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‘SOS USP’ mostrou disposição de luta contra o desmonte da universidade

Aconteceu ontem a manifestação ‘SOS USP em defesa da universidade pública’. O protesto reuniu servidores, docentes e estudantes contra as propostas de desvinculação dos hospitais universitários, demissões incentivadas, cobranças de mensalidades e outros ataques à educação pública e de qualidade. A manifestação contou ainda com uma apresentação do cantor e compositor Tom Zé.

 

Enquanto acontecia o ato, o Conselho Universitário (CO) da USP aprovou por 71 votos a 30, com quatro abstenções, o plano de demissões incentivadas apresentado pela reitoria Marco Antônio Zago. A proposta ameaça o emprego de cerca de 2.800 servidores e deve ter início em janeiro, segundo o Sintusp. O CO também aprovou uma proposta de reajuste de 5,2% – 2,6% a partir de outubro, pagos em novembro, sem retroatividade, e a outra metade em janeiro. A proposta será apresentada ao Cruesp. Os trabalhadores da USP realizam comando de greve após a reunião com o Cruesp, na quinta.

 

 

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Boletim 089/2014

Baixe aqui o Boletim 089/2014, de 03 de setembro de 2014.

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#GrevenoUPA recebe apoio de estudantes e professores do ensino médio

No último sábado, durante a UPA (Unicamp de Portas Abertas), trabalhadores em greve realizaram um ato e um rolezinho pelos espaços do campus de Barão Geraldo e discutiram os rumos da Universidade com os estudantes e professores presentes, ressaltando a luta pela democratização do acesso ao ensino superior e a defesa da universidade pública.

Os trabalhadores distribuíram uma carta aberta e expuseram faixas sobre a luta que vem sendo travada nas três universidades estaduais de São Paulo.

O ato recebeu diversas manifestações de apoio dos estudantes que almejam uma vaga no ensino superior público e entendem que o modelo atual da Universidade é excludente. Professores da rede estadual que acompanhavam os jovens e sofrem cotidianamente o desmonte da educação pública patrocinado pelo governo Alckmin também manifestaram apoio e solidariedade à luta da categoria.

Estranhamente, no portal da Unicamp, as faixas e demais adereços do ato desapareceram das fotos, embora não tenha sido possível à reitoria esconder dos visitantes a manifestação.

Mais fotos do ato estão disponíveis no Facebook do STU.

 

 

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Boletim 088/2014

Baixe aqui o Boletim 088/2014, de 02 de setembro de 2014.

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Ensino e assistência serão prejudicados

Desde 1989, ano em que USP conquistou a autonomia universitária, o Hospital Universitário da USP (HU) recebe 8% da verba destinada à Universidade de São Paulo, proveniente do governo do Estado, valor relativo que não foi modificado ao longo desses 25 anos. Mudanças expressivas ocorreram, como o aumento do interesse no hospital como cenário para o ensino, assistência e pesquisa no âmbito de um hospital secundário, acompanhando o crescimento da universidade.

O Hospital das Clínicas, que outrora fora o único hospital-escola da Faculdade de Medicina da USP, progressivamente foi cedendo lugar e dividindo com o HU a carga didática, ficando com a especialização médica, e o Hospital Universitário, com o ensino das áreas básicas da medicina. Atualmente, o HU é utilizado como plataforma de ensino para sete unidades da universidade ministrarem seus cursos de graduação, pós-graduação e aperfeiçoamento, além de receber alunos estrangeiros por meio dos programas de cooperação internacional.

Um diferencial do hospital é possibilitar o ensino baseado numa abordagem multidisciplinar integrando todas as áreas da saúde num mesmo ambiente, proporcionando a integralidade da assistência e do ensino da mesma nesses moldes.

O Hospital Universitário recebe anualmente 2.430 alunos entre graduandos e pós-graduandos que têm sua formação conduzida por profissionais de alta qualidade, dos quais mais de 50% possuem titulação acadêmica, que atuam como professores, além de praticar assistência e pesquisa, possibilitando aproximação entre a teoria e a prática. O HU é considerado um hospital de ensino de excelência, tendo recebido do Centro de Desenvolvimento de Ensino Médico 95% de ótimo e bom nas últimas cinco avaliações.

