porFernanda de Freitas

Carta Aberta à População Usuária dos Hospitais da Unicamp

O STU, ADunicamp e DCE da Unicamp estão divulgando a “Carta Aberta à População – Diga Não à Autarquização” para explicar porque a proposta de Autarquização da Área da Saúde pode afetar drasticamente o Complexo Hospitalar da Unicamp, abrindo caminho para mudanças na gestão que podem prejudicar o acesso gratuito da população carente, piorar a qualidade do atendimento, comprometer o caráter público do hospital e reduzir o repasse de verbas SUS.informar. Sem contar que coloca em risco o emprego e as condições de trabalho dos funcionários dos hosptais.

Confira abaixo a nova versão da “Carta Aberta à População – Diga Não à Autarquização”:

porFernanda de Freitas

Carta para enviar ao reitor da Unicamp cobrando compromisso com a valorização dos trabalhadores

O reitor Paulo Cesar Montagner tem mantindo uma postura intransigente desde que assumiu a reitoria, rompendo, no ano passado, as negociações de forma unilateral.

Diante disso, trabalhadores e trabalhadoras estão se posicionando. O STU elaborou um modelo de carta para ser enviado diretamente ao reitor Paulo Cesar Montagner, cobrando compromisso com a valorização da categoria, abertura real de negociação, reposição das perdas salariais (15,97%), pagamento do Descongela Já e reajuste nos benefícios.

Nos últimos anos, enquanto acumulamos perdas profundas por conta do arrocho salarial, o reitor segue investindo em obras e reformas, mas não há a mesma disposição quando o assunto é salário e condições de vida de quem faz a Unicamp permanecer no ranking de melhores universidades do mundo.

Antes de assumir, a gestão Cesinha & Coelho afirmou que a valorização dos trabalhadores seria prioridade, mas o que vemos agora vai na direção oposta.

📩 A orientação é simples: copie e cole a CARTA no seu e-mail, personalize se quiser e envie para o e-mail da reitoria [[email protected], [email protected]]. A pressão precisa vir de todos os lados.

Cresce na universidade a indignação com esse cenário porque quando não há diálogo, a mobilização fala mais alto.

Somos nós que fazemos a Unicamp funcionar e sabemos também como fazê-la parar, se for preciso.

—-

COMO FAZER: abra o seu e-mail, copia a carta e o e-mail do reitor [[email protected], [email protected]], acrescenta seus dados e depois envia 👇🏽

Magnífico Reitor da Unicamp

Prof. Dr. Paulo Cesar Montagner,

Como trabalhador/a da Unicamp, vejo com indignação as sinalizações de crise financeira apresentada por esta Reitoria, comprometendo, de saída, qualquer possibilidade de diálogo efetivo na nossa data-base. Tal atitude ignora a realidade da categoria e desrespeita quem garante a excelência desta universidade no dia a dia.

Nossa data-base, que inicia em maio, deveria ser um momento de diálogo entre as três universidades estaduais paulistas (Unicamp, Unesp e USP) e as entidades representativas, no âmbito do Cruesp e do Fórum das Seis. No entanto, essa sinalização prévia da Reitoria da Unicamp compromete o rito processual e a esvazia de sentido. Tal postura isola a instituição e nos afasta de uma saída construída pelo diálogo comum.

Essa postura se agrava quando observamos o cenário concreto vivido pelos trabalhadores/as. Nossa reivindicação de 15,97% busca apenas recompor o poder de compra ao patamar de maio/2012, último momento em que os salários tiveram maior valor real. Mesmo assim, esse índice ainda não incorpora a inflação de abril/2026.

Trata-se de um processo contínuo de corrosão da nossa renda, enquanto o custo de vida segue aumentando, pressionado por itens básicos como alimentação, moradia e saúde.

Ao mesmo tempo, causa indignação perceber que, enquanto se alega falta de recursos para atender reivindicações salariais, a universidade mantém investimentos em obras, reformas e expansão física, como é o caso na nova sede da reitoria que irá consumir cerca de R$ 30 milhões, só na primeira fase.

Não se trata de negar a importância dessas iniciativas, mas de questionar prioridades: uma instituição de excelência não se sustenta por seus prédios e bens móveis e sim pelas pessoas que a constroem diariamente.

Também é fundamental registrar que parte das reivindicações sequer depende de negociação externa. O pagamento do chamado “Descongela Já”, baseado em lei aprovada, está ao alcance da decisão da própria reitoria, uma vez que a Unicamp possui autonomia administrativa e financeira e possui reserva financeira suficiente.

