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porFernanda de Freitas

Em pauta: a luta da mulher trabalhadora

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Movimento “lugar de mulher é na luta” discute os desafios da brasileira

O movimento “lugar de mulher é na luta” está crescendo dentro da Unicamp. E hoje (30) as trabalhadoras e estudantes se reuniram no Ciclo Básico para assistir o filme “Terra Fria” que conta a história real da opressão vivida pelas trabalhadoras de uma mineradora de ferro no interior do estado de Minnesota, nos EUA.

Ao final do filme elas realizaram uma discussão sobre o combate aos assédios moral e sexual contra a mulher, a violência doméstica e os desafios da trabalhadora, principalmente, sua atuação no mundo sindical. A discussão contou com a presença da dirigente sindical da Fasubra, Ivanilda Oliveira Silva Reis, que compõe a Coordenação da Mulher Trabalhadora.

O encontro foi organizado pela Coordenação de Mulheres do STU e integrou o calendário de atividades da greve.

Amanhã (31), às 10h30, na Praça Paz, acontece a mesa de discussão “Mulheres e Negras: o feminismo negro em debate. A atividade é aberta a tod@s!

porFernanda de Freitas

Trabalhadores discutem os desafios da greve em café da manhã coletivo

Hoje (30) pela manhã os trabalhadores em greve se reuniram na cantina do IFCH para um café da manhã coletivo. O encontro juntou os funcionários da BC, IA, IEL, IFCH, IMECC, IFGW, IQ e IB.

Os presentes aproveitaram para avaliar a mobilização e discutir os impactos da greve no segundo semestre letivo, visto que a reitoria anunciou que as aulas só deverão começar somente com o fim da paralisação de funcionários e docentes.

Para a diretora do STU, Marina Rebelo “o encontro no IFCH foi muito bom, pois os diversos trabalhadores presentes puderam aprofundar coletivamente os debates sobre a perspectiva do movimento, bem como o papel das unidades na construção da greve em seu novo estágio, a inviabilização do segundo semestre”.

Os trabalhadores acreditam que somente com a unidade da categoria conseguiremos avançar na luta, por isso, o momento pede a intensificação das ações grevistas, tendo em vista que nossa paralisação tem causado grande preocupação no gestor, que enfrenta sérias dificuldades para a retomada das atividades na universidade.

Os trabalhadores defenderam a construção de um grande ato em frente ao Consu, na próxima semana, como forma de expressar nossa indignação com a postura dos reitores e, principalmente, com as deliberações do reitor Tadeu, como por exemplo, a implementação das 30h na Área da Saúde, que será apreciada pelos conselheiros sem antes ter sido discutida com a categoria. Os movimento grevista também aposta na organização de uma caravana unificada, com a USP e a Unesp, ao Palácio dos Bandeirantes para mostrar a força da categoria e cobrar do governador um posicionamento frente ao impasse do Cruesp.

O fato é que já somamos 69 dias de greve e os reitores até agora não vieram à mesa propor um reajuste digno. Sabemos que essa postura intransigente faz parte do projeto político de sucateamento dos serviços públicos, em especial, da Educação e Saúde implementado pelo Alckmin.

Os trabalhadores saíram do encontro com a tarefa de intensificar a paralisação nas unidades e criar ações que demonstrem a força da greve e o poder de mobilização das três universidades paulistas.

porFernanda de Freitas

Nota de Pesar

Faleceu na última segunda-feira (21/07) o servidor José Roberto Jerônimo, aposentado da Vigilância.

O STU lamenta profundamente o falecimento do companheiro e presta a sua solidariedade aos familiares e amigos.

porFernanda de Freitas

Festa Julina dos Aposentados teve muito arrasta pé e pratos típicos

DSC_3534Os aposentados se divertiram muito no tradicional Arraiá Julino, realizado sexta-feira (11) passada pelo STU na Associação Campineira dos Funcionários Públicos.

A tarde de descontração foi regada a muitas doces e salgados típicos, bebidas e muita música caipira e sertaneja.

O salão decorado com motivos julinos acolheu os aposentados, trabalhadores da ativa e até a criançada que se divertiu bastante com as brincadeiras realizadas.

O Arraiá Julino foi organizado pela Coordenação de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do sindicato que busca realizar ações para integrar os funcionários aposentados.

