Categoria Fórum das Seis

porFernanda de Freitas

Reunião da Frente Parlamentar em Defesa das Universidade Públicas

Na próxima quarta-feira (30), às 10h, no Plenário Dom Pedro I da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, acontece mais uma reunião da Frente Parlamentar em Defesa das Universidade Públicas no Estado de São Paulo.

A intenção é atualizar o plano de trabalho para este segundo semestre e discutir as ações de defesa das Universidades Públicas Paulitas.

A atividade é aberta à toda comunidade universitária. 

 

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Boletim do Fórum das Seis – 6 de julho de 2017

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis, de 6 de julho de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/07/Boletim-do-Forum-6-7-2017.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim do Fórum das Seis – 03/07/17

Baixe aqui Boletim do do Fórum das Seis de 03 de julho de 2017. [gviewer file=”
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porFernanda de Freitas

Assembleia aprova paralisação contra o ZERO% de reajuste

No centro da nossa luta também estão a paralisação em defesa das cotas raciais, a construção de uma grande mobilização nas unidades para derrubar o ZERO% e as reformas, além da luta pelo Fora Temer e as Diretas Já!

Nesta segunda-feira (22) os trabalhadores aprovaram em Assembleia Geral o calendário de lutas apontado pelo Fórum das Seis para pressionar os reitores que na mesa de negociação apresentaram a “proposta” de ZERO% de reajuste. Reivindicamos 9,6% de reajuste, correspondente a 3,25% da inflação do período (maio/2016 a abril/2017), mais 6,3% de diferença da inflação não paga na data-base de 2016.

Diante dessa “proposta” absurda nossa assembleia aprovou a construção de uma Campanha Salarial forte e unificada que inclui a paralisação com ato no dia 5 de junho, com caravana a São Paulo para acompanhar a próxima rodada de negociação, conforme indicativo do Fórum das Seis.

Os trabalhadores avaliaram que é preciso unificar nossa luta relacionada à data-base com as estratégias de resistência às Reformas Trabalhista e Previdenciária e, principalmente, contra a Lei da Terceirização, que prejudicará de forma significativa a vida dos professores e funcionários e da juventude.

Para que isso aconteça foi deliberado que a diretoria do sindicato em conjunto com o CR (Conselho de Representantes) organizará reuniões de unidades para intensificar nossa mobilização contra o ZERO% e as reformas.

 

Marcha em Brasília

Sobre o #OcupaBrasilia a assembleia indicou a importância da participação nos atos convocado pelas Centrais Sindicais e as Frente Povo Sem Medo e Brasil Popular, referendadas também pela Fasubra e Fórum das Seis. Aa assembleia deliberou que o STU organize caravanas e tome todas as medidas necessárias para garantir que não haja punição aos funcionários que participarão dos atos.

 

Nova rodada de assembleia

Dia 6 de junho tem mais uma Assembleia Geral para avaliar o resultado da reunião de negociação entre o Fórum das Seis e Cruesp.

Sem dúvida, oferecer ZERO% de reajuste é a maneira que os reitores encontraram de jogar a conta da crise nas costas dos trabalhadores. Por isso é importante a participação do maior número de trabalhadores:  não vamos pagar essa conta criada pelos reitores!

 

Queremos Cotas Raciais

A assembleia também apontou paralisação para a próxima terça-feira (30), data prevista para votação no Consu da proposta de implementação das cotas raciais na graduação.

Esse dia será único, principalmente depois das últimas lutas travadas pelos estudantes na greve de 2016 que arrancou três audiências públicas sobre o tema e conseguiu aprovar nas Congregações, entre elas IFCH e FE, cotas raciais na pós-graduação.  

No atual contexto político de retirada de direitos da classe trabalhadora, a aprovação dessa medida atenderá as reivindicações históricas do movimento negro e do STU que sempre lutou por cotas na graduação, pós-graduação e nos concursos públicos.

É hora de somar forças com os estudantes para garantir a aprovação dessa pauta importante que amplia significativamente as políticas de inclusão social dentro da Universidade.

