Categoria Destaque

porFernanda de Freitas

Consu aprova proposta orçamentária para 2020

Na terça-feira passada (10) o Consu da Unicamp (Conselho Universitário) aprovou a Proposta de Distribuição Orçamentária (PDO) para 2020. 

Na ocasião, o STU pontuou as demandas da carreira, que terá seu recurso no ano que vem reduzido, mas foi ignorado pela maioria dos conselheiros presentes. O argumento é que a situação da Universidade esta melhorando a cada ano, mas ainda não saímos da crise.

Essa ideia é muito questionável visto que os únicos que pagam as contas da tal “crise” são os funcionários técnico-administrativos que tiveram reajuste salarial abaixo da inflação, um projeto de progressão na carreira mal sucedido este ano e em 2020 contarão com redução de verba para a carreira. Lamentável a posição do reitor de prejudicar apenas um segmento da comunidade universitária.

Além da aprovação do orçamento, o Consu subscreveu várias moções. Confira abaixo a redação dos documentos.

porFernanda de Freitas

Venha celebrar o fim de 2019

Após um ano de muitas lutas travadas, de fortalecimento da nossa unidade, de perdas históricas, mas também de conquistas, o que mais desejamos é ter um momento de lazer com nossos colegas.

Pensando nisso, o STU fará um encontro para despedida desse ano cheio de desafios. Será quinta-feira (18), a partir das 12h, na sede nova do STU (ao lado da Adunicamp).

Teremos música, comida e a bebida será vendida a preço de custo.

Confirme sua presença ligando para a Secretaria do STU e venha se divertir!

porFernanda de Freitas

Confraternização Comunitária de Final de Ano dos Aposentados

O Departamento de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do STU está organizando uma Confraternização de Final de Ano dos Aposentados da Unicamp. Será dia 13/12 (sexta-feira), das 9 às 18h, na chácara localizada no Jardim do Sol (Rua Caminho). 

Para participar basta se inscrever na Secretaria do Sindicato e pagar a taxa de adesão antecipadamente. O investimento é de R$ 10 para sócios e R$15 para convidados e não sócios.

No dia da festa cada pessoa deverá levar seu kit churrasco (comida e bebida que for consumir).

Lembrando que o valor pago é obrigatório, pois será destinado ao aluguel do espaço.

Venha animado porque vai rolar muita música e diversão.

Esperamos você!  

porFernanda de Freitas

Assembleia adia Congresso

O XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp foi adiado para 2, 3 e 4 de abril de 2020.
A decisão foi aprovada por unanimidade na Assembleia Geral, realizada dia 18/11. O adiamento do Congresso é devido às demandas que dificultaram a realização das reuniões.
Com a definição da nova data, será reorganizado pela Comissão do Congresso um novo cronograma de reuniões nas unidades. Os delegados que já foram eleitos estão garantidos.

porFernanda de Freitas

Unicamp Afro

No mês da Consciência Negra, as entidades do campus junto à reitoria, organizam o Unicamp Afro, que visa valorizar a cultura afro-brasileira em diferentes perspectivas: histórica, social, política, educacional, filosófica, artística, normativa e acadêmica.

Confira a programação completa e prestigie os eventos: www.ggbs.gr.unicamp.br/unicampafro

porFernanda de Freitas

Ato no Consu contra progressão na carreira e as demissões Funcamp

Mesmo com grandes críticas e contrariando os anseios expressados pela categoria em assembleia geral, a reitoria decidiu manter o processo de progressão na carreira.

Então, nesta terça-feira (26), a partir das 9h, vamos fazer um grande ato em frente ao Consu para expressar nossa indignação com a carreira da reitoria e as demissões arbitrárias da Funcamp.

Em defesa de uma carreira justa e contra todas as demissões Funcamp, especialmente, do funcionário Sidney Silva, todxs ao Consu.

porFernanda de Freitas

Assembleia aponta ato pela suspensão da progressão da carreira

Nesta quarta-feira (13), nossa Assembleia Geral reafirmou seu posicionamento: “cobrar da reitoria a suspensão do processo de progressão na carreira e a aplicação imediata dos recursos disponíveis nos pisos salariais”. Isso mesmo, a assembleia rejeitou, mais uma vez, a carreira imposta pela reitoria.

