Categoria UNICAMP

porStéphane Powaczuk

STU cobra, mais uma vez, que a Unicamp retome o trabalho remoto

Hoje (21), o STU enviou um novo ofício à reitoria da Unicamp solicitando, novamente, uma reunião para discutir a suspensão das atividades presenciais, devido ao grande aumento de casos de COVID-19 e influenza H3N2 e, também, as condições de trabalho dos servidores da Área da Saúde da Universidade.

Na última quarta-feira (19), a diretoria do STU tratou dos caos do CECOM e do HC, que não estão conseguindo realizar os atendimentos de funcionários/as que procuram as unidades por conta de uma possível contaminação de COVID-19, e/ou com sintomas gripais.

Hoje (21), realizamos uma live pelo YouTube, com a diretora do STU e enfermeira do Caism, Margarida Barbosa, e a representante da CIPA da Unicamp, Giovanna Romaro, justamente para falar sobre o descaso que está ocorrendo na Universidade com o surto descontrolado de COVID-19. Confira a live aqui.

A diretoria do STU está extremamente preocupada com o caos que tem assombrado as unidades de Saúde da Unicamp devido à nova onda de contaminação e não tem medido esforços para preservar a saúde dos/as funcionários/as.

Acompanhe nossos canais de comunicação para saber de todas as ações do Sindicato.

            Confira o ofício enviado para reitoria aqui.

porStéphane Powaczuk

STU realiza live sexta, 21, para debater surto descontrolado de COVID-19 na Unicamp

Descaso ou negacionismo: Reitoria da Unicamp ignora necessidade de isolamento social diante da variante Ômicron.

Nesta sexta-feira, 21 de janeiro, o STU vai realizar uma live, às 12h30min com a Enfermeira Margarida Barbosa, também diretora do STU, e com a técnico-administrativa em educação, Giovanna Romaro, também eleita representante na CIPA da Unicamp para debater sobre o surto descontrolado de COVID-19 na Unicamp e a importância do isolamento social diante da variante Ômicron.
Anote na sua agenda e participe online conosco, aproveite para interagir através de perguntas nos comentários e lembre-se de compartilhar a live no seu facebook para que mais pessoas sejam alcançadas e fortaleçam a nossa luta pela vida dos trabalhadores e trabalhadoras.

O que? Live do STU sobre o surto descontrolado de COVID-19 na Unicamp

Quando? Dia 21/01/22

Onde? Pelo Facebook do STU: facebook.com/stu.unicamp

Que horas? Às 12h30min

porStéphane Powaczuk

STU reivindica retomada do trabalho remoto

Com surto descontrolado, nova onda atinge 100% da ocupação da UTI e HC e CECOM não dão conta de realizar todos atendimentos de Covid-19.

A diretoria do STU, na tarde de 12 de janeiro, debateu o aumento de casos de COVID-19 e a preocupação com a disseminação da variante Ômicron.

Devido ao grande número de funcionários(as) do Hospital de Clínicas afastados, e muitos trabalhadores estarem positivando com relação ao vírus, a Coordenação Geral do Sindicato decidiu enviar um oficio à reitoria da Unicamp para solicitar o retorno ao trabalho remoto para preservar a vida dos trabalhadores.

Neste ofício também foi solicitada uma reunião com a reitoria. É importante ressaltar que continuemos com os cuidados necessários usando máscaras e álcool em gel e evitando espaços com aglomerações.

Fique de olho em nossos canais de comunicação para saber de todas as ações do Sindicato.

Confira aqui o ofício enviado à reitoria.

porFernanda de Freitas

ASSEMBLEIA ELEITORAL

Regime Eleitoral e Escolha da Comissão Eleitoral

Dia 21 de dezembro de 2021, terça-feira às 10h

A Assembleia será online por meio aplicativo Zoom Meeting.
O link para participar é esse abaixo:

https://www.sonlive.com.br/assembleiasvirtuais/agostu/

#eleiçõessindicais #NovaDiretoria

porFernanda de Freitas

EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ESCOLHA COMISSÃO ELEITORAL E REGIMENTO DA ELEIÇÃO

Em edital publicado em 14/12 no jornal Folha de S. Paulo (Caderno– B3), o STU convoca todos os seus associados para a  deliberação  Regimento Eleitoral e Escolha da Comissão Eleitoral, que coordenará a Eleição para Diretoria do Sindicato . A eleição foi convocada para os dias 15,16, e 17 de março de 2022, conforme edital divulgado em 29 de novembro de 2021, no Jornal Folha de São Paulo.

