Categoria Boletim

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Boletim 093/2014

Baixe aqui o Boletim 093/2014, de 09 de setembro de 2014.

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Hoje tem comando de greve!

Para preparar as atividades da semana e organizar a assembleia geral marcada para o dia 11 (quinta-feira), o comando de greve se reúne hoje às 14 horas, no CB.

Amanhã acontece nova reunião de negociação entre o Fórum das Seis e o Cruesp. O comando apontou a realização de uma vigília e o Sintusp também aprovou realizar mobilização durante a negociação. E quarta-feira (10) nova audiência no TRT discute as propostas de negociação em debate na Universidade de São Paulo. A USP, que recorreu ao Supremo Tribunal Federal para não pagar os salários cortados aos trabalhadores, conforme determinação do Tribunal Regional do Trabalho, sofreu nova derrota na semana passada e teve de quitar os salários e benefícios de julho e agosto.

Como proposta de acordo para encerrar a greve que já dura mais de cem dias, o TRT propôs na última audiência o pagamento do reajuste de 5,2%, abono salarial de 28,60% para compensar o atraso a data-base (1º de maio), além do pagamento dos vales refeição e transporte a todos os servidores.

A expectativa é que a negociação dessa quarta faça avançar a proposta apresentada pelo Cruesp. Até porque o secretário da Fazenda do governo Alckmin, Andrea Calabi, afirmou na última sexta-feira ao jornal ‘Folha de S.Paulo’ que as universidades estaduais paulistas receberão R$ 287,4 milhões a mais do que previam em 2014. O aumento do repasse, segundo Calabi, deve-se ao crescimento da arrecadação do ICMS.

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Filme e debate abordam luta da mulher no mundo do trabalho

A Coordenação de Mulheres do STU convida todas as servidoras e servidores a participarem das atividades de hoje.

Às 9 horas será exibido o filme ‘Revolução em Dagenham’ (Made in Dagenham, Inglaterra, 2010). A película conta a história real da primeira greve realizada por operárias da Ford na cidade que dá nome ao filme, em 1968. Na greve, 187 mulheres numa planta industrial com mais de 55 mil homens enfrentaram a patronal e o machismo para lutar por igualdade de direitos. A mobilização levou à criação, em 1970, da lei que equiparou os salários de homens e mulheres que realizam as mesmas funções no Reino Unido.

Após o filme haverá um debate.

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Boletim 092/2014

Baixe aqui o Boletim 092/2014, de 08 de setembro de 2014.

 

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Comando marca assembleia para 11 de setembro

Reunido nesta quinta-feira, o comando de greve da Unicamp decidiu convocar assembleia geral da categoria para quinta-feira (11). O comando avaliou que esta é a melhor data frente à agenda que inclui nova reunião de negociação entre o Forum das Seis e Cruesp na terça (9) e nova audiência no TRT entre Sintusp e a reitoria da USP no dia 10. O objetivo é que a assembleia possa deliberar com todas as informações.

A proposta do Cruesp de reajuste salarial no valor de 5,2% dividido em duas parcelas (primeira, de 2,57%, a ser paga em outubro e a segunda parcela, no mesmo percentual, a ser paga em janeiro) incide sobre o 13º salário, mas não tem retroatividade à data-base (1º de maio).

O Fórum das Seis indica às categorias a continuidade da greve e realização de novas assembleias. O Fórum tem reunião marcada para segunda, mas deve adiar para terça pela manhã (no mesmo dia da reunião com o Cruesp).

O STU segue cobrando ao reitor José Tadeu Jorge reunião para discutir a pauta específica.

TRT propõe que reitoria da USP pague reajuste de 5,2%, abono indenizatório da data-base e vales

No dia de ontem ocorreu nova audiência de conciliação entre a reitoria da USP e o Sintusp no Tribunal Regional do Trabalho, em São Paulo.

A reitoria reafirmou a proposta de reajuste referendada pelo Cruesp e informou que já efetuou os pagamentos dos salários cortados relativos ao mês de julho, em cumprimento à decisão do Judiciário. O Sintusp destacou que o pagamento dos vales refeição e transporte não foi efetuado.

