Categoria UNICAMP

porFernanda de Freitas

Avanço: os processos da carreira travados devem andar

Depois de um processo extremamente conturbado e que gerou inúmeras insatisfações na categoria, é provável que haja um desfecho para os processos de progressão na carreira PAEPE que ficaram travados.

Amanhã (4), acontece uma reunião extraordinária da CIDF (Câmara Interna de Desenvolvimento de Funcionários) para discutir os relatórios de progressão encaminhados para análise e tratativa do Comitê regulamentado pela Portaria PRDU 03/2022.

Esse comitê tem finalidade de analisar se foram obedecidos os critérios, normas e regras para avaliação, divulgação de informação e distribuição de recursos no processo de progressão da carreira.

Os processos avaliados pelo comitê foram os das CSARHs (Comissões Setoriais de Acompanhamento de Recursos Humanos) do Caism, CCUEC/CENAPAD, COCEN 1 e 2, Reitoria, IA, Prefeitura, HC Enfermagem, HC Área Médica e HC Apoio Assistencial.

De acordo com a pauta divulgada pela CIDF, após análise e tratativas do comitê, a orientação é que os processos de progressão das referidas CSARHs sejam aprovados pela CIDF.

Esse é um indício que a nossa luta por mais transparência está surtindo efeito, mas está longe de ser finalizada.

Não tem um dia em que o STU não tenha lutado por uma carreira que possibilite o reconhecimento e a evolução dos trabalhadores.

Entra e sai reitor e o Sindicato segue defendendo que a carreira não pode mudar conforme o interesse e projeto de cada um que assume a Unicamp.

Não contemplados

Ontem (02) no Consu, diversos conselheiros se manifestaram, novamente, apontando os descontentamentos com esse processo, mas como sempre, a reitoria manteve a sua postura intransigente e de pouco diálogo com a categoria.

Não é de hoje que o STU defende que o trabalhador precisa ter a sua trajetória valorizada e respeitada e a carreira deve ser perene, objetiva e transparente.

Nossa carreira é muito importante para a Universidade porque também fornece elementos para o planejamento do gestor e de cada funcionário, quanto à sua capacitação profissional.

Precisamos aperfeiçoar essa carreira, temos propostas da categoria e queremos dialogar com a reitoria. Por isso, queremos participação paritária no GT da elaboração da nossa carreira e a garantia de um processo justo, democrático e respeitoso com o trabalhador!

porFernanda de Freitas

Comer ou pagar conta: nosso salário não dá para mais nada!

Uma pesquisa da ABBT (Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador) divulgada pela imprensa aponta que o trabalhador campineiro gasta em média R$ 41,35 para almoçar fora de casa. Esse preço é maior que a média nacional, avaliada em R$ 40,64.

Em poucas palavras: não está dando nem para se alimentar fora de casa!

Um estudo realizado pelo DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) mostra que cerca de 37% dos reajustes salariais das categorias com data-base em junho, inseridos no Sistema Mediador, do Ministério do Trabalho e Previdência, até 11/07, conquistaram ganhos reais.

O percentual de data-base que fechou com valor igual à inflação também ficou próximo a 37%. Já os reajustes abaixo da inflação representaram 26% dos casos.

Esse resultado mostra que a classe trabalhadora, finalmente, conquistou o maior percentual de reajustes acima da inflação por data-base, desde setembro de 2020.

Mas o que isso tem a ver com você, que trabalha na Unicamp?

Tudo!

A melhora dos resultados das negociações salariais nesta data-base, no Brasil todo, aponta que, apesar do período de pandemia da Covid-19, o momento tem favorecido reajustes salariais acima da inflação.

Repor a inflação do período não significa que os patrões ficaram bonzinhos. Ao contrário, isso prova que a maioria dos empregadores reduziu custos, demitiu funcionários e, consequentemente, aumentou os seus caixas com essa economia que fizeram.

Na Unicamp essa situação não é diferente!

Universidades escondem o ouro

Desde 2020 a arrecadação de ICMS segue em alta, sendo que, de janeiro a junho/2022 o aumento ficou cerca de 7,7% maior do que deveria estar, no mesmo período, apontando para um resultado superior ao previsto pelos reitores em 2022.

O comprometimento médio da USP, Unicamp e Unesp com a folha de pagamento manteve-se quase inalterado após o reajuste de março/2022.

As universidades estão fazendo caixa à custa do nosso trabalho árduo, descaradamente!

De acordo com o Fórum das Seis, a inflação que deixou de ser paga, desde maio/2012, corresponde a 16,5 salários não recebidos por cada servidor técnico-administrativo e cada docente, ou seja, 1 ano e 8 meses trabalhados de graça.

Para piorar tem a situação dos aposentados que além de não ter vale alimentação, são os principais atingidos com a inflação somada às dificuldades de manter as boas condições de saúde.

Não são suposições das entidades sindicais, são números!

Resumindo: a inflação não dá trégua; a alta dos preços da refeição, água, energia elétrica, gás etc., é muito maior em Campinas; a arrecadação das Universidades também está crescendo e a única coisa que diminui são os nossos salários.

Para retomarmos nosso poder aquisitivo precisaríamos de um reajuste de 22,23%, em junho/2022.

Mas, ao invés de discutir a valorização dos funcionários, que faz com que a Unicamp se destaque no cenário mundial, o reitor Tom Zé, presidente do Cruesp, segue fugindo da negociação, desde 13/04, data em que protocolamos a Pauta de Reivindicações, da data-base de 2022.

Dia 10/08, às 12h, na Praça da Paz, tem Assembleia Geral para discutirmos os rumos da nossa data-base e o indicativo de atraso do semestre letivo, se a negociação não acontecer.

