Categoria Na Mídia

porFernanda de Freitas

STU apoia Nota de Repúdio à Chacina da Baixada Santista organizada pelo Movimento Mães de Maio

A chacina da Polícia Militar de São Paulo no Guarujá, que lamentavelmente traz “extrema satisfação” ao governador Tarcísio, já é a segunda mais letal da história paulista, perdendo somente para o Massacre do Carandiru.

Até sexta-feira (4) já se somavam 16 moradores do litoral assassinados sumariamente pela polícia, mas, infelizmente, esse número já deve ter aumentado quando essa notícia chegar até você.

É por essa razão, pela vida dos nossos jovens negros e periféricos, pelo desalento e sofrimento de suas mães e familiares, que não podemos deixar que esse massacre continue.

É necessário que a população paulista dê um basta nessa política de extermínio que faz Tarcísio, o maior bolsonarista de São Paulo, tanto se regozijar.

Tarcísio quer exterminar os pobres e periféricos, e para isso solta seus cães fardados em cima da população da baixada santista.

É necessário todos nós nos indignarmos e cobrarmos, não só das autoridades paulistas, mas também do Governo Federal que ajam para proteger a vida! É por isso que o STU assina e convida você a assinar e divulgar essa Nota de Repúdio à Chacina da Baixada Santista organizada pelo movimento Mães de Maio e várias organizações paulistas.

Basta de nos matarem. Nós negros/as merecemos viver!

Campinas, 5 de Agosto de 2023

CLIQUE AQUI para assinar a Nota de Repúdio à Chacina da Baixada Santista.


Coordenação de Negros e Negras e Coordenação de Políticas Sociais e Antirracistas do STU

porFernanda de Freitas

Quem mandou matar Marielle Franco?

Após 5 anos do brutal assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, o senso de justiça começa a ser percebido pela sociedade brasileira com as notícias sobre os avanços nas investigações. A delação, feita por Élcio Queiroz, auxilia na resolução do caso, mas deixa, ainda, muitas questões sem respostas.

Nas coletivas prestadas pelo Ministro da Justiça, Flávio Dino, podemos perceber que pouco foi dito sobre os mandantes e sobre os motivos que culminaram com o assassinato de Marielle e de Anderson, seu motorista, porém, se relembrarmos a história não teremos dúvidas sobre a causa.

Marielle foi defensora do feminismo e dos direitos humanos. Criticava a intervenção federal no Rio de Janeiro e a Polícia Militar, tendo denunciado vários casos de abuso de autoridade por parte de policiais contra moradores de comunidades carentes, o que não nos deixa dúvidas de que sua morte tem ligação direta com a atuação das milícias e do crime organizado, uma vez que a arma usada no crime provem de um incêndio ocorrido no paiol do BOPE.

Élcio afirma que houve uma tentativa de matar Marielle no final de 2017, contudo, segundo ele, o ex-bombeiro Suel desistiu da ação naquele momento. Três nomes sugiram das investigações: O ex-bombeiro Suel, o PM Macalé e Edilson Barbosa dos Santos, o Orelha. Macalé foi assassinato em novembro de 2021, o que nos leva a indagar se seria mais um caso de queima de arquivo.

É importante ressaltar que o pacto de silêncio entre os envolvidos no crime foi quebrado e isso nos leva a ter esperança por justiça, afinal tentaram calar Marielle, mas ela deixou, através de seu legado, muitas Marielles, pois ao decidir militar em prol dos direitos humanos, em ser a voz dos migrantes nordestinos menos favorecidos e combater o sistema de discriminação e morte contra os que têm orientação sexual oposta àquela considerada normal, ela se tornou um exemplo a ser seguido por todas nós.

Nesse sentido, a FASUBRA Sindical continua na luta em defesa da efetiva elucidação desse crime e punição exemplar a seus mandantes e executores.

Manifesta-se, na oportunidade, para prestar sua solidariedade ao Ministro Flávio Dino e pelas ameaças sofridas por cumprir seu dever, colocando-se à frente do processo de apuração do crime que culminou com o assassinato de Marielle e Anderson. Solidariza-se, igualmente, com a Ministra Anielle Franco, incansável defensora de um Estado inclusivo e democrático, além de sua luta por justiça à Marielle.

Resolver esse caso, encontrando e punindo os verdadeiros culpados é uma forma de tentar demonstrar que ainda há esperança de que essas estruturas podem ser também instrumentos de luta social.

Quem mandou matar Marielle? A resposta a essa pergunta tem um alcance muito maior do que se imagina. A manutenção do silêncio em torno dela reforça cada vez mais que o uso da força e da violência física, nesse caso tirando a vida de duas pessoas, podem ser autorizados pelo Estado na medida em que não encontram os mandantes, mesmo com todo aparato.

A falta de resposta a essa pergunta põe em risco conquistas civilizatórias importantes conquistadas há duras penas. A solução do caso Marielle é emblemático e pedagógico para garantir que as vidas dos cidadãos importam, e que o Estado não seja apenas um instrumento para a dominação e manutenção das desigualdades.

Fonte: Fasubra Sindical (Bianca Zupirolli)

porFernanda de Freitas

19/04 | Dia Nacional dos Povos Indígenas: por mais direitos e garantia de voz

Passados mais de 520 anos da colonização do Brasil, pela primeira vez na história do nosso país, os povos indígenas terão o poder de decidir sobre as suas próprias demandas e a esperança de avançar na luta através da criação do Ministério dos Povos Indígenas.

