Arquivo de tag campanha salarial

porFernanda de Freitas

Assembleia Geral: quarta-feira (02/07), às 12h, na sede do STU! 🚨

A diretoria do STU convoca todos trabalhadores para discutir e deliberar sobre o indicativo de PARALISAÇÃO, em 07/07, data da primeira reunião de negociação entre STU e Reitoria.

Essa discussão será na nossa Assembleia Geral de quarta-feira (02/07), às 12h, na sede do STU.

Vamos também debater o calendário de negociação proposto pela gestão, que mais uma vez tenta empurrar nossas demandas para escanteio com encontros bimestrais.

Estamos vivendo um cenário de prejuízos salariais acumulados, aumento de assédio e péssimas condições de trabalho, enquanto a Reitoria fecha as portas ao diálogo. Não dá mais para aceitar calados!

⚠️ Só com uma paralisação forte e unificada vamos barrar o autoritarismo da Reitoria e defender nossos direitos!

O STU defende um calendário de reuniões contínuas entre julho e agosto para tratar de temas urgentes que impactam nossa vida funcional — muitos deles sem qualquer custo financeiro para a universidade!

📍 Um exemplo gritante é o ponto eletrônico, que desde o primeiro dia apresentou falhas, confusão e prejuízo ao trabalhador. Um sistema ineficiente e injusto, que precisa ser revisto com urgência!

📄 No dia 25/06, o STU protocolou a Pauta Específica de Reivindicações 2025, que será base da negociação: isonomia com a USP, valorização dos aposentados, alternativas ao ponto, demandas das professoras da creche, trabalhadores com deficiência, reestruturação das carreiras, entre outras.

Todos esses pontos devem ser debatidos com profundidade, participação efetiva da categoria e compromisso institucional.

📍 Estamos diante de uma gestão que já começa ignorando os trabalhadores. A resposta tem que vir da nossa mobilização coletiva. Compareça!

porStéphane Powaczuk

STU vai intensificar as lutas do fretado, ponto eletrônico e campanha salarial

Em reunião na última quinta-feira (06), a diretoria do STU decidiu intensificar as reuniões de unidade para debater com a categoria o fretado, ponto eletrônico e a data-base.

Vamos cobrar da reitoria a resolução imediata dos problemas nos fretados, que seja atendido o pedido de tempo, com no máximo 1h30 de percurso, acesso garantido aos aposentados, liberdade de troca de linha, que a distância percorrida até o ponto de embarque seja de até 500 metros e em algum local seguro.

SIGAD não está ajudando a categoria

A diretoria do STU está indignada com as burocracias que os trabalhadores estão enfrentando, principalmente com o SIGAD, que é o sistema destinado para protocolar o documento de solicitação de adequação de linha.

No HC, trabalhadores foram informados que a unidade não existe no SIGAG, porque a última certificação não foi implementada no sistema. Em outras unidades os trabalhadores foram informados que não tinham acesso ao protocolo de documentos no SIGAD.

O órgão respondeu a outro trabalhador, que ele deveria assistir os vídeos para aprender como protocolar.

Os usuários estão procurando a prefeitura universitária, mas os responsáveis não estão ajudando com o sistema. É uma burocracia absurda! Isso é um desrespeito com a categoria e não pode continuar!

O STU vai pressionar a reitoria

O sindicato vai receber os documentos que os usuários estão elaborando com as assinaturas da maioria, nos termos da Instrução Normativa da Prefeitura, nº4/2023, art. 22, e vai encaminhar ao excelentíssimo Tom Zé diretamente. Sem burocracias!

Atenção! As pessoas podem enviar os documentos de solicitação digitalizados e assinados no e-mail: [email protected].

Não queremos o Ponto Eletrônico!

A diretoria do STU conversou sobre os relógios de ponto eletrônico que estão sendo instalados na área da saúde e administração central. Tom Zé está atrasado 37 dias, e provavelmente já deve estar pagando multa. Por isso está correndo para instalar os aparelhos e dar continuidade ao contrato sem licitação com a empresa Senior.

O STU cobrou via SIC o documento que a Unicamp usou para embasar o contrato sem licitação. O prazo já expirou e foi solicitado prorrogação. Estamos atentos, e vamos questionar juridicamente o contrato.

Agente urgente a sua reunião de unidade

Agende urgente a sua  reunião de unidade e informe a Secretaria do STU através do telefone (19) 3521-7412 ou e-mail [email protected] para que um diretor possa comparecer.

E lembre-se sempre de acompanhar as nossas redes de comunicação para ficar por dentro das novidades do sindicato!

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porFernanda de Freitas

Assembleia reafirma disposição de lutar pela isonomia com a USP e inclusão dos aposentados na pauta

Hoje (13) na assembleia nosso assessor jurídico, Dr. Ricardo Sobral, explicou os trâmites da denúncia anônima contra a Unicamp sobre possíveis irregularidades na concessão de benefícios à categoria. Segundo ele, a instituição tem um prazo para respondê-la.

