Categoria Saúde

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Frente à epidemia do Zika Vírus é necessário fortalecer a defesa das mulheres

A epidemia do Zika vírus já foi classificada pela Organização Mundial de Saúde como situação de emergência global devido às complicações neurológicas generalizadas que vêm sendo observadas em bebês cujas mães foram infectadas durante a gravidez.
O descaso histórico dos governos com a rede de saneamento básico e de saúde pública fez explodir uma calamidade da qual ainda não é possivel dimensionar as proporções.
O alerta da OMS deixa claro que o debate não deve ser em torno da microcefalia, mas sim da chamada Síndrome Congênita Associada ao Zika e como ela afeta as vidas das mulheres, sua saúde mental, impossibilita-as de continuar trabalhando porque esses filhos exigem dedicação integral por toda a vida. Além da possibilidade do sofrimento das crianças, visto que já se comprovou cientificamente que o vírus destrói as células neuronais.
Frente a essa realidade a defesa de mais investimentos no SUS e do direito de opção das mulheres infectadas pelo Zika vírus levarem ou não adiante a gestação é uma necessidade. Assim como a defesa de que o Estado garanta assistência integral àquelas que tiveram ou terão seus filhos com a chamada Síndrome Congênita associada ao Zika vírus.
Em Campinas e na Região Metropolitana, mais uma vez a população enfrenta números recordes de dengue. As altas temperaturas e o recente alagamento da Universidade vão exigir respostas imediatas para evitar a exposição da comunidade universitária – e em particular das professoras, servidoras e estudantes grávidas – à contaminação pelo Zika Vírus.
O STU acompanha de perto as iniciativas da Unicamp e alerta a todos os funcionários para a necessidade e exigir o combate aos focos do mosquito.

porFernanda de Freitas

Trabalhadores que cumprem turnos na Área da Saúde reivindicam 30h/semanal

Os trabalhadores da Área de Saúde que desempenham atividades na área assistencial e cumprem turnos (segunda a segunda-feira ou de segunda a sexta-feira) ainda não foram contemplados com o projeto de 30 horas/semanal.

Para cobrar providências imediatas da chefia a categoria decidiu elaborar um abaixo assinado reivindicando o direito conquistado, porque essa desigualdade tem ocasionado descontentamento e prejuízo aos servidores.

Compartilhe o abaixo assinado com seus colegas e ajude a coletar assinaturas. Faça o download.

 

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2016/02/Abaixo-Assinado-profissionais-da-Area-de-Saude-1.pdf” language=”pt_BR”]

 

 

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Trabalhadores da Área da Saúde enfrentam vazamentos, tetos caindo e desrespeito às 30 horas

Há vários boletins o STU vem denunciando a precariedade das condições de trabalho na Área da Saúde. A direção do sindicato também vem cobrando aos gestores medidas efetivas com prazos determinados para a solução dos problemas, mas não tem se verificado a necessária prioridade à dignidade no trabalho e no atendimento à população. Esta realidade viola o acordo firmado pela Unicamp com o Ministério Público do Trabalho em 2001, e o sindicato tomará as providências necessárias caso as administrações sigam se esquivando.

Sujeira, teto danificado  e vazamentos no Caism
No Pronto Atendimento do Caism, os aparelhos de ar condicionado de consultórios, corredores e salas apresentam vazamentos com risco inclusive de curto circuito, pois em vários desses locais as vazaduras ocorrem sobre instalações elétricas. Na recepção e entrada de pacientes, quando chove é necessária a colocação de baldes e panos no chão para captar a água. O teto de um dos consultórios está quebrado há mais de um ano, deixando a fiação exposta. O acúmulo de umidade gera manchas e mofo nas paredes, o que é incompatível com um ambiente hospitalar.
Soluções já foram cobradas por diversas vezes pelos funcionários às chefias imediatas e a direção do STU busca há tempos discutir o tema com a superintendência da unidade, sem sucesso.
Agora, a partir das 22 horas, o banheiro do PA está sendo usado por trabalhadores homens e mulheres, em discordância com a NR-24, por determinação do serviço de hotelaria.
Procurada, a superintendência do Caism enviou uma nota na qual ressalta a importância da unidade e que o sindicato é um aliado na defesa do hospital, e reconhecendo que “atenção qualificada e vultosa ofertada diariamente pelo Caism desde a sua fundação é fruto do trabalho de excelência desenvolvido por seu corpo profissional”. No entanto, não deu prazos para solução dos problemas. Limitou-se a reconhecer que “as instalações encontram-se envelhecidas e, já há algum tempo, começaram a dar mostras de desgaste, problema que se agrava no período das chuvas”. Além de informar que tem tomado as medidas cabíveis (sem explicar quais).

