Categoria Destaque

porFernanda de Freitas

Nota de Solidariedade ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas em respeito à Democracia

Nota de Solidariedade aos companheiros e companheiras do Sinteam (Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas) vítimas de intimidação de agentes federais.

 

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porFernanda de Freitas

STU e Reitoria renovam Acordo Coletivo dos Trabalhadores da Área da Saúde – 2019

O STU e o reitoria da Unicamp renovaram, no dia 5 de julho deste ano, a assinatura do Acordo Coletivo dos Trabalhadores da Área da Saúde tendo como objeto de regulamentação as condições de trabalho dos servidores da Área da Saúde que prestam serviços no HC (Hospital de Clínicas), no CAism (Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher), no Hemocentro (Centro de Hematologia e Hemoterapia), no Gastrocentro (Centro de Diagnóstico de Doenças do Aparelho Digestivo) e no Cecom (Centro de Saúde da Comunidade).

Baixe aqui Acordo Coletivo dos Trabalhadores da Área da Saúde.

porFernanda de Freitas

STU negocia reajuste da Unimed abaixo do índice proposto pela ANS

O convênio entre o STU e Unimed tem um reajuste anual sempre no mês de julho de cada ano. Em junho de 2019, a Unimed apresentou o índice de 4,94%. Este índice ficou bem abaixo do índice da ANS (Agência Nacional de Saúde) para os planos de pessoa física que foi aproximadamente de 7,35%, pois, nosso contrato encontra-se em equilíbrio financeiro. O Sindicato enviou uma contraproposta de 2,2%, alegando as dificuldades dos trabalhadores da Unicamp em Campanha Salarial, contudo a Unimed rejeitou a contraproposta apresentada, sugerindo novo índice de 3,85% para o reajuste anual do contrato. Após nova reunião o índice foi acordado e as negociações foram encerradas.

Diante deste fato, a partir do mês de agosto, as faturas enviadas pela cooperativa sofrerão reajuste de 3,85% para o período de 2019/2020.

Segue a nova tabela de preços da Unimed/STU para o próximo período de agosto/2018 a julho/2019. Informamos que a Unimed Campinas encerrou a parceria com a Unimed Brasil, portanto, a partir de 1 de setembro de 2019, o beneficio família, deixará de ser oferecido aos usuários da Unimed Campinas.

POR FAIXA ETÁRIA PLENO EXECUTIVO
00-18 ANOS   229,21         396,52
19- 23 ANOS    266,72         461,40
24-28 ANOS    311,22         538,42
29-33 ANOS    367,45         635,70
34-38 ANOS    437,72         757,28
39-43 ANOS    498,68         862,69
44-48 ANOS    568,94         984,30
49-53 ANOS 647,85      1.162,62
54-58 ANOS    814,96      1.409,88
59 OU MAIS 1.375,23      3.106,04

 

Vale ressaltar que essa negociação feita pelo STU foi pensando em não onerar ainda mais o orçamento doméstico dos trabalhadores que a cada ano sofrem mais com o arrocho salarial praticado pela reitoria.

Lembramos aos associados que qualquer alteração cadastral junto a Unimed deve ocorrer no período de 1 a 15 de cada mês. No caso de exclusão do plano médico, a cobertura dar-se-á até o final do mês de cancelamento e a mensalidade do plano ocorrerá no mês subsequente ao cancelamento.

 

 

 

porFernanda de Freitas

Nota da Reitoria à Comunidade sobre o fim da Greve na Unicamp

Nota da Reitoria à Comunidade sobre o fim da Greve na Unicamp

Diante da atual conjuntura econômica nacional, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) tem feito um grande esforço para manter todos os salários em dia, pagar suas despesas obrigatórias e minimizar seu déficit em conta. Esse esforço tem convivido com a menor capacidade de custeio dos últimos anos e com a mínima capacidade efetiva de investimento nas atividades-fim e na infraestrutura da Universidade. Portanto, a Reitoria reitera sua impossibilidade de atender, neste momento, as solicitações financeiras da pauta específica do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU), assumindo, por outro lado, os compromissos abaixo com a finalização da greve e o retorno imediato dos funcionários às suas atividades:

  1. Manter, de maneira responsável, a proposta definida pelo Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (CRUESP) de reajuste de 2,2%, a partir do dia 1º de maio, dos salários dos servidores técnico-administrativos e docentes da instituição.
  2. Manter o compromisso do CRUESP de acompanhamento conjunto da evolução da arrecadação de ICMS ao longo do 1º semestre e meados do 2º semestre, bem como de agendamento de nova reunião do CRUESP com o Fórum das Seis para a 2ª quinzena de outubro, caso a arrecadação até o final de setembro atinja R$ 80 bilhões, para uma arrecadação projetada no ano de R$ 108,2 bilhões.
  3. Criar, em conjunto com o Fórum das Seis, um Grupo de Trabalho (GT) com o objetivo de estabelecer uma política salarial para as três Universidades nos próximos anos, bem como um GT para acompanhar a proposta de Reforma da Previdência.
  4. Manter reuniões mensais com o STU a partir de agosto, para acompanhamento da arrecadação de ICMS.
  5. Converter a anotação F3 (falta justificada com desconto salarial) em F2 (falta integral abonada) para os dias parados durante o movimento de greve de 2018, cumprido o Plano de Reposição de horas e/ou dias.
  6. Converter a anotação F3 em F2 para os dias parados durante o movimento de greve de 2019, remetendo às unidades e órgãos a discussão relativa à reposição de trabalho.
  7. Efetuar o desconto relativo ao transporte fretado de forma proporcional aos dias trabalhados, e não integralmente, dos servidores que trabalham em plantões da área de saúde da Universidade, conforme solicitado no item 7 da pauta específica.
  8. Atendendo aos Ofícios STU 257 e 265/2019, que tratam da pauta específica, criar comissões paritárias, com representantes do sindicato dos trabalhadores, para discutir: 1. O ambiente de trabalho na área de saúde da Unicamp; 2. Aspectos funcionais e pedagógicos da DEDIC; 3. Demandas específicas da Orquestra Sinfônica da Unicamp; 4. Demandas específicas relativas ao Transporte fretado.

Reitoria da Unicamp
Campinas, 12 de julho de 2019

porFernanda de Freitas

Nota do STU em Solidariedade aos Lutadores do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra

Nota de Solidariedade às famílias de trabalhadores sem terra do Acampamento “Marielle Vive!”, em Valinhos/SP, especialmente, à família do companheiro Luiz Ferreira da Costa assassinado nesta quinta-feira (18).

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2019/07/NOTA_publica_solidariedade_morte_MST.pdf” language=”pt_BR”]

 

 

porFernanda de Freitas

NOTA PÚBLICA DO STU – 03/07/19

Nessa quarta, 03/07, a Reitoria da Unicamp publicou nota em que afirma que cancelou a última reunião de negociação com os servidores da Universidade em greve devido a um suposto fechamento das guaritas de acesso à Universidade por parte do movimento grevista.
Os trabalhadores em greve julgaram pertinente esclarecer alguns pontos desta nota, que foge da verdade para atacar o movimento grevista:
1- A Reitoria ataca o direito de livre manifestação do trabalhador ao alegar que houve bloqueio das vias de entrada da Universidade, sendo que, na realidade, o que houve foi uma manifestação pública com atividade de panfletagem e conversa com a população, o que, claramente, incomodou a reitoria.
2- O Reitor alega que nossa ação “fragiliza a confiança no processo de negociação”, mas anteriormente ele próprio já desmarcou duas reuniões consecutivas. Com isto ele prolonga o período de greve, mantendo os trabalhadores com o corte de salário (F3), visando desmobilização dos grevistas, atitudes antissindicais que ferem o direito à greve.
3- Em três reuniões realizadas para negociação de nossa pauta específica, o reitor não esteve presente em nenhuma. O destrato vem sendo evidente, pois somente na última reunião foi apresentado uma contraproposta que não universaliza o item a todos os funcionários, atingindo apenas uma parcela dependente do serviço de ônibus fretado e promessa de avaliação de proposta atualização inflacionária do Vale Alimentação.
4- A arrecadação do ICMS, principal fonte de financiamento da Unicamp, nos últimos três anos cresceu 18,7% e destes, somente 3,7% foram repassados ao salário dos trabalhadores. O Reitor apresentou um quadro de terror econômico nas reuniões da CAD e da CEPE, utilizando a referência do IGPDI que não é o índice que o CRUESP usa para correção salarial, ou seja, ele usa outro parâmetro para fabricar um cenário pessimista. Ao contrário do que o Reitor disse, o STU distribuiu a planilha do CRUESP de junho para comprovar que a situação financeira que é a melhor dos últimos 7 anos. Inclusive, esta planilha não foi divulgada no site da Unicamp, anteriormente às reuniões.
5- O orçamento interno hoje está comprometido com a folha de pagamento em 90,9% até junho deste ano. Sendo que este valor já chegou a 101,7% em 2017 conforme tabela abaixo.