Refeição em Campinas/SP (Fonte: ABBT)

  • Preço Médio: R$ 41,35
  • Prato Feito: R$ 25,54
  • Prato Executivo: R$ 55,85
  • Autosserviço/quilo R$ 34,42
  • Refeição à la carte: R$ 90,97

Obs.: O cálculo leva em conta o prato em si, uma bebida (refrigerante, água ou suco), uma sobremesa e um café.

porFernanda de Freitas

Campanha de Solidariedade: Doe Sangue. Salve Vidas!

A cobertura do Hemocentro Campinas abrange mais de 80 municípios, que totalizam mais de 7 milhões de habitantes.

Manter o estoque de banco de sangue para essa densidade populacional é um desafio diário para o Hemocentro Unicamp.

Colabore! Salve vidas doando sangue!

Os pontos de coletas são:

  • Unicamp/Hemocentro: 0800-722-8432
  • Hospital Municipal Dr. Mário Gatti: (19) 3272-5501
  • Hospital Estadual de Sumaré: (19) 3883-8909
  • Piracicaba/Hemonúcleo: (19) 3422-2019

Escolha o local, ligue e agende sua doação!

Uma campanha do Hemocentro Unicamp, do STU – Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp e da ADunicamp – Associação de Docentes da Unicamp. Compartilhe!

porFernanda de Freitas

Pauta Específica traz cobranças urgentes como carreira e correção de benefícios

Quinta-feira passada (6), a diretoria do STU protocolou a Pauta Específica de Reivindicações 2022 e um ofício solicitando o agendamento de uma reunião com a reitoria para iniciar as discussões sobre a pauta.

Na pauta estão elencadas 29 demandas que cobram a garantia de abertura de concursos públicos; correção anual dos benefícios (alimentação / refeição / criança / especial), inclusive do período em que os benefícios foram congelados; cumprimento do Termo de Ajuste de Conduta que coíbe o assédio moral, teto único para todos (docentes e funcionários), entre outras reivindicações.

Demandas salariais

Sabemos que, mesmo na pandemia, o caixa da Unicamp cresceu à medida que o arrocho salarial e as condições de trabalho só pioraram. Além disso, o reajuste salarial de 20,67%, feito em março passado, não foi capaz de repor a defasagem salarial.

Para minimizar essas perdas e fazer valer o compromisso histórico de isonomia salarial com a USP cobramos o pagamento de auxílio-alimentação no valor de R$ 1.596,94 e vale refeição de R$ 990,00.

A pauta prevê ainda a redução do custo da alimentação no bandejão, pagamento de periculosidade para os estatutários da vigilância e demais setores da segurança e o reajuste anual do auxílio-transporte para os funcionários que residem fora de Campinas.

Tem também a incorporação da contagem do tempo de trabalho, que foi suspensa pela Lei Complementar 173/20 na pandemia e pagamento de 30% da GR no período de nov/2017 a jun/2020.

Lutas históricas

Devido à insatisfação gerada no processo de progressão da carreira cobramos novamente a sua reformulação com discussão feita em comissão paritária (STU e reitoria).

Por conta da especificidade do trabalho nossa pauta incorpora as reivindicações das professoras da DEdIC, dos profissionais da Saúde e dos engenheiros.

Sempre buscando a melhoria das condições de trabalho exigimos o fim das terceirizações e a abertura de discussão sobre o teletrabalho.

Dada a urgência de algumas demandas, esperamos que o reitor não fuja da negociação, como tem feito em relação à Pauta Unificada do Fórum das Seis.

Clique aqui para baixar a íntegra da Pauta Específica de Reivindicações dos Trabalhadores da Unicamp – 2022.

porFernanda de Freitas

Trabalhadores, estudantes e movimentos populares do país inteiro juntos na festa da democracia

Milhares de estudantes, professores, trabalhadores de dentro e fora da Unicamp, e representantes de movimentos sociais e sindicais do país lotaram o Teatro de Arena da Unicamp, para ouvir o discurso ex-presidente Lula, quinta-feira (5) passada.

Lula foi prestigiado por importantes lideranças e parlamentares de partidos, movimentos sindicais e populares, além da comunidade artística e cultural de Campinas e região. Entre elas, o ex-ministro Aloizio Mercadante, o coordenador do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), Guilherme Boulos (PSOL) e o ex-senador Eduardo Suplicy (PT).

O STU, entidade apoiadora da Aula Magna, marcou presença com a sua diretoria, além de produzir uma cobertura especial com os bastidores do evento. Clique aqui para assistir tudo que rolou por lá.

Do lado de fora, centenas de pessoas vindas de todo canto, acompanhavam a fala do ex-presidente em dois telões gigantes. É importante ressaltar a representatividade de Lula não só como sindicalista, que travou lutas históricas em defesa da classe trabalhadora, mas como o presidente que garantiu aos jovens carentes o acesso às universidades públicas e privadas brasileiras.

Lula apresentou uma breve análise da situação brasileira e apontou os desafios e perspectivas na defesa dos direitos e da democracia. (Créditos: Diego Almeida)

Para a coordenadora geral do STU, Marli Armelin, o encontro com o ex-presidente foi um momento de dar visibilidade às nossas pautas para apresentar a necessidade de defender a Universidade Pública e de qualidade. “Essa é uma oportunidade de colocar as questões da defesa da Universidade Pública e da autonomia para que a gente volte a ter liberdade e a democracia que a gente tanto preza”.