Superintendente do HC se compromete com reforma do laboratório de Anatomia Patológica
Há mais de um ano os trabalhadores do HC também enfrentam problemas com vazamentos na unidade. Como já denunciado, o teto do Laboratório de Anatomia Patológica do HC corre risco de desabar completamente, já tendo ocorrido desprendimento de partes do forro. Apenas reparos paliativos foram realizados neste período e há outras áreas do hospital que também convivem com vazamentos, como reconheceu o superintendente do HC, professor João Batista de Miranda, em reunião com a diretoria do sindicato. Na conversa, João Batista informou que foi concluída recentemente a licitação para reparos do teto e do vazamento, e que as obras de impermeabilização da laje do hospital começam após o carnaval. As outras s unidades afetadas também estão no cronograma de trabalho de impermeabilização, segundo o superintendente.

Desrespeito às 30 horas nos laboratórios da FCM
Outra situação inaceitável para a direção do STU e os trabalhadores da Área da Saúde é o fato de que os laboratórios da Faculdade de Ciências Médicas não foram incluídos entre as atividades alcançadas pela resolução do Conselho Universitário que retomou a jornada de 30 horas nas funções ligadas à assistência à saúde. Há um ano os trabalhadores buscam reverter este quadro sem respostas das chefias.
O STU então solicitou reunião com a diretoria da FCM, representada pelo professor Roberto Teixeira Mendes, ocorrida no dia 28 de janeiro após muita insistência do sindicato. A posição da administração, no entanto, é que os laboratórios se inserem apenas nas atividades de pesquisa, apesar da função de técnico de laboratório ser caracterizada como assistencial e suas atividades serem reconhecidas como tal pelo Ministério Publico do Trabalho.
A direção do sindicato ressalta que os laboratórios da Área da Saúde têm como objetivo a pesquisa dentro da assistência – sendo fundamentais para o diagnóstico e tratamento de doenças.
A direção da FCM comprometeu-se a apresentar num prazo de 30 dias uma resposta à demanda e os funcionários ficaram de encaminhar à direção da unidade um documento descrevendo todas as atividades que desenvolvem (exames relacionados à assistência e à pesquisa e o número de procedimentos realizados mensalmente).
O STU cobrará ainda que a reitoria regulamente as 30 horas para acabar de vez com estas distorções.

porFernanda de Freitas

STU cobra da Superintendência do HC condições seguras de trabalho

No final do mês passado, o STU se reuniu com o Superintendente do HC, Prof. Dr. João Batista de Miranda, para cobrar solução a respeito das péssimas condições de trabalho do Laboratório de Anatomia Patológica.

O superintendente explicou que foi concluída recentemente a licitação para reparos do teto e do vazamento, e que as obras de impermeabilização da laje do hospital começam após o Carnaval.

O gestor relatou que, por conta da gravidade do problema, já havia sido feito um reparo paliativo para evitar maiores danos. No entanto, o STU constatou que mesmo com a manutenção paliativa o local ainda oferecia riscos aos funcionários.

A superintendência informou que há vazamentos semelhantes em outras áreas do HC e que está sendo feito um trabalho preventivo. Questionado sobre a resolução desses problemas o gestor informou que essas unidades também estão no cronograma de trabalho de impermeabilização, mas que o reparo do Laboratório de Anatomia Patológica tem urgência.

O STU vem acompanhando o caso desde que recebeu a primeira reclamação e não medirá esforços para garantir que a Unicamp ofereça melhores condições de trabalho para os funcionários do hospital.

porFernanda de Freitas

Laboratório de Anatomia Patológica do HC apresenta péssimas condições de trabalho

Laboratório de Patologia Clínica do HC

Teto do Laboratório de Anatomia Patológica do HC

Mal começou o ano e os velhos problemas continuam na Unicamp.

A cena impressiona porque há um risco muito grande do teto do Laboratório de Anatomia Patológica do HC desabar completamente sobre as cabeças dos funcionários.

A denúncia apurada pelo STU dá conta de que a situação perdura há quase um ano e apesar terem sido feitos inúmeros protocolos (Ordem de Serviço) solicitando o conserto do teto, apenas pequenos reparos foram realizados no local.

Os trabalhadores relataram ao Sindicato que a Segurança do Trabalho da Unicamp foi acionada, mas até a presente data nenhuma solução foi apontada para o problema.

É visível que a situação exige uma obra bem estruturada para tapar o buraco provocado pelo desabamento do teto e também conter o vazamento de água que escorre parede abaixo nas salas internas (salas S2-512 – Imunogenética e S2-524 – laboratório de pesquisa), sala de reunião e no corredor do laboratório.

Preocupado com a situação, o STU está oficializando a Superintendência do HC para cobrar uma reunião urgente que discuta a eliminação dos riscos no laboratório, antes que o problema se agrave, e também evitar que aconteçam acidentes.

Acordo visa preservar Saúde do Trabalhador

Em 2001 foi assinado um acordo no Ministério Público do Trabalho para que as irregularidades nas condições de trabalho constadas na Unicamp fossem sanadas. A medida foi fruto de uma Ação Civil Pública que investigou inúmeras irregularidades dentro da Universidade.

A assinatura do acordo é uma vitória importante para a categoria porque obriga a Unicamp a oferecer boas condições de trabalho, melhorar os processos de trabalho, manter programas preventivos de mapeamento precoce e diagnóstico dos agravos à saúde dos funcionários, além de constatar os casos de doenças profissionais.

