Categoria Comunicados

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Atividades hoje debatem financiamento e autoritarismo na Universidade

Às 14 horas, no CB, venha debater o financiamento das universidades estaduais paulistas com base na análise do Fórum das Seis sobre os dados orçamentários divulgados pelo Cruesp. Terça tem assembleia.

A greve conjunta nas universidades segue, e hoje é dia de reafirmar o posicionamento das categorias em luta contra o desrespeito do Cruesp aos trabalhadores da Unicamp, USP e Unesp.

Unicamp – Aqui na Universidade, o STU realiza um debate sobre o financiamento das universidades estaduais paulistas. Será discutida a análise do Fórum das Seis sobre os dados orçamentários que os reitores têm apresentado desde o início da greve, além das propostas do Fórum encaminhadas à Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento da Assembleia Legislativa e ao governador Geraldo Alckmin.

Na próxima terça acontece a assembleia geral.

USP – Os servidores em greve na Universidade de São Paulo realizam hoje um ‘trancaço’ contra os descontos salariais e as propostas do reitor Marco Antônio Zago de demissões incentivadas, cobrança de taxas e entrega dos hospitais universitários – que configuram a privatização aberta da maior instituição de ensino superior do país.

Unesp – O Sintunesp protocolou na segunda-feira (18) a contraproposta da categoria aos pontos oferecidos pela reitoria daquela Universidade. A Unesp apresentou aos trabalhadores uma oferta de abono de 21% e acréscimo de R$ 250,00 no vale alimentação. As medidas foram, de acordo com o sindicato, “amplamente rejeitada nas assembleias”.

Os servidores cobram: reajuste de 7,5% retroativo a maio; abono de R$ 2 mil para todos os trabalhadores (docentes e técnicos); reajuste de R$ 250,00 no vale alimentação; duas referências de 5% cada em continuidade ao processo de retomada da isonomia com a USP e mais uma referência (aprovada pelo Conselho Universitário daquela Universidade em 2013) sobre o salário de agosto; e vale refeição de R$ 29,00/dia.

O Sintunesp informa ainda que a greve segue nos campi da Unesp de Araçatuba, Araraquara, Assis, Bauru, Botucatu, Franca, Guaratinguetá, Ilha Solteira, Jaboticabal, Marília, Presidente Prudente, Rosana, Rio Preto, Instituto de Artes/SP e Sorocaba. Em Rio Claro, assembleia realizada em 18/8 aprovou o retorno dos servidores à greve a partir de 25/8.

A greve continua e hoje é dia de dizer ‘NÃO AO DESRESPEITO!’ Os trabalhadores querem reunião de negociação e garantia dos direitos e conquistas.

 

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Campanha e debate querem revogar honoris causa a Jarbas Passarinho

A manutenção do título de doutor Honoris Causa ao ex-ministro da Educação no governo do general Médici, Jarbas Passarinho, decidida por um voto no Conselho Universitário do último dia 5, vem causando indignação em todo o país. O médico e professor aposentado Bernardo Boris Vargaftig renunciou ao mesmo título que recebera em 1991 em repúdio à decisão do Consu.

 

Passarinho foi titulado em 1973, no que sempre foi considerado uma premiação pelos serviços prestados à ditadura – entre eles a assinatura do AI-5 (o mais draconiano ato daquele regime) e a perseguição a estudantes enquanto ministro.

 

Contra a decisão, o CACH realiza nesta quarta-feira (20), às 18 horas, no auditório do IFCH o debate “Jarbas Passarinho e as heranças da ditadura na Universidade”. À mesa, os professores Vargaftig e Caio Navarro Toledo e o servidor aposentado Mário Martins.

 

Uma campanha na internet, que pode ser acessada aqui, também pede a revogação do título ao coronel reformado.

 

O coletivo Socializando Saberes transmitirá o debate ao vivo pelo link http://socializandosaberes.net.br/

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Boletim 079/2014

Baixe aqui o Boletim 079/2014, de 20 de Agosto de 2014.

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Comando debate hoje impasse na negociação

Em reunião com trabalhadores, reitor recusou contraproposta da categoria e afirmou que negociação só em outubro * Unidades devem discutir posicionamento dos trabalhadores e organizar participação na reunião do comando de greve, às 14 horas no Ciclo Básico.

