Categoria Fasubra

porStéphane Powaczuk

Após um mês dos ataques terroristas aos Três Poderes, ato pela democracia é realizado no Congresso

Os ataques terroristas e antidemocráticos de 8 de janeiro aos prédios do Planalto, Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal (STF) completam nesta quarta-feira (8/2) um mês. Golpistas e pessoas que financiaram a destruição de móveis, vidraças e obras de arte dos Três Poderes permanecem presos e as investigações continuam em andamento. Segundo a Secretaria Distrital de Administração Penitenciária (Seape), 920 pessoas continuam presas no Distrito Federal, sendo 614 homens e 306 mulheres.

O presidente Lula se pronunciou em uma rede social e destacou que “a democracia é o patrimônio mais precioso da população brasileira. E a justiça será firme contra quem tentar tirá-la do povo”. Ainda de acordo com o presidente, um mês depois, o governo segue firme trabalhando na defesa da democracia, união e reconstrução do país.

Um dia após a depredação, a FASUBRA Sindical e suas entidades de base participaram de atos em defesa da democracia em todo o país. Os atos foram realizados em mais de 100 cidades no Brasil e no exterior e clamaram pela severa punição de todos os envolvidos. “Sem anistia”, foi o grito de ordem. Os manifestantes também pediram a prisão do ex-presidente Bolsonaro, grande mentor e incentivador dos ataques, que fugiu do país para não ser responsabilizado.

A Direção Nacional (DN) da FASUBRA Sindical presente em Brasília participou nesta quarta-feira, no Salão Negro do Congresso Nacional, de ato dos servidores do Congresso Nacional “O caminho inverso: Ato pela Democracia”, promovido pelo Sindilegis (Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União), com apoio institucional da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, Organização dos Estados Americanos, União Interparlamentar, Associação Brasileira de Comunicação Pública, Bússola Tech e Flap Comunicação. O ato contou com autoridades brasileiras e estrangeiras. Ao final os participantes fizeram um abraço simbólico no gramado em frente ao Congresso, onde estavam uma faixa escrito democracia.

porStéphane Powaczuk

FASUBRA e as entidades que compõem o FONASEFE entregam carta com reivindicações aos novos parlamentares

O Congresso Nacional iniciou a nova Legislatura nesta semana, com a posse dos parlamentares e das Mesas Diretoras. A FASUBRA Sindical e demais entidades do FONASEFE e do FONACATE estiveram presentes na Câmara dos Deputados e no Senado Federal durante dois dias, no dia 1º/2 e 2/2, em visita aos gabinetes para apresentar as entidades sindicais que representam os SPFs e entregaram um documento em defesa da democracia com as reivindicações da campanha salarial das categorias.

Na quinta-feira (2/2), as entidades se reuniram com o líder do Governo na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT/CE), e com as lideranças do PCdoB, PSOL e do PT na Câmara. Nas reuniões reforçaram a necessidade de votação de projetos que valorizam o serviço público e a urgência da recomposição das carreiras do Executivo que estão há 7 anos sem reajustes.

Na próxima terça-feira (7/2), será reinstalada a Mesa Nacional de Negociação Permanente, espaço de discussões relativas às carreiras das servidoras e servidores públicos e de negociações salariais. A pressão, no entanto, também será feita simultaneamente no Congresso Nacional. A Direção Nacional (DN) FASUBRA terá direito a uma intervenção na reunião, onde reafirmará a necessidade da recomposição salarial, revogação dos decretos que atingem as servidoras e os servidores públicos e uma política de valorização do salário e dos trabalhadores.

Na carta, as entidades solicitam:

-Auxílio na interlocução junto ao Poder Executivo em prol da concessão de um reajuste linear emergencial às carreiras públicas federais capaz de sanar a profunda defasagem salarial atual;
– Apoio na aprovação célere da proposta legislativa de reajuste salarial e de benefícios que será encaminhada pelo Poder Executivo, pactuada com as entidades representativas do serviço púbico durante as tratativas na mesa nacional permanente de negociação;
– Manutenção de diálogo, atuação e participação constantes das entidades representativas do serviço público nas comissões permanentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, para elucidação dos demais aspectos relacionados à realidade do serviço público federal.

Confira a carta na íntegra: https://bit.ly/3JE8Dh6.

porStéphane Powaczuk

XXIV CONFASUBRA – 18 A 21 DE MAIO DE 2023 em Brasília/DF

A Direção Nacional (DN) FASUBRA Sindical, através da Comissão do CONFASUBRA, seguindo as datas estabelecidas pelo Estatuto e o Regimento Interno, divulga os prazos a serem cumpridos para a realização do XXIV CONFASUBRA. 

Confira o calendário de ações da FASUBRA:

porFernanda de Freitas

Governo Lula recebe reitores e reafirma democracia e autonomia universitária

A Direção Nacional (DN) da FASUBRA vem, desde o início do governo Lula, acompanhando todas as movimentações em busca de espaços para estabelecer agendas sobre nossas pautas e, ao mesmo tempo, ampliar as articulações com o movimento social para garantir a defesa da democracia no país. Nesta quinta-feira (19/1), o presidente Lula e o ministro da Educação, Camilo Santana, se reuniram, no Palácio do Planalto, com cerca de 70 reitoras e reitores das universidades e dos institutos federais.

Lula recebe reitores das universidades e dos institutos federais

Durante o encontro, tanto o presidente Lula quanto o ministro da Educação destacaram que o novo governo garantirá a autonomia universitária. “Não pensem que o Lula vai escolher o reitor que ele gosta, quem tem que gostar do reitor são os professores da universidade, são os funcionários da universidade, é a comunidade universitária que tem que saber quem é que pode administrar bem por ela. Isso eu posso garantir para vocês”, declarou o presidente.

