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porStéphane Powaczuk

Quinta-feira 06/10 tem Assembleia Geral do STU

Nesta quinta-feira, 06/10, às 12h, vai acontecer mais uma assembleia do STU. E dessa vez nosso encontro vai ser na Praça da Paz.

A sua participação é fundamental, pois temos uma PARALISAÇÃO para organizar no dia 11 de outubro.
Nossa mobilização precisa continuar fortalecida. Mostramos ontem em frente a reitoria que juntos/as podemos avançar nas nossas pautas.
O STU recebeu um ofício do chefe de gabinete, Paulo César Montagner marcando uma reunião justamente no dia 11/10.
Convoca os/as colegas e vem dialogar conosco para encontrarmos a melhor estratégica para continuarmos pressionando o Tom Zé!
Nos vemos amanhã, quinta-feira, 06/10, às 12h, na Praça da Paz.

porStéphane Powaczuk

Assembleia delibera paralisações 4 e 11/10 e indicativo de greve para o dia 18/10

Assembleia STU, em 29 setembro de 2022. Foto: Marcos Bueno.

Na última quinta-feira, 29/09, a sede do STU esteve repleta de trabalhadoras e trabalhadores indignados com as atitudes antidemocráticas do reitor Tom Zé, de não receber o sindicato e o Fórum das 6. Eleito com a bandeira do diálogo e valorização das pessoas, sequer respondeu a categoria.

Tom Zé abre mão da autonomia administrativa para submeter ao Ministério Público (MP) o ponto eletrônico.  As promessas de campanha foram rasgadas e a reitoria está impondo a assinatura do Termo de Ajuste de Conduta (TAC) para o controle das pessoas que prometeu valorizar. E mais: entregando de bandeja para o MP a autonomia administrativa da Universidade que ele deveria zelar.

Durante a pandemia estivemos trabalhando arduamente, fora dos nossos horários de trabalho inclusive. Aumentamos nossos gastos, comprometemos nossa saúde e estivemos expostos à morte. Toda a Universidade se empenhou para combater o vírus, e os ataques de todos os lados, mantendo a Unicamp entre as melhores da América Latina. Além de termos sido referência no combate ao COVID, desde a produção científica à assistência dos doentes. Esperávamos da administração Central, no mínimo, respeito.

Diante de tantos ataques e dessa postura lamentável, a assembleia deliberou paralisação nos dias 4 e 11 de outubro e indicativo de greve dia 18/10.  As reuniões de unidades tem sido representativas mostrando a indignação da categoria. Além disso diversas Congregações estão aprovando moções contra o ponto eletrônico (PE). Chega de aguentarmos calados, vamos ocupar a frente da reitoria e reivindicar nossos direitos. Organize a reunião em sua unidade e participe dos atos e da assembleia.

Confira as deliberações da assembleia e nossa agenda de mobilização:

  • Paralisação com ato na frente da Reitoria amanhã, 04/10;
  • Reuniões de unidade e mobilização para os atos e paralisações de 04 e 11/10, com indicativo de greve para 18/10;
  • Assembleia dia 06/10;
  • Mobilização diária na Reitoria.

Cobramos a negociação imediata da nossa pauta! Reposição das nossas perdas salariais com reajuste e vale refeição ainda neste ano. Os cofres da Reitoria nunca estiveram tão cheios, a Universidade não é banco para acumular tanto dinheiro guardado, às custas do nosso salário.

porStéphane Powaczuk

Hoje tem Assembleia Geral no STU

O STU está convocando toda categoria para participar da Assembleia Geral HOJE, 29/09, ao meio dia, na Sede do sindicato!
Venha debater sobre a proposta de PARALISAÇÃO no dia 04/10, e o projeto de carreira do sindicato.
A sua presença é muito importante para o nosso movimento!
Vamos paralisar e cobrar diálogo do reitor no quando ele estará na CAD.
Nos vemos às 12h, na Sede do STU!

porStéphane Powaczuk

Assine a Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em defesa do Serviço Público e das Servidoras e Servidores

Em um país como o Brasil, o serviço público é um setor estratégico para atender a população e para diminuir essas desigualdades.