 

Depois de muita pressão, o reitor Tadeu se reuniu com representantes do STU e do comando de greve no dia de ontem. Logo no início do debate, os trabalhadores explicitaram que a contraproposta apresentada pela categoria como resolução da assembleia geral do último dia 8 visa recompor efetivamente os compromissos com a segunda fase da isonomia, não se configurando uma “recusa” ao que abono e referência no piso da carreira apresentado pela reitoria, como a administração da Unicamp dera a entender em declarações à mídia. Os servidores explicaram ainda que o índice de 21% para os funcionários a título de abono foi pago aos docentes e os funcionários já aprovovaram também a extensão do abono a todos servidores da ativa e aposentados.

 

O reitor, no entanto, reafirmou que a Universidade não se dispõe a rediscutir a proposta de negociação antes de outubro, quando disse ainda haver uma “esperança” de que seja possível à USP conceder o reajuste devido desde a data-base (1º de maio). De acordo com o reitor, só se a USP concordar com a reposição das perdas salariais o Cruesp se disporá a rever o índíce salarial.

 

ISONOMIA – Ainda segundo Tadeu, a segunda etapa da isonomia será ajustada à realidade orçamentária, o que significa retroceder no calendário da proposta que a reitoria apresentou em comunicado de julho de 2013, que assegurava três referências para os que estivessem abaixo do piso da USP e mais uma no processo de avaliação. A reitoria falou do seu “compromisso programático”, mas não fixou calendário, remetendo a discussão para outubro.

 

Desrespeito – Para a categoria, ficou evidente que se mantém uma situação de desrespeito aos trabalhadores e uma tentativa dos reitores de empurrar para as costas dos técnico-administrativos a responsabilidade pela suposta crise nas universidades.

 

Enquanto isso, os supersalários pagos a dirigentes e alguns gestores da alta administração seguem em vigor, embora por diversas vezes questionados pelo Tribunal de Contas do Estado.

 

É inaceitável a possibilidade de que o reajuste simplesmente não ocorra, como se não fosse um direito dos trabalhadores previsto em lei.

 

mobilização – Enquanto acontecia a reunião com a comissão, os trabalhadores ficaram do lado de fora em vigília aguardando o resultado das discussões. No ato, os trabalhadores chamaram atenção para o fato de que o crescimento da Universidade tem a ver com a dedicação dos servidores.

 

COMANDO – Ao final da discussão, Tadeu se comprometeu a marcar nova reunião com a categoria após a próxima assembleia.

 

A reunião do comando de greve de hoje deve decidir a data da próxima assembleia geral. Por isso, é muito importante que as unidades se reúnam e discutam, diante do não avanço das negociações, a organização das atividades dos próximos dias e encaminhamentos a serem discutidos no comando de greve que terá início hoje às 14 horas, no CB.

 

DEdIC – As trabalhadoras do Sistema de Educação Infantil também realizaram ontem uma vigília em frente à DGRH cobrando o agendamento de uma reunião com a coordenadora do órgão para discutir a pauta específica do segmento. O encontro ficou marcado para hoje, às 9h30, e o reitor prometeu enviar alguém de seu gabinete para acompanhar.

 

Reivindicações dos trabalhadores:

 

– Abono (21% sobre os salários, já descontado o imposto de renda)

 

– 1 referência para todos os servidores, fora do processo de isonomia

 

– Efetivação da segunda etapa do processo de isonomia (três referências para todos os pisos, conforme compromisso assumido pelo reitor em julho/2013)

 

– Vale-refeição

 

– Definição do calendário de discussão do restante da pauta específica, incluindo as reivindicações da DEdIC

 

Proposta da Reitoria

 

– Abono 21% incluso os aposentados;

 

– Uma referência nos pisos;

 

– Definição de um calendário de discussão da Pauta Específica somente depois de outubro, incluindo as reivindicações da DEdIC.

 

Repúdio à substituição de grevistas

 

O Comando de greve da Unicamp repudia qualquer ação que infrinja o direito de greve do funcionário, desconsiderando sua legítima manifestação pacífica.

 

O parágrafo segundo do artigo 6º da Lei 7783/1989 estabelece textualmente que “é vedado às empresas adotar meios para constranger o empregado ao comparecimento ao trabalho, bem como capazes de frustrar a divulgação do movimento”. Mesmo para o funcionamento de serviços essenciais – que não é o caso de laboratórios de ensino – o acordo de funcionamento deve ser feito entre empregadores e empregados (e no caso da área de saúde da Unicamp os próprios trabalhadores vêm assegurando o atendimento essencial).