É importante que a Unicamp garanta a segurança no ambiente porque essa medida envolve o maior bem que a Universidade possui que são seus funcionários.

Por isso, o STU não medirá esforços na exigência do cumprimento do acordo em prol da promoção e preservação da saúde dos trabalhadores.

Desabamento de parte do teto e vazamento de água ocorridos no Laboratório de Anatomia Patológica do HC

porFernanda de Freitas

II Feira Mobilização Pró-Saúde da População Negra

A II Feira Mobilização Pró-Saúde da População Negra acontece quinta-feira (22), das 10 às 16, no Estacionamento (A3) do HC (ao lado da rampa de acesso).

O encontro é gratuito, aberto a toda população e oferece atendimentos como: testagem Sorológicas (HIV, Sífilis, Hepatite B e C), aferição de Pressão Arterial, avaliação do Índice de Massa Corpórea (IMC), verificação de Glicemia e Práticas Integrativas Complementares.

O objetivo da feira é orientar sobre a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra oferecendo ações de cuidado, atenção, promoção à saúde e prevenção de doenças.

A atividade é organizada pela Coordenadoria de Assuntos Comunitários/FICAFRO e o Fórum de Integração Cultural Afro-brasileiro da Unicamp.

Mais informações nos ramais 12935 / 12541 ou e-mail: [email protected].

porFernanda de Freitas

III Diálogo com o Advogado será no HC

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Encontro com o advogado realizado nesta semana no Auditório da AFPU

Na próxima quarta-feira (19), das 12 às 14h, no Auditório do HC, acontece mais uma rodada do diálogo entre o Jurídico do STU e a categoria.

Na ocasião nossa assessoria jurídica – advocacia Cremasco – estará presente para sanar dúvidas a respeito de questões trabalhistas e previdenciárias.

Os trabalhadores serão orientados a respeito da mudança de regime (CLT/CLE), assédio moral, desaposentação, ação da URV, correção do FGTS e outros assuntos.

Mudança de regime marcou discussão do segundo encontro

No II Diálogo com o Advogado o assunto principal foi a preocupação dos trabalhadores com os rumos do processo de mudança de regime questionado pelo Ministério Público Estadual.

Dr. Cremasco alertou que devemos aguardar a publicação do acórdão porque só assim a Unicamp terá elementos para recorrer da decisão. Também reforçou que o sindicato está atento a ação para garantir que os trabalhadores não sejam prejudicados pela medida adotada pela Universidade.

porFernanda de Freitas

SIPAT 2015: diretor critica legislação que prevê insalubridade e periculosidade

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Trabalhadores da Área da Saúde lotam auditório na palestra sobre risco ambiental

Na semana passada (29) o STU compôs a mesa de debate da Semana Interna de Prevenção de Acidentes (SIPAT) que discutiu os “Trabalhadores Expostos a Riscos Biológicos: Insalubridade, Periculosidade e NR-32”.

Val dizer que a NR-32, ou seja, a Norma Regulamentadora 32 tem por finalidade estabelecer as diretrizes básicas para a implementação de medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores dos serviços de saúde, bem como daqueles que exercem atividades de promoção e assistência à saúde em geral.

O evento contou com os palestrantes: o Engenheiro de Segurança do Trabalho do Sinsaúde, C.A. Rochade; a Enfermeira do Programa de Riscos Biológicos do CECOM, Meire Celeste Cardoso Del Monte; o Engenheiro de Segurança do Trabalho do Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e Região, Norton Martarello; a Engenheira de Segurança do Trabalho da Divisão de Segurança do Trabalho da Unicamp, Dilaine Schneider e diretor do STU, João Raimundo Mendonça de Souza (Kiko).

A palestra discutiu os principais riscos biológicos presentes na Universidade, o atendimento oferecido pelo CECOM e os princípios da legalidade para garantir o reconhecimento de função insalubre ou periculosa.

A Divisão de Segurança do Trabalho da Unicamp explicou que apesar do adicional de insalubridade e periculosidade ser um direito do trabalhador, ele precisa ser reconhecido pelos órgãos da Universidade ou pela Previdência Social. Lembrando que os estatutários têm direito apenas à insalubridade, já os celetistas podem reivindicar ambos adicionais. E para garantir esse direito é necessário comprovar que houve exposição permanente. Além disso, o procedimento para comprovação do benefício é diferente para celetista e estatutário e pode não ser vitalício, pois depende da função exercida, do tipo de exposição e da análise do meio ambiente.

A questão de comprovação é tão complexa que o engenheiro de Segurança do Trabalho, Norton Martarello, defendeu que “não temos que ficar discutindo o enquadramento da insalubridade e periculosidade, mas acabar com essa situação, já que estamos aumentando o risco de penosidade, que consiste em sobrecarga e pressão no ambiente de trabalho, além do assédio moral e das condições de trabalho precárias”.

Martarello explicou que a periculosidade é uma situação difícil de extirpar e que a nossa legislação não dá conta de resolver as dificuldades advindas do enquadramento da função, como por exemplo, a secretária que trabalha no HC em algum laboratório que também mantém contato com agentes contaminantes não recebe garantias pela legislação atual.

