Autor Rafael Jorge

porRafael Jorge

Boletim STU 064/2018

Baixe aqui o Boletim do STU 064/2018, de 10 de Agosto de 2018

 

 

porRafael Jorge

Adunicamp emite nota de solidariedade à greve dos Trabalhadores da Unicamp

http://www.adunicamp.org.br/nota-de-solidariedade/

NOTA DE SOLIDARIEDADE

A Diretoria da ADunicamp – Associação de Docentes da Unicamp – vem a público manifestar sua solidariedade com os servidores técnico-administrativos que desde a tarde de ontem (dia 3 de julho) mantém-se na Reitoria de nossa Universidade à espera do Reitor para a realização de uma reunião de negociação sobre a pauta específica da data base 2018.

Também manifestamos nossa contrariedade ao corte do ponto de uma parcela dos técnico-administrativos, prevista para ser efetuada já na folha referente ao mês de junho. O corte de ponto é uma ação que intimida o movimento sindical e atua contra o direito constitucional de greve.

Solicitamos que – em um gesto ao diálogo – a Reitoria da Unicamp se apresente à mesa de negociações, aberta a construir uma proposta de consenso junto ao STU e à nossa comunidade, tanto no que diz respeito às garantias de ressarcimento ao corte do ponto, como sobre uma atualização do valor do auxílio alimentação que possa minorar as perdas dos últimos anos.

A Diretoria

porRafael Jorge

CSP-Conlutas e entidades sindicais assinam moção de repudio à truculência da Reitoria da Unicamp

Moção de  repúdio  à  truculência  da  Reitoria  da  Unicamp

Após  mais  de  40  dias  em  greve,  a  Reitoria  da  Unicamp  não  apresenta  uma  proposta  que  dialogue  com a  pauta  do  movimento.  Já  faz  dias  que o  STU  está  aguardando  na  sala  de  espera  do  prédio  da  Reitoria por  uma  reunião  proposta  pelo  Reitor  e  que  ainda  não  aconteceu.

Além  do  avanço  nas  negociações  a categoria  quer  a  retirada  do  corte  de  ponto  que  ataca  diretamente  o  sustento  das  famílias  de  400 funcionários.   Usando  de  retórica,  a  reitoria  diz  que  mantém  o  diálogo  aberto.  No  entanto,  não  apresenta  nenhuma proposta  concreta  diante  das  diversas  tentativas  dos  trabalhadores  técnico-administrativos.

Frente  a  este  cenário,  os  trabalhadores  decidiram  manter  um  grupo  na  Reitoria  para  aguardar  a negociação. Como  resposta  à  tentativa  de  acordo  por  parte  dos  trabalhadores,  a  Reitoria  ordenou  que  seus vigilantes  impedissem  o  acesso  dos  manifestantes  ao  prédio.

Com  isso,  um  dos  seguranças  de maneira  brutal  e  covarde,  agarrou  uma  idosa  de  62  anos  pelo  braço,  causando-lhe  ferimentos  e  a arremessou  com  força,  deixando-a  caída  no  chão.

Frente  a  este  fato, a  CSP-Conlutas  repudia  veementemente  tamanha  violência  e  exige  que  a  Reitoria da  Unicamp  abra  diálogo  com  os  trabalhadores  no  campo  do  respeito  e  compromisso  com  aqueles  que entregam  suas  vidas  à  Universidade.

 

Assinam:

