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Proposta de pauta específica para discussão na assembleia do dia 20/6

Confira aqui a Pauta especifica2012_ESBOÇO2013. Este documento é resultado dos debates da categoria na campanha salarial do ano passado, e servirá de base para a discussão da assembleia que acontece nesta quinta-feira (20 de junho). A ele serão adendados novos pontos discutidos nos locais de trabalho, nas reuniões de unidade e plenárias realizadas neste ano. A assembleia é soberana também para realizar qualquer outra modificação nos itens, seu reordenamento e/ou exclusão.

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Fórum das Seis indica a realização de dois atos unificados em São Paulo no dia 27/6

Foto: Greve do Instituto de Artes da Unesp (Facebook)

Reunidas na quinta-feira, 13/6, as entidades que compõem o Fórum das Seis avaliaram as atividades realizadas em 11/6, dia de paralisações e manifestações nas três universidades, e definiram novos indicativos.

As categorias devem realizar assembleias até o dia 20/6, para avaliar o indicativo do Fórum das Seis, de realização de dois atos unificados em 27/6:

– Às 9h, em frente à reitoria da Unesp, em São Paulo: Ato por democracia e isonomia nas universidades estaduais paulistas e no Centro Paula Souza.

– Às 14h, na Assembleia Legislativa de SP: Ato por mais recursos para a educação, universidades estaduais paulistas e Centro Paula Souza na LDO 2014 (Lei de Diretrizes Orçamentárias).

No dia 21/6, o Fórum volta a se reunir para avaliar o retorno das assembleias e definir os próximos passos da mobilização.

Confira os detalhes da reunião do Fórum das Seis no boletim da entidade:

Baixe aqui o Boletim do F6 – 13 junho 2013

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Assembleia mantém mobilização pela efetivação da conquista da isonomia e outras reivindicações

assembleia12-06-13

Crédito da imagem: Rodrigo Cruz

A assembleia geral desta quarta-feira (12) foi sem dúvida a mais lotada da campanha salarial. Os trabalhadores ressaltaram a importância da mobilização construída desde a greve de 2011 para arrancar da Unicamp um compromisso formal em relação à retomada da isonomia salarial com a USP. No entanto, a categoria considerou que a proposta feita na reunião de ontem pelo reitor José Tadeu Jorge é insuficiente. Isso porque o custo anual da primeira fase de implementação da isonomia (R$ 50 milhões) está muito abaixo do montante que a Universidade dispõe em suas reservas orçamentárias, fato que indica a possibilidade concreta de formalização imediata da isonomia.

Com o objetivo de sanar as dúvidas levantadas pela proposta apresentada pela reitoria e avançar na retomada da isonomia, a assembleia deliberou ainda reivindicar:

  • que a reitoria apresente por escrito a sua proposta de forma completa e detalhada, tal qual foi apresentada na reunião de negociação;
  • que a reitoria apresente os cálculos detalhados dos custos da proposta apresentada (em cada etapa);
  • que a reitoria apresente como cada servidor será atingido pela proposta ao longo do tempo;
  • a extensão de duas referências a todos os trabalhadores a partir de julho (adiantando a proposta de referência no processo avaliatório do segundo semestre);
  • desvincular a isonomia do processo de avaliação de desempenho;
  • que a reitoria apresente os critérios que serão usados para o “desencavalamento” decorrente da elevação dos pisos; e
  • que o piso do nível fundamental seja imediatamente igualado com o da USP.

Pela extinção das punições à organização sindical na Unicamp

Em relação à proposta mantida pela reitoria que condiciona a retirada dos “F3” do prontuário dos servidores à compensação das horas não trabalhadas durante a greve de 2011, os trabalhadores reafirmaram que não aceitam compensar os dias porque o trabalho já foi reposto.

A assembleia elegeu uma comissão formada pela direção do sindicato e trabalhadores punidos que deverá apresentar à reitoria uma proposta nos moldes da reposição de 2010 (participação em eventos que ocorrerem na Unicamp).

O sindicato protocolou ofício junto à reitoria solicitando uma reunião já na semana que vem para tratar do assunto.

