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Vitória: renovação do acordo da Saúde garante manutenção dos direitos!

Assinatura do Acordo Coletivo da Saúde com o Reitor da Unicamp. Foto: Fernanda Freitas.

O STU e a reitoria renovaram segunda-feira (08) a assinatura do Acordo Coletivo dos/as Trabalhadores/as da Área da Saúde, que regulamenta as condições de trabalho dos/as servidores/as da Área da Saúde.

O acordo estabelece normas e diretrizes de trabalho e direitos do/a trabalhador/a para os/as profissionais do Complexo Hospitalar da Universidade.

Segundo a Coordenadora Geral do STU, Elisiene Lobo, o maior ganho que a categoria teve nessa renovação foi a possibilidade de incluir novas discussões a qualquer momento, mesmo com o acordo estando vigente.

 “Não precisa renovar ou esperar a renovação a cada dois anos para uma nova discussão, esse foi o maior ganho que a gente teve nessa renovação”, completa Elisiene.

“O acordo representa um ponto de entendimento entre a entidade que representa os/as trabalhadores/as da Unicamp, e as possibilidades que a instituição tem de garantir direitos e de alguma forma estabelecer deveres também dos/as trabalhadores/as da área da saúde”, disse o reitor Tom Zé, após a assinatura do acordo.

A Unicamp se comprometeu em fazer uma cartilha em parceria com o STU para ampliar a divulgação do acordo. Em breve esse documento estará disponível no nosso site.

Ficou marcada nova reunião, daqui 30 dias, com a finalidade de avaliar o que ficou de fora do acordo, podendo ser acrescentados itens em algum momento, com a ciência do Ministério Público do Trabalho (MPT).

Vale lembrar que esse acordo tem força de lei, tanto que o MPT se orienta, fiscaliza e regulamenta as condições de trabalho na Unicamp conforme esse documento.

Participaram da reunião o reitor Tom Zé, o chefe de gabinete do reitor, Paulo Cesar Montagner, a Procuradora Geral da Unicamp, Luciana Alboccino Barbosa Catalano, a coordenadora geral do STU, Elisiene Lobo, e os/as diretores/as Eva Lopes, Irene Rabelo, Reliton C. da Silva, Marli de Fátima Gomes Silva e Marcos Bueno da Silva.

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Baile dos Anos 60 vai agitar os/as aposentados/as dia 12/04 no STU

Dia 12/04, vai acontecer o primeiro Baile dos anos 60, das 16h às 22h, na sede do STU. Vamos ter Amaro & Banda cantando e animando com muita música dos anos 60.

A entrada para sócios/as é gratuita, e para não sócios/as é R$20,00. Teremos chopp claro e escuro e salgadinhos.

Prepare sua roupa e venha caracterizado/a. Filie-se ao STU e participe do baile gratuitamente.

Este evento é realizado pela coordenação de aposentados/as e conta com o apoio da coordenação de cultura do STU.

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Formulário de Denúncia

Este formulário é destinado às trabalhadoras da Unicamp (inclusive terceirizadas) e tem por objetivo levantar dados para a formulação de ações e políticas que tornem o ambiente da universidade mais seguro para as mulheres.
O prazo para preenchimento é até 15/04/2024

Lembrando que as respostas são 100% anônimas e não serão divulgadas.

https://forms.gle/8zXCSvGM7LzeUM4V9

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Campanha Salarial 2024: Assembleia geral dia 10/04, às 12h, no STU vai debater Pauta Conjunta

A Diretoria do STU está convocando toda categoria para participar da Assembleia Geral no dia 10/04 (quarta-feira), às 12h, na sede do sindicato e debater as reivindicações que vão compor a pauta conjunta de 2024. Para conferir a proposta de pauta conjunta clique aqui.

Segundo o Diário oficial do Estado do dia 28/03/24, a Unicamp tem R$ 1.836.797.415,67 guardados no cofre, fazendo com que os/as trabalhadores/as não recebam reajuste.

Tom Zé prefere ficar sentado em cima do dinheiro, e não valorizar as pessoas que mantém a Unicamp como a terceira melhor Universidade da América Latina, um desrespeito total a nossa classe.

De acordo com o último Boletim do Fórum das Seis, chegaremos em maio/2024 precisando de cerca de 18% de reajuste para voltarmos ao poder aquisitivo de maio/2012. É como se tivéssemos deixado de receber cerca de 20 salários neste período.

Venha para assembleia e juntos/as vamos discutir o índice de reajuste proposto pelo Fórum das Seis. A sua presença é fundamental, vamos conversar sobre as nossas demandas e decidir os rumos da nossa Campanha Salarial 2024.

