Categoria Saúde

porFernanda de Freitas

Carta Aberta à População: Pacientes dos dos Hospitais da Unicamp

O STU lançou uma nova Carta aberta à população direcionada, especialmente aos pacientes dos Hospitais da Unicamp, destacando uma importante vitória: a suspensão da tramitação do projeto de Autarquização dos hospitais da Unicampnos órgãos do governo do Estado.

Mas não podemos relaxar porque, a partir de outubro, o projeto poderá seguir para a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), onde deputados e deputadas decidirão o futuro de um dos maiores patrimônios da saúde pública do estado: o Complexo Hospitalar da Unicamp.

Você também pode contribuir com essa mobilização: AQUI, disponibilizamos um modelo de carta para ser enviada aos deputados estaduais, cobrando voto contrário à Autarquização e à entrega da gestão do Complexo Hospitalar da Unicamp.

porFernanda de Freitas

Carta Aberta à População Usuária dos Hospitais da Unicamp

O STU, ADunicamp e DCE da Unicamp estão divulgando a “Carta Aberta à População – Diga Não à Autarquização” para explicar porque a proposta de Autarquização da Área da Saúde pode afetar drasticamente o Complexo Hospitalar da Unicamp, abrindo caminho para mudanças na gestão que podem prejudicar o acesso gratuito da população carente, piorar a qualidade do atendimento, comprometer o caráter público do hospital e reduzir o repasse de verbas SUS.informar. Sem contar que coloca em risco o emprego e as condições de trabalho dos funcionários dos hosptais.

Confira abaixo a nova versão da “Carta Aberta à População – Diga Não à Autarquização”:

porFernanda de Freitas

O encontro “Saúde em Debate” discutiu os desafios e soluções do sistema de saúde pública

Em junho o STU organizou o “Saúde em Debate”, um evento que debateu os entraves da Saúde Pública, especialmente para os/as usuários/as idosos/as.

O encontro foi aberto por Cleusa Schetini e Sandra Ramos, da Coordenação de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do STU, com mediação de Elisiene Lobo, coordenadora geral do sindicato, que juntas garantiram uma condução qualificada das discussões. Além da participação especial da cerimonialista, Magdaelei Amorim.

O evento discutiu questões cruciais relacionadas à saúde pública. Entre os temas abordados estavam a valorização dos/as profissionais da saúde, as dificuldades enfrentadas pelos/as usuários/as do Iamspe (Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual), os desafios do sistema público de saúde e a necessidade de políticas de prevenção e tratamentos mais acessíveis.

Desafios do SUS e valorização dos/as profissionais da saúde

A maioria dos/as palestrantes apresentou preocupação com o desmonte do sistema de saúde público e os impactos negativos que isso tem tanto para os/as trabalhadores/as quanto para os/as usuários/as.
Houve também uma forte ênfase na necessidade de valorizar os/as profissionais da saúde, melhorando suas condições de trabalho e segurança. Foi destacada a sobrecarga enfrentada pelos/as trabalhadores/as, especialmente durante a pandemia de Covid-19 e nas crises subsequentes, como os atuais surtos de dengue e gripe.

O médico sanitarista e ex-presidente da Fundacentro (Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho), Pedro Tourinho, fez críticas ao governador Tarcísio e à administração local devido à falta de investimentos adequados no setor de saúde, destacando a precarização dos serviços e o sucateamento de hospitais importantes como o Hospital Mário Gatti.

Segundo ele, “com o passar do tempo, esse desenho político feito pela direita, pelo campo da extrema direita, prevê a extinção das funções públicas na área de prestação de políticas públicas. A direita tem uma compreensão mínima sobre isso. Para eles dever do estado é a segurança pública, sistema judiciário e praticamente só isso”.

Para Tourinho é importante lutar por uma gestão que possa aperfeiçoar a contratação e valorização dos/as profissionais da saúde porque essa política entreguista vai gerar a extinção do serviço público, como ele existe hoje.

Importância da prevenção na saúde

Um ponto central do debate foi a necessidade de focar em políticas de prevenção para evitar que a população chegue aos estágios finais de doenças, onde o tratamento é mais complexo e oneroso.
Sugestões incluíram o investimento em academias ao ar livre, retomada da Farmácia Botica da Família, hortas comunitárias que visem melhorar a qualidade de vida e prolongar a longevidade da população.