Confira algumas fotos da festa:

 

 

 

 

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Greve segue forte na Unicamp, USP e Unesp

A greve segue forte nas três universidades estaduais paulistas após o Cruesp manter a intransigente proposta de reajuste zero. Em nota conjunta publicada neste dia 10, Adunesp e Sintunesp reafirmam a continuação da greve naquela Universidade. Após reunião com a reitora da Unesp e presidenta da Cruesp, Marilza Vieira Cunha Rudge, os trabalhadores apontaram que o discurso de resolver as pautas específicas antes da pauta unificada do Fórum das Seis é mais uma tentativa de enfraquecer o movimento.

Na USP também foi deliberado que nenhuma pauta especifica será discutida antes da negociação salarial e a pauta unificada. Em nota divulgada pelo Sintusp também no dia de ontem, chamou-se a atenção para o fato de que os reitores querem vencer a greve pelo cansaço. Porém, a categoria segue unida, sem medo de manter a greve até que as reivindicações sejam atendidas. A Adusp manteve a paralisação em assembleia realizada no dia 8 e agendou uma série de atividades de mobilização até a próxima reunião arrancada pelo Fórum das Seis com o Cruesp, marcada para o dia 16, após as categorias repudiarem a manutenção do reajuste zero e decidirem em todas as três universidades estaduais paulistas seguir na luta unificada por respeito e pela recomposição salarial.

Em assembleia lotada no dia 7, os docentes da Unicamp também decidiram prosseguir com o movimento. Em relação ao comunicado do reitor José Tadeu Jorge, a Adunicamp informa que a categoria deliberou que a negociação da pauta específica será aceita desde que a reitoria reconheça formalmente que houve perdas salariais e que elas serão repostas, entre outras condições – como a adequação do calendário letivo após o término da greve.

O Fórum das Seis deliberou que as entidades devem negociar as pautas específicas somente após discussão da Pauta Unificada. No dia dia 16/7 (quarta-feira), antes da reunião com o Cruesp, agendada para as 15 horas, o Fórum volta a se reunir.

Negociação salarial já!

porFernanda de Freitas

Grevistas do IQ montam mural da Greve

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Grevistas do IQ instalam mural para explicar a greve

O movimento grevista do Instituto de Química (IQ) encontrou um jeito criativo de dar seu recado ao reitor Tadeu: Mural da Greve do IQ.

Nele estão várias justificativas do motivo da greve dos trabalhadores da Unicamp, entre elas:

  • Poucos recebem supersalários e muitos receberam 0% de reajuste (não reajuste);
  • A luta por uma Unicamp democrática e transparente;
  • Falta de vagas nas moradias;
  • Falta de repasse de verbas do governo Estadual de cerca de R$ 2 bilhões para a universidade.

O fato é que os trabalhadores da Unicamp tem motivo de sobra pra cruzarem os braços, principalmente quando o gestor se recusa a negociar com a categoria e tenta, através de artimanhas como oferecimento de benefícios financeiros que são compromissos demandato, acabar com o movimento que segue forte e mobilizado.

Não vamos retroceder porque a nossa greve é por salário digno e condições decentes de trabalho!

Confira abaixo as fotos do mural:

 

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A luta segue na Unicamp!

Hoje tem debate sobre as cotas raciais, às 10 horas, em frente à DGA. Participe.

Com mais de um mês de paralisação, o Cruesp segue ignorando os trabalhadores e a reivindicação de uma negociação salarial. Por isso, a categoria decidiu na última assembleia, realizada no dia 30 de julho, pela continuação da greve.
Hoje, a reunião do Comando de Greve terá início às 14 horas.
Na parte da manhã acontecerá um debate sobre cotas na universidade, organizado pela Frente Pró-Cotas e pelo Núcleo de Consciência Negra da Unicamp. O objetivo é fortalecer as discussões durante a greve para a construção de uma universidade democrática.
É importante que todos os trabalhadores participem das atividades e ajudem a construir os rumos da mobilização.

Greve se fortalece o HC

Os servidores do HC iniciaram na manhã de ontem uma fase maior adesão à greve entre os funcionários do centro cirúrgico.
Agora, os trabalhadores reforçam a pressão pelo reajuste salarial e por respeito aos servidores e ao serviço público. A posição dos trabalhadores é de parar 30% do efetivo todos os dias.
É a greve crescendo.

