porFernanda de Freitas

Ponto Eletrônico – Desconto na USP

O documento abaixo mostra a experiência trágica dos/as companheiros/as com descontos de horas por conta de emendas de feriados e recesso.

porFernanda de Freitas

Evento no dia 25/8 vai comemorar os 35 anos da autonomia universitária e os 32 anos do Fórum das Seis

A história do Fórum das Seis é um retrato fiel das lutas e movimentos que embalaram as universidades estaduais paulistas e o Centro Paula Souza desde o início dos anos 90.

Em 1991, as entidades representativas das categorias sentaram-se à mesa com os reitores de forma unificada, reunidas como Fórum das Seis Entidades, para apresentar as reivindicações comuns a todas, concretizando uma prática iniciada um pouco antes,​ em 1990, mas que ainda era denominada Fórum de Negociação.

Desde então, as lutas, greves e manifestações conjuntas têm sido garantia de muitos avanços.

A conquista e a manutenção da autonomia universitária, que remonta a 1988, após uma histórica greve nas universidades, em conjunto com as demais categorias do funcionalismo, em grande medida também são fruto da ação coesa e unitáriado Fórum das Seis em todos estes anos.

Para comemorar e resgatar um pouco desta história, o Fórum das Seis realizará um evento no dia 25 deagosto, no auditório da ADunicamp, em Campinas.

Intitulado “35 anos de autonomia universitária. 32 anos do Fórum das Seis”, o evento terá início às 14h de 25/8, com depoimentos de personagens históricos das entidades, exposição de fotos e cartazes.

A atividade será híbrida, com possibilidade de participação remota dos/as nteressados/as (o link será divulgado em breve), e depois ficará disponível em vídeo.

No dia seguinte, 26/8, os/as diretoras/es das entidades estarão reunidos para fazer uma avaliação das atividades do Fórum, desafios organizativos e próximas lutas.

porFernanda de Freitas

Oficina culinária proporciona resgate de memórias por meio do reaproveitamento de alimentos

A Oficina de Arte Culinária, realizada pelo STU ontem (8/8), trouxe valiosos conhecimentos aos/às aposentados/as, focando no desenvolvimento de uma alimentação sustentável e saudável.

Este encontro especial abriu as portas para as aposentadas, oferecendo-lhes uma jornada sensorial pela sustentabilidade alimentar e pela magia dos sabores, cores e texturas que compõem uma refeição equilibrada.

Sob a orientação da experiente e talentosa chef e estudante de Nutrição, Luisa Carollyne, a oficina não se limitou ao preparo de antepastos exuberantes e geleias encantadoras para incrementar os cardápios caseiros ou presentear amigos.

Através do conceito “Do Lixo ao Luxo” a chef Luisa destacou a necessidade de educar sobre nutrição e sensibilizou para a importância do reaproveitamento consciente e integral dos alimentos. Principalmente por conta de milhões de pessoas estarem abaixo da linha da pobreza no país, o que significa que elas mal têm o que comer nas principais refeições do dia.

Para as Coordenações de Cultura e de Aposentados do STU, responsáveis pelo evento, a oficina teve um objetivo claro: tecer laços entre os/as participantes, através do ato colaborativo de criar receitas artesanais e funcionais. Cada prato não apenas contribuiu para uma vida mais saudável das aposentadas, mas também as uniu em torno de fogões e panelas, reacendendo laços e memórias.

A oficina também estimulou a reflexão sobre a relação entre alimentos, culinária, saúde e cultura. Além disso, ressaltou a relevância dos cuidados no manuseio dos alimentos e na higiene do ambiente de preparo.

Para muitos participantes, a oficina foi mais do que uma jornada gastronômica. Ela se transformou numa oportunidade terapêutica, permitindo não só a experimentação de novos sabores, mas também o resgate de memórias afetivas da infância relacionadas à culinária.

Para uma das aposentadas, que por conta da timidez não quis se identificar, a oficina “foi um momento de nostalgia e de resgate de lembranças perdidas dos tempos da minha avozinha. Um respiro nesses momentos de agitação que estou vivendo”.

Em resumo, a Oficina de Arte Culinária se tornou um espaço onde a culinária ganhou vida de maneira prática e instrutiva. As participantes não apenas aprenderam sobre o preparo de alimentos, mas também fortaleceram laços, promoveram a conscientização sobre uma alimentação saudável e reavivaram a importância da conexão entre comida e memórias.