Cumprindo seu papel assistencial e social, o HU atende a população do subdistrito do Butantã, que tem 500 mil habitantes, e a comunidade USP, sendo o hospital de referência da região oeste da cidade de São Paulo, tendo realizado no ano passado 282 mil atendimentos de emergência, 12 mil consultas ambulatoriais por mês, 13 mil internações, 400 cirurgias por mês, 3.543 partos, 140 mil exames de imagem e 965 mil exames laboratoriais.

No momento atual, onde o orçamento de todas as unidades da USP está sendo reavaliado por orientação da reitoria, salientamos que já vinham sendo tomadas medidas internas no HU para redução de gastos, obtendo-se um decréscimo de 20% nos custos materiais ao longo dos últimos quatro anos.

É preciso lembrar que a política salarial dos funcionários do HU, assim como de todos os funcionários da USP, sempre foi determinada pela reitoria, não nos diferenciando em nada também nos planos de carreira adotados sob essa orientação. Somos unidade diferenciada no que se refere à jornada de trabalho, já que mantemos o funcionamento do hospital na assistência e no ensino.

A desvinculação do Hospital Universitário irá afetar o patrimônio da USP, o hospital perderá autonomia na diretriz de ensino e há o risco de esse não ser mais o seu foco, já que poderá ficar à mercê da política de saúde da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, que, atualmente, se depara com a falência do sistema público.

Será impossível manter excelência em ensino após troca de equipes a preços de funcionários SUS. Dessa forma, para que possamos abrir espaço para discutir profundamente o papel científico-acadêmico do HU, somos contrários à desvinculação e favoráveis à discussão que permita uma tomada de decisão sob o ponto de vista administrativo que mantenha o vínculo entre o HU e a USP.

JOSÉ PINHATA OTOCH, 57, é diretor do Departamento Médico do Hospital Universitário da USP

Fonte: Portal Folha de S. Paulo

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Construir uma grande mobilização para o ato quarta em frente ao Cruesp!

O comando de greve deliberou na reunião do dia 29 de agosto por fazer uma grande caravana para o ato do dia 3 (quarta-feira), em São Paulo. Neste dia ocorre a reunião de negociação entre o Fórum das Seis e o Conselho de Reitores, e a proposta do Fórum é aglutinar novamente centenas de trabalhadores e estudantes – dessa vez em frente à sede do Cruesp – para reafirmar à sociedade que as principais universidades do país estão paralisadas há mais de cem dias por conta da intransigência do governo do Estado e dos reitores, além de pressionar para que efetivamente as negociações avancem.

As unidades devem fazer listas para o ato e fortalecer a mobilização. E os servidores que quiserem podem se inscrever diretamente na sede do STU.

Tendo em vista que o Tribunal Regional do Trabalho já considerou ilegal o corte de salários na USP e advertiu a reitoria daquela Universidade que a reposição inflacionária deveria ser automática, a expectativa é que os reitores parem de enrolação. Reajuste já!

STU cobra posicionamento de Tadeu

Na quinta-feira (28), foi encaminhado ofício ao reitor José Tadeu Jorge cobrando que ele se manifeste favoravelmente ao reajuste salarial na reunião do Cruesp. Vale lembrar que em 27 de maio o Conselho Universitário da Unicamp (Consu) aprovou moção recomendando a Tadeu que intermediasse junto ao Cruesp uma solução para o impasse nas negociações, o que até o momento não foi acatado.

O sindicato também cobra o agendamento da reunião que Tadeu se comprometeu a realizar logo após a assembleia da categoria para debater as reivindicações específicas dos servidores da Unicamp.

Conselho Universitário da Unesp referenda propostas do Fórum das Seis

O Sintunesp informou na última sexta-feira que a reunião do Conselho Universitário da Unesp realizada no dia 28 de agosto aprovou o documento “Propostas do Fórum das Seis à Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento”, entregue à CFOP da Assembleia Legislativa em reunião no dia 8 deste mês.