AGENDA DA LUTA

Quarta – Feira (02/07)

8h30 – Atividades na DGA
10h00 – Debate ‘Cotas e inclusão na Universidade’, na DGA
14h00 – Comando de Greve

Quinta – Feira (03/07)

15h00 – Reunião do Fórum das Seis

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Todos à reitoria hoje às 9h!

Diante do silêncio do reitor José Tadeu Jorge, que descumpre inclusive deliberação do Conselho Universitário (Consu), que há quase um mês recomendou que o dirigente da Unicamp deveria buscar intermediação das negociações com o Cruesp, toda a comunidade universitária está chamada a participar do ato que acontece hoje a partir das 9 horas.
A greve continua: Tadeu, a culpa também é sua!

Dia 1º a luta é em SP!

Após a reunião de ontem com a comissão técnica do Cruesp, a coordenação do Fórum das Seis decidiu convocar a realização de dois atos públicos no dia 1º de julho.
O primeiro será relizado em frente à reitoria da Unesp e o outro em frente à Assembleia Legislativa de São Paulo. O objetivo é cobrar negociação efetiva por parte dos reitores e pressionar também os deputados no momento em que a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO/2015) deverá estar sendo votada.
É importante lembrar que o Fórum propôs emendas à LDO que garantem o aumento de recursos para a educação (33% das receitas totais do estado), aí inseridos os 11,6% do ICMS quota-parte do Estado (sem o expurgo, ou seja, sem o desconto que o governo promove antes do repasse) para as universidades es­taduais e 2,1% do mesmo imposto para o Centro Paula Souza.
Sem negociação, greve segue!

Agenda da luta na Unicamp

Dia 26/6 (quinta-feira)

6h30 – Atividade na portaria do HC
6h45 – Rolezinho nas obras
9h00 – Ato ‘1 mês de intransigência do Cruesp’, em frente à reitoria
9h30 – Atividade conjunta na entrada da reunião da Comvest
14h00 – Debate sobre machismo e sindicalismo
10h às 22h – Festival do IA

Agenda do Fórum das Seis

Quinta-feira (26/06)

Presença do Fórum na Alesp, para intervir na reunião da Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento (CFOP), às 10h

Sexta-feira (27/06)

Reunião com a Comissão Técnica do Cruesp, às 10h, em SP.
Reunião do Fórum, na sequência.

Hoje tem Festival no IA

Como atividade de greve, o IA realizará hoje um festival. Convidamos toda a comunidade da Unicamp – professores, funcionários e alunos – e também a comunidade externa, para que possamos promover discussões, encontros e arte.

10h30 – Samba Histriônico [Vão do IA]

12h – Show: Os Quase Baianos [Vão do IA]
14h – “Bota Água no Feijão!”- Oficina de Tie Dye e customização com Monica Nador e Ateliê da Moras [Vão do IA/ Quarta-feira e Quinta]
16h – Espetáculo “Estrela da Madrugada – a história de um palhaço apaixonado” do Grupo Quase Mudo [Vão do IA]
18h – Exibição de vídeos Urbanocine/ Intervenção As Colegas de Trabalho[Vão do IA]
20h – Festa Junina do IA [Barracão]

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Após pressão, Cruesp agenda reunião para sexta-feira (13)

A greve das três universidades estaduais paulistas vem mostrando a força da categoria mobilizada e unida. Após a realização de diversas ações e atividades locais além de atos unificados por São Paulo, o Cruesp enviou um ofício hoje agendando uma reunião com o Fórum das Seis para sexta-feira, 13 de junho, às 9h, em São Paulo.

Isso mostra que só a luta arranca conquistas. Não fosse a mobilização da categoria, junto com professores e estudantes, os reitores não se disporiam a sentar para negociar. Os trabalhadores e trabalhadoras exigem agora uma reunião decisiva, que discuta de fato uma negociação de reajuste salarial e das pautas da categoria.

Após a reunião de negociação com o Cruesp está marcada uma reunião do F6, a ser realizada na sede da Adunesp/Sintunesp (Praça da Sé, 108, SP).