Marli falou sobre a necessidade de denunciar a campanha do Bolsonaro contra as cotas e de lutar para que os estudantes cotistas tenham o direito de permanecer na Universidade. “A Unicamp é uma referência nacional de Universidade Pública de qualidade. E o Lula é uma referência de sindicalista e de político. Ele estando aqui para falar principalmente com os jovens é de extrema importância para revertermos esse quadro bolsonarista que nós temos aí”, finalizou a coordenadora.

Diversidade e permanência estudantil

Lula estava acompanhado do professor da USP e ex-ministro da Educação, Fernando Haddad, e mencionou que estava na Unicamp não só para palestrar sobre a universidade pública e o futuro da democracia no Brasil, mas para ouvir os estudantes.

Lula e Hadad debateram a democracia em risco

Antes de discursar ouviu os estudantes da pós-graduação, do coletivo de negros/as e da comunidade LGBTQIA+ da Unicamp sobre a necessidade de ampliação do acesso à universidade pública, de políticas que inibam a discriminação e o racismo e garantam a permanência estudantil.

Um dos discursos mais comoventes da noite foi feito por dois representantes do movimento estudantil indígena que reforçou a importância da política de cotas étnico-raciais e a necessidade de ampliação dessa medida.

Eles entregaram um documento ao ex-presidente cobrando a ampliação da bolsa para permanência estudantil, a participação indígena no Conselho Nacional de Educação, além da recomposição orçamentária das universidades, entre outras demandas. Por fim, registraram seu protesto aos ataques à comunidade Yanomami e à ampliação da exploração de terras indígenas, especialmente pelos garimpos ilegais.

No discurso de Lula ficou nítido que para ele é essencial um olhar especial para as questões de diversidade tendo como horizonte a ampliação da cidadania dessas comunidades. Por isso, mencionou que ao invés de acabar com ministérios, como fez Bolsonaro, é preciso criar outros, como os ministérios da Igualdade Racial, dos Direitos Humanos e dos Povos Indígenas.

Para o coordenador geral do STU, José Luis Pio Romera, a “vinda do Lula na Unicamp representa uma vitória da luta dos trabalhadores na defesa da democracia no país e também da Educação, da Ciência e Tecnologia e da inclusão dos negros e indígenas nas Universidades Públicas brasileiras”.

Na nossa Live de Esquenta sobre os bastidores do evento tem quatro entrevistas exclusivas com representantes da comunidade indígena universitária sobre a luta dos povos originários por respeito e dignidade, assista abaixo.

Estado de Direitos

Lula afirmou que os recursos em Saúde e Educação devem ser tratados como investimento e não como custos. E em relação ao desmonte dos serviços públicos e à desvalorização do servidor, o sindicalista foi enfático ao afirmar a urgência de protegermos o patrimônio público, como os Correios, a Eletrobras, o Banco do Brasil e a Petrobras que estão na mira da privatização.

Para a coordenadora geral do STU, Elisiene Lobo, “É visível o projeto entreguista do governo Bolsonaro que tenta a todo custo impor a mercantilização da Educação e da Saúde. Se não houver unidade na luta, tudo será entregue nas mãos do empresariado colocando a população em condições mais precárias ainda. Há tempos denunciamos que a Saúde pede socorro.”.

Para a coordenadora, a luta por emprego e renda está cada vez mais acirrada. Por isso, a defesa dos salários e dos direitos dos servidores é ponto inegociável para o Sindicato.

No Estado Democrático de Direito, as leis são criadas pelo povo e para o povo, respeitando-se a dignidade da pessoa humana. E a dignidade passa por garantias como alimentação, emprego, moradia, renda e acessos à educação e à saúde, entre outros direitos.

Trabalhadoras da Unicamp fortalecendo a luta em defesa do serviço público e dos servidores

Por isso, o coordenador Zé Luis aponta que as principais pautas a serem enfrentadas pela classe trabalhadora são: a revogação da Reforma Trabalhista e Previdenciária, a distribuição de renda e o combate à fome.

E um dos grupos mais acometidos pela miséria e o descaso, dentro e fora da Unicamp, são os aposentados. Tanto que o STU montou uma tenda para divulgar a campanha de solidariedade aos aposentados da Unicamp com objetivo de ajudar a categoria que está passando necessidade, não só por conta da pandemia, mas pelo confisco das aposentadorias imposto pelo governo Estadual.

Em breve a Campanha de Solidariedade estará no ar. Mas você já pode contribuir com produtos de cesta básica, de higiene e limpeza, basta enviar mensagem para o nosso WhatsApp (19) 99744-4890.

Confira a entrevista que a coordenadora do Departamento de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do STU, Sandra Ramos, deu na Live de Esquenta do STU, clique aqui.

Carta pela Ciência e Educação

Antes do ato político cultural, o ex-presidente foi recebido pelo reitor Tom Zé e membros do Consu que reafirmaram o compromisso democrático da instituição e seu papel estratégico na formulação de ações importantes que visem à construção da soberania nacional.

O reitor aproveitou para entregar um documento intitulado “Carta pela Ciência e Educação” na qual a instituição reivindica autonomia financeira; incentivo à ciência nas educações fundamentais e médias; construção de uma política de saúde pública condizente com a realidade dos hospitais universitários, entre outras medidas.

O documento que possui 10 propostas de políticas públicas e investimentos em ciência e educação finaliza afirmando que “… uma cidadania verdadeira depende da redução drástica da desigualdade social, o que, por sua vez, exige vontade política alicerçada no espírito fraterno. A comunidade universitária cumpre papel fundamental para a realização desse propósito e se coloca à disposição para cooperar na construção da nação brasileira”.

Segundo a assessoria da Universidade, a carta também será encaminhada aos outros presidenciáveis.

Mais tarde, em seu discurso no Teatro de Arena, como pré-candidato à presidência da República, Lula prometeu se empenhar para melhorar a educação e disse querer manter um diálogo frequente com os reitores das universidades de todo o país.