Acelerar as negociações e garantir a pauta específica

A assembleia também deliberou solicitar à reitoria a antecipação da reunião prevista para o dia 3 de julho. O objetivo dos trabalhadores é apresentar à Universidade as contrapropostas aprovadas em assembleia sobre o tema da isonomia antes da implementação da primeira fase do plano, prevista para 1º de Julho. Como os trabalhadores discordam da metodologia da reitoria, que tem marcado uma reunião por mês, foi definido que serão formadas subcomissões de negociação que irão encaminhar pautas mais urgentes (como no caso das punições), a fim de dar maior celeridade ao andamento da campanha salarial.

Pauta Específica

Além disso, a categoria quer debater outras reivindicações específicas. Temas como a retomada do pagamento do adicional noturno na saúde, ampliação e melhorias na CECOM, fim das terceirizações e do processo de autarquização do Complexo Hospitalar, entre outros que estão sendo levantados nos locais de trabalho carecem de posicionamento da reitoria José Tadeu Jorge.

Para potencializar a mobilização pelo atendimento da pauta específica, terão continuidade as reuniões unidades. Na semana que vem será realizada nova assembleia para formalizar a pauta específica.

Manter a mobilização e a unidade com o Fórum das Seis

A assembleia também discutiu a importância de manter a mobilização pela reabertura das negociações em relação ao índice de reajuste imposto pelo Conselho de Reitores, que foi o menor dos últimos cinco anos (5,39%). Os trabalhadores mantêm a defesa de 11% de reajuste para recompor ao menos em parte as perdas históricas dos trabalhadores das três universidades estaduais paulistas. Além disso, a categoria quer que os pontos não econômicos da pauta unificada do Fórum das Seis também sejam discutidos, o que foi recusado pelo presidente do Cruesp e reitor da Unicamp já na primeira reunião de negociação entre os reitores e as entidades.

O STU voltará a pautar na reunião do Fórum das Seis marcada para o próximo dia 13 o reagendamento de um ato unificado na Unicamp para pressionar pela reabertura das negociações.

Atualizada em 13/06/2013 às 12h25

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Estadão noticia protestos na USP e Unicamp

O site do jornal O Estado de São Paulo noticiou ontem à tarde o ato dos trabalhadores terceirizados da USP e a paralisação dos funcionários da Unicamp. Confira a matéria:

Em protesto, funcionários da USP e terceirizados bloqueiam acesso à reitoria

Manifestação ocorre por atrasos salariais dos trabalhadores terceirizados; funcionários querem negociar reajuste maior da categoria. Na Unicamp, sindicato quer salário igual ao da USP

11 de junho de 2013 | 17h 27

Um grupo de funcionários técnico-administrativos, trabalhadores terceirizados e alguns estudantes bloquearam o acesso à reitoria da USP na tarde desta terça-feira (11). Os técnicos são contrários ao reajuste salarial de 5,39% concedidos para a categoria – eles exigem 11%, retroativo à maio deste ano. Já os trabalhadores responsáveis pelos serviços de limpeza e manutenção protestaram por atrasos salariais repassados pela empresa terceirizada.

Segundo Magno de Carvalho, diretor do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp), foi uma “coincidência” a manifestação em conjunto. O técnicos já haviam marcado a paralisação das atividades nesta terça, com concentração a partir das 10h30. O Sintusp pretendia com o protesto – iniciado às 12h30 e finalizado às 14h30 -, marcar uma reunião com o reitor João Grandino Rodas.

“Não iríamos bloquear o acesso dos 900 funcionários da reitoria. Mas nesse dia estadual de paralisação conseguimos reunir 1 mil funcinários. Somos a favor de um reajuste maior porque sabemos que a USP tem mais de R$ 3,4 bilhões em caixa “, diz Carvalho.

Entre as pautas de reinvidicação do sindicato ainda constam propostas de melhoria nas políticas de permanência dos alunos de baixa renda. “Elas são insuficientes. Existem muitos estudantes pobres que ainda não têm bolsas de estudos e moradia adequadas”, comenta Carvalho.

Atraso

Alguns trabalhadores terceirizados fecharam o acesso à reitoria no início da manhã até por volta das 18h. Eles alegam não terem recebido parte do salário do mês, afirma o  Sintusp. Outros, dizem que os valores dos benefícios complementares não estão sendo repassados pela empresa Higilimp, que cuida da limpeza do prédio.

Para esta quarta-feira (12), às 6h, os terceirizados prometem bloquear a reitoria novamente.