 

Constitui ato ilícito e violação do direito de greve a realocação de funcionários para desempenhar funções que deixaram de ser exercidas em decorrência da greve, cabendo denúncia junto ao Ministério Público quando houver indícios da prática do delito.

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Boletim 078/2014

Baixe aqui o Boletim 078/2014, de 19 de Agosto de 2014.

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Participe da vigília durante a reunião com o reitor hoje, a partir das 9 horas

O reitor agendou reunião de negociação com o STU para hoje às 10 horas. O comando de greve insistiu na reunião, tendo enviado comunicado à reitoria para que essa negociação fosse realizada na última sexta-feira. Mas consideramos importante o agendamento nesse momento da greve, uma vez que a reitoria havia dito em ofício anterior que não havia possibilidade da reunião sem que a paralisação fosse suspensa.

 

Na negociação será discutida a contraproposta aprovada na assembleia do último dia 8, que contou com a participação de mais de 1.100 trabalhadores.

 

Os trabalhadores esperam que de fato avance uma negociação efetiva. Se a greve continua, a responsabilidade é do governo do Estado e do Cruesp.

 

Mobilização – A concentração de trabalhadores de todas as unidades em greve está marcada para 9 horas, no Ciclo Básico, de onde será realizada uma caminhada até à reitoria. Vamos construir um grande dia de mobilização para que as negociações avancem.

 

DEdIC – As trabalhadoras farão vigília na DGRH a partir das 7h30, para que a coordenadora do órgão agende reunião para discutir a pauta específica do segmento. E aproveitarão a oportunidade para dialogar com os trabalhadores da DGRH. A cobrança da pauta da DEdIC também será feita ao reitor, conforme deliberação do comando de greve.

 

Transmissão online – A reitoria informou também que providenciará a transmissão via web da reunião, condicionando a concordância do STU. Cabe ressaltar que o sindicato sempre reivindicou que as reuniões de negociação fossem transmitidas para garantir total transparência aos processos de negociação. E o comando de greve também já havia tomado decisão nesse sentido.

 

Comissão de negociação se reúne às 8h30 no STU

 

A comissão de negociação, formada por 14 membros indicados pelo comando de greve, se reúne às 8h30 para organizar a discussão com o reitor.

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Ato na sexta cobrou negociação

Na sexta-feira (15) os trabalhadores realizaram um ato-churrasco em frente à reitoria para cobrar avanços na reunião de hoje.

Uma educação de qualidade não se faz sem o trabalho dos servidores, que também dedicam suas vidas à construção de uma instituição de ensino de excelência. É uma vergonha que queiram jogar nas costas dos trabalhadores a culpa por uma suposta crise financeira nas universidades. Enquanto não houver negociação a categoria não vai baixar a cabeça!

Fórum das Seis seguirá cobrando respostas ao Governador e aos deputados

Vence no próximo dia 29 o prazo solicitado pelo governador Geraldo Alckmin aos representantes do Fórum das Seis recebidos na quinta-feira (14) no Palácio dos Bandeirantes, para responder aos questionamentos feitos pelas categorias.

Além de apresentar ao governador as mesmas propostas discutidas com a Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento da Assembleia Legislativa no dia 13, as categorias cobraram: dados sobre o crescimento dos quadros de pessoal das universidades entre 1995 e 2013; resposta ao ofício Cruesp nº 22/2005, de 29 de julho de 2005, que expunha ao governador do Estado na época, o próprio Geraldo Alckmin, “a necessidade de recursos para continuidade e manutenção das ações [expansionistas] até aqui implementadas” pelas três universidades; cumprimento do acordo firmado entre o governador e a Unicamp em dezembro de 2005, que previa elevar os repasses da instituição em 0,05% para garantir a implementação do campus de Limeira; acréscimo orçamentário para a USP implantar o campus de Lorena (ofício GS. SCTDE nº 1707/2005); e resposta à carta enviada pelo Fórum das Seis aos deputados relatando a expansão das universidades e os recursos necessários.

Diante da fala do presidente da CFOP/Alesp, deputado Mauro Bragatto, que deixou evidente que os reitores não têm pressionado o Estado por mais recursos para a educação superior paulista, se fazem mais necessárias as respostas do governador. E o Fórum das Seis seguirá cobrando.

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Boletim 077/2014

Baixe aqui o Boletim 077/2014, de 18 de Agosto de 2014.