Quando? 21 de dezembro de 2021, terça-feira,

 Horas? às 10h em primeira convocação, havendo quórum, ou às 10h30,

Onde?  de vídeo conferencia no aplicativo Zoom Meeting (link abaixo)

Pré-requisito:  A instalação e cadastro gratuito no aplicativo Zoom conforme orientação no link acima.

#eleiçõessindicais #NovaDiretoria

porFernanda de Freitas

Consciência Negra | Lives debatem o impacto da pandemia nas mulheres negras e o embranquecimento dos funcionários da Unicamp


Nos dias 24 e 25 de novembro, ADunicamp, em parceria com o STU, promove os debates com com transmissão on line pelas redes do STU

24 de novembro às 10h

AS MULHERES NEGRAS:  IMPACTOS DA PANDEMIA E RETROCESSOS DA ERA BOLSONARO

• Mediação:

MARGARIDA BARBOSA

Diretora do STU

• Participação:

MAGALI MENDES

Militante do movimento negro, Promotora Popular e ex-diretora do STU

PAOLLA MIGUEL

Militante negra e vereadora em Campinas pelo Partido dos Trabalhadores

ALESSANDRA RIBEIRO

Doutora em Políticas Públicas e da direção do PCdoB

25 de novembro às 10h

A UNICAMP VEM EMBRANQUECENDO OS FUNCIONÁRIOS. PODE ISSO? REFLEXO DA POLÍTICA DE COTAS APROVADAS NO CONSU

• Mediação

 MARLI RODRIGUES ARMELIN

 Diretora do STU

•Participação:

JOÃO RAIMUNDO (KIKO)

Dir. do STU e membro do GT de cotas

APARECIDA DO CARMO  CANDIDO (FCM)

Assistente social – FEM e membro do GT Cotas

JACQUELINE DAMAZIO

Gestora do Centro de Referência em Direitos Humanos na Prevenção e Combate ao Racismo e Discriminação Religiosa

LUCIMARA DA SILVA DA CRUZ ( LUMUSI MUNZANZU)

 Sindicato dos Trabalhadores da UFBA e Secretaria Racial da CTB


Os debates serão transmitidos no Facebook e, também, no canal da ADunicamp no YouTube: youtube.com/adunicamp. O STU irá retransmitir em seu Facebook esse evento.

Participe!

porFernanda de Freitas

STU SE REÚNE COM CECOM PARA DISCUTIR A PAUTA DE VACINAÇÃO

No dia 15/10,  o STU participou de uma reunião com a direção do CECOM para discutir a pauta das vacinas, a partir das demandas levantadas por diretoras do sindicato da área de saúde. O diretor Kiko esteve na reunião representando  o STU , e  pelo CECOM  (Centro de Saúde da Comunidade) estiveram presentes a coordenadora Rose e o coordenador adjunto Rogério.

Na reunião foram pontuadas as seguintes questões:

Responsabilidade  sobre a vacinação

Cabe às Secretarias de Saúde Municipal e Estadual. No caso da 3º dose, assim como ocorreu no início da vacinação em que os hospitais ficaram responsáveis por vacinar suas equipes, esse procedimento foi mantido para a dose de reforço.  A Secretaria de Saúde repassou 4 mil doses da vacina para Unicamp. A Unicamp optou por usar o sistema de agendamento da Secretaria Municipal de Saúde  para permitir organizar melhor o processo de vacinação e dar liberdade de escolha dos dias e horários mais convenientes para o funcionário. Por isso a inscrição e o agendamento é o mesmo da Secretaria Municipal de Saúde.

Quem pode e deve tomar a 3ª dose

Trabalhadores da saúde que  receberam a última dose (2ª dose)  da vacinação inicial  há  mais de seis meses.  Nesta primeira fase destina-se aos trabalhadores que tomaram a segunda dose nos meses de janeiro/fevereiro/março. O calendário dos que tomaram a 2º dose em abril será aberto em breve. Apesar do CECOM estar realizando a vacinação da 3ª dose, o trabalhador da saúde também pode tomá-la na unidade de saúde de sua cidade, mediante a devida comprovação.