Camilo Santana também enfatizou o fortalecimento e o respeito à autonomia das universidades e dos institutos federais. O ministro da Educação ainda disse que o governo será de diálogo e citou alguns desafios à frente da Pasta. “O Ministério da Educação estará de portas abertas para o diálogo, para a união e para a reconstrução porque houve um desmonte. Estou impressionado com o desmonte que fizeram com a educação pública nesse país, com o desrespeito, com a quebra do pacto federativo entre estados, municípios e União”, criticou.

Para a DN, a atividade retoma a abertura para discutir o papel das instituições públicas de ensino, porém é importante que haja uma reunião com todas as entidades da educação federal para que o governo possa ouvir as propostas, as reivindicações que fizerem e não foram atendidos pelo governo anterior.

A DN FASUBRA, em conjunto com as entidades Andes, Sinasefe e UNE, entre outras, encaminharam um ofício ao presidente Lula solicitando uma reunião nos moldes das que aconteceram com as centrais e com os reitores.

Fonte: Fasubra Sindical / Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

porStéphane Powaczuk

Sem anistia: FASUBRA e entidades de base reforçam protestos em defesa da democracia

A FASUBRA Sindical e suas entidades de base participaram na segunda-feira (9/1) de atos em defesa da democracia brasileira, em resposta aos ataques terroristas e criminosos ocorridos no último domingo (8/1), que destruíram completamente os prédios dos três Poderes: o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal (STF). Os atos foram realizados em mais de 100 cidades no Brasil e no exterior e clamaram pela severa punição de todos os envolvidos. “Sem anistia”, foi o grito de ordem. Os manifestantes também pediram a prisão do ex-presidente Bolsonaro, grande mentor e incentivador dos ataques, que fugiu do país para não ser responsabilizado. Para a Direção Nacional (DN) da FASUBRA, Bolsonaro foi derrotado nas urnas e agora é preciso derrotá-lo nas ruas.

Em Brasília, os participantes do protesto exigiram ainda o impeachment do governador Ibaneis Rocha (MDB), afastado por 90 dias do cargo pelo ministro do STF Alexandre de Moraes. Na avaliação do ministro, houve falha na segurança do Distrito Federal (DF). “A escalada violenta dos atos criminosos resultou na invasão dos prédios do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal, com depredação do patrimônio público, conforme amplamente noticiado pela imprensa nacional, circunstâncias que somente poderiam ocorrer com a anuência, e até participação efetiva, das autoridades competentes pela segurança pública e inteligência, uma vez que a organização das supostas manifestações era fato notório e sabido, que foi divulgado pela mídia brasileira”, destacou em sua decisão. Nesta quarta-feira (11/1), os demais ministros do STF seguiram o voto de Alexandre de Moraes para manter Ibaneis afastado.

A Câmara dos Deputados aprovou na segunda (9/1) e o Senado Federal nesta terça (10/1) o decreto editado pelo presidente Lula que autoriza a intervenção federal na segurança pública do DF até o dia 31 de janeiro. O interventor nomeado pelo governo é o secretário-executivo do Ministério da Justiça, Ricardo Capelli. Em entrevista à CNN, Cappelli afirmou que o ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal Anderson Torres “sabotou” a segurança da capital nos atos golpistas do último domingo. Torres, que foi ministro da Justiça do governo Bolsonaro, foi exonerado do cargo no mesmo dia da barbárie e sua prisão foi decretada ontem. Outro que teve a prisão decretada foi o ex-comandante da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) coronel Fábio Augusto.

Os desdobramentos das invasões terroristas continuam com consequências para os criminosos, que seguem sendo presos, incluindo apoiadores e financiadores dos ataques à capital. Diversas autoridades seguem condenando os atos terroristas e reforçam que não ficarão impunes. Em uma demonstração de resistência, o presidente Lula se reuniu nesta segunda com os governadores e presidentes dos três Poderes para reafirmar a força da democracia brasileira. Uma nota conjunta foi divulgada, confira a íntegra:

Nota em defesa da Democracia

“Os Poderes da República, defensores da democracia e da Carta Constitucional de 1988, rejeitam os atos terroristas, de vandalismo, criminosos e golpistas que aconteceram na tarde de ontem em Brasília.
Estamos unidos para que as providências institucionais sejam tomadas, nos termos das leis brasileiras.
Conclamamos a sociedade a manter a serenidade, em defesa da paz e da democracia em nossa pátria.
O país precisa de normalidade, respeito e trabalho para o progresso e justiça social da nação”.

A DN FASUBRA orienta as entidades de base a acompanharem o calendário dos próximos dias decidido em reunião ampliada com a participação de movimentos sindicais e populares e centrais sindicais nesta segunda-feira (9/1). Conforme definição dos partidos, organizações sindicais e populares do Distrito Federal, nova manifestação em defesa da democracia acontecerá no próximo domingo (15), em Brasília, no Eixão Sul, na altura da Superquadra 108, às 9h.

Veja em fotos como foram os protestos pelo país:

Assufba

ASUFPel

Sindifes


Sintespb

Sintufepe UFPE

Sintufes

Sintuff

Sintufrj

SINTUFSCar

STU

Foto em destaque: Sindifes.
Texto e fotos: Fasubra

porStéphane Powaczuk

Plenária Nacional aprova resoluções para 2023 e a realização do CONFASUBRA em maio

A FASUBRA Sindical realizou a Plenária Nacional nos últimos dias 8, 9 e 10 de dezembro. A plenária foi aberta no dia 8/12 com uma solenidade de celebração dos 44 anos da Federação, no Auditório Nereu Ramos da Câmara dos Deputados, que contou com a presença de parlamentares, autoridades e representantes de entidades sindicais. Na sexta-feira (9/12) e no sábado (10/12) as atividades foram retomadas na Associação de Docentes da UnB – ADUnB, em Brasília/DF.