Confira e participe do evento “Festival/Ato pelas Cotas na Unicamp” convocado pela Frente Pró-Cotas da Unicamp e o Núcleo de Consciência Negra da Unicamp, no Facebook em https://www.facebook.com/events/505210786500559/?active_tab=about

 

Moção pela Greve Geral de 48 horas

A assembleia também aprovou moção em defesa da “Greve Geral de 48 horas pela derrubada de Temer e contra as Reformas da Previdência e Trabalhista”.

O documento avalia que com o sucesso da Greve Geral (28/04), que parou diversos setores produtivos do país e do Ocupa Brasília (24/05), que levou milhares de trabalhadores a lutar pelo Fora Temer e Diretas Já, o movimento de defesa dos direitos trabalhistas e sociais tende a crescer. Por isso, a moção apela para que as centrais avaliem a construção de uma Greve Geral de 48 horas e uma jornada de atos unificados, que possam colocar milhões nas ruas para barrar esses ataques e mostrar ao Congresso Nacional que a força da classe operária, os trabalhadores e os setores populares, que é quem produz tudo que existe e faz esse país funcionar.

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Após Cruesp apresentar reajuste zero Fórum das Seis convoca atos com paralisação dia 5/6

Data do ato/paralisação será a próxima reunião entre reitores da Unicamp, USP e Unesp e entidades representativas da categoria para debater a pauta unificada da campanha salarial

Aconteceu nesta quarta-feira (18) a segunda reunião entre o Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp) e as entidades que compõem o Fórum das Seis para discutir a pauta unificada da campanha salarial deste ano. Na reunião anterior os reitores tinham se comprometido a apresentar uma proposta de reposição das perdas inflacionárias. No entanto, chegaram à rodada de negociação com a inaceitável “oferta” de reajuste zero, embora os dados da arrecadação do ICMS efetivada até o dia 8 de maio deem conta de um crescimento de 9,40% na arrecadação no mês de abril.

Diante da postura dos reitores, a coordenação do Fórum das Seis se reuniu e decidiu convocar um dia de atos com paralisação e caravana até a sede do Cruesp, na capital paulista, para o próximo dia 5 de junho, quando está marcada a próxima reunião de negociação.

É fundamental a participação da categoria nesta data para reafirmar que os trabalhadores não vão pagar a conta da crise. A crise de subfinanciamento das universidades paulistas é responsabilidade do governo do Estado, que congelou há 22 anos o repasse do ICMS em 9,57%. Também é culpa das reitorias, que não se pronunciam sobre o descumprimento de acordos por parte do governo tucano – como no caso da promessa de aumento do repasse à Unicamp em 0,05% do orçamento como contrapartida à construção do campus de Limeira – e a retirada da base de cálculo de alíquotas como Habitação, Taxas e Multas entre outras. Essa manobra orçamentária desviou dos cofres da Unicamp, USP e Unesp R$ 1 bilhão nos últimos três anos.

É hora de intensificar a mobilização para arrancar conquistas.

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Boletim do Fórum das Seis de 16 de maio de 2017

Baixe aqui Boletim do do Fórum das Seis de 16 de maio de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Boletim-do-Forum-16-5-2017.pdf” language=”pt_BR”]

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Técnicos do Cruesp recebem Fórum das Seis segunda e quarta tem negociação

A primeira reunião das entidades do Fórum das Seis com o Conselho de Reitores (Cruesp), ocorrida nesta quinta-feira (11) em São Paulo, resultou no agendamento de uma nova reunião. Desta vez com os técnicos do Cruesp, segunda (dia 15) às 10h, os representantes do Fórum vão debater a realidade orçamentária da Unicamp, USP e Unesp. Na quarta (17) ficou agendada nova reunião de negociação. Ontem as reitorias sequer apresentaram proposta de índice de reposição das perdas.
O detalhamento da reunião de negociação será apresentado na assembleia geral de hoje, às 12 horas, no Ciclo Básico.
Participe!
 
 
 
 
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Boletim do Fórum das Seis e Pauta Unificada 2017

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis, de 7 de abril de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/04/Boletim-do-Forum-7-4-2017.pdf” language=”pt_BR”]

Baixe aqui a Pauta Unificada do Fórum das Seis 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/04/Pauta-Unificada-2017-Forum-das-Seis.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim do Fórum das Seis – 6/3/17

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis de 6 de março de 2017.