Sobre o horário da vacinação – das 8h30 às 14h30

Com o objetivo de permitir uma melhor distribuição e organização do processo de operacionalização da vacina, a campanha está ocorrendo no espaço da Legolândia / FCM.

A partir das 8h30

 De acordo com o CECOM a sistematização na logística de preparação, transporte e segurança, dificulta a antecipação desse horário.

 Até às 14h30

O limite é decorrente  da abertura do lote de vacinas  e a necessidade de tempo –  se houver sobras de doses –  em repassá-las  aos postos de saúde para serem utilizadas no mesmo dia. Uma vez aberto o lote, ele não pode ser armazenado de um dia para o outro. Com base nessa estrutura, o CECOM não conseguiu adequar um horário mais abrangente para atender os trabalhadores do período noturno.

Sobre as 1ª e 2ª doses

O  processo de vacinação fora esse da 3ª dose é conduzido pela Secretaria de Saúde, utilizando os critérios públicos de inscrições. Nesse caso, todos com mais de 18 anos, que ainda não tomaram devem agendar no sistema da Secretaria de Saúde.

Compromissos que o CECOM assumiu para o STU

– Elaborar uma planilha com os dados comparativos entre o percentual de vacinados e  como o horário influiu no processo do esquema vacinal de reforço. E a partir dos dados levantados,   discutir alternativas com o sindicato  que facilite a vacinação da 3º dose dos trabalhadores do período noturno.

– Organizar uma nota informativa às unidades de saúde dando mais esclarecimentos sobre o processo de vacinação.

porFernanda de Freitas

Retorno ao trabalho presencial com segurança

 Na última quarta-feira (20/10) aconteceu uma reunião entre o STU e representantes com a Reitoria para dar continuidade no debate da  pauta sobre  a política sanitária do retorno. A reunião é a  continuidade do encontro realizado em 13 de setembro. O STU   destaca a importância da continuidade das medidas necessárias para proteção dos funcionários.

Diversos pontos que tratam  de garantias à saúde e na segurança dos/as trabalhadores/as

Os fretados

A reitoria se comprometeu a fazer uma discussão específica  com o STU e a prefeitura do campus para discutir as questões específicas do fretado no que diz respeito a ventilação e distanciamento. 

Ambientes interno

 Foi anunciado  um conjunto de providências para garantir a filtragem do ar nos aparelhos de ar condicionados, mas  estas dependem de contratações.

Avaliação sanitária das Unidades

Alegou que delegou aos comitês locais  um balanço das dificuldades sanitárias nas unidades e que fará uma cobrança com agenda para que se tenha um balanço da situação. As unidades devem recorrer se necessário as análises técnicas arquitetônicas e da segurança do trabalho.

Máscaras

A Unicamp reafirma política centralizada de distribuição das máscaras e mantém como prioridade a distribuição de máscaras tipo cirúrgica e as Pff2 só para situações específicas. 

Os representantes reafirmaram a preocupação com política do retorno, sem que as condições sanitárias sejam asseguradas e que a reitoria deveria ampliar o debate com as entidades, uma vez que  existe a tendência no agravamento dos problemas  na medida da ampliação do retorno e aumento da população que frequenta o ambiente universitário.

porFernanda de Freitas

Sob denúncia de troca de votos por emendas, Alesp aprova PLC 26 em noite de ataques aos serviços públicos e ao funcionalismo

Após duas semanas de mobilização do funcionalismo estadual paulista, que conseguiu brecar a aprovação do projeto de lei complementar (PLC) 26/2021 na Assembleia Legislativa, a base governista deu o bote final na noite de 19/10. Sob denúncias de distribuição de emendas em troca de votos, a Alesp aprovou, por 50 a 29, a minirreforma administrativa desejada pelo governador João Doria. 

As entidades que compõem o Fórum das Seis participaram ativamente das mobilizações presenciais e virtuais contra o projeto desde que foi protocolado, em 5/8, em regime de urgência. Elas atuaram organizadas na Frente Paulista em Defesa do Serviço Público, que reúne cerca de 80 sindicatos e movimentos representativos do funcionalismo.

O PLC 26 confisca uma série de direitos e dificulta bastante o usufruto de outros. Disciplina e amplia as contratações temporárias, retira a correção anual do adicional de insalubridade pelo IPC e o extingue durante o gozo de licença-prêmio, restringe e dificulta o acesso ao abono de permanência, entre outros, como mostra intertítulo abaixo.