Outro lado

Em nota, a USP informa que “está reajustando o valor de benefícios concedidos aos servidores técnico-administrativos da universidade, como o auxílio-creche e o auxílio-educação especial, bem como dos auxílios de moradia oferecidos aos alunos”.

Segundo a instituição, os auxílios-moradia tiveram reajuste de 14,5%, passando de R$ 350 para R$ 400 mensais. Já o auxílio-creche e o auxílio-educação especial passará de R$ 517,70 para R$ 545,60, a partir deste mês.

A reportagem não conseguiu entrar em contato com a direção da empresa Higilimp.

Unicamp

A paralisação também atingiu os funcionários da Unicamp. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores (STU), cerca de 400 trabalhadores aderiram à manifestação. Ao contrário do que ocorreu na USP, um grupo de funcionários conseguiu se reunir com o reitor José Tadeu Jorge.

“A paralisação começou às 8h30 e durou o dia inteiro. Conseguimos nos reunir com o reitor para debater a elevação e equiparação dos salários dos trabalhadores da Unicamp com os salários da USP”, fala Antônio Alves – o Toninho – coordenador do STU.

Segundo ele, atualmente enquanto o valor do piso pago aos trabalhadores da USP são: R$ 1.768,29 (funcionários do modulo fundamental), R$ 3.212,36 (médio), R$ 6.040,48 (superior); na Unicamp, as quantias são menores: R$ 1.393,14 (fundamental), R$ 2.058,32 (médio), R$ 3.881,35 (superior)

O sindicato ainda é contra o desconto nos salários de cerca de 300 funcionários da instituição que participaram da greve em 2011.

Negociação

Consultada, a Unicamp informa que iniciou um processo de negociação visando à isonomia dos pisos salariais da instituição  com os valores da carreira de funcionários da USP. “A reitoria busca reestabelecer a igualdade entre os pisos dentro de um horizonte temporal de 2 anos”, diz em nota.

A proposta colocada na mesa de negociação da Unicamp prevê um reajuste de R$ 1.699,73 para funcionários da categoria fundamental, R$ 2.511,20 para os do segmento médio e R$ 4.735,32 para os profissionais da categoria superior.

As propostas apresentadas pela instituição serão debatidas nesta quarta-feira (12), ao meio dia, pelo sindicato durante assembleia dos funcionários.

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Persistência e luta dos trabalhadores garantem compromisso formal da Unicamp com a isonomia

Assembleia geral hoje ao meio-dia na sala CB-03. Participe!

Depois de quase dois anos de luta incessante, os trabalhadores da Unicamp receberam ontem, durante a segunda rodada de negociação da Campanha Salarial 2013, a primeira proposta formal de implementação da isonomia com a USP.

Segundo o plano apresentado pelo reitor José Tadeu Jorge, o processo de equiparação será dividido em duas fases. A primeira fase ocorrerá neste ano, em dois momentos distintos. No primeiro momento, previsto para o próximo dia 1º de julho, serão acrescentadas três referências a todos os pisos (básico, médio e superior). Os valores reajustados podem ser conferidos na tabela abaixo.

O segundo momento ocorrerá durante a avaliação de desempenho do segundo semestre, prevista para o mês de outubro, quando todos os trabalhadores terão garantida mais uma referência. Durante o processo avaliatório, 20% do quadro funcional poderá ganhar ainda uma segunda referência, a depender do resultado da avaliação. De acordo com Tadeu, esse método tem como objetivo provocar a diferenciação dos salários e evitar o achatamento dos pisos dos servidores mais antigos.

A segunda fase da implementação da isonomia deverá acontecer em 2014 e 2015. De acordo com a proposta da reitoria, a equiparação dos pisos básico e médio deve se efetivar na data-base do ano que vem, enquanto a equiparação do piso superior se dará num prazo de dois anos.

Indagado pelo STU, Tadeu a­firmou que o plano apresentado na reunião de ontem deve custar R$ 50 milhões aos cofres da Universidade em 2013.

Sobre os outros pontos discutidos com Tadeu:

Punições: A reitoria discutirá com as chefias de unidade onde houve corte de ponto uma nova proposta, a ser apresentada em nova reunião de negociação no dia 3/7;

Jornada de 30 horas na saúde: O reitor se limitou a informar que o GT criado pela reitoria começou a trabalhar;

Educação Infantil: O reitor informou que o Sistema Educativo tem uma nova direção, que apresentará em breve um plano de trabalho para o setor. Os outros pontos relativos a essa pauta Tadeu não quis discutir.

