Categoria Fasubra

porFernanda de Freitas

Assembleia aprova paralisação contra o ZERO% de reajuste

No centro da nossa luta também estão a paralisação em defesa das cotas raciais, a construção de uma grande mobilização nas unidades para derrubar o ZERO% e as reformas, além da luta pelo Fora Temer e as Diretas Já!

Nesta segunda-feira (22) os trabalhadores aprovaram em Assembleia Geral o calendário de lutas apontado pelo Fórum das Seis para pressionar os reitores que na mesa de negociação apresentaram a “proposta” de ZERO% de reajuste. Reivindicamos 9,6% de reajuste, correspondente a 3,25% da inflação do período (maio/2016 a abril/2017), mais 6,3% de diferença da inflação não paga na data-base de 2016.

Diante dessa “proposta” absurda nossa assembleia aprovou a construção de uma Campanha Salarial forte e unificada que inclui a paralisação com ato no dia 5 de junho, com caravana a São Paulo para acompanhar a próxima rodada de negociação, conforme indicativo do Fórum das Seis.

Os trabalhadores avaliaram que é preciso unificar nossa luta relacionada à data-base com as estratégias de resistência às Reformas Trabalhista e Previdenciária e, principalmente, contra a Lei da Terceirização, que prejudicará de forma significativa a vida dos professores e funcionários e da juventude.

Para que isso aconteça foi deliberado que a diretoria do sindicato em conjunto com o CR (Conselho de Representantes) organizará reuniões de unidades para intensificar nossa mobilização contra o ZERO% e as reformas.

 

Marcha em Brasília

Sobre o #OcupaBrasilia a assembleia indicou a importância da participação nos atos convocado pelas Centrais Sindicais e as Frente Povo Sem Medo e Brasil Popular, referendadas também pela Fasubra e Fórum das Seis. Aa assembleia deliberou que o STU organize caravanas e tome todas as medidas necessárias para garantir que não haja punição aos funcionários que participarão dos atos.

 

Nova rodada de assembleia

Dia 6 de junho tem mais uma Assembleia Geral para avaliar o resultado da reunião de negociação entre o Fórum das Seis e Cruesp.

Sem dúvida, oferecer ZERO% de reajuste é a maneira que os reitores encontraram de jogar a conta da crise nas costas dos trabalhadores. Por isso é importante a participação do maior número de trabalhadores:  não vamos pagar essa conta criada pelos reitores!

 

Queremos Cotas Raciais

A assembleia também apontou paralisação para a próxima terça-feira (30), data prevista para votação no Consu da proposta de implementação das cotas raciais na graduação.

Esse dia será único, principalmente depois das últimas lutas travadas pelos estudantes na greve de 2016 que arrancou três audiências públicas sobre o tema e conseguiu aprovar nas Congregações, entre elas IFCH e FE, cotas raciais na pós-graduação.  

No atual contexto político de retirada de direitos da classe trabalhadora, a aprovação dessa medida atenderá as reivindicações históricas do movimento negro e do STU que sempre lutou por cotas na graduação, pós-graduação e nos concursos públicos.

É hora de somar forças com os estudantes para garantir a aprovação dessa pauta importante que amplia significativamente as políticas de inclusão social dentro da Universidade.

Confira e participe do evento “Festival/Ato pelas Cotas na Unicamp” convocado pela Frente Pró-Cotas da Unicamp e o Núcleo de Consciência Negra da Unicamp, no Facebook em https://www.facebook.com/events/505210786500559/?active_tab=about

 

Moção pela Greve Geral de 48 horas

A assembleia também aprovou moção em defesa da “Greve Geral de 48 horas pela derrubada de Temer e contra as Reformas da Previdência e Trabalhista”.

O documento avalia que com o sucesso da Greve Geral (28/04), que parou diversos setores produtivos do país e do Ocupa Brasília (24/05), que levou milhares de trabalhadores a lutar pelo Fora Temer e Diretas Já, o movimento de defesa dos direitos trabalhistas e sociais tende a crescer. Por isso, a moção apela para que as centrais avaliem a construção de uma Greve Geral de 48 horas e uma jornada de atos unificados, que possam colocar milhões nas ruas para barrar esses ataques e mostrar ao Congresso Nacional que a força da classe operária, os trabalhadores e os setores populares, que é quem produz tudo que existe e faz esse país funcionar.

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Trabalhadores técnico-administrativos pelo FORA TEMER, para barrar as reformas. DIRETAS JÁ!

Publicado no site da Fasubra

Reafirmamos a orientação às entidades de base no dia 24 de paralisar as atividades, juntar-se às demais mobilizações de rua que ocorrerão em todos os estados, e organizar as caravanas para o Ato OCUPA BRASÍLIA.

Em meio às denúncias apresentadas pelos delatores do grupo JBS, o presidente, ilegítimo Michel Temer (PMDB-SP), foi para o tudo ou nada! Reafirmou, em nota oficial, na última quinta-feira, 18, sua permanência à frente da Presidência da República. A tática do governo é seguir com as reformas e apostar no equilíbrio da economia.  Este dois elementos dariam estabilidade para que Temer se mantenha até o final do seu mandato, para atender o mercado e cumprindo a agenda de ataques aos trabalhadores na retiradas de direitos.

Porém o cenário não está nada favorável ao governo. Além dos movimentos de massa que aumentam cada vez mais nas ruas e a pressão por parte da mídia, Temer tem de controlar o esvaziamento da base aliada, que já nota o desgaste do governo frente à opinião pública.