 

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STU apoia os metroviários de São Paulo contra a criminalização das lutas

O comando de greve da Unicamp aprovou ontem moção de solidariedade e apoio à luta dos metroviários e repúdio ao governador Geraldo Alckmin em razão da truculência contra a greve. Nesta segunda-feira 60 trabalhadores foram demitidos. Além disso, Alckmin já havia usado a Tropa de Choque da PM por diversas vezes contra os grevistas.
Os servidores em greve na Unicamp também repudiaram a declaração do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que manifestou apoio do governo federal ao tucano.
Após a Justiça do Trabalho impor o reajuste de 8,7% em julgamento no domingo, a categoria estava disposta a encerrar a greve, mas a notícia das demissões levou à necessidade de manter a categoria unida para defender o direito constitucional de todos os trabalhadores de fazerem greve sem serem reprimidos.
Metrô de SP: corrupção, supersalários e arrocho

Em março deste ano, o Ministério Público Estadual denunciou 30 executivos de 12 empresas por formação de cartel no Metrô do Estado entre os anos de 1998 e 2008, com envolvimento dos tucanos. No dia 4 de junho, o jornal de distribuição gratuita ‘Estação’ divulgou reportagem informando que em 2013 os ganhos de diretores e conselheiros do Metrô foram dez vezes maiores que os valores pagos em 2012 (R$ 22,4 milhões). Enquanto isso, o governo do Estado e a empresa se negam a conceder o reajuste reivindicado pela categoria (12% aumento real + da reposição da inflação).

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Tribunal de Contas volta a questionar supersalários na Unicamp

Vários jornais e sites divulgaram na semana passada que o Tribunal de Contas de São Paulo voltou a questionar o reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge, sobre o fato de dirigentes da Universidade terem recebido vencimentos acima do teto estadual.
Segundo o TCE, o reitor recebeu R$111 mil reais de maneira irregular em 2007. O valor refere-se à diferença para mais entre os vencimentos percebidos por Tadeu e o subsídio que o governador José Serra (PSDB) recebeu naquele mesmo ano, o que é proibido por lei.
Não é a primeira vez que o Tribunal de Contas aponta o pagamento de remunerações acima do teto na Universidade.
As contas da Unicamp no período de 2006 a 2009 também foram consideradas irregulares pelo órgão, em julgamento ocorrido no ano passado. O TCE também já questionou o pagamento de supersalários em 2011. Além de Tadeu, o ex-reitor Fernando Costa e diversos dirigentes da instituição vêm sendo sistematicamente questionados pelas auditorias do Tribunal.
A Unicamp sempre recorre das decisões, o que acontecerá mais uma vez neste caso.
Enquanto os trabalhadores lutam contra uma proposta vergonhosa de reajuste zero, o reitor segue recebendo seu supersalário e se negando a negociar o reajuste com os servidores. Como resposta a esta injustiça, a categoria segue em greve!
A diretoria do STU, entidade que por diversas vezes já cobrou à reitoria esclarecimentos sobre os questionamentos do Tribunal de Contas, reafirma posição em defesa do cumprimento da lei.

porFernanda de Freitas

Assista transmissão ao vivo do ato #SaúdeVemPraRua

Hoje (28), a partir das 14h, os trabalhadores da Unicamp participam da luta unificada com os servidores municipais em defesa da Saúde, em frente à Prefeitura Municipal de Campinas.

O STU organizou uma caravana que sairá às 13h30 do estacionamento da BC e da entrada do F-1 para integrar o ato #SaúdeVemPraRua

Se você não puder ir ao ato é possível assisti-lo ao vivo pela Internet. A transmissão será feita pelo coletivo Socializando Saberes. Acesse: http://socializandosaberes.net.br

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Ato unificado marcou audiência pública na Alesp

Ocorreu nesta terça-feira (27) a audiência pública na Assembleia Legislativa para discutir o financiamento das universidades, por proposta do Fórum das Seis. Trabalhadores, estudantes e professores da Unicamp, USP e Unesp compareceram em peso na primeira manifestação unificada desta greve.
Apesar da truculência da PM, que dificultou ao máximo a entrada dos manifestantes na Alesp, e da ausência dos reitores, o evento marcou a denúncia para toda a sociedade paulista da intransigência do Cruesp e do governo do Estado. Marcílio Ventura, diretor que representou o STU na mesa da audiência, chamou a atenção para o fato de que não é a primeira vez que se dificulta a entrada dos trabalhadores no legislativo paulista.
Em nome do Fórum das Seis, o presidente da Adusp, Ciro Correia, lembrou que há anos o governo estadual deixa de repassar recursos significativos às universidades. “Tentam justificar o reajuste zero sem sequer serem transparentes, mostrarem os contratos das universidades”, apontou. Marcilio destacou que os reitores não fazem o mínimo possível para ganhar mais verbas para as universidades. “Eles não querem enfrentar o governador. Enquanto isso nossos salários vão sendo arrochados”.
O STU também foi recebido na reunião do Colégio de Líderes das bancadas na Alesp. O diretor Diego Assis entregou aos deputados a pauta de reivindicações do Fórum das Seis e cobrou apoio dos parlamentares à luta dos servidores.