Isso prova que o problema do financiamento não deve ser arcado pelo salário do trabalhador, demonstrando a falta de vontade política da Reitoria em repor as perdas salariais dos servidores, financiando a Universidade através do arrocho.
6- O Marcelo Knobel reclamou na reunião da CEPE que foi multado pelo TCE/SP em R$ 5.000,00 em seu CPF por liberar aposentadoria acima do teto salarial e mesmo assim disse que continuará pagando salários considerados irregulares pelo Tribunal de Contas.
Campinas, 3 de julho de 2019

porFernanda de Freitas

Festa Julina dos Aposentados

A Festa Julina dos Aposentados será dia 05/07, a partir das 12h, na sede nova do STU.

Vamos ter  muitas músicas, bingo, cachorro quente e outras delicias típicas.

 

Venha confraternizar conosco!

 

 

 

 

porRafael Jorge

Nota de repudio à prisão arbitrária e repressiva dos estudantes e servidores da USP

Nota de repudio à prisão arbitrária e repressiva dos estudantes e servidores da USP

O STU repudia a prisão arbitrária e repressiva dos estudantes e servidores da USP durante a Greve Geral ocorrida na sexta-feira do dia 14 de junho. Arbitrária por não haver indícios ou elementos que apontassem atos imputáveis de crime por parte dos manifestantes e repressiva por coibir o direito de livre manifestação constrangendo e criando terror estatal através da truculência. O direito à liberdade de expressão e livre manifestação é fundamental em uma sociedade democrática e justa. Esse episódio demonstra a truculência e autoritarismo do governo Dória. Não preservar esse direito leva a construção de uma sociedade baseada no medo, de pensamento único, remontando à situações que levaram outras sociedades em direção à um Estado Fascista e, para que isso não ocorra em nosso país, exprimimos nosso repúdio ao fato ocorrido. Em que pese a libertação de parte dos manifestantes na tarde de sábado (15), a reclusão dos mesmos, para além do constrangimento, os impediu de exercer seus direitos de cidadãos de se manifestarem. Por isso reafirmamos nosso repúdio e pedimos a imediata libertação dos 3 manifestantes ainda em cárcere.

porFernanda de Freitas

Na GREVE GERAL o STU estará fechado: tod@s às ruas!

Em razão da GREVE GERAL, não haverá expediente nesta sexta-feira (14) no Sindicato.

Retomaremos o expediente na segunda-feira (17), com atendimento normal das 7h30 às 18.

Convocamos os trabalhadores e as trabalhadoras da Unicamp para ir às ruas junt@s barrar a Reforma da Previdência.

 

porFernanda de Freitas

Arrocho e desmonte são decisões políticas

Os estudos do Fórum das Seis são claros ao comprovar a viabilidade de atendimento das nossas reivindicações salariais. A previsão de arrecadação do ICMS da Secretaria da Fazenda para 2019, de 108,2 bilhões, por exemplo, é expressivamente superior à previsão utilizada pelos técnicos do Cruesp (de R$ 107 bi) e que, por sinal, é usada para justificar o reajuste de 2,2%. Mesmo concedendo um reajuste de 8% na Unicamp e na USP, e de 11,24% na Unesp, o comprometimento médio com folha em 2019 seria de, respectivamente, 89,82%, 86,70% e 89,31%.

O arrocho salarial, imposto mais fortemente desde maio/2015, tem significado um drástico confisco, representando uma perda aproximada, até o momento, de 4 salários brutos na USP e na Unicamp, e de 5 salários brutos na Unesp.

Como vem apontando o Fórum das Seis, falta aos reitores altivez para cobrar do governo que assuma seus compromissos com as universidades, como é o caso das promessas não cumpridas de recursos perenes por ocasião das expansões, da insuficiência financeira (desrespeito à Lei 1.010/2007, que atribui ao governo a responsabilidade sobre a diferença entre o que as universidades arrecadam com contribuições previdenciárias e o que pagam em aposentadorias e pensões) e das manobras na base de cálculo do ICMS (o governo retira indevidamente vários itens antes do repasse às universidades).

Infelizmente, a receita dos reitores tem sido a de bancar a falta de recursos das universidades com o confisco salarial. Cabe à comunidade rejeitar essa política e impedir que o arrocho salarial, a falta de contratações, o desrespeito às carreiras, entre outros, destruam as universidades públicas!

 

Fonte: Fórum das Seis

porFernanda de Freitas

Edital de Greve 2019

Na quinta-feira (29) nossa Assembleia Geral aprovou deflagração da greve por tempo indeterminado a partir do dia 6 de junho.