GR 32/2013: O reitor solicitou ao sindicato a criação de uma comissão especial para tratar do assunto em reunião a ser marcada para os próximos dias com a Che­fia de Gabinete da reitoria.

Extensão do auxílio alimentação aos aposentados: O STU protocolou junto à reitoria documentos com subsídios jurídicos que embasam a reivindicação.

Confira a tabela divulgada pela reitoria:

Primeira parcela da isonomia é prometida para 1º de julho. A segunda parcela virá na avaliação de desempenho, segundo o reitor. Conclusão do plano de restabelecimento da isonomia dos pisos salariais com USP apresentado por Tadeu está prevista para 2015.

Tabela Isonomia

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Boletim 035/2013

Baixe aqui o Boletim 035/2013, de 12 de junho de 2013.

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Boletim 034/2013

Baixe aqui o Boletim 034/2013, de 11 de junho de 2013.

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Amanhã tem ato-paralisação pela isonomia e avanço nas negociações!

Neste dia 11 (amanhã), por conta da segunda rodada de negociações da Campanha Salarial 2013, marcada para 10 horas, assembleia dos trabalhadores da Unicamp deliberou realizar um dia inteiro de paralisação. O objetivo é exigir que a Universidade apresente uma proposta concreta de implementação imediata da isonomia salarial com a USP e discutir os demais pontos emergenciais da pauta especí­fica (revogação das punições, 30 horas na saúde, extensão do auxílio alimentação para os aposentados e valorização do sistema de educação infantil).

A assembleia também deliberou cobrar do reitor o fato de ter publicado uma nova portaria sobre o estágio probatório que retira conquistas da última greve, descumprindo promessa de campanha.

Na reunião do dia 21/5, Tadeu Jorge alegou que a reitoria ainda não haviam “concluído os cálculos” e que apenas no dia 11 apresentaria uma proposta concreta sobre a isonomia.

No mesmo dia, o Fórum das Seis deliberou pela realização de atos e /ou paralisações em frente em todas as universidades estaduais para exigir do Cruesp a reabertura das negociações e a implementação da isonomia. Posteriormente, será agendada nova data para uma manifestação conjunta aqui na Unicamp.

O DCE organizará um ato junto com o STU, para criticar a implementação do PIMESP na Unicamp e a forma como o projeto do governo Alckmin/Cruesp está sendo encaminhado no CONSU, sem debate com a comunidade.

Divulgue a mobilização na sua unidade e participe! A participação de toda a categoria é fundamental para que as reivindicações sejam atendidas. Sem luta, não há conquista.

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STMC e governo Jonas encerram greve à revelia da categoria

O Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal de Campinas (STMC) decidiu encerrar a greve da categoria na justiça por meio de um acordo com o governo Jonas Donizette (PSB), sem consultar os trabalhadores.

O anúncio do acordo foi feito na última quarta-feira (5) durante uma assembleia geral no Paço Municipal, na qual a direção do sindicato se limitou a ler a ata da audiência emitida pelo judiciário.

Além de aceitar o reajuste salarial de 6,68% proposto pelo prefeito (a categoria reivindicava 16,77%), a direção do sindicato também concordou com o aumento do valor do vale-alimentação dos atuais R$ 528,00 para R$ 590,00 – enquanto a pauta de reivindicações exigia um salário mínimo(R$ 678). Para os aposentados, ficou de­finida a extensão do vale-alimentação no valor de R$ 80,00 a partir de maio.

Indignados com a postura do sindicato, os grevistas protestaram contra a decisão. De volta aos locais de trabalho, os servidores que fazem frente à atual gestão já estudam mecanismos para tentar reverter a situação.

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Após primeira negociação, greve na Unesp continua

Foto: Facebook “Greve Unesp Assis”

Depois de muita luta, aconteceu na última sexta-feira (7) a primeira negociação conjunta entre as entidades representativas da comunidade acadêmica (Sintunesp, Adunesp e Conselho de Entidades Estudantis Unesp/FATEC – CEEUF) e a reitoria da Unesp para discutir as reivindicações do movimento de greve.