Durante dois dias, a Direção Nacional (DN) e as entidades de base debateram diversos assuntos de interesse das técnica-administrativas e dos técnico-administrativos em educação. A plenária contou com 40 entidades filiadas, totalizando 148 delegadas e delegados, entre os quais 60 mulheres, 88 homens e 17 observadores. Os participantes fizeram informes das bases, análise de conjuntura nacional e internacional, aprovaram o exercício financeiro dos anos de 2020 e de 2021, apresentado pelo Conselho Fiscal (CF), resoluções e moções.

XXIV CONFASUBRA

Foi aprovada por maioria a realização do XXIV CONFASUBRA na segunda quinzena de maio de 2023, em Brasília. O CONFASUBRA, instância máxima da Federação, terá como temário: conjuntura nacional e internacional; plano de lutas; alteração estatutária; ataques à categoria – HUs, carreira, aposentados; democracia nas IFE; e eleição da DN e CF. Também foi aprovada a proposta de 4 dias de Congresso.

Entre as resoluções aprovadas pela plenária estão:

Construir agenda com o MEC, a partir de janeiro, com a entrega da pauta específica;

Preparar dados para a Plenária Nacional sobre o cenário do próximo período (orçamento e propostas, democracia nas universidades e institutos);

Orientar a participação da base na posse do governo Lula/caravanas no dia 1º/01/23, com concentração em frente ao MEC, levando as pautas políticas da Federação, pela punição dos crimes do governo Bolsonaro, em defesa da educação;

A FASUBRA orienta suas entidades que não puderem vir a Brasília, onde for possível, que realizem atividades alusivas que envolvam a pauta política e atividades culturais;

Retomar Grupos de Trabalho (GTs) e a participação da FASUBRA nos fóruns correspondentes;

Reajuste do auxílio-alimentação para ativos e aposentados;

Reajuste de contrapartida saúde;

Aumento do Step para 5%;

Reestruturação do PCCTAE;

Apuração e punição de todos os responsáveis por crimes políticos eleitorais;

Punição dos empresários (foram mais de 2 mil denúncias feitas por trabalhadores e sindicatos) que coagiram os trabalhadores nas eleições;

Revogação das reformas trabalhistas e da previdência;

Revogação da EC 95;

Revogação da Reforma do Ensino Médio;

Recomposição dos orçamentos da saúde e da educação;

Reajuste salarial incluído no orçamento federal;

Todos e todas à Brasília na posse do Lula, levando as bandeiras das nossas reivindicações;

Não a uma nova ocupação no Haiti;

Não à guerra e à exploração;

Em defesa da autodeterminação dos povos;

Reposição salarial, já;

Data base para a categoria;

Exigir do governo eleito a revogação de todas as normas infralegais (decretos, portarias, etc) que possibilitam o avanço do desmatamento e destruição dos recursos naturais;

Pela revogação da EBSERH e melhorias para os HUS (concursos públicos, condições de trabalho e contra o assédio nas universidades);

Promover a luta pela incorporação dos trabalhadores da EBSERH pelo MEC e o novo governo;

Todo repúdio ao Estatuto do Nascituro (O Bolsa Estupro);

GT para revisar o PCCTAE;

Revisão da tabela do imposto de renda, além da isenção de até R$ 5.000,00;

Realização de AGs, com vigílias nas Reitorias, quando da primeira audiência com o MEC;

Exonerar os reitores interventores;

Exigir punição à extrema direita genocida e golpista e julgar e condenar Bolsonaro, seus ministros e parlamentares pelos crimes cometidos na pandemia, no governo e nas eleições;

Fim das chacinas contra o povo negro;

Fim dos assassinatos no campo e terras indígenas;

Fim dos feminicídios e salário igual para trabalho igual;

Emprego e renda para pessoas LGBTQIA+;

Cota para pessoas trans em concursos e universidades! Respeito a utilização do nome social;

Discutir e definir os pontos emergenciais da agenda econômica e organizar a interlocução sobre os demais pontos, tais como: reforma das relações de trabalho no setor público, a utilização sem critérios e segurança das novas tecnologias da informação através da digitalização dos serviços e quais são os impactos para o trabalho, por outro lado, o usuário, principalmente, os idosos e o trabalho remoto.

Confira todas as resoluções aprovadas pela plenária no Informe de Direção (ID). A DN informa que embora algumas das propostas já constem nos documentos entregues à equipe de transição do novo governo, a plenária deliberou que permaneçam no relatório para registro.

porStéphane Powaczuk

STU participa de Plenária Nacional da Fasubra em Brasília

Permanecer na luta por democracia nas universidades e aguardar respostas do novo governo.

O STU participou da última Plenária deste ano da Fasubra, em Brasília, de 08 a 10 de dezembro. No primeiro dia, foi realizada uma comemoração ao aniversário de 44 anos da federação, no Auditório Nereu Ramos, da Câmara dos Deputados. A solenidade contou com a presença de vários parlamentares reconhecendo a importância da federação durante todos esses anos de existência.

Essa plenária foi muito importante, devido ao momento da conjuntura que estamos passando. “Foi uma das maiores Plenárias que eu já participei, pois contou com quase 200 delegados. Foi tirado um conjunto de encaminhamentos para serem debatidos no primeiro semestre de 2023, onde o governo Lula já terá assumido e precisará dar uma resposta a população”, comentou a diretora Bianca Zupirolli que esteve representando o STU como uma das delegadas na Plenária.

Dentre as pautas estava a análise e aprovação das contas da FASUBRA dos anos 2020 e 2021, o que realmente aconteceu. De acordo com João Daniel, que faz parte do Conselho Fiscal da Fasubra, foi mostrado que a federação ampliou seu patrimônio e manteve a saúde financeira.

Mesa Conselho Fiscal. Foto: Assessoria Fasubra Sindical.

“A Plenária da FASUBRA cumpriu o papel de atualizar a pauta de reivindicações para ser entregue ao governo Lula no dia 2 de janeiro. Outro ponto importante foi o debate de democracia na universidade que para nós é tão caro”, comenta Toninho Alves, Coordenador da Fasubra e do STU.

