Categoria Boletim

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Boletim 102/2014

Baixe aqui o Boletim 102/2014, de 21 de outubro de 2014.

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Eleição da CIPA acontece nos dias 29 e 30 de outubro

O processo eleitoral para indicação dos representantes dos trabalhadores na Comissão Interna de Prevenção de Acidentes da Unicamp (CIPA-Unicamp) acontece nos dias 29 e 30 de outubro em todos os campi. Confira a lista de candidatos inscritos e os locais de votação.Fonte: www.cipa.unicamp.br

O voto é obrigatório para todos os servidores contratados diretamente pela Unicamp. E a CIPA é um importante instrumento legal de fiscalização das condições de trabalho e segurança.

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STU cobra pagamento a trabalhadores de limpeza pelo dia da UPA

O STU entrou em contato com a reitoria para discutir a situação dos trabalhadores que atuaram na limpeza da Universidade no dia do evento “Unicamp de Portas Abertas” (UPA), 30 de agosto, e que denunciam o calote praticado pela empresa Prime Outsourcing – Terceirização de Mão de Obra.

Os trabalhadores continuam sem receber o pagamento e a empresa contratada pela Unicamp sequer atende às tentativas de contato telefônico.

Há relatos de constrangimento por parte do responsável da empresa às trabalhadoras que buscavam receber pelo trabalho realizado, como forma de forçá-las a abrir mão dos seus direitos.

Representante da reitoria confirmou a situação e afirmou que estão buscando resolver o problema. Para o STU só existe uma solução: pagar os trabalhadores enganados pelos “picaretas” contratados pela Unicamp.

O sindicato seguirá acompanhando o caso e cobrando à reitoria posicionamento sobre as graves denúncias formalizadas pelos trabalhadores.

Legalmente a Unicamp é responsável subsidiária pelo respeito aos direitos trabalhistas por parte das empresas que contrata.

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Reunião de negociação da pauta específica acontece dia 22/10

A reitoria informou ontem que a reunião para discutir a pauta específica de reivindicações da categoria será dia 22/10. Desde o final da greve, há forte expectativa pela definição do calendário de negociação, já que a reitoria havia apresentado no ano passado um calendário de implementação da isonomia que não se confirmou.

A pauta específica é composta de 10 itens – isonomia e carreira, vale-refeição, 30 horas para todos na área de saúde, vagas na creche, mudança de regime, auxílio-alimentação para aposentados, isonomia na Funcamp, redução no valor do fretado e cumprimento da súmula nº 444.

Apesar de não terem acontecido as reuniões da pauta específica, houve negociações da pauta da DEdIC. No dia 08 haveria nova reunião, que foi desmarcada e ainda não tem nova data.

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STU devolve imposto sindical a sócios hoje (10/10)

A diretoria do STU informa que a parcela do imposto sindical que é repassada por lei ao sindicato será devolvida aos servidores sindicalizados. O dinheiro será depositado no dia de hoje (10) nas contas informadas pelos trabalhadores ao sindicato.

Quem eventualmente não receber o crédito precisa atualizar os dados bancários junto ao departamento de Finanças do STU. A orientação vale também para a devolução dos valores relativos ao ano passado.

Não-sócios – Para o servidor que não é sócio do STU a diretoria aprovou a devolução, mas os interessados deverão, entre 13 e 31/10, preecher um cadastro on-line com dados como nome, matrícula, CPF e conta bancária para crédito (não pode ser conta-salário), que pode ser acessado clicando aqui. Os que não tiverem como preencher on-line devem IMPRIMIR ESTA FICHA e levar preenchida ao STU. A devolução dos não sócios está prevista para ocorrer a partir de 15/11.

A diretoria do sindicato ressalta que a devolução do imposto sindical é um posicionamento político, que segue deliberação do XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp. O STU não é obrigado a devolver o dinheiro, mas o faz por um entendimento de que o financiamento da entidade deve ser fruto da contribuição voluntária dos trabalhadores. A parcela que cabe ao sindicato é de 60% do valor equivalente a um dia de salário de cada servidor contratado diretamente pela Unicamp. O restante é repassado diretamente pela Universidade à Federação, à Confederação e ao Ministério do Trabalho, nos termos da lei.