Durante as sete horas de discussão, a reitoria se comprometeu, entre outras coisas, em iniciar o debate sobre a implementação da isonomia salarial com a USP num prazo de três anos e criar uma comissão permanente para encaminhar as reivindicações referentes à permanência estudantil, com possibilidade de remanejamento de recursos para o atendimento das reivindicações imediatas (ver relato completo no site do STU).

Logo após a reunião, representantes das entidades reuniram-se para uma avaliação preliminar e definição de indicativos. A discussão exaustiva dos pontos de pauta foi considerada um fator positivo, fruto da mobilização e da força da greve, visto que até então, não havia nenhuma abertura da reitoria para negociar as reivindicações do movimento.

A orientação das entidades às bases é de manutenção da greve e realização de assembleias, até 12/6, para avaliar os resultados da negociação e apontar os próximos passos da luta. Na quinta-feira, dia 13/6, os três segmentos voltam a se reunir (logo após a reunião do Fórum das Seis) para avaliar os resultados das assembleias de base e definir novos indicativos.

Audiência Pública na Alesp discute greve da Unesp nesta quarta (12)

Nesta quarta-feira (12) às 9h, no  auditório Paulo Kobayashi, nas dependências da Assembleia Legislativa do  Estado de São Paulo (Av. Pedro Álvares Cabral, 201 – Ibirapuera – São  Paulo/SP, CEP 04097-900) uma audiência pública convocada pela Comissão de Educação e Cultura da Alesp irá debater a greve geral da Unesp.

Confira o resumo da discussão de cada ponto de pauta (Fonte: Boletim conjunto Sintunesp, Adunesp e Conselho de Entidades Estudantis Unesp/FATEC – CEEUF)

Permanência estudantil: Foi definida a criação de uma comissão permanente e paritária para estabelecer diretrizes e estratégias de padronização para a permanência estudantil (moradia, RU, bolsas etc).

No 11/6, uma comissão de 10 estudantes vai se reunir com a pró-reitora de Extensão Universitária para debater pontos emergenciais. “Há a possibilidade de fazermos remanejamento de recursos do PDI para atender reivindicações imediatas”, afirmou a professora Mariângela.

Também ficou definida uma reunião (ainda sem data) com a Assessoria Jurídica da Unesp para tratar do registro e regularização do DCE, bem como das sindicâncias contra estudantes.

Pimesp: Os representantes das três entidades reafirmaram posição contrária ao Programa de Inclusão com Mérito no Ensino Superior Público Paulista (Pimesp), por considerá-lo excludente e absolutamente insuficiente. Os estudantes informaram que estão discutindo o assunto no âmbito do CEEUF e que apresentarão uma proposta alternativa ao Pimesp.

O reitor afirmou que o Conselho Universitário (CO) aprovou apenas que a Unesp fará a inclusão. “Como isso será feito ainda é uma questão em aberto”, disse. Segundo ele, há a disposição em prosseguir com as discussões sobre o assunto.

Paridade entre os três segmentos nos órgãos colegiados da Universidade: O reitor concordou em retirar da pauta da próxima reunião do CO, em 27/6, o tema da paridade. A reitoria indicará às unidades que façam ciclos de debates e que discutam o assunto no âmbito local, inclusive nas congregações. Somente depois disso a questão voltará ao CO.

Reajuste salarial de 11% para servidores técnico-administrativos e docentes: Durigan reafirmou que o reajuste de 5,39% é o limite a que o Cruesp dispõe-se a chegar. No entanto, caso a arrecadação do ICMS seja positiva, há a possibilidade de nova negociação em setembro ou outubro. Neste caso, o compromisso do reitor da Unesp é defender junto aos outros reitores a concessão de um índice adicional no segundo semestre, que poderia chegar a 2%.

O reitor explicou que o orçamento da Unesp para 2013 (o que pode ser efetivamente gasto) é de R$ 200 milhões, mas que a reserva orçamentária (o que existe de fato) é de R$ 480 milhões. Para aumentar a margem de gasto, é preciso alterar a previsão orçamentária.

Isonomia de pisos e benefícios: Em relação à reivindicação de isonomia dos pisos dos servidores com os da USP, o reitor concordou em abrir a discussão. Serão feitas reuniões periódicas entre Sintunesp e reitoria para levantar os custos que a Universidade teria com a equiparação integral. Feito o levantamento, o reitor prometeu “empenho” para que a equiparação seja aplicada em três anos (2014/2016). Na primeira semana de julho, Sintunesp e reitoria terão uma negociação específica, onde será iniciada a discussão sobre a equiparação e tratados os demais pontos da pauta específica do segmento, inclusive a isonomia de benefícios.

