Categoria UNICAMP

porFernanda de Freitas

Nota da Reitoria à Comunidade sobre o fim da Greve na Unicamp

Nota da Reitoria à Comunidade sobre o fim da Greve na Unicamp

Diante da atual conjuntura econômica nacional, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) tem feito um grande esforço para manter todos os salários em dia, pagar suas despesas obrigatórias e minimizar seu déficit em conta. Esse esforço tem convivido com a menor capacidade de custeio dos últimos anos e com a mínima capacidade efetiva de investimento nas atividades-fim e na infraestrutura da Universidade. Portanto, a Reitoria reitera sua impossibilidade de atender, neste momento, as solicitações financeiras da pauta específica do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU), assumindo, por outro lado, os compromissos abaixo com a finalização da greve e o retorno imediato dos funcionários às suas atividades:

  1. Manter, de maneira responsável, a proposta definida pelo Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (CRUESP) de reajuste de 2,2%, a partir do dia 1º de maio, dos salários dos servidores técnico-administrativos e docentes da instituição.
  2. Manter o compromisso do CRUESP de acompanhamento conjunto da evolução da arrecadação de ICMS ao longo do 1º semestre e meados do 2º semestre, bem como de agendamento de nova reunião do CRUESP com o Fórum das Seis para a 2ª quinzena de outubro, caso a arrecadação até o final de setembro atinja R$ 80 bilhões, para uma arrecadação projetada no ano de R$ 108,2 bilhões.
  3. Criar, em conjunto com o Fórum das Seis, um Grupo de Trabalho (GT) com o objetivo de estabelecer uma política salarial para as três Universidades nos próximos anos, bem como um GT para acompanhar a proposta de Reforma da Previdência.
  4. Manter reuniões mensais com o STU a partir de agosto, para acompanhamento da arrecadação de ICMS.
  5. Converter a anotação F3 (falta justificada com desconto salarial) em F2 (falta integral abonada) para os dias parados durante o movimento de greve de 2018, cumprido o Plano de Reposição de horas e/ou dias.
  6. Converter a anotação F3 em F2 para os dias parados durante o movimento de greve de 2019, remetendo às unidades e órgãos a discussão relativa à reposição de trabalho.
  7. Efetuar o desconto relativo ao transporte fretado de forma proporcional aos dias trabalhados, e não integralmente, dos servidores que trabalham em plantões da área de saúde da Universidade, conforme solicitado no item 7 da pauta específica.
  8. Atendendo aos Ofícios STU 257 e 265/2019, que tratam da pauta específica, criar comissões paritárias, com representantes do sindicato dos trabalhadores, para discutir: 1. O ambiente de trabalho na área de saúde da Unicamp; 2. Aspectos funcionais e pedagógicos da DEDIC; 3. Demandas específicas da Orquestra Sinfônica da Unicamp; 4. Demandas específicas relativas ao Transporte fretado.

Reitoria da Unicamp
Campinas, 12 de julho de 2019

porFernanda de Freitas

Áudio da Negociação entre o Fórum das Seis e Cruesp – 27/05/19

No dia 27 de maio aconteceu nova rodada de negociação entre o Fórum das Seis e o Cruesp. Confira no link abaixo o áudio da reunião.

http://www.cruesp.sp.gov.br/wp-content/uploads/Cruesp4_2752019.mp3

 

 

porFernanda de Freitas

Pauta Unificada de Reivindicações 2019

Pauta Unificada de Reivindicações 2019

 

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porFernanda de Freitas

Comunicado do Cruesp nº 2/2019

Comunicado do Cruesp nº 2/2019, contendo o informe dos reitores sobre a negociação realizada em 09/05/2019.

 