Para conferir a carta acesse aqui.

Logo abaixo, você confere o discurso completo do ex-presidente Lula na Aula Magna.

porStéphane Powaczuk

STU e ADunicamp realizam reunião aberta sobre a contagem de tempo

Na próxima quarta-feira, 04/05, às 12h, vai acontecer uma reunião aberta dos Jurídicos da ADunicamp e STU sobre a suspensão da contagem de tempo de quinquênio, sexta parte e licença prêmio de maio de 2020 a 31/12/2021 pela Lei complementar 173/20.

A lei que congelou gastos e a contagem de tempo dos servidores foi mais um ataque do governo federal ao funcionalismo público em plena pandemia.

A Lei Complementar 191/2022 garantiu o restabelecimento deste período para saúde e segurança, mas seguiu ignorando os trabalhadores que dispuseram recursos próprios para manter os órgãos públicos em funcionamento remoto.

A reunião será na ADunicamp, somente presencial e todos os trabalhadores estão convidados. O setor jurídico do STU vem acompanhando essa situação e o Dr. Ricardo Sobral estará na reunião representando nosso sindicato.

porStéphane Powaczuk

STU participa de homenagem a corpos negros usados em estudos na Unicamp

No dia 08 de abril, o STU esteve presente em uma homenagem no Teatro de Arena Unicamp, da 59ª turma de medicina da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e o Coletivo Quilombo Ubuntu, aos cadáveres negros usados no laboratório de anatomia da universidade.

A iniciativa de fazer essa homenagem partiu dos alunos cotistas, pretos e pardos e é muito importante para universidade, pois as cotas são fruto de muita luta dos estudantes, também apoiados pelo sindicato.

“O STU está sempre participando das lutas raciais, e esta em particular é um marco, porque a gente vê que estes alunos cotistas estão trazendo uma outra visão para dentro da universidade”, relata a Coordenadora Geral do STU, Marli Armelin que esteve representando o sindicato na homenagem.

Foi um dos primeiros atos do movimento estudantil pós-pandemia, “entendo que os professores, funcionários e alunos/as negros/as se sentiram reconfortados de verem-se em pares e num evento tão bonito, cercado de música e poesia”, diz Marina Rebelo Tavares, que também esteve representando o STU na homenagem.

A Coordenadora Geral do STU, Marli Rodrigues Armelin, e a Coord. de Formação e Política Sindical e de Negros e Negras Marina Rebelo Tavares.

COMO SURGIU A IDEIA DA HOMENAGEM

Você sabia que a maioria dos cadáveres usados para estudo nos laboratórios de anatomia da Unicamp são negros?

Essa turma de medicina despertou a atenção para questão dos cadáveres negros no laboratório no ano passado, durante uma aula sobre ética médica, racismo na universidade e na sociedade.

“Ao comentar em uma aula de ética sobre essa realidade, alguns colegas brancos vieram me falar que nunca tinham notado que quase todos os cadáveres eram negros. E eu pensei: como uma dor que dói tanto na gente, não é notada pela maioria das pessoas? E não foi notada durante muito tempo, porque eu sou da turma 59 e até então esse assunto não tinha sido discutido abertamente”, desabafa a aluna de medicina, Janaína Alves da Hora.

A homenagem, iniciativa dos estudantes negros da turma, foi apoiada pela Diretoria Executiva de Direitos Humanos (DeDH) da Unicamp e pelo Centro Acadêmico Adolfo Lutz, que reúne estudantes de medicina.

“A grande importância dessa cerimônia foi que juntou-se diferentes pessoas da universidade, com a presença do reitor, professores, estudantes, e chefias. Nós reafirmamos a necessidade que a Unicamp seja cada vez mais diversa e tenha representações diferentes da sociedade brasileira”, afirma a Diretora Executiva de Direitos Humanos da Unicamp, Silvia Santiago.

IMPORTÂNCIA DO ATO

Este ato antirracista e de resistência foi potente, comovente e teve como objetivo promover a reflexão sobre essa realidade.

“Esse ato demonstra que a política de cotas é só um passo, e é potente exatamente porque muda o eixo da universidade. Mudando sua composição, muda os olhares sobre seus objetos, seus mecanismos, suas pesquisas e seus objetivos, ficando ainda mais próxima da realidade brasileira, a quem deve servir”, complementa Marina Rebelo Tavares, que esteve representando o STU na homenagem.

Para a estudante de medicina Janaína Alves da Hora, o objetivo desta homenagem foi de algum modo tentar confortar os próximos alunos e promover a reflexão de todos/as.

“A universidade nunca mais vai ser a mesma, depois das cotas a universidade tem mudado e tem tido uma outra cara. As pessoas não viam estudantes negros em curso de medicina, e hoje a gente vê esses alunos com essa visão”, completa Marli Armelin, coordenadora geral do STU.

A reflexão que os estudantes trouxeram à tona fala muito mais do que corpos negros utilizados como pesquisa. Ela entra também num aspecto de qual a importância desses corpos na sociedade.

RACISMO INSTITUCIONAL

A gente sabe, e a população negra das universidades sentem na pele, nas conversas, nas piadinhas, e em muitas dificuldades o racismo institucional que existe na nossa sociedade.

“Eu me senti feliz por mais um passo que foi dado nesse caminho de luta. Foi uma honra organizar uma homenagem a essas pessoas e ser a precursora dessa ação, porém, fico chateada por essa discussão nunca ter sido feita”, fala Janaína Alves da Hora, estudante da 59ª turma de medicina da Unicamp.