O valor descontado dos funcionários contratados via Funcamp é destinado ao SEAAC e por isso não cabe ao STU a devolução a essa parcela da categoria.

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Propostas do Fórum das Seis para a Lei Orçamentária Anual 2015

Começou a ser analisada pela Assembleia Legislativa a proposta da Lei Orçamentária Anual 2015, enviada pelo Executivo estadual. A lei tem que ser votada até o final dessa legislatura, em dezembro.

A coordenação do Fórum das Seis vem debatendo iniciativas para buscar inserir no texto as propostas de solução efetiva para a crise da educação superior paulista. Entre as ações, já foi solicitada ao deputado Mauro Bragato (presidente da Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento) e ao líder do governo, Barros Munhoz, a realização de audiência para debate da situação das universidades.

O Fórum também já encaminhou à Alesp reivindicação de que os recursos das políticas estaduais de habitação não sejam mais descontados da base de cálculo do repasse do ICMS. Só neste ano, o fim dessa prática resultaria em mais R$ 59,72 milhões no caixa da educação superior paulista, conforme cálculos do Fórum.

Além disso, as categorias reivindicam a inclusão na LOA-2015 de liberações mensais adicionais de no mínimo 0,7% do total da quota-parte do ICMS aos 9,57% já estabelecidos, calculados sobre a mesma base de cálculo corrente e excluído o desconto da Habitação; mais 0,7% das Transferências Correntes da União, decorrentes da compensação financeira pela desoneração do ICMS de exportações, energia elétrica e dos bens de ativos fixos efetivamente realizadas, conforme a Lei Complementar nº 87, de 13 de setembro de 1996.

As propostas permitiriam fazer chegar a 10,5% do ICMS os repasses às universidades. E as entidades buscarão que sejam aprovadas como emendas à lei.

O Fórum também já propôs ao Cruesp uma ação articulada em defesa da educação superior paulista durante a tramitação da LOA 2015.

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Boletim 101/2014

Baixe aqui o Boletim 101/2014, de 10 de outubro de 2014.

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porFernanda de Freitas

7ª Mostra Luta! Começa nesta sexta 10/10

7ªMostraLutaProgramaçãoFRENTE cópiaDe 10 a 19 de outubro acontece em vários locais públicos, como praças, comunidades e museus de Campinas, a “7ª Mostra Luta!”.

A “Mostra Luta!” já se consolidou como um importante espaço político cultural de debate e atua na promoção, discussão e difusão das lutas sociais, fazendo um contraponto ao conteúdo divulgado na mídia empresarial.

Sua origem está na vontade de criar canais de comunicação popular entre os movimentos sociais, os oprimidos e os explorados; da necessidade de lutar contra a criminalização dos movimentos populares e do desejo de falar e quebrar o enorme silêncio que nos é imposto pela grande mídia.

Em sua 7ª edição, a “Mostra Luta!” conta com a exibição de filmes, mesas de debate, exposição de desenhos e trabalhos fotográficos, teatro, dança e música, aborda a Cultura Negra em Campinas e os 50 anos do golpe civil-militar de 1964. Em paralelo acontece a “2ª Mostra Luta Itinerante” em várias escolas públicas de Campinas para alunos de Educação de Jovens e Adultos (EJA).

As atividades da “Mostra Luta!” são gratuitas e serão transmitidas ao vivo na web pelos sites http://socializandosaberes.net.br e http://us.twitcasting.tv/mlivrevaijao. Mais informações podem ser obtidas através do site www.mostraluta.org.

A mostra é organizada pelo Coletivo de Comunicadores Populares, Museu da Imagem e do Som, Coletivo Moinho, Ponto de Cultura Griô Nina, Socializando Saberes e Mídia Livre Vai Jão. Com apoio do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp, Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Construção e do Mobiliário de Campinas e Região e Sindicato Químicos Unificados e Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e Região.

 

 

PROGRAMAÇÃO

 

10 de Outubro – Abertura

19h: Abertura da exposição de desenhos de Didi Helene e fotografias.