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porFernanda de Freitas

100 dias de governo Bolsonaro:Trabalhadores não têm nada a comemorar

É obvio que nunca se espera muita coisa após cem dias de um governo. Esse prazo serve para ver o rumo do governo, sua capacidade de articulação e quais são seus reais compromissos prioritários.
No caso do governo Bolsonaro é difícil pautá-lo pelos compromissos programáticos que assumiu, já que no curso da eleição o candidato não apresentou propostas, não participou de debates, se ausentou da campanha, focando a discussão com seus apoiadores nas redes sociais. Além disso, teve ainda a tentativa de assassinato que o deixou hospitalizado.
A retórica do candidato foi pautada na desconstrução dos adversários, principalmente os progressistas, num discurso muitas vezes falseado pelos “fake news”, pelo moralismo e a defesa de valores conservadores, dá segurança reforçando a militarização e as armas e uma ideia vaga de que a economia seria liberal, conduzida pelo homem de sua confiança, Paulo Guedes, que tem fortes laços com o sistema financeiro.
Nesses cem dias de governo vimos:
– Ataques às organizações populares, sindicatos, imprensa e falta de apreço pela democracia;
– Uma incapacidade de apresentar uma saída econômica para o país numa situação de crise em que o desemprego já atingiu 13,5 milhões de trabalhadores, segundo o IBGE;
– Um governo que segue as bases econômicas que gerou o governo Temer, em que a Reforma da Previdência, assim como a Reforma Trabalhista, tem como único objetivo jogar nas costas dos trabalhadores a crise. As mudanças nas regras da Previdência, torná-a quase inatingível para a maioria dos trabalhadores e quebra a Seguridade Social que garante a sobrevivência da população mais pobre. Tem ainda a intenção de entregar aos bancos a Previdência num modelo de capitalização em que só os trabalhadores contribuem.
– Sinaliza com o desmonte do serviço público e do Estado. Propôs a autonomia do Banco Central e quer a privatização das nossas principais empresas estatais. As cinco principais estatais, Banco do Brasil, CEF, BNDES, Eletrobras e Petrobrás renderam só em 2018 um lucro acumulado de R$ 51,9 bilhões e o governo Bolsonaro fala em arrecadar R$ 222 bilhões com a entrega dessas empresas. Um crime lesa pátria!
– Fugindo às tradições do Brasil, o governo faz uma política internacional ideológica, se junta às ameaças a outros povos e não contribui com a busca da paz, que pautou historicamente a atuação do país no cenário internacional.
– Um grande retrocesso na educação através do descaso e desrespeito com as Universidades e Escolas Públicas. O Ministério da Educação prioriza o ataque aos professores, estimula a guerra ideológica e não promove nenhuma ação que aponte para melhora da educação.
Por tudo isso, não há nada para comemorarmos nesses 100 dias de governo Bolsonaro. Há sim, uma necessidade dos trabalhadores fortalecerem a luta para derrotar esse governo e as políticas que destroem os direitos e o país.

 

 

Movimentos sociais e sindicais mobilizados na Unicamp colheram assinaturas do abaixo-assinado contra a Reforma da Previdência

                                                        Movimentos sociais e sindicais mobilizados na Unicamp colheram assinaturas do abaixo-assinado contra a Reforma da Previdência

porFernanda de Freitas

STU divulga lista da carreira (IAC)

O processo da carreira foi muito questionado pelo STU, tanto que no dia 18 de dezembro de 2018, a diretoria do Sindicato oficializou a reitoria solicitando a divulgação da listagem geral dos trabalhadores contemplados e não contemplados pelo IAC (índice de achatamento).

De posse do documento e com a deliberação do Conselho de Representantes do STU, estamos divulgando as listas contendo:

O documento está sendo apreciado pela diretoria do STU, que fará um levantamento mais detalhado dos critérios adotados pela reitoria.

Obs.: Confira aqui a listagem divulgada pela Diretoria Geral de Recursos Humanos em formato de planilha Excel.

porRafael Jorge

Cursinho Popular do STU – Inscrições abertas!

Estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo do Cursinho Popular do STU – 2019

O prazo de inscrições vai de 21/01 e 17/02/19. Para concorrer basta preencher o formulário online, a ser divulgado no endereço www.facebook.com/Cursinho.STU, ou comparecer pessoalmente na sede do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp – STU.

Podem participar do Processo servidores(as) e funcionários(as) Funcamp/terceirizados(as), seus dependentes e também a comunidade externa. A seleção levará em conta critérios socioeconômicos e de cotas raciais.

Os(As) selecionados(as) serão comunicados(as) por telefone ou email e deverão apresentar os documentos que comprovem o que foi informado no formulário, de 18/02 a 01/03.

A confirmação das matrículas ocorrerá de 07/03 a 10/03. As aulas começarão em 11/03 e acontecerão de segunda a sexta-feira, das 19h as 22h, em local a ser definido, dentro da Unicamp. Aguardamos vocês !!!

Observação : não oferecemos curso online.

porFernanda de Freitas

Nota Pública das Professoras da DEdIC pela democracia

Nota Pública das Professoras e Professores da Educação Infantil da Unicamp em defesa da democracia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

porFernanda de Freitas

Moção de Defesa à Universidade Pública e seu papel de reflexão sobre a sociedade

A Congregação do Instituto de Biologia aprovou por unanimidade moção em defesa da Universidade e da democracia. Confira abaixo o documento completo.