A importância da alimentação saudável para a saúde é inegável. E ontem, por meio da Oficina de Arte Culinária, ficou evidente que a culinária é mais do que uma simples preparação de alimentos, tornou-se a expressão viva de um compromisso com a saúde, com a comunidade e com a memória.

A chef Luisa integra a Feira de Artesanato e Quitutes organizada pelo STU no Ciclo Básico da Unicamp, para conhecer melhor o seu projeto visite o canal da sua empresa no Instagram: @lutrichef.

porFernanda de Freitas

STU apoia Nota de Repúdio à Chacina da Baixada Santista organizada pelo Movimento Mães de Maio

A chacina da Polícia Militar de São Paulo no Guarujá, que lamentavelmente traz “extrema satisfação” ao governador Tarcísio, já é a segunda mais letal da história paulista, perdendo somente para o Massacre do Carandiru.

Até sexta-feira (4) já se somavam 16 moradores do litoral assassinados sumariamente pela polícia, mas, infelizmente, esse número já deve ter aumentado quando essa notícia chegar até você.

É por essa razão, pela vida dos nossos jovens negros e periféricos, pelo desalento e sofrimento de suas mães e familiares, que não podemos deixar que esse massacre continue.

É necessário que a população paulista dê um basta nessa política de extermínio que faz Tarcísio, o maior bolsonarista de São Paulo, tanto se regozijar.

Tarcísio quer exterminar os pobres e periféricos, e para isso solta seus cães fardados em cima da população da baixada santista.

É necessário todos nós nos indignarmos e cobrarmos, não só das autoridades paulistas, mas também do Governo Federal que ajam para proteger a vida! É por isso que o STU assina e convida você a assinar e divulgar essa Nota de Repúdio à Chacina da Baixada Santista organizada pelo movimento Mães de Maio e várias organizações paulistas.

Basta de nos matarem. Nós negros/as merecemos viver!

Campinas, 5 de Agosto de 2023

CLIQUE AQUI para assinar a Nota de Repúdio à Chacina da Baixada Santista.


Coordenação de Negros e Negras e Coordenação de Políticas Sociais e Antirracistas do STU

porFernanda de Freitas

Quem mandou matar Marielle Franco?

Após 5 anos do brutal assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, o senso de justiça começa a ser percebido pela sociedade brasileira com as notícias sobre os avanços nas investigações. A delação, feita por Élcio Queiroz, auxilia na resolução do caso, mas deixa, ainda, muitas questões sem respostas.

Nas coletivas prestadas pelo Ministro da Justiça, Flávio Dino, podemos perceber que pouco foi dito sobre os mandantes e sobre os motivos que culminaram com o assassinato de Marielle e de Anderson, seu motorista, porém, se relembrarmos a história não teremos dúvidas sobre a causa.

Marielle foi defensora do feminismo e dos direitos humanos. Criticava a intervenção federal no Rio de Janeiro e a Polícia Militar, tendo denunciado vários casos de abuso de autoridade por parte de policiais contra moradores de comunidades carentes, o que não nos deixa dúvidas de que sua morte tem ligação direta com a atuação das milícias e do crime organizado, uma vez que a arma usada no crime provem de um incêndio ocorrido no paiol do BOPE.

Élcio afirma que houve uma tentativa de matar Marielle no final de 2017, contudo, segundo ele, o ex-bombeiro Suel desistiu da ação naquele momento. Três nomes sugiram das investigações: O ex-bombeiro Suel, o PM Macalé e Edilson Barbosa dos Santos, o Orelha. Macalé foi assassinato em novembro de 2021, o que nos leva a indagar se seria mais um caso de queima de arquivo.

É importante ressaltar que o pacto de silêncio entre os envolvidos no crime foi quebrado e isso nos leva a ter esperança por justiça, afinal tentaram calar Marielle, mas ela deixou, através de seu legado, muitas Marielles, pois ao decidir militar em prol dos direitos humanos, em ser a voz dos migrantes nordestinos menos favorecidos e combater o sistema de discriminação e morte contra os que têm orientação sexual oposta àquela considerada normal, ela se tornou um exemplo a ser seguido por todas nós.

Nesse sentido, a FASUBRA Sindical continua na luta em defesa da efetiva elucidação desse crime e punição exemplar a seus mandantes e executores.