OAB solicita impeachment

Diversos movimentos sociais, diante da crise institucional, também tem se posicionado neste momento pelo impeachment. Exemplo disto, foi a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB Nacional), que se reuniu no último sábado, dia 20, e deliberou entrar com o pedido de impeachment de Temer, baseado em crime de responsabilidade, junto à Câmara dos Deputados.

Além disso, Temer enfrenta o processo de cassação da chapa que tem seu julgamento agendado para 6 de junho, que pode pôr fim ao seu mandato.

Pauta trancada

Com a pauta lotada, o congresso segue em ritmo de espera dos próximos acontecimentos. A crise político-institucional tranca toda a pauta que notoriamente é contrária aos trabalhadores, que nas ruas já gritam pelo Fora Temer e pelas Diretas Já! Neste cenário a oposição se movimenta apresentando os pedidos de impeachment de Temer e tenta barrar as votações das reformas, enquanto não se apurar as graves denúncias contra o governo.

Centrais sindicais

Por outro lado, as centrais sindicais têm mobilizado os trabalhadores nos atos de rua neste último período, ganhando mais força, e apontado nova ofensiva com as denúncias que enfraqueceram o governo. Na última reunião realizada em São Paulo na sexta, dia 19, definiu-se a participação nos atos de domingo, 21,  pelo país, pelo Fora Temer e por eleições diretas.

Pressão nas ruas

Mesmo com o anúncio dos relatores de suspensão do andamento das reformas da Previdência e Trabalhista, é necessário pressionar o congresso por uma nova agenda. Isto significa fazer muita pressão nas ruas, nos estados e na capital federal. A expectativa é de mobilizar mais 80 mil pessoas na próxima quarta-feira, 24, para que os deputados retirem definitivamente da pauta estas reformas.

#OCUPA BRASÍLIA

É insustentável a situação deste governo, a crise institucional já demonstra o seu desgaste. Nesta conjuntura temos que ocupar as ruas e preparar a contra ofensiva. A marcha do dia 24 é decisiva para derrotar a política do governo e avançar para o Fora Temer e Diretas Já.

Reafirmamos a orientação às entidades de base no dia 24 de paralisar as atividades, juntar-se às demais mobilizações de rua que ocorrerão em todos os estados, e organizar as caravanas para o Ato OCUPA BRASÍLIA. Orientamos que os sindicatos disponibilizem aos caravaneiros kits de proteção individual para a marcha.

Brasília sitiada

O governo demonstra medo diante das mobilizações de rua na capital, reforçando a segurança e cercando o Congresso Nacional. O aparato policial está a postos para reprimir as manifestações na quarta-feira. Baseado nas últimas manifestações no final de 2016, sabemos que a repressão policial pode ser violenta, porém, nada pode parar o clamor das ruas.

Neste momento, o que está em disputa não é apenas barrar as reformas, mas a queda de um governo ilegítimo. Isto significa que temos uma nova tarefa pela frente, não deixar que o parlamento sem legitimidade decida sobre o futuro da nação, realizando as eleições indiretas! Não basta derrotar Temer e sua política, temos que tomar em nossas mãos as decisões do país para os próximos  períodos!

NENHUM DIREITO A MENOS! FORA TEMER!

Direção Nacional FASUBRA Sindical

 

SEGUE AS ORIENTAÇÕES DA MARCHA:

Todas as entidades de base devem organizar suas caravanas a partir de ampla articulação nos estados.

Os Fóruns estaduais devem buscar parceria com as diferentes entidades do serviço público e demais sindicatos, para custear as caravanas terrestres para Brasília.

Que as entidades organizem equipes de saúde e segurança, repassando os nomes para o FONASEFE.

Que as entidades repassem até o dia 19 de maio para o FONASEFE o quantitativo de militantes que vai para Brasília saindo dos estados.

Todas as caravanas devem chegar até às 11h do dia 24 de maio, e devem ir direto para o estacionamento do Estádio Mané Garrincha, aonde será a concentração. A Marcha está prevista para a partir das 14h saindo do estádio Mané Garrincha e indo para a Esplanada dos Ministérios.

As entidades ANDES-SN, CONDSEF, FASUBRA, FENAJUFE e SINASEFE irão fazer o levantamento estrutural e logístico da realização da Marcha e irá divulgá-lo em relatório e na próxima reunião do FONASEFE do dia 22.5.17.

Saudações Sindicais

Direção Nacional FASUBRA Sindical

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URGENTE! CALENDÁRIO DE LUTAS DA FASUBRA

Fonte: Fasubra

Dia 27/03 – A Plenária Nacional da Fasubra de acordo com a reunião das mulheres aprovou por unanimidade em orientar que os sindicatos de base façam atividades com as mulheres trabalhadoras das universidades explicando as consequências da reforma da previdência.

Dia 28/03 – A Plenária Nacional da Fasubra orienta ato nacional em Brasília. Não se trata de uma grande caravana a Brasília, mas de um ato nacional com envio de caravanas do entorno e representações dos estados onde for possível. Na ocasião vamos denunciar a reforma da previdência e exigir que o governo abra negociações em relação à pauta dos SPFs imediatamente.

Roteiro do ato: 07 horas no aeroporto, recepção aos parlamentares. Em seguida sairemos em carreata, como um cortejo fúnebre com um caixão à frente, simbolizando o enterro da Previdência Social com término no prédio do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), no bloco K, na Esplanada dos Ministérios.