A ausência de encaminhamento, nesse sentido, reforça a percepção de que não há disposição em reparar perdas impostas aos trabalhadores que arriscaram suas vidas para salvar a população durante a pandemia.

No campo dos benefícios — vale alimentação, vale refeição e auxílio saúde etc. — a responsabilidade é direta da reitoria, por meio da negociação com o STU. Esses itens impactam de forma imediata as condições de vida dos/as servidores/as e não podem ser tratados como secundários.

Na ocasião da consulta, esta Gestão se comprometeu com a valorização dos recursos humanos sinalizando que seria uma prioridade. No entanto, o que se observa hoje é a piora nas condições de trabalho, aumento de casos de assédio, adoecimento relacionado ao trabalho dos/as funcionários/as e a adoção de medidas estruturais relevantes sem o devido diálogo com a comunidade, como no caso da Autarquização da Área da Saúde.

Diante desse conjunto de fatores, cresce entre nós, trabalhadores e trabalhadoras da Unicamp, um sentimento de indignação. Não se trata apenas de discordância pontual, mas da percepção de um distanciamento entre o compromisso assumido na campanha e as práticas intencionais adotadas por esta gestão.

A Unicamp é construída todos os dias por trabalhadores/as comprometidos/as com a defesa da Universidade Pública, Gratuita, de Qualidade e a defesa do Serviço Público. E são esses/as mesmos/as trabalhadores/as que têm plena consciência da importância de seu papel na construção de uma sociedade justa e humanizada.

Exigimos respeito e reconhecimento condizentes com a excelência que entregamos à Unicamp. Uma instituição que não valoriza seus/uas trabalhadores/as falha em sua missão social e abdica da dignidade acadêmica que tanto preza.

Atenciosamente,

[Nome] / [Unidade/Órgão]

porFernanda de Freitas

Nota de Repúdio ao MBL e seus ataques à Unicamp

O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU) manifesta seu mais veemente repúdio às ações de vandalismo e agressão protagonizadas por integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL) nas dependências da Unicamp, durante as atividades de recepção de estudantes na calourada do IFCH.

Os episódios recentes, que incluíram confrontos, depredação de murais artísticos, agressões físicas e intimidações, representam um atentado frontal à democracia e à liberdade de expressão dentro da universidade pública. Ao destruir murais ligados a coletivos e pautas sociais, especialmente aqueles que expressam a luta da comunidade negra e LGBTQIAPN+, o que se tenta promover é o apagamento de vozes historicamente marginalizadas e frequentemente invisibilizadas na sociedade.

A universidade deve ser um espaço de pensamento crítico, pluralidade e debate democrático, e não palco para ações provocativas e violentas com o objetivo de gerar confusão, buscar visibilidade em redes sociais e disseminar discursos baseados em desinformação.

É inaceitável que grupos que se colocam contra o povo, contra a universidade pública e contra o serviço público tentem intimidar estudantes, professores, trabalhadores e movimentos organizados dentro de nosso próprio espaço de formação e luta.

É extremamente preocupante que essa escalada de violência e provocação aconteça justamente em um período sensível, como um ano eleitoral, quando setores da extrema direita intensificam estratégias de conflito e desestabilização para ganhar projeção política.

O STU reafirma seu compromisso histórico com a defesa da universidade pública, gratuita, democrática e socialmente referenciada. E reforça que, não toleraremos atos de vandalismo, intimidação e ataques à organização popular dentro da Unicamp ou em qualquer universidade do país.

Diante da gravidade dos fatos, cobramos providências firmes e imediatas das autoridades competentes para investigar, responsabilizar e punir os envolvidos, além de adotar medidas efetivas que impeçam a repetição de episódios como esses.

A democracia, o respeito e a convivência coletiva não podem ser relativizados.

Campinas, 25 de Fevereiro de 2026
Diretoria do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU)

porFernanda de Freitas

Ato Mulheres Vivas: pelo fim do feminicídio

“Ato Mulheres Vivas: pelo fim do feminicídio”, realizado nesta terça-feira (27) em frente à Prefeitura Municipal de Campinas, foi um grito coletivo contra a barbárie que insiste em marcar a vida das mulheres.

No Brasil, os números apontados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública são chocantes: em 2025 foram registrados cerca de 1.470 feminicídios, o maior número desde o início da contagem em 2015, quando o feminicídio foi oficialmente tipificado, o que representa quase quatro mulheres assassinadas por dia em nosso país por razões de gênero.