  1. CSP-CONLUTAS – CENTRAL SINDICAL E POPULAR*
  2. SINDICATO DOS METALURGICOS  DE SÃO  JOSÉ DOS  CAMPOS  E  REGIÃO/SP
  3. SINDICATO DOS TRABALHADORES  MUNICIPAIS  DE  BAYEUX/PB
  4. SINDICATO DOS TRABALHADORES  EM  TRANSPORTE  RODOVIÁRIO  DO  CEARÁ
  5. SINDICATO DOS SERVIDORES  PÚBLICOS  MUNICIPAIS  DE  JUAZEIRO  DO NORTE/CE
  6. SINDICATO DOS TRABALHADORES  NA INDÚSTRIA  DE  CONFECÇÃO FEMININA  DE FORTALEZA/CE
  7. SINDICATO DOS ODONTOLOGISTAS DO ESTADO  DO  CEARÁ
  8. SINDICATO DOS SERVIDORES  DO PODER  JUDICIÁRIO FEDERAL  DO ESTADO  DE MATO  GROSSO
  9. SINDICATO DOS COMERCIÁRIOS  DE NOVA  IGUAÇU/RJ
  10. SINDICATO DOS TRAB. NO SERVIÇO  PÚBLICO  MUNICIPAL DE LIMOEIRO  DO  NORTE-CE
  11. SINDICATO DOS  SERVIDORES  PÚBLICOS  MUNICIPAIS  DE  JAGUARUANA-CE
  12. SINDICATO DOS SERVIDORES  DO PODER  JUDICIÁRIO FEDERAL  EM  ALAGOAS
  13. SINDICATO DOS TRAB NAS  EMPRESAS  DE  TRANSP. RODOV DE  PASSAG. INTERMUN.  EST. CE
  14. SINDICATO DOS TRABALHADORES  DO JUDICIÁRIO FEDERAL NO  ESTADO  DE SÃO PAULO
  15. SINDICATO DOS TRAB. NA EMPRESA DE CORREIOS  E TELÉGRAFOS  DO  VALE  DO PARAIBA/SP
  16. SINDICATO DOS TRABALHADORES  DO JUDICIÁRIO FEDERAL E  MPU  NO MARANHAO
  17. SINDICATO DOS TRAB. NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO  E  DO MOBILIARIO  DE  BELEM-PA
  18. SINDICATO DOS AGENTES  MUNICIPAIS  DE  TRÂNSITO  DA  REGIÃO  DO  CARIRI/CE
  19. SINDICATO MUNICIPAL DOS PROFISSIONAIS  DE ENSINO  DA REDE OFICIAL DO  RECIFE/PE
  20. SINDICATO DOS TRAB. DA UNIVERSIDADE  FEDERAL  RURAL/RJ
  21. SINDICATO DOS TRAB. DA  EMPRESA DE CORREIOS  E TELEGRAFOS  E  SIMIL.  DE PERNAMBUCO
  22. SINDICATO DOS TRAB. DA  EMPRESA DE CORREIOS  E TELEGRAFOS  E  SIMIL.  DA PARAÍBA 23.  SINDICATO DOS  MUNICIPÁRIOS  DE STA  BARBARA  DO SUL/RS
  23. SINDICATO DOS TRAB. DO  REFLORESTAMENTO,  CARVOAMENTO  E  BENEFIC. DE  MADEIRA/BA
  24. SINDICATO DOS  EMPREG. EM ESTABELECIMENTOS  BANCÁRIOS  DE BAURU  E  REGIÃO
  25. SINDICATO DOS TRAB. EM PROCESSAMENTO DE  DADOS  NO ESTADO  DO  RIO  GRANDE DO SUL
  26. SINDICATO DOS EMPREGADOS  NO COMERCIO  DE PASSO FUNDO/RS
  27. SINDICATO DOS TRABALHADORES  NAS  INDUSTIAS  METALÚRGICAS DE  NOVA  FRIBURGO/RJ
  28. SINDICATO DOS TRAB. NAS  IND. DE  CIMENTO,  CAL,  GESSO E CERÂMICA DO MUNIC.  DE ARACAJÚ/SE
  29. SINDICATO DOS TRABALHADORES  NAS  INDÚSTRIAS  URBANAS DO  ESTADO  DE  GOIÁS
  30. SINDICATO DOS TRAB. NOS  TRANSPORTES  COLETIVOS  DE GOIÂNIA  E  REGIÃO  METROPOLITANA/GO
  31. SINDICATO DOS EMPREGADOS  DA PREFEITURA  MUNICIPAL  DE PASSOS  DE MINAS/MG
  32. SINDICATO DOS SERVIDORES  PUBLICOS  MUNICIPAIS  DE  FORTALEZA DE MINAS/MG
  33. SINDICATO DOS SERVIDORES  DO QUADRO ESPECIAL DA  SARH  –  SINDCAIXA/RS
  34. SINDICATO DOS TRABALHADORES  NO  TRANSPORTE  ALTERNATIVO  –  GO
  35. SINDICATO DOS TRABALHADORES  EM  SERVIÇOS  DE SAÚDE DE FORMIGA/MG
  36. ASSOCIAÇÃO  DOS  DOCENTES  DA UNESP/SP
  37. SINDICATO DOS SERVIDORES  PÚBLICOS  MUNICIPAIS  DE  ESPLANADA/BA
  38. SINDICATO DOS SERVIDORES  PÚBLICOS  MUNICIPAIS  DE  ENTRE  RIOS/BA
  39. SINDICATO DOS PETROLEIROS  DE SERGIPE  E ALAGOAS
  40. FEDERAÇÃO SINDICAL E DEMOC.  DOS  TRAB. NAS  IND.  METALÚRGICAS  DE MINAS  GERAIS
  41. SINDICATO DOS CERAMISTAS  DE MONTE  CARMELO/MG
  42. SINDICATO DOS METALÚRGICOS  DE PIRAPORA/MG
  43. SINDICATO DOS METALÚRGICOS  DE ITAJUBÁ  E  REGIÃO/MG
  44. SINDICATO DOS METALÚRGICOS  DE OURO PRETO/MG
  45. SINDICATO DOS METALÚRGICOS  DE ITAÚNA/MG
  46. SINDICATO DOS METALÚRGICOS  DE DIVINÓPOLIS/MG
  47. SINDICATO DOS  METALÚRGICOS  DE TRÊS  MARIAS/MG
  48. SINDICATO DOS METALÚRGICOS  DE  GOVERNADOR  VALADARES/MG
  49. SINDICATO DOS METALÚRGICOS  DE VÁRZEA DA PALMA/MG
  50. SIND. PROF  ENFERM  E  EMPREG  EM HOSP,  C. DE  SAÚDE,  DUCH. E  MASSAG. DE  DIVINÓPOLIS/MG
  51. SINDICATO DOS EMPREGADOS  EM ESTABELECIMENTOS  DE SAÚDE DE BH  E  REGIÃO/MG
  52. SINDICATO DOS  EMPREGADOS  EM ESTABELECIMENTOS  DE SAÚDE DE ITAJUBÁ  E  REGIÃO/MG
  53. SINDICATO METABASE DOS INCONFIDENTES/MG
  54. SINDICATO DOS TRABALHADORES  EM  EDUCAÇÃO  DE DIVINÓPOLIS/MG
  55. SINDICATO DOS SERVIDORES  PÚBLICOS  DE MONTE CARMELO/MG
  56. SINDICATO DOS  SERVIDORES  PÚBLICOS  DE  BETIM/MG
  57. SINDICATO DOS TRAB EMPRESAS  DE ASSESSOR, PESQ, PERÍCIAS  E INFORM.  –  SINTAPPI-MG
  58. SINDICATO DOS TRAB;  EM EDUCAÇÃO  DA  REDE PÚBLICA  MUNICIPAL  DE  BELO  HORIZONTE/MG
  59. ANEL – ASSEMBLEIA  NACIONAL  DE ESTUDANTES  –  LIVRE
  60. ADMAP – ASSOCIAÇÃO DEMOCRÁTICA DOS  APOSENTADOS  E  PENS.  DO  VALE DO PARAÍBA/SP
porRafael Jorge