O TRT propôs à reitoria o pagamento do reajuste, manutenção da data-base em 1º de maio (devendo o período sem reajuste ser compensado em forma de abono salarial, de natureza indenizatória, baseado no IPC-FIPE, que corresponderá a 28,60% do salário nominal de cada servidor no mês de maio de 2014) e o pagamento do vale refeição e do auxílio transporte referente ao período de greve a todos os servidores.

Ainda em relação aos dias parados, o Tribunal propôs a reposição de dias ou do serviço, mediante negociação entre as partes.

O Ministério Público do Trabalho se manifestou afirmando que a proposta apresentada pelo TRT é o melhor caminho para resolver o conflito.

O Sintusp realiza comando de greve hoje às 11 horas e nova assembleia na segunda-feira (8). Nova audiência de conciliação no TRT foi agendada para dia 10 (quarta).

Demissões e HU – De acordo com informação divulgada pela Universidade, o plano de demissões incentivadas aprovado no Conselho Universitário no último dia 2 deve atingir cerca de 1.700 servidores celetistas entre 55 e 67 anos de idade, com vinte anos ou mais de trabalho na USP, já aposentados pelo INSS ou com condições de aposentadoria. Inicialmente, a proposta da reitoria da USP era demitir 2.800 funcionários. Serão gastos R$ 400 milhões com o plano.

O Sintusp segue lutando contra o plano de demissões e a proposta de desvinculação do HU, que será discutida no Conselho Universitário. A USP já desvinculou o HRAC/Bauru.

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Boletim 091/2014

Baixe aqui o Boletim 091/2014, de 05 de setembro de 2014.

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Boletim 090/2014

Baixe aqui o Boletim 090/2014, de 04 de setembro de 2014.

 

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Greve derrota reajuste zero! Cruesp apresenta 5,2% em 2 parcelas

Comando de greve hoje às 14 horas discute encaminhamentos para decisão da categoria sobre a proposta apresentada pelos reitores após mais de cem dias de paralisação * Unidades devem se reunir pela manhã e debater sugestões para o comando e a assembleia.

No dia de ontem ocorreu a reunião de negociação entre o Cruesp e o Fórum das Seis. O Conselho de Reitores apresentou a proposta de reajuste salarial de 5,2% a ser consolidada até o mês de janeiro, com a primeira parcela a ser paga em outubro (2,567%) e 2,567% a partir de janeiro. A proposta segue o que foi votado durante a reunião do Conselho Universitário da USP no dia 2 de setembro.

Após mais de cem dias de greve e diversas afirmações de que seria “impossível” conceder qualquer reajuste, os reitores se renderam à força da mobilização e o reajuste zero foi derrotado. O que é uma vitória importante.

A avaliação sobre a proposta será debatida no comando, que definirá a data da próxima assembleia geral e poderá discutir à luz da decisão do TRT sobre o debate salarial na USP, já que a audiência de conciliação prevista para 5/9 foi antecipada para hoje.

Sobre as demais pautas reivindicadas pelas categorias, os reitores afirmaram que entendem que estão superadas as tratativas no âmbito do Conselho, devendo ser debatidas nas universidades.

Durante a reunião, os trabalhadores da Unicamp, USP e Unesp realizaram mais um grande ato, que começou na Avenida Paulista e fechou a rua em frente à sede do Cruesp.

porFernanda de Freitas

Coordenação de Mulheres se reúne nesta quinta-feira (4)

A Coordenação de Mulheres do sindicato convida tod@s para uma reunião nesta quinta-feira (4), às 10h30, no Ciclo Básico.

O objetivo é discutir as questões de gênero dentro da universidade, bem como aprofundar o debate sobre a opressão e violência contra a mulher. Além de organizar o coletivo para o enfrentamento às situações de assédio moral e sexual e, principalmente, contra ações machistas.

A reunião é aberta a tod@s. Participe!

Confira abaixo o Boletim “Especial Mulheres”:

 

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7/9: Grito dos Excluídos

No próximo domingo (7) acontece em todo o país o Grito dos Excluídos – manifestação organizada pelas pastorais sociais da igreja católica e movimentos para denunciar as desigualdades e cobrar direitos. Em Campinas o ato terá início às 10 horas no Largo do Pará (Centro). De lá, os manifestantes descerão a Avenida Francisco Glicério até o Largo da Catedral, onde estarão funcionando as urnas do Plebiscito Popular por uma Reforma Constituinte. O plebiscito é uma iniciativa de movimentos sociais em defesa de uma reforma constitucional exclusiva para discutir direitos sociais, na perspectiva das mobilizações de junho de 2013 (mais informações em www.plebiscitoconstituinte.org.br).