Apesar do movimento negro ter conquistado muitos avanços, como as cotas raciais, o racismo institucional ainda existe, e afeta diretamente. As consequências que essa homenagem representa são a abertura de um caminho que busca encontrar curar alguns ferimentos que estão abertos há milhares de anos.

Estudantes com o Prof. de anatomia Wagner José Fávaro que apoiou a homenagem.

INAUGURAÇÃO DA PLACA HONROSA

Na ocasião também foi inaugurada uma placa honrosa que foi anexada no Laboratório de Anatomia do Instituto de Biologia da Unicamp (IB).

A mensagem que diz na placa carrega muito significado, traz o sentimento de como os estudantes enxergam os corpos que serão estudados. “As mãos pretas que tocam esses corpos com sede de conhecimento são as mesmas que cerram e erguem os punhos com gana por justiça. Por vocês, por nós, por aqueles que virão Tudo é ancestral, respeito aos nossos”, trecho que consta na placa honrosa.

Na homenagem foi distribuído um marca páginas comemorativo, com um QR-Code que dá acesso ao texto da placa. Para ler o que foi escrito pelos alunos e alunas pretas da 59ª turma de medicina da Unicamp com o Coletivo Quilombo Ubuntu, CLIQUE AQUI!

Janaína Alves da Hora – aluna da 59ª turma de medicina da Unicamp junto a placa instalada no laboratório.

MÚSICA E FORA BOLSONARO ENCERRAM A HOMENAGEM

O evento foi finalizado com a música Juízo Final, composição de Nelson Cavaquinho/Elcio Soares, que em uma das estrofes diz “quero ter olhos para ver a maldade desaparecer”, o público presente complementou com “e o Bolsonaro também”.

Atos como este mostram que há uma grande jornada para que a universidade seja um espaço inclusivo, e não de opressão para as populações marginalizadas.

“Eu me sinto orgulhosa por ter me movimentado e com isso ter movido tantas pessoas e instituições por esta causa”, completa a aluna de medicina da Unicamp Janaína Alves da Hora que disse como se sentiu após a homenagem.

A funcionária Aparecida do Carmo Miranda, mais conhecida como Tida, foi a única funcionária a falar no ato. Após sua fala foi fortemente aplaudida.

Aparecida do Carmo Miranda – funcionária do IB/Unicamp.
Música ao final da homenagem com Douglas Alonso – professor e percussionista, Fabiana Cozza – cantora e doutoranda no IA (meio), Ilessi – compositora e doutoranda no IA.
Marília Corrêa – cantora e compositora.
porStéphane Powaczuk

Chegou o grande momento: o primeiro dia de eleição do STU!

Foto na Sede do STU | Abertura das Eleições 2022

Hoje à tarde, na sede do Sindicato foi aberta a primeira urna que vai colher os votos dos Trabalhadores Funcamp. Este ano a votação é híbrida (presencial e online).

O primeiro associado ao STU a votar foi o Sr. Roland Scialom, funcionário do IC (Instituto de Computação).

Roland afirmou que acha importante ter um sindicato para representar a categoria e quanto mais atuante melhor.

“Eu acho importante o sindicato, por isso eu tenho contribuído esses anos todos. Eu tenho 28 anos de Unicamp e desde que eu entrei uma das primeiras coisas que eu fiz foi me filiar ao sindicato”, declarou.

A votação online, por meio do Sistema de Eleições Eletrônica (e-Voto), para todos os trabalhadores/docentes associados ao STU, já está aberta e segue até quinta-feira (17), às 20h. Com exceção dos aposentados e trabalhadores Funcamp que deverão votar nas urnas físicas localizadas no COTIL, CPQBA, COTUCA, FOP e na sede do STU.

Confira o Mapa de Urnas abaixo:

A nova gestão comandará o Sindicato no período de 2022-2025.

O primeiro eleitor a votar na Urna dos Trabalhadores Funcamp.
porStéphane Powaczuk

Programação dos dias 07 e 08 de Paralisação atualizada

De acordo com o que a última Assembleia Geral do STU definiu, dia 07 e 08 de março tem Paralisação das atividades na Unicamp.

Vamos conferir a programação atualizada:

Programação Paralisação dia 07/03:

– 6h30min panfletagem na área da saúde;

– 9h reuniões nas unidades;

– 10h Plenária na área da saúde;

– 14h Plenária presencial e virtual para acompanhar negociação do CRUESP e Fórum das Seis – na Sede do STU (estamos aguardando informações sobre a possibilidade de transmissão da reuião pelo CRUESP).

Programação Paralisação dia 08/03:

– 10h Assembleia Geral Virtual e Presencial para avaliar resultado da negociação CRUESP e Fórum das Seis – Na Praça da Paz.

– 14h30min Caravana do STU rumo ao Ato do Dia Internacional de Luta da Mulher com Concentração no STU.

Nossa categoria precisa se preparar para a mobilização dos dois dias de PARALISAÇÃO! Sem luta não tem conquista! Se você não aguenta mais essa situação, compareça às atividades propostas em assembleia pelo sindicato.

Confira aqui a notícia da Assembleia onde foi aprovada a Paralisação.

porStéphane Powaczuk

Recesso de Carnaval

Sindicato não terá expediente de 28 de fevereiro a 2 de março.

A diretoria do STU informa que, em razão do recesso de carnaval e acompanhando o calendário acadêmico da Unicamp, o STU não terá expediente na próxima segunda-feira, 28 de fevereiro; terça-feira, 1º de março e quarta-feira, 2 de março. Os atendimentos ao público serão retomados na quinta-feira, dia 3 de março.

