Categoria Saúde

porFernanda de Freitas

CIPA divulga mapeamento sobre segurança do trabalho na pandemia

Hoje à tarde (3), a CIPA apresentou o Relatório sobre o Mapeamento da Segurança do Trabalho de Servidores(as) da/na Unicamp no Contexto da Pandemia de Covid-19.

O documento aponta o perfil dos servidores, as estruturas físicas dos ambientes de trabalho presencial e remoto, meio de transporte para deslocamento até o local de trabalho, percepções sobre a saúde mental dos trabalhadores e a atuação da CIPA, entre outros temas.

Com 81 páginas o relatório aponta dados importantes que a Universidade precisa olhar sobre as condições de trabalhado durante a crise sanitária.

Confira abaixo o documento na íntegra ou clique aqui para baixá-lo.

porFernanda de Freitas

Plenária Virtual exige trabalho seguro e reafirma compromisso de proteção à vida

Sala Virtual da Plenária

Insegurança, preocupação, medo e dúvida foi o tom dos depoimentos dos funcionários que participaram da Plenária Virtual, desta quarta-feira de manhã (21), convocada pelo STU para discutir as medidas de retorno ao trabalho durante a pandemia.

Quarta-feira passada (14) o governador Doria determinou a suspensão do home office e o retorno ao trabalho presencial de funcionários públicos estaduais.

A decisão reforçou a medida da Unicamp expressa na Resolução 49/2021, publicada em 11/06, que institui medidas adicionais, emergenciais e temporárias frente à pandemia.

Desde então, a Unicamp tem pressionado pela retomada das atividades, ainda mais que o governo Estadual determinou que as aulas presenciais nas universidades e nas escolas de ensino técnico começarão a partir de 02/08.

Para justificar que as condições serão seguras o gestor exige testagem para detecção de Covid-19, treinamento sanitário e assinatura de termo de ciência e responsabilidade a ser entregue à chefia.

O fato é que essas garantias não trazem segurança ao funcionário. Pior, ao assinar o termo o servidor assume a responsabilidade de ser expor aos riscos de contaminação eximindo a Unicamp das suas responsabilidades. Um absurdo!

Plenária exige trabalho seguro

Como a situação da pandemia ainda é muito grave, por conta do surgimento de novas cepas da Covid-19 e baixa cobertura de vacinação, a plenária referendou a posição do STU de que o atual momento ainda exige a manutenção do trabalho remoto (home office).

Foi reafirmado que é obrigação da Unicamp oferecer condições sanitárias seguras, bem como, os EPIs (máscaras, uniformes etc.) conforme a especificidade e complexidade do trabalho.

A plenária reforçou ainda a orientação do Sindicato de que o funcionário não assine o termo de responsabilidade expresso na GR 49/2021. E caso o funcionário seja pressionado a assinar, deve procurar a entidade imediatamente.

Entre outros encaminhamentos ficou decidido que:

  • A Unicamp priorize a manutenção do trabalho à distância (home office) para evitar exposição à contaminação do funcionário seja no trajeto ou unidade de trabalho. E, em caso de trabalho presencial, que ofereça condições sanitárias adequadas e se responsabilize pela fiscalização dessas questões.
  • A Unicamp deve oferecer, aos funcionários que desejarem, o acompanhamento médico e/ou psicológico conforme as especificidades e complexidade do trabalho desenvolvido, especialmente, aos que se contaminaram pela Covid-19.
  • As unidades com condições de produzir álcool em gel possam fazê-lo para distribuição interna nas unidades.
  • O STU deve buscar observar as questões jurídicas e de saúde para garantir que a Unicamp ofereça acompanhamento aos funcionários que já se contaminaram e que necessitam de cuidados adequados, sejam de ordem psicológica ou médica por conta das sequelas adquiridas. Além de garantir, caso necessário, a readaptação adequada no caso do retorno ao trabalho.
  • O STU deve cobrar o levantamento dos dados a respeito das condições de trabalho, condições dos trabalhadores em situação de risco de contaminação, situação dos contaminados e como tem sido os encaminhamentos em caso de abertura de CAT para Covid-19. Reforçando a necessidade da Unicamp manter a transparência em relação a situação dos funcionários em contexto de pandemia.