Para o diretor do STU, Kiko, “a questão da legislação é muito relativa porque existe um vácuo na cobertura para o reconhecimento desse direito, como mencionou o companheiro Martarello. Por isso, é fundamental lutar e exigir que a legislação proteja e atenda às necessidades de todos os trabalhadores expostos a riscos”.

Kiko lembrou que em 2001 foi assinado um acordo, decorrente de uma Ação Civil Pública, com previsão de multa no Ministério Público do Trabalho que busca preservar a saúde do funcionário e combater as péssimas condições de trabalho dentro da Universidade.

Unicamp não tem garantido condições de saúde e proteção adequadas ao funcionário

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Kiko (STU) e Norton Martarello (Sind. dos Metal.) aprofundaram debate sobre legislação

Ao longo dos anos, a Unicamp não tem dado conta das soluções necessárias para adequar a universidade às condições de trabalho previstas no acordo e constantemente se apega a burocracia pra fazer o mínimo de rearranjo possível no ambiente de trabalho.

Kiko lembrou que o acordo precisa ser rediscutido e atualizado, assim como está sendo feito no caso das denúncias de assédio moral. “Temos que apontar no que avançamos e onde devemos intervir para solucionar os novos desafios do trabalho que estão postos para nós, funcionários da Unicamp, em termos de condições de trabalho e saúde do trabalhador”, explicou.

O diretor deu exemplo da retirada das 30h para os trabalhadores da Saúde que contribuiu para a piora nas relações de trabalho ocasionada pela pressão da chefia e jornada extenuante. E agora que conseguimos conquistar essa jornada reduzida novamente temos uma garantia de manutenção de melhores condições de trabalho e de vida para os funcionários da área hospitalar. E tem também a questão da terceirização dentro da Universidade que deve ser insistentemente combatida porque serve apenas para explorar e gerar desigualdade entre os trabalhadores.

O diretor também fez uma defesa intransigente do fortalecimento da CIPA e do CR como espaços fundamentais para impedir que as relações de trabalho se deteriorem e, principalmente, atuar incisivamente para que haja melhoria do ambiente de trabalho. “Essas duas instâncias tem nos ajudado a cobrar condições de trabalho justas, por isso, é importante reconhecê-las e fortalecer a ação desses companheiros dentro da Universidade”, defendeu Kiko.

O fato é que as doenças ocupacionais são provocadas pela precariedade do ambiente de trabalho, pressão da chefia e competividade estimulada pelos gestores da Universidade. Então, a Unicamp precisa combater impiedosamente a fonte dos problemas que originam as doenças e riscos ocupacionais.

“O cumprimento dos acordos de saúde do trabalhador e contra o assédio moral é um dever da Unicamp e um direito da categoria. E o STU, junto à CIPA e ao CR, vai seguir acompanhando e denunciando as situações que colocam os trabalhadores em condições indignas de trabalho ou em situações que provoquem assédio moral”, garantiu Kiko.

Sipat 2015 discutiu temas pertinentes para o funcionário
A SIPAT deste ano recebeu pouco mais de 430 trabalhadores da Unicamp que em quatro dias de atividade participaram de discussões como condições de trabalho e saúde, risco de amianto no ambiente de trabalho, sustentabilidade, segurança e saúde ocupacional, acidentes de trabalho, controle de riscos em laboratório, assédio moral entre outros.

A SIPAT foi organizada pelas CIPAs Unicamp, Funcamp, Limeira e Piracicaba com apoio do STU.

porFernanda de Freitas

STU apura mais uma denúncia no Bandejão

Frango à rolê entregue ao STU

Na quinta-feira passada (30) o STU foi apurar denúncia de que a refeição servida no Restaurante Universitário (RU) estaria inapropriada para consumo. Havia indícios de que o frango à rolê servido naquele dia estaria estragado.

Os diretores do sindicato foram recebidos pela nutricionista Maria Antonieta Jardine Kikumoto da Divisão de Alimentação que explicou o ocorrido e acompanhou os diretores em visita monitorada às dependências da cozinha do Bandejão.

Segundo Antonieta, o alimento estava em condições adequadas para o consumo e o problema estaria no sabor acentuado, provavelmente, do bacon defumado. Ela informou que o RU recebe o alimento pré-preparado e o sabor estava mais ácido ao paladar do que o de costume, possivelmente em decorrência do vinagre ou outro tempero adicionado.

Os diretores vistoriaram a cozinha e experimentaram in loco o frango para sanar dúvidas e foi constatado que o cheiro e sabor acentuados da ave não tinham relação com produto estragado, mas com possível quantidade exagerada de tempero.

Ficou combinado com a nutricionista que será feita uma recomendação formal ao fornecedor do produto para ficar atento às especiarias e a forma de preparo utilizada, já que a qualidade do produto passa também pelo prazo de validade, característica, textura e sabor do alimento oferecido.