Parlamentares de joelhos

                O deputado Campos Machado (Avante), opositor ao projeto, acusou os/as parlamentares que somaram fileiras com os ataques de Doria. “Arrastaram-se de joelhos sob os pés do governador para pedir emendas voltadas a seus redutos eleitorais em troca de apoio ao PLC 26”, disse na tribuna.

                “O funcionalismo deve denunciar os deputados traidores do povo, que votaram sim ao perverso projeto de Doria, que prejudica e ataca os direitos dos servidores públicos do estado”, conclamou o deputado Carlos Giannazi (PSOL).

                Márcia Lia e Emídio de Souza, do PT, ressaltaram o grande prejuízo à população com a ampliação das contratações temporárias e apontaram a hipocrisia de deputados/as que fazem homenagens públicas a médicos/as, enfermeiros/as, professores/as enquanto os atacam na Alesp.  

                Já o deputado Caio França (PSB) criticou a criação do programa de Bonificação por Resultados para os setores onde ainda não existe (Nota da redação: esta medida não se aplica às universidades). “Apresentam a medida como se fosse positiva, mas na verdade é um retrocesso, pois o bônus não resolve a defasagem salarial e, além disso, será dado a critério dos secretários de estado, o que poderá ferir princípios basilares da administração pública, como o da impessoalidade.”. 

Os principais prejuízos aprovados

Com a aprovação do PLC 26/2021, alguns direitos do funcionalismo são confiscados e outros passam a vigorar sob critérios rígidos. Estas são as principais mudanças:

– O PLC 26 estende a Bonificação de Resultados, baseada em produtividade, a vários setores do serviço público paulista (as universidades estaduais ficam de fora, devido à autonomia administrativa e de gestão);

– Disciplina a contratação de temporários;

– Extingue as faltas abonadas;

– Acaba com a correção anual pelo IPC do adicional de insalubridade;

– Acaba com o pagamento de insalubridade nas licenças-prêmio;

– Revoga o pagamento das licenças-prêmio na aposentadoria e falecimento;

– Estabelece novos critérios (mais rígidos) e menores valores para a concessão do abono permanência, que valerá pelo período de 12 meses, podendo ser revisto.

Veja quem são os 50 fantoches de Doria

via Fórum das Seis

porFernanda de Freitas

Por unanimidade Consu revoga título Honoris Causa do Cel. Jarbas Passarinho

Em reunião histórica, o CONSU revogou o título Doutor Honoris Causa concedido ao coronel Jarbas Passarinho. O título foi concedido em 1973, sob a mão repressora da ditadura militar e teve sua revogação pautada pela ADunicamp, após longo trabalho do Grupo de Trabalho “Unicamp pela Democracia”

Na 173ª reunião ordinária do Conselho Universitário da Unicamp (CONSU), realizada dia 28/9, por unanimidade, foi revogado o título de Doutor Honoris Causa concedido em 30 de novembro de 1973 ao Coronel Jarbas Gonçalves Passarinho. Trata-se de uma decisão histórica, que anulou o título honorífico outorgado no auge da ditadura a um conspirador e signatário do Ato Inconstitucional Nº5 (AI5).

“Esse é o momento de a gente reparar essa história. Ao revogar este título estaremos fazendo a reparação histórica daquela decisão, deixando clara que ela foi tomada, então em 1973, em função do contexto (ditadura), não tendo nenhuma relação com os méritos necessários previstos em nosso estatuto. E ao fazer isso, essa reparação histórica, representa que estaremos abraçando a nossa história, de uma universidade comprometida até a raiz com a democracia”, disse o Reitor da Unicamp, Prof. Tom Zé, em sua fala que antecedeu a votação, que foi realizada de maneira nominal e pública (o vídeo poder ser conferido neste link).

O GT Unicamp pela Democracia

A presidente da ADunicamp, professora Silvia Gatti (IB/Unicamp), foi a primeira a fazer uso da palavra, uma vez que foi por meio da instituição que o debate voltou ao cenário universitário depois de 2014, quando, no CONSU, a proposta não obteve o número mínimo necessário de votos para a revogação do título. A professora Gatti relembrou os trabalhos dos últimos meses e destacou a importância da criação do Grupo de Trabalho (GT) “Unicamp pela Democracia”, motivada por uma carta dirigida à diretoria da ADunicamp e subscrita por mais de 400 docentes e pesquisadores/as da Unicamp.