O debate pela democracia nas universidades também foi muito discutido no encontro. A defesa contra os interventores e contra os cortes na educação resultou em um calendário de mobilização ainda em dezembro. E a partir de janeiro, o objetivo é acompanhar as mesas de negociação com o novo presidente para garantir a carreira dos técnico-administrativos/as em educação e as reivindicações históricas retomando o acordo feito em 2016, ainda no governo Dilma. Porque durante o governo golpista Temer e o governo Bolsonaro não houve nenhuma mesa de negociação.

Segundo a Diretora Geral do STU, Elisiene Lobo que também esteve na Plenária, um dos encaminhamentos foi a realização do próximo CONFASUBRA, que será em maio/2023, em Brasília. Este congresso vai eleger a nova coordenação da Fasubra.

Lembrando as vítimas da Covid-19, antes de iniciar a Plenária Nacional, foi realizado um minuto de silêncio em homenagem aos técnico-administrativos/as em educação que perderam suas vidas durante a pandemia.

O STU enviou como delegadas para a Plenária Nacional da Fasubra as diretoras Elisiene Lobo, Sandra Ramos, Bianca Zupirolli. O João Daniel do STU também esteve na Plenária apresentando as contas da Fasubra e coordenando a mesa do Conselho Fiscal. O diretor do STU Toninho Alves faz parte da coordenação geral da federação e também estava participando do encontro.

João Daniel, Elisiene Lobo, Toninho Alves, Sandra Ramos e Bianca Zupirolli.

Confira abaixo um poema escrito pela delegada técnico-administrativa aposentada da UFRRJ, Ivanilda Reis que leu para os/as participantes da Plenária:

A vitória de Lula e o direito de voltar a sorrir

Voltar a sorrir não é força de expressão

Representa uma explosão de amor no coração

Eu que adoro dá aquele sorrisão

Estava triste vivendo uma grande apreensão

Sofrendo em vê tanto ódio, tanta destruição

Com Lula nasceu uma grande esperança em meu coração

Sei que não será fácil não

Afinal os seguidores do ódio, da defesa da opressão

Continuam no nosso meio sem compaixão

Mas saber que o mito deles derrotamos com muita determinação

Me traz o sorriso de volta e a certeza que nossa luta não foi em vão

Sou mulher, negra lutando contra a exploração

Viver com um machista racista no poder desta nação

Foi um sofrimento que você não tem noção

Ganhamos! Não foi só uma eleição

Foi como renascer

viver uma  ressurreição

Agora é seguir feliz, mas sem trégua, sem ilusão

Sem esquecer

que só com muita luta e mobilização

Poderemos garantir a transformação

Pois só a eleição

Não mudará nossa vida não

Precisamos seguir lutando com muita garra organização e união

Sem medo

Só assim teremos um mundo mais

justo, democrático e sem submissão

porStéphane Powaczuk

7/09: Grito dos Excluídos e Excluídas traz como lema “Brasil: 200 anos de (in)dependência para quem?”

O Grito dos Excluídos e Excluídas volta às ruas em todo o país neste 7 de setembro. A 28ª edição da marcha organizada pelas pastorais sociais ligadas à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) traz como lema este ano “Brasil: 200 anos de (in)dependência para quem?”. Fruto da Campanha da Fraternidade de 1995, o tema permanente do Grito é “Vida em Primeiro Lugar”.

Em carta de apoio do 28º Grito, o bispo da diocese de Brejo (MA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Ação Sociotransformadora da CNBB, dom José Valdeci Santos Mendes, conclama a sociedade para ações efetivas em defesa de todas as formas de vida que se encontram ameaçadas. “O avanço do desmonte de direitos sociais e do próprio estado democrático, com a disseminação da cultura do ódio, sustentada pelas notícias falsas manifestadas nas redes sociais são sinais do descaso pela vida”, destaca.

O documento reforça ainda o aprofundamento das desigualdades sociais, o aumento da fome, do desemprego, fruto do avanço do poder financeiro aumentando os lucros dos bancos, institucionalizando ainda mais os seus privilégios. “O avanço dos grandes projetos sobre as terras indígenas, povos quilombolas, pescadores e as agressões ao meio ambiente têm sido outra marca da atual política. E com isso o aumento da violência contra defensores e defensoras de Direitos Humanos, como foi o caso de Bruno e Dom, na Amazônia, e de lavradores e lavradoras barbaramente assassinados”, afirma.

Diante deste cenário, a CNBB convoca as pastorais, organismos, movimentos populares e pessoas de boa vontade para defender e garantir os direitos dos pobres e marginalizados em nível local, regional e nacional. É marca histórica do Grito, desde seu início, a defesa da democracia e da soberania dos povos!

A Direção Nacional da FASUBRA orienta a participação das entidades de base nos atos, seguindo todos os protocolos de segurança contra a pandemia, com distanciamento, máscara e álcool em gel. A Federação orienta ainda que se mantenham em grupos e não respondam às provocações de bolsonaristas, evitando confrontos.

Confira onde acontecerão ações do Grito dos Excluídos e Excluídas: https://bit.ly/3wUbiMw.

porStéphane Powaczuk

Lei de Cotas completa uma década e reforça sua eficácia como política de inclusão

A FASUBRA Sindical foi precursora na luta pela criação da Lei de Cotas (Lei 12.711/2012), em conjunto com o Movimento Negro, que hoje (29/8) completa dez anos. Uma política pública exemplar, a lei aumentou a inclusão e mudou o perfil de acesso às universidades públicas e institutos federais. A adoção do sistema de cotas é uma importante ferramenta para superar a segregação, democratizar o ensino superior e beneficiar ex-alunos da rede pública. Metade das vagas são destinadas a candidatos negros, pardos, indígenas, quilombolas com deficiência e/ou baixa renda.

