Arquivo de tag campanha salarial

porFernanda de Freitas

Pauta Unificada de Reivindicações de 2023

No dia 11/04, o Fórum das Seis protocolou a Pauta Unificada de Reivindicações de 2023 junto ao presidente do Cruesp (Conselho de Reitores), Prof. Dr. Pasqual Barretti, também reitor da Unesp.

A entrega da Pauta foi acompanhada da solicitação de agendamento de reuniões entre as partes ainda em abril, tendo em vista o fato de que nossa data-base é 1º de maio.

A data-base é o período em que as entidades sindicais e estudantis e associações docentes da Unicamp, Unesp, USP e do Centro Paula Souza reivindicam reajuste salarial, isonomia e melhores condições de trabalho e de vida.

Como fica o índice salarial da Pauta Unificada de Reivindicações de 2023?

  • Em 1º/5/2023: 16,18% de reajuste (7,10% da inflação de 14 meses + 8,48%, que é a metade da diferença que falta para repor o poder de compra de maio/2012).
  • Até final de 2023: 8,48% (a outra metade que falta para repor maio/2012). Nova negociação em outubro/2023.

porFernanda de Freitas

Tom Zé está incomodado com a nossa mobilização

A Paralisação com Ato, aprovada em assembleia e realizada quarta passada (12), foi importante no enfrentamento à postura intransigente do reitor Tom Zé.

No ato, os/as trabalhadores/as formaram uma comissão que foi até o evento onde o reitor estava: porque se ele não vem dialogar, nós vamos até ele buscar negociação.

Na abertura do evento, os/as manifestantes levantaram seus cartazes escritos “Hoje é Dia de Paralisação”.

A intervenção do Magnífico Reitor se posicionando contra a manifestação e, novamente, se recusando a agendar reunião sob a justificativa de que deveríamos procurar o chefe de gabinete da reitoria, causou indignação na categoria.

Tom Zé atacou o movimento sugerindo que somos uma minoria antidemocrática: “…Democracia significa, antes de tudo, ser capaz de construir maiorias e consensos. As pessoas deveriam estar preocupadas com isso: qual é a capacidade efetiva de construir maiorias e consensos? E não só realizar atividades que representam movimentos legítimos, mas que não são capazes de construir maiorias e consensos”.

Por conta da fala desrespeitosa do reitor os/as manifestantes solicitaram espaço para intervenção em nome dos/as trabalhadores/as presentes no ato.

O que ele ignora é que o protesto foi aprovado em assembleia, a mais importante instância deliberativa da categoria, depois do congresso estatutário.

Curioso é que até o Instituto Rouanet convidado pelo evento e representado pela diretoria executiva, Adriana Rouanet, filha de Sérgio Paulo Rouanet, inspiração para a Lei de Incentivo à Cultura, conhecida como Lei Rouanet, reconheceu a legitimidade democrática do nosso movimento. Em post publicado nas redes sociais eles registram que as nossas repre-sentantes usaram “seu direito democrático à liberdade de expressão”.

O ato foi a expressão de uma categoria descontente com as posturas antidemocrática e evasiva do reitor que se recusa a negociar.

Ao contrário do que prega o reitor, nosso protesto não quer desmoraliza-lo perante a comunidade acadêmica, tão pouco manchar a imagem da Unicamp ,como a reitoria diz.

Queremos diálogo democrático

Queremos e merecemos tratamento digno e valorização pelos serviços prestados à Universidade. Por isso, cobramos 26% de reajuste, pagamento de abono, vale refeição justo, auxílio saúde, elevação dos pisos médio e superior e isonomia.

Não para falir a Unicamp, mas para repor perdas salariais acumuladas desde maio/2012.
Nossa paralisação foi para cobrar a nossa pauta e expressar descontentamento com a política de arrocho salarial. Mas pelo visto conseguimos incomodar o reitor Tom Zé!

Uma pena que o desconforto dele não é igual ao que sentimos em nossos bolsos, mas sinaliza que estamos no rumo certo.

Apesar da contrariedade do reitor, a paralisação foi positiva e a mesa diretora do evento se colocou a disposição do sindicato para aprofundar o debate sobre a Universidade que queremos construir.

Por que cobramos 26% de forma única?