A reitora da Unesp e presidente do Cruesp, professora Marilza Vieira Cunha Rudge, foi incumbida de defender o documento no âmbito do Cruesp.

O documento – cuja íntegra está disponível no site do STU – pede mais recursos às universidades estaduais paulistas para medidas imediatas e de médio e longo prazo, apresentando propostas concretas para por fim à crise do ensino superior paulista.

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SOS USP

A manifestação ‘SOS USP em defesa da Universidade Pública’ ocorre nesta terça-feira (2/9). Este será um ato em defesa da universidade pública paulista que está sob ataque, principalmente a USP onde os funcionários em greve há três meses ainda não receberam os salários cortados no início do mês passado. O STU enviará delegação para participar da atividade. Se você tem interesse em participar, entre em contato com a secretaria do sindicato.

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Boletim 087/2014

Baixe aqui o Boletim 087/2014, de 01 desetembro de 2014.

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Assembleia aprova continuidade da greve

Hoje às 10 horas, na CB-01, reunião do comando de greve organizará as atividades até o dia 3

No dia de ontem, em mais uma assembleia concorrida, os trabalhadores da Unicamp decidiram pela continuidade da greve. A categoria fez um balanço de todo o processo de mobilização desde maio e a maior parte dos presentes avaliou que agora não é o momento de suspender a greve, uma vez que está marcada reunião com o Cruesp para o dia 3 de setembro, quando o Fórum das Seis está convocando mais um ato unificado (ver matéria abaixo).

Os trabalhadores da Unicamp apostaram que é preciso intensificar a mobilização e a unidade com as entidades do Fórum das Seis após quase 100 dias de greve para derrotar a intransigência dos reitores, o ataque à universidade pública e garantir o reajuste referente à data-base.

O fato do Ministério Público do Trabalho e do Núcleo de Conciliação Coletiva do Tribunal Regional do Trabalho terem manifestado mais uma vez durante a audiência ocorrida no dia 27 que a reposição inflacionária deveria ser automática e que os trabalhadores não podem pagar a conta da falta de planejamento financeiro na USP, também deu mais segurança aos servidores da Unicamp em manter a greve. Como a reitoria da USP não apresentou nenhuma proposta na audiência do TRT e acenou com a hipótese de uma negociação efetiva na reunião com o Cruesp, a categoria entendeu que suspender a greve nesse momento poderia reduzir as possibilidades de conquista.

A luta continua, e é pelo reajuste e por uma educação pública de qualidade. E hoje todos os trabalhadores estão chamados a participar da reunião do comando de greve, às 10h na sala CB-01, para organizar as próximas atividades.

Ato unificado no dia 3 de setembro vai pressionar Cruesp por negociação efetiva

Agora é hora de preparar mais um grande ato durante a reunião do Fórum das Seis com o Cruesp, na próxima quarta-feira. A coordenação do Fórum deliberou concentrar esforços para repetir a mobilização que levou centenas de trabalhadores e estudantes ao Palácio dos Bandeirantes no dia 14 de agosto.

A Unicamp vai jogar peso nesse ato e os interessados em participar devem informar já à secretaria do STU nome e RG para garantir lugar nos ônibus. As unidades também devem organizar listas de interessados a serem centralizadas no sindicato.

No dia do ato, a concentração ocorrerá a partir das 13 horas no vão livre do Masp, de onde os trabalhadores sairão em caminhada até a sede do Cruesp.

 

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10 dos 42 metroviários demitidos são reintegrados

Após a importante vitória que significou a determinação do TRT de que a USP tem que pagar os dias parados, ontem foi dia de outra importante vitória para todos os que lutam. Dez funcionários demitidos de forma ilegal durante a greve dos metroviários foram reintegrados por decisão liminar da Justiça do Trabalho. Cabe recurso à decisão e o Metrô provavelmente vai tentar reverter a reintegração dos trabalhadores, mas a avaliação do juiz que concedeu a liminar evidenciou a ilegalidade praticada pela empresa.