Central sindical CSP-Conlutas expressa solidariedade à luta dos trabalhadores da Unicamp

Nota de  solidariedade à luta dos trabalhadores da Unicamp

http://cspconlutas.org.br/2018/07/ha-mais-de-40-dias-em-greve-trabalhadores-da-unicamp-nao-sao-ouvidos-e-sofrem-repressao/

 

Após mais de 40 dias em greve, os trabalhadores e trabalhadoras da Unicamp seguem mobilizados mas ainda sem avançar nas negociações. A categoria que está há 4 anos sem receber o reajuste da inflação, avalia que há uma defasagem de, pelo menos, 12,6% de acordo com a inflação do último período.

Para as negociações, foi eleita uma comissão que se dirigiu à Reitoria no último dia 3/7. A Reitoria enviou um representante, que alegou que não tinha poderes para negociar, solicitando à comissão que aguardasse o Reitor. Desde esta data, a comissão se mantém aguardando o Reitor na sala da Reitoria. Na quarta (4), a Reitoria tentou enganar os trabalhadores, chamando-os para uma reunião em um local e dirigiu-se para outro.

Violência – Nesta quinta-feira (5), os trabalhadores da comissão tentaram ir para suas casas para higienizar, alimentar e ver seus familiares. Neste momento, um grupo faria a substituição na comissão, mas foram brutalmente agredidos pelos seguranças da universidade.

Uma senhora de 62 anos que estava no local relatou que “seguraram [seguranças] meu braço de maneira violenta, fiquei imobilizada e o braço ficou roxo! Depois ele me arremessou longe, eu caí no chão”, conta Ester Lopes Dias, que precisou, inclusive, fazer exame de corpo delito junto ao IML.