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O zero agora é pra reitoria!

Hoje é dia de luta nas estaduais paulistas. Unicamp, USP e Unesp vão parar!

O CRUESP “ofereceu” zero de reajuste e hoje os trabalhadores da Unicamp, USP e Unesp darão nota zero para os reitores.
É dia de mostrar a força das categorias nas universidades estaduais paulistas. Os trabalhadores não aceitam este desrespeito.
Na Unicamp, a mobilização que já vem acontecendo por meio de assembleias e reuniões de unidades, vai cobrar a reposição das perdas inflacionárias e o atendimento às reivindicações específicas.

Participe do ato em frente à reitoria às 10h

Hoje, a partir das 9 horas, será realizado um café da manhã na Praça das Bandeiras (local da concentração para o ato às 10 horas, em frente à reitoria).
Durante a reunião do CRUESP, em São Paulo, a categoria ficará mobilizada e a diretoria do STU vai protocolar na reitoria a pauta específica de reivindicações.
Os trabalhadores também cobram agendamento de reunião da reitoria com o STU e a abertura de negociação e cumprimento dos compromissos assumidos.
Algumas unidades farão atividades locais antes de se juntarem ao ato.

Assembleia da Adunicamp aprova paralisação e ato conjunto com o STU

A assembleia dos professores realizada ontem pela Adunicamp foi representativa e aprovou a participação da categoria na paralisação de hoje.
Os docentes da Unicamp manifestam indignação com a proposta de reajuste zero do CRUESP E decidiram participar do ato conjunto com os funcionários em frente à reitoria e também do debate sobre o financiamento e democracia na Universidade, às 14 horas, na Praça da Paz.
Amanhã (22), os professores fazem nova assembleia para avaliar o resultado da negociação com o Cruesp e os indicativos do Fórum das Seis.

Trabalhadores em probatório têm direito de paralisar e fazer greve!

Os trabalhadores em estágio probatório muitas vezes ficam em dúvida se podem participar das paralisações e greves.
O STU ressalta que a greve é um direito de todos os servidores públicos, garantido no inciso VII do artigo 37 da Constituição Federal.
O estágio probatório é um período de adaptação pelo qual passa o servidor recém admitido, onde será verificado seu desempenho. No entanto, esta avaliação deve ser feita com base em critérios objetivos e é proibida por lei qualquer retaliação para punir participação em mobilizações das categorias profissionais.
Ou seja, se ocorrer alguma pressão da chefia, o trabalhador deve denunciar a prática criminosa de assédio moral.
A diretoria do STU ressalta ainda que é contra esse modelo de estágio probatório, que estende o período de instabilidade do trabalhador.

Agenda de hoje:

– Área de saúde: concentração as 9h no F-1
– Unidades no entorno do Básico: concentração as 9h no Básico (ao lado do STU)
Saída organizada as 9h30 para reitoria

09 horas

– Café da manhã na Praça das Bandeiras (concentração para o ato)

10 horas

– Ato em frente à reitoria;
– 2ª Reunião com o CRUESP (em São Paulo)

14 horas

– Debate: Financiamento e Democracia na Universidade, na Praça da Paz

 

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Reunião do Núcleo de Negros e Negras é hoje (13/5)

Por ocasião dos recentes ataques preconceituosos propagados através da campanha “Somos Todos Macacos” faz-se urgente a intensificação das ações do Núcleo de Negros e Negras da Unicamp. Está agendada reunião para a próxima terça-feira (13), ao meio-dia, no Ciclo Básico (CB-02).
A reunião também discutirá as cotas raciais no vestibular e concursos públicos (propostas aprovadas no XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, em 2013, que visam impulsionar o ingresso de estudantes e funcionários negros na Universidade).
O 13 de maio (data em que foi promulgada a Lei Áurea, em 1888) é um dia importante para a reflexão sobre a condição do negro na sociedade brasileira.