Cacique Pawanã Cridy Kariri Xocó em encontro realizado com as professoras DEdIC organizado pela companheira Zilda Farias (2013)

Estamos vivendo também uma experiência única com uma mulher indígena comandando a pasta, Sônia Guajajara.

Assim como o alto escalão da Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas) é composto exclusivamente por mulheres indígenas, sendo Joenia Wapichana, a primeira mulher indígena a presidir a Funai; Lucia Alberta Andrade assume como diretora de Promoção ao Desenvolvimento Sustentável e Mislene Mendes é a diretora de Administração e Gestão.

Essa conquista é um motivo de orgulho para o país e, principalmente para os povos indígenas que hoje, 19 de abril, passam a celebrar o “Dia Nacional dos Povos Indígenas”, e não o “Dia do Índio”, como criado em 1943.

Dia dos Povos Indígenas

Segundo especialistas, o “Dia do Índio” tem uma carga de estereótipos, preconceitos e discriminações e não expressa a diversidade das etnias indígenas existentes nos territórios brasileiros.

Desta forma, o termo mais adequado é “indígena”, por significar “originário” ou “uma pessoa que é nativa de um local específico”, pois define melhor os povos que habitam o nosso país desde antes da colonização.

Pauta Indígena

O povo brasileiro, especialmente as comunidades indígenas, desta vez, tem a possibilidade de ver avançar no país a pauta indígena engavetada pelo governo anterior, como:

  • Demarcação das terras;
  • Proteção e segurança de comunidades e territórios indígenas;
  • Preservação ambiental e combate à crise climática;
  • Segurança alimentar e eliminação da desnutrição indígena;
  • Combate ao trabalho em situação análoga à escravidão;
  • Construção e ampliação dos serviços públicos de saúde próximos aos indígenas em situação de vulnerabilidade;
  • Retirada de invasores, como garimpeiros e madeireiros ilegais, das terras indígenas;
  • Combate ao tráfico nas áreas de fronteira e ao crime organizado nos territórios indígenas;
  • Garantia de voz às lideranças indígenas nos espaços políticos de poder e na comunicação;
  • Acesso à educação pública, gratuita e de qualidade.

Direito à educação

O acesso à educação ainda é um desafio para os povos indígenas, mas a ampliação das cotas tem cumprindo o seu papel.

Aqui na Unicamp, a garantia do Vestibular Indígena é uma conquista dos movimentos sociais, sindicais e educacionais.

De acordo com o Instituto Semesp, Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação do MEC, as matrículas de alunos autodeclarados indígenas em universidades subiram 374% de 2011 a 2021, sendo que a rede privada respondeu pela maioria delas (63,7%), no período.

Essa realidade está longe da qual gostaríamos, de acesso à educação pública, gratuita e de qualidade. No entanto, representa um enorme avanço na área.

Povos Indígenas na política

Apresentação da Toré do Povo Kariri Xocó

No governo passado, houve uma incitação à invasão, exploração, aos ataques e à violência nos territórios. Ainda assim, o Brasil avançou na representação dos povos indígenas na política.

Nas eleições 2022 foram eleitos/as cinco deputados/as federais indígenas: Sônia Guajajara (PSOL-SP), ministra dos Povos Indígenas, Juliana Cardoso (PT-SP), Célia Xakriabá (PSOL-SP), Silvia Waiãpi (PL-AP) e Paulo Guedes (PT-MG). E na Bahia, o indígena Jerônimo Rodrigues (PT) foi eleito governador.

O protagonismo dos povos indígenas, principalmente das mulheres, tem fortalecido a luta por respeito e ampliação dos direitos indígenas e mostrado o quanto é essencial que as mulheres invisibilizadas e silenciadas ocupem o poder.

Todas as vitórias, ainda que tímidas, são portas que nos fortalecem para seguir lutando pela construção de políticas públicas mais justas e inclusivas.

Por isso, seguimos firmes e unidos lutando e celebrando: Viva os Povos Indígenas!

porFernanda de Freitas

Revisão do FGTS pode ser julgada amanhã (20/04) pelo STF

A assessoria jurídica do STU, em defesa dos/as servidores/as celetistas e dos/as estatutários/as que mudaram de regime, ingressou com uma ação coletiva em trâmite na 8ª Vara Federal de Campinas, pleiteando a revisão do FGTS.

Isso significa a condenação da Caixa Econômica Federal na substituição da TR (Taxa Referencial) por outro índice mais favorável, como o INPC, IPCA, IPCA-E ou outro índice correlato que reponha as perdas decorrentes da inflação, para os depósitos a partir de 1999.

O/A funcionário/a que trabalhou entre 1999 e 2013 e teve depósitos de FGTS realizados em sua conta vinculada podem ter direito à correção de todos esses valores.

Isso acontece porque a partir de 1999 a TR não acompanhou os índices de inflação do país, causando uma desvalorização da correção dos valores do FGTS.

Essa medida vale para o dinheiro que está depositado e também para o que já foi sacado das contas de FGTS dentro desse período.

Caso não saiba, o/a associado/a do STU está coberto por esta ação coletiva requerida pelo nosso jurídico e solicita o recálculo do saldo do FGTS por um índice de correção monetária mais favorável.