Como fica nos estados?

Os sindicatos que estiverem com atos construídos nos estados para o dia 28 de março em conjunto com outras categorias de trabalhadores devem manter. Mas os sindicatos que estiverem construindo ações em conjunto com outros sindicatos em relação ao calendário de atos que envolvem o dia 31 de março que está sendo chamado por algumas centrais e movimentos sociais devem avaliar também a sua participação. O importante é não ficar parado nessa semana, mãos a obra!

CALENDÁRIO DAS CENTRAIS

As centrais sindicais reuniram essa semana e definiram por um dia nacional de lutas para abril. Na segunda feira dia 27 de março, haverá outra reunião que vai definir uma data. Nesse sentido, todos os sindicatos filiados a FASUBRA devem seguir o calendário unificado das centrais para abril parando todas as universidades e mobilizando o maior numero possível de trabalhadores para as mobilizações de rua. Precisamos construir com toda força a greve geral pela base!

 

Direção Nacional FASUBRA Sindical

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Fasubra lança cartilha sobre a reforma da previdência

Baixe aqui a cartilha. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Cartilha-Nao-a-Reforma-da-Previdencia.pdf” language=”pt_BR”]

porFernanda de Freitas

Assembleia Geral elegerá delegados para Plenária da Fasubra

O STU convida todos para Assembleia Geral amanhã (9), às 12h, no Ciclo Básico.
A assembleia elegerá os delegados para Plenária Nacional Estatutária da Fasubra, que acontece de 17 a 19 de março em Brasília.
Durante a plenária haverá um espaço na programação para fazer o debate sobre a organização dos trabalhadores das Universidades Estaduais e Municipais filiadas à federação.

E a atual conjuntura exige o fortalecimento e unificação da categoria, por isso, todos à assembleia!

 

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Unicamp no 25º Seminário de Segurança da Fasubra

A plenária dos trabalhadores da Vilância ocorrida no último dia 4 elegeu os servidores Antônio Quirino Correia, José Veloso M. Neto e Joel Gomes de Souza como delegados ao 25º Seminário Nacional de Segurança das Instituições Públicas de Ensino Superior (IPES) e Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT).
O Seminário promovido pela Fasubra acontece de 07 a 12 de novembro, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Na programação, além do debate sobre a conjuntura, haverá mesas sobre Educação e Democracia Universitária; Desenvolvimento e Aprimoramento da Carreira; Políticas Sociais de Gênero, Raça e combate as opressões; Estatuto do desarmamento e as realidades vivenciadas pelos seguranças das IPES e EBTT. Também serão debatidas questões como Segurança Pública, Violência nas Instituições de Ensino e a implementação do Plano Nacional de Segurança da Fasubra, projetos de leis em tramitação no Congresso Nacional de interesse da cateoria, balanço dos 25 anos do Seminário, luta por concurso público e o combate a terceirização.
Ao final do evento será eleita a nova coordenação e definida a sede do 26º Seminário.

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Seminário Nacional de Segurança das IPES e EBTTs

A Fasubra confirmou a realização do 25º Seminário Nacional de Segurança das Instituições Públicas de Ensino Superior (IPES) e Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT), que acontece de 07 a 12 de novembro, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O anfitrião do evento será o Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Sintufrj) e a organização também será feita pela Fasubra Sindical, como todos os anos.
O evento contará com análise de conjuntura nacional, debates sobre o Reconhecimento de Saberes por Competência (RSC), Educação e Democracia Universitária, desenvolvimento e aprimoramento de carreira, todos temas que envolvem segurança pública e a violência nas instituições de ensino. As novidades ficam por conta das oficinas de “Defesa pessoal por meio do esporte”, “Gestão de conflitos”, “Qualidade de vida na segurança” e “Primeiros socorros”.
A diretoria do STU organizará a Plenária dos Trabalhadores da Vigilância da Unicamp no dia 04/11, das 14 às 15h30, no Auditório da Vigilância, para eleger os delegados que participarão do seminário.

porFernanda de Freitas

Fasubra realizará encontro das universidades estaduais e municipais

Com o objetivo de integrar trabalhadores de todo o país à Coordenação das Estaduais e Municipais da federação realizará o I Seminário das Estaduais e Municipais da Fasubra. Será nos dias 2, 3 e 4 de dezembro, na Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e a diretoria do STU informará em breve os critérios de participação da bancada da Unicamp no seminário.

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O evento será realizado em um momento importante para a luta dos técnico-administrativos em todo o país onde o corte de verbas e o ajuste fiscal atingem a maioria das universidades e os prejudicados, em regra, são os trabalhadores e a população usuária.

O documento prossegue afirmando que a Fasubra “tem a responsabilidade de instituir políticas que apresentem resposta aos ataques de desmonte do setor da educação dos governos. Não apenas, por ter as mesmas lutas e anseios, mas para fortalecer a participação dos sindicatos na luta política em todas as esferas, caracterizada como a maior missão da Federação”.De acordo com a convocatória assinada pela coordenação “há uma grande necessidade de aproximação com as entidades sindicais de base que representam os trabalhadores técnico-administrativos das Universidades Estaduais e Municipais do Brasil”.