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Todos a São Paulo hoje!

Concentração para saída da caravana da Unicamp para o ato em frente à sede do Cruesp terá início às 10 horas, atrás da BC * É hora de derrubar o reajuste zero!

Os trabalhadores das universidades estaduais paulistas fazem hoje mais um grande ato em São Paulo, durante a reunião do Cruesp com o Fórum das Seis para discutir a negociação salarial. As categorias já estão há mais de 100 dias de greve e até agora os reitores apenas enrolaram, descumprindo compromissos e se abstendo de resolver a questão do reajuste salarial, que é lei.

Como se não bastasse a falta de diálogo, os reitores ainda reprimem os trabalhadores em luta por seus direitos. Como na USP – onde os grevistas já foram agredidos pela polícia militar chamada pela reitoria por duas vezes e tiveram os salários ilegalmente cortados. E mesmo aqui na Unicamp também houve criminalização da luta, com ações judiciais para impedir a greve nos restaurantes universitários e para tentar impor uma multa de R$ 500 mil ao STU com base em argumentos inverídicos.

Mas o movimento grevista também conquistou vitórias, como o reconhecimento pela Justiça do Trabalho da legalidade da greve (contra a tentativa da USP de judicialização e criminalização da luta) e a determinação de que aquela Universidade tem que pagar os salários cortados de imediato. A conquista das 30 horas na área de saúde na Unicamp também é uma importante vitória da greve.

Os trabalhadores vêm dando o recado de que não tem arrego e construindo uma greve importante em defesa dos direitos salariais, da educação e saúde públicas e contra o desmonte dos serviços públicos promovido pelo governo Alckmin.

Por tudo isso, hoje é mais um dia marcante de luta! Os trabalhadores que constroem a excelência das universidades paulistas não querem mais enrolação e reuniões que não levam a nada. A crise causada pelos gestores e pelo governo não pode ser jogada nas costas de quem trabalha diariamente para garantir um serviço público de qualidade.

É hora de negociação efetiva. Chega de arrocho salarial!

E quinta tem comando de greve às 14 horas !

Após a mobilização de hoje, é importante que todas as unidades realizem reuniões amanhã pela manhã para avaliar a dinâmica da greve e iniciar o debate sobre o resultado da reunião com o Cruesp – que será informado no Boletim do STU desta quinta. As reuniões devem também discutir propostas coletivas de encaminhamento para o movimento a serem deliberadas no comando de greve.

O comando discutirá ainda as atividades do próximo período.

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‘SOS USP’ mostrou disposição de luta contra o desmonte da universidade

Aconteceu ontem a manifestação ‘SOS USP em defesa da universidade pública’. O protesto reuniu servidores, docentes e estudantes contra as propostas de desvinculação dos hospitais universitários, demissões incentivadas, cobranças de mensalidades e outros ataques à educação pública e de qualidade. A manifestação contou ainda com uma apresentação do cantor e compositor Tom Zé.

 

Enquanto acontecia o ato, o Conselho Universitário (CO) da USP aprovou por 71 votos a 30, com quatro abstenções, o plano de demissões incentivadas apresentado pela reitoria Marco Antônio Zago. A proposta ameaça o emprego de cerca de 2.800 servidores e deve ter início em janeiro, segundo o Sintusp. O CO também aprovou uma proposta de reajuste de 5,2% – 2,6% a partir de outubro, pagos em novembro, sem retroatividade, e a outra metade em janeiro. A proposta será apresentada ao Cruesp. Os trabalhadores da USP realizam comando de greve após a reunião com o Cruesp, na quinta.

 

 

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Boletim 089/2014

Baixe aqui o Boletim 089/2014, de 03 de setembro de 2014.

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Boletim 088/2014

Baixe aqui o Boletim 088/2014, de 02 de setembro de 2014.

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Construir uma grande mobilização para o ato quarta em frente ao Cruesp!