Também acontecerá no início de julho uma negociação específica entre Adunesp e reitoria, para tratar da isonomia de salários e benefícios, SPPrev e avaliação docente.

Não à repressão aos movimentos sociais: Este item ficou contemplado no primeiro ponto. As sindicâncias contra estudantes serão discutidas entre a comissão estudantil e a AJ da Universidade.

 

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Boletim do Fórum das Seis – 06 de junho de 2013

Baixe aqui o Boletim do Fórum das Seis – 06 de junho de 2013.

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Boletim 033/2013

Baixe aqui o Boletim 033/2013, de 10 de junho de 2013.

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Plenária hoje às 12h30 discute mobilização na Área da Saúde

O STU realiza hoje a partir das 12h30, no an­ teatro do HC, a plenária da área da saúde para os trabalhadores do período diurno. Tendo em vista as demandas especí­ficas dos funcionários do Complexo Hospitalar, o sindicato pretende construir uma pauta de reivindicações da área da saúde a ser discutida com a reitoria. Na ocasião, também será de­finido um calendário para estabelecer uma dinâmica de negociações regular sobre essa pauta. Por ­ m, o sindicato registrará os interessados em acompanhar e discutir o processo de implementação da jornada de 30 horas. Participe! Sua presença é fundamental para que a categoria conquiste melhores condições de trabalho.

O STU realiza hoje a partir das 12h30, no an­ teatro do HC, a plenária da área da saúde para os trabalhadores do período diurno. Tendo em vista as demandas especí­ficas dos funcionários do Complexo Hospitalar, o sindicato pretende construir uma pauta de reivindicações da área da saúde a ser discutida com a reitoria. Na ocasião, também será de­ nido um calendário para estabelecer uma dinâmica de negociações regular sobre essa pauta. Por ­ m, o sindicato registrará os interessados em acompanhar e discutir o processo de implementação da jornada de 30 horas. Participe! Sua presença é fundamental para que a categoria conquiste melhores condições de trabalho.

– Implantação imediata da jornada de 30h;

– Adicional noturno habitual de 30% calculado sobre o total de vencimentos;

– Acompanhamento do STU (publicização) sobre as decisões de dimensionamento de quadro;

– Subsede do STU na área hospitalar;

– Obrigatoriedade do consenso (por escrito) do funcionário para mudança de horário/local de trabalho;

– Participação dos contratados pela FUNCAMP na consulta a superintendente;

– Eleições diretas para equipe da Diretoria de Enfermagem – DENF (HC e CAISM);

– Constituição de uma comissão de acompanhamento das denúncias e casos de assédio moral;

– Liberação do acesso às redes sociais nas dependências do HC;

– Garantia do fornecimento e higienização dos uniformes e EPI’s;

– Liberação do acesso à internet aos funcionários do noturno do CAISM;

– Implantação de mecanismo eletrônico para composição das escalas de trabalho;

– Abertura da farmácia do P.S por 24h.

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Nota do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher sobre a aprovação do Estatuto do Nascituro

Diante da aprovação do Estatuto do Nascituro na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara Federal na última quarta-feira (5), o STU divulga aqui a nota do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher sobre o tema:

Nota do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher sobre a aprovação do Estatuto do Nascituro

O Conselho Nacional dos Direitos da Mulher manifestou a parlamentares da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara Federal, na manhã de quarta-feira (05/06), seu posicionamento pela rejeição da proposta do Estatuto do Nascituro (PL 478/2007).

O Estatuto do Nascituro viola os direitos das mulheres e descumpre preceitos constitucionais de previsão e indicação de fonte orçamentária, objeto de discussão naquela Comissão.

É lamentável que as mulheres sejam, mais uma vez, vítimas da legitimação da violência perpetrada contra elas. O projeto dificulta o acesso das mulheres aos serviços de aborto previsto em lei, nos casos de risco de vida à gestante, estupro e gravidez de feto anencéfalo.

Por considerar o referido projeto um retrocesso em relação aos direitos humanos das mulheres brasileiras, conquistados na trajetória de construção de uma sociedade de igualdade e justiça social, o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher continuará seu trabalho de informação e de esclarecimento junto a parlamentares e à sociedade.