Sendo assim, se alguém precisar encaminhar alguma questão junto ao sindicato poderá fazer até às 17h desta sexta-feira, 25, antes do recesso.

porStéphane Powaczuk

Assembleia aprova Paralisação com atividades dias 7 e 8 de Março

A assembleia que aconteceu nesta manhã de quinta-feira, 24, aprovou paralisação nos dias 7 e 8 de março com atividades presenciais e virtuais. Confira a seguir a programação aprovada.

Programação Paralisação dia 07/03:

– 6h30min panfletagem na área da saúde;

– 9h reuniões nas unidades;

– 10h Plenária na área da saúde;

– 14h Plenária presencial e virtual para acompanhar negociação CRUESP

Programação Paralisação dia 08/03:

– 10h Assembleia para avaliar resultado da negociação CRUESP

– 14h atividades do Dia Internacional da Mulher – na Unicamp e na cidade

A assembleia também manteve o indicativo de greve bem como intensificar as reuniões de unidades. Vamos incorporar o indicativo do Fórum das Seis de GREVE a partir do dia 15, caso não tenhamos resposta satisfatória na próxima reunião que vai acontecer dia 07 de março.

Anota na sua agenda e participe das atividades que foram definidas em assembleia. Agora é a hora de nos unirmos e fortalecermos a nossa luta pelos nossos direitos!

Queremos reajuste de 20% já!

Não é aumento, é RECUPERAÇÃO DE PERDAS!

porStéphane Powaczuk

Ato em frente a reitoria marca dia de Paralisação dos trabalhadores da Unicamp

Trabalhadores/as protocolaram novo ofício cobrando reunião para debater demandas da categoria.

Dia 10 de fevereiro foi o dia do BASTA para os trabalhadores/as da Unicamp que participaram de uma paralisação e foram pra frente da reitoria pressionar o reitor que segue ignorando os problemas enfrentados pelos trabalhadores.

Essa Paralisação foi só o começo da luta pelos nossos direitos.

A manifestação mandou um recado bem objetivo: se não tiver abertura para discutir a nossa pauta, teremos que endurecer nossas ações durante o Estado de Greve.

Entendendo a importância da unidade nas ações em defesa da vida, o ato contou também com a representação da ADunicamp e o DCE.

Nossa luta é por:

1-Contratação imediata nos hospitais;

2-Reajuste de 20%, a partir de janeiro/22;

3-Pagamento de insalubridade grau máximo para todos da Saúde;

4- Equipamentos de Proteção Individual de qualidade para todos;

5-Cumprimento e transparência dos protocolos de segurança da Universidade;

6-Melhores condições de trabalho para os trabalhadores da Saúde;

7-Retorno ao trabalho remoto.

ASSESSORES DA REITORIA RECEBEM CATEGORIA

Durante a Paralisação, uma Comissão de Trabalhadores – formada por representantes do Conselho de Representantes do STU, diretores sindicais e trabalhadores da base – foi recebida pela Chefe de Gabinete Adjunta, Profa. Dra. Adriana Nunes Ferreira, que ouviu as demandas da categoria.

Aproveitamos para protocolar ofício cobrando, mais uma vez, resposta para as demandas apresentadas e uma reunião urgente para tratar de cada item.

Centenas de trabalhadores da Saúde estão afastados e outros tantos não aguentam mais tanta pressão da jornada de trabalho.

Não dá mais para arriscar nossas vidas e receber zero de reajuste salarial.

TRABALHADORES COBRAM COMPROMISSO E ASSESSOR DA REITORIA GARANTE AGILIZAR INSALUBRIDADE E SALA DE DESCANSO NO CAISM

Ontem à tarde (10), a Comissão de Trabalhadores, desta vez reduzida, se reuniu com o Chefe de Gabinete da Reitoria, Prof. Dr. Paulo Cesar Montagner.

A comissão, formada por representantes do Conselho de Representantes do STU, diretores sindicais e trabalhadores da base, aproveitou para reafirmar as reivindicações salariais e da Área da Saúde.

Durante a reunião o assessor Montagner se comprometeu em encaminhar pessoalmente três frentes importantes para os trabalhadores da Saúde: o pagamento da insalubridade, a sala de descanso no CAISM e as formações técnicas pela Educorp.


REAJUSTE SALARIAL

Os trabalhadores explicaram que o reajuste confirmado pelo governador Doria demonstra que a arrecadação está crescendo, mas a medida não contempla a Unicamp por conta da autonomia financeira que institui que o reitor deve implementar o reajuste que quiser.

Na reunião ficou evidente que a Unicamp tenta confundir a categoria ao anunciar que nossos 20%, partir de janeiro/2022, serão discutidos na data-base 2022, já que Doria anunciou reajuste para os trabalhadores estaduais.

A Comissão de Trabalhadores explicou que esses 20%, a partir de janeiro deste ano, foi reivindicado pelo Fórum das Seis em dezembro do ano passado e diz respeito à Campanha Salarial 2021. Não tem nada a ver com a data-base de 2022 que ainda não foi iniciada.

INSALUBRIDADE GRAU MÁXIMO PARA TODOS

Montagner reconhece o direito ao pagamento e que existe uma situação diferente no HC, que está pagando insalubridade, e no CAISM, onde não foi garantido o direito.

Ele ficou de conversar com os setores responsáveis e se empenhar para que essa questão seja resolvida o mais rápido possível.

SALA DE DESCANSO NO CAISM

O assessor se prontificou a fazer reuniões com os gestores do CAISM e agilizar a implementação de um local de descanso para os trabalhadores.

EDUCORP

Devido aos inúmeros problemas de relacionamento entre chefia e funcionário, os trabalhadores entendem ser necessário que a Unicamp ofereça uma formação para gestores em relação às questões administrativas e técnicas que envolvem o ambiente de trabalho.