De acordo com informações da reitoria, todos os avanços alcançados até agora na mesa de negociação estão garantidos.

No entanto, precisamos avançar na pauta de isonomia com a USP e na extensão dos benefícios aos/às aposentados/as.

Diante disso, a assembleia reafirmou que devemos seguir cobrando que o reitor retome a negociação com o STU e ADunicamp para continuar o diálogo sobre as nossas reivindicações.

A assembleia indicou que o STU protocole novo pedido de reunião e siga pressionando o reitor por novas negociações. Na próxima semana, dia 19/11, teremos nova assembleia para organizar novas ações do movimento.

Vamos nos manter mobilizados/as para garantir mais conquistas!

poradmin

19/11 | STU convoca Assembleia Geral para definir novo calendário de luta

O STU convoca toda a categoria para participar da Assembleia Geral que será realizada dia 19/11 (terça-feira), às 12h, na Praça da Paz.

Tendo em vista a recorrente postura do reitor Tom Zé de fugir da categoria, mesmo se comprometendo a manter o diálogo, a diretoria do STU decidiu construir um novo calendário de luta que tem como foco uma nova paralisação para o dia 28/11, quando ocorrerá a reunião da COP.

Essa assembleia é fundamental para definirmos os próximos passos da nossa mobilização em torno das nossas reivindicações:

  • Abono/Prêmio de R$ 10 mil (2023) e R$ 9 mil (2024), pagos pela USP;
  • Concessão de Auxílio Nutrição e Auxílio Saúde para os/as aposentados/as.
  • Continuidade da discussão sobre a nossa pauta de reivindicações;

Nossa mobilização já garantiu um aumento expressivo nos recursos destinados à categoria, de R$ 80 milhões para R$ 138 milhões.
Essa conquista é fruto da nossa pressão constante!

Podemos avançar muito mais porque a proposta apresentada pela reitoria é insuficiente diante das necessidades da categoria e do montante que a Unicamp tem em caixa.

Precisamos garantir que o reitor mantenha o compromisso de retornar à mesa de negociação para tratar das nossas reivindicações.

Temos muita demanda para tocar, especialmente a dos/as aposentados/as que, mais uma vez, são colocados/as à margem da discussão por essa reitoria insensível.

É importante contarmos com a presença de todos/as para dar força a essa luta!

Obs.: em caso de chuva, a assembleia acontecerá na sede do STU.

porFernanda de Freitas

Paralisação marca a luta da categoria contra a intransigência do reitor

Nem a tentativa de mediação da Fasubra fez com que Tom Zé receba os/as trabalhadores/as


Num momento em que há mais de R$ 2 bilhões em recursos financeiros nos cofres da Unicamp, nossa defasagem salarial acumulada desde maio/2012 corresponde a pouco mais de 20 salários e estamos sofrendo um duro golpe da quebra da isonomia entre as Universidades Estaduais Paulistas, o reitor Tom Zé se recusa a dialogar com a categoria. Pior ele segue a risca a cartilha do governador Tarcísio, implantando aqui a política de arrocho, terceirização e descaso.

Desde o protocolo da nossa Pauta Especifica, em 11/06, o STU fez vários contatos com a reitoria e enviou inúmeros ofícios cobrando retorno a respeito de uma agenda de negociação. E até o fechamento desta matéria, nenhuma resposta foi dada!

Fasubra solicita reunião com reitoria e fica no vácuo

A Fasubra-Sindical também se manifestou através de ofício, em 12/08, solicitando ao reitor Tom Zé uma reunião, o mais breve possível, com objetivo de discutir a nossa pauta interna.

Durante a Paralisação aconteceu uma roda de conversa sobre processo de progressão na carreira

A Federação sugere uma reunião conjunta entre STU, reitoria e Fasubra, com objetivo de “proporcionar um espaço para detalharmos e dialogarmos sobre as reivindicações apresentadas e buscar soluções que contemplem as necessidades dos trabalhadores técnico-administrativos da Unicamp”.

E para a surpresa de “ninguém”, o reitor intransigente, mas que se diz do dialogo, ignorou solenemente a nossa federação, demonstrado seu total descaso com as questões que envolvem as condições salariais e de trabalho dos/as trabalhadores/as.

Hoje (29), mais uma vez, fizemos um ato importante. Fomos para a porta da reitoria cobrar respostas, mas demos com a cara na porta.

Ninguém… nenhum representante da Administração se propôs a nos receber, ao contrário, se esconderam em suas salas ignorando os protestos da categoria que reivindica apenas os seus direitos.
Durante o dia todo o microfone ficou aberto para falas, fizemos rodas onde debatemos os desafios do projeto da carreira; a quebra da isonomia; a falta de democracia nas instâncias da Universidade; as condições insalubres nas unidades, especialmente da Área da Saúde; os ataques à autonomia; a inércia do reitor em defender o financiamento da universidade; a ampliação das terceirizações e tantas outras demandas que provam que o nosso trabalho está cada vez mais precarizado.

