Categoria Destaque

porFernanda de Freitas

Reforma da Previdência é tema de debate

A luta contra a Reforma da Previdência tem sido uma das questões centrais na defesa dos nossos direitos. E se engana quem acha que a medida não afetará os servidores públicos. Toda a classe trabalhadora será prejudicada, bem como as futuras gerações. Para expor os entraves dessa proposta o STU realizará a “Reforma da Previdência em Debate”, amanhã (24), às 11h, no Auditório GGBS (prédio DGA).
Teremos a participação do Deputado Federal Arlindo Chinaglia (PT), membro da Comissão Especial da Reforma da Previdência na Câmara dos Deputados e Ricardo Sobral, assessor jurídico do STU pela Advocacia Sobral & Stoco.
Nosso direito à aposentadoria está ameaçado e precisamos nos mobilizar urgentemente para combater essa investida contra as nossas conquistas.

 

porFernanda de Freitas

Assembleia Geral reafirma reajuste de 8% e indica paralisação para 27/05

Nesta tarde (20) nossa Assembleia Geral deliberou que o Fórum das Seis reapresente, na próxima negociação com o Cruesp, a mesma proposta de reajuste salarial que consiste em 8% agora e um plano de recuperação até chegar em 15,94%.

Também foram aprovados os seguintes encaminhamentos:

  • Organizar ato no dia 27/05, por ocasião da reunião de negociação entre o Fórum e o Cruesp, com paralisação das atividades na Unicamp.
  • Realizar nova Assembleia Geral para discutir a data-base, dia 29/05, e os indicativos do Fórum das Seis.
  • Caso a próxima negociação de data-base não avance, o Fórum das Seis deve indicar greve por período indeterminado a partir do dia 30/05.
  • Construir dentro da Unicamp a Greve Geral, dia 14/06, convocada pelas Centrais Sindicais e movimentos populares.
  • Participar do 2º Dia Nacional de Lutas em Defesa da Educação Pública, em 30/05, convocado pela União Nacional dos Estudantes (UNE), a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e a Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), contra o bloqueio de recursos para a educação anunciado pelo governo federal.

Organização da Luta

Na próxima Assembleia Geral vamos discutir os encaminhamentos decorrentes da reunião de negociação e organizar nossa participação nos próximos protestos em defesa da Educação Pública, da aposentadoria digna e dos nossos direitos. Será dia 29/05, na Praça da Paz.

Foi reafirmada a necessidade de intensificar as reuniões de unidades para discutir os rumos da nossa Campanha Salarial, além da nossa organização nos protestos no Dia de Luta pela Educação e na Greve Geral. Se a sua unidade não se reunião, ligue no STU e marque uma data o quanto antes (ramais 17412/ 17147).

porFernanda de Freitas

Cruesp propõe 2,2% de reajuste salarial

Hoje pela manhã (16) aconteceu a segunda negociação entre o Cruesp e o Fórum das Seis.

A proposta que os reitores apresentaram foi de 2,2% frente a nossa reivindicação de 8% já, mais um plano de recuperação até chegar em 15,94%, para os servidores da Unicamp e USP recuperarem maio/2015. A negociação será fechada na próxima negociação, prevista para dia 27/05. Por isso, esse reajuste deverá ser creditado no próximo pagamento, mas será retroativo a 1º de maio. E uma comissão formada pelo Fórum  das Seis e o Cruesp discutirá uma política salarial.

O fato é que o reajuste do Cruesp não repõe nossas perdas e nem a inflação acumulada ao longo desse tempo.

 

Encaminhamento da luta

Na próxima segunda-feira (20), às 12h, no Ciclo Básico, nossa Assembleia Geral discutirá o indicativo do Fórum das Seis com base nesta negociação.

Ficou combinado na nossa última assembleia (10/05) de propor ao Fórum das Seis que avalie indicar greve nas três Universidades Estaduais, caso o reajuste não fosse suficiente.

porFernanda de Freitas

Pauta Unificada de Reivindicações 2019

Pauta Unificada de Reivindicações 2019

 

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porFernanda de Freitas

Comunicado do Cruesp nº 2/2019

Comunicado do Cruesp nº 2/2019, contendo o informe dos reitores sobre a negociação realizada em 09/05/2019.