Lançamento do filme “Corte Seco”  Direção: Renato Tapajós (com a presença do diretor)

Temática: 50 anos do Golpe Militar

Local: Museu da Imagem e do Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859, Centro

 

11 de Outubro

17h30: Peça de Teatro “Fulero Circo” com a Cia Estudo de Cena.

Local: Praça Bento Quirino – Rua Sacramento, s/n, Centro.

 

19h30: Exibição de filmes – Sessão 1

“Relato de uma Experiência – A Farsa da Justiça em El Dorado dos Carajás”, de Cia Estudo de Cena

– “Revolta da Roleta”, de Corte Seco

– “Unindo Quebradas 1 – O filme”, de Avelino Regicida

Local: Praça Bento Quirino – Rua Sacramento, s/n, Centro

 

12 de Outubro

16h: Exibição de filmes – Sessão 2

– “Uma Árvore Bonita” , de Beto Novaes

– “Canãa Uma Comunidade em Luta”, de Corte Seco

– “Filhos Separados”, de Três Corações

– “Fábrica Ocupada Flaskô pede Socorro”, de Fernando Martins

Local: Museu da Imagem e do Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859, Centro

 

19h: Exibição do filme – “Cabra Marcado Para Morrer”, de Eduardo Coutinho

Temática: Homenagem a Eduardo Coutinho + Convidados

Local: Museu da Imagem e do Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859, Centro

 

13 de Outubro

19h: Exibição de filmes – Sessão 3

– ”25 de Julho – Feminismo Negro Contado em Primeira Pessoa”, de Avelino Regicida

– “Clareira,” de Ramiro

–  “Mulheres Guerreiras”, de Associação Mulheres Guerreiras

– “Eu, Enquanto Elas”, de Recma Produções

Local: Praça Rui Barbosa – Rua 13 de Maio, s/n, Centro

 

14 de Outubro

19h: Exibição de filmes – Sessão 4

– “Terra Vista, Unidos!”, de Angel Luis Gonçalves Rodriguez, Brigada Audiovisual dos Povos, Rede Mocambos

– “Vândalos e Baderneiros”, de Diego Felipe de Souza Queiroz

– “Ruas Ocupadas”, de Leonardo Chagas, Patrick Torres, Pedro Biava

– “Mulheres do Vergel”, de Diego Riquelme e Fernando Passos

Local: Museu da Imagem e do Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859, Centro

 

 

15 de Outubro

19h: Exibição de filmes – Sessão 5 – Sala Glauber Rocha

– “Crônica de uma obra aberta”, de Alberto Cohon, Flávio Ferrão, Viviana Echávez Molina

– “Quem Não É Visto, Não é Lembrado”, de Gabriel Barcelos

– “Independência ou….”, de TV VIVA

– “Jornada dos Povos na Serra do Padeiro”, de Angel Luis Gonçalves Rodriguez, Brigada Audiovisual dos Povos, Rede Mocambos

– “Exercícios fílmicos de Mídia Colaborativa e Produção Partilhada do Conhecimento” de Coletivos de Mídias Livres Campinas

Local: Museu da Imagem e do Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859, Centro

 

16 de Outubro

19h: Tecnologias e Lutas: Pré-Encontro de Comunicadoras e Comunicadores Livres de Campinas

Com a presença de TC Silva, Casa de Cultura Tainã + convidadas e convidados

Local: Museu da Imagem e do Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859, Centro

 

17 de Outubro

19h: Roda de Conversas: Luta e Resistência da Cultura Negra em Campinas – Dez anos de Nação Nagô!

Com a presença de TC Silva Casa de Cultura Tainã + Alceu Estevan (Urucungos) +  Alessandra Ribeiro (Casa de Cultura Fazenda Roseira) + Glória Cunha (Maracatucá) +  Benê Moraes (Savurú) + Convidadas e convidados

Local: Casa de Cultura Tainã – Rua Inhambu, 645 – Vila Padre Manoel de Nóbrega

 

18 de Outubro

14h: Apresentação do Grupo Urucungos Puítas e Quijengues +  Grupos de Culturas Populares

 

Local: Praça José Bonifácio no Largo da Catedral Metropolitana de Campinas – Av. Francisco Glicério, s/n, Centro

 