De acordo com a professora, a Diretoria da entidade aceitou de imediato o desafio e considerou que, “diante da relevância proposição, essa deveria ser uma missão das entidades representativas das categorias da Unicamp”. A partir daí, o GT foi construído cuidadosamente por docentes, pesquisadores/as, estudantes e funcionários/as da Unicamp nas representações das entidades ADunicamp, APG, DCE e STU.

“O GT estudou estratégias e buscou documentos que pudessem ser analisados e que fizessem parte da história da nossa universidade na defesa da democracia, para mostrar aos nossos alunos e outros membros da comunidade, que não vivenciaram o período da ditadura brasileira. O GT buscou fatos e dados históricos que devem ser sempre lembrados para que não sejam repetidos”, disse a presidente da ADunicamp. O trabalho do GT deu origem a um extenso dossiê, encaminhado ao CONSU, e que pode ser acessado neste link.

A Motivação

O professor Caio Navarro de Toledo (IFCH/Unicamp), docente aposentado e membro da Comissão da Verdade e Memória “Octávio Ianni”, falou em nome do GT e destacou o significado e tradução da honraria: “por causa de honra”.

Caio lembrou do artigo 158 do Estatuto da Unicamp, que estabelece que o título de Doutor Honoris Causa será conferido a “pessoas que tenham contribuído, de maneira notável, para o progresso das ciências, das letras ou das artes”, ou ainda “aos que tenham beneficiado, de forma excepcional, a humanidade ou tenham prestado relevantes serviços à Universidade”. Com base na bibliografia histórico-política do repressor Jarbas Passarinho, ficou claro que a revogação do título é uma reparação histórica às pessoas e famílias que sofreram durante os anos de chumbo e crimes cometidos pela ditadura.

“São várias as razões que nos levaram a assumir este compromisso diante de toda a comunidade acadêmica da Unicamp e, também, diante de toda a sociedade brasileira. Bastaria lembrar que o Coronel Jarbas Passarinho foi um dos signatários do AI5, responsável por anos de perseguição em nosso país e que significou a permissão de governantes a desferir punições de maneira arbitrárias contra os e as que eram considerados inimigos do governo na ditadura”, disse a professora Gatti, que em seguida destacou as orientações da Comissão Nacional da Verdade e da Comissão da Verdade e Memória “Octávio Ianni”.

“Há ainda, nos documentos históricos, as orientações da Comissão Nacional da Verdade e da Comissão da Verdade e Memória “Octávio Ianni”, que explicitam que o título concedido ao Coronel Jarbas Passarinho, outorgado em plena ditadura – e só assim o seria – não atendia aos requisitos necessários definidos pela própria instituição (Unicamp)”, disse a professora Gatti.

“A comunidade acadêmica da Unicamp busca ser consequente com as conclusões e orientações das Comissões, em particular com a Comissão da Verdade e Memória “Octávio Ianni”. Por meio de uma recomendação da Comissão Nacional da Verdade, todos os órgãos públicos e privados do país devem se empenhar pela revogação de honrarias concedidas a servidores da ditadura militar”, contextualizou o professor Caio. 

Após praticamente três horas de falas emocionadas, com o gesto de revogação do título concedido no passado, a Unicamp se junta às vozes progressistas desse país em uníssono e diz: Ditadura Nunca Mais!

Fonte: ADunicamp

porFernanda de Freitas

Acordo Coletivo da Saúde é protocolado na Procuradoria Geral da Unicamp

Hoje (15) à tarde o STU protocolou na PG (Procuradoria Geral) da Unicamp o Acordo Coletivo das/os Trabalhadoras/es da Área da Saúde.

Marcílio, Margarida e Kiko (STU) com a Procuradoria Geral

Esta é a quarta edição do documento, que estabelece normas e diretrizes de trabalho para os profissionais do Complexo Hospitalar da Universidade.

Agora é aguardar o retorno da procuradoria a respeito do documento .

O primeiro acordo, assinado em 2007, foi fruto da conquista da greve das/os trabalhadoras/es da Saúde, em 2006, que reivindicava a regulamentação da jornada, entre outras demandas.

 “Esse acordo tem que ser respeitado, o que está nele é o que vale, não tem outras interpretações como acontece algumas vezes. E é sempre baseado nesta acordo que o Ministério Público do Trabalho tem se pautado quando algumas questões, principalmente, relacionadas à jornada de trabalho chegam até lá. É um documento bastante importante no sentido de que os trabalhadores da área reconheçam e entendam essa luta e o que significa a assinatura desse acordo com a reitoria”, explica Margarida Barbosa, diretora do STU e funcionária do CAISM.