Manifesta-se, na oportunidade, para prestar sua solidariedade ao Ministro Flávio Dino e pelas ameaças sofridas por cumprir seu dever, colocando-se à frente do processo de apuração do crime que culminou com o assassinato de Marielle e Anderson. Solidariza-se, igualmente, com a Ministra Anielle Franco, incansável defensora de um Estado inclusivo e democrático, além de sua luta por justiça à Marielle.

Resolver esse caso, encontrando e punindo os verdadeiros culpados é uma forma de tentar demonstrar que ainda há esperança de que essas estruturas podem ser também instrumentos de luta social.

Quem mandou matar Marielle? A resposta a essa pergunta tem um alcance muito maior do que se imagina. A manutenção do silêncio em torno dela reforça cada vez mais que o uso da força e da violência física, nesse caso tirando a vida de duas pessoas, podem ser autorizados pelo Estado na medida em que não encontram os mandantes, mesmo com todo aparato.

A falta de resposta a essa pergunta põe em risco conquistas civilizatórias importantes conquistadas há duras penas. A solução do caso Marielle é emblemático e pedagógico para garantir que as vidas dos cidadãos importam, e que o Estado não seja apenas um instrumento para a dominação e manutenção das desigualdades.

Fonte: Fasubra Sindical (Bianca Zupirolli)

porFernanda de Freitas

Nota de Pesar | Carlos Rodrigues Brandão

É com imenso pesar que o STU recebeu a notícia de que o professor Carlos Rodrigues Brandão, sócio fundador da ADunicamp, faleceu nesta quarta-feira (12).

O professor Brandão desenvolvou pesquisas na área de antropologia rural, cultura e educação popular, e questões ambientais, em diferentes regiões do país. Contribuiu com pojetos essencias na FE e no IFCH e em inúmeras universidades do país. Além de receber vários títulos, enre eles, o de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal de Uberlândia e pela Universidade Federal de Goiás.

A diretoria do STU lamenta e expressa os sentimentos de condolências à família e amigos/as do professor Brandão.

Carlos Rodrigues Brandão, PRESENTE!

Imagem: ADunicamp/Divulgação

porFernanda de Freitas

Ajude e vote na proposta de reestruturação da carreira e recomposição salarial dos TAEs

Ontem (6), a nossa Assembleia Geral aprovou apoio à campanha de votação no PPA para a reestruturação da carreira e recomposição salarial das/os trabalhadoras/os Técnico-Administrativos em Educação das Universidades Federais.

A inclusão no PPA é importante para tentarmos garantir entre as diretrizes e metas do governo federal, a valorização profissional dessas/es companheiras/os.

É um passo relevante dentro da tramitação orçamentária para que elas/es possam disputar os recursos que serão, de fato, definidos na lei orçamentária de cada ano.

A votação acontecerá até o dia 14/07 pela plataforma do SouGov.

Acesse o link https://bit.ly/3JMdxrE e vote em apoio às/aos companheiras/os das Federais.

O que é o PPA?

O Plano Plurianual (PPA) é o resumo de todas as ações que o governo federal irá executar nos próximos quatro anos, sejam atividades contínuas ou projetos de investimento.

O PPA é o instrumento de planejamento governamental de médio prazo, previsto no artigo 165 da Constituição Federal de 1988 que estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da Administração Pública organizado em programas, estruturado em ações, que resultem em bens e serviços para a população.

O PPA tem duração de quatro anos, começando no início do segundo ano do mandato do chefe do poder executivo e terminando no fim do primeiro ano de seu sucessor, de modo que haja continuidade do processo de planejamento.

Nele constam, detalhadamente, os atributos das políticas públicas executadas, tais como metas físicas e financeiras, públicos-alvo, produtos a serem entregues à sociedade.
Durante a sua vigência, o PPA direciona a elaboração dos projetos das leis de diretrizes orçamentárias (LDO) e dos projetos das leis orçamentárias anuais (LOA).

Por que é importante?

A inclusão no PPA é importante para tentarmos garantir entre as diretrizes e metas do governo federal a valorização profissional da nossa Categoria.

É um passo relevante dentro da tramitação orçamentária para que possamos disputar os recursos que serão, de fato, definidos na lei orçamentária de cada ano.

Acesse o link https://bit.ly/3JMdxrE e vote em apoio às/aos companheiras/os das Federais.

porFernanda de Freitas

Convite Fasubra: Reunião Virtual sobre Orgulho LGBTQIA+

O STU está ampliando para a categoria o convite da direção Nacional da FASUBRA Sindical, que por meio da Coordenação LGBTQIA+, estará realizando uma reunião virtual com os membros dos GT LGBTQIA+ das bases e/ou pessoas que se identifiquem enquanto LGBTQIA+.