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Inscreva-se para a 23ª Semana Interna de Prevenção de Acidentes da Unicamp

Estão abertas as inscrições para a 23ª Semana Interna de Prevenção de Acidentes da Unicamp – SIPAT 2015, que será realizada de 27 a 30 de julho. Para se inscrever é preciso preencher um cadastro no site http://www.cipa.unicamp.br, onde também está disponível a programação completa. A inscrição é gratuita, aberta a toda a comunidade e por enquanto ainda não tem data para encerrar . O tema deste ano é “Segurança do Trabalho, Saúde e Sustentabilidade. Entre os temas que serão discutidos estão o uso do amianto, gestão em segurança e saúde ocupacional, riscos biológicos e meio ambiente. Também será exibido o documentário sobre a luta dos trabalhadores químicos contra a Shell/Basf (O lucro acima da vida). O evento é apoiado pelo STU. Mais informações nos ramais 17532 / 17829.

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Servidores Funcamp no HC questionam 40 horas

Após a luta histórica dos trabalhadores da Unicamp e Funcamp foi reconquistada a implementação das 30 horas na saúde em 2014. Porém, a resolução do Conselho Universitário deixou de fora setores que antes cumpriam 30 horas e também setores que mesmo atuando na área da saúde nunca tiveram a jornada de 30 horas. Por isso, o STU segue cobrando as 30 horas para todos os trabalhadores da saúde, especialmente os que atuam na assistência e estão protegidos pela resolução do CONSU que retomou a referida jornada para 51 atividades, não importando a forma de contratação. Apesar da deliberação do CONSU, áreas contempladas na mesma também ainda não tiveram a efetivação das 30 horas.

Recentemente, o STU recebeu denúncia de que os técnicos e auxiliares de Farmácia do Centro Cirúrgico do HC estão cumprindo 40 horas por determinação das chefias. Inclusive, foi denunciado o fato gravíssimo de demissão de uma funcionária que questionou esta situação, o que evidencia a criminalização e retaliação aos que lutam por seus direitos.

Soma-se a essa realidade o fato de que esses trabalhadores recebem um piso salarial menor que os demais funcionários, contratados diretamente pela Universidade e que atuam nas Farmácias do HC e do CAISM, o que gera desmotivação geral. Esta situação ilustra o quanto a terceirização é prejudicial aos trabalhadores, que trabalham mais, recebem salários menores e menos benefícios e têm dificuldade de se organizar para lutar por seus direitos e contra a opressão das chefias. O projeto de lei 4330, que permite a terceirização em todas as áreas da economia, agravará esta situação. É preciso intensificar a luta contra este retrocesso, que aqui na Unicamp atinge os funcionários contratados pela Funcamp e os terceirizados de outros setores.

A direção do sindicato encaminhará documentos cobrando o respeito à decisão do CONSU às diretorias do HC, da Funcamp e à reitoria.

porFernanda de Freitas

STU assume vaga no Conselho Gestor do CEREST

O STU integra o Conselho Gestor do Centro de Referência Regional em Saúde do Trabalhador (CEREST Campinas), nossa representante é a diretora, Elisabeth Cardoso.

Participam como titulares do conselho os sindicato: STU, Sinergia, Construção Civil e Bancários e na suplência o Sindiviários, Químicos e SintPq.

O CEREST Campinas abrange os municípios de Americana, Artur Nogueira, Campinas, Cosmópolis, Hortolândia, Nova Odessa, Paulínia, Sumaré e Valinhos.

O CEREST busca promover ações para melhorar as condições de trabalho e a qualidade de vida do trabalhador por meio da prevenção e vigilância. Cabe ao centro de referência viabilizar a integração da rede de serviços de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS), assim como suas vigilâncias e gestão, na incorporação da Saúde do Trabalhador em sua atuação rotineira.

O STU tem atuado sistematicamente no combate às práticas de assédio moral e de doenças relacionadas ao trabalho, sempre cobrando melhores condições de trabalho e de vida para os funcionários da Unicamp. Integrar o Conselho Gestor do CEREST Campinas contribuirá para melhorarmos a articulação entre os sindicatos de forma a fortalecer a luta da classe trabalhadora.

As reuniões do CEREST Campinas ocorrem toda terceira quinta-feira do mês, às 9h, na Av. Prefeito Faria Lima, nº 680, Parque Itália.

 

Sobre o CEREST Campinas

O Centro de Referência Regional de Saúde do Trabalhador de Campinas (CEREST Campinas) é um serviço público de saúde que faz parte da rede SUS do município e integra a Rede Nacional de Atenção à Saúde do Trabalhador (RENAST). Desenvolve ações de promoção, prevenção e assistência à saúde dos trabalhadores de Campinas e região.

O CEREST Campinas foi criado em 1987 por iniciativa que reuniu sindicatos de trabalhadores, serviços públicos de saúde e instituições de ensino, como alternativa para os trabalhadores que buscavam assistência à saúde para além da empresa. Além disso, desde o princípio das atividades desenvolve ações de vigilância e educação em saúde do trabalhador.

A presença constante do controle social, a articulação interinstitucional, a atuação estratégica e a busca pela excelência são fortes características do CEREST Campinas.