Dando encaminhamento aos trâmites necessários de notificação da instituição, hoje (31), saiu a publicação  do Edital de Greve do STU necessário para comunicar a população, principalmente a usuária da Saúde Pública, sobre o movimento grevista que poderá ser impactada no atendimento e serviços com a possível redução de trabalhadores no setor.

Os gestores da Área da Saúde também já foram comunicados sobre a greve e cobrados para tomar as providências necessárias para salvaguardar o direito de greve dos trabalhadores.

Confira abaixo os dois comunicados elaborados pelo STU.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2019/05/notificacao-greve-243-219-protocolado.pdf” language=”pt_BR”]

 

porFernanda de Freitas

Transmissão Online ao Vivo e Material Conjunto das Entidades em defesa da educação #30M

Hoje (30) é mais um dia de luta “Defesa da Educação e Contra a Reforma da Previdência”, convocado pelas entidades estudantis – União Nacional dos Estudantes (UNE), União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) – com os movimentos sindical ligados à educação – Fasubra, Andes, Contee e CNTE entre outros –  e os movimentos populares – Frente Brasil Popular.

A pauta central das reivindicações será, mais uma vez, o repúdio ao corte de 30% da Educação Pública pelo governo federal e ao fim da aposentadoria anunciado pela Reforma da Previdência.

Nesse momento decisivo precisamos paralisar nossas atividades e nos posicionar contra esses ataques participando das manifestações e conversando com amigos e familiares para engrossar essa luta.

O ato no Centro de Campinas será transmitido online e ao vivo pelo Coletivo Socializando Saberes em https://tv.socializandosaberes.net.br/30m/.

 

 

 

 

 

 

 

 

porFernanda de Freitas

Puta Dei discute Trabalho Sexual como Identidade

A Associação Mulheres Guerreiras realizará o “6º Puta Dei – Trabalho Sexual como Identidade”. Será neste domingo (2), a partir das 14h, na Rua Corumbataí, nº 223- Jd. Itatinga.
Além de denunciar a discriminação e a exploração das prostitutas e as precárias condições de vida e de trabalho, o movimento traz como bandeira a defesa da Educação Pública, a luta contra a Reforma da Previdência e a construção da Greve Geral.

O evento será transmitido online e ao vivo pelo Coletivo Socializando Saberes em https://tv.socializandosaberes.net.br/putadei6

 

 

 

 

 

 

porFernanda de Freitas

Programação do 2º Dia Nacional em Defesa da Educação Pública – #30M

Hoje, estudantes, professores e trabalhadores em Educação estão em luta! E NÓS VAMOS PARAR A UNICAMP e se juntar às demais categorias que vão ocupar o Largo do Rosário para denunciar o desmonte da Educação Pública e o fim da aposentadoria promovidos pelo governo federal.

O Ato será transmitido online e ao vivo pelo Coletivo Socializando Saberes em https://tv.socializandosaberes.net.br/30m/

 

Programação do 2º Dia Nacional em Defesa da Educação Pública – #30M

porFernanda de Freitas

Dia 27/05 tem PARALISAÇÃO, confira a programação

 

Nesta segunda-feira (27) no período da tarde, acontece a reunião de negociação entre o Fórum das Seis e o Cruesp.

As comunidades universitárias da Unicamp, USP e Unesp vão parar suas atividades seguindo o indicativo do Fórum das Seis para pressionar os reitores contra o arrocho salarial.

Aqui na Unicamp, unificamos a luta ao organizar um calendário conjunto (STU, ADunicamp e DCE), confira a divulgação:

 

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2019/05/panfleto_27_maio_ADU_STU_DCE-1.pdf” language=”pt_BR”]