Se sairmos vitoriosos cada trabalhador/a representado/a pelo STU receberá o valor correspondente às diferenças do FGTS decorrentes da aplicação dos referidos índices. Valor esse que fica muito além daquele apresentado pela Caixa Econômica Federal.

Depois de muita expectativa e espera, o julgamento do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a forma de correção do FGTS está previsto para ocorrer amanhã (20/04).

Tome Nota: Ação Coletiva em trâmite na 8ª Vara Federal de Campinas sob nº 5008508-76.2019.4.03.6105.

nãofiquesófiquesócio

porFernanda de Freitas

Governo Lula recebe reitores e reafirma democracia e autonomia universitária

A Direção Nacional (DN) da FASUBRA vem, desde o início do governo Lula, acompanhando todas as movimentações em busca de espaços para estabelecer agendas sobre nossas pautas e, ao mesmo tempo, ampliar as articulações com o movimento social para garantir a defesa da democracia no país. Nesta quinta-feira (19/1), o presidente Lula e o ministro da Educação, Camilo Santana, se reuniram, no Palácio do Planalto, com cerca de 70 reitoras e reitores das universidades e dos institutos federais.

Lula recebe reitores das universidades e dos institutos federais

Durante o encontro, tanto o presidente Lula quanto o ministro da Educação destacaram que o novo governo garantirá a autonomia universitária. “Não pensem que o Lula vai escolher o reitor que ele gosta, quem tem que gostar do reitor são os professores da universidade, são os funcionários da universidade, é a comunidade universitária que tem que saber quem é que pode administrar bem por ela. Isso eu posso garantir para vocês”, declarou o presidente.

Camilo Santana também enfatizou o fortalecimento e o respeito à autonomia das universidades e dos institutos federais. O ministro da Educação ainda disse que o governo será de diálogo e citou alguns desafios à frente da Pasta. “O Ministério da Educação estará de portas abertas para o diálogo, para a união e para a reconstrução porque houve um desmonte. Estou impressionado com o desmonte que fizeram com a educação pública nesse país, com o desrespeito, com a quebra do pacto federativo entre estados, municípios e União”, criticou.

Para a DN, a atividade retoma a abertura para discutir o papel das instituições públicas de ensino, porém é importante que haja uma reunião com todas as entidades da educação federal para que o governo possa ouvir as propostas, as reivindicações que fizerem e não foram atendidos pelo governo anterior.

A DN FASUBRA, em conjunto com as entidades Andes, Sinasefe e UNE, entre outras, encaminharam um ofício ao presidente Lula solicitando uma reunião nos moldes das que aconteceram com as centrais e com os reitores.

Fonte: Fasubra Sindical / Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

porFernanda de Freitas

Nota de Pesar | Lidiana Lucindo Moraes (SINTPq)

É com imensa consternação e tristeza que o STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp) informa o falecimento da diretora do SINTPq (Sindicato dos Trabalhadores em Pesquisa, Ciência e Tecnologia), Lidiana Lucindo Moraes, que trabalhava no CNPEM (Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais).

A diretoria do STU oferta as suas homenagens ao legado por ela construído, que muito contribuiu para um país socialmente justo. E expressa também os seus sentimentos de solidariedade e condolências à família, colegas de trabalho e amigos da companheira Lidiana, bem como a toda diretoria e equipe do SINTPq.

As informações sobre o velório serão compartilhadas assim que possível pelo SINTPq.

Lidiana Lucindo Moraes, presente!

Nota de Pesar do SINTPq

É com profundo pesar que a diretoria do SINTPq comunica o falecimento de sua diretora Lidiana Lucindo Moraes. Trabalhadora do CNPEM (Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais), Lidiana era diretora do sindicato desde 2021, tendo construído ao longo do último período estreitos laços de amizade e companheirismo com os membros da direção do sindicato, com os profissionais da categoria e com representantes de diversas instituições com as quais desenvolvia importantes projetos, como o Conselho Municipal de Saúde, o Cerest (Centro de Referência Regional em Saúde Trabalhador) e o IDET (Instituto Popular de Desenvolvimento em Educação, Trabalho e Tecnologia).

Sempre cheia de energia e entusiasmo, Lidiana colocava o coração em tudo que fazia. Nas negociações coletivas, defendeu incansavelmente a valorização dos profissionais da ciência e tecnologia. Com um olhar atento aos desafios contemporâneos, conseguiu implementar ações relacionadas à saúde mental e à consolidação de canais diretos de diálogo com os trabalhadores, buscando sempre garantir que todos e todas pudessem opinar e denunciar qualquer injustiça.

No campo social, Lidiana participou ativamente de campanhas solidárias e ações educativas voltadas para crianças e jovens da periferia. Com uma postura sempre corajosa, Lidiana combateu intensamente as injustiças sociais e as desigualdades de raça, gênero e orientação sexual. Presença constante nos movimentos sociais, ela semeou a admiração e a amizade de incontáveis pessoas, que hoje lamentam sua partida com muita dor no coração.