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10 mil em Brasília contra o ajuste fiscal e pelo “Fora Temer”

A Caravana a Brasília dos Servidores Públicos Federais e Estaduais reuniu ontem 10 mil pessoas na capital do país. No início da tarde foi realizado um ato em frente ao Ministério da Fazenda, contra o pacote de medidas do governo golpista que atacam direitos dos trabalhadores, como o PLP 257/2016 (que congela concursos públicos e reajustes por pelo menos dois anos) e a PEC 241/2016 (que limita os investimentos públicos nas áreas sociais por 20 anos para priorizar o pagamento de juros e serviços da dívida pública). A marcha também repudiou o anúncio feito pelo ministro do Trabalho de que a reforma trabalhista arquitetada pelo governo Temer tem entre seus pontos a regulamentação de jornadas de até 12 horas diárias (tema sobre o qual o golpismo tem tergiversado após o impacto negativo do anúncio). A ameaça de aumento da idade mínima para aposentadoria foi outro ponto de pauta da manifestação, que também assumiu a luta pelo “Fora Temer”.

Fasubra aprova plano de lutas
A Plenária da Fasubra realizada também em Brasília nos dias 9 a 11 deste mês aprovou a deflagração do estado de greve na base da Federação, com assembleias periódicas para construção do calendário de lutas em conjunto com setores da educação federal e construção de uma greve geral.
Também foram aprovadas resoluções pela intensificação da luta pelo “Fora Temer”, contra o PLP 257/16, a PEC 241/16, os cortes orçamentários nas universidades, a reforma da previdência e a desregulamentação e precarização dos direitos trabalhistas, em repúdio ao projeto Escola Sem Partido, e por mais investimentos no financiamento da educação.
Os trabalhadores também reafirmaram a participação na jornada de lutas que se encerra hoje, além do dia de luta chamado pelas centrais sindicais para 22/9 e da paralisação nacional em 29/9 convocada pelos sindicatos de metalúrgicos, rumo à construção de uma greve geral. A Federação seguira debatendo no Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) a necessidade do setor da educação impulsionar – em ações conjuntas com o Andes (sindicato dos docentes), Sinasefe e entidades estudantis – a greve do funcionalismo público federal.

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Pressão de servidores adia votação do PLP 257/2016, mas não barra tramitação da PEC 241/2016

Nesta semana trabalhadores de diversas categorias realizaram mobilização na Câmara dos Deputados contra as votações do Projeto de Lei Complementar (PLP) 257/16 e da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241/2016. O PLP congela salários e a realização de concursos por dois anos, aumenta a contribuição previdenciária do funcionalismo e permite a privatização de estatais. Já a PEC limita por 20 anos todos os investimentos sociais, especialmente saúde e educação, para assegurar o pagamento de juros e serviços da dívida pública. Apesar de terem sido impedidos de assistir à votação do PLP no plenário, os servidores forçaram até mesmo deputados da base do governo golpista a se manifestarem contra a aprovação do texto, por saberem que seriam denunciados em suas cidades num ano em que muitos são candidatos. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM/RJ), adiou a votação para semana que vem. Já a maioria dos deputados da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) decidiu pela continuidade da tramitação da PEC. A Fasubra acompanhou toda a mobilização e chama a categoria a seguir em todo o país pressionando os deputados por e-mail, telefone e participando das caravanas ao Congresso Nacional. É fundamental barrar esses dois projetos para evitar o completo desmonte dos serviços públicos.

Confira os ataques aos servidores públicos:
•Fim de concursos públicos;
•Congelamento de salários;
•Desmonte do serviço público e a alteração em 38 itens da Lei de Responsabilidade Fiscal, em prejuízo dos entes federativos;
•Reforma da Previdência Social com a retirada de direitos;
•Demissão voluntária de servidores;
•Fim da regra de valorização do salário mínimo;
•Proibição de novas contratações (exceto substituição, geralmente feita de forma precarizada, via terceirização);
•Proibição de reajuste salarial durante 24 meses;
•Possibilidade de PDV (Programa de Demissão Voluntária) como forma de redução do quadro de servidores;
•Redução em 10% da despesa mensal dos cargos de livre provimento e nomeação;
•Inviabilização da execução do Plano Nacional de Educação.
Terceirização
•Precarização do trabalho e das relações de trabalho;
•Não serão respeitados direitos como 13º salário, 1/3 de férias, insalubridade, periculosidade, adicional noturno, além de salários inferiores aos dos servidores efetivos.

Com informações da Fasubra e da Câmara dos Deputados.

porFernanda de Freitas

Assembleia Geral elege delegados para Plenária Nacional Estatutária da Fasubra

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A Assembleia foi realizada no Pavilhão Básico / Foto: Pedro Amatuzzi

Hoje à tarde (14), a Assembleia Geral dos trabalhadores da Unicamp elegeu cinco delegados titulares e dois suplentes para a Plenária Nacional Estatutária da Fasubra Sindical, que acontece nos dias 19 e 20 de junho em Brasília/DF.

Na pauta está prevista a discussão sobre conjuntura e plano de lutas, prestação de contas da federação, entre outros assuntos. Também será reservado um espaço para debate sobre a organização dos trabalhadores técnico-administrativos das universidades estaduais e municipais.

Foram eleitos para delegados titulares: Fanuel Vander Ananias (HC), Luiz Gonzaga de Carvalho (Aposentado), Maria de Lourdes Mello Leme (Aposentada), Roberto Carlos de Souza (Fubá/STU) e Sandra Aparecida Ramos (STU); e suplentes: Rafael Oliveira Jorge (CCUEC) e João Raimundo Mendonça de Souza (Kiko/STU).