17h: Apresentação Coral Guarani da Aldeia Tenondé Porã (Parelheiros-SP)

Exibição de filmes com a temática Indigena

– ”Uma Casa, Uma Vida”, de Alexandre Lemos, Edu Yatri Ioschpe, Rodrigo Soares – Coletivo Raiz das Imagens

– ”Guarani, Resiste!”, de Leonardo Chagas, Patrick Torres, Pedro Biava

– ”Ideas del CINE Insurgente”, de Ação Direta de Vídeo Popular

Debate com a presença da liderança Guarani Jera Giselda

Local: Praça Rui Barbosa – Rua 13 de Maio, s/n, Centro

 

19 de Outubro

15h: Mostra Luta na Ocupação Joana D’Arc

Exibição de filmes – Sessão 6

– “Narradores do Jardim Paraná”, de Do Morro Produções/Avelino Regicida/Esquina da Memória

– “Perifa Sobre Rodas” – Edição I, de Perifa Skate

– “Perifa Sobre Rodas” – Edição II, de Perifa Skate

– “Renascer – Associação de Catadores de Materiais Recicláveis do Centro de Campinas”, de Bruna Zanolli e ITCP-Unicamp

– “Copa Para Quem (?)”, de Corte Seco, Coletivo Ecoar

Local: Ocupação Joana D’Arc – Rua Padre Donizette Tavares de Lima, S/N – Bairro Cidade Jardim

 

19h: Festa de Encerramento 7ª Mostra Luta! 2014

+Projeções +Música +Intervenções +Poesia

Local: Museu da Imagem e do Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859, Centro

 

 

Obs.: Em caso de chuva, as atividades programadas em espaços abertos serão transferidas ao Museu da Imagem e do Som de Campinas.

 

Fonte: www.mostraluta.org

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Boletim 100/2014

Baixe aqui o Boletim 100/2014, de 03 de outubro de 2014.

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Boletim 099/2014

Baixe aqui o Boletim 099/2014, de 23 de setembro de 2014.

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Boletim 098/2014

Baixe aqui o Boletim 098/2014, de 17 de setembro de 2014.

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Boletim 097/2014

Baixe aqui o Boletim 097/2014, de 15 de setembro de 2014.

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Assembleia com mais de mil servidores suspende greve

Categoria sai fortalecida do embate que durou 112 dias * Trabalhadores entenderam que sem luta a data-base não teria sido respeitada e, por isso, mobilização segue para assegurar negociação da pauta específica e unidade com as outras entidades do Fórum das Seis.

No 112º dia da maior greve da história da Unicamp, mais de mil trabalhadores aprovaram na assembleia de ontem encerrar a paralisação.

A deliberação teve por base a compreensão de que os trabalhadores saem vitoriosos com a conquista do reajuste e a imposição do respeito à data-base (1º de maio) após quase quatro meses de queda de braço com o Conselho de Reitores e o governo do Estado.

Mesmo com o fim da greve, a categoria também deliberou fortalecer a mobilização e o debate sobre a importância do fortalecimento do sindicato como instrumento de luta e defesa de direitos contra os ataques colocados à universidade pública e seus trabalhadores.

O retorno ao trabalho se dará no dia 15 (segunda-feira) com a conquista do reajuste de 5,2% (com a primeira parcela no salário de setembro e a segunda, no salário de dezembro, incidindo o reajuste integral sobre o 13º); abono de 28,6% (a ser pago sete dias após a normalização das atividades); uma referência nos pisos dos segmentos da carreira.

O STU parabeniza a todos os que lutaram!

Outras deliberações

Realizar reuniões de unidade hoje para organizar volta ao trabalho na 2ª; aReafirmar a comissão de negociação da última reunião com a reitoria para tratar das negociações da pauta específica;

Abrir espaço no site do STU para debate sobre a avaliação da greve;

Promover campanha de denúncia contra o PDV na USP e a desvinculação dos hospitais universitários;

Articular com o Fórum das Seis a continuidade do movimento ‘SOS universidade’;

Propor a realização de plenárias com trabalhadores da USP e Unesp para discutir os ataques aos técnicos administrativos e ações unitárias.