A Federação discute a implementação de cotas raciais e sociais para a educação superior desde 1995, quando realizou o I Encontro Nacional dos Técnico-Administrativos Negros e Militantes antirracismo da FASUBRA “Universidade: Relações raciais no trabalho e a cor da exclusão”. Em 2008, a Federação participou do I Seminário de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, em Brasília/DF. No mesmo ano realizou Encontro Nacional de Negros, Negras e Militantes Antirracismo das Universidades brasileiras. Já em 2009, em 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra, a FASUBRA lançou campanha em defesa das cotas. Esta campanha, além de reafirmar a defesa pela implantação das cotas raciais e sociais, teve como objetivo provocar o debate e a denúncia contra a postura de setores ultraconservadores e racistas da sociedade.

As ações da Federação auxiliaram, portanto, para que as primeiras universidades aderissem à política de cotas, antes mesmo da aprovação da Lei 12.711/2012. A UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) foi a primeira instituição pública de ensino a aplicar a lei, em 2002, seguida pela UnB (Universidade de Brasília, em 2004. Em 2008, foi a vez da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) instituir o programa de ações afirmativas.

A Lei sancionada em 2012 prevê revisão do texto quando completar 10 anos, o que deve ocorrer ainda este ano, após as eleições. Até ser revisada, a política de cotas não deixará de existir e nenhuma universidade deixará de ofertar vagas. A FASUBRA permanece na luta pela manutenção e ampliação dessa importante política pública. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que, entre 2010 e 2019, o número de negros nas universidades do país cresceu 400%, o que comprova que a Lei de Cotas chega ao marco de uma década reafirmando sua eficiência.

O Senado Federal realizou nesta segunda-feira sessão especial para celebrar os dez anos da Lei de Cotas por iniciativa do senador Paulo Paim (PT-RS), um grande defensor da política. Segundo Paim, a Lei de Cotas muda a vida das pessoas para melhor, inclui, oferece oportunidades, fortalece o direito de ter sonhos e realizá-los. “Precisamos de cotas, sim, para que o Brasil deixe de ser o segundo país mais desigual do mundo. A Lei de Cotas combate o racismo”, afirmou em uma rede social.

A DN FASUBRA esteve presente nesta sessão solene reafirmando seu compromisso e disposição de luta em defesa das cotas. Para o coordenador-geral Toninho Alves é importante que nesse momento que o Brasil deverá ter um novo governo é necessário intensificar as ações em defesa das cotas, para que essa política se transforme em política de Estado e não uma lei com data de validade!

Foto: Assessoria do senador Paulo Paim.
Texto: FASUBRA.

porStéphane Powaczuk

1/8 a 5/8: Jornada de Lutas em defesa do Serviço Público e da Democracia

As entidades que compõem o Fonasefe, entre elas a FASUBRA Sindical, estão mobilizando suas bases para participar da Jornada de Lutas em defesa do Serviço Público e da Democracia, em Brasília/DF. A semana de mobilização acontecerá do dia 1º a 5 de agosto. Confira a programação:

O Brasil passa por um momento delicado. Nós, servidores, conhecemos bem a postura antidemocrática do presidente Bolsonaro, ele foi o único presidente desde a redemocratização que não abriu a negociação salarial conosco e é o que mais nos persegue.

Somos o pilar dos serviços públicos e não podemos aceitar que ataques à democracia coloquem em risco os direitos do povo. Se o Serviço Público é necessidade, valorizar o Servidor tem que ser prioridade.

Texto e Imagem: FASUBRA

porStéphane Powaczuk

Judiciário do país reage de forma enfática a novos ataques de Bolsonaro ao sistema eleitoral

A FASUBRA Sindical repudia veemente os mais recentes ataques de Bolsonaro à democracia, ao Judiciário, às urnas eletrônicas e ao sistema eleitoral brasileiro como um todo. O presidente repete mentiras de forma despudorada, sem provas, ao afirmar que houve fraude nas eleições de 2014 e 2018. Novamente, os ataques desgastaram ainda mais a imagem do Brasil no exterior.

As informações foram desmentidas mais de uma vez pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele reiterou críticas a ministros do TSE e do Supremo Tribunal Federal (STF), em especial, aos ministros Edson Fachin e Luís Robert Barroso durante reunião com embaixadores no Palácio da Alvorada, na última segunda-feira (18/7).

Durante três dias, as declarações repercutiram negativamente entre autoridades, parlamentares e integrantes do Judiciário, que reagiram de forma rigorosa em defesa do país, do sistema de votação brasileiro, das instituições e contra qualquer tentativa de se colocar em xeque a lisura, segurança e transparência das eleições em 2 de outubro.

O presidente do TSE Edson Fachin disse que é hora de dizer basta à desinformação e ao negacionismo eleitoral. Para Fachin, a Justiça Eleitoral e seus representantes são atacados com acusações de fraude com uso de má fé. “Ainda mais grave, é o envolvimento da política internacional e também das Forças Armadas, cujo relevante papel constitucional a ninguém cabe negar como instituições nacionais, regulares e permanentes do Estado, e não de um governo. É hora de dizer basta”, destacou.

Procuradores de todos os estados e o DF assinam documento enviado ao procurador-geral da República, Augusto Aras, para que Bolsonaro seja investigado por causa dos ataques, o que para eles configuram crime eleitoral e abuso de poder. Subprocuradores da República também divulgaram nota em defesa das eleições. No documento afirmam ser crimes de responsabilidade, entre outros, utilizar o poder federal para impedir a livre execução da lei eleitoral.

Deputados de oposição também enviaram ao STF pedido de investigação do presidente por improbidade administrativa, abuso de poder político e econômico, crime contra o Estado Democrático e, ainda, por propaganda eleitoral antecipada.