É por isso que o Fonasefe, lança a Carta- manifesto às Brasileiras e aos Brasileiros em defesa do Serviço Público e das Servidoras e Servidores.

Assine a carta através do link e compartilhe com os seu amigos: https://fonasefe.org/carta-as-brasileiras-e-aos-brasileiros-em-defesa-do-servico-das-servidoras-e-servidores-publicos

Que o serviço público brasileiro seja do tamanho da necessidade do povo brasileiro, sempre!

Texto e Imagem: Fasubra

porStéphane Powaczuk

Ato Unificado com Paralisação é nesta terça 30/08

Amanhã, 30/08, é o dia do nosso ATO UNIFICADO com a USP e UNESP para exigir negociação ao Tom Zé, presidente do Cruesp. Nos encontramos em frente a reitoria, às 11h!

Então vamos fazer muito barulho na Reitoria para que o Tom Zé nos receba e negocie a nossa pauta! Queremos recuperar as nossas perdas salariais desde maio de 2012, e para isso estamos reivindicando principalmente:  REAJUSTE de 21,73%, ISONOMIA com a USP e VALE REFEIÇÃO!

Sabemos que a Unicamp tem dinheiro para nos pagar! O comprometimento com folha é o mais baixo desde a autonomia Universitária e o reitor está sentado na reserva financeira que acumulou na pandemia! A reitoria economizou às custas do trabalhador e da trabalhadora, é hora de negociar democraticamente e nos valorizar.

BASTA de enrolação! Nossa categoria merece respeito! Tom Zé, abre a porta pra negociação!

porFernanda de Freitas

Comer ou pagar conta: nosso salário não dá para mais nada!

Uma pesquisa da ABBT (Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador) divulgada pela imprensa aponta que o trabalhador campineiro gasta em média R$ 41,35 para almoçar fora de casa. Esse preço é maior que a média nacional, avaliada em R$ 40,64.

Em poucas palavras: não está dando nem para se alimentar fora de casa!

Um estudo realizado pelo DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) mostra que cerca de 37% dos reajustes salariais das categorias com data-base em junho, inseridos no Sistema Mediador, do Ministério do Trabalho e Previdência, até 11/07, conquistaram ganhos reais.

O percentual de data-base que fechou com valor igual à inflação também ficou próximo a 37%. Já os reajustes abaixo da inflação representaram 26% dos casos.

Esse resultado mostra que a classe trabalhadora, finalmente, conquistou o maior percentual de reajustes acima da inflação por data-base, desde setembro de 2020.

Mas o que isso tem a ver com você, que trabalha na Unicamp?

Tudo!

A melhora dos resultados das negociações salariais nesta data-base, no Brasil todo, aponta que, apesar do período de pandemia da Covid-19, o momento tem favorecido reajustes salariais acima da inflação.

Repor a inflação do período não significa que os patrões ficaram bonzinhos. Ao contrário, isso prova que a maioria dos empregadores reduziu custos, demitiu funcionários e, consequentemente, aumentou os seus caixas com essa economia que fizeram.

Na Unicamp essa situação não é diferente!

Universidades escondem o ouro

Desde 2020 a arrecadação de ICMS segue em alta, sendo que, de janeiro a junho/2022 o aumento ficou cerca de 7,7% maior do que deveria estar, no mesmo período, apontando para um resultado superior ao previsto pelos reitores em 2022.

O comprometimento médio da USP, Unicamp e Unesp com a folha de pagamento manteve-se quase inalterado após o reajuste de março/2022.

As universidades estão fazendo caixa à custa do nosso trabalho árduo, descaradamente!

De acordo com o Fórum das Seis, a inflação que deixou de ser paga, desde maio/2012, corresponde a 16,5 salários não recebidos por cada servidor técnico-administrativo e cada docente, ou seja, 1 ano e 8 meses trabalhados de graça.