A reunião será nesta quarta-feira (28/06), das 10 às 12h com o debate sobre o tema “Mês do Orgulho LGBTQIA+”.

Na pauta do encontro está a apresentação da Coordenação LGBTQIA+ da Fasubra.

Caso tenha interesse, envie seu nome e contato WhatsApp para o e-mail do STU [email protected], até 26/06. O link será disponibilizado em breve.

porFernanda de Freitas

Categoria aprova Pauta Específica 2023 e anuncia paralisação

Nesta terça-feira (13), em uma Assembleia Geral, a categoria aprovou a Pauta Específica 2023, que será entregue ao reitor Tom Zé. Além disso, foi indicada uma paralisação para a próxima semana, no dia 21/06.

A partir de agora, as reuniões de unidade serão retomadas visando a organização da mobilização para a paralisação e a discussão das estratégias para levar o reitor à mesa de negociação. Então agende o mais rápido a sua reunião e informe o STU pelo (19) 3521-7412 ou e-mail [email protected].

Com a data-base interna em aberto, precisamos usar o nosso poder de mobilização para conquistar a isonomia com a USP e revogar o Ponto Eletrônico, que tem avançado na Área da Saúde.

Uma das reivindicações fundamentais da paralisação é a abertura imediata da negociação da Pauta Específica 2023, bem como a revogação do Ponto Eletrônico.

De hoje em diante, é crucial ampliarmos a nossa mobilização!

Não ao Ponto Eletrônico

A categoria reafirmou sua oposição à implantação do Ponto Eletrônico e orientou o STU a recusar participar de qualquer instância de discussão sobre controle de ponto dos/as trabalhadores/as.

Durante a assembleia, foi decidido que serão cobradas explicações da reitoria quanto à compra e deterioração dos equipamentos eletrônicos, além da suposta contratação sem licitação da empresa responsável pela implementação do sistema de controle de ponto.

“O controle de ponto é um mecanismo que incentiva a injustiça porque promove a divisão entre as categorias e acarreta mais problemas nas relações de trabalho dentro da unidade”, apontou um funcionário na assembleia.

A categoria destacou que não teme o controle de ponto, pois a qualidade do trabalho desenvolvido já está comprovada com o reconhecimento da Unicamp como uma universidade de excelência.

A denúncia é direcionada à discriminação promovida pelo sistema e aos custos gerados pela instalação de um método ultrapassado de controle da jornada de trabalho.

Retirada dos cartões de vale refeição e atrasos nos pagamentos

Os cartões de vale refeição já estão disponíveis para retirada no setor de Recursos Humanos das unidades. Essa conquista é resultado do poder de mobilização dos trabalhadores da Unicamp, demonstrando a importância da organização sindical.

Seja sócio(a) do STU e vamos juntos ampliar as conquistas conjuntamente!

Atraso nos pagamentos

A diretoria aproveitou a assembleia para reforçar para os/as funcionários/as que enfrentaram prejuízos financeiros devido aos atrasos nos pagamentos que encaminhem todos os documentos comprobatórios para análise da assessoria jurídica através do e-mail jurí[email protected].

Embora tenha sido um incidente isolado, os prejuízos devem ser ressarcidos pelos órgãos competentes.

Nota de Pesar

A assembleia registrou o falecimento de Luiz Gonzaga de Brito, conhecido como Luizão, ocorrido em 09/06.

Luizão foi um participante ativo do STU desde sua fundação e integrou o Departamento de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria da entidade por muitos anos.

Luizão, presente!

porFernanda de Freitas

STU denuncia no TCE irregularidades na contratação do Ponto Eletrônico

Dia 30/05, o STU protocolou no TCE (Tribunal de Contas do Estado de SP) uma representação formal contra a Unicamp denunciando supostas irregularidades cometidas na contratação sem licitação da empresa Sênior Sistemas S/A, responsável por implementar o sistema de Ponto Eletrônico.

A dispensa de licitação deve ocorrer apenas em situações específicas em que não há possibilidade de competição. No entanto, existem outras empresas no mercado que oferecem serviços semelhantes ao contratado pela Unicamp.