Garantir respeito ao direito de greve e pauta específica

Ainda hoje o STU encaminha ofício à reitoria informando a deliberação da assembleia e solicitando reunião. O objetivo é assegurar que o acordo de encerramento da greve formalize que não serão aceitas ações de perseguição a grevistas e assédio moral. Assim como garantir para o mais breve possível a formalização do calendário de discussão da pauta específica (vale refeição, extensão do auxílio alimentação aos aposentados, isonomia no tratamento aos trabalhadores contratados pela Funcamp, etc) e da implementação das próximas fases do processo de isonomia. A luta segue.

Alckmin afirma que não vai assumir hospital universitário da USP

O jornal ‘Folha de S.Paulo’ divulgou ontem que o governador Geraldo Alckmin afirmou à reportagem que “não há disposição de o governo do Estado ser responsável pela unidade de saúde utilizada como hospital-escola pela universidade” de São Paulo. Ainda de acordo com a ‘Folha’, o secretário de Estado da Saúde, David Uip, que acompanhava o governador, teria afirmado que “tem alguém que quer vender [repassar o HU], mas o outro não quer comprar. Não tem discussão. A decisão nasce morta”.

O uso das expressões “compra” e “venda” pelo secretário evidenciam a concepção privatista do governo tucano, que trata bens públicos da sociedade paulista, construídos e sustentados com os impostos de toda a população, como algo que poderia ser comercializado.

A discussão sobre a desvinculação do HU está marcada para o dia 29 no conselho universitário da USP, que já autorizou a transferência do Hospital de Bauru (HRAC) à Secretaria de Saúde.

O fato do governo do Estado afirmar que não quer o HU pode ser uma vitória dos trabalhadores e defensores da universidade pública, que têm posicionamento contrário à desvinculação. No entanto, pode ser também uma manobra retórica para, mais adiante, repassar a gestão do hospital às chamadas organizações sociais (OSs), consolidando um processo de privatização dos centros médicos de ensino, pesquisa e atendimento à população.

Por isso, segue a luta em defesa dos hospitais universitários. A assembleia de ontem reafirmou posição contra a desvinculação dos hospitais. Assim como a assembleia da Adunicamp.

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Boletim 096/2014

Baixe aqui o Boletim 096/2014, de 12 de setembro de 2014.

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Boletim 095/2014

Baixe aqui o Boletim 095/2014, de 11 de setembro de 2014.

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Cruesp abandona autonomia universitária e aposta na via judicial

Reitores enrolam outra vez e se negam a aceitar acordo proposto pelo TRT, mantendo o desrespeito à data-base. Fórum das Seis orienta continuidade da greve.

A reunião entre o Conselho de Reitores e o Fórum das Seis ocorrida na tarde de ontem acabou mais uma vez em impasse. Depois da reitoria da USP divulgar documento afirmando que a aceitação do abono de 28,60% proposto pelo Tribunal Regional do Trabalho dependia do Cruesp, os reitores fecharam posição que cada universidade deve discutir o assunto sem compromisso de prazo e isonomia no tratamento da greve.

A postura intransigente evidencia o desrespeito das reitorias à data-base e a aposta na via judicial em detrimento da autonomia universitária. Por isso, o Fórum das Seis orienta a continuidade da paralisação.

Hoje, na Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, servidores e Fórum vão reiterar cobrança de responsabilidade aos reitores.

Acontece também na tarde de hoje nova audiência de conciliação marcada pelo TRT, quando a Universidade de São Paulo terá de apresentar posicionamento frente à proposta colocada pelo Tribunal e já aceita pelos servidores e docentes da USP.

Em atitude considerada uma manobra pelo Sintusp, o reitor Marco Antônio Zago anunciou ontem à imprensa que a decisão sobre o abono só será discutida no Conselho Universitário da instituição, que deve ser realizado no próximo dia 16 (terça).

Diálogo zero – Em relação ao documento apresentado pelo Fórum das Seis ao Cruesp, à Alesp e ao governador, os reitores anunciaram que encaminharão à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado e à Assembleia “solicitação de revisão dos cálculos dos valores de repasse do ICMS para a adequada execução do disposto nas normas que regem a autonomia universitária paulista”. Mas se recusaram até a informar na reunião que pontos da proposta do Fórum das Seis não têm a concordância das administrações universitárias.