Foi aprovada a organização de um ato em frente à reitoria, na ocasião da reunião do Consu, dia 26/11, como forma de pressionar os conselheiros a derrubarem a proposta da reitoria, atendendo os anseios da categoria de distribuição do recurso nos pisos.

Os trabalhadores autorizaram o STU a elaborar um documento com o levantamento das unidades que tiveram problemas em relação ao processo de progressão na carreira, bem como, somar forças com as congregações e CSA’s para barrar essa proposta equivocada da reitoria. Está previsto um abaixo-assinado que expresse a insatisfação geral da categoria.

A assembleia entendeu que o momento é de pressionar politicamente a reitoria para que ela volte atrás nesse processo excludente que causou mais caos do que benefícios aos trabalhadores.

Para isso, precisamos intensificar os debates e reflexões sobre a carreira que queremos de forma a forçar o aperfeiçoamento dessa estrutural atual cheia de falhas, imposta pela reitoria de forma intransigente e que não contempla as questões financeiras, muito menos valoriza grande parte dos trabalhadores.

porFernanda de Freitas

Edital de Convocação – Assembleia Geral

Segunda-feira (18), na sede nova do STU (ao lado da ADunicamp), acontece a Assembleia Geral que discutirá o XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp. A primeira chamada será à 12h, havendo quórum, ou em segunda chamada às 12h30, com qualquer número de trabalhadores. O congresso é a instância máxima de decisão e de organização da nossa categoria, é importante a sua presença.

Edital publicado no jornal Folha de S. Paulo em 08/11/19 – Caderno Cotidiano B5.
porFernanda de Freitas

Confraternização dos Aposentados

A Coordenação de Aposentados do STU está organizando uma Confraternização Comunitária de Final de Ano para os Aposentados e suas famílias.

Será dia 13/12 (sexta-feira), das 9 às 18h, na chácara localizada no Jardim do Sol (Rua Caminho).

Para participar cada sócio aposentado contribuirá com R$10 e um kit churrasco.

Os aposentados não sócios e convidados deverão contribuir com R$15 e um kit churrasco.

Essa contribuição financeira é indispensável, pois servirá para arcar com os custos da locação e uso do espaço e para a organização da festa.

porFernanda de Freitas

Assembleia Geral da Carreira

Nesta quarta-feira (13), às 12h, na Praça da Paz, tem Assembleia Geral para discutir a carreira.

Vamos traçar os próximos passos que devemos dar frente ao posicionamento da reitoria de não suspender o processo de progressão da carreira tão rechaçado pela categoria.

É fundamental a presença de tod@s!

porRafael Jorge

Discurso do STU em Assembleia Universitária

Veja o discurso realizado pela direção do STU na Assembleia Universitária no dia 15 de outubro.

Além de defesa da autonomia universitária, discurso aborda problemas enfrentados pela categoria dos técnicos administrativos e aponta erros das gestões e caminhos para a construção de uma universidade pública, gratuita, inclusiva e socialmente referenciada.

Em nome do STU queremos cumprimentar toda a comunidade presente e saudar essa Assembleia Universitária histórica, reafirmando o nosso compromisso com a universidade pública, gratuita, inclusiva e socialmente referenciada.

A autonomia das universidades paulistas é uma conquista que teve início em um processo de mobilização e greve que culminou com do decreto de 1989.

O STU tem orgulho de participar de todas as lutas que ao longo desses 30 anos de existência da autonomia nos fez mais fortes. Todos os ataques à autonomia foram respondidos à altura. Foi a mobilização das comunidades da USP, Unicamp e UNESP que fez aumentar os recursos orçamentários por duas vezes. Foi a mobilização que barrou os decretos do Serra que feriam de morte a autonomia. 

Quando os acordos não passaram pelo processo de mobilização o resultado é que as universidades tomaram um “passa-moleque” do governador, como aconteceu com Limeira. Até hoje não recebemos os 0,005 a mais na arrecadação.

O STU também se orgulha de ser a primeira entidade do campus a pautar a discussão das cotas raciais e apontar que a política de inclusão, além de ser um instrumento de justiça social, serviria também para fortalecer a universidade pública e a democracia.

Hoje estamos aqui mais uma vez para defender a AUTONOMIA.  Uma política ultra neoliberal e fundamentalista, vitoriosa nas últimas eleições, quer limitar a universidade na sua capacidade de pensar e produzir conhecimento. O desejo deles é amordaçar as universidades para que não sejam instrumentos de liberdade, compromisso social e defesa da soberania do nosso país. 