 

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porFernanda de Freitas

Deliberações da Assembleia Geral da Campanha Salarial – 10/05/19

Deliberações da Assembleia Geral dos trabalhadores da Unicamp, realizada dia 10/05, a respeito da Campanha Salarial 2019:

  1. Reapresentar o índice de 8% já, mais um plano de recuperação até chegar nos 15,94%, para os servidores da Unicamp e USP recuperarem maio/2015.Já a Unesp, para compensar a não concessão do reajuste de maio/2016, a reivindicação deste ano é 11,24% imediatos, com um plano para atingir os 19,41%.
  2. Caso a próxima reunião de negociação, dia 16/05, não avance, devemos realizar uma Assembleia Geral dia 20/05 propondo ao Fórum das Seis que avalie indicar vo de greve nas três Universidades Estaduais.
  3. Paralisação dia 15/05 por ocasião da Greve Nacional da Educação em defesa da Educação Pública e contra a Reforma da Previdência, com panfletagem na Unicamp e participação nos atos que serão realizados em Campinas e em São Paulo.
  4. Organizar Reuniões de Unidade para discutir a Campanha Salarial e nossa mobilização na Greve da Educação com perspectiva de construção da Greve Geral, prevista para 14/06.
  5. Produzir um documento unificado com ADunicamp e DCE para denunciar os ataques sofridos pelas Universidades Públicas, especialmente a Unicamp. Esse material deverá ser panfletado ao longo da semana que vem como forma de denúncia e convocação para paralisação da Educação.
  6. Moção de Repúdio ao Vereador Paulo Galtério que criticou o sistema de triagem de paciente e culpou a “enfermeira que brigou com namorado” por crise na saúde.

 

 

 

porFernanda de Freitas

Plenária da Carreira elabora documento para os membros das CSA’s

Nesta quarta-feira (8) o STU realizou uma plenária aberta para discutir a proposta de carreira que está em andamento pela atual reitoria. Ficou decidido a elaboração de um documento para os membros da CIDF e CSA’s com as demandas apresentadas pela categoria a respeito do IAC e da tabela de progressão.

Confira abaixo o documento completo:

Encaminhamentos sobre a Carreira 

Em plenária realizada nesta quarta-feira (8) com representantes de CSA’s e militantes, o STU discutiu a atual situação da carreira e a preocupação com as deliberações da CIDF que na quinta-feira (9) discute as regras que comporão o processo de avaliação. Os presentes aprovaram esse documento com as seguintes questões:

1) É preciso acabar com a tabela que serviu para migração dos trabalhadores caracterizada como “em extinção”. Todo trabalhador deve migrar para a tabela em vigor e se sentir parte da carreira. Não se pode aceitar uma carreira que divide os trabalhadores, deixando a maioria, inclusive os aposentados, em uma tabela sem mobilidade. A reitoria deve abrir imediatamente uma negociação para discutir isso, levando em conta os impactos econômicos dessa proposta.

2) A CIDF não deve aprovar regras que criem mais dificuldades para que o trabalhador possa progredir na carreira. Já há na deliberação CAD 009 – 2018 previsão de interstício de três anos, após as três primeiras avaliações, portanto agregar um critério de experiência só agregaria mais dificuldades para a progressão.

3) Deve haver um debate democrático sobre a carreira, os processos e as perspectivas futuras com envolvimento das CSA’s. A reitoria tem conduzido e aprovado as deliberações de carreira de forma autoritária, seguindo o formalismo institucional, mas não ouvindo quem tem a tarefa em última instância de conduzir os processos avaliatórios. Cabe aqui ressaltar a correção do Índice de Achatamento – IAC que visava corrigir distorções do processo de isonomia, acabou sendo conduzido por uma fórmula matemática que não resolveu o achatamento e ainda criou mais distorções.

4) Em relação aos cerca de 460 trabalhadores que tiveram alteração de segmento na migração a reitoria dever analisar essas situações para que esses trabalhadores não fiquem prejudicados. Os casos que não forem passíveis de revisão a proposta é que haja a mudança no teto da tabela dos níveis Básico e Médio para permitir maior mobilidade e não restringir as possibilidades de crescimento na carreira.