Tom Zé vira as costas para o/a trabalhador/a

Prof. Paulo Centoducatte e Coordenador Geral do STU, Zé Luis Pio, discutem autonomia e financiamento universitário

Pelo visto o reitor “democrático” só conhece uma linguagem, a da lei, porque ele só se posiciona quando é chamado a discutir o caso na justiça. Lamentável!

Apesar dos esforços da Fasubra, Tom Zé se mostra extremamente desrespeitoso e indiferente às questões que dizem respeito ao nosso trabalho e nossa saúde ocupacional.

Isso só prova que a nossa indignação precisa se tornar combustível para ascender ainda mais a nossa mobilização.

Não podemos parar, vamos nos inspirar nos companheiros/as da Unesp que, depois de anos lutando, avançaram na isonomia com a USP.

Parece que os/as únicos interessados/as em defender o serviço público, proteger o servidor/a e garantir uma Universidade de qualidade, somos nós.

A diretoria do STU entende que hoje foi um ato importante, mas amanhã precisa ser maior. Seguiremos juntos/as e mobilizados/as pelo que é nosso de direito.

porFernanda de Freitas

Fórum das Seis promove novo debate sobre Financiamento e Garantia da Autonomia

Com objetivo de ampliar a mobilização das categorias contra os ataques do governo Tarcísio que se dão através de ameaças de cortes de verbas da educação e esmagamento dos direitos dos/as servidores/as, o Fórum das Seis está organizando mais um debate sobre o tema “Financiamento e Garantia da Autonomia das Universidades Estaduais: Impactos da Reforma Tributária”.

O encontro será dia 19/09, 14h, na Escola de Artes, Ciências e Humanidades – USP Leste. A USP Leste fica à Rua Arlindo Bettio, 1000 (Estação USP Leste da CPTM, saída 17 da Rod. Ayrton Senna).

A discussão se faz necessária por conta dos riscos à autonomia e ao financiamento das universidades estaduais paulistas, em meio às mudanças que surgirão com a reforma tributária.

Diante dessas tentativas de desmonte da Universidade Pública, o Fórum das Seis aponta que essa discussão é de máxima importância para os próximos meses, sendo crucial ampliar a luta por financiamento adequado para Unesp, Unicamp e USP nas negociações que envolvem a Reforma Tributária.

Anote na sua agenda e participe desse debate.

porStéphane Powaczuk

Pauta Específica de Reivindicações 2024

CLIQUE AQUI para conferir a nossa Pauta Específica de Reivindicações 2024 que foi protocolada pela diretoria do STU na reitoria, em 11/06/2024.

Estamos cobrando retorno da reitoria para iniciarmos as negociações, confira aqui a última notícia que publicamos no site sobre o ofício enviado ao Tom Zé solicitando agendamento urgente de uma reunião.

poradmin

Cruesp se recusa a negociar pauta salarial

O Cruesp está irredutível em relação à nossa pauta salarial e insiste em não retomar a mesa de negociação com o Fórum das Seis.

Desde a entrega da Pauta Conjunta, ocorrida em 19/04, foi realizada apenas uma reunião para discutir a questão salarial. De lá pra cá, os reitores insistem nesta postura intransigente e prejudicial à categoria.

Apesar dos reitores afirmarem, no ofício enviado ao Fórum em 10/06, de que a decisão institucional foi “baseada em informações técnicas que preserva o poder aquisitivo dos salários e, ao mesmo tempo, mantém a segurança e o respeito fiscal para a execução orçamentária das três universidades”, sabemos que isso não é verdade.

Essa medida cruel do Cruesp, de conceder 5% de reajuste, não preserva o nosso poder aquisitivo, e pior, aprofunda as perdas financeiras das categorias que já acumulam 20 salários a menos desde maio/2012.

O curioso disso tudo é a justificativa “falsiane” usada pelos reitores: “considerando a inexistência de fato novo apto a ensejar a alteração da proposta apresentada ao Fórum das Seis, o CRUESP entende não haver razões para retomar o processo que levou à decisão institucional adotada”.

O fato novo existe sim: a arrecadação do ICMS está crescendo, isso significa que o dinheiro continua entrando nos cofres das universidades, mas os reitores continuam guardando tudo na cara dura. Estamos cansados/as de saber que dinheiro tem!

Os reitores não estão “nem aí” para nós porque na cabeça deles 5% de reajuste é mais do que suficiente. Só que eles ignoram as nossas perdas salariais se arrastando por mais de 12 anos, que superam os 5% recebidos em maio/2024.

Não resta alternativa a não ser ampliar a mobilização – com reuniões de unidades, paralisações, assembleias e tudo mais que for preciso – para organizar e fortalecer o nosso movimento. Precisamos pressionar esses reitores para que revejam essa decisão descabida.

E se eles se recusarem a retomar as negociações, vamos cumprir com o indicativo do Fórum das Seis e a nossa decisão de assembleia: o segundo semestre letivo não vai começar! É greve neles!