Brasília, 5 de junho de 2013.

Pleno do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher

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Entidades lançam abaixo-assinado em defesa do SUS

Em abril deste ano vieram à tona notícias sobre planos do governo federal de dar incentivos com recursos públicos às seguradoras e operadoras de planos de saúde, notórias, entre outras coisas, pelos problemas causados aos consumidores.

Há 12 anos o setor das operadoras de saúde é o mais reclamado do ranking do atendimento no Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor). Os planos de saúde, aliás, acabam fazendo com que muitos de seus pacientes particulares tenham que recorrer ao SUS, pois se recusam a atender e cobrir despesas maiores.

Em abril o Idec organizou um ato público e dele resultou um MANIFESTO, junto com outras entidades, em defesa do SUS e pela extinção de subsídios públicos para planos e seguros de saúde.

O manifesto inclui 8 demandas das entidades, defendendo que o SUS seja adequadamente financiado com a destinação de pelo menos 10% das receitas correntes da União, fortalecido e mantido como política de saúde oficial do Estado brasileiro, como manda a Constituição Federal.

Para conhecer o manifesto, clique aqui.

Para assinar o manifesto, clique aqui.

Esta é uma campanha de:

1.     Associação Brasileira de Saúde Coletiva – ABRASCO

2.     Associação de Trabalhadores Sem Terra do Assentamento Cipó Cortado – Se. La Roque (MA)

3.     Associação dos Servidores e demais Trabalhadores da Agência Nacional de Saúde Suplementar – ASSETANS

4.     Associação para Pesquisa e Promoção da Saúde e dos Direitos da Mulher – Gesto & Ação

5.     Associação Paulista de Saúde Pública – APSP

6.     Central Única dos Trabalhadores – CUT

7.     Centro Brasileiro de Estudos da Saúde – CEBES

8.     Centro de Promoção da Cidadania e Defesa dos Direitos Humanos Pe. Josimo – Imperatriz (MA)

9.     Coletivo de Mulheres Ana Montenegro

10.   Confederação Nacional dos Trabalhadores da Agricultura – CONTAG

11.   Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social – CNTSS

12.   Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo – CREMESP

13.   Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP

14.   Federação das Associações de Moradores e Movimentos Sociais do Espírito Santo – FAMOPES

15.   Fórum de Mulheres de Imperatriz – MA

16.   Fórum Nacional de Pós-graduandos em Saúde – FNPGS

17.   Fórum ONGs / AIDS São Paulo

18.   Instituto Ágora-Estudos e Projetos em Qualidade de Vida

19.   Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor – IDEC

20.   Instituto de Arte, Cultura e Educação Popular Maurício Fernandes de São Gonçalo do Amarante – IACEMF

21.   Rede de Mulheres pelo Controle Social das Políticas Públicas (BA)

22.   Sindicato dos Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais do RJ – SINFITO

23.   Sindicato dos Médicos de Campinas e Região

24.   Sindicato dos Médicos de São Paulo – SIMESP

25.   Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Natal/RN – SINSENAT

26.   Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde no Estado de São Paulo – SINDISAÚDE-SP

27.   Sindicato Nacional dos Auditores do SUS – AUDSUS –

28.   Sociedade Brasileira de Bioética – SBB

29.   Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade

30.   Sociedade Brasileira de Vigilância de Medicamentos – SOBRAVIME

31.   União Brasileira de Mulheres – UBM

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Vitória: DGRH anuncia que trabalhadores poderão optar pelo holerite impresso

Conforme publicado no último boletim do STU (32/2013), a Diretoria Geral de Recursos Humanos (DGRH) passará a disponibilizar aos servidores interessados a opção pelo recebimento dos holerites impressos. De acordo com o Ofício Circular Nº 15/2013 publicado ontem no site do órgão, “os servidores que queiram receber esses documentos impressos diretamente da DGRH deverão dirigir-se ao RH de sua Unidade/Órgão e solicitar o cadastramento de sua opção no Sistema de Gestão de Pessoas”. Ainda de acordo com a circular, os servidores cadastrados até o dia 14/06/2013 já receberão impresso o demonstrativo referente ao mês de maio.