Vale ressaltar que, recentemente, a Fasubra se manifestou contra o impeachment, contra a Reforma Fiscal prevista no Projeto de Lei Complementar (PLP) 257/16, contra a Reforma da Previdência e contra as políticas que retiram direitos dos trabalhadores.

porFernanda de Freitas

Assembleia aprova paralisação e calendário de luta

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Trabalhadores indicaram um conjunto de ações para fortalecer a luta

A Campanha Salarial mal começou e os reitores querem usar a justificativa da crise para arrochar os salários e cortar verbas universitárias.

Na primeira reunião de negociação com o Cruesp, sob a presidência do reitor José Tadeu Jorge, o Fórum das Seis (F6) lamentou que o índice não fosse discutido, dadas as expectativas presentes na comunidade.

Diante da falta de discussão e, talvez, de perspectiva de reajuste, esse ano nossa data-base dá mostras de que para avançarmos teremos que apostar na mobilização.

Dessa forma, nossa Assembleia Geral aprovou, na tarde desta quinta-feira (27), o indicativo de luta proposto pelo Fórum das Seis (F6) “Contra o Arrocho e o Desmonte do Serviço Público”, além de um conjunto de ações para construir e fortalecer nossa unidade. Sendo elas:

  • Fortalecer nossa mobilização realizando reuniões de unidades para debater a data-base e a nossa luta pela isonomia;
  • Convocar Comando de Mobilização para a próxima segunda-feira (02), às 12h, para organização da paralisação contra os cortes de verbas e o contingenciamento;
  • Dia de Paralisação – quarta-feira (04) para protestar contra o contingenciamento e os cortes de verbas – encampar o indicativo do IFCH;
  • Organizar caravana, na próxima quinta-feira (05), em apoio ao Sintusp que sofre ameaças de demissões de dirigentes sindicais e aviso de “despejo” da sede que ocupa há 50 anos. Nesta data ocorre um ato convocado pelos companheiros;
  • Indicar ao F6 que aponte a perspectiva de greve, caso o Cruesp não atenda as reivindicações de reajuste;
  • Realizar um Dia de Luta, Mobilização e Paralisação de técnico-administrativos, em 16/05 (segunda-feira), data em que acontece a segunda rodada de negociação com os reitores. A proposta é que haja concentração no MASP com passeata até a sede do Cruesp;
  • Convocar Comando de Mobilização para dia 17/05 (terça-feira) para organizar nossa luta, avaliar o andamento das mobilizações nas unidades e debater o indicativo de greve;
  • Convocar Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp no dia 18/05 (quarta-feira) para discutir o resultado da reunião de negociação entre o F6 e o Cruesp e deliberar sobre o indicativo de greve;
  • Organizar Plenária Conjunta (STU, Adunicamp e DCE) para debater a situação do orçamento da universidade, os cortes de verbas universitárias, a unidade contra o arrocho e o desmonte do serviço público e a resistência da Unicamp ao golpe na forma de impeachment em curso;
  • Realizar um ato com ocupação da Fazenda Argentina, considerando que foi adquirida com recursos do IPESP que deveriam ser destinados ao pagamento de aposentadorias;
  • Elaborar abaixo assinado reivindicando “Isonomia Já!”, reforçando o compromisso não cumprido pelo reitor;
  • Reafirmar a cobrança de que as reuniões de negociação sejam realizadas na universidade que preside o conselho, como tradicionalmente acontecia. Cobrar também que o Cruesp se desfaça da sede na Rua Itapeva e converta o recurso do aluguel em investimentos para a comunidade das três universidades;

 A assembleia contou com a participação da direção nacional da Fasubra, que tem acompanhado de perto os encaminhamentos da data-base da categoria.

Caravana para a USP

O Sintusp está sob ameaça de novas demissões de dirigentes sindicais e o anúncio de “despejo” da sede que ocupam no campus há 50 anos.

Os interessados em participar da caravana em apoio ao Sintusp na próxima quinta-feira (05) devem reservar sua vaga, o mais breve possível, com a Secretaria do STU.

Calendário de Mobilização

Além das medidas aprovadas pela categoria, os trabalhadores reafirmaram o calendário de mobilização que já está em curso:

  • 1º de Maio – Dia do Trabalhador
  • 06/05: Audiência Pública – para discutir o projeto de lei nº 399/2015, que pleiteia a extensão do vale alimentação aos aposentados e pensionistas
  • 11/05: Dia de Luta contra o Racismo

Solidariedade Classe

Um representante da fábrica Mabe Eletrodomésticos esteve na assembleia para expor a situação dos trabalhadores que foram demitidos sem pagamento de verbas rescisórias. A empresa mexicana é dona das marcas Continental, GE e Dako e, recentemente, decretou falência como forma de se eximir das responsabilidades dos encargos trabalhistas.

O companheiro informou que a fábrica em Campinas foi desocupada depois de inúmeras pressões sofridas pelos trabalhadores e em Hortolândia por meio de medida coercitiva da Polícia Militar.

Pela situação precária em que se encontram os companheiros, a assembleia expressou solidariedade de classe e o STU se colocou à disposição para fortalecer a luta daquela categoria.

Vale lembrar que, o STU esteve presente em vários atos convocados como forma de manter a unidade na luta.

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Plenária Nacional da Fasubra aprova posição contra o impeachment e a retirada de direitos

A Plenária Nacional da Fasubra, realizada no último final de semana, aprovou deliberação política contra o impeachment da Dilma, entendendo que a proposta é uma resposta da direita para restringir mais direitos, conquistas sociais, privatizações e conservadorismo. Que é preciso barrar o impeachment com mobilizações, mas também enfrentar o governo Dilma que aprofunda o ajuste sobre os trabalhadores.