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Boletim do Fórum das Seis – 01/03/2017

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis de 1 de março de 2017.

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porFernanda de Freitas

Boletim do Fórum das Seis – 15/02/17

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis de 15 de Fevereiro de 2017.

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Em defesa da UERJ

O Fórum das Seis, que congrega as entidades sindicais e estudantis da Unesp, Unicamp, USP e do Centro Paula Souza (Ceeteps), constata que a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) está nesse momento sob intenso ataque por parte do governo estadual, sob o patrocínio explícito do governo federal.

Trata-se de uma situação limite que, se perdurar, corre-se o risco de nada restar do imenso patrimônio cultural, educacional, científico e artístico construído por todos os trabalhadores docentes e técnico-administrativos, além de milhares de estudantes que passaram por essa instituição, e que fizeram e fazem dela o que é hoje: uma universidade com ensino de excelência, produção relevante e socialmente referenciada de conhecimento e pensamento crítico, que presta indispensáveis serviços à população do estado do Rio de Janeiro e brasileira.

Ao que tudo indica, a tentativa de destruição da UERJ insere-se num plano mais audacioso a ser estendido a todas as universidades estaduais do país.

Compreendendo, portanto, que a defesa da UERJ confunde-se com a defesa de todas as universidades públicas estaduais, protestamos veementemente contra as ações e omissões do governo do estado do Rio de Janeiro que, em parceria com o governo federal, explicitam um enorme descaso para com o ensino superior público de qualidade e colocam em risco de morte uma instituição tão cara e necessária ao povo fluminense e brasileiro.

São Paulo, 31 de janeiro de 2016
Fórum das Seis

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STU participa de ato em defesa do Sintusp e das creches da USP

Acontece hoje (26) a audiência no Ministério Público do Trabalho para debater a situação do Sintusp. O STU e a Fasubra estão acompanhando o processo de mobilização contra o despejo do sindicato e em defesa das lutas dos trabalhadores daquela Universidade.

Na última quinta-feira (19), centenas de pessoas, entre trabalhadores, intelectuais, parlamentares, membros de entidades sindicais, movimentos sociais e estudantis participaram do ato em defesa do Sintusp, do direito de organização sindical dos trabalhadores, das liberdades democráticas e contra o fechamento das creches na USP.

Após o ato, um cortejo com participação de educadoras das creches, mães, famílias e crianças em defesa da educação infantil e contra o anúncio do fechamento da Creche Oeste caminhou pela Universidade.

Ficou claro em todas as intervenções que o despejo do Sintusp é um ataque da Reitoria às liberdades democráticas e à organização dos trabalhadores. Como já apontado anteriormente em nota do STU, a gestão de Marco Antônio Zago além de querer impedir a mobilização e organização entre os trabalhadores, através da abertura de diversos processos administrativos, judiciais e inquéritos policiais contra muitos membros da diretoria do Sintusp e sua militância, também está realizando claro desmonte daquela Universidade. O fechamento de creches e restaurantes, a tentativa de desvinculação dos hospitais universitários (HU e HRAC), além da demissão de cerca de 3.500 trabalhadores – sendo 3.000 através do Plano de Incentivo à Demissão Incentivada – sem nenhuma reposição do quadro e cortes de verbas para ensino e pesquisa são as primeiras medidas desse projeto.

O STU, que defende o direito de organização sindical e a construção de uma universidade democrática com garantia de acesso para todas e todos, reforça essa luta. #SintuspFica!

Fonte: Boletim STU 003/2017

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Boletim do Fórum das Seis – 11/01/2017

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis de 11 de Janeiro de 2017.

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Boletim do Fórum das Seis de 7 de novembro

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis, de 7 de novembro 2016.

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porFernanda de Freitas

Boletim do Fórum das Seis – 08/10/16

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis de 8 de Outubro de 2016.

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porFernanda de Freitas

Frente parlamentar debate o caráter público do ensino superior

A Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Públicas no Estado de São Paulo realiza no próximo dia 18 de outubro, a partir das 9 horas, o debate sobre “O caráter público do ensino superior e tecnológico: modelos, financiamento e permanência estudantil”.