Com destaque também para a necessidade de fortalecimento e ampliação da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, que oferece uma visão ampliada dos processos de prevenção dos agravos à saúde, assim como a promoção do cuidado integral do ser humano, pensando no meio ambiente e sua inserção na sociedade.

Para Carlos Eduardo Siqueira Pinheiro, assessor do mandato Gustavo Petta, “a saúde não é só o médico e a estrutura que nós conhecemos como os Centros de Saúde, as UPAS e os hospitais, ao contrário, ela integra também medidas como o combate à poluição, medidas como o saneamento básico, medidas como fortalecimento e o trabalho da prevenção nas escolas são parte do conjunto da prevenção da saúde na nossa cidade”.

A prevenção foi destacada como uma estratégia essencial para reduzir a incidência de patologias modernas com grande potencial para a redução de sintomas que acometem a saúde mental.

Para ele é fundamental “o fortalecimento do pronto socorro e do programa de saúde da família, que é um programa que ajudaria e contribuiria de forma exponencial para a garantia de um atendimento maior e de melhor qualidade lá na ponta”.

Os entraves do Iamspe

O Iamspe foi pauta de muita reclamação dos/as presentes na plateia, formada em sua maioria por funcionários/as estatutários/as idosos/as.

Um dos palestrantes ressaltou a importância da luta pelo Iamspe, destacando que é essencial para os/as servidores/as públicos, reivindicarem junto ao governo estadual a garantia de financiamento para a reestruturação do sistema.

A vereadora Paolla Miguel resgatou a história do Iasmpe que vem sofrendo reduções drásticas em seu orçamento, ao longo desses 63 anos de criação.

Segundo a parlamentar, de lá pra cá, houve cortes de cerca de 300 médicos/as e mais de mil funcionários/as da assistência e do administrativo. “Isso faz com que a gente perceba o quão difícil é a gente conseguir hoje uma especialidade. Então na cidade de Campinas, muitas vezes, quando as pessoas querem ter um atendimento mais humanizado ou querem buscar um atendimento profissional, elas não vão atrás do Iamspe porque elas sabem que lá é difícil você marcar consultas, é difícil marcar um atendimento especializado. Então, precisa buscar o Hospital do Servidor, lá em São Paulo, que é uma referência em saúde e acompanhamento, mas fica na cidade de São Paulo, o que acaba dificultando o acesso, principalmente da população mais periférica que tem dificuldade de ter acesso a um carro”, explicou a parlamentar.

Houve muitas críticas também em relação ao processo de desligamento solicitado pelo/a servidor/a, que atualmente não permite o seu retorno, prejudicando demais a vida daqueles/as que precisam retornar ao sistema.

Outro ponto discutido foi a necessidade de organização de uma luta unificada para fortalecer tanto o Iasmpe quanto o SUS. A defesa de um sistema de saúde público forte e bem financiado foi apresentada como crucial para garantir o atendimento adequado e humanizado aos/às servidores/as e à população em geral.

De acordo com Elisiene Lobo, coordenadora geral do STU, o governador Tarcísio tem tratado o serviço público de maneira negligente, confiscando verbas públicas da saúde e da educação, resultando em salários achatados, condições de trabalho precárias, aumento da sobrecarga de trabalho e inúmeros desafios no atendimento, especialmente na rede básica de saúde.

Desafios e aprendizados

O evento “Saúde em Debate” serviu como um fórum para discutir os desafios e soluções do sistema de saúde pública e as formas de melhorar a situação dos/as usuários/as e as condições de trabalho dos/as profissionais.

Para o presidente da Comissão Consultiva Mista do Iamspe, José Luiz Moreno, os sindicatos, funcionários/as público/as, usuários/as do SUS e população em geral precisam participar das audiências públicas onde são discutidos os rumos da saúde pública.

Segundo ele, o/a usuário/a do SUS ou do Iamspe estão interligados/as na mesma rede. E são nesses espaços de audiência que podemos questionar, reivindicar e acompanhar as políticas públicas.
“Então, para estar se organizando, para estar se fortalecendo, a gente tem que participar e a gente tem que debater, a gente tem que mostrar a cara, que nós somos uma população que defende o SUS e que defende o Iamspe ao mesmo tempo”, explicou Moreno que também é diretor da APEOESP.