O acordo coletivo tem força de lei, tanto que o MPT (Ministério Público do Trabalho) media as tratativas entre o Sindicato e a Universidade e também se orienta, fiscaliza e regulamenta as condições de trabalho conforme estabelece o documento firmado entre as partes.

Ampliação das garantias

Nesta nova edição, revisada pelo STU, foi acrescido diretrizes sobre descanso, uniforme privativo, liberação para estudo, democratização das eleições para direção dos hospitais, dimensionamento de pessoal, respeito às representações de funcionários (como Cipa, CR, diretoria do STU etc.), além do aperfeiçoamento das normas que regulamenta a jornada de trabalho e as medidas de proteção à vida.

As novas regras que compõem o Acordo Coletivo resultam de discussões em plenárias virtuais organizadas pelo STU, em maio e junho deste ano, com a participação dos trabalhadores da Área da Saúde.

O documento é um importante instrumento de luta para garantir as condições de trabalho adequadas. Agora, cabe aos profissionais o compromisso de segui-lo e exigir seu cumprimento, sabendo que contam com o respaldo do STU e do MPT.

Denúncias / Queixas

O acordo deve ser utilizado pelos trabalhadores sempre que tiver alguma dúvida em relação aos seus direitos trabalhistas.

Qualquer problema em relação às condições de trabalho na Área da Saúde, formalize sua queixa ou denúncia, de forma sigilosa, ao sindicato pelo e-mail [email protected] ou WhatsApp (19) 99744-4890.

Em breve o documento estará disponível na íntegra.

porFernanda de Freitas

CIPA | Participe da pesquisa sobre segurança do trabalho

Nesta sexta-feira (16), encerra o prazo para você participar do “Mapeamento da segurança do trabalho de servidores(as) da/na Unicamp durante a pandemia de COVID-19”.

O questionário foi elaborado pela CIPA Central (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) da Unicamp.

O objetivo é conhecer alguns aspectos relacionados à segurança do trabalho no contexto da pandemia que impacta os docentes, técnico-administrativos, pesquisadores, terceirizados e estagiários nos campi.

Essa pesquisa é sigilosa e extremamente importante para sabermos as reais condições de trabalho de todos os funcionários da Universidade.

Confira o recado do vice-presidente da Cipa Central, Érico Pimenta.

Segue o link: https://forms.gle/iEG3CXQ2mpecaSD1A

Vice-presidente da Cipa Central Unicamp – Érico Pimenta

porFernanda de Freitas

PARTICIPE | Cipa Unicamp realiza pesquisa sobre segurança do trabalho na pandemia

Mapeamento da segurança do trabalho de servidores(as) da/na Unicamp no contexto da pandemia de COVID-19

A CIPA Central da Unicamp está organizando uma pesquisa sobre alguns aspectos relacionados à segurança do trabalho no contexto da pandemia de Covid-19.

A pesquisa é destinada aos docentes, técnico-administrativos, pesquisadores, terceirizados e estagiários que trabalham na Unicamp.

A partir da análise das respostas, a Cipa (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) promoverá campanhas de conscientização, tendo em vista a prevenção de acidentes do trabalho.

A Cipa e o STU acreditam que esta pesquisa é de extrema importância para mapear e avaliar as condições de segurança do trabalho na Unicamp neste contexto de pandemia.

O questionário estará aberto para receber respostas até 30/06/2021 e o preenchimento é opcional. Os dados preenchidos não serão divulgados.

ACESSE A PESQUISA E REPONDA AGORA: clique aqui.

Fonte: CIPA Unicamp

porFernanda de Freitas

STU solicita reunião com novo reitor para discutir interesses da categoria

No final de abril, o STU solicitou ao reitor Tom Zé o agendamento de uma reunião para tratar de demandas internas e também dar início à construção de uma agenda de discussão sobre a data-base 2021.
Até o fechamento desse material, a data não havia sido foi marcada.
É importante lembrar que todas as nossas conquistas são resultado de décadas de luta e mobilização.
E ainda que o distanciamento social dificulte a mobilização, nossa organização e unidade são fundamentais para conquistarmos reposição salarial.

porFernanda de Freitas

Nota de Pesar – Eraldo Mariano

O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp através da sua diretoria, manifesta seu pesar pelo falecimento do companheiro Eraldo Mariano, da Enfermaria de Pediatria do HC. O sepultamento ocorreu nesta tarde de sexta-feira (23/04).