Comissão para estudar melhores práticas

Foi criada uma comissão para estudar as diretrizes que estão sendo tiradas pelas unidades com intuito de propor um documento que oriente os funcionários, seja em home office ou presencial, para as melhores práticas observando a especificidade das condições de trabalho.

O objetivo é orientar o trabalhador sobre os seus direitos e deveres, sem eximir a Unicamp das suas responsabilidades de garantir um trabalho seguro.

Essa comissão é formada por diretores do STU, representantes eleitos da CIPA e funcionários da base classificados por áreas de trabalho da Universidade.

Na próxima quinta-feira (29), às 10h, a comissão irá se reunir para iniciar os trabalhos.

porFernanda de Freitas

Moção de Luto e Indignação pelas vítimas da Covid-19

Os trabalhadores e as trabalhadoras reunidos em Assembleia Geral, terça-feira passada (13), aprovaram moção de luto e indignação pela falta de políticas públicas para conter a crise sanitária e proteger a vida de milhares de cidadãos e cidadãs que perderam suas vidas para a Covid-19.

Confira abaixo à integra do documento.

MOÇÃO DE LUTO E INDIGNAÇÃO

Os trabalhadores da Unicamp reunidos em Assembleia Geral, em 13/07/2021, manifestam seu profundo pesar e indignação pelas 540 mil mortes de brasileiros pela Covid-19.

Como se não bastasse o negacionismo do governo Bolsonaro e a ausência de políticas que pudessem frear o avanço do vírus pelo país, além do descaso que deixou milhares de mortes sem ter acesso ao atendimento adequado e muitos morrendo por falta de oxigênio, a notícia que por trás do discurso negacionista havia negociatas para compra de vacinas, revelou o caráter perverso e corrupto do governo Bolsonaro e de uma casta de militares que lá atuam.

Os trabalhadores da Unicamp se solidarizam e se comovem com a dor de todos que perderam familiares e amigos.

Em especial na Unicamp, onde trabalhadores da saúde faleceram no combate à pandemia e trabalhadores terceirizados no Restaurante Universitário também morreram.

Esse momento de crise sanitária mostrou o quanto são importantes a ciência e as instituições públicas na defesa do povo e do país.

O governo Bolsonaro e o governo Dória, aqui no estado de São Paulo, nas suas sagas neoliberal atuam para desmontar e privatizar essas instituições.

Dória só não privatizou o Instituto Butatan porque não deu tempo!

O momento ainda é de luta contra a pandemia, que ressurge com a força das novas Cepas da Covid-19 em várias partes do mundo e que no Brasil não arrefeceu, matando mais de 1,5 mil todos os dias. Por isso é preciso combater o discurso do retorno à normalidade. Enquanto não tiver coletivamente mais da metade da população vacinada com as duas doses e as condições sanitárias asseguradas, não existe ambiente para normalidade.

Seguiremos firmes, pressionando para que tenha vacina para todos com rapidez e que os responsáveis pelas ações que negaram vacinas ao povo brasileiro sejam punidos.

SINDICATO DOS TRABALHADORES DA UNICAMP

porFernanda de Freitas

Acordo Coletivo da Saúde é protocolado na Procuradoria Geral da Unicamp

Hoje (15) à tarde o STU protocolou na PG (Procuradoria Geral) da Unicamp o Acordo Coletivo das/os Trabalhadoras/es da Área da Saúde.

Marcílio, Margarida e Kiko (STU) com a Procuradoria Geral

Esta é a quarta edição do documento, que estabelece normas e diretrizes de trabalho para os profissionais do Complexo Hospitalar da Universidade.

Agora é aguardar o retorno da procuradoria a respeito do documento .

O primeiro acordo, assinado em 2007, foi fruto da conquista da greve das/os trabalhadoras/es da Saúde, em 2006, que reivindicava a regulamentação da jornada, entre outras demandas.