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Ato em São Paulo cobrou a Alckmin respeito e mais verbas para as universidades

Em mais um ato unitário, trabalhadores, estudantes e docentes da Unicamp, USP e Unesp deram seu recado ao governador Geraldo Alckmin na tarde de ontem: “Não tem arrego! A greve continua unida e forte!”. Centenas de pessoas enfrentaram o frio e quase duas horas de caminhada da Cidade Universitária até o Palácio dos Bandeirantes com muita disposição. O governador tenta se abster da responsabilidade sobre a greve nas universidades estaduais dizendo que os reitores têm autonomia para decidir o que fazer, mas o tucano não engana os servidores.

Os reitores são nomeados pelo chefe do Governo, que além de tudo deixou de repassar cerca de R$ 2 bilhões de reais para USP, Unicamp e Unesp nos últimos seis anos. Alckmin tem sim responsabilidade no sucateamento da educação paulista. E a comissão recebida pelo governador deixou isso claro e cobrou atendimento às propostas apresentadas também à Alesp (ver no verso).

Ontem o jornal ‘Folha de S. Paulo’ divulgou que o reitor da USP pensa em “solucionar a crise financeira” com um plano de demissões incentivadas, entrega de hospitais e redução de salários. Os trabalhadores não baixarão a cabeça para estas medidas arbitrárias e seguirão cobrando de Alckmin e do Cruesp mais verbas para as universidades paulistas; repasse do que é devido à USP, Unicamp e Unesp; respeito à data-base; reajuste salarial já e transparência na gestão! Essa é a verdadeira solução para a crise.

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Com reitores ausentes, Fórum das Seis apresenta soluções para as universidades a deputados

O STU esteve representado na reunião da Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento da Assembleia Legislativa de São Paulo, na última quarta-feira. Na oportunidade, o Fórum das Seis apresentou aos deputados presentes propostas imediatas e de médio prazo para as universidades. Os reitores não participaram da reunião, sendo que a presidente do Cruesp e reitora em exercício da Unesp, Marilza Rudge, numa manifestação entendida pelos trabalhadores como chacota, disse que não atenderia o convite dos parlamentares porque está “em férias”.

Como propostas de execução imediata, o Fórum reivindicou que os recursos das políticas estaduais de habitação não sejam mais descontados da base de cálculo do repasse do ICMS às universidades. Só neste ano, o fim dessa prática resultaria em mais R$ 59,72 milhões no caixa da educação superior paulista, conforme cálculos do Fórum. Além disso, as categorias propuseram um aporte emergencial de 0,7% da quota-parte do ICMS no início de outubro, o que garantiria “recursos da ordem de pouco mais que uma folha de pagamento dessas três universidades”, e a inclusão na próxima Lei Orçamentária Anual (LOA-2015) de liberações mensais adicionais de 0,7% da QPE do ICMS aos 9,57% já estabelecidos, calculados sobre a mesma base de cálculo corrente e excluído o desconto da Habitação.

Como medidas de médio e longo prazo, a inclusão na LDO a partir de 2016 do percentual mínimo de 33% da receita de impostos e transferências na manutenção e desenvolvimento do ensino público; e a fixação dos orçamentos das universidades no orçamento estadual com repasses mensais de, no mínimo, 10% da arrecadação do ICMS, mais 10% das transferências da União decorrentes de compensações pela desoneração do ICMS. Além do estabelecimento do teto salarial no Estado em 90,25% do subsídio de um ministro do Supremo Tribunal Federal (vencimento atual de um desembargador do Tribunal de Justiça paulista).

O documento apresentado aos deputados está disponível na página do STU na internet. O Fórum seguirá acompanhando o debate entre os deputados sobre as propostas.

 

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Boletim 076/2014

Baixe aqui o Boletim 076/2014, de 15 de Agosto de 2014.

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Hoje tem ato em São Paulo!

Trabalhadores, estudantes e professores se reúnem hoje em mais um ato unificado em São Paulo. Após 84 dias de greve, as categorias na Unicamp e nas outras universidades estaduais paulistas continuam em luta pelo reajuste salarial e demais reivindicações.

Os estudantes da Unicamp, que ontem em assembleia organizada pelo DCE decidiram continuar em greve, mesmo com a suspensão da paralisação dos alunos da FE, também vão participar do ato.