Ato – Durante a reunião com o Cruesp os servidores realizaram novo ato unificado, que se repetirá hoje na Alesp. As fotos estão disponíveis no site do STU (www.stu.org.br).

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Boletim 094/2014

Baixe aqui o Boletim 094/2014, de 10 de setembro de 2014.

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Ato durante a reunião com o Cruesp vai cobrar avanço nas negociações

Ônibus sai do estacionamento da BC às 13 horas * Quem ainda não se inscreveu deve procurar o STU logo cedo para tentar garantir vaga na caravana.

Hoje é dia de reunião entre o Fórum das Seis e o Cruesp. Os trabalhadores estão em um momento importante na greve que já dura 110 dias.

Após tentativa de criminalização do movimento e corte de salários dos servidores, o reitor da USP, Marco Antonio Zago, foi obrigado a pagar os salários e benefícios. E o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) apresentou como proposta de acordo, além do reajuste de 5,2% em duas parcelas, um abono salarial de 28,6% como indenização pelo atraso na data-base. Em assembleia ontem, os servidores da USP decidiram aceitar a proposta do TRT e mantiveram a greve para esperar a resposta da reitoria na audiência desta quarta e definição sobre um acordo em relação à reposição somente dos serviços, reajuste do auxílio alimentação e compromisso de não punição aos grevistas. O Sintusp tem nova assembleia quinta.

A assembleia da Adusp no último dia 5 já aprovou reivindicar extensão do acordo proposto pelo TRT ao conjunto dos docentes e servidores.

Essa realidade obriga os outros reitores a se manifestarem. E hoje, durante a reunião do Cruesp, as categorias realizam novo ato a fim de pressionar para que as negociações avancem no sentido do que propôs o Judiciário Trabalhista.

As categorias também não aceitarão nenhum tipo de retaliação no retorno ao trabalho. Essas reivindicações serão pautadas com o Cruesp.

Amanhã tem audiência pública na Alesp

Nesta quarta-feira (10), às 14h30, a Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo realiza mais uma audiência pública para debater a situação das universidades paulistas. Nesta reunião os deputados pretendem ouvir os reitores José Tadeu Jorge e Marco Antônio Zago. A audiência acontece no auditório Franco Montoro da Alesp e será transmitida pelo portal do Legislativo paulista (www.al.sp.gov.br).

Trabalhadores da Unicamp estarão presentes para mostrar a união da categoria e pressionar os deputados e reitores a considerarem a proposta do Fórum das Seis para a Lei Orçamentária Anual 2015 e investimentos de médio prazo na educação superior paulista.

Os servidores interessados em participar da atividade devem se inscrever na secretaria do sindicato ou enviar nome e RG para o e-mail <[email protected]>.

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Greve também debate realidade das mulheres no mundo do trabalho

Ontem, após a exibição do filme ‘Revolução em Dagenham’, servidores realizaram uma discussão sobre o machismo no mundo do trabalho e a realidade das mulheres trabalhadoras.

A atividade foi organizada pela Coordenação de Mulheres do STU, que tem nova reunião aberta nesta quarta-feira (10), às 10h30.

O filme inglês ‘Revolução em Dagenham’ (2010) aborda a história real da primeira greve realizada por operárias da Ford na cidade de Dagenham, em 1968, que levou à criação, em 1970, da lei que equiparou os salários de homens e mulheres que realizam as mesmas funções no Reino Unido.

 

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Grito dos Excluídos ocupou ruas e praças por liberdade e direitos

Trabalhadores da Unicamp também participaram no domingo (7 de setembro) do ato do Grito dos Excluídos. A manifestação percorreu as principais avenidas do Centro da cidade denunciando as desigualdades sociais, a criminalização das lutas, e reivindicando direitos sociais.

Durante o ato também foram coletados votos ao Plebiscito Popular por uma Reforma Constituinte Exclusiva do Sistema Político.

Em todo o país aconteceram manifestações organizadas por pastorais sociais da igreja católica, sindicatos, partidos de esquerda e organizações de estudantes, mulheres, sem-terra, sem-teto e outros movimentos.