 

À sociedade brasileira,

Nós, trabalhadores docentes, técnico-administrativos e estudantes do Instituto de Biologia da Unicamp, vimos a público defender a universidade pública e seu papel de reflexão sobre a sociedade e produção do conhecimento, pesquisa, ensino e extensão.

No atual cenário político de nosso país, a narrativa que esvazia a importância das universidades públicas têm tomado corpo, fazendo com que a sociedade a considere uma despesa desnecessária. Nós, que há 50 anos construímos a Universidade Estadual de Campinas, reafirmamos sua importância, assim como das demais universidades públicas do país, para a formação do pensamento crítico, da pesquisa que busca melhorar a vida da população e da extensão que coloca a universidade a serviço da sociedade.

É nosso dever defender a democracia, reconhecer a nossa história, e aprender com nossos erros a fim de evitar repeti-los.

Nós, enquanto Instituto de Biologia,  temos a obrigação de reafirmar os riscos aos quais a preservação de nossas riquezas naturais e nosso patrimônio genético estão submetidos diante das perspectivas políticas que têm se instaurado no país. De acordo com o artigo 225 da Constituição Federal de 1988, é dever do poder público e da coletividade a defesa e a preservação de um meio ambiente ecologicamente equilibrado. A manutenção do Ministério do Meio Ambiente é fundamental para o cumprimento dessa responsabilidade constitucional com nossos biomas, a manutenção de seus serviços ecossistêmicos e a qualidade de vida das futuras gerações. Além disso, também é nosso dever, como professores, profissionais e futuros profissionais da educação, manifestar nossa preocupação e repúdio em relação a projetos educacionais que desvalorizem as contribuições de Paulo Freire e proponham o silenciamento da escola sobre discussões socialmente  relevantes, que respeitam a vida e a diversidade.

Conclamamos a sociedade brasileira a uma reflexão crítica sobre as consequências do cerceamento à liberdade de pensamento e informação, violação dos direitos humanos e ambientais, que se apresenta no atual momento do país. E, portanto, que defendamos nosso patrimônio intelectual e ambiental, respeitando nossa pluralidade social e cultural, e reafirmando em alto e bom som que as universidades são fundamentais para o estabelecimento da soberania nacional e para a defesa dos direitos e da democracia brasileira.

Moção aprovada por unanimidade pela Congregação do Instituto de Biologia da Unicamp, em 19/10/2018
Fonte: Instituto de Biologia (site)
porFernanda de Freitas

Consu: resultado da eleição da representação de funcionários

No final de setembro ocorreram as eleições para representação dos funcionários técnico-administrativos no Consu (Conselho Universitário) da Unicamp para o mandato 2018/2020.

Foram eleitos: Diego Machado de Assis/IQ (985 votos), Iuriatan Felipe Muniz/RTV (764 votos), Kiko/STU/FE (722 votos), Elaine dos Santos José/Neuro-HC (621 votos), Claudio José Servato/Cemeq (591 votos), Alexandre Oliveira da Silva/CC-HC (570 votos) e Adilton Dorival Leite/GR (569 votos).

Para a suplência, por número de votos foram: José Luís Pio Romera (STU/IA), Jesse Targino da Silva (HC-GGBS), Eva Lopes Teixeira (STU/Caism), Afonso Celso de Godoy Von Zuben (STU/HC), Guilherme Gonçalves Capovilla (FENF), Margarida Barbosa (STU/Caism) e Érica da Silva Moraes (UTI-HC).

Dos candidatos eleitos, apenas os companheiros Kiko, eleito como titular, e os suplentes Zé Luís, Eva, Afonso e Margarida aderiram à plataforma apresentada pelo STU que elenca as principais lutas dos trabalhadores.

O Consu é a instância máxima deliberativa da Universidade. Confira o quadro abaixo com o resultado das eleições.

 