O ônibus sai às 9 horas do estacionamento da BC. A concentração para o ato será na USP, em frente à Faculdade de Educação Física, e de lá todos sairão juntos até o Palácio dos Bandeirantes, cobrando uma reunião de negociação com o Cruesp e respeito do governador Geraldo Alckmin com a educação pública.

Este vem se revelando o pior governador do Estado de São Paulo. Afundou a educação pública e vem afundando as universidades estaduais numa crise de proporções histórias; retirou R$ 2 bilhões das universidades nos últimos seis anos; permitiu que a crise de desabastecimento de água chegasse a níveis alarmantes por falta de investimento em novos sistemas e em políticas de prevenção contra longos períodos de estiagem que a meteorologia já permite prever; e demitiu metroviários em greve.

Todos ao Palácio dos Bandeirantes. Se a greve continua, Alckmin, a culpa também é sua!

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Servidores reafirmam luta e chamam à sindicalização

Ontem, durante o café da manhã unificado em frente à DGA e DGRH, os trabalhadores aproveitaram para discutir a lacônica nota da reitoria e reafirmaram a cobrança de reabertura das negociações.

Também foi consenso que este é o momento de fortalecer a luta. Você que ainda não é sindicalizado, filie-se ao STU, participe da greve e seja parte das conquistas da categoria.

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Docente contra a isonomia também é responsável por impasse na Unicamp

O Boletim do STU já publicou o repúdio da categoria à moção apresentada por docentes ao Consu de 5 de agosto, responsabilizando a isonomia dos pisos salariais dos funcionários com os valores pagos na USP pelo comprometimento orçamentário da Unicamp.

Os signatários parecem ter “esquecido” os supersalários pagos na Universidade – inclusive a alguns dos que subscrevem o documento – e também que a isonomia é um princípio pactuado com o Cruesp em 1991, que vem sendo assegurado aos docentes.

Por decisão do comando, publicamos a lista: Adriana Z. Mercadante (FEA); Alim Pedro de Castro Gonçalves (FEEC); Amauri Hassul (FEM); Anderson de Souza Sant’Ana (FEA); André Leon Sampaio Gradvohl (FT); André Ricardo Fioravanti (FEM); Arai Augusta Bernárdez Pécora (FEM); Arnaldo César da Silva Walter (FEM); Arnaldo Yoshiteru Kuaye (FEA); Carla Kazue Cavaliero (FEM); Carlos Henrique Daros (FEM); Celso de Almeida (FEEC); Claudia Maria Bauzer Medeiros (IC); Cláudio A. de Carvalho Silva (FT); Edmundo S. Braga (FEEC); Eduardo Alves do Valle Júnior (FEEC); Eduardo C. Xavier (IC); Eduardo Tavares da Costa (FEEC); Eleri Cardozo (FEEC); Elizabete Jordão (FEQ); Ely Carneiro de Paiva (FEM); Erick de Moraes Franklin (FEM); Euclides de Mesquita Neto (FEM); Fabiano Fruett (FEEC); Felix G.R Reyes (FEA); Fernando José Von Zuben (FEEC); Flávio Luís Schmidt (FEA); Gabriela Alves Macedo (FEA) ; Gastão Wagner (FCM); Gilmar Barreto (FEEC); Grace S.Deaecto (FEM); Hélia Harumi Sato (FEA); Hélio Fiori de Castro (FEM); Ivan Luiz Marques Ricarte (FEEC); Janito Vaqueiro Ferreira (FEM); João Batista Fogagnolo (FEM); Joaquim Seabra (FEM); José Cândido S. Santos Filho (FEEC); José Cláudio Geromel (FEEC); José Maria Campos dos Santos (FEM); José Mário De Martino (FEEC); Juan Francisco Camino (FEM); Juliana Alves Macedo (FEA); Júlio Roberto Bartoli (FEQ); Leandro Tiago Manera (FEQ); Léo Pini Magalhães (FEEC); Letícia Rittner (FEEC); Lucas H. Gabrielli (FEEC); Luís Geraldo Meloni (FEEC); Luiz Antônio Betin Cicolin (FT); Luiz Henrique A. Rodrigues (FEAGRI); Luiz Otávio Saraiva Ferreira (FEM); Madson Cortes de Almeida (FEEC); Marcelo Knobel (IFGW); Marco Aurélio Amaral Henriques (FEEC); Marcos Akira D’Ávila (FEM); Maria Helena Robert (FEM); Mário Roberto Maróstica Júnior (FEA); Marisa Beppu (FEQ); Melissa Gurgel Adeodato Vieira (FEQ); Meuris Gurgel Carlos da Silva (FEQ); Michel Zamboni Rached (FEEC); Míriam Dupas Hubinger (FEA); Neura Bragagnolo (FEA); Niederauer Mastelari (FEM); Noé Cheung (FEM); Paulo Roberto Zampieri (FEM); Peter Jürgen Tatsch (FEEC); Peterson Bueno de Moraes (FT); Ricardo C.L.F. Oliveira (FEEC); Ricardo Pannain (IC); Roberto A. Lotufo (FEEC); Roberto Lacerda de Orio (FEEC); Roberto Bertazzoli (FEM); Rodolfo Azevedo (FEM); Rogério Gonçalves dos Santos (FEM); Ronalton Evandro Machado (FT); Rosângela B.Z.Lopes Moreno (FEM); Rubens Caram Jr. (FEM); Rui Fragassi Souza (FEEC); Sérgio Bertelli P. Júnior (FEA); Sergio Pérsio Ravagnani (FEQ); e William Roberto Wolf (FEM).