Na região de Campinas, a situação também é grave: desde 2015, já foram contabilizadas 133 vítimas, com Campinas liderando os casos com mais de 65 mulheres assassinadas por violência de gênero, segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo.

Esses números são mais que estatísticas, são vidas que foram interrompidas pela violência íntima, pela cultura da posse e da dominação masculina. Ela tem raízes no patriarcado, que cria e reforça a sensação de propriedade sobre os corpos das mulheres, legitimando, em muitos casos, a violência letal dentro de relações afetivas.

Por isso é fundamental afirmar que essa pauta não é apenas das mulheres, é um problema de homens e de toda a sociedade.

O STU está na linha de frente do combate às violências contra as mulheres, com destaque para o enfrentamento ao assédio institucional.

E neste ano, em parceria com o Coletivo de Mulheres da Unicamp estamos organizando uma agenda de mobilização para a semana do Dia Internacional da Mulher – 8M, com atividades que dialogam com as principais pautas que atravessam a vida das mulheres.

Trazer essa discussão para o cotidiano é uma questão de vida ou morte. Mulheres, mães, filhas e companheiras estão sendo mortas por homens que se recusam a reconhecer seus direitos à autonomia e à liberdade.

Nossa luta é pela vida de todas as mulheres e ela exige que ocupemos as ruas, as universidades, os espaços de trabalho e o debate público com força, unidade e coragem para cobrar políticas públicas de enfrentamento a essa violência.

Ato e Caminhada das Mulheres Vivas (dez/2025) / Créditos: Rosemar Sant’Anna

porFernanda de Freitas

Data-base 2026: estamos em estado de greve

Entramos mais um ano sufocados por uma política de descaso da gestão Cesinha & Coelho que empilhou uma sequência de negativas que afetam diretamente a nossa dignidade, saúde e condições de trabalho.

Não podemos esquecer que não tivemos:

  • referências;
  • vale natalino;
  • implantação dos direitos das pessoas com deficiência;
  • redução da jornada;
  • reajuste dos benefícios como VA, VR e auxílio saúde;
  • paridade nas decisões nem um canal real de diálogo com a reitoria.

Do outro lado, o que sobra para quem mantém a universidade funcionando é:

  • excesso de trabalho;
  • a retirada das insalubridades;
  • vigilância via Ponto Eletrônico;
  • cortes em recursos para progressão;
  • assédio e perseguição;
  • falta de transparência que se tornou regra.

O poder de compra despencou, a saúde mental se deteriora e o assédio se espalha nas unidades. E, como de costume, na data-base reaparece o “discurso da crise”, usado para silenciar qualquer alternativa que não seja o arrocho.

Para agravar ainda mais esse cenário, o próprio reitor Cesinha já anuncia que o orçamento 2026 da universidade não prevê reajuste salarial, nem mesmo reposição da inflação.

A Unicamp, definitivamente, é a “prima pobre” das universidades paulistas!

Isso é uma afronta aos trabalhadores que dão o sangue para manter essa universidade de pé, garantindo ensino, pesquisa e serviços públicos de qualidade.

Diante disso, seguimos em ESTADO DE GREVE, aprovado em assembleia, por um reajuste digno na nossa data-base e pelo fim das perdas acumuladas, que já chegaram ao índice de 13%, segundo o Fórum das Seis.

Não vamos pagar a conta da má gestão financeira da atual reitoria. Queremos reajuste digno e que corrija as perdas acumuladas!

Seguimos em luta também pela democracia interna, pela paridade nas instâncias decisórias, por dignidade, recomposição salarial, pelo combate a todas as formas de assédio e violência, pela redução da jornada sem redução de salário, pelo fim da escala 6×1 para os terceirizados e da terceirização precarizada, pela implantação do trabalho híbrido e contra a autarquização da área da saúde.

Nossa resposta será coletiva, organizada e à altura dos ataques que estamos enfrentando.

porFernanda de Freitas

Seminário das Estaduais da FASUBRA reforça unidade frente aos ataques à educação pública

O III Seminário das Universidades Estaduais da Fasubra: “Fasubra de Todas as Entidades”, que aconteceu no dia 28/11, na sede STU, se consolidou como um espaço essencial para análise da conjuntura específica das instituições estaduais, que enfrentam desafios próprios diante de governos locais cada vez mais alinhados ao conservadorismo e às políticas de precarização. Ao mesmo tempo, apontou caminhos para ações conjuntas capazes de fortalecer a luta nacional dos técnico-administrativos.