14 de abril: Dia Nacional de Mobilização e Paralisação
A plenária também aprovou um indicativo de mobilização e paralisação nas universidades no dia 14 para barrar o PLP 257/16 que traz enormes prejuízos para os trabalhadores do serviço público.

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Nota da Fasubra sobre o PL 257/2016

Na contramão do fortalecimento do Estado referenciado socialmente e valorização dos servidores públicos

O PLP 257/2016 enviado no dia 22 de março pelo governo ao Congresso Nacional, com a desculpa de promover uma reestruturação fiscal “duradoura e sustentável”, objetiva em sua essência sedimentar uma possível relação com as demandas dos governos estaduais, e mais uma vez colocando o custo nas costas dos trabalhadores. O PLP aponta para o mercado, uma série de medidas, que visam diminuir os custos da “máquina” de estado, sustentadas em arrocho salarial dos servidores públicos; privatização de empresas estatais; possibilidade de a União aceitar ativos pertencentes aos Estados – empresas públicas, dentre outras.
O serviço público sofrerá um golpe na sua qualidade, e na ponta quem sofrerá serão os usuários desses serviços do estado. Maior ainda é o retrocesso com relação à política de valorização do salário mínimo, afetando milhares de brasileiros, que tem como única fonte de renda o salário mínimo.
Denunciamos essa posição do Governo, pois num momento de agonia política (com a possibilidade do impeachment), o governo prioriza anteder os interesses do capital, levando ao congresso uma proposta que choca com as agenda dos trabalhadores e dos movimentos sociais.
Não bastasse o arrocho salarial embutido no PLP 257, cujas medidas, teriam duração de 24 meses, está embutida também adoção de medidas estruturais, como a aprovação de uma lei nova de responsabilidade fiscal, reforma da previdência, a elevação das alíquotas de contribuição previdenciária dos servidores, a instituição de regime de previdência complementar (previdência privada), o monitoramento contínuo das contas e adoção de critérios para avaliar de forma pública e periódica programas e projetos.
No “toma lá dá cá” com os estados, que se beneficiarão com: a ampliação de 20 anos de sua dívida com a União: a proibição de novas contratações (exceto substituição, geralmente feita de forma precarizada, via terceirização) e de reajuste salarial durante 24 meses; a inclusão de terceirizados no gasto com pessoal; a possibilidade de PDV (Programa de Demissão Voluntária) como forma de redução do quadro de servidores; reduzir em 10% a despesa mensal dos cargos de livre provimento e nomeação, em comparação com a do mês de junho de 2014, aprofundará a precarização do trabalho, comprometendo a qualidade dos serviços públicos, a execução do Plano Nacional de Educação e iniciativas que visam combater o quadro dramático em que se encontra o SUS.
A repercussão negativa desse Projeto não para por aí, pois além do ataque aos serviços públicos, o seu campo de impacto afetará a renda de milhares de brasileiros com a suspensão do aumento real do salário mínimo. A política do governo de recomposição do valor aquisitivo do salário mínimo, com aumentos de 76% acumulados nos últimos 12 anos ficará comprometida com esse projeto. Essa ação está na contramão das políticas de distribuição de rendas que pretendem reduzir as desigualdades sociais no país.
Por isso a Fasubra se posiciona contrária ao PLC 257/2016, e desde já informamos que vamos divulgar o nome, o partido e a foto do parlamentar que votar contra os trabalhadores!

Fasubra Sindical

 

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Fasubra responsabiliza governo por alongamento da greve

Por Luciana Castro, para a Fasubra

Na tarde de quinta-feira, 24, o Comando Nacional de Greve (CNG) da FASUBRA Sindical se reuniu com o secretário de Relações de Trabalho, Sérgio Mendonça na sede do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), após uma hora de atraso. A proposta imposta pelo governo federal de reajuste de 5,5% e m agosto de 2016 e 5% em 2017 e elevação no “step” na carreira de 0,1%, foi aprovada pela categoria, após rodada de assembleias dos sindicatos de base. Também participaram da reunião o secretário de Ensino Superior do Ministério da Educação, Jesualdo Farias e a Assessoria Jurídica da federação.

A FASUBRA enviou a minuta de acordo no período da tarde à Secretaria de Relações de Trabalho (SRT), documento com base no que a maioria da categoria deliberou. A representação da FASUBRA cobrou mais agilidade no processo negocial, devido a afirmação de Mendonça em analisar o termo de acordo construído pela federa&cce dil;ão somente na próxima semana. “Não haverá discussão enquanto não analisarmos este assunto entre nós, até terça enviamos nossa proposta e na quarta à tarde discutimos o texto, para que realizem as assembleias de vocês”, disse Mendonça. Na ocasião, o secretário da SRT/MPOG falou sobre o teor do acordo, “o que vale são as respostas apresentadas por meio de ofícios do Ministério do Planejamento e a carta do Ministério da Educação”.

De acordo com a FASUBRA, se o governo está pedindo um tempo para análise, deve haver garantias do não corte de ponto, além da decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que proíbe esta ação por parte do governo. Sobre este assunto Mendonça declarou, “se estamos caminhando para uma convergência, n&atild e;o vai haver surpresas”.