Frente a tamanha truculência, a assembleia geral dos trabalhadores realizada hoje (5), deliberou pela continuidade da greve e na defesa da companheira agredida, aprovando moção de repúdio à Reitoria e sua violência.

A luta dos trabalhadores – A categoria aponta as péssimas condições de trabalho e saúde em que se encontra devido aos cortes no funcionamento da Universidade e, especialmente, da área hospitalar do HC (Hospital de Clínicas) e CAISM (Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher) (CAISM).

É gritante o número de doenças físicas e psíquicas que ocorrem nesses espaços. “As enfermeiras sequer têm espaço apropriado para descansarem. Tem um setor, que é o único espaço para sentarem, após uma intensa jornada de trabalho, que é em cima do lixo”, explica Adriana Stella, da Coordenação Estadual da CSP-Conlutas, funcionária da Unicamp e diretora da Fasubra.

Mesmo com toda essa situação, a Reitoria da Unicamp se nega a atender a pauta de reivindicações alegando crise econômica. Para a trabalhadora, entretanto, o discurso da crise é contraditório. “A universidade alega que não tem dinheiro para nossos salários e oferece apenas 1,5%. Isto representa menos de R$ 50 para cerca de 3000 trabalhadores. No entanto, têm salários para cúpula universitária que ultrapassam R$ 50 mil e são os chamados ‘super salários’”, alega Adriana.

Outra situação de desconforto na comunidade acadêmica foi com relação às prioridades da Unicamp. “A Reitoria se moveu, indo à Assembleia Legislativa e ao Governo de Alckmin, na época, para negociar uma mudança na constituição estadual para aumentar os maiores salários, chamado o ‘teto do funcionalismo’, beneficiando cerca de 1300. Mas não fez a mesma movimentação para garantir o aumento do piso salarial dos mais 7000 funcionários e cerca de 2000 docentes. Nós temos cerca de 80% dos técnico-administrativo no piso”, completa Adriana.

A sindicalista avalia ainda que essa movimentação é desigual e que “com isso, um número pequeno terá possibilidade de receber cerca de R$ 8000 a mais por mês, podendo ter salários de R$ 30 mil, enquanto para a grande maioria, que recebe os menores salários, receberão menos de R$ 50”, explica.

O impasse foi ampliado quando a reitoria anunciou o corte de ponto. De acordo com informações da Reitoria, cerca de 400 trabalhadores sofreram cortes salariais em decorrência do movimento de greve. Frente à falta de diálogo, contra o corte de ponto e buscando negociação, os trabalhadores decidiram em assembleia pedir nova reunião de negociação.

A CSP-Conlutas expressa solidariedade aos trabalhadores da Unicamp que seguem em luta reivindicando direitos e enfrentando a falta de diálogo e violência por parte da Reitoria. Total apoio!

 

porRafael Jorge

Em nota, bancada do PT na Alesp anuncia obstrução de votação de Lei de Diretrizes Orcamentária (LDO) até que reitoria restabeleça negociação.

NOTA DA BANCADA DO PT-SP

A Bancada das deputadas e deputados estaduais do Partido dos Trabalhadores denuncia o autoritarismo do Reitor da Unicamp, prof.Dr. Marcelo Knobel que se nega a retomar o canal de negociação com os trabalhadores em greve há 50 dias.

O impasse e omissão do governo em atender as reivindicações da comissão de negociação levou os servidores da universidade ocuparem a Reitoria da Universidade como instrumento de pressão para a retomada da negociação.

Os deputados petistas repudiam a postura do reitor e declaram que parmanecerão em obstrução, quanto a votação do projeto da Lei de Diretrizes Orcamentária (LDO), que está em tramitação na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, até que o diálogo e negociação sejam retomados como voga a Democracia.

Beth Sahão
Líder da Bancada das deputadas e deputados estaduais do Partido dos Trabalhadores

https://www.facebook.com/PTalespOficial/photos/a.575047689198842.1073741841.230624126974535/1779469375423328/?type=3&theater

porRafael Jorge

Boletim STU 047/2018

Boletim do STU 047/2018, de 26 de Junho de 2018

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porRafael Jorge

Boletim STU 046/2018

Boletim do STU 046/2018, de 26 de Junho de 2018

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porRafael Jorge

Marcelo Knobel anuncia corte de ponto para tentar acabar com a greve

Marcelo Knobel anuncia corte de ponto para tentar acabar com a greve

  • Em nota, Reitoria tenta emplacar com números duvidosos discurso de que não há recursos para atender à pauta específica, mas “esquece” de falar quanto vai custar o aumento do teto.
  • Ameaça de corte de ponto tenta intimidar trabalhadores, e a orientação é que categoria permaneça mobilizada para derrotar estratégia desleal na mesa de negociação. Todos à Assembleia próxima segunda (25), 9h, na Praça da Paz!