Número do candidato Nome na cédula Área Votos
11 DIEGO – IQ Unidades de Ensino 985
26 IURI – RTV ADM Central 764
33 KIKO – FE Unidades de Ensino 722
15 ELAINE DA NEURO – HC Hospitalar 621
7 CLAUDIO – CEMEQ ADM Central 591
3 ALEXANDRE ENFERMEIRO CC – HC Hospitalar 570
1 ADILTON ENFERMEIRO – GR ADM Central 569
48 ZE LUIS PIO – IA Unidades de Ensino 496
28 JESSE HC – GGBS ADM Central 435
21 EVA – CAISM Hospitalar 424
2 AFONSO – HC Hospitalar 403
25 GUI CAPOVILLA – FENF Unidades de Ensino 399
37 MARGARIDA – CAISM Hospitalar 386
19 ERICA MORAES UTI – HC Hospitalar 379
5 CABELINHO RAFAEL JORGE – CCUEC ADM Central 365
27 JACQUES GAMA SEGURANCA DO TRABALHO – DGRH ADM Central 349
16 ELISIENE LOBO – CAISM Hospitalar 345
47 WILLIAM ALEXANDRE – CAISM Hospitalar 329
43 ROSEMAR – FEA Unidades de Ensino 328
18 ENFERMEIRA MARCELA – CAISM Hospitalar 285
4 ALVARO – FCM Unidades de Ensino 273
40 MORGANA – HC Hospitalar 260
41 RIVA VIGILANCIA – SVC ADM Central 255
29 JESSICA VEGA CECI DEDIC – DGRH ADM Central 243
8 CLOVIS TRISTAO – FEAGRI Unidades de Ensino 229
13 EDISON LINS – CGU ADM Central 227
38 MARINA REBELO – IFCH Unidades de Ensino 223
24 FUBA CIPA – GGBS ADM Central 178
44 SAMUEL – CECOM ADM Central 161
36 MARCELO CALDAS – IQ Unidades de Ensino 147
20 ERIKA MARIA – DAC ADM Central 141
34 LIZA SPOSITO – HC Hospitalar 123
45 SIDNEI – CEMEQ ADM Central 123
9 DANIEL – DERI ADM Central 122
6 CARLOS HENRIQUE – HC Hospitalar 111
46 WANDERSON – CAISM Hospitalar 106
14 EDSON SALATINI SALADA – IB Unidades de Ensino 101
23 FONSECA – DGA ADM Central 97
42 RONALDO ALMEIDA – CIPA ADM Central 92
35 LUCIANO CACIATO – SVC ADM Central 90
30 JOAO DANIEL – FCM Unidades de Ensino 83
22 FERREIRA DA SVC ANTIGA VIGILANCIA – SVC ADM Central 76
17 ELSON – CEMIB ADM Central 70
39 MOISES HENRIQUE GONCALVES CUNHA – HC Hospitalar 67
32 KATIA DOS SANTOS LARA ROMEO – RTV ADM Central 54
10 DANIEL BOSSO – FEC Unidades de Ensino 53
31 JOSE FERREIRA – PREFEITURA ADM Central 38
12 DONIZETE BARBI – PRG ADM Central 31
Total de eleitores Total de votos válidos Total de ausentes Branco Nulo
7180 5936 1244 210 470

 

 

porFernanda de Freitas

Nota de Pesar

É com profundo pesar que informamos o falecimento do funcionário Sr. Ivo Pinheiro (Aposentado/FE), ontem, 3 de outubro.

O sepultamento ocorreu nesta quinta-feira (4), no Cemitério da Saudade, em Campinas.

O STU lamenta o ocorrido e presta solidariedade aos familiares e amigos do companheiro Ivo.

 

porFernanda de Freitas

Moção de Solidariedade do 63° CONAD do Andes/SN

O 63° CONAD do Andes/SN aprovou Moção em Solidariedade à nossa greve.

Confira o documento na íntegra.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

porFernanda de Freitas

Pauta de Reivindicações 2018 – Específica e Unificada

Confira o documento com as duas pautas:

 

 

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Pauta-Especifica-2018-protocolada.compressed.pdf” language=”pt_BR”]

porFernanda de Freitas

Seminário “Os rumos das Universidades Públicas

A diretoria do STU convida todos para o Seminário: “Os rumos das Universidades Públicas”, amanhã (12), das 8h30 às 16h, na sala Multiuso da Adunicamp. Será discutido o papel da Universidade Pública frente à conjuntura atual, a situação político-econômica do país, a luta em defesa do Serviço Público e da valorização do servidor público. Além de tirar indicativos para a diretoria.

Confira a programação e venha debater conosco!

 

PROGRAMAÇÃO

8h30: Abertura – (Coordenação Geral do STU)

9h: Mesa 1: Análise de conjuntura e as politicas de reformas do governo Temer

  • Convidados: Prof. José Dari Krein (Instituto de Economia), Carlos Artioli (CTB), Jupiara Castro (ex dirigente da  Fasubra e Sintusp) e José Reinaldo Braga (Unicamp).