STU – Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp

porFernanda de Freitas

Cineclube Outubro apresenta: JANGO – Como, Quando e Porque se depõe um presidente

O Cineclube Outubro exibe o documentário “Jango”, de Silvio Tendler, que atingiu meio milhão de espectadores, sendo o mais assistido até hoje no país. Será 9/05 (quinta-feira), às 17h, no Auditório da Adunicamp. Na ocasião vamos discutir JANGO: Como, Quando e Porque se depõe um presidente.

LANÇAMENTO DO LIVRO JANGO E EU: MEMÓRIAS DE UM EXÍLIO SEM VOLTA COM A PRESENÇA DO AUTOR JOÃO VICENTE GOULART, FILHO DE JANGO
Nos 100 anos do nascimento de João Goulart, por todos os amigos chamado carinhosamente de Jango, um dos presidentes brasileiros que mais trabalhou em favor dos interesses do povo, deposto pelo golpe militar de 1964, ao qual se seguiu a instalação de uma ditadura, torna a apresentação do filme dirigido pelo grande documentarista Silvio Tendler, extremamente oportuna para que a verdade de nossa história seja clara e verdadeiramente conhecida e para que infelicidades similares não se repitam. O documentário atingiu meio milhão de espectadores, sendo o mais assistido até hoje no país.

Exposição: João Vicente Goulart, autor do livro Jango e Eu: memórias de um exílio sem volta,que relata sua história no exílio a que foi forçado junto com seus pais e irmã – em meio à infância até a idade adulta – pela perseguição ditatorial da qual sua família foi vítima e que tem participado dos eventos comemorativos aos 100 anos de nascimento de seu pai, Jango, estará conosco para conversar sobre o filme após a sua projeção, às 19h e nos falará sobre a sua visão do Brasil durante os anos de chumbo, que observou a partir desse exílio.Ao final dos debates, João Vicente estará autografando seu livro no mesmo auditório.

Programação:
17h – Filme (Jango, de Sílvio Tendler).
19h – Debate (Coordenação do Prof. Dr. Wagner Romão, presidente da ADUNICAMP).
20h – Lançamento do Livro, coquetel e sessão de autógrafos com o autor (Organizado pela livraria Pontes).

Direção: Silvio Tendler
Roteiro: Maurício Dias e Silvio Tendler
Trilha Sonora: Milton Nascimento e Wagner Tiso
Narração: José Wilker
Participações: João Goulart e Juscelino Kubitschek (imagens de arquivo), Leonel Brizola, Frei Beto e outros.
Duração:1h57
Ano de produção: 1984.
Prêmios:Troféu Margarida de Prata, da CNBB (1984); Prêmio especial do júri, prêmio do público e de melhor trilha-sonora do Festival de Gramado (1984); Prêmio especial do júri no Festival de Havana (1984)

Parcerias: Fundação Maurício Grabois (FMG); Sindicato dos Professores de Campinas e Região (SINPRO); Associação dos Professores da PUCC (APROPUCC); Associação dos Docentes da Unicamp (Adunicamp); Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (APEOESP); Sindicatos dos Trabalhadores da Unicamp (STU).

Apoio: Livraria e Editora Pontes, Museu da Imagem e do Som (MS) e Museu da Cidade (Muci) de Campinas.

 

 

porFernanda de Freitas

Nossa Assembleia Geral será sexta-feira (10), às 12h, no Ciclo Básico

Nossa Campanha Salarial já começou com a garantia de duas reuniões de negociação entre o Fórum das Seis e o Cruesp. A primeira acontece nesta quinta-feira (9), às 10h, em São Paulo, e a outra semana que vem, dia 16.
Ontem pela manhã (6) aconteceu a reunião da Comissão Técnica, entre o Fórum das Seis e o Cruesp, para discutir as previsões de números referentes à arrecadação de ICMS e o impacto na folha de pagamento das Universidades.
O Fórum das Seis argumentou que o comprometimento acumulado das três Universidades Paulistas Estaduais com a folha de pagamento é o menor dos últimos cinco anos. Apontou que a Secretaria da Fazenda de SP tem uma expectativa de arrecadação de R$ 108.2 bilhões, que é maior que os R$ 107 bilhões previstos pelos técnicos do Cruesp.
Diante dos números e do arrocho que estamos sofrendo o Fórum das Seis reivindica um reajuste de 15,75% para Unicamp e USP, sendo que 8% devem ser repostos imediatamente e o restante dentro de um plano de reposição no curso do ano. No caso da Unesp, para compensar a não concessão dos 3% em maio/2016, a reivindicação é de 19,04%, sendo 11,24% imediatos.
O STU, diante do calendário do Cruesp, cujo presidente é o reitor Marcelo Knobel, reforça a necessidade de intensificar a mobilização e a luta para não deixar que continuem com a política de financiar as Universidades com o arrocho dos nossos salários.
Vale destacar que as reuniões estão acontecendo em sala alugada pelo Cruesp, que entregou sua sede em SP. Apesar do discurso de contenção de custos, que só atinge os funcionários, eles se recusam a fazer os encontros nos espaços das Universidades, provavelmente para evitar nossa mobilização.