Debater para agir: o impacto da reforma administrativa e os desafios das estaduais

Um dos eixos centrais do seminário foi o alerta sobre a Reforma Administrativa, um ataque que ameaça todo o serviço público e que, nas universidades estaduais, tende a ter efeitos ainda mais duros. Aqui, vivemos sob gestão de um governo estadual conservador e as medidas de desmonte ganham velocidade e profundidade.

Por isso, a unidade entre estaduais, federais e municipais é estratégica para ampliar a resistência e proteger direitos, carreiras e a própria existência das instituições públicas.

Mesas temáticas e participação das entidades

O seminário foi organizado em torno de três eixos de discussão: Conjuntura e Reforma Administrativa; Planos de Carreira nas Universidades Estaduais e Autarquização dos Serviços de Saúde na Universidade.

A mesa de abertura contou com representantes nacionais da Fasubra e dirigentes de diversas instituições: Agar (UFPE), João Daniel (Unicamp), Marcelo Rosa (Federal do Espírito Santo), Fernando (Estadual da Paraíba) e Karol (Federal do Pará). Pela Unicamp, participaram Toninho Alves e Elisiene, representando o STU.

A discussão sobre a autarquização da Área de Saúde reuniu Mario Júnior (UFU), Marcelo Rosa (UFES), Alberto (Sintunesp), Agar (UFPE) e João Daniel (Unicamp).

O debate ressaltou os impactos da transferência de gestão hospitalar para modelos autárquicos, tema que hoje ameaça a autonomia universitária e os direitos dos trabalhadores da Unicamp.

Na mesa sobre carreira, estiveram presentes Marcelo Rosa (UFES), Kiko (aposentado da Unicamp) e Felipe (Estadual da Paraíba), que trouxeram experiências distintas, permitindo ampliar o olhar sobre modelos de carreira e estratégias de valorização.

A mesa de conjuntura contou com o professor Ricardo Antunes (IFCH/Unicamp), ao lado de Marcelo Rosa (UFES) e Kiko (Unicamp), mediados pelos companheiros da Fasubra, aprofundando reflexões sobre o cenário nacional, as pressões sobre o serviço público e o avanço de políticas de gestão que fragilizam direitos.

Unidade para enfrentar os ataques

O evento reforçou a necessidade urgente de articulação entre as universidades estaduais e a Fasubra diante do avanço da Reforma Administrativa, da Autarquização/Terceirização na Área Hospitalar e de medidas de precarização que atingem diretamente o serviço público, especialmente a educação.

Para o diretor do STU, Toninho Alves, ” Esse seminário, na Unicamp, no STU foi a retomada de uma política de construção de uma ponte entre as estaduais e as federais. Além disso, essa proposta cumpre uma das deliberações do XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, organizado pelo STU, e tende a ampliar a presença do sindicato junto à federação”.

Ao final, as entidades reafirmaram seu compromisso com a construção conjunta de um plano de ações, fortalecendo a mobilização das bases e defendendo um projeto de universidade comprometido com acesso público, qualidade e valorização de trabalhadores.

Esse encontro só aconteceu graças à atuação direta da direção do STU, que insistiu e trabalhou intensamente para trazer esse debate estratégico para Campinas. A Fasubra prontamente atendeu à solicitação, reconhecendo na prática o protagonismo do STU na defesa das universidades públicas e na articulação das lutas das estaduais.

porFernanda de Freitas

Abono de Permanência: mais uma vitória do STU!

Foi realizada na manhã desta quarta-feira (26/11) uma Plenária com o setor jurídico do STU para tirar dúvidas de servidores estatuários (ESUNICAMP) que a partir de novembro de 2015 começaram a receber o abono permanência – adicional para aqueles que permanecem na ativa, embora já cumpram os requisitos para solicitação da aposentadoria.

Recentemente, a ação proposta pelo sindicato foi vitoriosa na justiça e alterou a forma de cálculo utilizada pela DGRH até então, com o reconhecimento do abono permanência na sexta-parte, décimo terceiro e férias.

Segundo os advogados Ricardo Sobral e Lígia de Paula, que participaram da atividade, ao todo mais 960 servidores ATIVOS, técnicos-administrativos e docentes da Unicamp, têm direito à incorporação imediata no salário e ao recebimento da diferença do pagamento relativo ao abono permanência desde novembro de 2015 ou da data em que passou a receber os valores.