Para piorar tem a situação dos aposentados que além de não ter vale alimentação, são os principais atingidos com a inflação somada às dificuldades de manter as boas condições de saúde.

Não são suposições das entidades sindicais, são números!

Resumindo: a inflação não dá trégua; a alta dos preços da refeição, água, energia elétrica, gás etc., é muito maior em Campinas; a arrecadação das Universidades também está crescendo e a única coisa que diminui são os nossos salários.

Para retomarmos nosso poder aquisitivo precisaríamos de um reajuste de 22,23%, em junho/2022.

Mas, ao invés de discutir a valorização dos funcionários, que faz com que a Unicamp se destaque no cenário mundial, o reitor Tom Zé, presidente do Cruesp, segue fugindo da negociação, desde 13/04, data em que protocolamos a Pauta de Reivindicações, da data-base de 2022.

Dia 10/08, às 12h, na Praça da Paz, tem Assembleia Geral para discutirmos os rumos da nossa data-base e o indicativo de atraso do semestre letivo, se a negociação não acontecer.

Refeição em Campinas/SP (Fonte: ABBT)

  • Preço Médio: R$ 41,35
  • Prato Feito: R$ 25,54
  • Prato Executivo: R$ 55,85
  • Autosserviço/quilo R$ 34,42
  • Refeição à la carte: R$ 90,97

Obs.: O cálculo leva em conta o prato em si, uma bebida (refrigerante, água ou suco), uma sobremesa e um café.

porStéphane Powaczuk

IX Encontro Nacional de Aposentados(as), Aposentandos(as) e Pensionistas

A FASUBRA Sindical, por meio da Coordenação de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria, realiza nos dias 18, 19 e 20 de agosto, em Brasília/DF, o IX Encontro Nacional de Aposentados(as), Aposentandos(as) e Pensionistas. O encontro foi uma deliberação da última Plenária e terá como eixo principal “Respeito, Direitos e Saúde Mental em tempos de Governo de Exceção e de Pandemia”.

Entre as palestras estão temas como:

– Estatuto do Idoso (Lei 10.741/2003), direitos não cumpridos, principalmente no atual governo;

– Decreto 10.620/2021 e suas implicações na vida de aposentados/as, aposentandos(as) e pensionistas;

– Acolhimento e atenção ao idoso e idosa em suas angústias antes e durante a Pandemia;

– Benefícios da atividade física na terceira idade;

– Idosos e idosas são imprescindíveis na escolha dos futuros dirigentes do país;

– Como dar leveza e sentido à sua vida fazendo o que você gosta;

– Problemas e desrespeito aos aposentados/as e pensionistas das estaduais.

O encontro contará com atividades como almoço dançante e apresentação do Coral Vozes do Cerrado do SINT-IFESgo, da Universidade Federal de Goiás (UFG).

A Direção Nacional da FASUBRA solicita que os sindicatos enviem os nomes dos participantes para o e-mail [email protected].

Em breve divulgaremos mais detalhes.

Imagem e Texto: FASUBRA.

porStéphane Powaczuk

OCUPA Brasília leva milhares às ruas em defesa da Educação

Milhares de trabalhadoras, trabalhadores da educação e estudantes tomaram a Esplanada dos Ministérios, no OCUPA Brasília nesta terça-feira (14/06). Atos também foram realizados no Congresso Nacional – em frente ao Anexo II e no Auditório Nereu Ramos, em defesa da educação, contra os cortes orçamentários do MEC, contra as privatizações das estatais e todos os ataques ao serviço público. O protesto terminou com uma atividade político-cultural nas proximidades do Teatro Nacional, com a apresentação do Maracatu Tambores do Amanhecer e do rapper GOG. Parlamentares da oposição também estiveram presentes na luta. A FASUBRA Sindical contou com a participação ativa das entidades de base.