Esse é o papel que a CPI da ALESP cumpre quando ataca a autonomia da Unicamp, USP e UNESP.

Seguiremos resistindo! Essa assembleia cumpre o papel importante de juntar a comunidade da Unicamp para somar forças contra os ataques. Para sobreviver precisamos ser fortes e estar unidos enquanto comunidade. É preciso também contagiar a USP e UNESP com esse espírito.

Mas precisamos ir além de nós. A Unicamp, assim como a USP e UNESP, é força motora no nosso Estado na produção do conhecimento, da ciência e da tecnologia. São instituições que impulsionam o desenvolvimento intelectual, cultural e econômico da sociedade. Prestam serviços relevantes à sociedade, como no caso da área de saúde da Unicamp. Por isso nosso diálogo com a sociedade tem que ser ampliado.

O STU é uma entidade sindical que defende a universidade pública e os trabalhadores da Unicamp. Tem compromisso com a autonomia e entende que é no ambiente de diálogo e tensão que avançamos. Por isso a autonomia tem que ser fonte de ampliação da democracia.

Nossas lutas permitiram conquistas políticas e econômicas importantes ao longo desses trinta anos de autonomia. 

É necessário reafirmar que uma universidade de qualidade se faz respeitando e reconhecendo o valor de seus trabalhadores, sejam eles técnicos administrativos ou docentes;

Ao longo dos anos de autonomia temos combatido a política de precarização e terceirização do trabalho, reafirmando a defesa do concurso público. A Unicamp foi das instituições públicas a pioneira nos processos de terceirização.  

Temos convicção que esse processo dividiu e enfraqueceu os trabalhadores. Enfraqueceu também a Unicamp que ficou mais elitizada.

Nesse momento há a possibilidade de cerca de 300 trabalhadores da área de alimentação serem demitidos por causa do questionamento do Contrato de Gestão da Fundação com a Unicamp. É preciso lutar para garantir o respeito a esses trabalhadores e seus empregos – que é o instrumento de sustento de suas famílias.

Acabamos, também, de passar por um processo avaliatório com muitos descontentamentos, onde predominou um viés individualista e tecnocrata do processo de trabalho. O STU ao longo de sua história tem apontado que a construção coletiva do trabalho deve pautar os processos de avaliação e de construção da gestão, buscando fortalecer a instituição pública. As sucessivas reitorias apostam no controle de gestão como instrumento de poder e se recusam a colocar o conjunto dos trabalhadores como parte efetiva da construção da universidade. Por isso as nossas carreiras são tratadas como carreira da gestão e não da instituição.

Isso também vale para os espaços de participação na Universidade. Nossa representação é reduzida e não expressa o papel e a importância dos técnicos administrativos e dos estudantes. Lutamos e precisamos da Paridade para que o equilíbrio sirva para fortalecer a democracia e a autonomia, observando inclusive a presença e representação externa.

Temos muitas questões a levantar. São parte da nossa pauta – seguiremos lutando por elas. Mas não vemos nessas lutas e pautas nenhuma contradição com a defesa da Autonomia. A autonomia e a democracia devem caminhar com a defesa da Universidade pública. Ela – a autonomia – não deve ser fonte de privilégios e sim de compromisso social para caminharmos para uma sociedade mais justa.

porRafael Jorge

Nota de repúdio à demissão do trabalhador Sidney Alex da Silva

A direção do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp repudia demissão do trabalhador Sidney Alex da Silva. Funcionário contratado pela Funcamp, trabalha na creche e foi demitido por justa causa sob alegação de insubordinação e indisciplina no dia de hoje (18).  Alex foi protagonista de uma fala na Assembleia Universitária contra a demissão de 330 funcionários terceirizados que pode ocorrer nas próximas semanas. 

O STU interpreta essa demissão como perseguição política com o intuito de desmobilizar e coagir os trabalhadores que queiram participar da luta pela garantia dos seus direitos trabalhistas.

Pontuamos que um espaço democrático universitário não pode tolerar esse tipo de coação e intimidação aos trabalhadores representados na figura do companheiro Sidney e exigimos a sua reintegração.