Agenda de Mobilização
Amanhã (07), às 9h, no Saguão da DGA, tem Reunião de Unidade dos funcionários da DGA.
E quarta-feira (8) pela manhã tem reunião do Fórum das Seis.
Já nossa Assembleia Geral acontece sexta-feira (10), às 12h, no Ciclo Básico. Vamos deliberar sobre os indicativos do Fórum das Seis decorrentes da primeira reunião de negociação, além de organizar nossa luta dentro da Universidade.
O avanço na data-base depende da nossa unidade e disposição de luta!

 

porRafael Jorge

Mais uma vitória contra o corte das GR’s

GRATIFIÇÃO DE REPRESENTAÇÃO – GR – DOS TRABALHADORES

O STU conseguiu mais uma vitória essa semana no Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região no julgamento do processo nº 0012719-17.2017.5.15.0053 que trata da Gratificação de Representação suprimida dos trabalhadores celetistas, que havia sido reconhecida em decisão anterior.
No julgamento ocorrido no último dia 30 de abril, a 6ª Câmara acatou os embargos de declaração do STU e determinou o pagamento dos honorários.
Já em relação aos embargos de declaração da UNICAMP, os julgadores, além de rejeitar o pedido, determinaram a aplicação de multa, em textual: “De efeito, claramente se verifica que a embargante tenta protelar o desfecho do processo, enumerando defeitos inexistentes e tentando renovar temas elucidados na decisão, motivo pelo qual a declaro litigante de má-fé, enquadrando-a na capitulação do Artigo 1026, § 2º, Código de Processo Civil.”
Segundo o advogado do STU, Dr. Ricardo Sobral, “foi mais uma importante etapa vencida pelos trabalhadores, no sentido do reconhecimento da ilegalidade da UNICAMP em reduzir unilateralmente a remuneração do seu quadro no exercício de funções gratificas.”
A decisão é de 2ª instância e ainda cabe recurso, mas que deve se limitar ao enfrentamento de teses jurídicas, não sendo permitida a reanálise de fatos e provas.

porFernanda de Freitas

1º de Maio – Em Defesa da Previdência Pública e dos Direitos dxs Trabalhadorxs

Neste ano, o Dia Internacional do Trabalhador e da Trabalhadora será marcado pela luta contra o fim da aposentadoria e por mais empregos e salários decentes, soberania nacional e a defesa de uma proposta de reforma Tributária que assegure justiça social na arrecadação de impostos.

Na pauta está também a luta contra o desrespeito aos direitos humanos, o desmonte dos serviços públicos e as ameaças ao meio ambiente.

Em Campinas vamos nos reunir às 9h30, no Largo do Pará para saída da caminhada até o Largo da Catedral, onde acontece o ato político às 10h30.

No mesmo momento estará acontecendo a Missa dos Trabalhadores na Igreja Catedral das 9 às 10h30.

 

Ofensiva contra a classe trabalhadora

Aliado às forças conservadoras e ao capital financeiro, o governo Bolsonaro vem adotando medidas extremas contra aos setores mais pobres da população.

A economia está com dificuldades para se recuperar, o desemprego segue alarmante, o arrocho salarial e a precarização do trabalho intensificam as desigualdades.

A conjuntura de retrocesso político e de crise econômica e social pela qual passamos exige unidade de dos movimentos populares e sindicais.

Não podemos vacilar! Neste 1º de Maio, temos que ocupar as ruas da cidade para defender nossas conquistas e o futuro da nossa nação.

