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Boletim do STU 079/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 05 de agosto de 2016.

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Pressão de servidores adia votação do PLP 257/2016, mas não barra tramitação da PEC 241/2016

Nesta semana trabalhadores de diversas categorias realizaram mobilização na Câmara dos Deputados contra as votações do Projeto de Lei Complementar (PLP) 257/16 e da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241/2016. O PLP congela salários e a realização de concursos por dois anos, aumenta a contribuição previdenciária do funcionalismo e permite a privatização de estatais. Já a PEC limita por 20 anos todos os investimentos sociais, especialmente saúde e educação, para assegurar o pagamento de juros e serviços da dívida pública. Apesar de terem sido impedidos de assistir à votação do PLP no plenário, os servidores forçaram até mesmo deputados da base do governo golpista a se manifestarem contra a aprovação do texto, por saberem que seriam denunciados em suas cidades num ano em que muitos são candidatos. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM/RJ), adiou a votação para semana que vem. Já a maioria dos deputados da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) decidiu pela continuidade da tramitação da PEC. A Fasubra acompanhou toda a mobilização e chama a categoria a seguir em todo o país pressionando os deputados por e-mail, telefone e participando das caravanas ao Congresso Nacional. É fundamental barrar esses dois projetos para evitar o completo desmonte dos serviços públicos.

Confira os ataques aos servidores públicos:
•Fim de concursos públicos;
•Congelamento de salários;
•Desmonte do serviço público e a alteração em 38 itens da Lei de Responsabilidade Fiscal, em prejuízo dos entes federativos;
•Reforma da Previdência Social com a retirada de direitos;
•Demissão voluntária de servidores;
•Fim da regra de valorização do salário mínimo;
•Proibição de novas contratações (exceto substituição, geralmente feita de forma precarizada, via terceirização);
•Proibição de reajuste salarial durante 24 meses;
•Possibilidade de PDV (Programa de Demissão Voluntária) como forma de redução do quadro de servidores;
•Redução em 10% da despesa mensal dos cargos de livre provimento e nomeação;
•Inviabilização da execução do Plano Nacional de Educação.
Terceirização
•Precarização do trabalho e das relações de trabalho;
•Não serão respeitados direitos como 13º salário, 1/3 de férias, insalubridade, periculosidade, adicional noturno, além de salários inferiores aos dos servidores efetivos.

Com informações da Fasubra e da Câmara dos Deputados.

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Boletim do STU 078/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 03 de agosto de 2016.

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Boletim do STU 077/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 03 de agosto de 2016.

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Boletim do STU 076/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 02 de agosto de 2016.

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Boletim do STU 075/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 01 de agosto de 2016.

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Lições na aprovação das cotas raciais na pós-graduação da Unicamp

Não podemos nos isolar. Nossas conquistas sempre serão fruto da organização coletiva. A vitoriosa luta de negros e negras no Brasil só confirma isso

Doutorandas no programa de pós-graduação em Educação da Unicamp, Carolina Pinho e Katia Norões são também membros da Frente Pró-Cotas da universidade. Nesta semana, abro o espaço para que elas escrevam sobre a aprovação do programa de cotas étnico-racial e para pessoas com deficiências da Unicamp e a importância dessa medida como um modo de diminuir os abismos sociais. Segue o texto delas sobre esse fundamental avanço: 

Por Carolina Pinho e Katia Norões

No dia 26 de junho de 2016, a Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) aprovou o Programa de Cotas Étnico-raciais e para Pessoas com Deficiências, que será implementado já na seleção para 2017 para os cursos de mestrado e doutorado.

Na Unicamp, os primeiros a aprovarem cotasforam os do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, em 2014, sendo que a proposta foi elaborada por estudantes organizados em dois coletivos: Frente Pró-Cotas e Núcleo de Consciência Negra da Unicamp.

Consideramos esta uma vitória tanto para as políticas sociais quanto para as lutas de grupos sub-representados no Ensino Superior, para os quais tal política se faz fundamental para pleitearem acesso, formação e contribuírem para produção científica no país.

Vitória porque não podemos nos esquecer de que São Paulo, apesar de concentrar riquezas, expressa profundas desigualdades sociais, em que as violências têm cor, raça, classe, idade, gênero e origem social.