A ênfase na valorização dos/as profissionais e o investimento nas políticas de prevenção e tratamento também foram pontos destacados como essenciais para um sistema de saúde mais eficiente e humano.
A explanação de cada debatedor/a ressaltou a importância de eventos como este para a troca de ideias e o fortalecimento do maior sistema público de saúde do mundo, o SUS.

A companheira Nayara Oliveira, do Movimento Popular de Saúde (MOPS), que fez muito falta no encontro, infelizmente não pode estar conosco por conta de um imprevisto.

Os/as convidados/as foram presenteados/as com o livro “A História de Luta dos Trabalhadores da Unicamp”, que conta a trajetória de organização e luta dos/as trabalhadores/as da Unicamp. A entrega foi feita pela Sra. Maria Conceição e Sr. Salomão, do Departamento dos Aposentdos/as do STU.

porFernanda de Freitas

STU denuncia no TCE irregularidades na contratação do Ponto Eletrônico

Dia 30/05, o STU protocolou no TCE (Tribunal de Contas do Estado de SP) uma representação formal contra a Unicamp denunciando supostas irregularidades cometidas na contratação sem licitação da empresa Sênior Sistemas S/A, responsável por implementar o sistema de Ponto Eletrônico.

A dispensa de licitação deve ocorrer apenas em situações específicas em que não há possibilidade de competição. No entanto, existem outras empresas no mercado que oferecem serviços semelhantes ao contratado pela Unicamp.

Somos contrários à instalação do ponto para fiscalizar a jornada dos/as trabalhadores/as, ainda mais quando a medida fere os princípios de transparência e igualdade de oportunidades na contratação de serviços, podendo resultar em prejuízos aos cofres da Universidade e avalições tendenciosas no processo.

No dia 02/06, o TCE respondeu ao STU que a denúncia foi encaminhada à área de fiscalização competente para conhecimento e eventuais providências e que as ocorrências relatadas poderão servir de subsídio para as verificações.

Até o fechamento deste material, a Unicamp não havia se manifestado sobre as denúncias. Reforçamos nosso compromisso em defender os interesses da categoria e garantir um ambiente de trabalho justo e transparente.

porFernanda de Freitas

Campanha de Solidariedade: Doe Sangue. Salve Vidas!

A cobertura do Hemocentro Campinas abrange mais de 80 municípios, que totalizam mais de 7 milhões de habitantes.

Manter o estoque de banco de sangue para essa densidade populacional é um desafio diário para o Hemocentro Unicamp.

Colabore! Salve vidas doando sangue!

Os pontos de coletas são:

  • Unicamp/Hemocentro: 0800-722-8432
  • Hospital Municipal Dr. Mário Gatti: (19) 3272-5501
  • Hospital Estadual de Sumaré: (19) 3883-8909
  • Piracicaba/Hemonúcleo: (19) 3422-2019

Escolha o local, ligue e agende sua doação!

Uma campanha do Hemocentro Unicamp, do STU – Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp e da ADunicamp – Associação de Docentes da Unicamp. Compartilhe!

porFernanda de Freitas

PEC do piso da enfermagem é aprovada em 2º turno na Câmara dos Deputados

Nesta quarta-feira (13), os profissonais da enfermagem conquistaram mais uma vitória!

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que instituiu o piso nacional para enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiras, foi aprovada em 2º turno na Câmara dos Deputados.

A companheira Maria Edith esteve em Brasília com Coren-SP para acompanhar a votação da PEC

A medida foi aprovada com 473 votos a favor, nove contrários e uma abstenção.
A PEC traz mais legalidade para o Projeto de Lei 2564/2020, que institui o piso da enfermagem, já aprovado no Senado Federal e na Câmara dos Deputados.

Vale destacar que, mesmo aprovado, esse projeto ainda não foi enviado para sanção presidencial.

Agora, com a segurança jurídica estabelecida pela PEC 11, que foi aprovada em dois turnos, o projeto de lei deverá ser encaminhado à sanção presidencial e tem grandes chances de ser instituído no país.

Para Maria Edith de Almeida, diretora do STU e conselheira do Coren (Conselho Regional de Enfermagem) de São Paulo, o momento é de celebrar essa luta de mais 20 anos por remuneração justa. “Essa vitória trouxe mais força para seguirmos firmes avançando em outras pautas igualmente importantes para a categoria”, disse.