 

Ato em São Paulo

Dada a gravidade da situação da classe trabalhadora, as centrais sindicais decidiram somar forças realizando um Ato Unificado em SP, que reunirá a CUT, CTB, Força Sindical, Intersindical, CSP-Conlutas, Nova Central, CGTB, CSB e UGT, além das Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo. A mobilização será no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, a partir das 10h.

Os movimentos sindicais e populares anunciarão neste ato de 1º de maio os próximos passos da luta contra os ataques do governo de Jair Bolsonaro (PSL), com perspectiva de convocação de Greve Geral em defesa da Democracia, Soberania, Emprego, Previdência Pública e Aposentadoria Digna.

 

 

 

porFernanda de Freitas

Material Conjunto das Centrais Sindicais sobre o “Rombo” da Reforma da Previdência

As Centrais Sindicais elaboraram um material conjunto para denunciar o que está por traz das farsa do “suposto “rombo” da Previdência Social. Confira:

porFernanda de Freitas

Curso Intensivo de Conjuntura Nacional e Internacional

O curso intensivo de “Conjuntura Nacional e Internacional”  acontece neste sábado (27), das 9 às 18h, na sede do Sindiquinze, localizada na Rua Dr. Quirino, 594 – Centro de Campinas/SP.

Esse curso gratuito propõe uma reflexão da geopolítica nacional e internacional, que abarca não só as questões política, econômica e cultural, mas análises sobre o futuro das principais nações do mundo.

Se você se interessa por essa questão, quer debater e contribuir com o tema, reserve sua vaga pelo e-mail [email protected].

A organização é da Apropucc em convênio com o CES (Centro Nacional de Estudos Sindicais e do Trabalho), com apoio da Excelência Cursos e Palestras.

 

Sobre o palestrante

Thomas Henrique de Toledo Stella é historiador, mestre em Desenvolvimento Econômico pelo Instituto de Economia da Unicamp e doutorando em Arqueologia pela USP.  Atualmente, pesquisa a Economia do Antigo Egito Imperial na geopolítica do colapso da Idade do Bronze.

 

porFernanda de Freitas

100 dias de governo Bolsonaro:Trabalhadores não têm nada a comemorar

É obvio que nunca se espera muita coisa após cem dias de um governo. Esse prazo serve para ver o rumo do governo, sua capacidade de articulação e quais são seus reais compromissos prioritários.
No caso do governo Bolsonaro é difícil pautá-lo pelos compromissos programáticos que assumiu, já que no curso da eleição o candidato não apresentou propostas, não participou de debates, se ausentou da campanha, focando a discussão com seus apoiadores nas redes sociais. Além disso, teve ainda a tentativa de assassinato que o deixou hospitalizado.
A retórica do candidato foi pautada na desconstrução dos adversários, principalmente os progressistas, num discurso muitas vezes falseado pelos “fake news”, pelo moralismo e a defesa de valores conservadores, dá segurança reforçando a militarização e as armas e uma ideia vaga de que a economia seria liberal, conduzida pelo homem de sua confiança, Paulo Guedes, que tem fortes laços com o sistema financeiro.
Nesses cem dias de governo vimos:
– Ataques às organizações populares, sindicatos, imprensa e falta de apreço pela democracia;
– Uma incapacidade de apresentar uma saída econômica para o país numa situação de crise em que o desemprego já atingiu 13,5 milhões de trabalhadores, segundo o IBGE;
– Um governo que segue as bases econômicas que gerou o governo Temer, em que a Reforma da Previdência, assim como a Reforma Trabalhista, tem como único objetivo jogar nas costas dos trabalhadores a crise. As mudanças nas regras da Previdência, torná-a quase inatingível para a maioria dos trabalhadores e quebra a Seguridade Social que garante a sobrevivência da população mais pobre. Tem ainda a intenção de entregar aos bancos a Previdência num modelo de capitalização em que só os trabalhadores contribuem.
– Sinaliza com o desmonte do serviço público e do Estado. Propôs a autonomia do Banco Central e quer a privatização das nossas principais empresas estatais. As cinco principais estatais, Banco do Brasil, CEF, BNDES, Eletrobras e Petrobrás renderam só em 2018 um lucro acumulado de R$ 51,9 bilhões e o governo Bolsonaro fala em arrecadar R$ 222 bilhões com a entrega dessas empresas. Um crime lesa pátria!
– Fugindo às tradições do Brasil, o governo faz uma política internacional ideológica, se junta às ameaças a outros povos e não contribui com a busca da paz, que pautou historicamente a atuação do país no cenário internacional.
– Um grande retrocesso na educação através do descaso e desrespeito com as Universidades e Escolas Públicas. O Ministério da Educação prioriza o ataque aos professores, estimula a guerra ideológica e não promove nenhuma ação que aponte para melhora da educação.
Por tudo isso, não há nada para comemorarmos nesses 100 dias de governo Bolsonaro. Há sim, uma necessidade dos trabalhadores fortalecerem a luta para derrotar esse governo e as políticas que destroem os direitos e o país.