O sindicato informou que o COREN (Conselho Regional de Enfermagem) já sinalizou interesse na parceria com a Educorp, quando se reuniu com diretores do STU e CR no final do ano passado.

O professor reconhece que “formar pessoas é a missão da Unicamp” e concordou que a parceria é benéfica e que a demanda precisa ser resolvida rapidamente.

O diálogo o chefe de gabinete foi importante para cobrar pautas que se arrastam há anos na Área da Saúde. A categoria espera que desta vez a reitoria cumpra a sua parte e resolva de uma vez por todas essas questões.

Confira a seguir algumas fotos do dia do BASTA, em 10 de fevereiro:

porStéphane Powaczuk

Seis fatos para você saber o CAOS que se tornou a saúde

  • Reajuste salarial de 20%, a partir de janeiro/22;
  • Pagamento de insalubridade grau máximo para todos da Saúde;
  • Contratação imediata nos hospitais;
  • EPI’sdequalidade para todos;
  • Pagamento integral do transporte fretado;
  • Cumprimento e transparência nos protocolos;
  • Melhoria nas condições de trabalho.

Não dá mais para aguentar o reitor seguir a cartilha do Doria de sucateamento do serviço público e desvalorização do servidor.

A sociedade precisa saber das condições precárias dos hospitais, por isso, nossa última assembleia autorizou a assessoria jurídica do STU apresentar queixa no Ministério Público do Trabalho solicitando intermediação.

No dia 10, data da paralisação, vamos dar um recado certeiro ao Tom Zé: se não houver solução não resta alternativa a não ser uma greve da Área da Saúde.

Estamos exaustos, adoecendo e com salários defasados: chega de enrolação!

Você sabia que na área da saúde temos:

Trabalhadores: 3mil

Afastamento: 561 (Em janeiro/22)

Lotação do pronto-socorro: 150% de capacidade

Enfermagem: 122 afastados

Funcionários concursados afastados: 381

Enfermarias e UTIs: 100% lotadas

Leitos dedicados à covid-19 em Campinas: 460

porStéphane Powaczuk

A sociedade precisa saber o que acontece nos hospitais da Unicamp

Nossa Paralisação com Ato, dia 10/02, vai denunciar também o estrangulamento do serviço e as condições de trabalho desgastantes na Área da Saúde.

O CECOM não dá conta de atender tantos funcionários doentes, mas o reitor Tom Zero mantém a sua postura negacionista ignorando a situação.

A falta de trabalhadoresnos hospitais e a demora na reposição são naturais, o que já não deveria ser. Mas na pandemia aumentou o número de afastamentos por adoecimento reduzindo ainda mais o quadro de funcionários que atendem a população.

A sobrecarga de trabalho na Saúde é visível: aumentou o número de horas extras colocando os funcionários em perigo por conta da exaustão física, mental e emocional a que estão submetidos.

A situação está tão insustentável que os trabalhadores da Saúde pagam pra trabalhar, já que precisam arcar com o custo do fretado e muitas vezes levar EPI’s para o trabalho.

Tanto no HC, quanto no CAISM, faltam isonomia no pagamento de insalubridade, pois alguns funcionários recebem e outros não.

porStéphane Powaczuk

REITOR COLOCA TRABALHADORES EM PERIGO

STU fez uma reunião com o Reitor Tom Zé, e ficou entendido que não será retomado o trabalho remoto. A avaliação dele é que a universidade precisa voltar a normalidade e as pessoas se acostumarem a conviver com as variantes da pandemia.

As unidades não têm instalações adequadas para retornarem as aulas, e a CIPA já indicou isso através de uma pesquisa realizada no campus.

Além disso, a Área da Saúde vive um completo caos, com elevado número de trabalhadores afastados por contaminação e muita sobrecarga de trabalho.

Venha para a Paralisação dia 10 pressionar a reitoria a desistir de manter o trabalho presencial e garantir melhores condições de vida para os profissionais da Saúde.

porStéphane Powaczuk

CATEGORIA DECRETA ESTADO DE GREVE

Unificação das Lutas rumo à Greve Sanitária para Unificação das lutas pelos 20%

Dia 10 tem Paralisação com Ato para dar um basta ao descaso e desrespeito do reitor Tom Zé.

A inflação acumulada chegou aos 77,46% e a arrecadação de São Paulo cresceu mais de 80%. Prova de que dinheiro tem!

Não dá mais pra carregar os custos da Universidade nas costas, é nosso direito a reposição inflacionária: 20% já, a partir de janeiro/22.

Nossa última assembleia (27/01) decretou Estado de Greve e a realização de uma Paralisação para cobrar reajuste, retorno ao trabalho remoto e melhores condições para os trabalhadores da Área da Saúde.

Dia 10/02 vamos em frente à reitoria denunciar a postura autoritária e negacionista do reitor Tom Zé.

O Fórum das Seis decidiu que sem negociação efetiva do reajuste, não vamos iniciar o semestre letivo em março e apontou a possibilidade de indicar greve. Mas a nossa assembleia defendeu a antecipação da greve ainda em fevereiro para atrasar o calendário de aulas e forçar os reitores a negociarem os 20%.

Em unidade com a Fasubra vamos integrar as jornadas de luta com mobilizaçõespela valorização do servidor e pressionar o Tom Zero a discutir a pauta dos trabalhadores.

Queremos negociar a pauta salarial e cobrar insalubridade grau máximo, contratações e garantia de fretado integral para os trabalhadores da Área da Saúde.

DIA 10 É DIA DO BASTA!

A Paralisação com Ato, dia 10/02, será híbrida para que todos possam participar. A concentração será às 9h, em frente à reitoria.