 “Esse acordo tem que ser respeitado, o que está nele é o que vale, não tem outras interpretações como acontece algumas vezes. E é sempre baseado nesta acordo que o Ministério Público do Trabalho tem se pautado quando algumas questões, principalmente, relacionadas à jornada de trabalho chegam até lá. É um documento bastante importante no sentido de que os trabalhadores da área reconheçam e entendam essa luta e o que significa a assinatura desse acordo com a reitoria”, explica Margarida Barbosa, diretora do STU e funcionária do CAISM.

O acordo coletivo tem força de lei, tanto que o MPT (Ministério Público do Trabalho) media as tratativas entre o Sindicato e a Universidade e também se orienta, fiscaliza e regulamenta as condições de trabalho conforme estabelece o documento firmado entre as partes.

Ampliação das garantias

Nesta nova edição, revisada pelo STU, foi acrescido diretrizes sobre descanso, uniforme privativo, liberação para estudo, democratização das eleições para direção dos hospitais, dimensionamento de pessoal, respeito às representações de funcionários (como Cipa, CR, diretoria do STU etc.), além do aperfeiçoamento das normas que regulamenta a jornada de trabalho e as medidas de proteção à vida.

As novas regras que compõem o Acordo Coletivo resultam de discussões em plenárias virtuais organizadas pelo STU, em maio e junho deste ano, com a participação dos trabalhadores da Área da Saúde.

O documento é um importante instrumento de luta para garantir as condições de trabalho adequadas. Agora, cabe aos profissionais o compromisso de segui-lo e exigir seu cumprimento, sabendo que contam com o respaldo do STU e do MPT.

Denúncias / Queixas

O acordo deve ser utilizado pelos trabalhadores sempre que tiver alguma dúvida em relação aos seus direitos trabalhistas.

Qualquer problema em relação às condições de trabalho na Área da Saúde, formalize sua queixa ou denúncia, de forma sigilosa, ao sindicato pelo e-mail [email protected] ou WhatsApp (19) 99744-4890.

Em breve o documento estará disponível na íntegra.

porFernanda de Freitas

CIPA | Participe da pesquisa sobre segurança do trabalho

Nesta sexta-feira (16), encerra o prazo para você participar do “Mapeamento da segurança do trabalho de servidores(as) da/na Unicamp durante a pandemia de COVID-19”.

O questionário foi elaborado pela CIPA Central (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) da Unicamp.

O objetivo é conhecer alguns aspectos relacionados à segurança do trabalho no contexto da pandemia que impacta os docentes, técnico-administrativos, pesquisadores, terceirizados e estagiários nos campi.

Essa pesquisa é sigilosa e extremamente importante para sabermos as reais condições de trabalho de todos os funcionários da Universidade.

Confira o recado do vice-presidente da Cipa Central, Érico Pimenta.

Segue o link: https://forms.gle/iEG3CXQ2mpecaSD1A

Vice-presidente da Cipa Central Unicamp – Érico Pimenta

porFernanda de Freitas

PARTICIPE | Cipa Unicamp realiza pesquisa sobre segurança do trabalho na pandemia

Mapeamento da segurança do trabalho de servidores(as) da/na Unicamp no contexto da pandemia de COVID-19

A CIPA Central da Unicamp está organizando uma pesquisa sobre alguns aspectos relacionados à segurança do trabalho no contexto da pandemia de Covid-19.

A pesquisa é destinada aos docentes, técnico-administrativos, pesquisadores, terceirizados e estagiários que trabalham na Unicamp.

A partir da análise das respostas, a Cipa (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) promoverá campanhas de conscientização, tendo em vista a prevenção de acidentes do trabalho.

A Cipa e o STU acreditam que esta pesquisa é de extrema importância para mapear e avaliar as condições de segurança do trabalho na Unicamp neste contexto de pandemia.

O questionário estará aberto para receber respostas até 30/06/2021 e o preenchimento é opcional. Os dados preenchidos não serão divulgados.