Para além, repudiamos toda a forma de precarização do trabalho sacramentada no processo de terceirização e cobramos da gestão de Marcelo Knobel que se responsabilize pelo ato de assédio imposto ao trabalhador.

poradmin

Unicamp vota moção em Assembleia Histórica

O documento, dirigido à sociedade, criado coletivamente pela Reitoria, STU, Adunicamp, DCE e APG, fala sobre a defesa da ciência, da educação e da autonomia universitária. Leia na íntegra a Moção aprovada.

MOÇÃO DA UNICAMP À SOCIEDADE

15/10/2019

momento da votação

A comunidade acadêmica da Unicamp manifesta sua indignação diante dos reiterados ataques contra a educação e a ciência perpetrados no Brasil nos últimos meses, e conclama a sociedade a unir-se em defesa da universidade pública gratuita, laica, socialmente referenciada e de qualidade.

Neste momento preocupante da história nacional, caracterizado por uma crise econômica e política sem precedentes, é vital que as universidades públicas reafirmem seu valor e ressaltem a importância da autonomia para o cumprimento de sua missão.

Como se sabe, a missão primordial de universidades como a Unicamp, mantidas com recursos provenientes de impostos, consiste em formar pessoas altamente qualificadas, desenvolver pesquisas de impacto e colocar o conhecimento que produzem à disposição da sociedade por meio de atividades de extensão e assistência.

Ao mesmo tempo, espera-se das universidades públicas que acompanhem as transformações acadêmicas, científicas, tecnológicas, sociais e culturais do mundo contemporâneo, buscando formas de promover a diversidade e a inclusão social em suas comunidades, de ampliar a transparência de seus processos e de atender aos objetivos de desenvolvimento sustentável.

Nada disso é possível sem que se observe o princípio da autonomia, garantido às universidades públicas pelo artigo 207 da Constituição Federal de 1988. Atentar contra a autonomia significa impedi-las de fazer suas próprias escolhas, fundamentais para a criação e manutenção de um ambiente estimulante, desafiador, criativo, dinâmico e, sobretudo, de respeito às pessoas e à diversidade de opiniões.

Os obstáculos que têm sido impostos às universidades públicas – seja por meio de cortes orçamentários diretos, diminuição dos recursos direcionados às agências de fomento ou pressões de natureza econômica, ideológica ou social – colocam em risco a estrutura do sistema nacional de ciência, tecnologia, inovação e ensino, deixando o país sujeito ao retrocesso e ao obscurantismo.

Os argumentos nos quais se baseiam os ataques recentes, fortemente marcados pelo anti-intelectualismo e por um profundo desprezo pelo conhecimento científico, revelam uma visão equivocada da função da educação superior e da ciência. Os recursos de que as universidades públicas necessitam para realizar suas atividades-fim não podem jamais ser encarados como um custo para o Estado, mas sim como um investimento no futuro do país.

No Brasil, assim como em todos os países desenvolvidos, a pesquisa nas universidades é financiada majoritariamente pelo Estado, por meio de suas agências de fomento. Interromper o fluxo de recursos para essas instituições constitui um equívoco que impedirá o país de enfrentar e resolver os grandes desafios sociais e econômicos que se apresentam.

Da mesma forma, as críticas a áreas específicas, como as humanidades e as artes, demonstram uma ignorância absoluta do papel fundamental que a busca por conhecimento exerce no desenvolvimento do pensamento crítico e criativo, bem como na formulação de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento social, à redução das desigualdades e ao respeito à diversidade.

Diante de tudo isso, cabe à Unicamp unir-se às demais instituições que buscam reagir às investidas contra as universidades públicas e, por conseguinte, ao violento processo de desmonte dos sistemas nacionais de educação superior e de ciência, tecnologia e inovação.

A comunidade acadêmica da Unicamp reafirma, aqui, o seu compromisso com a defesa das liberdades de cátedra e de livre organização associativa e estudantil. É preciso, neste momento, zelar pelo patrimônio inestimável que as universidades públicas representam para o Brasil. Urge uma consistente mobilização para evitar que os frutos de tantos anos de investimento de toda a sociedade sejam colocados em risco por uma política que ignora tanto o passado, quanto o presente, e ainda ameaça o futuro do país. A isso, é preciso reagir!

poradmin

Divino Tserewahú (cineasta da etnia Xavante)