 

 

Movimentos sociais e sindicais mobilizados na Unicamp colheram assinaturas do abaixo-assinado contra a Reforma da Previdência

                                                        Movimentos sociais e sindicais mobilizados na Unicamp colheram assinaturas do abaixo-assinado contra a Reforma da Previdência

porFernanda de Freitas

TV STU: Demandas do Caism

A diretora do STU, Margarida Barbosa, fala sobre a reunião entre a direção do Sindicato e os gestores do Caism, quarta-feira (10), que tratou das demandas das trabalhadoras da enfermagem.

porFernanda de Freitas

Abaixo-assinado contra Reforma da Previdência

Já está nas ruas a campanha de abaixo-assinado e distribuição de cartilhas contra a Reforma da Previdência, impulsionada pelas centrais sindicais. O formulário para coleta de assinaturas já está sendo distribuído para entidades em todo o país. Acesse aqui e imprima.

As assinaturas que forem coletadas em todo o país serão entregues ao Congresso Nacional, após o ato do 1° de Maio. O Dia do Trabalhador e da Trabalhadora está sendo organizado unitariamente pelas centrais sindicais e terá como eixo a luta contra a Reforma da Previdência.

Endereçado ao presidente da Câmara Rodrigo Maia, o abaixo-assinado exige que os deputados votem contra a PEC 06/2019, que desmonta a Previdência Social. “Esta Proposta de Emenda à Constituição dificulta o acesso à aposentadoria, aumenta o tempo de contribuição e de trabalho, diminui o valor dos benefícios e ameaça a existência da seguridade social (aposentadoria, benefícios da assistência social como o BPC e as políticas de saúde). Enquanto isso, a PEC 06/2019 não combate a sonegação das empresas devedoras da previdência, mantém privilégios e incentiva a previdência privada (os planos de capitalização), que só beneficiam os banqueiros”, diz texto do documento.

Acesse aqui a abaixo-assinado contra a Reforma da Previdência

 

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Fonte: CSP-Conlutas, com edição do ANDES-SN

porFernanda de Freitas

TV STU: Carreira PAEPE

O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp tem se posicionado de forma crítica em relação à proposta de revisão da Carreira PAEPE apresentada pela reitoria em 2018.

Isso porque ela é restritiva, não leva em conta a trajetória dos trabalhadores e favorece que os gestores cobrem mais “produtividade”, mesmo que as condições de trabalho não sejam adequadas.

Terça-feira (09/04), em mais uma reunião para discutir o tema, o STU apresentou suas posições, cobrou transparência no processo de progressão e defendeu que a reitoria não deveria promover a extinção da tabela já que transposição deveria ser para a nova tabela.

Assista o vídeo onde o diretor Kiko explica como foi a intervenção do sindicato nessa reunião sobre a carreira.

 

porFernanda de Freitas

Dinheiro tem: arrecadação do ICMS cresceu 7,6% em março/19

Reitoria continua gastando, criou duas estruturas novas: Controladoria e Observatório de Direitos Humanos. O curiosos é que ela não utiliza a estrutura que já tem, mas separou verba pra carreira de Procuradores!

A arrecadação do ICMS de março deste ano teve um crescimento nominal de 7,6%, comparado com o mesmo mês do ano passado. O crescimento nominal  acumulando de janeiro a março de 2019 foi de 6,71% comparado com o mesmo período do ano passado.

Hoje (11), o Fórum das Seis protocola a Pauta Unificada de Reivindicações da nossa data base 2019, para o presidente do Cruesp, o reitor da Unicamp.