Mais do que uma dirigente sindical, Lidiana foi uma guerreira. Mulher preta e periférica, como ela costumava se apresentar, Lidiana construiu uma trajetória de superação das barreiras sociais, tendo conseguido ocupar seu espaço na maior estrutura científica do país, tradicionalmente dominada por homens brancos. Ciente de que tais barreiras não seriam derrubadas por méritos individuais, Lidiana trabalhou durante toda a vida por mudanças estruturais em nossa sociedade racista e desigual. Em entrevista dada ao SINTPq para as celebrações do Dia da Consciência Negra de 2021, ela declarou:

“Entendo que ser uma mulher, CIS, LGBTQIA+, periférica, atuante socialmente, mãe solo de dois e estar na maior estrutura científica do país é o legado da geração a qual pertenço para as próximas. Nós estamos quebrando a hegemonia desses locais a duras penas. Expondo violências, nos posicionando por termos tido um ‘despertar social’, isso faz com que violências ‘sutis’, porém ainda atuantes, tanto social quanto institucionalmente, sejam nomeadas e expostas. Chegamos para ocupar, porém sem pertencer. Esse é o meu sonho para as próximas gerações. Penso que remover o questionamento ‘será que estou no lugar certo?’ da nossa cabeça nos trará uma energia que pode ser direcionada de modo revolucionário na busca por equidade.”

Por fim, o SINTPq manifesta suas condolências para os familiares, amigos e colegas de trabalho de Lidiana Lucindo Moraes. Informações sobre o velório serão compartilhadas assim que possível.

porFernanda de Freitas

Nota de Pesar | educadores/as de Cambará/PR

É com imensa consternação e tristeza que informamos o falecimento das educadoras Andreia Lemes Santana (Barra de Jacaré), Aparecida Lucia da Cunha (Barra do Jacaré), Joana D’arc Franco Bertoni (Santo Antônio da Platina), Lucilene Prates Tomas Saidler (Santo Antônio da Platina), Silvia Regina Gomes (Santo Antônio da Platina), do educador Ederson Camiloti (Santo Antônio da Platina) e o motorista Miguel Henrique de Souza Melo, vítimas de um acidente na BR-376, na madrugada de quinta-feira (11).

As/os companheiras/os integravam a delegação que saiu do município de Cambará/PR para participar em Curitiba da 8ª Conferência Estadual de Educação realizada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná, conhecido como APP-Sindicato.

A diretoria do STU oferta suas homenagens ao legado por elas/es construídos que muito contribuiu para um mundo mais justo e igualitário.

Prestamos solidariedade aos familiares e amigos das/os companheiras/os e expressamos nosso respeito e condolências neste momento de dor.

porFernanda de Freitas

Comer ou pagar conta: nosso salário não dá para mais nada!

Uma pesquisa da ABBT (Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador) divulgada pela imprensa aponta que o trabalhador campineiro gasta em média R$ 41,35 para almoçar fora de casa. Esse preço é maior que a média nacional, avaliada em R$ 40,64.

Em poucas palavras: não está dando nem para se alimentar fora de casa!

Um estudo realizado pelo DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) mostra que cerca de 37% dos reajustes salariais das categorias com data-base em junho, inseridos no Sistema Mediador, do Ministério do Trabalho e Previdência, até 11/07, conquistaram ganhos reais.

O percentual de data-base que fechou com valor igual à inflação também ficou próximo a 37%. Já os reajustes abaixo da inflação representaram 26% dos casos.

Esse resultado mostra que a classe trabalhadora, finalmente, conquistou o maior percentual de reajustes acima da inflação por data-base, desde setembro de 2020.

Mas o que isso tem a ver com você, que trabalha na Unicamp?

Tudo!

A melhora dos resultados das negociações salariais nesta data-base, no Brasil todo, aponta que, apesar do período de pandemia da Covid-19, o momento tem favorecido reajustes salariais acima da inflação.

Repor a inflação do período não significa que os patrões ficaram bonzinhos. Ao contrário, isso prova que a maioria dos empregadores reduziu custos, demitiu funcionários e, consequentemente, aumentou os seus caixas com essa economia que fizeram.

Na Unicamp essa situação não é diferente!

Universidades escondem o ouro

Desde 2020 a arrecadação de ICMS segue em alta, sendo que, de janeiro a junho/2022 o aumento ficou cerca de 7,7% maior do que deveria estar, no mesmo período, apontando para um resultado superior ao previsto pelos reitores em 2022.

O comprometimento médio da USP, Unicamp e Unesp com a folha de pagamento manteve-se quase inalterado após o reajuste de março/2022.

As universidades estão fazendo caixa à custa do nosso trabalho árduo, descaradamente!

De acordo com o Fórum das Seis, a inflação que deixou de ser paga, desde maio/2012, corresponde a 16,5 salários não recebidos por cada servidor técnico-administrativo e cada docente, ou seja, 1 ano e 8 meses trabalhados de graça.

Para piorar tem a situação dos aposentados que além de não ter vale alimentação, são os principais atingidos com a inflação somada às dificuldades de manter as boas condições de saúde.

Não são suposições das entidades sindicais, são números!

Resumindo: a inflação não dá trégua; a alta dos preços da refeição, água, energia elétrica, gás etc., é muito maior em Campinas; a arrecadação das Universidades também está crescendo e a única coisa que diminui são os nossos salários.

Para retomarmos nosso poder aquisitivo precisaríamos de um reajuste de 22,23%, em junho/2022.

Mas, ao invés de discutir a valorização dos funcionários, que faz com que a Unicamp se destaque no cenário mundial, o reitor Tom Zé, presidente do Cruesp, segue fugindo da negociação, desde 13/04, data em que protocolamos a Pauta de Reivindicações, da data-base de 2022.