Na última semana, o governo Bolsonaro anunciou mais um corte no orçamento do Ministério da Educação no valor de R$ 3,2 bilhões, que vai atingir diretamente o funcionamento das universidades e institutos federais. Os ataques são constantes, como a proposta de instituição de mensalidades nas IFE (PEC 206) e, ainda ontem, o Senado aprovou o PLP 18/22 que retira recursos do Fundeb – Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Professores. A Câmara dos Deputados, por sua vez, reparou o erro e aprovou uma emenda que garante que os entes federados que perderem recursos do ICMS sejam compensados pela União e obriga estados, municípios e o Distrito Federal a manter a execução proporcional de gastos mínimos constitucionais com saúde e educação, incluindo os recursos do Fundeb.

“Estamos hoje em um momento de emergência, mais uma vez, com o PLP 18/22 tentando arrebanhar recursos da Educação e ao lado dos cortes que foram realizados semana passada fazem esse mosaico tenebroso do governo Bolsonaro contra a educação, contra o SUS e contra o Brasil. Por isso estamos aqui resistindo, estaremos contrários a esse conteúdo e sempre juntos na luta. Pela educação pública, gratuita e de qualidade”, destacou a deputada federal Alice Portugal (PCdoB/BA) no ato em frente ao Anexo II. Veja a fala na íntegra: https://bit.ly/3QrsssU.

O ato ainda abordou temas como a recomposição inflacionária; a corrupção envolvendo o MEC; a revogação da Emenda Constitucional 95 (Teto de Gastos); contra as privatizações; e em defesa e respeito à classe trabalhadora do serviço público, entre outros. Servidoras e servidores da Funai – Fundação Nacional do Índio – se somaram ao protesto e cobraram justiça pelo desaparecimento do indigenista Bruno Pereira e do jornalista inglês Dom Phllips, que foram assassinados durante uma viagem na terra do Vale do Javari, no Amazonas, no último dia 5/06. Eles ainda pediram mais segurança para trabalhadores em áreas de proteção.

O coordenador-geral da FASUBRA Toninho Alves afirmou no ato do Nereu Ramos que há um processo de desmonte das universidades e do Estado brasileiro em curso. “Há um projeto nesse país, por parte desse governo, que é atacar as universidades públicas, a educação brasileira e declarar guerra cultural com o processo do negacionismo, de ataque à ciência, à tecnologia e acima de tudo para acabar com os pensadores ou aqueles que ousam enfrentar o sistema do país”. Veja a fala na íntegra: https://bit.ly/3tH3vA3.

Quando a manifestação passou em frente ao MEC, Toninho mandou um recado ao ministro Victor Godoy. “Estamos aqui hoje para dizer ao ministro que a luta dos estudantes e dos trabalhadores unificou. Já caíram quatro ministros e nós estamos preparados para derrubar mais um, caso ele não reveja os cortes orçamentários que foram aplicados. Por isso estamos na luta, estamos resistindo e vamos defender as universidades públicas e os institutos federais”, reforçou. Veja a íntegra: https://bit.ly/39oAlPv.

O deputado federal Glauber Braga (PSOL/RJ) disse que os que querem destruir a educação pública não vão prosperar. “O que está acontecendo hoje é muito importante e essa tem que ser uma etapa para o crescimento da mobilização. Se eles imaginaram que iam passar a boiada sem nenhum tipo de resistência é porque não conhecem e imaginam a força dos estudantes de todo o Brasil. É pé na bunda do Bolsonaro. Viva a educação pública brasileira e fora Bolsonaro”. Confira: https://bit.ly/3b4RAW8.

No ato cultural o rapper GOG também mandou o seu recado para a FASUBRA. “Dizer a vocês que é importante reforçar atos como este aqui na Esplanada dos Ministérios, trazendo a nossa voz, a voz do povo sobre a importância da educação popular que é a nossa cara, que é a nossa história”, afirmou.