10h: Mesa 2: Esquerda x Direita no mundo e no Brasil e como têm sido as atuações nos sindicatos  nestes cenários

  • Convidados: Reginaldo Bispo Pereira (representante da (Organização de Libertação do Povo Negro), Jupiara Castro (ex-dirigente da Fasubra e Sintusp) e José Reinaldo Braga (Unicamp)

Intervalo para almoço

13h30: Mesa 3: Desmonte das universidades publicas, em particular as universidades paulistas e a relação com os trabalhadores

  • Convidados: Representantes do STU e Fasubra

16h: Encerramento

 

 

porFernanda de Freitas

Novo Conselho Fiscal foi eleito em assembleia

A Assembleia Extraordinária elegeu cinco representantes para o Conselho Fiscal do STU. Foram eleitos: Vilmar (IF), Silvania (Caism), Miro (Caso do Lago), Osvaldo (IFCH) e Juninho (Feagri).

Os novos conselheiros são responsáveis por acompanhar e fiscalizar as finanças do Sindicato, cabendo a eles a tarefa de dar pareceres, quando necessário, sobre o orçamento ou patrimônio da entidade.  E exercerão um “mandato tampão” até que ocorra o próximo Congresso dos Trabalhadores da Unicamp.

porFernanda de Freitas

Pauta de Reivindicações 2017

 

 

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porFernanda de Freitas

Assembleia Geral Extraordinária elegerá o Conselho Fiscal

A diretoria do STU convoca todos os trabalhadores para Assembleia Geral Extraordinária de eleição do Conselho Fiscal. Será na próxima quarta-feira (11), 12h em primeira convocação, havendo quórum, ou às 12h30 em segunda convocação, com qualquer número de trabalhadores, no Pavilhão Básico (sala PB-14).

O Conselho Fiscal será composto por cinco membros associados do STU, com no mínimo seis meses de filiação até a data da inscrição.

O Conselho Fiscal é o órgão fiscalizador das finanças do Sindicato, cabendo a ele a tarefa de dar pareces e fiscalizar o cumprimento dos Estatutos do Sindicato no que diz respeito às finanças e patrimônio e o acompanhamento do orçamento da entidade. O Conselho também acompanhará a execução orçamentária da entidade elaborando pareceres sobre as contas do Sindicato e fornecendo pareceres à diretoria quando solicitado.

A eleição se faz necessária porque parte dos conselheiros foram eleitos para a diretoria do STU e os demais desistiram de integrar o colegiado. Sendo assim, os eleitos comporão um “mandato tampão” até que ocorra o Congresso dos Trabalhadores da Unicamp.

Confira abaixo o Edital de Convocação publicado no Jornal Folha de S.Paulo, Caderno Cotidiano de 4 de abril de 2018.

 

porFernanda de Freitas

Knobel veta no Consu a discussão sobre 3,5% para todos os servidores

Ontem pela manhã (3) fomos ao Consu cobrar de seus membros o repasse dos 3,5% para todos os servidores da Universidade.

Enquanto o ato seguia do lado de fora do prédio, na reunião do Conselho o coordenador do STU, José Luis Pio Romera, entregou um abaixo assinado organizado pela categoria cobrando a extensão do reajuste e solicitou que o tema entrasse na pauta de discussão.

O documento foi recebido, mas o reitor Knobel decidiu que a matéria não deveria entrar na pauta, encerrando a perspectiva de diálogo. A justificativa? A mesma de sempre: a crise financeira da Universidade. Mas sabemos que a arrecadação do ICMS cresceu o dobro da inflação entre 2016 e 2017.

Apesar do discurso manjado de déficit orçamentário, meses antes de iniciarmos nossa data-base, o reitor decidiu repassar para os servidores que estavam no teto salarial da Unicamp o mesmo percentual concedido pelo Alckmin ao funcionalismo estadual.

Para reajustar o salário de parte dos servidores o reitor foi rápido, mas para apresentar proposta para os que estão no piso ele se mostra intransigente, evidenciando sua política seletiva de valorização dos recursos humanos da Unicamp.

No ano passado, o reitor conseguiu aprovar que nosso reajuste fosse atrelado às decisões do Conselho. Mas assim que uma proposta é colocada na mesa, ele a rejeita a discussão imediatamente. Mais uma prova de que Knobel não está preocupado em discutir propostas que amenizem nosso déficit salarial.

O arrocho dos salários, o corte das GR’s, o aumento do Bandejão e o congelamento do auxílio alimentação têm impacto direto na vida das pessoas, piorando a qualidade de vida e aumentando o endividamento de muitos trabalhadores. Se ficarmos calados, vamos continuar pagando sozinhos as contas da Universidade.

O momento pede unidade e organização para reverter esse quadro que estimula o nosso empobrecimento e adoecimento.

Vamos intensificar as reuniões de unidades para discutir os próximos passos da nossa luta. Ligue no STU e agende uma data. É hora de reagirmos! – Telefones:(19) 3521-7412 / 3521-7147