Dia 10/08, às 12h, na Praça da Paz, tem Assembleia Geral para discutirmos os rumos da nossa data-base e o indicativo de atraso do semestre letivo, se a negociação não acontecer.

Refeição em Campinas/SP (Fonte: ABBT)

  • Preço Médio: R$ 41,35
  • Prato Feito: R$ 25,54
  • Prato Executivo: R$ 55,85
  • Autosserviço/quilo R$ 34,42
  • Refeição à la carte: R$ 90,97

Obs.: O cálculo leva em conta o prato em si, uma bebida (refrigerante, água ou suco), uma sobremesa e um café.

porFernanda de Freitas

STU repudia manifestações de Racismo na Câmara de Campinas

Solidariedade à vereadora Paolla Miguel

O STU  repudia veemente  o  ataque racista sofrido pela vereadora Paolla Miguel  (PT), ontem (08/11), na sessão da Câmara Municipal de Campinas. A vereadora defendia um projeto de lei de promoção da comunidade negra e importante para uma política antirracista na cidade,  quando foi agredida verbalmente por um grupo racista e antivacina  que se manisfestava ocupando  parte da área destinada ao público.

No mês de novembro que é dedicado a importantes discussões e ações para combater o racismo e a desigualdade social no país, ataques como esse demonstram  o quando se faz necessário   o debate e a luta  antirracista.

Racismo é crime gravíssimo inafiançável. Práticas e atitudes preconceituosas e racistas  são crimes contra a comunidade negra não devem ser  tolerados. O  ódio racista desconhece  e insurge  contra a formação da identidade do nosso povo. E afronta  a dignidade  da pessoa e aos direitos humanos.
Prestamos a nossa solidariedade  à vereadora Paolla Miguel  que traz consigo a luta da mulher negra contra o preconceito.

Grupo de reacionários racistas e antivacina durante a sessão da Câmara – Foto: reprodução da TV Câmara

porFernanda de Freitas

Sob denúncia de troca de votos por emendas, Alesp aprova PLC 26 em noite de ataques aos serviços públicos e ao funcionalismo

Após duas semanas de mobilização do funcionalismo estadual paulista, que conseguiu brecar a aprovação do projeto de lei complementar (PLC) 26/2021 na Assembleia Legislativa, a base governista deu o bote final na noite de 19/10. Sob denúncias de distribuição de emendas em troca de votos, a Alesp aprovou, por 50 a 29, a minirreforma administrativa desejada pelo governador João Doria. 

As entidades que compõem o Fórum das Seis participaram ativamente das mobilizações presenciais e virtuais contra o projeto desde que foi protocolado, em 5/8, em regime de urgência. Elas atuaram organizadas na Frente Paulista em Defesa do Serviço Público, que reúne cerca de 80 sindicatos e movimentos representativos do funcionalismo.

O PLC 26 confisca uma série de direitos e dificulta bastante o usufruto de outros. Disciplina e amplia as contratações temporárias, retira a correção anual do adicional de insalubridade pelo IPC e o extingue durante o gozo de licença-prêmio, restringe e dificulta o acesso ao abono de permanência, entre outros, como mostra intertítulo abaixo.

Parlamentares de joelhos

                O deputado Campos Machado (Avante), opositor ao projeto, acusou os/as parlamentares que somaram fileiras com os ataques de Doria. “Arrastaram-se de joelhos sob os pés do governador para pedir emendas voltadas a seus redutos eleitorais em troca de apoio ao PLC 26”, disse na tribuna.

                “O funcionalismo deve denunciar os deputados traidores do povo, que votaram sim ao perverso projeto de Doria, que prejudica e ataca os direitos dos servidores públicos do estado”, conclamou o deputado Carlos Giannazi (PSOL).

                Márcia Lia e Emídio de Souza, do PT, ressaltaram o grande prejuízo à população com a ampliação das contratações temporárias e apontaram a hipocrisia de deputados/as que fazem homenagens públicas a médicos/as, enfermeiros/as, professores/as enquanto os atacam na Alesp.  

                Já o deputado Caio França (PSB) criticou a criação do programa de Bonificação por Resultados para os setores onde ainda não existe (Nota da redação: esta medida não se aplica às universidades). “Apresentam a medida como se fosse positiva, mas na verdade é um retrocesso, pois o bônus não resolve a defasagem salarial e, além disso, será dado a critério dos secretários de estado, o que poderá ferir princípios basilares da administração pública, como o da impessoalidade.”. 

Os principais prejuízos aprovados

Com a aprovação do PLC 26/2021, alguns direitos do funcionalismo são confiscados e outros passam a vigorar sob critérios rígidos. Estas são as principais mudanças:

– O PLC 26 estende a Bonificação de Resultados, baseada em produtividade, a vários setores do serviço público paulista (as universidades estaduais ficam de fora, devido à autonomia administrativa e de gestão);

– Disciplina a contratação de temporários;

– Extingue as faltas abonadas;

– Acaba com a correção anual pelo IPC do adicional de insalubridade;

– Acaba com o pagamento de insalubridade nas licenças-prêmio;

– Revoga o pagamento das licenças-prêmio na aposentadoria e falecimento;

– Estabelece novos critérios (mais rígidos) e menores valores para a concessão do abono permanência, que valerá pelo período de 12 meses, podendo ser revisto.