Divino Tserewahú: Nascido em 1974, Xavante da aldeia de Sangradouro (município de General Carneiro, MT), Divino seguiu o trabalho iniciado pelo irmão e começou a aprender sobre cinema em 1990, quando a comunidade Xavante de Sangradouro recebeu sua primeira câmera de filmagem (VHS). Então começam as produções e registros de, sobretudo, cerimoniais para o público da aldeia. Sua primeira atuação profissional na área foi como parte da equipe do Programa de Índio, série de TV realizada na Universidade Federal do Mato Grosso entre 1995 e 1996. Em 1997, Divino participou do primeiro encontro e oficina de formação de cineastas indígenas do Brasil, organizado pelo Vídeo nas Aldeias e realizado no Parque Indígena do Xingu. Já entre 2001 e 2002, por intermédio do Vídeo nas Aldeias, ele conseguiu uma vaga para estudar na Escola Internacional de Cinema de San António de Los Baños, em Cuba, onde se capacitou nas técnicas de edição, roteiro de documentário e ficção, animação, entre outras.

Diversos dos filmes de Divino Tserewahú receberam prêmios em festivais de cinema nacionais e internacionais. Estes trabalhos, junto a sua trajetória pioneira no âmbito da realização cinematográfica indígena, têm sido objeto de estudo acadêmico, dando origem a teses e dissertações realizadas em diferentes instituições brasileiras.

Seus principais filmes são: “Wapté Mnhõnõ, A Iniciação do Jovem Xavante”, premiado em vários festivais, “Waiá Rini, O Poder do Sonho” (2001), “Daritidzé, Aprendiz de Curador” (2003), “Sangradouro”2009, “PI’ÕNHITSI, Mulheres Xavante sem nome”.

Associação NINA e Coletivo Socializando Saberes e ADunicamp apresentam:

O Mestre e o Divino (2013)

Muitas surpresas são reveladas no premiado longa O Mestre e o Divino, que a ADunicamp, em seu Cine Debate, exibe nessa terça feira 15/10; às 19h, em sua sede que fica no campus da Unicamp.

O filme desvenda com muita beleza a relação de um encontro multiétinico entre dois seres ligados pela mesma paixão, mas de posturas contraditórias em relação a ela. Produzido por Vincent Carelli/Video nas Aldeias (produtor/produtora do ótimo Martírio/2016) o filme foi vencedor dos prêmios de melhor documentário, montagem e trilha sonora no Festival de Brasília 2013.

Divino Tserewahú, importante cineasta indígena da etnia xavante e personagem central do documentário, que veio à Campinas para interlocuções culturais, ao final da exibição, abrirá o debate e responderá a questões instigadas pelo filme e sobre sua rica produção cinematográfica, referência internacional em cinema etnográfico. Produção essa que estará a venda no dia em formato DVD.

A iniciativa é do Ponto de Cultura NINA que conta com o Coletivo Socializando Saberes, Adunicamp e STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp)

  • O Mestre e o Divino
  • Direção: Tiago Campos;
  • Documentário | Livre
  • 85 min | Brasil | 2013

Dois cineastas retratam a vida na aldeia e na missão de Sangradouro, Mato Grosso: Adalbert Heide, um excêntrico missionário alemão, que, logo após o contato com os índios, em 1957, começa a filmar com sua câmera Super-8, e Divino Tserewahu, jovem cineasta Xavante, que produz filmes para a televisão e festivais de cinema desde os anos 90. Entre cumplicidade, competição, ironia e emoção, eles dão vida a seus registros históricos, revelando bastidores bem peculiares da catequização indígena no Brasil.

  • O QUÊ: “O Mestre e o Divino”/2013 – documentário em Cine Debate;
  • QUANDO: Dia 15/10; às 19h;
  • ONDE: na ADunicamp – Associação de Docentes da Unicamp – Rua Dr. Érico Verissímo, 1479 – Cidade Universitária – Campinas
  • LIVRE!
porFernanda de Freitas

2019 – Resumos de Teses do XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp

Tendo em vista a atual conjuntura delicada de Saúde Pública instalada pelo Covid-19, a diretoria do STU decidiu, ontem (30/03), pela suspensão do XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp.

Com retomada da discussão em Assembleia Geral a ser convocada logo que as atividades retornarem à normalidade.

Pedimos desculpas pelos transtornos e contamos com a compreensão de todxs.

ADIADOO: O XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp acontece nos dias 2, 3 e 4 de abril de 2020, conforme deliberação da Assembleia Geral de 18/11/19.