Te esperamos dia 10/04, às 12h, na sede do STU!

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Processo URV: Quarta, 03/04, tem plantão jurídico no STU

Nesta quarta-feira, 03/04, o STU vai realizar mais um plantão jurídico presencial na sede do sindicato para falar sobre o processo da URV. O horário de atendimento inicia às 9h e vai até ao meio dia no período da manhã. No período da tarde inicia às 14h e vai até às 17h para atendimento das execuções individualizadas aos beneficiários da ação coletiva que garantiu a incorporação e recebimento de diferenças em razão de erro na fórmula de cálculo da URV. 

O STU destaca que disponibilizou o atendimento a todos os trabalhadores da UNICAMP, independente se sindicalizados ou não, com condições mais favoráveis aos associados, inclusive com possibilidade de filiação no ato da assinatura para utilização dos benefícios, com profissionais de total confiança e limitados a 20% da condenação. 

| O que é o processo da URV?

É uma ação que cobra as diferenças salariais relativas à conversão da moeda de Cruzeiro Real para Real no período que vigorou a URV (Unidade Real de Valor).

| Quem tem Direito?

Tem direito os/as servidores/as que, em março de 1994, eram estatutários/as, conhecidos internamente como CLE, e que não ingressaram com ação individual ou figuraram expressamente em listas de outras ações coletivas. 

O atendimento também pode ser feito de forma eletrônica, inclusive com a assinatura dos documentos necessários, procuração e contrato de honorários, mediante o preenchimento do formulário criado exclusivamente e que segue no link abaixo: https://forms.gle/RFmQwJ8P6ucMYbKC8 

Caso haja dificuldade no preenchimento ou envio dos documentos no formulário, o/a servidor/a poderá encaminhar suas dúvidas ou questionamentos ao e-mail [email protected]. No e-mail, para verificação das condições da ação, é obrigatório o envio dos seguintes documentos em PDF:

  • cópia do RG e CPF ou CNH;
  • comprovante de endereço atualizado;
  • histórico funcional completo (retirado da vida online);
  • os 3 últimos holerites.

Os dois últimos podem ser baixados no STU, basta ter a senha para a Vida funcional online.

Atenção: O plantão é presencial, na sede do STU. Infelizmente está acontecendo um NOVO GOLPE NA UNICAMP: criminosos se passam por advogados do STU e pedem documentos e pagamentos para agilizar liberação de processo. Leia mais orientações na notícia que publicamos AQUI!

 Agradecemos a confiança que depositaram em nosso sindicato e reforçamos o nosso compromisso em buscar justiça para todos os servidores envolvidos nessa ação.

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Nota de Pesar | Felipe Lopes Franco

STU em luto!

É com grande pesar que comunicamos a partida de Felipe Lopes Franco, sobrinho da diretora do STU, Eva Lopes.

Nossos sentimentos à nossa querida Evinha, aos amigos e familiares!

Felipe, presente!

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Boletim do STU 048/2019

Baixe aqui o Boletim do STU 048/2019, de 24 de outubro de 2019

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CRs APRECIAM AS TESES DO XIV CONGRESSO DOS TRABALHADORES DA UNICAMP- 2019.

Em reunião ordinária do CR, Conselho de Representantes do STU, realizada no dia 17/10 representantes de algumas chapas apresentaram suas teses.
Dentro do regulamento as chapas tiveram 15 minutos para suas exposições e depois mais 15 para serem sabatinados.
Temas como fim da proporcionalidade, eleições majoritárias, luta contra os ataques as Universidades, comunicação e fortalecimento sindical foram uma das pautas apresentadas.
As teses estão sendo apresentadas nas reuniões setoriais junto com a eleição dos delegados que representarão as Unidades no congresso.
O XIV Congresso dos Trabalhadores do STU será realizado entre os dias 29 e 30 de Novembro de 2019 na nova sede do STU.

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Boletim do STU 047/2019

Baixe aqui o Boletim do STU 047/2019, de 22 de outubro de 2019

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Outubro Rosa no CAISM enfatiza o autocuidado

Nesse mês de outubro o Hospital da Mulher da Unicamp está com atividades constantes ressaltando a importância do autocuidado. O CAISM está com eventos de formação abertos ao público, encontros de socialização de pacientes, atividades culturais, esportivas e ações interativas e terapêuticas para as pacientes.

Durante todo o mês, ações que contam com o apoio de parceiros e patrocinadores, ficaram integradas ao atendimento contínuo no Hospital.