ACESSE A PESQUISA E REPONDA AGORA: clique aqui.

Fonte: CIPA Unicamp

porFernanda de Freitas

Revisão do Acordo Coletivo da Saúde

O STU vai abrir as discussões com a categoria para a atualização do Acordo Coletivo da Saúde, assinado em 2019.

Por conta da pandemia, estamos analisando as medidas possíveis para consulta à categoria, que devem incluir reuniões, plenárias e formulário de pesquisas virtuais.

O objetivo é levantar as propostas referente às demandas dos profissionais, tais como: jornada, condições de trabalho e medidas de proteção à vida.

Confira nossos boletins e redes sociais para saber como participar do processo.

porFernanda de Freitas

Campinas terá ato em defesa dos/as trabalhadores/as da Enfermagem

De 12 a 20 de maio comemora-se a Semana da Enfermagem.

A categoria tem várias pautas, que há muito tempo são reivindicadas e nunca foram atendidas pelo governo.

Apesar das condições desumanas de trabalho, a enfermagem segue na linha de frente da pandemia diante de um cenário caótico e sem planejamento de políticas públicas de saúde.

Neste momento de comoção nacional precisamos reconhecer quem tem dado sua vida para salvar a nossa. Por isso, o STU apoia a manifestação e reforça a justa reivindicação por piso salarial regulamentado, jornada de 30 horas sem redução de salário, condições dignas de trabalho, vacinação para todos e defesa do SUS.

O ato será dia 15/05, às 10h, na Praça Arautos da Paz.

Como a atividade será presencial, respeitando as normas sanitárias de isolamento, a participação será restrita a 100 pessoas, previamente inscrita.

O encontro será transmitido ao vivo pelas redes sociais das entidades apoiadoras. Reserve sua vaga pelo formulário disponível em: https://bit.ly/3ti5ms5.

#ValorizeAEnfermagem | Consulta Pública – PL 2564/2020

Os profissionais de Enfermagem solicitam à população que continuem votando #SIM na Consulta Pública do Senado sobre o Piso Salarial da Enfermagem: www.bit.ly/valorizeaenfermagem21.

O PL 2564/2020 “Altera a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, para instituir o piso salarial nacional do Enfermeiro, do Técnico de Enfermagem, do Auxiliar de Enfermagem e da Parteira”.

A valorização profissional de enfermeiros, técnicos, auxiliares e obstetrizes é um tema urgente da categoria há anos.

É fundamental a participação da população em geral na votação do Senado sobre esse Projeto de Lei para evidenciar ainda mais a importância da aprovação de pautas antigas da Enfermagem, como é o caso do piso salarial.


Como votar:

Acesse o e-Cidadania pelo link acima, cadastre o seu e-mail e vote #SIM na proposição.

Lembre-se de compartilhar o seu apoio nas suas redes sociais com as hashtags #ValorizeAEnfermagem e #AbraceAEnfermagem #AprovaPL2564 e peça para os seus amigos e familiares votarem também. #PL2564

porFernanda de Freitas

Nota de Pesar – Eraldo Mariano

O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp através da sua diretoria, manifesta seu pesar pelo falecimento do companheiro Eraldo Mariano, da Enfermaria de Pediatria do HC. O sepultamento ocorreu nesta tarde de sexta-feira (23/04).

Eraldo, companheiro valoroso, que tivemos a honra de tê-lo como dirigente sindical do STU, no período de 2011 a 2014.

Seu legado servirá de inspiração para seguirmos no compromisso com a defesa da Educação, da Saúde, do Serviço Público e da democracia.

Lamentamos a perda e expressamos nossa profunda solidariedade aos familiares e amigos do companheiro.

Eraldo Mariano, Presente!

Eraldo Mariano, Presente!

Eraldo Mariano, Presente!

porFernanda de Freitas

STU fecha parceria de convênio médico com Beneficência Portuguesa

O STU ampliou sua carteira de convênios médicos e está oferecendo uma alternativa aos seus associados.