Edith comentou que a valorizaçao da categoria passa também pela aprovação de um piso salarial mais justo, a instituição da jornada de 30h semanais e melhores condições de trabalho e de vida para toda a categoria.

“A pauta da enfermagem nunca avançou no parlamento, por isso, não vamos descansar enquanto não houver garantia de melhores condições de vida e de trabalho para toda a enfermagem do país”, explicou a conselheira.

Essa luta histórica por remuneração digna é muito justa e necessária e está cada vez mais perto de se tornar realidade!

O STU tem muito orgulho de fazer parte da luta dos profissionais da enfermagem e aproveita para parabenizar à enfermagem brasileira: vocês merecem muito mais!

Imagem: Coren

porFernanda de Freitas

PEC do piso da enfermagem é aprovada em 1º turno na Câmara dos Deputados

Nesta terça-feira (12), a Câmara dos Deputados aprovou em primeiro turno o texto-base da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do piso salarial da enfermagem.

Com 425 votos favoráveis, sete votos contra e uma abstenção, a PEC 11/2022 precisa ser votada em segundo turno, previsto para acontecer ainda hoje.

A PEC estabelece uma segurança jurídica para o Projeto de Lei 2564/2020, que já está aprovado no Senado Federal e na Câmara dos Deputados.

Vale destacar que o projeto de lei institui a remuneração mínima de R$ 4.750 para enfermeiros, R$ 3.325 para técnicos de enfermagem e R$ 2.375 para auxiliares de enfermagem e parteiras.

Segundo a Constituição Federal, projetos de lei que aumentam a remuneração de servidores públicos só podem ser propostos pelo presidente. Como há um grande contingente de profissionais da saúde trabalhando em hospitais públicos, a aprovação da PEC 11/22 traz legitimidade e segurança jurídica e também evita questionamentos judiciais a respeito do piso.

Imagem de Yerson Retamal por Pixabay 
porFernanda de Freitas

Pauta Específica traz cobranças urgentes como carreira e correção de benefícios

Quinta-feira passada (6), a diretoria do STU protocolou a Pauta Específica de Reivindicações 2022 e um ofício solicitando o agendamento de uma reunião com a reitoria para iniciar as discussões sobre a pauta.

Na pauta estão elencadas 29 demandas que cobram a garantia de abertura de concursos públicos; correção anual dos benefícios (alimentação / refeição / criança / especial), inclusive do período em que os benefícios foram congelados; cumprimento do Termo de Ajuste de Conduta que coíbe o assédio moral, teto único para todos (docentes e funcionários), entre outras reivindicações.

Demandas salariais

Sabemos que, mesmo na pandemia, o caixa da Unicamp cresceu à medida que o arrocho salarial e as condições de trabalho só pioraram. Além disso, o reajuste salarial de 20,67%, feito em março passado, não foi capaz de repor a defasagem salarial.

Para minimizar essas perdas e fazer valer o compromisso histórico de isonomia salarial com a USP cobramos o pagamento de auxílio-alimentação no valor de R$ 1.596,94 e vale refeição de R$ 990,00.

A pauta prevê ainda a redução do custo da alimentação no bandejão, pagamento de periculosidade para os estatutários da vigilância e demais setores da segurança e o reajuste anual do auxílio-transporte para os funcionários que residem fora de Campinas.

Tem também a incorporação da contagem do tempo de trabalho, que foi suspensa pela Lei Complementar 173/20 na pandemia e pagamento de 30% da GR no período de nov/2017 a jun/2020.

Lutas históricas

Devido à insatisfação gerada no processo de progressão da carreira cobramos novamente a sua reformulação com discussão feita em comissão paritária (STU e reitoria).

Por conta da especificidade do trabalho nossa pauta incorpora as reivindicações das professoras da DEdIC, dos profissionais da Saúde e dos engenheiros.

Sempre buscando a melhoria das condições de trabalho exigimos o fim das terceirizações e a abertura de discussão sobre o teletrabalho.

Dada a urgência de algumas demandas, esperamos que o reitor não fuja da negociação, como tem feito em relação à Pauta Unificada do Fórum das Seis.