porFernanda de Freitas

Trabalhador Funcamp é reintegrado pela Justiça

A 5ª Vara do Trabalho de Campinas/SP decidiu que é nula a demissão de funcionários celetistas da Funcamp sem que fosse apresentada a motivação, bem como realizado o devido processo administrativo com oportunidade de defesa ao empregado.
No julgamento, ocorrido no último dia 09/05, foi julgado procedente a ação para que um trabalhador demitido seja imediatamente reintegrado aos quadros da Funcamp, bem como sejam pagos todos os salários atrasados desde a data da demissão, sob pena de multa diária.
Mesmo a Funcamp sendo uma fundação de direito privado, a sua criação se deu através de recursos públicos da Unicamp, devendo assim obedecer aos princípios da Administração Pública, dentre eles, o da motivação dos seus atos. Ainda, com relação à fundamentação, o juízo disse que: “Não se trata de reconhecer à reclamante a estabilidade prevista no artigo 41 da CRFB, mas sim de exigir que a reclamada, que contratou funcionário mediante processo seletivo público, providencie sua dispensa com o mínimo respeito aos princípios da publicidade e impessoalidade, ou seja, que apresente os motivos da preterição do obreiro, em detrimento de outra pessoa. Para tanto, deveria ter sido realizado o devido processo administrativo com oportunidade de defesa ao empregado.”
Segundo os advogados do STU, Ricardo Sobral e Lígia de Paula, “foi uma importante decisão, no sentido do reconhecimento da ilegalidade das demissões feitas pela Funcamp, pois sujeitas apenas à vontade do gestor, sem que o trabalhador tenha dado causa e que deixa o funcionário desamparado e sem segurança jurídica de seu emprego.”
A decisão é de 1ª instância e ainda cabe recurso, mas representa uma vitória e um grande avanço para as ações desta natureza movidas com o auxílio do STU.
A garantia de realização de processo seletivo na Funcamp é fruto de uma luta do STU, que reconhece os trabalhadores da fundação como servidores públicos.

porFernanda de Freitas

STU divulga Nota de Repúdio aos ataques ao SUS

Diante da declaração do vereador Paulo Galtério (PSB) de cunho machista, desrespeitoso e desprovido de qualquer senso crítico e que demonstra total desconhecimento do edil a respeito dos problemas da saúde pública da cidade, o STU decidiu protocolar uma Nota de Repúdio na Câmara Municipal de Campinas.

Confira abaixo o teor do documento que cobra do vereador respeito ao SUS e seus profissionais.

 

Nota de Repúdio aos Ataques ao SUS

Nós trabalhadores da saúde expressamos aqui nosso repúdio às opiniões do Vereador Paulo Galtério a cerca dos problemas que afetam a saúde pública que segundo ele estão associadas às questões pessoais dos profissionais da Enfermagem.
É de conhecimento público que a saúde pública no Brasil beira o caos e que Campinas também enfrenta crises graves. Como cidadãos, sempre buscamos votar naqueles que irão nos representar e defender o povo. Como profissionais, além da responsabilidade no processo democrático, temos o dever de lidar bem de perto com as crises no Sistema Único de Saúde lutando dia após dia por cada vida que atendemos. Estamos portanto na frente dessa batalha dando nosso sangue e literalmente a nossa saúde por um SUS com atendimento digno e humanizado. O que esperamos dos nossos políticos eleitos é que, no mínimo, enxerguem a importância de cada vida, de cada guerreiro nessa batalha. Sim, nós da Enfermagem somos guerreiros, lutamos com bravura e, com muita responsabilidade pela missão que assumimos, estudamos arduamente para tal. Enquanto para vocês “representantes do povo” um corte significa um número, para nós significa um curativo que não poderá ser trocado por falta de material e colocará uma vida em risco de infecção. Isso sem mencionar as contas que não batem enquanto os que deveriam cuidar do povo enriquecem ilicitamente.
Viemos hoje para expressar nosso descontentamento com a fala de um homem, mas estamos aqui para clamar, acima de qualquer ser humano de opiniões medíocres. Clamamos pelas vidas que atendemos, pelas vidas da Enfermagem que estamos perdendo nessa batalha. Nós estamos doentes física e psicologicamente, muitos colegas nossos estão suicidando após saírem de plantões pesados. O sentimento de impotência frente aos problemas que encontramos vem nos dominando. E quando esperamos enxergar uma luz no fim do túnel, um dirigente lutando a nossa guerra, vemos alguém como o Vereador Galtério, carregado de preconceitos, desprezar todo o nosso conhecimento científico e o nosso esforço árduo para nos apontar o dedo ao invés de nos estender a mão.
Concluo ressaltando nosso desprezo pelas opiniões rasas a respeito de um problema infinitamente profundo. E convidando-os a lutar conosco, buscar implementar políticas públicas que otimizem o atendimento do SUS, a lutar por um SUS de qualidade e a reconhecer a importância de cada profissional que entrega a sua vida diariamente por essa causa.

Campinas, 21 de Maio de 2019

 

 

porFernanda de Freitas

Capoeira Coquinho Baiano comemora 43 anos de história

A Academia de Capoeira Coquinho Baiano comemora 43 anos de História, Memória e Legados Negros. E nesta sexta-feira (24), a partir das 18h30, no Salão Vermelho da Prefeitura de Campinas, serão realizados debates, apresentações musicais, exibição de documentário entre outras atividades.

Confira abaixo a programação desta tradicional academia fruto da expressão cultural brasileira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Imagem Capa: Divulgação Academia de Capoeira Coquinho Baiano (facebook.com/rosana.carlos.988)