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Cruesp oferece 0%

A primeira reunião de negociação da Campanha Salarial 2014 resultou numa verdadeira afronta aos trabalhadores. Apesar da sobra orçamentária acima de R$ 1,3 bilhões na Unicamp e de R$ 2,3 bi na USP, os reitores apresentaram a proposta de REAJUSTE ZERO!
Com essa postura, o Conselho de Reitores (Cruesp) rompeu o compromisso histórico de manter o poder de compra das categorias que constroem a excelência das universidades públicas paulistas.
A última vez que isso aconteceu foi em 2004, o que levou a uma greve histórica de mais de dois meses que garantiu a reposição da inflação.

Reitores devem cobrar de Alckmin os R$ 2 bi não repassados às universidades

O “argumento” do comprometimento orçamentário evidencia o descompromisso dos reitores para fazer valer a lei e cobrar do Governador o dinheiro que deve ser repassado às universidades. O Fórum das Seis e o STU já denunciaram que o governo Alckmin (PSDB) deixou de repassar R$ 540 milhões às universidades em 2013 e abocanhou R$ 2 bilhões dos repasses que deveriam ter sido feitos à Unicamp, USP e Unesp nos últimos seis anos.

Arrocho não!

Diante da resposta imediata dos representantes do Fórum das Seis de que os trabalhadores não aceitarão esse arrocho, foi marcada nova reunião para a manhã do dia 21.
Neste mesmo dia, aqui na Unicamp acontece a assembleia geral da categoria e todos os técnico-administrativos estão chamados a fortalecer a luta em defesa da proposta do Fórum das Seis: 10% de reajuste para garantir a valorização dos salários, baseado nos índices do Dieese.
A assembleia de amanhã organizará a luta contra a proposta do Cruesp.
Aqui na Unicamp, temos ainda que avançar na isonomia já, retomada imediata da jornada de 30 horas na saúde e negociação dos 10 pontos prioritários aprovados na assembleia do último dia 8.

Outros pontos da pauta

Os reitores também se negaram a discutir os outros pontos da pauta de reivindicações unificada, usando o surrado argumento de que essas demandas têm de ser debatidas em cada uma das universidades.
O STU e demais entidades do Fórum das Seis continuarão reivindicando o debate de toda a pauta dos trabalhadores.
A mobilização é o caminho!
Agende a reunião da sua unidade e participe da assembleia.

porFernanda de Freitas

Assembleia aprova Dia Estadual de Mobilização para segunda-feira (12)

assembleia_campanha_08_05_14A assembleia geral dos trabalhadores da Unicamp realizada na tarde desta quinta-feira (8) aprovou o indicativo do “Dia Estadual de Mobilização” proposto pelo Fórum das Seis. O ato será realizado na próxima segunda-feira (12) e tem como objetivo mobilizar a categoria para a pauta da Campanha Salarial com destaque para a luta pela isonomia e valorização salarial. Na data ocorre a primeira reunião de negociação entre o Fórum das Seis e o Cruesp.

Na ocasião os trabalhadores irão cobrar a implementação das 30h para a Área de Saúde e também explicações da reitoria quanto ao atraso no calendário divulgado pelo reitor, que previa a viabilização do projeto ainda este mês.

A assembleia referendou a proposta do sindicato de agendar reunião de negociação com o reitor Tadeu Jorge para discutir os pontos mais emergenciais da nossa pauta. Sendo eles: a imediata antecipação da isonomia dos pisos e o calendário para início da proposta das 30h na Área de Saúde, mais vagas nas creches, implantação do vale refeição (que na USP é de R$ 29,00/dia), mudança de Regime, Carreira, extensão do auxílio alimentação para aposentados, isonomia para os contratados pela Funcamp e redução do valor do fretado com vistas à gratuidade e à melhoria do serviço.

Os trabalhadores endossaram a proposta das Congregações do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), do Instituto de Arte (IA) e da Faculdade de Educação (FE) de solicitar ao Conselho Universitário (Consu) a revogação do título de Doutor Honoris Causa concedido pela Unicamp, em 1973, ao Coronel Jarbas Passarinho, então Ministro da Educação e Cultura do governo do general Emilio Garrastazu Médici, por conta do seu papel de conspirador durante os 21 anos da Ditadura Militar. Outra medida neste sentido foi a indicação de que o STU se articule junto à bancada de funcionários do Consu para encaminhar ações em parceiras com a Adunicamp e o DCE da Unicamp.