Neste momento de crise sanitária, onde a saúde é uma das principais preocupações da população, passamos a contar com Plano de Saúde Beneficência Portuguesa para cuidar da sua saúde e de toda a sua família.

Caso tenha interesse ou alguma dúvida entre em contato com o STU (19) 99744-4890.

porFernanda de Freitas

Beneficiário da Unimed Campinas tem desconto em farmácias

A Unimed Campinas está oferecendo descontos nas farmácias Droga Raia e Drogasil para todos os beneficiários.

O desconto é válido até 31/10/2020, sendo:

  • Até 45% de desconto nos medicamentos genéricos tarjados;
  • Até 30% de desconto nos medicamentos genéricos tarjados;
  • Até 20% de desconto nos medicamentos de marca;
  • Até 5% de desconto em produtos de perfumaria, higiene pessoal e beleza.

Para aproveitar esses descontos basta apresentar a carteirinha do plano de saúde no momento da compra.

Divulgue para seus colegas de trabalho!

Obs.: Esses descontos possuem tempo limitado, não são cumulativos com outros descontos e podem ser alterados sem aviso prévio.

porFernanda de Freitas

Contrate a CDA Assistência Odontológica via online

Devido à gravidade da situação gerada pela pandemia da Covid-19, os cuidados com a saúde precisam ser redobrados.

Pensando nisso e seguindo uma tendência mundial, a CDA Assistência Odontológica está disponibilizando a contratação do plano direto pela internet. É possível contratar de forma rápida e simples, sem sair de casa. Basta acessar o site odontocda.com.br.

porFernanda de Freitas

Nota Pública do STU – 20/07/2020

O STU informa que a diretora sindical, Eva Lopes, teve confirmado seu diagnóstico de contaminação pelo novo Coronavírus (Covid-19), na semana passada.

A companheira Eva trabalha na Enfermagem do Caism e está internada no Hospital Casa de Saúde Campinas.

Em virtude da atual situação de crise sanitária que estamos vivendo, reforçamos que a obrigatoriedade do uso de EPI’s (Equipamentos de Proteção individual) e a ampliação dos testes para detecção da Covid-19 são medidas imprescindíveis previstas em todas as legislações e orientações dos órgãos governamentais de saúde.

Não é de hoje que o STU tem denunciado a necessidade de adoção de medidas urgentes de prevenção dentro do Complexo Hospitalar da Unicamp.

Durante a pandemia, infelizmente, perdemos dois companheiros da Área da Saúde para a Covid-19, Luci Peroto e Fábio Ferreira da Costa.

O bem mais precioso da Universidade são as pessoas que estão nessa batalha contra a Covid-19.

O STU não medirá esforços para cobrar da Unicamp o compromisso na adoção das melhores práticas para mitigar os impactos dessa doença cruel, seja na vida dos pacientes quanto dos funcionários. Também temos buscado conscientizar e auxiliar os trabalhadores para que possam passar por essa fase de forma segura, seguindo as normas e orientações dos órgãos de saúde para prevenção e cuidado de todos. E caso necessário, eles podem denunciar de forma anônima as práticas que colocam em risco sua saúde.

Sem os profissionais da Saúde a luta contra o Coronavírus estará perdida. Não vamos retroceder, seguiremos fortes e unidos defendendo o Serviço Público gratuito e de qualidade e cobrando melhores condições de trabalho, respeito e valorização dos funcionários.

À companheira Eva, que muito contribuí nas fileiras de luta pelo respeito ao SUS, nossa torcida pela sua plena recuperação.  

#SaúdeEmLuta #TodasAsVidasImportam

Campinas, 20 de Julho de 2020.

Diretoria do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp

porFernanda de Freitas

Nota de Pesar

Infelizmente perdemos uma companheira para a Covid-19. Luci Peroto tinha 63 anos, integrava a equipe do HC desde 1990 e estava internada na Santa Casa de Mogi Mirim (SP), onde morava, vindo a óbito quinta-feira (02/07).