Veja quem são os 50 fantoches de Doria

via Fórum das Seis

porFernanda de Freitas

GREVE GERAL | Dia 18/08 tem ato em frente à reitoria para cobrar negociação da pauta

Vamos protestar de manhã na Unicamp e à tarde no Largo do Rosário/Campinas

Dia 18/08 teremos manifestações nas ruas pelo Dia Nacional de Greve e Luta dos Servidores Públicos.

Os servidores públicos vão parar as atividades para protestar contra a PEC 32, da Reforma Administrativa, que pretende acabar com o serviço público, privatizando áreas essenciais como saúde e educação e pelo #ForaBolsonaro.

Em São Paulo, ainda tem a luta contra o PLC 26 do Doria, que traz mais prejuízos aos servidores.

Nossa última assembleia aprovou:

  • A realização de um ato semipresencial em frente à reitoria;
  • A construção de ações conjuntas com a ADunicamp, DCE e APG;
  • Uma campanha massiva com reuniões virtuais de unidade para debater a nossa pauta;
  • Panfletagens na Área de Saúde para conscientizar os usuários dos hospitais.

No dia 18 vamos nos concentrar em frente à reitoria para o ato virtual conjunto com as entidades do Fórum das Seis. À tarde vamos ao Largo do Rosário, no Centro de Campinas, protestar contra os ataques do governo e ameaças à democracia. E também defender o auxílio emergencial de R$ 600, a vacina para todos e mais emprego e renda para a população.

O momento é de unidade e de intensificar a luta pelo fim desse governo criminoso que destrói a vida, a economia e a nação.

Reuniões Virtuais de Unidade

Estamos agendando as reuniões virtuais de unidade, conforme deliberação da nossa última assembleia.
Então, tanto os membros do Conselho de Representantes do Sindicato, quanto os trabalhadores da base, podem agendar as reuniões e avisar a Secretaria do STU [[email protected]] para providenciarmos as ferramentas digitais, material e acompanhamento do encontro.

As reuniões são fundamentais para fortalecermos a luta contra o arrocho, a PEC 32 e agora contra o PLC 26.

Para que o dia 18 seja maior, o/a servidor/a da Unicamp precisa parar as suas atividades e vir para a greve!

É urgente a nossa mobilização!

porFernanda de Freitas

Manifesto Final | Encontro Nacional contra a PEC 32

O “Encontro Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Serviço Público contra a Reforma Administrativa”, realizado nos dias 29 e 30 de julho deste ano, aprovou o Manifesto Final a seguir:

porFernanda de Freitas

Moção de Apoio aos Trabalhadores da Construção Civil

A diretoria do STU manifesta apoio aos trabalhadores da Construção Civil contratados pela MRV que estão em greve por melhores condições de trabalho e pagamento de Participação nos Lucros ou Resultados, CLIQUE AQUI PARA BAIXAR A MOÇÃO.

porFernanda de Freitas

#24J Campinas | Dia Nacional pelo Fora Bolsonaro

Neste sábado (24) protestaremos contra esse governo genocida porque não aguentamos mais a situação em que vivemos. Para todos os lados vemos miséria, desemprego, morte e desmonte, isso não pode continuar.
Por isso, as centrais sindicais, partidos políticos e movimentos sociais convocam a população indignada a ir para as ruas.
Vamos pressionar o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, para que dê andamento aos pedidos de impeachment. E exigir vacina, auxílio de R$ 600 até acabar a pandemia, fim das privatizações e a defesa da Educação.
As manifestações ainda são contra a Reforma Administrativa (PEC 32), o desmonte dos serviços públicos e os ataques aos povos originários.

Bloco dos Servidores

Em Campinas vamos montar uma ala dos/as trabalhadores/as da Unicamp para participar do ato às 10h, no Largo do Rosário.

Procure a Perua de Som do STU para pegar os materiais de divulgação e se integrar ao Bloco do STU na luta em defesa da Educação, Saúde e Serviços Públicos.

Nossa última assembleia (13/07) orientou a participação nas atividades do Fórum dos Servidores Públicos das Centrais Sindicais, que junto ao Fonasefe (Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais) e à Fasubra apontam um calendário conjunto de luta para enfrentar e derrotar a destruição dos serviços públicos no país.

Das ruas não sairemos enquanto esse governo genocida não cair.
Vem pro ato de máscara (PFF2, de preferência), álcool em gel na mão e respeitando o distanciamento social.

📌 QUEREMOS:

  • Vacina já e pra tod@s;
  • Em defesa do SUS;
  • Auxílio emergencial acima de 600 reais;
  • contra a Reforma Administrativa (PEC 32);
  • contra a Reforma Tributária;
  • contra a privatização da Eletrobras;
  • contra a privatização dos Correios;
  • contra a privatização da Petrobras;
  • contra os cortes na Saúde e Educação;
  • pelos direitos dos trabalhador@s;
  • pela anulação da Reforma Trabalhista;
  • pela anulação da Reforma da Previdência;
  • pela anulação da EC 91;
  • pela anulação da Lei de Terceirização.

LEVE SEU ALIMENTO NÃO PERECÍVEL E OU MATERIAL DE HIGIÊNE, PARA DOAÇÃO: haverá bancas recolhendo as doações para salvar as vidas das famílias em necessidade.

porFernanda de Freitas

Moção de Luto e Indignação pelas vítimas da Covid-19

Os trabalhadores e as trabalhadoras reunidos em Assembleia Geral, terça-feira passada (13), aprovaram moção de luto e indignação pela falta de políticas públicas para conter a crise sanitária e proteger a vida de milhares de cidadãos e cidadãs que perderam suas vidas para a Covid-19.