Todos os servidores estatutários APOSENTADOS depois de novembro de 2015 também têm o direito ao recebimento das diferenças desde então ou da data em que passou a receber os valores, nesses casos o direito do funcionário encerra na data da aposentadoria.

Para início da apuração dos valores devidos, é necessário que esses funcionários/as encaminhem para o setor jurídico a documentação para o cálculo individualizado dos valores devidos, que serão cobrados por meio de execuções individuais.

Os interessados podem entrar em contato pelo e-mail: [email protected].

As informações e documentos podem ser enviadas pelo formulário disponível no link: https://forms.gle/9GHcxqNT9rFQw3e1A

Em breve o STU informará os horários disponíveis para atendimento presencial exclusivo aos trabalhadores/as para aqueles que não conseguirem encaminhar a documentação pelos meios acima.

Fique ligado!

porFernanda de Freitas

Minuta de Lei Complementar da Autarquia da Saúde

Mesmo sob muita pressão do STU e sucessivas cobranças por transparência, o reitor Paulo Cesar Montagner não liberou o documento da autarquização, na data da reunião de negociação. 17/11. Mas tivemos acesso ao vazamento da Minuta de Lei Complementar da Autarquia da Área de Saúde da Unicamp.

O documento, que deveria ter sido apresentado desde o início à comunidade, ainda não foi enviado apesar da nossa insistênica. Essa postura do reitor mostra exatamente por que precisamos manter a mobilização alerta e firme.

Confira a minuta (vazada) completa, BAIXE AQUI.

porFernanda de Freitas

Paralisação | 17/11: todos em frente à reitoria

Na próxima segunda-feira (17), temos mais uma PARALISAÇÃO para pressionar a reunião de negociação do STU com a reitoria sobre da Pauta Específica 2025.

Desde que assumiu, o reitor virou as costas para os trabalhadores, travando qualquer avanço nas nossas reivindicações. Por isso, na PARALISAÇÃO vamos cobrar negociação da nossa pauta, o fim do projeto de autarquização e resposta sobre o nosso vale alimentação extra.

Não dá mais para esperar, traga seus colegas, venha para frente da reitoria e faça parte da luta!

Nenhum direito vem de cima: é a mobilização que garante as conquistas!

porFernanda de Freitas

STU convoca Assembleia para discutir eleição do Conselho de Representantes (CR)

Na quarta-feira (19),  na sede do STU, às 12h em primeira chamada e 12h30 em segunda chamada, acontece a  Assembleia Geral dos associados para deliberar sobre o  Regimento Eleitoral e a escolha da Comissão Eleitoral, responsável por coordenar o processo de eleição do Conselho de Representantes (CR) do sindicato.

A eleição do CR poderá ocorrer de forma híbrida (de maneira remota e presencial), entre os dias 23/02 a 23/04 de 2026, de acordo com a resolução desta Assembleia Geral.

O CR é a representação dos trabalhadores nas unidades e é fundamental para aproximar o sindicato da realidade de cada funcionário mantendo a base em sintonia com as discussões e reivindicações travadas pela entidade.

O Edital de Convocação foi publicado no jornal Folha de S. Paulo, na página A28 do caderno Mercado, em 10/11/25. 

Sua participação é fundamental para fortalecer a democracia sindical e garantir um processo eleitoral transparente e representativo.

porFernanda de Freitas

Nota de Pesar | Helio Diana

É com profundo pesar que informamos o falecimento de Helio Diana (FEEC), familiar dos diretores do STU, Érgio Antonio Moscatini Schetini (FEEC) e Cleusa Leite de Campos Schetini (Aposentada IFCH), ocorrido no último final de semana.

O STU presta solidariedade aos familiares e amigos do casal Érgio e Cleusa pela irreparável perda e deseja que todos encontrem o conforto necessário neste momento de dor.

porFernanda de Freitas

Nota de Pesar | André Luiz Moreira

É com profundo pesar que informamos o falecimento de Andre Luiz Moreira, sobrinho da diretora do STU, Irene Rabelo Moreira Rodrigues, ocorrido terça-feira (9).

O velório acontece hoje (10) a partir das 10h30, no Cemitério dos Amarais – Parque Nossa Senhora da Conceição, localizado à Rua Sylvia da Silva Braga, s/n – Jardim Santa Monica, em Campinas/SP (sala 5).

O STU presta solidariedade aos familiares e amigos enlutados da companheira Irene pela perda e deseja que todos encontrem o conforto necessário neste momento de dor.