 

Fonte: Com informações da fan page do CEREST Campinas

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Terceirização da farmácia do Mário Gatti é suspensa por questionamentos

No último dia 10 de fevereiro a Prefeitura de Campinas divulgou no Diário Oficial a suspensão sem prazo determinado do processo licitatório para terceirização da farmácia do Hospital Municipal Mário Gatti. A decisão foi tomada após empresas concorrentes impugnarem o edital questionando falhas técnicas, e certamente a prefeitura tentará retomar a privatização daquela área hospitalar. Mas a suspensão do processo é uma vitória para os trabalhadores do hospital, que seriam deslocados caso se efetivasse a privatização da gestão, e para a população usuária da unidade de saúde.

A prefeitura pretende entregar a gestão e operação logística de fluxo de materiais médicos, de medicamentos, de consumo e permanentes, infraestrutura de armazenamento, informática, automação, mobiliário, mão de obra técnica e operacional especializada da farmácia a uma empresa privada.

 

Na luta contra o desmonte do serviço público

No dia 12 de fevereiro, data marcada para a realização da licitação da Farmácia, ou seja, da terceirização do serviço, foi realizado um ato contra a privatização da Saúde.

Na ocasião, o Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Campinas (STMC) reafirmou ser contra a terceirização e a privatização por entender que essas medidas caminham no sentido de sucateamento e entrega dos bens públicos.

O fato é que os servidores municipais vem há tempos denunciando o descaso e a omissão do poder público com o Hospital Mário Gatti, que sofre déficit de funcionários e precárias condições de trabalho. Lembrando que, existem dois concursos públicos ainda vigentes que podem preencher as vagas abertas no hospital, mas o que falta é vontade política do governo municipal.

Assim como os servidores municipais, o STU também acredita que a terceirização não é a solução e, sim, a realização de concurso público e a valorização do servidor público.

A população de Campinas merece um serviço público gratuito e de qualidade, por isso, nos opomos a qualquer política de desmonte de bens públicos.

A diretoria do STU continuará acompanhando o processo e fortalecendo a luta contra as terceirizações que privatizam o direito à Saúde, transformando-o em mercadoria e prejudicando o acesso da população.

 

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Eleição da CIPA acontece nos dias 29 e 30 de outubro

O processo eleitoral para indicação dos representantes dos trabalhadores na Comissão Interna de Prevenção de Acidentes da Unicamp (CIPA-Unicamp) acontece nos dias 29 e 30 de outubro em todos os campi. Confira a lista de candidatos inscritos e os locais de votação.Fonte: www.cipa.unicamp.br

O voto é obrigatório para todos os servidores contratados diretamente pela Unicamp. E a CIPA é um importante instrumento legal de fiscalização das condições de trabalho e segurança.

porFernanda de Freitas

Estão abertas as inscrições da Cipa Unicamp para a gestão 2014/2015

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A partir de hoje (12) até 17 de outubro os funcionários dos campi de Campinas, Limeira e Piracicaba podem se inscrever para o processo de eleição da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa), gestão 2014/2015.

Os candidatos interessados em integrar a nova Cipa devem procurar o departamento de Recursos Humanos (RH) da sua unidade para preencher a ficha de inscrição.

 

Quem pode se candidatar:

Poderão votar e ser votados todos os servidores desta universidade, funcionários ou docentes, com qualquer vínculo funcional.

 

Quem não pode se candidatar:

Servidores menores de idade, contratados por prazo determinado, ou que no período das inscrições estiverem cumprindo pena disciplinar ou não estiverem em efetivo exercício.

 

Local de Inscrição:

Campinas:

  • CIPA Central (DGRH), das 9h às 16h;
  • RH das Unidades;
  • CIPAs setoriais (CAISM, FCM, FEA, HC, IB, IFGW e IQ).

Limeira:

  • Cotil;
  • FT;
  • Planta Física – Protocolo do Cotil (Liria), das 9h às 11h e das 13h às 16h;
  • FCA RH (Janaína), das 9h às 12h e das 14h às 16h.

Piracicaba (FOP)

  • Protocolo (Rosa), das 9h às 12h e das 14h às 16h.

 

CIPA

Venha participar das ações de prevenção de acidentes, de saúde, de segurança e meio ambiente para tornar o seu ambiente de trabalho mais seguro e com qualidade.

Quando eleito cipeiro o funcionário terá treinamentos e participará de palestras e cursos de formação. O objetivo é torná-lo um agente multiplicador das ações de segurança em sua unidade.

Vale lembrar que o voto é obrigatório e que a lei garante que os cipeiros sejam liberados para participar das atividades da comissão.

As eleições ocorrem nos dias 29 e 30 de outubro. Para mais informações acesse www.cipa.unicamp.br.

 

Ficha de Inscrição para Eleições da CIPA

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2014/09/Ficha_de_inscricao_eleicao_da_Cipa.pdf” language=”pt_BR”]

 

 

poradmin

Consu aprova 30 horas na saúde

Reunião do comando de greve às 14 horas vai discutir a resolução do Consu sobre as 30 horas e a proposta que o reitor Tadeu ficou de apresentar hoje à categoria (caso a mesma seja encaminhada ao STU até o horário da reunião).