Clique aqui para baixar a íntegra da Pauta Específica de Reivindicações dos Trabalhadores da Unicamp – 2022.

porFernanda de Freitas

Fórum Nacional das Centrais Sindicas em Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora

O Fórum Nacional das Centrais Sindicas em Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora – composto pelas Centrais Sindicais CTB, CUT, CSB, CSP Conlutas, Intersindical, Nova Central, Força Sindical e UGT – realizará no dia 13/08, às 18h, o evento preparatório para a Conferência Livre, Democrática e Popular de Saúde 2022, com transmissão via Zoom.

O tema do encontro será Saúde do trabalhador e da trabalhadora como direito humano fundamental: Trabalhar sim, sofrer não, morrer jamais!

O objetivo do encontro é potencializar o debate sobre a importância do SUS e da ação sindical em defesa do SUS e de suas políticas de saúde do trabalhador e da trabalhadora.  E contribuir também com as propostas da classe trabalhadora na Conferência Nacional que acontecerá em 05/08, Dia Nacional de Saúde.

O Fórum Nacional é direcionado aos secretários/as de saúde das centrais sindicais, dirigentes de sindicatos, federações e confederações 

  • Programação:
  • 18h – 18h20 – Abertura: Representações das Centrais
  • 18h20 – 18h40 – A Proteção e promoção da Saúde dos/as trabalhadores/as: um olhar a partir da Atenção Primária para o trabalho e seus impactos no território!
  • 19h – Conferência Livre Democrática e Popular de Saúde: Objetivos e Eixos
  • 19h30 – Debate
  • 20h – Apresentação do documento das centrais para a etapa nacional
  • 20h30 – Encerramento


Para mais informações clique aqui e acesse o site “Frente Pela Vida”.

Fonte: Frente Pela Vida

porStéphane Powaczuk

Seis fatos para você saber o CAOS que se tornou a saúde

  • Reajuste salarial de 20%, a partir de janeiro/22;
  • Pagamento de insalubridade grau máximo para todos da Saúde;
  • Contratação imediata nos hospitais;
  • EPI’sdequalidade para todos;
  • Pagamento integral do transporte fretado;
  • Cumprimento e transparência nos protocolos;
  • Melhoria nas condições de trabalho.

Não dá mais para aguentar o reitor seguir a cartilha do Doria de sucateamento do serviço público e desvalorização do servidor.

A sociedade precisa saber das condições precárias dos hospitais, por isso, nossa última assembleia autorizou a assessoria jurídica do STU apresentar queixa no Ministério Público do Trabalho solicitando intermediação.

No dia 10, data da paralisação, vamos dar um recado certeiro ao Tom Zé: se não houver solução não resta alternativa a não ser uma greve da Área da Saúde.

Estamos exaustos, adoecendo e com salários defasados: chega de enrolação!

Você sabia que na área da saúde temos:

Trabalhadores: 3mil

Afastamento: 561 (Em janeiro/22)

Lotação do pronto-socorro: 150% de capacidade

Enfermagem: 122 afastados

Funcionários concursados afastados: 381

Enfermarias e UTIs: 100% lotadas

Leitos dedicados à covid-19 em Campinas: 460

porStéphane Powaczuk

A sociedade precisa saber o que acontece nos hospitais da Unicamp

Nossa Paralisação com Ato, dia 10/02, vai denunciar também o estrangulamento do serviço e as condições de trabalho desgastantes na Área da Saúde.

O CECOM não dá conta de atender tantos funcionários doentes, mas o reitor Tom Zero mantém a sua postura negacionista ignorando a situação.

A falta de trabalhadoresnos hospitais e a demora na reposição são naturais, o que já não deveria ser. Mas na pandemia aumentou o número de afastamentos por adoecimento reduzindo ainda mais o quadro de funcionários que atendem a população.

A sobrecarga de trabalho na Saúde é visível: aumentou o número de horas extras colocando os funcionários em perigo por conta da exaustão física, mental e emocional a que estão submetidos.

A situação está tão insustentável que os trabalhadores da Saúde pagam pra trabalhar, já que precisam arcar com o custo do fretado e muitas vezes levar EPI’s para o trabalho.