O STU declara seu apoio à categoria dos metroviários. Essa vitória, embora parcial, é resultado de muita mobilização e da unidade de diversas categorias que se solidarizaram com os funcionários do Metrô de São Paulo. Agora, a luta continua pela readmissão dos outros 32 trabalhadores.

 

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Todo apoio à luta da Flaskô

Acontece nos dias 29, 30 e 31 de agosto o 5º Festival Flaskô Fábrica de Cultura. O evento comemora 11 anos de controle operário na fábrica de frascos e tonéis plásticos ocupada após decretação de falência por parte dos antigos donos, sem o pagamento de salários e benefícios atrasados à época. A produção foi mantida e a empresa continua funcionando desde então. O festival é um espaço de confraternização e reflexão. O STU apoia a luta dos trabalhadores da Flaskô.

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Sob pressão da greve, reitor cobra repasse devido à Unicamp desde 2006

O jornal ‘Folha de S.Paulo’ publicou no dia 27 reportagem informando que o reitor José Tadeu Jorge está cobrando o repasse do acordo para implantação do campus de Limeira. Firmado em 2005, o acordo assinado pelo então secretário de Ciência e Tecnologia do governo Alckmin – que também comandava São Paulo à época – assegurou a ampliação em 0,05% do repasse do ICMS para financiar a expansão.

Mas o governo nunca cumpriu o acordo, e pelos cálculos feitos pela ‘Folha’ deixou de repassar mais de R$ 317 milhões à Universidade. Esta é uma demanda que os trabalhadores e estudantes vêm cobrando desde 2006, quando deveria ter sido efetivado o aumento, e que está na pauta da greve este ano.

À época do acordo Tadeu exercia seu primeiro mandato como reitor. Durante anos as reitorias da Unicamp silenciaram frente o descumprimento do acordo, mas agora, com a força da greve, o assunto volta à tona. Esta é mais uma importante conquista da mobilização, que cobra também do governador Alckmin que pare de se esquivar da responsabilidade com a educação pública.

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Boletim 086/2014

Baixe aqui o Boletim 086/2014, de 29 de Agosto de 2014.

 

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Todos à assembleia de hoje!

Após importante vitória obtida ontem pelos trabalhadores da USP que seguem em greve – com a determinação judicial do pagamento dos dias parados – a assembleia de hoje ganha mais importância.

As conquistas que os trabalhadores da Unicamp obtiveram no último período são todas frutos da luta. Nada veio de graça.

A retomada do processo de isonomia salarial com a USP foi conquista da greve de 61 dias em 2011. E mesmo se comprometendo com essa pauta dos trabalhadores, a reitoria não implementou a segunda fase da isonomia, atrasada desde maio. Além disso, na última reunião, Tadeu informou que a continuidade do processo depende de “adequação orçamentária”.

A conquista da GRI, das 30 horas na Área de Saúde, mudanças no estágio probatório e avanços na discussão do funcionamento do Sistema de Educação Infantil também só foram possíveis com muita mobilização.

Se a categoria tivesse desde o início aceitado o reajuste zero, não haveria nenhuma possibilidade de conquistar agora o vale refeição, abono, reajuste salarial, nada! É a luta unificada que muda a vida, e não a subserviência e a divisão da categoria.

Trabalhador unido conquista, como mostra o exemplo da USP.

Categoria quer negociação efetiva!

Na reunião entre a reitoria e o STU no último dia 17, o reitor se comprometeu a marcar nova audiência logo após a assembleia geral. O STU protocola hoje ofício cobrando o agendamento urgente desta reunião e uma proposta efetiva para encerrar o impasse da greve.

Pauta da categoria

Abono (21% sobre os salários de ativos e aposentados, descontado o IR)

Uma referência para todos os servidores

Efetivação da segunda etapa do processo de isonomia (três referências para todos os pisos, conforme compromisso assumido pelo reitor em julho/2013)

Vale-refeição

Calendário de discussão do restante da pauta específica

Negociação da pauta da DEdIC e implementação da Lei do 1/3 já (Lei 11.738/2008).