Prestamos nossa solidariedade aos familiares e amigos da Neide Elizabeth, desejando que ela descanse em paz!

Neste momento de dor, expressamos solidariedade aos familiares, colegas de trabalho e dos que conviveram com a companheira Luci Peroto.

Rendemos nossas homenagens ao legado que ela construiu que muito contribuiu para termos um hospital mais humanizado.

O STU reforça que a gratidão e o reconhecimento aos trabalhadores da Saúde são importantes, mas não bastam. Neste momento os trabalhadores clamam por respeito e medidas de segurança que lhes protejam

porFernanda de Freitas

Trabalhadores da Saúde da Unicamp organizam ato em defesa da vida

Profissionais denunciam condições de trabalho precárias e aumento no risco de contaminação por Covid-19

“As Vidas dos Trabalhadores e das Trabalhadoras da Saúde Importam!” é o apelo da mobilização organizada pelos trabalhadores e trabalhadoras da Área de Saúde da Unicamp, expostos diariamente à contaminação pelo Coronavírus (Covid-19).

No ato que acontece amanhã, terça-feira (23/06/20), às 7h da manhã, na Rampa do 3º Andar do Hospital de Clínicas da Unicamp, os profissionais de Saúde vão cobrar mais proteção e melhores condições de trabalho para os que estão atuando na linha de frente do combate à pandemia.

Apesar das denúncias e ações do STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp), a situação desses profissionais dentro da Universidade continua muito precária. São inúmeras as reclamações sobre equipamentos de proteção individual; jornada extenuante; testes para detectar Covid-19, aumento dos afastamentos, das contaminações e adoecimentos pela Covid-19; retirada de direitos trabalhistas, entre outros problemas.

Esses afastamentos além de gerar sobrecarga e aumento da pressão no ambiente de trabalho, afetam consideravelmente a qualidade do atendimento à população. Não tem como manter um SUS (Sistema Único de Saúde) de qualidade oferecendo condições de trabalho e de vida precárias aos funcionários e usuários do serviço.

O Brasil está no nível de transmissão comunitária muito preocupante. E é importante considerar que a velocidade da pandemia tem acelerado devido à flexibilização do isolamento social na Região de Campinas. Com isso, eclode os problemas no Complexo Hospitalar da Unicamp.

Um estudo realizado por pesquisadores da Coppe/UFRJ – Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, demonstrou que cerca de 2,6 milhões de profissionais da Área de Saúde apresentam risco de contágio acima de 50% pela Covid-19.

Esse estudo chama a atenção não só para a importância de proteger os profissionais de Saúde, como para a enorme responsabilidade dos gestores em garantir condições de trabalho seguras. 

Apesar da situação do país ser de calamidade pública, é preciso olhar para os trabalhadores de forma cuidadosa por conta da vulnerabilidade de transmissão no local de trabalho.

O STU tem insistido junto à Administração da Unicamp na proposta de formação de uma Comissão Técnica com gestores e funcionários da Área de Saúde da Unicamp, que fiscalize o cumprimento dos protocolos e discuta os problemas apresentados pelos trabalhadores. Mas até o momento não obteve retorno.

Não podemos medir esforços para fortalecer as condições de segurança daqueles que estão lidando diretamente com os pacientes de Covid-19. É imprescindível lutar para preservar vidas, inclusive a vida de quem está cuidando das outras pessoas.

  • Manifestação: “As Vidas dos Trabalhadores e das Trabalhadoras da Saúde Importam!”
  • Data: 23/06/20 (terça-feira)
  • Horário: 7h da manhã
  • Local: Rampa do 3º Andar do Hospital de Clínicas da Unicamp
porFernanda de Freitas

A educação pelo vírus – de como o SUS vai derrubar Bolsonaro

[Artigo] Renan Araújo (*)

O SUS/Floyd teve seu pescoço pressionado pelos joelhos de Temer e seus golpistas quando aprovaram seu sufocamento progressivo por 20 anos. Resistiu.