Em assembleia realizada dia 30/03, aprovamos o índice de 26% de reajuste em parcela única, diferente do Fórum das Seis que propõe o pagamento de uma parcela em maio e outra no 2º semestre.

Nossa categoria defendeu que é urgente a reposição da inflação que corrói assustadoramente os nossos salários.

Cruesp agenda reunião

Terça-feira (11), o Fórum das Seis protocolou a Pauta Unificada de Reivindicações 2023, acesse no nosso site.

Dias depois, o Cruesp agendou reunião da equipe técnica da área financeira com o Fórum, para 12/05. E dia 18/05 deve ocorrer a primeira negociação entre o Fórum e o Cruesp.

Precisamos seguir mobilizados para que neste dia haja negociação de fato com apresentação de proposta salarial da parte dos reitores.

porFernanda de Freitas

Agende urgente reunião na sua unidade

A nossa última Assembleia Geral (30/03) aprovou o índice de reajuste salarial de 26% com pagamento único, conforme proposto pela diretoria do STU.

Também foi aprovada a realização de uma PARALISAÇÃO COM ATO, nesta quarta-feira (12), às 9h, em frente à reitoria da Unicamp.

Nossas reuniões de unidades são fundamentais para a construção do nosso movimento!
Para agendar a reunião na sua unidade, ligue no STU (19) 3521-7412 ou envie um e-mail para [email protected] e solicite o mais breve possível alguém da diretoria do STU na sua unidade.

Para realizarmos uma PARALISAÇÃO COM ATO forte que vai garantir a nossa isonomia e reajuste dos nossos salários precisamos nos mobilizar!

porStéphane Powaczuk

FASUBRA e as entidades que compõem o FONASEFE entregam carta com reivindicações aos novos parlamentares

O Congresso Nacional iniciou a nova Legislatura nesta semana, com a posse dos parlamentares e das Mesas Diretoras. A FASUBRA Sindical e demais entidades do FONASEFE e do FONACATE estiveram presentes na Câmara dos Deputados e no Senado Federal durante dois dias, no dia 1º/2 e 2/2, em visita aos gabinetes para apresentar as entidades sindicais que representam os SPFs e entregaram um documento em defesa da democracia com as reivindicações da campanha salarial das categorias.

Na quinta-feira (2/2), as entidades se reuniram com o líder do Governo na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT/CE), e com as lideranças do PCdoB, PSOL e do PT na Câmara. Nas reuniões reforçaram a necessidade de votação de projetos que valorizam o serviço público e a urgência da recomposição das carreiras do Executivo que estão há 7 anos sem reajustes.

Na próxima terça-feira (7/2), será reinstalada a Mesa Nacional de Negociação Permanente, espaço de discussões relativas às carreiras das servidoras e servidores públicos e de negociações salariais. A pressão, no entanto, também será feita simultaneamente no Congresso Nacional. A Direção Nacional (DN) FASUBRA terá direito a uma intervenção na reunião, onde reafirmará a necessidade da recomposição salarial, revogação dos decretos que atingem as servidoras e os servidores públicos e uma política de valorização do salário e dos trabalhadores.

Na carta, as entidades solicitam:

-Auxílio na interlocução junto ao Poder Executivo em prol da concessão de um reajuste linear emergencial às carreiras públicas federais capaz de sanar a profunda defasagem salarial atual;
– Apoio na aprovação célere da proposta legislativa de reajuste salarial e de benefícios que será encaminhada pelo Poder Executivo, pactuada com as entidades representativas do serviço púbico durante as tratativas na mesa nacional permanente de negociação;
– Manutenção de diálogo, atuação e participação constantes das entidades representativas do serviço público nas comissões permanentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, para elucidação dos demais aspectos relacionados à realidade do serviço público federal.

Confira a carta na íntegra: https://bit.ly/3JE8Dh6.

porFernanda de Freitas

Data-base 2023: Fórum e Cruesp farão reuniões técnicas em 27/1 e 28/2

A pedido do Fórum das Seis, o Conselho de Reitores (Cruesp), atualmente sob a presidência do reitor da Unicamp Antonio José de Almeida Martins (Tom Zé), agendou duas reuniões técnicas entre as partes: nos dias 27/1 e 28/2.