 As mulheres poderão usufruir das oficinas de maquiagem, oficina de lenços e turbantes, reiki e práticas integrativas, pinturas, painéis interativos, café da manhã especial, oficinas de dança e atividade física para as pacientes assistidas no CAISM e cuidadores.

A programação será disponibilizada no site do CAISM e em suas redes sociais. Maiores informações poderão ser obtidas em [email protected]

No próximo dia domingo (27/10) haverá MED Run na Praça Arautos da Paz, Participe! Seja Rosa!

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Unicamp vota moção em Assembleia Histórica

O documento, dirigido à sociedade, criado coletivamente pela Reitoria, STU, Adunicamp, DCE e APG, fala sobre a defesa da ciência, da educação e da autonomia universitária. Leia na íntegra a Moção aprovada.

MOÇÃO DA UNICAMP À SOCIEDADE

15/10/2019

momento da votação

A comunidade acadêmica da Unicamp manifesta sua indignação diante dos reiterados ataques contra a educação e a ciência perpetrados no Brasil nos últimos meses, e conclama a sociedade a unir-se em defesa da universidade pública gratuita, laica, socialmente referenciada e de qualidade.

Neste momento preocupante da história nacional, caracterizado por uma crise econômica e política sem precedentes, é vital que as universidades públicas reafirmem seu valor e ressaltem a importância da autonomia para o cumprimento de sua missão.

Como se sabe, a missão primordial de universidades como a Unicamp, mantidas com recursos provenientes de impostos, consiste em formar pessoas altamente qualificadas, desenvolver pesquisas de impacto e colocar o conhecimento que produzem à disposição da sociedade por meio de atividades de extensão e assistência.

Ao mesmo tempo, espera-se das universidades públicas que acompanhem as transformações acadêmicas, científicas, tecnológicas, sociais e culturais do mundo contemporâneo, buscando formas de promover a diversidade e a inclusão social em suas comunidades, de ampliar a transparência de seus processos e de atender aos objetivos de desenvolvimento sustentável.

Nada disso é possível sem que se observe o princípio da autonomia, garantido às universidades públicas pelo artigo 207 da Constituição Federal de 1988. Atentar contra a autonomia significa impedi-las de fazer suas próprias escolhas, fundamentais para a criação e manutenção de um ambiente estimulante, desafiador, criativo, dinâmico e, sobretudo, de respeito às pessoas e à diversidade de opiniões.

Os obstáculos que têm sido impostos às universidades públicas – seja por meio de cortes orçamentários diretos, diminuição dos recursos direcionados às agências de fomento ou pressões de natureza econômica, ideológica ou social – colocam em risco a estrutura do sistema nacional de ciência, tecnologia, inovação e ensino, deixando o país sujeito ao retrocesso e ao obscurantismo.

Os argumentos nos quais se baseiam os ataques recentes, fortemente marcados pelo anti-intelectualismo e por um profundo desprezo pelo conhecimento científico, revelam uma visão equivocada da função da educação superior e da ciência. Os recursos de que as universidades públicas necessitam para realizar suas atividades-fim não podem jamais ser encarados como um custo para o Estado, mas sim como um investimento no futuro do país.

No Brasil, assim como em todos os países desenvolvidos, a pesquisa nas universidades é financiada majoritariamente pelo Estado, por meio de suas agências de fomento. Interromper o fluxo de recursos para essas instituições constitui um equívoco que impedirá o país de enfrentar e resolver os grandes desafios sociais e econômicos que se apresentam.

Da mesma forma, as críticas a áreas específicas, como as humanidades e as artes, demonstram uma ignorância absoluta do papel fundamental que a busca por conhecimento exerce no desenvolvimento do pensamento crítico e criativo, bem como na formulação de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento social, à redução das desigualdades e ao respeito à diversidade.

Diante de tudo isso, cabe à Unicamp unir-se às demais instituições que buscam reagir às investidas contra as universidades públicas e, por conseguinte, ao violento processo de desmonte dos sistemas nacionais de educação superior e de ciência, tecnologia e inovação.

A comunidade acadêmica da Unicamp reafirma, aqui, o seu compromisso com a defesa das liberdades de cátedra e de livre organização associativa e estudantil. É preciso, neste momento, zelar pelo patrimônio inestimável que as universidades públicas representam para o Brasil. Urge uma consistente mobilização para evitar que os frutos de tantos anos de investimento de toda a sociedade sejam colocados em risco por uma política que ignora tanto o passado, quanto o presente, e ainda ameaça o futuro do país. A isso, é preciso reagir!

