Para ampliarmos nossas conquistas, temos que pressionar o reitor

Mesmo com o reajuste de 10,51% depositado nesta semana e o vale refeição conquistado e prestes a sair, a nossa data-base ainda está aberta. E a culpa é do Tom Zé, que sequer deu sinal de abrir negociação com o STU.

Sendo assim, nossa única alternativa é seguir reivindicando a isonomia com a USP, pois nossa última assembleia decidiu manter a mobilização pela Pauta Específica cobrando do reitor negociação imediata.

Isso significa lutar por auxílio saúde de R$ 165 a R$ 900 para titulares e dependentes (ativos/as e aposentados/as), elevação do piso médio para R$ 4.923,45 e superior para R$ 9.257,99, diminuição do desconto no vale refeição para R$ 1 e extensão deste benefício para os/as aposentados/as.

Sem contar a urgência no pagamento do abono salarial, referentes a abril e maio, no valor de R$ 5 mil para servidores/as (ativos/as e aposentados/as).

Não invalidamos a conquista do reajuste e do vale refeição, mas é um absurdo constatar que a Unicamp possui uma montanha de dinheiro em caixa, resultado do arrocho salarial imposto a nós por mais de uma década e o reitor continua inerte, guardando essa verba que é fruto do nosso trabalho duro.

Condições de trabalho só pioram

No último Consu (Conselho Universitário), o pró-reitor Fernando Sarti, responsável pela PRDU, indicou que a reposição de docentes segue a todo vapor. Enquanto isso, nem sinal de repor as vagas de funcionários/as técnicos/as.

A única coisa que sabemos é que existe um projeto, mas não temos ideia de quais unidades serão beneficiadas e nem quantas vagas serão repostas.

Tudo que diz respeito às nossas demandas é tratado com descaso porque para a reitoria somos apenas números, ou melhor, custos numa tabela.

A incapacidade de valorizar os/as funcionários/as e também recompor um quadro já deficitário há anos compromete diretamente o tripé fundamental de ensino, pesquisa e extensão.

E essa valorização só virá com muita pressão em cima do reitor. Por isso, a nossa assembleia, de 13/06, às 12h, no STU, vai tratar da mobilização pela pauta interna.

Chega de esperar a boa vontade do Tom Zé em atender nossas demandas legítimas por melhores condições de trabalho e remuneração justa. Vamos pra cima dele!

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