O comando de greve deliberou na reunião do dia 29 de agosto por fazer uma grande caravana para o ato do dia 3 (quarta-feira), em São Paulo. Neste dia ocorre a reunião de negociação entre o Fórum das Seis e o Conselho de Reitores, e a proposta do Fórum é aglutinar novamente centenas de trabalhadores e estudantes – dessa vez em frente à sede do Cruesp – para reafirmar à sociedade que as principais universidades do país estão paralisadas há mais de cem dias por conta da intransigência do governo do Estado e dos reitores, além de pressionar para que efetivamente as negociações avancem.

As unidades devem fazer listas para o ato e fortalecer a mobilização. E os servidores que quiserem podem se inscrever diretamente na sede do STU.

Tendo em vista que o Tribunal Regional do Trabalho já considerou ilegal o corte de salários na USP e advertiu a reitoria daquela Universidade que a reposição inflacionária deveria ser automática, a expectativa é que os reitores parem de enrolação. Reajuste já!

STU cobra posicionamento de Tadeu

Na quinta-feira (28), foi encaminhado ofício ao reitor José Tadeu Jorge cobrando que ele se manifeste favoravelmente ao reajuste salarial na reunião do Cruesp. Vale lembrar que em 27 de maio o Conselho Universitário da Unicamp (Consu) aprovou moção recomendando a Tadeu que intermediasse junto ao Cruesp uma solução para o impasse nas negociações, o que até o momento não foi acatado.

O sindicato também cobra o agendamento da reunião que Tadeu se comprometeu a realizar logo após a assembleia da categoria para debater as reivindicações específicas dos servidores da Unicamp.

Conselho Universitário da Unesp referenda propostas do Fórum das Seis

O Sintunesp informou na última sexta-feira que a reunião do Conselho Universitário da Unesp realizada no dia 28 de agosto aprovou o documento “Propostas do Fórum das Seis à Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento”, entregue à CFOP da Assembleia Legislativa em reunião no dia 8 deste mês.

A reitora da Unesp e presidente do Cruesp, professora Marilza Vieira Cunha Rudge, foi incumbida de defender o documento no âmbito do Cruesp.

O documento – cuja íntegra está disponível no site do STU – pede mais recursos às universidades estaduais paulistas para medidas imediatas e de médio e longo prazo, apresentando propostas concretas para por fim à crise do ensino superior paulista.

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SOS USP

A manifestação ‘SOS USP em defesa da Universidade Pública’ ocorre nesta terça-feira (2/9). Este será um ato em defesa da universidade pública paulista que está sob ataque, principalmente a USP onde os funcionários em greve há três meses ainda não receberam os salários cortados no início do mês passado. O STU enviará delegação para participar da atividade. Se você tem interesse em participar, entre em contato com a secretaria do sindicato.

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Boletim 087/2014

Baixe aqui o Boletim 087/2014, de 01 desetembro de 2014.

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porFernanda de Freitas

Segundo semestre letivo começa com protesto contra reajuste de 0%

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Trabalhadores em greve protestam nas guaritas da Unicamp

Mesmo debaixo de chuva e vento forte os trabalhadores tomaram as guaritas das universidades para protestar contra o reajuste zero.

Não tem arrego! Esse foi o recado que os trabalhadores da Unicamp deram ao reitor que apostou no enfraquecimento da mobilização ao esvaziar a universidade por dois meses inteiros sob a desculpa de férias.

Hoje, 1º de setembro, inicia-se o segundo semestre letivo e o movimento completa 102 de greve. Durante esse tempo foram muitos os protestos, atos, passeatas e denúncias sobre a triste situação das três universidades paulistas.

Nossa greve é contra o desmonte das universidades públicas, contra o congelamento dos salários dos funcionários e docentes, contra a privatização dos serviços públicos, contra o reajuste zero e por melhores condições de trabalho.

Vale lembrar que essa semana é decisiva, pois ocorre nova rodada de negociação entre o Fórum das Seis e o Cruesp. Desta forma, os trabalhadores prometem não recuar, ao contrário, irão tomar as ruas de São Paulo para protestar contra o arrocho salarial imposto pelos reitores.