Somos contrários à instalação do ponto para fiscalizar a jornada dos/as trabalhadores/as, ainda mais quando a medida fere os princípios de transparência e igualdade de oportunidades na contratação de serviços, podendo resultar em prejuízos aos cofres da Universidade e avalições tendenciosas no processo.

No dia 02/06, o TCE respondeu ao STU que a denúncia foi encaminhada à área de fiscalização competente para conhecimento e eventuais providências e que as ocorrências relatadas poderão servir de subsídio para as verificações.

Até o fechamento deste material, a Unicamp não havia se manifestado sobre as denúncias. Reforçamos nosso compromisso em defender os interesses da categoria e garantir um ambiente de trabalho justo e transparente.

porFernanda de Freitas

STU entra com ação civil por causa do atraso nos salários

O departamento jurídico do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade de Campinas (STU) tem o propósito de informar que, na manhã desta quinta-feira (08/06), no intuito de defender os/as servidores/as que não receberam seus salários, ingressou com uma ação civil pública contra a Unicamp e o Banco do Brasil.

Nessa ação, foi requerida a concessão de medida liminar visando ao bloqueio dos ativos financeiros das mencionadas instituições e à imediata transferência dos valores devidos a cada trabalhador que não recebeu sua remuneração referente ao mês de maio.

Alternativamente, conforme entendimento do juiz de plantão, foi solicitada a aplicação de uma multa diária até que o pagamento seja efetuado, sendo que tal valor seria revertido em benefício do trabalhador prejudicado.

O pedido de medida liminar foi protocolado pessoalmente junto ao juiz de plantão, que se comprometeu a analisá-lo ainda no dia de hoje (08/06).

Tão logo tenhamos qualquer informação adicional a respeito, estaremos prontos para comunicá-los.

Como recorrer juridicamente

Atenção trabalhadoras e trabalhadores que têm conta com vencimento com data de 06/06, todos os casos serão analisados pelo jurídico do STU.

O mesmo vale para as/os que têm conta salário e não receberam ainda.

Encaminhar os documentos digitalizados para o email [email protected]:

1) cópia da conta com vencimento 06/06 (ou 07/06 para os que não receberam ainda)

2) holerite de Junho

3) cópia do extrato bancário desse período.

Não fique só, fique sócio!

porFernanda de Freitas

Falha no sistema bancário gera atraso no pagamento salarial e inadimplência de funcionário

O STU foi acionado por centenas de funcionários/as questionando o atraso no pagamento dos salários que, consequentemente, inviabilizou a quitação de contas pessoais com vencimento na data do depósito salarial.

De acordo com a DGRH “Uma lentidão no sistema do Banco do Brasil atrasou o crédito do pagamento mensal dos servidores da Unicamp”.

A previsão era que os pagamentos fossem depositados ontem mesmo, até às 15h, mas isso não aconteceu. O novo prazo previa o depósito até a meia noite de terça, o que não ocorreu também.

Em novo comunicado, hoje pela manhã (7), a DGRH informou que o Banco do Brasil regularizou o crédito dos salários, mas o processamento continua lento e o pagamento dos/as servidores/as que possuem portabilidade para outro banco ainda não foi efetivado.

Apuramos que os créditos foram efetivados nas contas sem portabilidade nesta quarta (7) e que os correntistas com portabilidade serão regularizados ainda hoje.

Os créditos estão sendo feitos com o reajuste salarial de 10,51%, conquistado em nossa Campanha Salarial Unificada.

Jurídico do sindicato vai analisar a situação

Como houve atraso do Banco do Brasil no pagamento salarial, o qual deveria ter sido executado até meia noite de ontem (6), o STU está estudando as medidas cabíveis.

A diretoria do STU enxerga essa situação como extremamente preocupante, pois contribui com o endividamento e a inadimplência da categoria que luta diariamente para manter os boletos em ordem, apesar dos baixos salários.

O sindicato orienta os/as servidores/as que têm boleto pessoal atrasado, por conta do prazo de pagamento para 06/06, que junte o máximo de documentos comprobatórios para análise da nossa assessoria jurídica. Tais como:

  • Cópia da conta/boleto com vencimento 06/06;
  • Cópia de holerite recente;
  • Cópia do extrato bancário (Banco do Brasil ou demais bancos com portabilidade), especialmente se demonstrar a ausência de pagamento salarial tanto no dia 06/06, quanto no dia 07/06.

Encaminhe esses documentos digitalizados para o e-mail [email protected], da nossa assessoria jurídica.