Mais uma vez a assembleia reforçou a necessidade de que a bandeira central do Fórum das Seis seja a luta pela isonomia já e a valorização salarial, enfrentando firmemente a falácia da “falta de recursos” nos cofres das universidades, quando na verdade sabemos que há sobra orçamentária, pelo menos na Unicamp, de R$ 1,317 bilhões.

O STU ressalta que 12 de Maio será marcado como um importante dia de mobilização para dar início a Campanha Salarial 2014 de forma unificada e fortalecida. E para que nosso movimento cresça é preciso intensificar a mobilização realizando reuniões de unidade. Ligue no STU e agende a sua!

 

Reunião do Núcleo de Negros e Negras

Por ocasião dos recentes ataques preconceituosos propagados através da campanha “Somos Todos Macacos” faz-se urgente a intensificação das ações do Núcleo de Negros e Negras da Unicamp.

Desta forma, está agendada uma reunião para a próxima terça-feira (13), às 12h, no Ciclo Básico (CB-02).

A intenção é debater a questão do “racismo à brasileira”, visto que nosso país sempre fez vista grossa para os enfrentamentos raciais, apesar do racismo ser real. Também entra na pauta as discussões sobre as cotas raciais no vestibular e nos concursos públicos. Visto que ambas as propostas – que visam o ingresso de estudantes e de funcionários negros na universidade – foram amplamente debatidas e defendidas no XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, ocorrido em novembro do ano passado.

 

Calendário de Mobilização

Segunda-feira (12)

Dia de Estadual de Mobilização – com ato na Unicamp

15h – Negociação entre o Fórum das Seis e o Cruesp

 

Quarta-feira (14)

12h – Assembleia Geral para analisar proposta do Cruesp, no Ciclo Básico (CB-2)

 

 

porFernanda de Freitas

Quinta-feira (8) tem assembleia, às 12h, no Ciclo Básico. Venha decidir os rumos da nossa data-base!

Nesta quinta-feira (8) tem assembleia, às 12h, no Ciclo Básico (CB-2), para discutir a pauta da reunião de negociação entre o Fórum das Seis e o Cruesp, prevista para ocorrer na próxima segunda-feira (12).

Na assembleia, também iremos deliberar a pauta que será levada ao reitor, já que a nova diretoria definiu cobrar uma agenda urgente com a reitoria para tratar das questões específicas.

Há duas questões que estão na Pauta Unificada de Reivindicações do Fórum das Seis, mas que têm desdobramentos imediatos na Unicamp. Uma delas é a cobrança da antecipação, já nesta data base, da isonomia salarial com a USP e a outra é a reivindicação da aplicação imediata da jornada de 30h semanais na Área da Saúde.

Além disso, existem outros itens a serem incluídos na negociação com o reitor: vagas nas creches, auxílio refeição para Unicamp, mudança de regime, Carreira, extensão do auxílio alimentação para os aposentados, isonomia para Funcamp, entre outros.

Todas essas demandas estão na ordem do dia e farão parte da discussão de nossa assembleia, quinta-feira (8), ao meio dia no Ciclo Básico (CB-2).

Sua participação é importante! Venha decidir sobre os interesses da categoria!

porFernanda de Freitas

Nova diretoria do STU toma posse

Texto: Fernanda de Freitas

Fotos: Elisa Tonin Fraguas

Solenidade de posse conta com representantes das chapas eleitas, centrais sindicais, partidos políticos e parlamentares

Solenidade de posse conta com representantes das chapas eleitas, centrais sindicais, partidos políticos e parlamentares

Na noite de segunda-feira passada (28) os 27 diretores eleitos em abril tomaram posse.

O ato solene foi iniciado pelo coordenador geral, Antônio Alves Neto (Toninho), que saudou os presentes e fez um balanço da gestão que se encerrou suas atividades no dia 05/05.