Tanto no HC, quanto no CAISM, faltam isonomia no pagamento de insalubridade, pois alguns funcionários recebem e outros não.

porStéphane Powaczuk

STU cobra, mais uma vez, que a Unicamp retome o trabalho remoto

Hoje (21), o STU enviou um novo ofício à reitoria da Unicamp solicitando, novamente, uma reunião para discutir a suspensão das atividades presenciais, devido ao grande aumento de casos de COVID-19 e influenza H3N2 e, também, as condições de trabalho dos servidores da Área da Saúde da Universidade.

Na última quarta-feira (19), a diretoria do STU tratou dos caos do CECOM e do HC, que não estão conseguindo realizar os atendimentos de funcionários/as que procuram as unidades por conta de uma possível contaminação de COVID-19, e/ou com sintomas gripais.

Hoje (21), realizamos uma live pelo YouTube, com a diretora do STU e enfermeira do Caism, Margarida Barbosa, e a representante da CIPA da Unicamp, Giovanna Romaro, justamente para falar sobre o descaso que está ocorrendo na Universidade com o surto descontrolado de COVID-19. Confira a live aqui.

A diretoria do STU está extremamente preocupada com o caos que tem assombrado as unidades de Saúde da Unicamp devido à nova onda de contaminação e não tem medido esforços para preservar a saúde dos/as funcionários/as.

Acompanhe nossos canais de comunicação para saber de todas as ações do Sindicato.

            Confira o ofício enviado para reitoria aqui.

porFernanda de Freitas

Oportunidade para o mês de novembro

 Troca de convênio médico – proposta válida somente esse mês

Oportunidade exclusiva  para os/as  funcionários/as da UNICAMP e FUNCAMP, associados ao STU – Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp,  podem fazer  a  portabilidade imediata do seu convênio atual para a Saúde Beneficência, com excelentes condições e  benefícios  com carência zero!*

Uma ótima chance para quem está pagando uma fatura muito alta no seu convênio médico e da sua família. Ou caso não se sinta satisfeito com o seu plano de saúde.  Aproveite essa oportunidade.

*Consulte as condições. Muitos  já fizeram a sua migração. Faça a sua também.  Entre em contato conosco via whatsapp ou por e-mail e não perca tempo, essa oportunidade é por tempo limitado  (válida somente para o mês de novembro).

QUÊM PODE ADERIR? (no ato da contratação)

 Cônjuge ou companheiro (a);
 Filhos (as) e Enteados (as) solteiros de qualquer idade;
 Filhos (as) adotados de qualquer idade;
 Menores tutelados e curatelados;
 Pai e Mãe;
 Sogro e Sogra;
 Netos (as) até 18 anos 11 meses e 29 dias;
 Bisnetos (as) do titular
 Irmãos (as) e sobrinhos (as) do titular
 Tios (as) do titular
 Cunhados (as) do titular
 Noras e genros do titular


INFORMAÇÕES

Whastsapp do STU
 (019) 99744-4890    

E-mails:

 [email protected]

[email protected]

Planos

porFernanda de Freitas

STU SE REÚNE COM CECOM PARA DISCUTIR A PAUTA DE VACINAÇÃO

No dia 15/10,  o STU participou de uma reunião com a direção do CECOM para discutir a pauta das vacinas, a partir das demandas levantadas por diretoras do sindicato da área de saúde. O diretor Kiko esteve na reunião representando  o STU , e  pelo CECOM  (Centro de Saúde da Comunidade) estiveram presentes a coordenadora Rose e o coordenador adjunto Rogério.

Na reunião foram pontuadas as seguintes questões:

Responsabilidade  sobre a vacinação

Cabe às Secretarias de Saúde Municipal e Estadual. No caso da 3º dose, assim como ocorreu no início da vacinação em que os hospitais ficaram responsáveis por vacinar suas equipes, esse procedimento foi mantido para a dose de reforço.  A Secretaria de Saúde repassou 4 mil doses da vacina para Unicamp. A Unicamp optou por usar o sistema de agendamento da Secretaria Municipal de Saúde  para permitir organizar melhor o processo de vacinação e dar liberdade de escolha dos dias e horários mais convenientes para o funcionário. Por isso a inscrição e o agendamento é o mesmo da Secretaria Municipal de Saúde.

Quem pode e deve tomar a 3ª dose

Trabalhadores da saúde que  receberam a última dose (2ª dose)  da vacinação inicial  há  mais de seis meses.  Nesta primeira fase destina-se aos trabalhadores que tomaram a segunda dose nos meses de janeiro/fevereiro/março. O calendário dos que tomaram a 2º dose em abril será aberto em breve. Apesar do CECOM estar realizando a vacinação da 3ª dose, o trabalhador da saúde também pode tomá-la na unidade de saúde de sua cidade, mediante a devida comprovação.