Confira abaixo à integra do documento.

MOÇÃO DE LUTO E INDIGNAÇÃO

Os trabalhadores da Unicamp reunidos em Assembleia Geral, em 13/07/2021, manifestam seu profundo pesar e indignação pelas 540 mil mortes de brasileiros pela Covid-19.

Como se não bastasse o negacionismo do governo Bolsonaro e a ausência de políticas que pudessem frear o avanço do vírus pelo país, além do descaso que deixou milhares de mortes sem ter acesso ao atendimento adequado e muitos morrendo por falta de oxigênio, a notícia que por trás do discurso negacionista havia negociatas para compra de vacinas, revelou o caráter perverso e corrupto do governo Bolsonaro e de uma casta de militares que lá atuam.

Os trabalhadores da Unicamp se solidarizam e se comovem com a dor de todos que perderam familiares e amigos.

Em especial na Unicamp, onde trabalhadores da saúde faleceram no combate à pandemia e trabalhadores terceirizados no Restaurante Universitário também morreram.

Esse momento de crise sanitária mostrou o quanto são importantes a ciência e as instituições públicas na defesa do povo e do país.

O governo Bolsonaro e o governo Dória, aqui no estado de São Paulo, nas suas sagas neoliberal atuam para desmontar e privatizar essas instituições.

Dória só não privatizou o Instituto Butatan porque não deu tempo!

O momento ainda é de luta contra a pandemia, que ressurge com a força das novas Cepas da Covid-19 em várias partes do mundo e que no Brasil não arrefeceu, matando mais de 1,5 mil todos os dias. Por isso é preciso combater o discurso do retorno à normalidade. Enquanto não tiver coletivamente mais da metade da população vacinada com as duas doses e as condições sanitárias asseguradas, não existe ambiente para normalidade.

Seguiremos firmes, pressionando para que tenha vacina para todos com rapidez e que os responsáveis pelas ações que negaram vacinas ao povo brasileiro sejam punidos.

SINDICATO DOS TRABALHADORES DA UNICAMP

porFernanda de Freitas

Moção de Repúdio à Privatização dos Correios

Indignados com as atrocidades que estão sendo cometidas pelo governo Federal, os trabalhadores presentes à assembleia virtual, terça-feira passada (13), decidiram se posicionar contra a privatização dos Correios e Telégrafos.

A moção aprovada pela categoria foi encaminhada aos líderes partidários da Câmara dos Deputados.

Confira abaixo à integra do documento.

MOÇÃO DE REPÚDIO À PRIVATIZAÇÃO DOS CORREIOS

Está na pauta da Câmara de Deputados e pode ser votada a partir de agosto a privatização dos Correios e Telégrafos.

Os Correios tiveram sua origem no Brasil em 25 de janeiro de 1663. Ele sempre foi motivo de orgulho e de integração nacional.

Mas o governo entreguista do Bolsonaro não quer que sobre nada público. O correio é uma empresa lucrativa e tem o monopólio da correspondência postal, nas demais modalidades de encomendas concorre com o mercado e se destaca pela credibilidade.

Mesmo sendo um símbolo importante de soberania e de garantia de serviços democratizados para todas as regiões, o governo quer vender os Correios.

Os trabalhadores da Unicamp, reunidos em Assembleia Geral realizada em 13/07/2021, repudiam à privatização dos Correios e solicita às lideranças partidárias que se posicionem contrários a essa privatização.

SINDICATO DOS TRABALHADORES DA UNICAMP

porFernanda de Freitas

Moção contra a Privatização da Eletrobras

Indignados com as atrocidades que estão sendo cometidas pelo governo Federal, os trabalhadores presentes à assembleia realizada terça-feira passada (13) decidiram tirar um posicionamento firme contra a privatização do sistema Eletrobras.

A moção aprovada pela categoria foi encaminhada ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e ao Líder de Governo Bolsonaro.

Confira abaixo à integra do documento.

MOÇÃO DE REPÚDIO À PRIVATIZAÇÃO SISTEMA ELETROBRAS

Os trabalhadores da Unicamp reunidos em assembleia em 13/07/2021 repudiam a decisão do Congresso que foi sancionada pelo governo Bolsonaro que permite a privatização da Eletrobras.

A Eletrobras surgiu em 1962 com o papel de coordenar todo sistema elétrico brasileiro, num país carente de energia e com distribuição muito desigual.

As empresas públicas do setor elétrico já vem sendo alvos dos ataques de vários governos neoliberais que passaram pelo pais, sobretudo os do PSDB.

Ao avançar sobre a Eletrobras o governo Bolsonaro vai aniquilando o que sobrou de capacidade do Estado brasileiro em coordenar e atuar sobre uma área que é estratégica para o país e para os brasileiros, que trata da geração e distribuição de energia.

Nosso repúdio a essa decisão antinacional e que compromete o presente e o futuro do país e do seu povo.