Vamos analisar a sua situação de forma individualizada.

Confira os comunicados emitidos pela DGRH:

porFernanda de Freitas

9ª Conferência Estadual de Saúde debateu os rumos do SUS

Dirigentes do STU integraram a delegação da conferência realizada em Campinas

Entre os dias 29 e 31/05, aconteceu em Campinas, a 9ª Conferência Estadual de Saúde de São Paulo que teve como tema “Garantir Direitos e Defender o SUS, a Vida e a Democracia. Amanhã vai ser outro Dia”.

O objetivo do encontro foi preparar diretrizes para que o Estado de São Paulo contribua para a 17ª Conferência Nacional de Saúde.

Esses debates são essenciais e preparatórios para que as pessoas que utilizam os sistemas de saúde locais contribuam na elaboração do Plano Estadual de Saúde de São Paulo.

Segundo a coordenadora geral do STU, Elisiene Lobo, foram debatidas várias diretrizes, foi uma excelente conferência, pois se alcançou o objetivo de conversar sobre a defesa do SUS.
“O que mais me chamou atenção foi a diversidade das pessoas na mesa de abertura do evento e a coerência das pautas com a nossa realidade. O grau de paridade entre delegados/as, gestores/as, usuários/as e trabalhadores/as foi muito representativo também”, completa Elisiene.

“O que mais me chamou atenção foram os/as agentes de saúde e profissionais de enfermagem, que têm como uma determinação a defesa do SUS de qualidade. As pessoas que estavam no evento lutam com afinco em prol do SUS”, complementa a coordenadora da pasta de aposentados/as do STU, Sandra Ramos.

A 17ª Conferência Nacional de Saúde será realizada de 2 a 5/07, pelo CNS (Conselho Nacional de Saúde) e o Ministério da Sáude.

O evento, que acontece a cada quatro anos, é um dos mais importantes espaços de diálogo entre governo e sociedade para a construção das políticas públicas do Sistema Único de Saúde.

Foto: Wilson Tourinho

porFernanda de Freitas

Para ampliarmos nossas conquistas, temos que pressionar o reitor

Mesmo com o reajuste de 10,51% depositado nesta semana e o vale refeição conquistado e prestes a sair, a nossa data-base ainda está aberta. E a culpa é do Tom Zé, que sequer deu sinal de abrir negociação com o STU.

Sendo assim, nossa única alternativa é seguir reivindicando a isonomia com a USP, pois nossa última assembleia decidiu manter a mobilização pela Pauta Específica cobrando do reitor negociação imediata.

Isso significa lutar por auxílio saúde de R$ 165 a R$ 900 para titulares e dependentes (ativos/as e aposentados/as), elevação do piso médio para R$ 4.923,45 e superior para R$ 9.257,99, diminuição do desconto no vale refeição para R$ 1 e extensão deste benefício para os/as aposentados/as.

Sem contar a urgência no pagamento do abono salarial, referentes a abril e maio, no valor de R$ 5 mil para servidores/as (ativos/as e aposentados/as).

Não invalidamos a conquista do reajuste e do vale refeição, mas é um absurdo constatar que a Unicamp possui uma montanha de dinheiro em caixa, resultado do arrocho salarial imposto a nós por mais de uma década e o reitor continua inerte, guardando essa verba que é fruto do nosso trabalho duro.

Condições de trabalho só pioram

No último Consu (Conselho Universitário), o pró-reitor Fernando Sarti, responsável pela PRDU, indicou que a reposição de docentes segue a todo vapor. Enquanto isso, nem sinal de repor as vagas de funcionários/as técnicos/as.

A única coisa que sabemos é que existe um projeto, mas não temos ideia de quais unidades serão beneficiadas e nem quantas vagas serão repostas.

Tudo que diz respeito às nossas demandas é tratado com descaso porque para a reitoria somos apenas números, ou melhor, custos numa tabela.

A incapacidade de valorizar os/as funcionários/as e também recompor um quadro já deficitário há anos compromete diretamente o tripé fundamental de ensino, pesquisa e extensão.

E essa valorização só virá com muita pressão em cima do reitor. Por isso, a nossa assembleia, de 13/06, às 12h, no STU, vai tratar da mobilização pela pauta interna.

Chega de esperar a boa vontade do Tom Zé em atender nossas demandas legítimas por melhores condições de trabalho e remuneração justa. Vamos pra cima dele!