Toninho ressaltou a importância de garantir uma direção proporcional que permitirá maior representação da base dentro da entidade e, consequentemente, o fortalecimento da democracia sindical. “É importante pra nós citarmos que esta gestão que se finda no dia 5 de maio, é uma gestão que pelo seu pouco tempo, ou seja, pelos seus dois anos e meio de gestão cumpriu papel importante e fundamental, principalmente, pela retomada da democracia na nossa entidade. A retomada da democracia não se dá apenas pela eleição proporcional na base, mas ela se dá também pelo respeito aos diferentes, às diferentes ideias e aos diferentes conceitos de movimento sindical que se estabelecem no nosso país”, discursou.

O coordenador geral também lembrou que muitos desafios estão postos para a categoria, entre eles, a Campanha Salarial 2014, luta pela Isonomia e pela jornada de 30h semanais para a Enfermagem, Eleições Gerais, mobilização social por melhores condições de vida e de trabalho com séria reflexão sobre os investimentos destinos à Copa do Mundo.

Em seguida, a mesa foi composta por João Raimundo de Souza Mendonça (Kiko) que convidou os representantes das chapas eleitas que concorreram às eleições do STU: Chapa 1 – Lutar pra Valer – Independência e Democracia na Base; Chapa 3 – Grupo Apesar e Chapa 4 – Vamos à Luta!, além dos representantes das centrais sindicais e dos partidos políticos. Também participaram da mesa de posse o vereador Ângelo Barreto (PT) e o Deputado Federal Gustavo Petta (PCdoB).

Pelo caráter político da atividade os movimentos sociais e sindicais de Campinas e Região compareceram em peso à cerimônia. Estiveram presentes os representantes das entidades: Associação de Docentes da Unicamp (Adunicamp); Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Unicamp; PSOL; PCdoB; PSTU; Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas); Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB); Sindicato dos Professores de Campinas e Região (Sinpro); Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal de Campinas; Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo; União de Negros pela Igualdade (UNEGRO); União da Juventude Socialista (USJ); União Estadual dos Estudantes de São Paulo (UEE-SP); União Paulista dos Estudantes Secundaristas (UPES); Quinze de Outubro – Educadoras e Educadores; Federação dos Sindicatos dos Servidores e Funcionários Públicos das Câmaras de Vereadores, Fundações Autarquias e Prefeituras Municipais do Estado de São Paulo (Fespmesp); Coletivo LGBT Cores; Cursinho Popular DCE Unicamp; Domínio Público – Movimento Estudantil; Fórum Popular de Saúde Campinas; Oposição Metalúrgica; Coletivo de Negras e Negros Raízes da Liberdade; Coletivo Feminista Rosa Lilá e Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) da Unicamp.  Além do mandato dos vereadores Paulo Bufalo (PSOL) e do Prof. Ronaldo (PCdoB).

Após a saudação a cerimônia foi encerrada com a apresentação do grupo indígena Sabuká, da etnia Kariri-Xokó seguido de uma recepção no saguão do Centro de Convenções da Unicamp.

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Diretoria eleita pelos trabalhadores da Unicamp para gestão 2014/2017

Diretores eleitos para a gestão 2014/2017:

Alerta Unicamp: Compromisso com o Trabalhador

  • Margarida (ENF/CAISM)
  • Kiko (FE/CONSU)
  • Marcílio (CCS)
  • Beth Cardoso (IB)
  • Sílvia Figueiredo (CAS/DEDIC)
  • Luiz Manoel (FT/LIMEIRA)
  • Cido (SIARQ)
  • Gislaine (ESCOLTA/HC)
  • Beeroth (INFORM/FEF)

 

Vamos à Luta!

  • Iuri (CECOM)
  • Diego (IQ)
  • Dani (CEB)
  • Paulo Gouveia (CLE)
  • Reginaldo (IFCH)
  • Valério (ASCOM)
  • Ricardo (IFCH)
  • Márcio (FEEC)

 

Grupo Apesar:

  • Francisco Genézio Lima de Mesquita (IA)
  • Roberto Carlos de Souza – Fubá (GGBS)
  • Conceição Aparecida da Silva (IB/ EX- HC)
  • Renata Lopes Prates (SIC)
  • José Carlos de Lara (VIGILÂNCIA)

 

Lutar Pra Valer! – Independência e Democracia na Base

  • Marina Rebelo (IFCH)
  • Adriana Stella (IMECC)
  • Danilo Negreti (CAISM/STU)
  • Maria Edith de Almeida (CAISM/STU)
  • José Vitório Zago (IMECC/APOSENTADO)