A representação da FASUBRA questionou a decisão do governo em delongar a greve e afirmou, “vocês estão jogando a greve para mais duas semanas, agora está na mão do governo”. A federação também advertiu informar à imprensa sobre a continuidade da greve, devido a morosidade do governo em resolver a qu estão. “Só vamos sair da greve depois que assinarmos o acordo”.

Agenda

29/09 – Governo encaminhará documento de termo de acordo após análise do que foi apresentado pela federação. Atos nas reitorias para cobrar celeridade nas negociações.

30/09 – Reunião do CNG para análise em conjunto da redação das cláusulas no MPOG.

 

Atos nos estados

O Comando Nacional de Greve da FASUBRA Sindical participou na manhã do dia 23, do Ato contra pacote de medidas do governo federal que atinge o funcionalismo público. A manifestaç&ati lde;o aconteceu em todos os estados. Em Brasília-DF, os grevistas se concentraram em frente ao Ministério da Fazenda.

O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) engrossaram as fileiras de insatisfação diante da redução de investimentos no programa Minha Casa, minha vida.
Diante da conjuntura atual de crise econômica e política os trabalhadores afirmam que não vão pagar a conta.

Confira a matéria no site de origem: http://www.fasubra.org.br/index.php/fasubra/846-fasubra-apresenta-minuta-do-termo-de-acordo-ao-governo

poradmin

Com ajuste fiscal, governo recua em negociações e adia reajuste para agosto de 2016

Após o anúncio das novas medidas do ajuste fiscal, feito na segunda-feira (14) pelo ministro Levy, o comando nacional de greve da Fasubra ocupou na terça-feira (15) o Ministério da Educação. As medidas anunciadas pelo ministro da Fazenda preveem o adiamento de reajuste ao funcionalismo, suspensão de concursos, eliminação do abono de permanência criado na reforma da previdência do governo Lula para os servidores que continuam trabalhando mesmo tendo tempo para se aposentar, entre outras medidas.
Após a ocupação do Ministério os servidores conseguiram antecipar uma reunião agendada para ontem com o Planejamento, mas não teve avanços nas negociações. Ao contrário, houve recuo da proposta apresentada semana passada. O governo propôs aplicar 5,5% do reajuste apenas em agosto de 2016 e 5% em janeiro de 2017 com progressão do STEP (evolução na carreira) – o que resultará em cerca de 3% de acréscimo aos salários. Os benefícios também seriam corrigidos em média à razão de 22% (equivalente ao IPCA do período em que ficaram congelados), com o auxílio alimentação passando de R$ 373,00 para R$ 458,00.
Será realizada nova audiência na próxima quarta-feira (23).
Em nota, a Fasubra destaca que “a última versão do ajuste fiscal ampliou o golpe, imputando aos trabalhadores a conta da crise que, além de diminuir o impacto do reajuste em 2016, que não cobria sequer a inflação de 2015, amplia a retirada de direitos dos trabalhadores, inclusive componentes que integram a remuneração salarial dos servidores federais”.
A categoria, cuja greve segue em 62 das 63 universidades federais do país e hoje completa 113 dias mesmo com ameaça de corte de ponto, realizará assembleias de base até terça-feira para discutir a proposta.
Paralisação nacional – Entidades do funcionalismo realizaram na terça-feira reunião convocada pelo Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais. A decisão foi intensificar a mobilização, iniciar uma nova jornada de greves contra o ajuste e convocar um dia nacional de paralisação do serviço público em 23 de setembro. Já estão paralisados trabalhadores do Judiciário Federal, INSS, Ibama, órgãos federais do Executivo em diversos estados e médicos peritos.

porFernanda de Freitas

Vigilantes elegem cinco representantes para seminário da categoria

vigilantes

Assembleia dos Vigilantes contou com presença da Fasubra

Nesta quarta-feira (12) os vigilantes realizaram assembleia para eleição de representantes ao XXIV Seminário Nacional de Segurança das IPES, que acontece de 14 a 19 de setembro, em Minas Gerais. A atividade contou com a presença do diretor da Fasubra, Mozarte Simões da Costa Junior.

Os trabalhadores presentes elegeram cinco delegados, sendo eles: Anderson Manoel B. de Araujo, José Velozo Miranda Neto, William Alexandre e Uzias Ribeiro do Nascimento.

poradmin

Congresso da Fasubra organiza mobilização para greve nacional nas universidades

O XXII Congresso da Fasubra ocorreu entre os dias 4 a 8 de maio na cidade de Poços de Caldas (MG). Durante o congresso foi organizada a mobilização para a construção de uma greve geral dos trabalhadores da educação, com indicativo para o dia 28 de maio (o indicativo está sendo discutido com o Andes/Sindicato Nacional dos Docentes). Além disso, foi discutida a questão da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), que privatiza os hospitais universitários, a questão das MPs 664 e 665 e os cortes orçamentários na educação.
O XXII Confasubra foi o maior congresso da categoria até hoje, e sabemos o quanto é importante unificar as lutas de todos os trabalhadores do Ensino Superior. Por isso, ganha ainda mais peso o fato dos trabalhadores da Unicamp terem ampliado a sua representação na direção da Fasubra.
Este ano, organizamos uma delegação com 29 trabalhadores da Unicamp e conseguimos garantir a ampliação da nossa representação na entidade, bem como, a atuação incisiva dos aposentados que compõe o Departamento de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria que apresentaram abaixo assinado para que a Fasubra inclua em seu Plano de Luta as reivindicações da categoria.
Para a nova direção do triênio 2015-2017 foram inscritas duas chapas, a Chapa 1: Unidos para lutar e a chapa 2: Reafirmar a luta. A chapa 1 saiu vitoriosa com 648 votos a 620.
A representação da Unicamp na Fasubra é a seguinte:
Titulares: Antonio Alves Neto (Coordenação das Estaduais e Municipais), Adriana Cristina de Toledo Stella (Coordenação Jurídica e Relações de Trabalho).
Suplentes: Francisco Genézio Lima Mesquita.
porFernanda de Freitas