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Boletim do STU 046/2019

Baixe aqui o Boletim do STU 046/2019, de 14 de outubro de 2019.

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Divino Tserewahú (cineasta da etnia Xavante)

Divino Tserewahú: Nascido em 1974, Xavante da aldeia de Sangradouro (município de General Carneiro, MT), Divino seguiu o trabalho iniciado pelo irmão e começou a aprender sobre cinema em 1990, quando a comunidade Xavante de Sangradouro recebeu sua primeira câmera de filmagem (VHS). Então começam as produções e registros de, sobretudo, cerimoniais para o público da aldeia. Sua primeira atuação profissional na área foi como parte da equipe do Programa de Índio, série de TV realizada na Universidade Federal do Mato Grosso entre 1995 e 1996. Em 1997, Divino participou do primeiro encontro e oficina de formação de cineastas indígenas do Brasil, organizado pelo Vídeo nas Aldeias e realizado no Parque Indígena do Xingu. Já entre 2001 e 2002, por intermédio do Vídeo nas Aldeias, ele conseguiu uma vaga para estudar na Escola Internacional de Cinema de San António de Los Baños, em Cuba, onde se capacitou nas técnicas de edição, roteiro de documentário e ficção, animação, entre outras.

Diversos dos filmes de Divino Tserewahú receberam prêmios em festivais de cinema nacionais e internacionais. Estes trabalhos, junto a sua trajetória pioneira no âmbito da realização cinematográfica indígena, têm sido objeto de estudo acadêmico, dando origem a teses e dissertações realizadas em diferentes instituições brasileiras.

Seus principais filmes são: “Wapté Mnhõnõ, A Iniciação do Jovem Xavante”, premiado em vários festivais, “Waiá Rini, O Poder do Sonho” (2001), “Daritidzé, Aprendiz de Curador” (2003), “Sangradouro”2009, “PI’ÕNHITSI, Mulheres Xavante sem nome”.

Associação NINA e Coletivo Socializando Saberes e ADunicamp apresentam:

O Mestre e o Divino (2013)

Muitas surpresas são reveladas no premiado longa O Mestre e o Divino, que a ADunicamp, em seu Cine Debate, exibe nessa terça feira 15/10; às 19h, em sua sede que fica no campus da Unicamp.

O filme desvenda com muita beleza a relação de um encontro multiétinico entre dois seres ligados pela mesma paixão, mas de posturas contraditórias em relação a ela. Produzido por Vincent Carelli/Video nas Aldeias (produtor/produtora do ótimo Martírio/2016) o filme foi vencedor dos prêmios de melhor documentário, montagem e trilha sonora no Festival de Brasília 2013.

Divino Tserewahú, importante cineasta indígena da etnia xavante e personagem central do documentário, que veio à Campinas para interlocuções culturais, ao final da exibição, abrirá o debate e responderá a questões instigadas pelo filme e sobre sua rica produção cinematográfica, referência internacional em cinema etnográfico. Produção essa que estará a venda no dia em formato DVD.

A iniciativa é do Ponto de Cultura NINA que conta com o Coletivo Socializando Saberes, Adunicamp e STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp)

  • O Mestre e o Divino
  • Direção: Tiago Campos;
  • Documentário | Livre
  • 85 min | Brasil | 2013

Dois cineastas retratam a vida na aldeia e na missão de Sangradouro, Mato Grosso: Adalbert Heide, um excêntrico missionário alemão, que, logo após o contato com os índios, em 1957, começa a filmar com sua câmera Super-8, e Divino Tserewahu, jovem cineasta Xavante, que produz filmes para a televisão e festivais de cinema desde os anos 90. Entre cumplicidade, competição, ironia e emoção, eles dão vida a seus registros históricos, revelando bastidores bem peculiares da catequização indígena no Brasil.

  • O QUÊ: “O Mestre e o Divino”/2013 – documentário em Cine Debate;
  • QUANDO: Dia 15/10; às 19h;
  • ONDE: na ADunicamp – Associação de Docentes da Unicamp – Rua Dr. Érico Verissímo, 1479 – Cidade Universitária – Campinas
  • LIVRE!
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Boletim do STU 058/2017

Baixe aqui Boletim do STU, de 28 de novembro de 2017.

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Manifesto em defesa da Cotas

Baixe aqui Manifesto em defesa da Cotas. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Manifesto-Cotas_revLUCIANA17-11-2017.pdf”]

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Boletim Especial – Área da Saúde

Baixe aqui Boletim Especial do STU – Área da Saúde, de 21 de novembro de 2017. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/11/carta-aberta-2.pdf”]