Proposta da reitoria

Abono 21% (incluso os aposentados);

Uma referência nos pisos;

Definir o calendário de discussão da pauta específica em outubro.

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VITÓRIA: TRT manda USP pagar salários cortados “imediatamente”

A audiência entre os trabalhadores da USP e a reitoria daquela Universidade ocorrida ontem no Tribunal Regional do Trabalho resultou numa greve vitória. O Ministério Público entendeu que a suspensão dos salários é “arbitrária e flagrantemente ilegal”. E o TRT decidiu que não poderão ocorrer descontos nos salários pagos em 5 de setembro, “sob pena de violação da Lei de Greve, bem como os descontos salariais efetuados no dia 05/08/2014 deverão ser pagos imediatamente”. É bom lembrar que foi a USP quem acionou o judiciário pedindo a declaração de ilegalidade da greve, o que também foi negado pelo TRT.

A Universidade não apresentou proposta de reajuste, o que fez o Tribunal marcar nova audiência para 5/9. Vitória da luta, que segue na USP.

 TERMO REUNIAO USP

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Assembleia Legislativa volta a discutir situação das universidades paulistas

Ontem ocorreu a reunião da Comissão de Educação e Cultura da Alesp para discutir o orçamento da USP e o corte de salários, mesmo sem a presença do reitor Marco Antonio Zago, que não compareceu.

Foi discutida a desvinculação do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais – HRAC/USP, de Bauru e o absurdo de colocar hospitais que têm um importante papel na área de ensino e pesquisa como gasto a ser cortado da universidade.

Os presentes debateram o processo de precarização das universidades estaduais que está em curso, apontando os reitores e o governador Geraldo Alckmin como verdadeiros responsáveis pela crise.

Durante a reunião, o Fórum das Seis encaminhou propostas de defesa da educação pública, frisando que a luta é por salários, mas também em defesa das três universidades estaduais.

Trabalhadores da Unicamp estiveram presentes e o diretor do STU Marcílio Ventura chamou atenção para o descompromisso dos reitores, que não vão às reuniões com o Legislativo. Foi também cobrada uma solução para a crise, que não é de responsabilidade dos trabalhadores. O dirigente do STU também colocou a experiência quando da tentativa de autarquização do HC da Unicamp, como a luta dos trabalhadores conseguiu reverter aquele processo, e que agora a luta é junto com a USP.

Uma nova reunião da Comissão foi marcada para 10 de setembro, data sugerida por Zago. O reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge, também será chamado a estar presente neste dia.

A Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento da Alesp também aprovou convocar os reitores das três universidades paulitas a prestar esclarecimentos.

 

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Professoras negociam pauta da DEdIC

Foi realizada ontem, 27/08, a reunião para adequação da jornada de trabalho das professoras da DEdIC de acordo com a lei 11.738. Estavam presentes nessa reunião a comissão de professoras representantes da categoria, a coordenação da DGRH, a direção geral da DEdIC e o STU.

A reunião teve como encaminhamento a construção coletiva de uma proposta de jornada e escala de trabalho pelas participantes da reunião que, posteriormente, será debatida entre todas as professoras do sistema educativo. Essa proposta será discutida no começo da semana que vem.

Entendemos que, por conseguirmos avançar nessa discussão, tivemos uma conquista parcial e ressaltamos que a implementação da jornada das professoras será uma vitória da categoria.

Professoras da DEdIC

 

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STU apoia evento contra a homofobia

O STU apoia a iniciativa ‘Talk Show do Babadeiro’, organizada pelo Coletivo Babado na Unicamp. A atividade refletirá sobre os direitos dos LGBTs (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros) e o preconceito por orientação sexual. Em 2012, 310 homossexuais foram assassinados no Brasil, segundo a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

Hoje às 19 horas acontece o show de entrevistas e arte no auditório do IA. E amanhã, às 19 horas, um sarau no ateliê da moradia. Participe, informe-se.

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Boletim 085/2014

Baixe aqui o Boletim 085/2014, de 28 de Agosto de 2014.

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