Para a DN FASUBRA Sindical, Bolsonaro tenta copiar a política do ex-presidente dos EUA e tentar um golpe no país. Nesse sentido, a FASUBRA endossa que é favorável a cassação do mandato de Bolsonaro por sua conduta que afronta a liberdade democrática com claro propósito de desestabilizar as instituições e o processo eleitoral brasileiro, colocando em dúvida o resultado das próximas eleições.

Foto: Antonio Augusto/Ascom TSE. Com agências.
Texto: FASUBRA

porFernanda de Freitas

Denúncias de suposta corrupção no MEC escancaram a crise na educação

Não dá mais para Bolsonaro repetir que não há corrupção no seu governo!

Denúncias apontam que o ex-ministro do MEC (Ministério da Educação), Milton Ribeiro, tinha um gabinete paralelo, composto por pastores evangélicos aliados de Bolsonaro, que controlava a distribuição da verba às prefeituras e a agenda do ministério.

Terceirizar a gestão de verbas a pastores de confiança por “debaixo dos panos” fere gravemente o artigo 37 da Constituição Federal que diz a administração pública “obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência”.

Novos fatos, como o vazamento do telefonema de Milton Ribeiro a aliados e sua filha, citando o nome do presidente, demonstraram que tudo isto foi articulado com o Planalto. Agora só depende do presidente do senado para abrir a CPI do MEC.

Financiamento público serve para ampliar o acesso aos bens e serviços, não é moeda de troca.

Triste realidade

Na pandemia da Covid-19, a má gestão do presidente aprofundou a fome, miséria, desemprego e exclusão escolar; sem contar os milhares de mortos.

Não bastasse isso, o governo abriu as portas para a militarização de escolas, quer autorizar a educação domiciliar, desvaloriza os servidores e desrespeita o processo de escolha dos reitores das Universidades.

A política de corte de verbas tem feito com que entidades da educação travem uma dura batalha para impedir o desmonte dos serviços públicos. Segundo dados da Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior), cerca de 88% das faculdades federais tiveram prejuízos após o corte orçamentário de 7,2% do Governo Federal.

Para o coordenador geral da Fasubra, Toninho Alves, precisamos recompor essas verbas para as Universidades Públicas porque a falta de insumos nessas instituições é uma realidade constante.

“Ações como essa do MEC de desviar verba podem comprometer não só o ENEM, mas o futuro das Universidades Públicas. Uma vez que as Universidades já não têm verbas para poder sobreviver a partir do mês de outubro, correndo o risco de não ter atendimento já no segundo semestre”, explica.

Defesa da educação

Diante desse absurdo a Fasubra, e entidades da educação têm atuado, para instalar urgentemente a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do MEC, no Senado Federal.

“Nós estamos acompanhando e entendendo que essa CPI vai desnudar a política que o MEC tem feito, que não é uma política de atender a educação como um projeto prioritário para o país. Mas de utilizar as verbas do MEC para outras destinações que não são o serviço público, a educação e a universidade públicas”, ressalta o dirigente.

A FASUBRA tem feito diversas ações para a recomposição do orçamento, no final junho participou de reunião com parlamentares da Comissão de Educação da câmara, esteve presente na atividade convocada pela frente em defesa das universidades federais em parceria com a ANDIFES e em conjunto com as entidades da educação ANDES (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior), SINASEFE (Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica) realizaram uma reunião com o MEC (secretária executiva e Sesu) para cobrar um posição do MEC referente aos cortes.

Se reuniu também com o senador Marcelo Castro (MDB/PI), presidente da Comissão de Educação, quinta-feira passada (30/06), para discutir uma atuação conjunta na defesa da CPI do MEC.

Para a federação é preciso ampliar a mobilização e intensificar a pressão nos parlamentares. Nesta semana será realizada a “Jornada de Lutas”, para enfrentar os ataques à educação e denunciar as privatizações das estatais.

Para superar esses desafios, o STU acredita que precisamos derrubar esse governo, retomar a pauta de implementação de políticas públicas inclusivas e aumentar o investimento em educação.

PROGRAMAÇÃO – JORNADA DE LUTAS

5 de julho (terça-feira)

  • 7h – Recepção dos(as) deputados (as) no aeroporto em Brasília
  • 14h – Mobilização em frente ao Anexo II da Câmara

6 de julho (quarta-feira)

  • Manhã – Reunião com os parlamentares sobre os orçamentos
  • 14h – Vigília em frente ao Anexo II da Câmara e visita aos gabinetes dos parlamentares

7 de julho (quinta-feira)

  • 10h – Manifestação em frente ao Senado pela imediata abertura da CPI da Educação.
porStéphane Powaczuk

FASUBRA chama Plenária Nacional início de junho

Em breve faremos Assembleia para escolha de delegados/as do STU

A FASUBRA Sindical realiza sua primeira Plenária Nacional Presencial pós-pandemia, nos próximos dias 3, 4 e 5 de junho de 2022, em Brasília-DF, com a seguinte pauta:

1. Informes da Direção Nacional;

2. Conjuntura Nacional e Internacional (com ênfase nas eleições gerais), campanha salarial dos SPF e a IN 54.

3. Calendário;

4. Outros.

No dia 03, a partir das 15h, haverá um painel híbrido sobre trabalho remoto e democracia nas universidades.

Nesse sentido, orienta as entidades filiadas a realizarem rodada de assembleias para eleição de delegados (as) até 25 de maio. É fundamental que as entidades se mantenham mobilizadas. A DN da FASUBRA também reafirma as orientações para as entidades de base:

➢ Realizar reuniões com as entidades da educação ANDES, SINASEFE, DCEs e APGs, nos estados;

➢ Construir e participar dos Fóruns estaduais dos SPF e/ou de Fórum em Defesa dos Servidores e dos serviços públicos;

➢ Pressionar os senadores do seu estado a assinar a CPI do MEC e negociação coletiva no serviço público em defesa do reajuste dos Servidores públicos;

➢ Fortalecer as mobilizações através de atos, divulgação das campanhas da FASUBRA e do FONASEFE por meio vários nas páginas das entidades e outros como: outdoors e busdoors nos estados;

➢ Pressão nas reitorias através dos Conselhos Universitários para enviar moções de apoio pela abertura da CPI no Senado para apuração de corrupção no MEC e cobrando reajuste salarial dos TAE.