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Boletim 075/2014

Baixe aqui o Boletim 075/2014, de 14 de Agosto de 2014.

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porFernanda de Freitas

Comando de Greve será nesta quarta-feira (13), às 14h, no CB

Em virtude da resposta da reitoria, recebida nesta manhã, o STU convoca todos os trabalhadores a participarem do Comando de Greve  hoje (13), às 14h, no Ciclo Básico.

Na ocasião iremos discutir os rumos do movimento grevista tendo como base o documento de negativa da reitoria a respeito da contraproposta encaminhada pelo Sindicato, conforme deliberação da nossa ultima assembleia geral realizada sexta-feira (8).

A presença de todos os trabalhadores e representantes das unidades em greve é de fundamental importância.

Confira abaixo o ofício com a resposta da reitoria.

 

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2014/08/Resposta-GR-oficio-371-contraproposta.pdf” language=”pt_BR”]

 

 

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Após pressionar reitoria em ato no Consu, hoje tem café em frente à DGRH

Ontem a categoria esteve presente ao ato em frente ao Consu, cobrando à reitoria a antecipação da reunião entre o Cruesp e o Fórum das Seis para 15 de agosto e resposta sobre a contraproposta apresentada pela assembleia do último dia 8.

Além disso, os trabalhadores se mobilizaram contra o fechamento do curso noturno de Arquitetura e Urbanismo, uma medida que prejudicaria estudantes e servidores. Numa vitória da luta e das bancadas de servidores e estudantes, o Consu, por maioria, rejeitou a proposta de fechamento do turno da noite daquele curso.

O ato de ontem também foi um importante momento para reunir as unidades e promover a confecção de faixas e cartazes para o ato unificado das três universidades amanhã, em São Paulo.

Já são 83 dias de greve e nada de negociação sobre o reajuste. Os trabalhadores seguem mobilizados, mostrando que a categoria não vai se calar diante do congelamento salarial e do desrespeito do Cruesp.

Hoje será realizado um café da manhã em frente à DGA e DGRH. Durante o ato-café a categoria seguirá aguardando o retorno da reitoria à contraproposta dos trabalhadores. É fundamental somar forças nesse momento para que a luta avance.

Assembleia adiada por falta de resposta de Tadeu

Tendo em vista que até o final da reunião do comando de greve ontem a reitoria não havia marcado reunião ou se manifestado sobre a proposta da categoria para encaminhamento da campanha salarial, o comando deliberou por adiar a assembleia prevista para a próxima sexta-feira.

A categoria ressalta a cobrança ao reitor e solicitou que a reunião de negociação solicitada pelo STU à reitoria aconteça no dia 15 para discutir as reivindicações. Na segunda-feira (18) acontece nova reunião do comando às 10 horas, quando deve ser deliberada a data da assembleia.

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Boletim 074/2014

Baixe aqui o Boletim 074/2014, de 14 de Agosto de 2014.

 

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porFernanda de Freitas

Acordo Coletivo sobre Assédio Moral

acordo_assedio_moralEm 2007 o STU garantiu no Ministério Público do Trabalho o Acordo Coletivo sobre Assédio Moral no serviço público.