FORMULÁRIO DE PRÉ-INSCRIÇÃO

ACESSE O FORMULÁRIO DE PRÉ-INSCRIÇÃO

DIVULGAÇÃO DAS TESES DE ACORDO COM O SORTEIO REALIZADO PELA COMISSÃO ORGANIZADORA DO CONGRESSO

Confira a íntegra do Caderno de Resumos de Teses do congresso. Ou clique no nome das teses abaixo para fazer o download do arquivo (formato pdf).

ARQUIVOS PDF DE CADA TESE

Seguindo o regimento interno do XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp apresentamos os resumos das teses entregues até o dia 11/09/19, no STU.

CRONOGRAMA DO XIV CONGRESSO

CALENDÁRIO ADIADO PARA 2, 3 E 4 DE ABRIL DE 2020, CONFORME DELIBERAÇÃO DA ASSEMBLEIA GERAL DE 18/11/19.

REGIMENTOS

 

Atualizado em 16/09/19 – 15h50 / 03/04/20 – 13h13

porFernanda de Freitas

Plenária Nacional da Fasubra

A Direção Nacional da FASUBRA, convoca as entidades de base para a realização da Plenária Nacional da FASUBRA que será realizada nos dias 14 e 15 de setembro, na UnB – auditório ADUNB, para debater os ataques do governo contra a educação e às entidades sindicais.

Pauta:

  • Informes: da Direção e da Base;
  • Ataque à Educação;
  • Conjuntura Nacional e Internacional;
  • Impactos dos cortes na educação;
  • Análise do Projeto Future-se;
  • Reforma da Previdência no Senado;
  • Cortes das consignatárias;
  • Calendário;
  • Outros assunto.

A diretoria do STU já está discutindo e em breve soltará informe sobre nossa participação no encontro.

porFernanda de Freitas

CALENDÁRIO – XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp

Ontem (29), nossa assembleia aprovou o calendário do XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp. Também foi aprovado o Regimento Interno do encontro e formada a comissão organizadora do congresso.

O representante para sair delegado tem que ser eleito na reunião de sua unidade ou Assembleia Geral. A novidade é que o candidato a delegado poderá, pelo e-mail da Secretaria do STU, se inscrever numa lista de pré-delegados. Mas a confirmação da sua candidatura só se dará após a participação e aprovação em reunião da sua unidade ou na Assembleia Final.

Em breve disponibilizaremos o regimento para consulta.

 

Formatação das teses

Os resumos das teses, adendos e contribuições podem ter no máximo 7 mil toques (contanto os espaços). Já as teses completas podem ter no máximo 35 mil toques (contando os espaços).
Todos os textos deverão ser diagramados em Word e entregues digitalmente para a Secretaria do STU ([email protected]).

Lembrando que os resumos deverão, obrigatoriamente, conter as alterações estatutárias e os textos entregues que forem maiores que o limite estabelecido serão truncados (diminuição de letra e/ou espaçamento) ou cortados.

 

29/08/2019

Assembleia para aprovação do calendário; regimento do congresso e escolha da comissão organizadora.

11/09/2019

Até 17h

Encerramento do prazo de entrega dos resumos das teses que deverá, obrigatoriamente, conter as alterações estatutárias.
17/09/2019 Início das assembleias setoriais para eleições de delegados nas unidades. Lembrando os aposentados terão sua assembleia específica.
18/10/2019

Até 17h

Encerramento da entrega das Teses diagramadas no STU.
30/10/2019

Até 17h

Encerramento do prazo de entrega dos adendos e contribuições.
A partir de 18/11/2019 Início da distribuição dos Cadernos de Teses para os grupos.
25/11/2019 ASSEMBLÉIA FINAL para eleição de delegados.
28/11/2019 ABERTURA DO CONGRESSO
porFernanda de Freitas

Especial do Fórum das Seis – 14/08/19

Baixe aqui o Especial do Fórum das Seis, de 14 de Agosto de 2019, que relembra os 30 anos da conquista da Autonomia da Unicamp, USP e Unesp.

 

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2019/08/Folder-Forum-das-Seis-Autonomia-Universitaria-Ago-2019.pdf” language=”pt_BR”]

porFernanda de Freitas

2ª Marcha em Defesa do SUS em Campinas

O STU convoca a categoria para a 2ª Marcha em Defesa do SUS nesta quarta-feira (21), às 16h, Largo do Rosário.