Texto: Fasubra

porStéphane Powaczuk

Plenária dos servidores e servidoras federais reforça previsão de Greve Geral em março

As entidades do FONASEFE, do Fonacate, além das Centrais Sindicais, reforçaram nesta quinta-feira (27/01), durante a “Plenária Nacional dos Servidores e Servidoras Federais”, a previsão de Greve Geral a partir do dia 9 de março pelo reajuste emergencial. A campanha salarial conjunta dos trabalhadores e trabalhadoras do serviço público iniciou no último dia 18/01, ocasião em que foram realizados atos e protocolado, no Ministério da Economia, ofício com a reivindicação de recomposição salarial mínima de 19.99% (índice correspondente a inflação dos três anos do governo Bolsonaro).
O coordenador-geral da FASUBRA Sindical Toninho Alves destacou a vitória contra a PEC 32 (Reforma Administrativa). Segundo ele, mesmo que parcial, não se pode esquecer a importância e a força da campanha unificada das entidades realizada até o fim do ano de 2021. “Nós conseguimos encurralar o governo e estamos atentos, caso ele tente colocar na pauta novamente a PEC 32. A FASUBRA, em dezembro, realizou a sua plenária que já tinha deliberado a construção de uma campanha salarial em fevereiro. Entendendo a dinâmica de cada entidade, entendendo a conjuntura que estamos vivendo, é óbvio que temos que caminhar juntos para derrotar esse governo e, por isso, apontamos e construímos esse calendário importantíssimo para a deflagração da greve em março”, afirmou.
A plenária detalhou o calendário definido, sendo que a próxima ação será no dia 2/02 (quarta-feira). Como as entidades não obtiveram resposta à pauta de reivindicação salarial do dia 18/01, novos ofícios foram encaminhados com pedido de audiência aos três Poderes para abertura das negociações. Neste dia, além dos atos em Brasília, estão previstas atividades simbólicas, com faixaços por todo o país nos órgãos e prédios públicos, com o tema “Reposição emergencial para todos e todas: 19,99% já!”.
De 14 a 25 de fevereiro, as entidades promovem a Jornada de Lutas preparativa para a greve unificada, com o seguinte eixo: reajuste emergencial do período Bolsonaro de 19,99%, com as perdas salariais do período dos governos FHC, Lula, Dilma e Temer que somam mais 30%. “Para nós da FASUBRA é fundamental que nós estejamos juntos nessa caminhada, nesse processo de construção e de deflagração de uma greve, se esparrame pelo Brasil todo para responder ao governo que estamos unificados na busca de sua recomposição salarial. Nossa mobilização pode ser o diferencial nesse primeiro momento para engajar outros trabalhadores e trabalhadoras para derrotar Bolsonaro”, enfatizou Toninho.

Plenária na íntegra pela manhã: https://youtu.be/rRmBwXAhLLw

Plenária na íntegra à tarde: https://youtu.be/dec1EXtJRKs

porStéphane Powaczuk

Dia Nacional de Luta por Reajuste tem manifestações em Brasília e em outras capitais

A FASUBRA Sindical e entidades de base (SINT-IFESgo e Sintfub) participaram, na manhã da terça-feira (18/01), do ato em frente ao Banco Central, no dia nacional de luta em defesa de reajuste salarial para todas as servidoras e servidores públicos. Trabalhadoras e trabalhadores do FONASEFE (Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais) se somaram aos atos do Fonacate (Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado), sendo que centenas de pessoas participaram da manifestação.
“Nós da FASUBRA estamos aqui com os companheiros da nossa base. Isso é a continuidade das mobilizações que fizemos ano passado, onde exitosamente conseguimos construir uma ampla unidade contra a PEC 32. Hoje defendemos um reajuste, pois estamos há cinco anos sem negociação, sem proposta nenhuma e esse governo destruindo os servidores e servidoras. Um governo genocida que não sabe valorizar os trabalhadores do serviço público. Os trabalhadores do serviço público, seja do Legislativo, do Judiciário e do Executivo estão unidos e, com essa unidade, essa força, nós vamos conseguir o reajuste. Estamos juntos nessa trajetória e vamos vencer: trabalhadores unidos, jamais serão vencidos”, destacou o coordenador Jurídico e de Relações do Trabalho João Paulo Ribeiro (JP).

À tarde, centenas de servidoras e servidores protestaram em frente ao Ministério da Economia e protocolaram ofício, com a presença de deputadas e deputados da Frente Parlamentar Mista do Serviço Público, de reivindicação de reajuste emergencial de 19.99% (índice correspondente a inflação dos três anos do governo Bolsonaro), sem abrir mão das perdas salariais históricas do período dos governos FHC, Lula, Dilma e Temer que somam mais de 30%. Os trabalhadores e trabalhadoras criticaram a política destrutiva de Paulo Guedes e Bolsonaro e lamentaram o aumento apenas para as forças policiais. Além de Brasília, outras cidades como Rio de Janeiro, Salvador, Recife e Aracaju também registraram manifestações e paralisações.

Veja o ofício na íntegra: https://bit.ly/3FEYOKj

Fotos Banco Central: SINT-IFESgo

Fotos Ministério da Economia: Scarlett Rocha/SINASEFE

Texto: Fasubra

porStéphane Powaczuk

Plenária da Fasubra aprova Confasubra presencial para maio 2022

A Fasubra realizou a última Plenária deste ano nos dias 16 e 17 de dezembro. Foram mais de 60 pontos deliberados. Dentre eles, a aprovação do Congresso da Fasubra presencialmente.