Para a Direção Nacional da FASUBRA Sindical este ato é mais um do processo de mobilização dos TAE em defesa da universidade pública e a Federação debaterá no Fonasefe e com as entidades da educação um calendário da mobilização no segundo semestre que unifique a luta dos segmentos do serviço público e a população para impedir a entrega das estatais e o desmonte da educação.

porStéphane Powaczuk

ICMS CRESCE 19,45% EM MAIO

A arrecadação do ICMS teve um crescimento de 19,45% em maio desse ano comparada com maio de 2021.

De janeiro a maio de 2022 a arrecadação foi de R$61,512 bilhões, o que corresponde a um valor 17,05% maior que o acumulado no mesmo período de 2021 – (R$52,55 bi).

A média de comprometimento acumulada com a folha de pagamento nas 3 universidades em maio ficou em torno de 68,50% – UNESP 66,1%, USP 67,66% e UNICAMP 72,22% – bem baixo, mesmo após a aplicação do reajuste de 20,67% em março.

A nossa pauta de reivindicações foi protocolada há mais de 2 meses e até agora não tivemos agendamento de reunião de negociação.

O reajuste é necessário para recompor as nossas perdas salariais desde maio de 2012.

Queremos 21% já!

porStéphane Powaczuk

Ocupa Brasília – ato da Educação será realizado no dia 14/06

Nesta terça-feira (14/06) trabalhadoras, trabalhadores da educação e estudantes realizam o OCUPA Brasília, em defesa da educação e contra os cortes de R$ 3,23 bilhões do orçamento do MEC de 2022, o que representa 14% do orçamento das universidades e institutos federais do Brasil.

Além dos constantes ataques, o ato também abordará temas como a recomposição inflacionária, contra a PEC 206 (que institui a cobrança de mensalidades nas IFE); a revogação da Emenda Constitucional 95 (Teto de Gastos); contra as privatizações, entre outros. A pauta unificada da educação federal será entregue ao MEC.

A Direção Nacional da FASUBRA Sindical orienta suas entidades de base que se mantenham mobilizadas e, se puderem, que enviem representantes para o protesto OCUPA Brasília. Confira a programação:

13h – Concentração no Anexo II da Câmara dos Deputados

14h – Ato interno no Auditório Nereu Ramos (em defesa das estatais e contra os cortes na educação)

16h – Marcha em direção ao MEC

17h30 – Ato Político Cultural com Maracatu e o rapper GOG

20h – Encerramento e retorno das caravanas

Texto: Fasubra.

porStéphane Powaczuk

CRUESP, cadê a reunião de negociação?

Estamos há quase dois meses esperando que o CRUESP responda aos ofícios encaminhados pelo Fórum das Seis. Fizemos um ato unificado com a USP, e a UNESP, no dia 31 de maio em frente a reitoria da Unicamp, mas as portas foram lacradas para que os trabalhadores não fossem ouvidos, e o Tom Zé, que é o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas teve a coragem de dizer “agenda com a secretária”.

O trabalhador não pode esperar, nossos salários estão defasados, sem reposição da inflação. O comprometimento com a folha de pagamento da Unicamp é o mais baixo dos últimos anos, sabemos que existe verba. Após dois anos de contingenciamento das despesas com a LC 173, os caixas das Universidades engordaram e seguem cheios, enquanto o bolso do trabalhador permanece vazio.

A reitoria não está priorizando nossa pauta, por isso precisamos da sua ajuda para lutarmos juntos pela reposição da inflação!

Essa semana o Fórum das Seis vai se reunir para definir os rumos da nossa campanha salarial data-base 2022. E também já nos convocou para participar do Ato Nacional em defesa da educação e da ciência que vai acontecer dia 09 de junho. Vamos nos mobilizar para denunciar os cortes do governo Bolsonaro à ciência e à educação, que recentemente teve um bloqueio de R$3,3 bilhões da educação, atingindo as universidades e rede de institutos federais. Em breve informaremos sobre o local e horário do ato em Campinas, continue acompanhando as redes sociais do STU.