Comitiva da CTB visita a Unicamp

 

Membros da CTB e do Sindicato dos Jornalistas visitam o STU

No fim da manhã, uma comissão da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) formada pelo presidente da central, Adilson Araújo e o secretário-geral da CTB-SP, Paulo Nobre, entre outros representantes, estiveram na Unicamp para prestar solidariedade ao movimento grevista, assinando, inclusive, documento de apoio à luta dos trabalhadores.

 

O encontro também contou com a presença do diretor do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, Agildo Nogueira Júnior, que aproveitou para reforçar o apoio aos trabalhadores.

Os companheiros trouxeram a solidariedade de classe neste momento de impasse pelo qual está passando os trabalhadores da Unicamp.

Essas são algumas das inúmeras manifestações de apoio recebidas, ao longo destes mais de três meses, e que provam que nosso movimento está no rumo certo.

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Documento de apoio apresentado pela CTB:

 

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Assembleia aprova continuidade da greve

Hoje às 10 horas, na CB-01, reunião do comando de greve organizará as atividades até o dia 3

No dia de ontem, em mais uma assembleia concorrida, os trabalhadores da Unicamp decidiram pela continuidade da greve. A categoria fez um balanço de todo o processo de mobilização desde maio e a maior parte dos presentes avaliou que agora não é o momento de suspender a greve, uma vez que está marcada reunião com o Cruesp para o dia 3 de setembro, quando o Fórum das Seis está convocando mais um ato unificado (ver matéria abaixo).

Os trabalhadores da Unicamp apostaram que é preciso intensificar a mobilização e a unidade com as entidades do Fórum das Seis após quase 100 dias de greve para derrotar a intransigência dos reitores, o ataque à universidade pública e garantir o reajuste referente à data-base.

O fato do Ministério Público do Trabalho e do Núcleo de Conciliação Coletiva do Tribunal Regional do Trabalho terem manifestado mais uma vez durante a audiência ocorrida no dia 27 que a reposição inflacionária deveria ser automática e que os trabalhadores não podem pagar a conta da falta de planejamento financeiro na USP, também deu mais segurança aos servidores da Unicamp em manter a greve. Como a reitoria da USP não apresentou nenhuma proposta na audiência do TRT e acenou com a hipótese de uma negociação efetiva na reunião com o Cruesp, a categoria entendeu que suspender a greve nesse momento poderia reduzir as possibilidades de conquista.

A luta continua, e é pelo reajuste e por uma educação pública de qualidade. E hoje todos os trabalhadores estão chamados a participar da reunião do comando de greve, às 10h na sala CB-01, para organizar as próximas atividades.

Ato unificado no dia 3 de setembro vai pressionar Cruesp por negociação efetiva

Agora é hora de preparar mais um grande ato durante a reunião do Fórum das Seis com o Cruesp, na próxima quarta-feira. A coordenação do Fórum deliberou concentrar esforços para repetir a mobilização que levou centenas de trabalhadores e estudantes ao Palácio dos Bandeirantes no dia 14 de agosto.

A Unicamp vai jogar peso nesse ato e os interessados em participar devem informar já à secretaria do STU nome e RG para garantir lugar nos ônibus. As unidades também devem organizar listas de interessados a serem centralizadas no sindicato.

No dia do ato, a concentração ocorrerá a partir das 13 horas no vão livre do Masp, de onde os trabalhadores sairão em caminhada até a sede do Cruesp.

 

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10 dos 42 metroviários demitidos são reintegrados

Após a importante vitória que significou a determinação do TRT de que a USP tem que pagar os dias parados, ontem foi dia de outra importante vitória para todos os que lutam. Dez funcionários demitidos de forma ilegal durante a greve dos metroviários foram reintegrados por decisão liminar da Justiça do Trabalho. Cabe recurso à decisão e o Metrô provavelmente vai tentar reverter a reintegração dos trabalhadores, mas a avaliação do juiz que concedeu a liminar evidenciou a ilegalidade praticada pela empresa.

O STU declara seu apoio à categoria dos metroviários. Essa vitória, embora parcial, é resultado de muita mobilização e da unidade de diversas categorias que se solidarizaram com os funcionários do Metrô de São Paulo. Agora, a luta continua pela readmissão dos outros 32 trabalhadores.