de Corte Seco

– “Filhos Separados”, de Três Corações

– “Fábrica Ocupada Flaskô pede Socorro”, de Fernando Martins

Local: Museu da Imagem e do Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859, Centro

 

19h: Exibição do filme – “Cabra Marcado Para Morrer”, de Eduardo Coutinho

Temática: Homenagem a Eduardo Coutinho + Convidados

Local: Museu da Imagem e do Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859, Centro

 

13 de Outubro

19h: Exibição de filmes – Sessão 3

– ”25 de Julho – Feminismo Negro Contado em Primeira Pessoa”, de Avelino Regicida

– “Clareira,” de Ramiro

–  “Mulheres Guerreiras”, de Associação Mulheres Guerreiras

– “Eu, Enquanto Elas”, de Recma Produções

Local: Praça Rui Barbosa – Rua 13 de Maio, s/n, Centro

 

14 de Outubro

19h: Exibição de filmes – Sessão 4

– “Terra Vista, Unidos!”, de Angel Luis Gonçalves Rodriguez, Brigada Audiovisual dos Povos, Rede Mocambos

– “Vândalos e Baderneiros”, de Diego Felipe de Souza Queiroz

– “Ruas Ocupadas”, de Leonardo Chagas, Patrick Torres, Pedro Biava

– “Mulheres do Vergel”, de Diego Riquelme e Fernando Passos

Local: Museu da Imagem e do Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859, Centro

 

 

15 de Outubro

19h: Exibição de filmes – Sessão 5 – Sala Glauber Rocha

– “Crônica de uma obra aberta”, de Alberto Cohon, Flávio Ferrão, Viviana Echávez Molina

– “Quem Não É Visto, Não é Lembrado”, de Gabriel Barcelos

– “Independência ou….”, de TV VIVA

– “Jornada dos Povos na Serra do Padeiro”, de Angel Luis Gonçalves Rodriguez, Brigada Audiovisual dos Povos, Rede Mocambos

– “Exercícios fílmicos de Mídia Colaborativa e Produção Partilhada do Conhecimento” de Coletivos de Mídias Livres Campinas

Local: Museu da Imagem e do Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859, Centro

 

16 de Outubro

19h: Tecnologias e Lutas: Pré-Encontro de Comunicadoras e Comunicadores Livres de Campinas

Com a presença de TC Silva, Casa de Cultura Tainã + convidadas e convidados

Local: Museu da Imagem e do Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859, Centro

 

17 de Outubro

19h: Roda de Conversas: Luta e Resistência da Cultura Negra em Campinas – Dez anos de Nação Nagô!

Com a presença de TC Silva Casa de Cultura Tainã + Alceu Estevan (Urucungos) +  Alessandra Ribeiro (Casa de Cultura Fazenda Roseira) + Glória Cunha (Maracatucá) +  Benê Moraes (Savurú) + Convidadas e convidados

Local: Casa de Cultura Tainã – Rua Inhambu, 645 – Vila Padre Manoel de Nóbrega

 

18 de Outubro

14h: Apresentação do Grupo Urucungos Puítas e Quijengues +  Grupos de Culturas Populares

 

Local: Praça José Bonifácio no Largo da Catedral Metropolitana de Campinas – Av. Francisco Glicério, s/n, Centro

 

17h: Apresentação Coral Guarani da Aldeia Tenondé Porã (Parelheiros-SP)

Exibição de filmes com a temática Indigena

– ”Uma Casa, Uma Vida”, de Alexandre Lemos, Edu Yatri Ioschpe, Rodrigo Soares – Coletivo Raiz das Imagens

– ”Guarani, Resiste!”, de Leonardo Chagas, Patrick Torres, Pedro Biava

– ”Ideas del CINE Insurgente”, de Ação Direta de Vídeo Popular

Debate com a presença da liderança Guarani Jera Giselda

Local: Praça Rui Barbosa – Rua 13 de Maio, s/n, Centro

 

19 de Outubro

15h: Mostra Luta na Ocupação Joana D’Arc

Exibição de filmes – Sessão 6

– “Narradores do Jardim Paraná”, de Do Morro Produções/Avelino Regicida/Esquina da Memória

– “Perifa Sobre Rodas” – Edição I, de Perifa Skate

– “Perifa Sobre Rodas” – Edição II, de Perifa Skate

– “Renascer – Associação de Catadores de Materiais Recicláveis do Centro de Campinas”, de Bruna Zanolli e ITCP-Unicamp

– “Copa Para Quem (?)”, de Corte Seco, Coletivo Ecoar

Local: Ocupação Joana D’Arc – Rua Padre Donizette Tavares de Lima, S/N – Bairro Cidade Jardim

 

19h: Festa de Encerramento 7ª Mostra Luta! 2014

+Projeções +Música +Intervenções +Poesia

Local: Museu da Imagem e do Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859, Centro

 

 

Obs.: Em caso de chuva, as atividades programadas em espaços abertos serão transferidas ao Museu da Imagem e do Som de Campinas.

 

Fonte: www.mostraluta.org

poradmin

Boletim 100/2014

Baixe aqui o Boletim 100/2014, de 03 de outubro de 2014.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2014/10/Boletim_100_03_10_2014final.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Boletim 099/2014

Baixe aqui o Boletim 099/2014, de 23 de setembro de 2014.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2014/09/BoletimSTU_99_23_09-2014VALEESTE.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Boletim 098/2014

Baixe aqui o Boletim 098/2014, de 17 de setembro de 2014.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2014/09/BoletimSTU_98_17-09-20141.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Boletim 097/2014

Baixe aqui o Boletim 097/2014, de 15 de setembro de 2014.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2014/09/BoleitmSTU_97_15-09-2014.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Moção de apoio do Sintusp ao Colégio Técnico de Limeira (COTIL)

Na quarta-feira (12/08) foi formalizada no Ministério Público do Trabalho, uma denúncia deassédio moral aos professores, funcionários e estudantes do COTIL , em Limeira, por parte da direção do mesmo colégio. O COTIL, Colégio Técnico de Limeira, oferece a po-pulação formação de ensino médio e cursos técni¬cos,vinculado a Unicamp. O fato se deu após inúme¬ras denúncias de assédio, inclusive com tentativas de se criar factoides que pudessem ser base para uma futura punição dos trabalhadores do colégio.

O assédio moral é um grave problema que afeta mui¬tos professores e trabalhadores das escolas. A repro¬dução das relações de poder exercidas pelas dire¬ções destas, cumprindo a função de fiscais e agentes do estado de controle e punição dos profissionais, é um dos elementos latentes enfrentados diariamente pelos professores que trabalham a base de terapias, tarja preta, ou estão afastadospor não aguentarem este dentre tantas outras condições precárias de tra¬balho (tais como salas superlotadas, jornadas longas e exaustivas, baixa remuneração etc.).

Nós do Comando de Greve dos Trabalhadores de USP (Sintusp) repudiamos a postura adotada pela direção do Colégio Técnico de Limeira, e todo e qualquer tipo de assédio moral exercido sobre pro¬fessores, funcionários e estudantes do COTIL. En¬tendemos que o combate às opressões é uma luta por melhores condições de trabalho e vida desses trabalhadores. A defesa dos trabalhadores da educa¬ção também é parte da luta por uma educação públi¬ca e de qualidade.