A discussão se faz necessária especialmente neste momento em que uma série de medidas de ajuste fiscal, tanto no âmbito federal como estadual, estão em curso de implementação e terão impacto direto na política educacional, com risco de redução do orçamento para a educação, assim como em outras áreas sociais.

O evento de caráter suprapartidário ocorre no Auditório Franco Montoro da Assembleia Legislativa e conta ainda com a colaboração das universidades federais, estaduais e municipais que atuam no Estado, instituições de ensino técnico e de aprimoramento profissional, além de associações e entidades de representação docente, de outras categorias de trabalhadores da educação, estudantil e da sociedade em geral.

Segundo o coordenador da Frente Parlamentar, deputado Carlos Neder (PT), o que está em discussão é justamente o modelo público de ensino superior. “Com a justificativa da crise econômica, temos severos ajustes fiscais em curso. No entanto, houve em período recente uma expansão do ensino superior público e tecnológico, federal ou estadual, e não há garantia de que o orçamento disponível seja condizente com esse crescimento, ou mesmo com a própria manutenção da qualidade da educação pública e da assistência estudantil”, ressalta Neder.

De acordo com estudo do Fórum das Seis, entre 1995 e 2015 houve uma expansão de 85% dos alunos de graduação matriculados nas três universidades paulistas e 100% de alunos de pós-graduação. Já em análise realizada pelo Ministério da Educação (MEC), entre 2003 e 2011 ocorreu um crescimento de aproximadamente 111% somente na oferta de vagas nos cursos de graduação presencial nas instituições federais de ensino superior.

Para o assessor da chefia de gabinete da reitoria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Javier Amadeo, que participou de reunião organizativa da Frente Parlamentar é preciso que o governo federal torne explícito o seu projeto para educação, e especificamente para o ensino superior. “A única política conhecida até agora para a educação pública é o corte orçamentário, mesmo assim sem definição de prioridades, perfil ou qual a visão do MEC sobre o ensino superior público e o seu futuro”, destaca Amadeo.

É nesse contexto que se insere a discussão que será realizada nessa audiência pública promovida pela Frente. “As propostas que tramitam no Congresso Nacional, como o PLDO e a PEC 241, e o envio dos projetos de leis orçamentárias para o ano de 2017, em âmbito federal, estadual e municipal, exigem que façamos esse debate com urgência e ampla participação”, destaca o deputado Carlos Neder.

A ideia é somar esforços de gestores, parlamentares e candidatos recém-eleitos em defesa das instituições públicas de ensino superior e técnico, pelo descontigenciamento de verbas orçamentárias no ano em curso e em defesa do que já foi conquistado e precisa ser ampliado no próximo ano em termos de recursos de investimento e custeio.

Em defesa da educação pública

A Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Públicas no Estado de São Paulo foi instalada na Assembleia Legislativa em abril de 2016 com o objetivo de discutir as principais questões que afligem gestores, professores, estudantes e trabalhadores do ensino público superior. Entre os temas já abordados pelo coletivo ou em discussão estão o financiamento das universidades e as responsabilidades dos governos, os programas de acesso e permanência estudantil, a atuação e gestão dos hospitais universitários, o avanço do capital privado no ensino superior e o papel do governo nesse incentivo, entre outros.

O STU é uma das entidades que compõe a Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Públicas no Estado de São Paulo.

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo fica na Av. Pedro Álvares Cabral, 201 – São Paulo/SP.

Fonte: Mandato do Deputado Carlos Neder

Cartaz18-10-A3

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TRT julga greve legal e manda USP pagar dias parados

Da mesma forma que em 2014, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT2) julgou a greve dos técnico-administrativos da USP “legal e não abusiva” em 2016. A sentença determina que a Reitoria da USP devolva os salários que foram cortados ilegalmente no transcorrer da greve dese ano. Foram atingidos pelos cortes cerca de 460 funcionários. A íntegra do acórdão está disponível no site do STU.
Fonte: Fórum das Seis

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Boletim do Fórum das Seis – 30/08/2016

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis, de 30 de agosto de 2016.

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Boletim do Fórum das Seis de 12/8/2016

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis, de 12 de agosto de 2016.

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