O SUS/Miguel foi lançado à própria sorte, enviado a um passeio assassino por elevadores macabros dos cortes de verbas e omissões negacionistas e perversas.

O SUS, esse ser cambaleante, mas forte, muito forte, resiste.

É um gigante, um belo “monstro”, construído a centenas de milhares, talvez milhões de mãos de cidadãos militantes brasileiros.

Seu maior problema foi ter nascido no Brasil, onde não há espaço para pensamentos acolhedores, inclusivos, humanizantes. E uma elite perversa e racista gostava (e gosta) de dar esmolas aos indigentes para pleitear uma vaga no céu. Essa gente nunca ficou satisfeita com a criação de um sistema que acabasse com a indigência e colocasse todos em situação de igualdade. “Isso é coisa de comunistas”, diziam os insatisfeitos.

Pausa para confissão aqui: o SUS é, sim, uma obra de comunistas. Assim eram Sérgio Arouca e David Capistrano Filho, dentre outros tantos, comunistas e lutadores incansáveis para que brasileiros (todos) fossem tratados como cidadãos diante de suas necessidades de saúde. Mas não só comunistas pensaram e fizeram o SUS. Uma geração inteira de lutadores pela civilização brasileira, pelo avanço social, pela democracia, dedicou seus esforços para que acontecesse seu nascimento.

A Constituição Cidadã de 1988 é a certidão de nascimento do SUS. Depois dela foram tantos perrengues, tantas idas e vindas, tantos avanços e recuos. Vida difícil desde a infância, tempos melhores, tempos piores, agora alcançando a maturidade em meio a seu maior desafio: enfrentar a pandemia do coronavírus e derrubar Bolsonaro.

Luta hercúlea. Luta contra dois inimigos ao mesmo tempo. Inimigos poderosos, determinados, ataques por dois flancos, defendendo-se com armas limitadas.

Esse é o seu maior desafio. Um grande desafio, para quem foi gestado ainda nos estertores da ditadura militar e nasceu junto com a nossa redemocratização, pendurado no tênue cordão de correlações de forças voláteis.

E Bolsonaro, em sua insanidade, quer destruir o SUS de uma vez.

Quer fazer o que os outros não conseguiram. Aproveita-se do vírus para atacá-lo pelo outro flanco. Atacá-lo no seu financiamento, no seu funcionamento, desrespeitando as regras que o tornaram um exemplo para o mundo: o maior sistema de inclusão social do planeta. Orgulho dos brasileiros.

E a guerra ganhou transtornos dramáticos nos últimos dias.

Em meio à pandemia, sem nenhuma vontade de reduzir as mortes (pelo contrário, parece incentivá-las), Bolsonaro militariza o Ministério da Saúde, coloca no seu comando um general inescrupuloso e um empresário de cursos de inglês para comandar a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, uma das suas mais importantes áreas.

Além de atingir a cabeça do SUS (o ministério), Bolsonaro amarra seus braços e pernas boicotando envio de recursos (por até 70 dias) para que os governadores cumpram seu programa de combate à pandemia e reduzam a mortalidade que promete ser recorde no Brasil.

Mas o SUS resiste! Resiste na luta dos mais de 100 médicos mortos. Resiste na morte de centenas ou talvez milhares de profissionais que estão na linha de frente dessa guerra. Resiste pelas vidas que são salvas. Resiste na atuação de cada profissional da saúde que atua destemidamente, dia e noite, para que a catástrofe não seja maior.

Talvez estejamos perdendo feio essa luta. Talvez os governadores não tenham mais fôlego para manter medidas de isolamento e assistência, conforme planejado. Talvez tenham que ceder às pressões por afrouxamento das medidas de controle. Bolsonaro está conseguindo sufocar os Estados e forçar o aumento dos contágios e mortes.

Mas o SUS resiste.

E o SUS vai mostrando ao mundo que ele é inclusivo, acolhedor, democrático, tudo que Bolsonaro não é. E vai mostrando ao mundo que salvar vidas é possível, apesar do genocida. E vai mostrando ao mundo que sem ele (ah, sem ele!)… seria multiplicada por muito a nossa dor.