O REItor Marcelo Knobel, que adora falar em democracia, mostra suas garras e anuncia corte de ponto para tentar acabar com a greve dos trabalhadores da Unicamp, que já se estende há mais de um mês por absoluta falta de vontade política da Reitoria de avançar na negociação da pauta de reivindicações. O corte de ponto é uma das mais desonestas estratégias de combate à livre organização dos trabalhadores, uma punição que afronta o direito constitucional de greve, e que será certamente questionada pelo STU e seu departamento jurídico na mesa de negociação.

A legitimidade da luta dos trabalhadores da Unicamp já foi reconhecida e garantida pela justiça nas diversas tentativas da Reitoria de constranger os trabalhadores em greve. Diante da adesão crescente dos servidores da Área da Saúde e da DEdIC, e também dos demais campi e institutos, a Reitoria tenta encuralar os trabalhadores que dependem de seus salários para sobreviver, tirando, além do nosso poder de compra, nosso direito de protestar contra as injustiças que acontecem na Unicamp! Estamos lutando não somente pela correção dos salários, há mais de 3 anos sem reposição da inflação, mas também por melhores condições de trabalho, pela abertura de concursos públicos para enfrentar a sobrecarga de trabalho e o enxugamento do quadro, e por mais investimentos na saúde e educação públicas!

Enquanto a Reitoria age de forma autoritária e começa a punir os trabalhadores em greve, esquece de apresentar à comunidade acadêmica e à sociedade qual será o impacto do aumento do teto salarial no orçamento. Queremos resposta à pergunta central neste momento: se tem dinheiro para o aumento dos supersalários, porque não tem dinheiro para quem está no piso? Chega de privilégios!

Todas as áreas do serviço público necessitam de bons profissionais, mas o único segmento considerado merecedor de reconhecimento pela dupla Marcelo e Teresa é o dos que ganham acima do teto. A eles já foi concedido um aumento de 3,5% em fevereiro, sem qualquer debate ou votação no Conselho Universitário. E enquanto a reitoria manobra para pagar salários de mais de R$ 70 mil a uma pequena casta de privilegiados, a maioria dos funcionários tem que se contentar – preferencialmente calada – com as migalhas que estão a nos oferecer.

Estudantes e trabalhadores não podem continuar pagando essa conta! A população que depende dos hospitais públicos e da educação pública não pode continuar invisível à sensibilidade daqueles que só têm olhos para os de cima, e seguem perpetuando, dentro das nossas universidades, a desigualdade que massacra a população brasileira.

Nossa categoria vem mostrando que tem força e legitimidade para manter essa luta! Não se deixe intimidar pelas ameaças da Reitoria – juntos, somos mais fortes e iremos derrubar todas as punições! Todos à Assembleia desta segunda (25), às 9 horas, na Praça da Paz, para darmos nosso recado: REItor a culpa é sua! A greve continua!

Para obter em PDF, clique aqui

porRafael Jorge

Boletim STU 043/2018

Baixe aqui o Boletim 043/2018, de 20 de Junho de 2018.

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porRafael Jorge

Boletim STU 038/2018

Baixe aqui o Boletim 038/2018, de 14 de Junho de 2018.

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porRafael Jorge

Boletim STU 031/2018

Baixe aqui o Boletim STU 031/2018, de 05 de junho de 2018.

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porRafael Jorge

Boletim STU 030/2018

Baixe aqui o Boletim STU 030/2018, de 04 de junho de 2018.

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porRafael Jorge

Boletim STU 026/2018

Baixe aqui o Boletim STU 026/2018, de 24 de maio de 2018.

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porRafael Jorge

Boletim STU – Especial PARALISAÇÃO

Baixe aqui o Boletim STU – Especial PARALISAÇÃO  do dia 17 de maio.

10 motivos para aderir!!!

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porRafael Jorge

Boletim STU 019/2018

Baixe aqui o Boletim 019/2018, de 08 de Maio de 2018.

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