Eraldo, companheiro valoroso, que tivemos a honra de tê-lo como dirigente sindical do STU, no período de 2011 a 2014.

Seu legado servirá de inspiração para seguirmos no compromisso com a defesa da Educação, da Saúde, do Serviço Público e da democracia.

Lamentamos a perda e expressamos nossa profunda solidariedade aos familiares e amigos do companheiro.

Eraldo Mariano, Presente!

Eraldo Mariano, Presente!

Eraldo Mariano, Presente!

porFernanda de Freitas

CONVOCAÇÃO | Assembleia Virtual, de 16/03 – 10h, discutirá data-base 2021

O STU realiza nova rodada de Assembleia Geral Virtual para aprofundar a discussão sobre os indicativos do Fórum das Seis para a Campanha Salarial 2021. Será dia 16/03 (terça-feira), às 10h, pela Plataforma Zoom Meeting.

Na pauta indicada pelo Fórum das Seis está prevista a luta contra o arrocho, pela valorização dos níveis iniciais das carreiras, defesa da vida e dos serviços públicos. Isso passa pela discussão do reajuste Salarial e da construção de um Plano Sanitário de Retomada do Trabalho Presencial, vacina para todos, entre outros itens.

Confira as resoluções aprovadas na nossa última assembleia realizada em 23/02 de forma virtual (clique aqui) que foram levadas para o Fórum das Seis daquela semana.

Para participar da assembleia é importante ter o aplicativo Zoom Meeting instalado em seu computador ou celular e no dia e hora da assembleia preencher a ficha de presença, que dará acesso à sala da atividade.

Caso tenha dificuldade, entre em contato o WhatsApp do Suporte Técnico da SON (Sindicatos Online)

Confira o passo a passo de como ter acesso à Assembleia Geral Virtual.

porFernanda de Freitas

STU garante liminar que obriga a Unicamp a divulgar lista de vacinados contra a Covid-19

O STU garantiu liminar na Justiça que prevê que a Unicamp forneça regularmente a listagem de profissionais imunizados na instituição, as doses recebidas e os critérios de prioridade estabelecidos para o recebimento da vacina. A liminar foi concedida sexta-feira passada (29/01) pelo juiz da 2ª Vara da Fazenda Pública, Wagner Roby Gidaro.

Motivado pela denúncia de que houve violação na fila de prioridades de imunização pela vacina contra a Covid-19, o  descumpre gravemente a determinação do Plano Nacional de Imunização, o STU  ajuizou uma ação civil pública para garantir transparência nas ações da Unicamp.

Essa conquista é muito importante e necessária já que a Unicamp não deu mostras de liberar a listagem de forma conciliadora, apesar de o STU solicitá-la por ofício.

A alegação de que os nomes dos servidores deveriam ser mantidos em sigilo, como foi ventilado pelo campus, não tem o menor cabimento, já que há um esforço nacional para a vacinação em massa com divulgação, inclusive, dos primeiros imunizados em cada parte do país. Além disso, os servidores na linha de frente são os principais interessados de que seja respeitada a ordem de prioridade estabelecida pelo governo Federal.

De acordo com a liminar garantida “O sigilo é exceção e deve ocorrer somente quando a publicidade tem valor negativo para o interesse público”.

O magistrado compartilha do entendimento do Sindicato de que a lista de vacinação é de interesse público e que a transparência e o cumprimento fiel da lista de imunizados contribuem na fiscalização do procedimento e não coloca em risco a vida do servidor imunizado.

A Unicamp tem prazo de 30 dias úteis, a partir da notificação, para apresentação da defesa.

Vacinação na Unicamp

No dia 18 de janeiro começou a aplicação das primeiras doses da vacina CoronaVac nos profissionais da Unicamp.

A Universidade recebeu da Secretaria Estadual da Saúde 4 mil doses da vacina, que possibilita a imunização de 2 mil funcionários que atuam diretamente na atenção a pacientes confirmados ou com suspeitas da Covid-19.

Confira abaixo a liminar conquistada pelo STU.

Imagem Capa/Banner: Wikimedia Commons