E o vírus vai nos educando da maneira mais cruel e seca. Como a pedra educa no poema de João Cabral de Melo Neto, a soletrá-lo, em sua natureza concreta. Sabemos agora quem está do lado do humano.

O SUS vai, sim, derrubar Bolsonaro.

(*) Renan Araújo, Médico e integrando do movimento Médicos pela Democracia.

Fonte: Portal Vermelho

porFernanda de Freitas

Marcha Virtual pela Vida

Frente pela Vida, movimento que reúne entidades da sociedade civil, convida a todos para o Dia “V”, em defesa da vida, da saúde e do SUS, da solidariedade, do meio ambiente, da democracia, da ciência e da educação.

Vamos nos juntar a essa importante mobilização comprometida com o direito à vida, a saúde e do SUS, a ciência, a solidariedade, o meio ambiente e a democracia. nesta terça-feira (9).

Confira a programação e veja como fazer parte!

Manifeste-se virtualmente em 4 passos:

1º Acesse Manif.app ou utilize a janela abaixo;

2º Clique no botão “Manifestar-se”. Seu avatar, de cor vermelha, aparecerá no mapa;

3º Arraste seu boneco no mapa até nossa manifestação, em frente ao Congresso Nacional, em Brasília (DF);

4º Escreva sua mensagem no campo Slogan no app (destacado na ilustração na caixa em vermelho).

Para mais informações acesse https://marchavirtualpelavida.org.br/

Fonte: Portal Marcha Virtual pela Vida

porFernanda de Freitas

Associação Brasileira de Médicas e Médicos pela Democracia lança cartilha em defesa do SUS

O SUS pertence a todos nós, tomar posse e defendê-lo é lutar pela vida.

Historicamente o STU sempre esteve na luta em defesa de um SUS Universal, Público e Gratuito porque acredita que lutar pelo SUS é lutar pelo Brasil.

Confira a cartilha produzida pela ABMMD (Associação Brasileira de Médicas e Médicos pela Democracia).

porFernanda de Freitas

#Covid19: das prateleiras à mesa: higiene de alimentos

Com a pandemia, a aquisição de alimentos ultraprocessados parece ser a única saída possível, já que eles podem ser comprados em maiores quantidades sem risco de estragar rapidamente. Mas não caia nessa! É possível manter uma alimentação adequada e saudável.

Basta respeitar as regras de higienização em tempos pandemia, que poderão ser levadas adiante quando tudo isso passar, facilitando e aumentando a qualidade da sua alimentação no dia a dia.

Mas você sabe como limpar e onde guardar?

O cuidado com a higienização dos alimentos frescos, como frutas, verduras e legumes, é importante para a eliminação de possíveis impurezas do local onde ele foi comprado, de micróbios e parasitas que também podem estar presentes nesses alimentos.

Mesmo os alimentos embalados precisam de higienização, principalmente durante a pandemia, que exige cuidados redobrados. Então, sempre que a embalagem permitir, é bom lavá-las antes de guardar. Quando não for possível, faça a higienização externa.

A lavagem pode ser com água e detergente e a higienização com álcool 70%, solução sanitária diluída ou mesmo com produto de limpeza multiuso. Lavar ou higienizar os produtos embalados antes de usar é fundamental, pois evita a contaminação do alimento que está sendo preparado.

Se puder, doe alimentos e produtos de higiene pessoal e limpeza à Campanha de Solidariedade do STU para ajudar as famílias carentes.

Fonte: com informações do Portal da Saúde

porFernanda de Freitas

[ABAIXO-ASSINADO] Trabalhadores da Saúde da Unicamp querem Abono e Insalubridade

Assine o abaixo-assinado que será endereçado ao reitor da Unicamp, Marcelo Knobel, cobrando melhores condições de trabalho para os trabalhadores da Área da Saúde neste tempo de pandemia.

Caso tenha algum problema, acesse o Abaixo Assinado no https://forms.gle/HxpHKh2yc1heC6EH7.