Com forte pressão da categoria, que realizou importante ato na manhã desta terça-feira, o Conselho Universitário aprovou ontem a implementação da jornada de 30 horas para servidores que atuam em 51 atividades na área de saúde da Universidade (cuja lista está disponível abaixo). A nova jornada passa a valer em dezembro deste ano, sem redução de salários, para os servidores que optarem pelo novo contrato.

Durante a manifestação o servidores cobraram, além da jornada de 30 horas para todos os servidores da área de saúde, reabertura de negociação em relação ao reajuste e a pauta específica. No Consu não houve acordo em estender jornada reduzida aos trabalhadores administrativos da saúde. A proposta aprovada também não contempla a manutenção do prêmio de assiduidade (que garantiria uma folga extra no mês subsequente aos servidores com maior frequência apurada).

O debate sobre a votação da proposta apresentada pelo GT nomeado pela reitoria durou mais de três horas. A professora do IC Claudia Maria Bauzer Medeiros chegou a propor a retirada do assunto da pauta, no que foi derrotada.

Foi adiado para a próxima terça-feira (em continuidade à sessão do Consu) o debate sobre o fechamento do curso noturno de Arquitetura na Unicamp. A bancada dos funcionários no Conselho apoia a luta dos alunos do curso contra o encerramento das atividades letivas. O STU entende que a Unicamp precisa se abrir a uma política de inclusão, e fechar um curso noturno é um retrocesso, reduzindo a possibilidade de trabalhadores ingressarem na universidade pública.

Lista de atividades na área de saúde inclusas na resolução do Consu:

1) Enfermeiro

2) Auxiliar de Enfermagem

3) Atendente de Enfermagem

4) Auxiliar Técnico Hospitalar

5) Citologista

6) Citotécnico

7) Técnico em Citologia

8) Químico

9) Técnico em Necropsia

10) Técnico em Anatomia

11) Técnico em Laboratório Médico

12) Motorista

Hospitalar/Ambulância

13) Operador de Equipamentos

Hospitalares

14) Auxiliar de Radiologia

15) Assitente Técnico de Anatomia

16) Assistente Técnico de

Radiologia

17) Auxiliar de Radiologia/Revelação Fotográfica

18) Técnicos em Métodos Gráficos

19) Farmacêutico

20) Farmacêutico-Bioquímico

21) Biólogo

22) Biomédico

23) Bioquímico

24) Biologista

25) Biologicista

26) Biotecnologista

27) Psicólogo

28) Físico-Médico

29) Nutricionista

30) Fonoaudiólogo

31) Ortoptista

32) Técnico em Enfermagem

33) Técnico de Laboratório

34) Auxiliar de Laboratório

35) Técnico em Análises

Clínicas/Patologia Clínica

36) Técnico em Saúde Oral/Bucal

37) Auxiliar em Saúde Oral/Bucal

38) Técnico de Farmácia

39) Auxiliar de Farmácia

40) Técnico em Nutrição e Dietética

41) Auxiliar em Nutrição e Dietética

42) Técnico em Fisioterapia/Reabilitação

43) Auxiliar em Fisioterapia/Reabilitação

44) Técnico em Hematologia/Hemoterapia

45) Auxiliar em Hematologia/Hemoterapia

46) Técnico em Histologia

47) Auxiliar em Histologia

48) Técnico em Prótese e Órtese

49) Técnico em Imobilização

Ortopédica

50) Técnico em Eletroencefalografia

51) Assistente Técnico de Laboratório

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ERRATA: 30 horas Saúde

Na edição de nº 67 do Boletim do STU, que circulou ontem, onde se lê que a proposta do GT sobre as 30 horas na saúde “atinge apenas os servidores da Enfermagem”, o correto é afirmar que atinge “os profissionais que atuam diretamente nas atividades de assistência”. São 51 as atividades listadas no documento apresentado pela reitoria ao Consu. Confira a lista abaixo:

1) Enfermeiro

2) Auxiliar de Enfermagem

3) Atendendente de Enfermagem

4) Auxiliar Técnico Hospitalar

5) Citologista

6) Citotécnico

7) Técnico em Citologia

8) Químico

9) Técnico em Necropsia

10) Técnico em Anatomia

11) Técnico em Laboratório Médico

12) Motorista

Hospitalar/Ambulância

13) Operador de Equipamentos

Hospitalares

14) Auxiliar de Radiologia

15) Assitente Técnico de Anatomia

16) Assistente Técnico de

Radiologia

17) Auxiliar de Radiologia/Revelação Fotográfica

18) Técnicos em Métodos Gráficos

19) Farmacêutico

20) Farmacêutico-Bioquímico

21) Biólogo

22) Biomédico

23) Bioquímico

24) Biologista

25) Biologicista

26) Biotecnologista

27) Psicólogo

28) Físico-Médico

29) Nutricionista

30) Fonoaudiólogo

31) Ortoptista

32) Técnico em Enfermagem

33) Técnico de Laboratório

34) Auxiliar de Laboratório

35) Técnico em Análises

Clínicas/Patologia Clínica

36) Técnico em Saúde Oral/Bucal

37) Auxiliar em Saúde Oral/Bucal

38) Técnico de Farmácia

39) Auxiliar de Farmácia

40) Técnico em Nutrição e Dietética

41) Auxiliar em Nutrição e Dietética

42) Técnico em Fisioterapia/Reabilitação

43) Auxiliar em Fisioterapia/Reabilitação

44) Técnico em Hematologia/Hemoterapia

45) Auxiliar em Hematologia/Hemoterapia

46) Técnico em Histologia

47) Auxiliar em Histologia

48) Técnico em Prótese e Órtese

49) Técnico em Imobilização

Ortopédica

50) Técnico em Eletroencefalografia

51) Assistente Técnico de Laboratório

 

 

 

 

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22ª Semana Interna de Prevenção de Acidentes da Unicamp

Dos dias 28 a 31 de julho ocorre a Semana Interna de Prevenção de Acidentes da Unicamp realizada pelas Cipas Unicamp, Limeira, Piracicaba, Funcamp/AMEs (Ambulatórios Médicos Especializados). O evento acontecerá no Centro de Convenções da Unicamp. O STU apoia a programação e ressalta que vários dos temas tratados fazem parte da pauta de lutas do sindicato, que tem encaminhado as demandas relativas às condições de trabalho inadequadas. Esta situação gera prejuízo à saúde de muitos trabalhadores e trabalhadoras da Unicamp e Funcamp. Além disso, outro tema importante que o STU tem tratado é o das práticas abusivas no local de trabalho, que geram o assédio moral. Isso já foi fruto inclusive de acordo entre Sindicato e Ministério Público do Trabalho.

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Greve segue forte na saúde

Os trabalhadores e trabalhadoras da saúde estão dando um exemplo de luta e organização e a greve segue crescendo nas unidades.
A categoria não tem se intimidado, mesmo com o assédio moral e as tentativas de enfraquecer o movimento grevista por parte da administração da Universidade.
O Centro Cirúrgico e o Pronto Socorro aderiram à paralisação e agora os trabalhadores já discutem a dispensa de procedimentos eletivos.
Os direitos só são conquistados com luta!

Assédio contra a greve no Centro Cirúrgico

Na medida em que os trabalhadores avançam na greve e na organização, começam a aparecer as ameaças e a intensificação do assédio moral.
Na sexta-feira (6), no CCG/HC, os trabalhadores mantiveram a postura de atrasar os procedimentos por duas horas, como forma responsável de participar da greve assegurando o atendimento de urgência e emergência à população. Mas, para o espanto de todos, o docente Paulo Palma, de forma agressiva e descontrolada ofendeu funcionários do Centro Cirúrgico, chamando-os – dentre outras ofensas desferidas especialmente contra mulheres – de preguiçosos. Isso porque não havia material em condições para realizar os procedimentos cirúrgicos, tendo em vista os problemas de contaminação já relatados no Boletim do STU e o mau funcionamento das máquinas de autoclave.
As trabalhadoras reagiram elaborando documento à direção do HC relatando o ocorrido e foram orientadas pela diretoria do STU a registrarem boletim de ocorrência.
Assédio moral é crime! Denuncie.

Direito de greve também é desrespeitado no CAISM

No CAISM, as chefias imediatas da Unidade de Internação e Escolta ameaçam /os trabalhadores de descontos quando estes participam dos atos. As ameaças variam desde descontar as horas que os trabalhadores participam das manifestações até abertura de processos administrativos, caso ocorra algum problema na assistência. Essas posturas são uma evidente afronta ao direito de greve.
O STU continuará a acompanhar a situação e denunciará todo desrespeito e ataques contra a categoria.

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Greve cresce na saúde

Ontem, trabalhadores do Centro Cirúrgico Geral e do atendimento ambulatorial paralisaram as atividades por duas horas. Vão repetir a ação hoje e amanhã.
Os demais setores da saúde também intensificam a mobilização contra o reajuste de zero, pelas 30 horas e por condições de trabalho.
Problemas em equipamentos levam a suspensão de cirurgias

Apesar da mobilização dos trabalhadores do centro cirúrgico, não foi a greve a responsável pela não realização de cirurgias ontem no HC. Problemas no equipamento de higienização e esterilização de materiais ocasionaram a suspensão dos procedimentos cirúrgicos.
Outras cerca de 70 operações foram suspensas por determinação da direção do Hospital em função dos jogos da Copa.
Isso mostra que a diretoria do HC e a reitoria da Unicamp não estão preocupadas com a saúde da população, mas apenas pressionam os trabalhadores que querem construir a greve e tentam jogar a população contra o movimento.

Agenda da Saúde

6h – Concentração na rampa A-3 do HC
7h – Reunião no saguão A-2
7h30 – Café da manhã CCG/HC
8h – Visita aos setores
11h – Reunião do Comando (no F-2)
11h30 – manifestação (portaria F-1)
12h30 – Reunião do CCG/HC
14h – Reunião do comando do HC