Veja os principais encaminhamentos da Plenária apresentada pelo Coordenador Geral da Fasubra e do STU, Antônio Alves Neto, o Toninho.

Também estiveram presentes, representando a bancada do STU, escolhidos em assembleia geral, no dia 09 de dezembro, as seguintes delegadas e delegados:Adriana Stella, João Paulo Ribeiro, João Daniel de Moura e Marli Rodrigues Armelin, como representantes da categoria para participarem virtualmente da Plenária da Fasubra.

 A próxima Plenária Nacional está programada para março de 2022 e deve ser presencial.

Confira a seguir alguns prints da Plenária Virtual Nacional da Fasubra:

porStéphane Powaczuk

Servidores barram PEC 32, mobilização não pode parar

Graças às manifestações dos servidores e servidoras públicas federais e da Fasubra, a Reforma Administrativa está parada desde setembro na Câmara dos Deputados.

O texto precisa ainda ser votado no plenário das duas Casas do Congresso Nacional, em dois turnos. E o que tudo indica, se for ocorrer, agora só em 2022.

A campanha “Se votar não volta” tem ecoado pelos estados e municípios do Brasil com a intenção de chamar a atenção para Deputados e Deputadas que ainda estão em cima do muro com relação as maldades que essa PEC pode ocasionar à toda população.

Segundo a Coordenadora de Organização Sindical da Fasubra, Adriana Stella, “o governo Bolsonaro tem vivido também um forte momento de crise política, tanto pela brutal situação econômica que o país enfrenta, como sua política genocida na pandemia. Esses dois cenários contribuíram para que a PEC-32 não fosse votada neste ano de 2021 mas nada impede que seja votada em 2022”.

Em 2022 haverá uma reunião das Centrais Sindicais na primeira quinzena de janeiro para avaliar como vai ser a conjuntura em ano eleitoral, conforme informa o Coordenador Jurídico e de relações de trabalho da Fasubra, João: “Também já temos a data da primeira grande manifestação que nós vamos fazer contra a PEC 32, vai ser dia 26 de janeiro na abertura da marcha do Fórum Social Mundial”.

A luta continua, tivemos uma pequena vitória que foi a votação retirada da pauta por conta do governo não ter os 308 votos. Por isso é preciso a continuar a pressão popular para que os deputados e deputadas não votem contra a população.

Segundo o Coordenador Geral da Fasubra, Antonio Alves Neto, o Toninho, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, anuncia que vai continuar tentando aprovar a PEC 32 em 2022.

“É importante colocar que nós conseguimos impedir o processo de votação, mas o processo de mobilização continua. Para 2022 vamos buscar construir um calendário de mobilizações de todas as categorias do serviço público, a partir do Fórum Social Mundial em Porto Alegre, e posteriormente um calendário de mobilização em conjunto com as centrais sindicais, que aponte um processo de luta em Brasília”, completa Toninho.

Foto: Fasubra

porFernanda de Freitas

LIVE STU | Os impactos da EC 109 (PEC 186) e como enfrentar a PEC 32

Neste #DIA24pelaVIDA o STU organiza a #LIVE “Os impactos da EC 109 (PEC 186) e como enfrentar a PEC 32” com os companheiros Toninho, coordenador geral da Fasubra Sindical, João Paulo Ribeiro (JP), da Coordenação Jurídica e Relações do Trabalho da Fasubra Sindical, e José Luis Pio Romera, coordenador geral do STU. Assista pelo Facebook do Sindicato [https://www.facebook.com/stu.unicamp].

Os movimentos sindicais, Fasubra e as frentes em defesa do funcionalismo federal, estadual e municipal definiram o dia 24/03 como #DIA24pelaVIDA. Vamos lutar contra a PEC 32 e os impactos da PEC 186 (EC 109) para os servidores públicos.

A PEC 186, conhecida como PEC Emergencial, foi aprovada esse mês e passou a ser EC 109. E, sob pretexto de reduzir gastos públicos sociais, impõe congelamento de salários, suspensão de concursos e limitação de investimento, entre outros prejuízos aos servidores públicos.

Já a PEC 32, em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados, restringe nossa estabilidade e cria novos regimes jurídicos.

Concede ao Presidente poderes que permitem a extinção, transformação e fusão de entidades da administração pública, entre elas, universidades públicas, e impõe várias medidas graves.

Sob o argumento genérico da necessidade de melhoria da eficiência “socioeconômica” do Estado, a PEC 32 retira direitos dos servidores públicos, precariza as relações de trabalho, incentiva a preservação dos privilégios e aprofunda o desmonte dos Serviços Públicos abrindo brecha para desrespeitar a autonomia e a democracia das universidades públicas.  

A EC 109 já está em vigor e dá mostra que trará vários danos, mas se a PEC 32 for aprovada teremos o completo desmantelamento dos serviços públicos. Sem contar que a Reforma Administrativa ameaça nossos empregos e pode deixar nossas famílias em situação de vulnerabilidade.

Não precisamos de Reforma Administrativa destrutiva! Precisamos de vacinação acelerada contra a Covid-19 e auxílio emergencial já.

Compartilhe nos seus grupos, organize-se com seus colegas e sindicato e vem pra live discutir a nossa organização!

Não à Reforma Administrativa!

#DIA24pelaVIDA

porFernanda de Freitas

GT LGBTI da FASUBRA Sindical é adiado

A Coordenação LGBTI da FASUBRA, por motivos de calendário, precisou adiar o Grupo de Trabalho (GT) LGBTI.

Será dia 19/04, das 9h às 12h e das 14h às 17h, pela plataforma Zoom Meeting.

Reforçamos o convite às companheiras e aos companheiros de base para participarem do encontro que discutirá, entre outros aspectos, a homofobia nas universidades federais brasileiras.