O tema foi abordado pelo STU durante o expediente do último Consu em resposta à pressão de muitos funcionários, que se sentiram constrangidos em ter que solicitar que as chefias ou o RH das unidades acessem a sua conta no “Vida Funcional Online”.

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Plantões do Jurídico do STU em Limeira e Piracicaba (Junho)

O departamento Jurídico do STU já tem marcados os próximos plantões nos campi de Piracicaba e Limeira.  Para mais informações basta ligar para o ramal 17412 e falar com Zé Prettu ou Thaís. Também é possível agendar o atendimento pelo e-mail [email protected]

Dia 18/6 (terça-feira)

Manhã (Piracicaba)

09h no Colégio/Centro

10:30h na FOP

Tarde (Limeira)

14h – Planta Fisica

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Doação de Sangue

A paciente Silvana Nunes Prudêncio está precisando de doadores de sangue O+ urgente. Ela se encontra internada na Enfermagem Cardio do HC quarto 545 A.

Contato: Enfermeira Rosângela pelo ramal 17274. Quem quiser também pode ir direto ao Hemocentro da Unicamp.

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STU organiza paralisação no dia 11/06

Segue a preparação do ato-paralisação marcado para 11/06 na Unicamp, durante a segunda rodada de negociação da Campanha Salarial. O STU convoca a categoria a paralisar as atividades durante todo o dia para pressionar a reitoria a apresentar uma proposta concreta de implementação da isonomia e atendimento das outras reivindicações.

As entidades do Fórum das Seis devem participar do ato unificado para exigir a reabertura imediata de negociações sobre o índice de reajuste (que o presidente do Cruesp, José Tadeu Jorge, jogou para setembro) e início do debate sobre os itens não econômicos da pauta unificada, que o Cruesp se recusou a discutir.

Mobilização

O STU intensificou as discussões nos locais de trabalho. Semana passada aconteceram reuniões no período noturno no HC e nesta semana haverá visitas e reuniões nos locais de trabalho diurno do Complexo Hospitalar, como parte da construção da plenária de trabalhadores da área de saúde em turno diurno, indicada para 10/06. Também ocorrem reuniões em várias unidades. Ontem, o Comando de Mobilização formado por trabalhadores de diversas unidades definiu uma série de ações. Entre as principais:

Atividade de produção de cartazes e faixas convocando o ato (5ª e 6ª desta semana, ao meio-dia, no STU); Realizar um debate sobre o PIMESP em conjunto com o DCE e a Adunicamp, na manhã do dia 11, e outro sobre isonomia (com a participação das entidades do Fórum das Seis), à tarde.

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Unesp em greve geral: Comunidade acadêmica cruza os braços em diversos campi

Alunos, funcionários e docentes da Unesp deram início ontem (3) a uma greve geral. Entre os servidores a paralisação já chegou a 10 campi. Os estudantes aderiram ao movimento em 8 unidades e os docentes cruzaram os braços em Marília, no IA/São Paulo e têm paralisações definidas em Assis e São José do Rio Preto.

A greve geral foi discutida em assembleias específicas de cada segmento. No último dia 29, representantes do Sintunesp, Adunesp e Conselho de Entidades Estudantis Unesp/FATEC se reuniram no campus de Marília, onde os estudantes estão em greve há mais de um mês, e o movimento foi confirmado.

Durante a última reunião com o Cruesp, em 24/05, servidores e professores já tinham realizado paralisação em diversos campi. Devido à falta de avanços nas negociações, que é parte da política do governo Alckmin para o setor público sendo implementada pelos reitores, a comunidade da Unesp avaliou que era hora de parar.

A pauta de reivindicações das três categorias inclui a elaboração de um plano de permanência estudantil, paridade entre os três segmentos nos órgãos colegiados da Universidade, reajuste salarial de 11% para servidores técnico-administrativos e docentes, isonomia de pisos e benefícios nas três universidades estaduais paulistas, rejeição do Pimesp (Plano de Inclusão com Mérito no Ensino Superior Paulista) e a não criminalização dos movimentos sociais.

As entidades encaminharam ofício ao reitor da Unesp, Julio Cezar Durigan, solicitando audiência para negociar a pauta de reivindicações. No próximo dia 6 (quinta-feira), haverá um dia especial de atividades da greve nos campi e, no dia 11, representantes dos campi em greve participarão do ato convocado pelo Fórum das Seis na Unicamp.