SINDICATO DOS TRABALHADORES DA UNICAMP

porFernanda de Freitas

AGENDA CAMPINAS | Dia de Nacional de Luta da Classe Trabalhadora

É hoje, 24/03…. vamos todos, todas e todes juntos nesse #DIA24pelaVIDA:

📌 Em defesa da VIDA! Pelo fechamento total das atividades (lockdown) por 15 dias em todo o Brasil para frear a pandemia, as mortes e o colapso do sistema de saúde.

📌 Em defesa do AUXÍLIO EMERGENCIAL DE R$ 600 e PROTEÇÃO AOS EMPREGOS enquanto durar a pandemia, para que o povo possa sobreviver e enfrentar a fome e a carestia.

📌 Pela VACINA JÁ! Para todas as pessoas, em defesa do SUS.

📌 Pelo #Fora Bolsonaro – Pelo fim de um governo genocida que está matando o povo brasileiro pela doença e pela fome.

📌 CONTRA A PEC 32/2020 DA REFORMA ADMINISTRATIVA que precariza as relações de trabalho do funcionalismo, incentiva a preservação dos privilégios e aprofunda o desmonte dos Serviços Públicos.

A partir das 12h começa a Live solidária com a presença dos/as vereadores/as da bancada de esquerda de Campinas e representantes dos movimentos sociais e sindical que participam da organização desse evento.

E mais tarde, às 18h, tem a #Live do STU com o Toninho, coordenador geral da Fasubra Sindical, João Paulo Ribeiro (JP), da Coordenação Jurídica e Relações do Trabalho da Fasubra Sindical, e José Luis Pio Romera, coordenador geral do STU. Será no Facebook do Sindicato [https://www.facebook.com/stu.unicamp].

Use nas postagens em redes sociais, mobilização e agitação para as ações do dia 24/03 a hashtag  #DIA24pelaVIDA para que possamos dar visibilidade às ações programadas.

Paralise suas atividades amanhã, quarta-feira, em defesa do SUS, dos Profissionais da Saúde, do Serviço Público e da Vida!

Campanha de Solidariedade

Nesse período de pandemia em que muitos perderam o emprego e nem todos receberam ajuda do governo, a Campanha de Solidariedade, promovida pelo STU, ADunicamp e Movimentos Sociais, continua a todo vapor e tem ajudado muitas famílias a garantir sua sobrevivência.

No #Dia24PelaVida estaremos com a nossa perua de som na região de Barão Geraldo arrecadando alimentos não perecíveis, produtos de limpeza e higiene para a Campanha de Solidariedade.

Disponibilizamos uma conta bancária para quem preferir fazer sua doação por depósito/transferência bancária [Banco: Caixa Econômica Federal / Agência: 2966 / Operação: 003 / Conta Corrente: 515-3 / CNPJ STU: 66.072.414/0001-34].

Além da Campanha de Solidariedade do STU haverá uma campanha organizada por diversos movimentos sociais que estarão arrecadando doações ao logo das atividades desta quarta (confira no card abaixo).

Mesmo que você esteja em casa, é fundamental PARAR pela vida, pela vacina, pelos empregos, pelo Auxílio Emergencial de R$ 600 e pelo Serviço Público.

Só a luta de todos nós, juntos e organizados, pode salvar vidas!

Contamos com sua mobilização: #ParePelaVida!

porFernanda de Freitas

#ForaBolsonaro | Carreata e Bicicletada em Campinas

As Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo estão organizando neste sábado (20/02) carreatas e bicicletadas em todo o país, além de atos simbólicos e ações nas redes sociais em defesa da vacinação para todos, do Auxílio Emergencial e pelo #ForaBolsonaro.

Em Campinas a concentração para a manifestação de carreata e bicicletada será no Largo do Pará (Centro), a partir das 10h. Haverá arrecadação de alimentos que serão doados à famílias em situação de emergência. Se puder, leve sua contribuição.

O ano de 2021 iniciou-se com um agravamento das crises que se acumularam ao longo de 2020. As atitudes reacionárias e irresponsáveis de Bolsonaro intensificam as contradições, prolongam os nefastos efeitos da pandemia e destroem os direitos sociais.

Bolsonaro trabalha a favor da morte e contra o povo: fez o que pode para impedir que a vacina chegasse ao Brasil, lutou contra o auxílio emergencial e quando pode o extinguiu, não age contra o desemprego e contra a carestia que assolam nosso país! 

A intenção dos movimentos populares é retomar as manifestações pelo “Fora Bolsonaro e Mourão”, que já provaram não ser capaz de tirar o país da crise sanitária, política e econômica que esse governo nos meteu.

As manifestações são apoiadas por vários movimentos sociais e sindicais, entre eles a Fasubra e o Fórum das Seis.

Somente unidos e organizados na luta contra Bolsonaro e Mourão que iremos salvar o país da crise e da pandemia do Coronavírus.

A CLASSE TRABALHADORA QUER SAIR DA ASFIXIA:

  • COM A MANUTENÇÃO DO AUXÍLIO EMERGENCIAL
  • COM TRABALHO E RENDA
  • COM VACINA PARA TODOS E TODAS
  • COM A DEFESA DO SUS
  • COM A DEFESA DO SERVIÇO PÚBLICO
  • SEM O RETORNO DAS AULAS PRESENCIAIS

E PARA ISSO DEFENDEMOS…

  • FORA BOLSONARO E MOURÃO
  • POR AUXÍLIO EMERGENCIAL, VACINAS JÁ E RETORNO AO TRABALHO SÓ DEPOIS DA VACINA