Os técnicos das universidades comprometeram-se a enviar um conjunto de dados solicitados pelo Fórum, antes de cada reunião. Eles se referem às contratações e às aposentadorias (realizadas em 2022 e previstas para 2023), reservas financeiras de cada universidade mês a mês, insuficiência financeira, benefícios etc.

O Fórum considera premente iniciar a discussão sobre o conjunto das perdas salariais – para retornar ao poder aquisitivo de maio/2012, por exemplo, faltam cerca de 21% – a valorização dos níveis iniciais das carreiras, as reivindicações da permanência estudantil e outras.


Comprometimento baixo com salários deu a tônica em 2022

O comprometimento médio acumulado com a folha de pagamento de janeiro a dezembro 2022 ficou em 70,29% nas três universidades: 67,23% na Unesp, 74,31% na Unicamp e 69,95% na USP. Os percentuais estão entre os menores desde a autonomia universitária conquistada em 1989.

O fechamento da arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, o ICMS, referente à quota-parte do Estado (75%), sobre a qual incidem os repasses às estaduais paulistas (9,57%), apontou um total de R$ 149,816 bilhões em 2022.

O montante teve um crescimento nominal de 8,28%, comparado com o ano de 2021, e é cerca de R$ 7 bilhões superior à estimativa prevista inicialmente pelo governo do estado e que foi a base dos orçamentos das universidades para 2022 (R$ 142,873 bilhões).

Nos últimos meses do ano passado, a arrecadação foi afetada pela redução das alíquotas do ICMS dos combustíveis (leis complementares federais 192 e 194, de 2022, e emenda constitucional 123/2022).

O Fórum das Seis questionou o governo estadual sobre o ressarcimento às universidades, uma vez que o estado de São Paulo recebeu compensações do governo federal. Não houve resposta. O assunto seguirá na pauta entre Fórum e Cruesp.

porFernanda de Freitas

Assembleia de quinta-feira (01/12) vai discutir rumos da nossa data-base

Nesta quinta-feira (01/12), às 12h, na sede do STU, teremos mais uma Assembleia Geral. Vamos discutir o desfecho da reunião da Comissão Técnica, entre Cruesp e Fórum das Seis, que discutiu a nossa questão salarial.

Estamos entrando na reta final do ano, se quisermos arrancar nosso reajuste de 21% e outros itens da nossa pauta interna será preciso aumentar a pressão pra cima do reitor fujão, Tom Zero.

A diretoria do STU orienta que as reuniões de unidades sejam intensificadas para que na assembleia seja possível fazer uma avaliação do andamento do movimento e das pautas da Carreira e do Ponto Eletrônico.

Agende a sua reunião de unidade e comunique o STU via e-mail [email protected].

Na assembleia vamos escolher também nossos/as delegados/as para a Plenária Nacional da Fasubra, que ocorre entre 8 e 10/12, em Brasília/DF.

Sua participação é fundamental na construção dessa luta!

porStéphane Powaczuk

Amanhã 11/10, tem Paralisação e reunião com a reitoria

Vamos nos concentrar em frente a reitoria, amanhã, a partir da 9h, para apoiar o STU na reunião que vai debater a nossa pauta específica.

A última assembleia do STU (06/10), decidiu intensificar as mobilizações contra o reitor Tom Zé(ro), que está sentado em cima de R$1,7 bilhão de reais.

Nossa luta é por um reajuste de 21,73%, ISONOMIA com a USP, VALE REFEIÇÃO e aumento no VALE ALIMENTAÇÃO!

Estamos há dois meses de terminar o ano, nosso poder de compra só diminuiu, ao contrário do dinheiro guardado nos cofres da Unicamp.

Venha lutar conosco pela nossa campanha salarial e pela nossa pauta específica que reivindica:

– Inclusão do Vale Refeição de R$990;

– Contra o ponto eletrônico;

– Isonomia com a USP;

– Carreira justa;

– Fim da terceirização da universidade;

– Cumprimento da TAC do assédio moral;

– Abertura imediata de concursos públicos.

Venha participar da nossa mobilização em frente a reitoria! Vista-se nessa luta com a camiseta do STU e vamos fazer muito barulho para apoiar o sindicato durante a reunião.