Este ano o gasto com folha diminuiu devido ao arrocho salarial praticado pelos reitores nos últimos anos, isso significa que tem espaço nos orçamentos das três Universidades para reajustes salariais superiores a inflação para recompor o poder de compra dos salários.

Estamos de olho e vamos cobrar da reitoria o compromisso com a valorização do servidor público.

porFernanda de Freitas

Assembleia aprova proposta salarial do Fórum das Seis e luta contra reforma

Assembleia Geral de ontem (9) aprovou a proposta de índice do Fórum das Seis que estabelece “um plano de recomposição dos salários dos técnico-administrativos e docentes das três Universidades Paulistas Estaduais, que considere as perdas desde maio de 2015 (índice Dieese), articulado à arrecadação do ICMS, iniciando como uma parcela de 8% de reajuste em maio/2019 para todos + 3% para a Unesp – como forma de compensação pela perda da isonomia em maio/2016”.  Essa demanda faz parte da Pauta Unificada de Reivindicações 2019 dos técnico-administrativos e docentes das três Universidades Paulistas Estaduais.

Aprovou também que devemos intensificar a mobilização nas unidades tendo em vista que o novo presidente do Cruesp é o reitor da Unicamp, Marcelo Knobel.

Ficou decidido que o Sindicato deverá fazer um levantamento dos ataques da reitoria que prejudicam a categoria, como forma de elaborar um resgate histórico dessas ações e ainda organizar nossa luta. A intenção é desmascarar o reitor que se diz comprometido com a valorização do trabalhador, quando na verdade, tem sido conivente com a piora das nossas condições de trabalho.

Amanhã (11), o Fórum das Seis pretende analisar o retorno das assembleias das categorias, sistematizar nossa pauta conjunta e entregá-la ao Cruesp.

 

Defesa da Previdência Social

Os trabalhadores aprovaram também que o STU se some à luta nacional contra a Reforma da Previdência, seguindo as orientações das Centrais Sindicais, Fasubra e Fórum das Seis, buscando articular com as entidades do campus a criação de um Comitê Contra a Reforma da Previdência dentro da Universidade.

Pela gravidade da proposta apresentada pelo governo Bolsonaro, a assembleia aprovou a proposta da diretoria do Sindicato de promover debates e rodas de conversas sobre o tema para esclarecer a categoria sobre quais direitos estão ameaçados e facilitar a aproximação com outras categorias, para além do serviço público, como forma de fortalecer essa luta.

A categoria aprovou a divulgação e incentivo à mobilização em torno do “Abaixo assinado Nacional em Defesa da Previdência Social e das Aposentadorias” e ainda a participação e divulgação em atos convocados pelas entidades classistas. Acesse aqui a cartilha sobre a Reforma da Previdência.

 

Reuniões de Unidades

A Campanha Salarial já começou! Precisamos, então, debater as demandas internas e nossa participação nos movimentos em defesa da Universidade Pública, da Previdência Social e dos direitos trabalhistas.

Agende o quanto antes uma reunião em sua unidade, ligue no STU e reserve sua data.

 

12/04

  • 14h: IA (Auditório)

15/04

  • 10 às 11h: CECI Parcial
  • 14h: CECI Parcial

 

Apoio

Foi aprovada a moção de repúdio à demissão do carteiro José Cícero Oliveira Silva, trabalhador lotado no CDD Itália, em Campinas, caracterizada pela motivação política em calar um trabalhador que sempre participou do movimento sindical, se contrapondo à política de desmonte e privatização dos Correios e de retirada de direitos dos trabalhadores.

 

porFernanda de Freitas

Tarifa de débito automático do Banco do Brasil aumentou

O STU  foi notificado recentemente pelo Banco do Brasil que, a partir de de 15/04/19, a tarifa pela prestação de serviço de débito automático, referente às cobranças bancárias de convênios e demais benefícios frutos do convênio entre o Banco do Brasil e o STU, vai aumentar passando para R$ 3,37 por evento.

Isso significa que os associados da entidade que utilizam o débito automático para quitar convênios médicos ou outros benefícios oferecidos pela Sindicato passarão a sofrer o desconto da nova tarifa a partir da referida data.

Em caso de dúvida ou necessidade de mais informações, entre em contato com o Financeiro do STU.

Contamos com a compreensão de todos!

 

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