Sobre o horário da vacinação – das 8h30 às 14h30

Com o objetivo de permitir uma melhor distribuição e organização do processo de operacionalização da vacina, a campanha está ocorrendo no espaço da Legolândia / FCM.

A partir das 8h30

 De acordo com o CECOM a sistematização na logística de preparação, transporte e segurança, dificulta a antecipação desse horário.

 Até às 14h30

O limite é decorrente  da abertura do lote de vacinas  e a necessidade de tempo –  se houver sobras de doses –  em repassá-las  aos postos de saúde para serem utilizadas no mesmo dia. Uma vez aberto o lote, ele não pode ser armazenado de um dia para o outro. Com base nessa estrutura, o CECOM não conseguiu adequar um horário mais abrangente para atender os trabalhadores do período noturno.

Sobre as 1ª e 2ª doses

O  processo de vacinação fora esse da 3ª dose é conduzido pela Secretaria de Saúde, utilizando os critérios públicos de inscrições. Nesse caso, todos com mais de 18 anos, que ainda não tomaram devem agendar no sistema da Secretaria de Saúde.

Compromissos que o CECOM assumiu para o STU

– Elaborar uma planilha com os dados comparativos entre o percentual de vacinados e  como o horário influiu no processo do esquema vacinal de reforço. E a partir dos dados levantados,   discutir alternativas com o sindicato  que facilite a vacinação da 3º dose dos trabalhadores do período noturno.

– Organizar uma nota informativa às unidades de saúde dando mais esclarecimentos sobre o processo de vacinação.

porFernanda de Freitas

Retorno ao trabalho presencial com segurança

 Na última quarta-feira (20/10) aconteceu uma reunião entre o STU e representantes com a Reitoria para dar continuidade no debate da  pauta sobre  a política sanitária do retorno. A reunião é a  continuidade do encontro realizado em 13 de setembro. O STU   destaca a importância da continuidade das medidas necessárias para proteção dos funcionários.

Diversos pontos que tratam  de garantias à saúde e na segurança dos/as trabalhadores/as

Os fretados

A reitoria se comprometeu a fazer uma discussão específica  com o STU e a prefeitura do campus para discutir as questões específicas do fretado no que diz respeito a ventilação e distanciamento. 

Ambientes interno

 Foi anunciado  um conjunto de providências para garantir a filtragem do ar nos aparelhos de ar condicionados, mas  estas dependem de contratações.

Avaliação sanitária das Unidades

Alegou que delegou aos comitês locais  um balanço das dificuldades sanitárias nas unidades e que fará uma cobrança com agenda para que se tenha um balanço da situação. As unidades devem recorrer se necessário as análises técnicas arquitetônicas e da segurança do trabalho.

Máscaras

A Unicamp reafirma política centralizada de distribuição das máscaras e mantém como prioridade a distribuição de máscaras tipo cirúrgica e as Pff2 só para situações específicas. 

Os representantes reafirmaram a preocupação com política do retorno, sem que as condições sanitárias sejam asseguradas e que a reitoria deveria ampliar o debate com as entidades, uma vez que  existe a tendência no agravamento dos problemas  na medida da ampliação do retorno e aumento da população que frequenta o ambiente universitário.

porFernanda de Freitas

O STU é contra as políticas ultraliberais e negacionistas adotadas pelo Governo Bolsonaro