Recomendamos que somente os vacinados com a segunda dose e que não estejam com gripe ou Covid-19, sejam sintomas ou comprovação de quadro, participem da mobilização presencial.

Venha se somar a nossa mobilização e vamos lutar juntos pelos nossos direitos.

porStéphane Powaczuk

STU lamenta falecimento de trabalhador e dá suporte a família de terceirizado da Unicamp

O jurídico do STU, juntamente com os Diretores do sindicato se solidarizaram com a situação do trabalhador Luiz Carlos Pereira, que foi contratado pela empresa RP Engenharia Industrial LTDA, terceirizada da Unicamp, para exercer a função de encanador e em 14 de maio de 2019, e foi demitido por justa causa.

As fundamentações da decisão foram em alegações inverídicas, o que privou o trabalhador de receber suas verbas rescisórias.

O sistema jurídico do STU apresentou reclamação Trabalhista em tramite na Justiça do Trabalho de Campinas/SP, pleiteando a reversão da justa causa.

Após todos os trâmites legais, o juízo julgou procedente os pedidos em prol do trabalhador, concedendo todos os pedidos realizados pela assessoria jurídica do STU, revertendo a decisão por justa causa.

Infelizmente no dia 02 de fevereiro, de 2022, foi recebida a triste notícia de que o trabalhador Luiz Carlos Pereira veio a falecer.

A coordenação do STU lamenta o ocorrido com o trabalhador e informa que continuará dando toda assistência aos familiares do trabalhador, bem como a continuidade ao processo em trâmite e que todos os valores devidos ao trabalhador falecido, serão encaminhados diretamente a seus herdeiros.

porStéphane Powaczuk

Tom Zero, vai se responsabilizar pelas vítimas de COVID-19 na Unicamp?

A Coordenação do STU exige condições de trabalho seguras para vida dos trabalhadores/as da Unicamp!

Amanhã, 04 de fevereiro, o STU vai realizar uma live pelo Youtube, às 13h com a Coordenadora de Seguridade Social da FASUBRA, Lucimara da Silva da Cruz, e com a Secretária Geral do Sinteps – Sindicato dos Trabalhadores do Centro Paula Souza – CEETEPS, Neusa Santana Alves para falar sobre experiências de Greve Sanitária.

As condições de trabalho na Unicamp estão péssimas, e a categoria tem se arriscado e se contaminado muito mais ao estar realizando trabalho 100% presencial na Universidade. Isso não pode continuar assim!

Vamos conversar e dialogar nesta live para entender como funciona uma greve sanitária. O movimento reivindica o retorno ao trabalho remoto urgentemente para todos/as!

Venha participar online conosco pelo youtube ou facebook, aproveite para interagir através de perguntas nos comentários e lembre-se de compartilhar a live para que mais pessoas sejam alcançadas e fortaleçam a nossa luta pela vida dos trabalhadores e trabalhadoras.

O que? Live do STU sobre Experiências de Greve Sanitária.

Quando? Amanhã (04/02)

Onde? Pelo Youtube do STU

Que horas? Às 13h

Participe. Faça suas perguntas e compartilhe com seus colegas de trabalho

porStéphane Powaczuk

Cadê nossos 20% de reajuste?

No dia 28 de janeiro aconteceu uma live pelo facebook do STU com os Coordenadores Gerais do sindicato, Antonio Alves Neto, e José Luís Pio Romera, que trouxe mais uma vez à tona a pergunta que os trabalhadores querem saber: quando vamos receber os 20% de reajuste salarial?      

Os reitores têm recurso para ajustar o salário, mas está falando sensibilidade e ação. O cenário é muito ruim, com denúncias de trabalhadores que não conseguem pegar ônibus para trabalhar por causa da situação que estão enfrentando.

Nós sabemos que há condições de dar reajuste e queremos os 20% já! Também foi comentado na live que a última assembleia foi uma das maiores que o STU realizou no último período, buscando a unidade junto com o Fórum das Seis.

A categoria não aguenta mais esse desrespeito que a reitoria está tratando os trabalhadores, principalmente a área da saúde hospitalar, que está na linha de frente ao combate à COVID-19 na Unicamp.

Outra decisão do STU foi realizar uma sucessão de reuniões de unidade que vão começar em breve. O sindicato está constantemente tentando diálogo com a reitoria, mas pela falta de resposta até o momento podemos entender que o negacionismo e o descaso estão pairando pela administração da Unicamp.          

Não há motivo para as reitorias deixarem de dar reajuste salarial, já foi provado e comprovado que a Unicamp arrecadou muito dinheiro durante a pandemia.

Para assistir a live completa clique aqui.

porStéphane Powaczuk

Se não MOBILIZAR, Tom Zé vai ZERAR!

Na próxima sexta-feira, 28, o STU vai realizar uma live, às 13h com o Coordenador Geral da Fasubra e Diretor do STU, Antonio Alves Neto, o Toninho, e o Coordenador Geral do STU José Luis Pio Romera para falar sobre os encaminhamentos da assembleia do STU (em 27/01), Campanha Salarial e a importância da mobilização unificada para arrancar a reposição salarial.

Venha participar online conosco, aproveite para interagir através de perguntas nos comentários e lembre-se de compartilhar a live no seu facebook para que mais pessoas sejam alcançadas e fortaleçam a nossa luta pela vida dos trabalhadores e trabalhadoras.

O que? Live do STU sobre mobilização para reposição salarial

Quando? Dia 28/01/22

Onde? Pelo Facebook do STU

Que horas? Às 13h

Participe. Faça suas perguntas e compartilhe com seus colegas de trabalho