Assembleia discute pauta de reivindicação e aprova calendário da isonomia

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Assembleia aprova calendário de lutas pela isonomia

Os trabalhadores da Unicamp reunidos em Assembleia Geral, hoje (4) à tarde, deram o pontapé inicial para a construção da Campanha Salarial 2015.

Na ocasião foram discutidas as perspectivas de mobilização tendo em vista o recente anúncio do governador Alckmin de ajustes financeiros à custa do arrocho salarial dos servidores públicos. Os trabalhadores não aceitaram que a crise político-econômica, pela qual o país está passando, seja justificativa de impeditivo para a implementação da isonomia e dos avançarmos na discussão sobre reposição das perdas salariais.

Após duas horas de avaliação da conjuntura nacional e dos indicativos do Fórum das Seis, a assembleia deliberou:

  • Indicar ao Fórum das Seis que seja fixado um índice salarial que reivindique a recuperação das perdas salariais somada à inflação acumulada de 2014/2015;
  • Que o STU cobre, novamente, resposta oficial do reitor a respeito da efetivação da isonomia, bem como seus respectivos dados;
  • Que as unidades realizem suas reuniões para debater a Campanha Salarial, o calendário da isonomia e também eleger o membro para o Conselho de Representantes (CR);
  • Aprovar um calendário de lutas que tem como norte a construção da greve caso não se efetive a isonomia com a USP, sem prejuízo de participação no calendário indicado pelo Fórum das Seis para debater as questões da data-base 2015.

Os trabalhadores agendaram para 16 de abril a realização de nova assembleia para discutir o indicativo de paralisação ou de deflagração da greve, com vistas na resposta do reitor Tadeu sobre a efetivação da isonomia, cujo prazo vence em 19 de abril.

Encaminhamentos gerais 

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Trabalhadores indicam nota de repúdio ao calendário do mês da mulher proposto pelo GGBS e apoio ao povo indígena Kariri Xocó

A assembleia aprovou uma nota de repúdio ao calendário do Dia Internacional da Mulher proposto pela Unicamp que tem como tema “Afinal, o que querem as mulheres?”.

A iniciativa encampada pelo GGBS propõe ações totalmente desconectadas às lutas das mulheres porque indicam atividades com temática como “A Mulher e o Amor”, Minicurso de Auto Maquiagem, Minicurso de Moda no Ambiente de Trabalho e Feira da Beleza.
Essas atividades reforçam preconceitos e estereótipos extremamente machistas que vão de encontro à pauta feminista por melhores condições de trabalho, equiparação salarial com os homens, mais vagas na creche, combate a toda forma de violência etc. A assembleia defende que a discussão proposta pelo GGBS está ultrapassada porque as mulheres querem mais do que se embelezar. Sua luta é por um mundo justo, igualitário e sem exploração e opressão.

A assembleia também aprovou, por unanimidade, a Moção de Apoio ao Povo Kariri Xocó que vive no município de Porto Real do Colégio, em Alagoas (AL) e que está mobilizado pela “reintegração de posse” de suas terras já regulamentada há anos. Os indígenas reivindicam que os posseiros e fazendeiros, que perderam em última instância o direito de posse na Justiça, desocupem imediatamente as terras.

Plenária Fasubra

A assembleia geral aprovou a indicação de quatro trabalhadores para participarem da Plenária da Fasubra, que ocorrerá neste fim de semana.

A comissão será composta por um representante de cada coletivo que compõe a diretoria do STU, bem como seu respectivo suplente. Os coletivos são “Alerta Unicamp – Compromisso com o Trabalhador”, “Vamos à Luta”, “Apesar de Você” e “Lutar Pra Valer”.

Calendário de Lutas

  • 06/03 – Ato Nacional contra a EBSERH e em Defesa dos Hospitais Universitários da Fasubra (Rio de Janeiro/RJ)
  • 07/03 – Ato do Dia Internacional de Luta das Mulheres (Campinas/SP)
  • 07 e 08/03 – Plenária da Fasubra
  • 10/03 – Reunião da Comissão de Aposentados das Três Universidades Paulistas (Piracicaba/SP)
  • 19/03 – Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp
  • 31/03 – Ato dos Aposentados contra as Medidas do Governo Federal – MP’s (Piracicaba/SP)
porFernanda de Freitas

Caderno de Teses do XXII Confasubra

De 4 a 8 de maio acontece o XXII Congresso da Fasubra (Confasubra), na cidade de Poços de Caldas (MG).

O encontro irá reunir os servidores das instituições federais e estaduais de Ensino Superior para debater temas como Conjuntura Nacional e Internacional; Seguridade Social; Educação, Organização e Estrutura Sindical, etc. Além de tratar da Prestação de Contas da Direção Nacional; Balanço da Gestão; Eleições e Posse da Nova Direção Nacional.

Confira abaixo o caderno de Teses do XXII Confasubra:

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