O compromisso foi fruto de uma conquista histórica construída com embasamento político, jurídico e de saúde, além do conhecimento acumulado em encontros, seminários e debates sobre os problemas decorrentes do Assédio Moral na Unicamp.

Todos esses anos o STU tem acolhido as denúncias dos trabalhadores sempre com total sigilo do denunciante. Também oferece assistência jurídica e atua para que a denúncia seja encaminhada e acompanhada até seu desfecho final. Saiba que o STU não vai tolerar esse tipo de comportamento abusivo da parte da chefia!

Se você é vítima de assédio moral ou conhece algum colega que sofre com essa violência, entre em contato conosco. Fale com um dos diretores do STU ou agende horário com a nossa assessoria jurídica (ramais 17694 / 17147 / 17412).

O assédio moral configura-se como exposição do trabalhador a situações vexatórias, humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas no ambiente de trabalho, que causam sofrimento psíquico e físico.

Confira abaixo o Acordo Coletivo sobre Assédio Moral conquistado pelo STU.

 

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Às 9 horas de hoje, todos ao ato em frente ao Consu!

Categoria segue esperando manifestação do reitor José Tadeu Jorge sobre a contraproposta aprovada na assembleia do último dia 8, e cobrará também a manutenção do curso noturno de Arquitetura e Urbanismo.

 

Após deliberação da assembleia da última sexta-feira, a categoria aguarda manifestação da reitoria sobre a contraproposta apresentada (box).

 

Com o objetivo de pressionar a reitoria a responder às demandas colocadas pela assembleia, o comando de greve reunido ontem deciciu convocar a categoria a se concentrar hoje a partir das 9 horas em frente à sede do Conselho Universitário e realizar um novo ato em defesa das reivindicações e para que Tadeu atue no sentido de antecipar a reunião entre o Cruesp e o Fórum das Seis para o dia 15 de agosto. O ato também manifestará posição contra o fechamento do curso noturno de Arquitetura e Urbanismo.

 

A hipótese de encerramento das atividades deste curso à noite, que será pauta do Consu hoje, vai na contramão de uma política de ampliação do acesso de trabalhadores à Unicamp.

 

Durante o ato, as unidades confeccionarão as faixas que serão levadas à manifestação no Palácio do Governo. É importante a presença de todos, a organização das listas de interessados em ir ao ato, e também garantindo muita garra na mobilização.

 

Contraproposta aprovada na assembleia é da categoria

Após mais de 70 dias de greve sem negociação com o Cruesp – que insiste no reajuste zero – e após intensa discussão, considerando o debate no Fórum das Seis, o STU parte para a negociação da pauta específica.

A própria reitoria informou que em sua proposta só o segmento básico chegaria ao piso da USP, e os níveis médio e superior apenas se aproximariam. Seriam cerca 3700 trabalhadores ativos e 800 aposentados beneficiados, deixando de fora quase metade dos servidores. Na discussão dessa proposta, os trabalhadores – a partir das reuniões de unidades – entenderam em sua maioria que é importante recuperar os compromissos assumidos pela reitoria com a isonomia e estabelecer negociação das propostas. E isso foi aprovado na assembleia geral.

Estranho é que agora, alguns servidores que foram à assembleia para defender a proposta da reitoria tentem deslegitimar o sindicato com um abaixo-assinado para enfraquecer a entidade ou tentando construir um processo de desfiliação ao STU. Mas o trabalhador sabe que nossas conquistas são fruto das nossas lutas e não vai cair nessa. Fortaleça a mobilização e defenda seu sindicato. Os que tentam nos dividir não estão do nosso lado. Queremos:

– Abono (21% sobre os salários, já descontado o IRPF)

– 1 referência para todos, fora do processo de isonomia

– Efetivação da segunda etapa da isonomia (três referências, conforme compromisso assumido pelo reitor em julho/2013)

– Vale-refeição

– Calendário de discussão do restante da pauta específica.

Assembleia do dia 15 depende de resposta da reitoria

Conforme publicado no Boletim do STU nº 72 (que circulou nesta segunda-feira), a assembleia do dia 8 convocou uma próxima para 15/8, cuja realização está condicionada à existência anterior de reunião de negociação com o reitor. Se não houver tal reunião, ou esta se realize muito próximo à data indicada para a assembleia, o Comando de Greve poderá remarcar a mesma para garantir condições de deliberação sobre uma proposta concreta. E qualquer proposta que venha da reitoria deve ser discutida pelas unidades.