O STU, acatando a votação e deliberação em assembleia, apoia o  #ForaBolsonaro, são diversas razões  que foram apontadas. A política neoliberal adotada pelo Governo Bolsonaro, que vem ao longo da gestão Bolsonaro/Guedes, prejudicando  os trabalhadores (ras) e suas famílias, essa forma de administração somada aos aumentos no custo de  vida básico como: alimentação, combustíveis, gás de cozinha e contas de luz. Também  a péssima condução  frente à pandemia que acarretou mais de 600 mil mortos, no intuito de favorecer o empresariado, simplesmente expôs a população ao risco da  contaminação  usando a  defesa  do tratamento precoce,  comprovadamente sem eficácia segundo várias autoridades sanitárias. A corrupção  que cobre o Planalto tendo como  foco central o Ministério da Saúde. O Governo Bolsonaro realizou compras superfaturadas e esquemas corruptos na compra  de itens para a pandemia  (desde  máscaras até as  vacinas)  não adquiriu vacinas suficientes para a população.  Não protegeu a população mais vulnerável, chegou a negar  equipes médicas e água potável aos povos indígenas e quilombolas. Cortou orçamento nas  áreas de ciência e pesquisa,  educação e SUS.  O desemprego em taxa recorde e as inúmeras reformas  como  a da Previdência,  o ataque  aos servidores públicos por meio da Reforma Administrativa entre outras mazelas    são situações de repúdio a esse governo.   Bolsonaro e política da sua gestão têm causado a destruição do meio ambiente e que juntamente com a  falta de investimentos acarretam  uma crise  hídrica sem precedentes , trazendo além das alterações climáticas , a iminência de um  apagão no país todo.  Bolsonaro também  toma atitudes antidemocráticas por incontáveis vezes, ao defender torturadores e ameaçar  “golpear” as instituições e demais poderes  afrontando a Constituição.

Entenda melhor alguns pontos:

1 – Mortes pela Covid  – falta de política pública na área de saúde pública , corrupção na compra de vacinas e defesa de tratamento sem comprovação científica

Ultrapassamos  600 mil  mortos desde que a pandemia do novo coronavírus chegou ao Brasil, em março  de 2020.  Apesar  de várias autoridades sanitárias  afirmarem  que o tratamento precoce defendido por  Bolsonaro é ineficaz. A CPI da Covid tem descortinado todo o esquema corrupto  entre o Governo Federal durante a pandemia da Covid.

2- Alta nos preços dos alimentos e a volta ao mapa da fome

A proteína desapareceu do prato do brasileiro. Parte da população trocou carne de vaca, por frango, depois por ovo e agora por osso que antes era doado agora é vendido. Muitos brasileiro não conseguem comprar nem osso.  No peso do custo do prato da família brasileira somam-se os preços do arroz, feijão, óleo,  e outros itens de alimentação básica.  A carne suína subiu 29,5%; o frango (17,1%); a carne bovina (16,2%); e o ovo (11,4%) em 2020. Quase 50 milhões de brasileiros passam fome ou não comem o suficiente no Governo Bolsonaro

3- Aumentos dos combustíveis, gás de cozinha e contas de luz

Bolsonaro diferentemente do que prometeu:  aumentou todos os itens de energia. Nos últimos 12 meses a alta chegou a 43,92%. O botijão de gás já subiu 57% . As contas de luz também dispararam. Somente no mês passado, o governo reajustou a bandeira vermelha, a mais cara cobrada sobre a conta, em 20%.

4 – Inflação que consome o salário 

O índice da inflação no país chegou a 8,35% nos últimos 12 meses.  O trabalhador perdeu o poder de compra e as famílias estão muito endividadas

5 – Desemprego recorde

A informalidade chega a quase 40 % da população do país. Esses brasileiros  fazem  bicos para sobreviver. A taxa de desemprego bateu recorde, alcançando  cerca de 15%. Esse número altíssimo prejudica  os trabalhadores na ativa, favorece os empresários e compromete  a atuação dos sindicatos. Existindo uma grande massa de mão de obra  – Cortes no SUS e na Educação

6- Reforma da Previdência

A reforma da Previdência, em 2019,  afetou diretamente os trabalhadores e trabalhadoras, aumentou o tempo de contribuição; reduziu o valor a ser recebido; viúvas só receberão 60% do benefício e seus filhos 10% cada um; obrigou a uma idade mínima de 62 anos para as mulheres e 65 anos para os homens, e determinou que o teto do benefício seja pago somente após 40 anos de contribuição, além de diversas maldades

7 – Reforma Administrativa (PEC nº 32)

A reforma Administrativa acaba com a estabilidade do servidor público que ficará à mercê do governo de plantão, e consequentemente aumentar os casos de corrupção. A proposta do governo é o desmonte do serviço público para que, sem pressão da sociedade, o governo passe para a iniciativa privada tudo que hoje é gratuito, como a educação, a saúde, a previdência, a segurança, as estatais e os órgãos de controle que fiscalizam o próprio governo.