O estado é governado há mais de 20 anos por um partido, o PSDB, que foi contra aimplementação de ações afirmativas a nível nacional. Um reflexo disso é a inexistência de cotas etnico-raciais na graduação nas universidades estaduais paulistas (USP, Unicamp e Unesp).

Os considerados “centros de excelência” vão na direção oposta ao que ocorre nas universidades federais, que apresentam ótimos resultados a partir dos programas de ações afirmativas. Entre eles, a criação de grupos e núcleo de pesquisas sobre temáticas inexistentes ou pouco exploradas na produção científica brasileira, muitas vezes exploradas apenas por universidades estrangeiras.

As ações afirmativas no Ensino Superior vêm sendo implementadas desde a década de 1940 em vários países. Nos EUA, por exemplo, onde menos de 15% da população é composta por negros e negras, o que balizou a implementação das ações afirmativas foi o argumento de garantia dos fundamentos da democracia: como o mérito individual e a igualdade de oportunidades.

O pressuposto é se há grupos que têm oportunidades desiguais, eles devem ter tratamento desigual nas políticas públicas. Entretanto, no Brasil o debate sobre ações afirmativas ganhou outras interpretações.

O mito da democracia racial reforça a ideia de que somos todos iguais e que a implementação das ações afirmativas seriam desnecessárias. Além disso, a estrutura escravocrata ainda é base das relações sociais no nosso país: a subalternidade é quase como uma instituição a ser zelada por quem detêm privilégios. Isso não seria diferente nas universidades.

A discussão sobre a implementação das ações afirmativas nas universidades públicas revela os abismos sociais entre grupos, o racismo e o machismo que se traduzem em estratégias de conservadorismos nessas estruturas sociais.

Como isso ocorre?

Muitos professores simplesmente desconhecem a história, filosofia, tecnologias, saúde, alimentação e as reais necessidades dos povos que compõem essa sociedade.

Estes mesmos recusam as ações afirmativas em nome da defesa irrestrita da “qualidade acadêmica”, supostamente ameaçada por pessoas supostamente “incapazes”.

Ou seja, a implementação das ações afirmativas traz algo muito além da conquista de espaços e conhecimentos que sempre nos foram negados: traz também o dedo na ferida.

As tensões na universidade, que pareciam superadas, se revelam ainda mais fortes quando se propõem ações que podem modificar verdadeiramente a estrutura de um dos pilares do privilégio da elite brasileira: a universidade pública.

Mas, resistimos. As políticas afirmativas no Ensino Superior vêm sendo defendidas pelos movimentos sociais negros, com outras nomenclaturas e conceitos, desde o final do século XIX.

Na década de 1940, intelectuais negros como Guerreiro Ramos e Abdias do Nascimento estruturavam propostas como essas que temos a oportunidade de vivenciar em todo o país. O resultado, ainda que tardio, é vitorioso e contradiz todos os argumentos contrários, invalidados após 10 anos de implementação das políticas de ações afirmativas.

A lição que fica de mais uma vitória dos movimentos é: não podemos nos isolar. Nossas conquistas sempre serão fruto de nossa organização coletiva. A vitoriosa luta de negros e negras no Brasil só confirma isso.

A aprovação de cotas raciais em diversos programas de pós-graduação no Brasil devem ser pontos de apoio  para mudanças que transformem concretamente a realidade de negros, negras, povos indígenas, junto a demais grupos sub-representados e finalmente tenhamos acesso ao patrimônio material e imaterial que ajudamos a produzir neste país.

* Carolina Pinho é doutoranda no Programa de Pós Graduação em Educação da Unicamp. Katia Norões é doutoranda no mesmo programa e membro da Frente Pró-Cotas da Unicamp

 

Publicado em Carta Capital (http://www.cartacapital.com.br/sociedade/licoes-na-aprovacao-das-cotas-raciais-na-pos-graduacao)

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Boletim do STU 074/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 29 de julho de 2016.

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Boletim do STU 073/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 28 de julho de 2016.

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Boletim do STU 072/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 27 de julho de 2016.

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Boletim do Fórum das Seis 25/7/16

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis, de 25 de julho de 2016.

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Jornal ‘O Globo’ ataca o direito ao ensino público

O jornal ‘O Globo’ publicou editorial neste domingo (24) que causou escândalo. O texto defendia abertamente “aproveitar para acabar com o ensino superior gratuito”, taxado pelo jornal de “mecanismo de injustiça social”. Na verdade, as organizações Globo, que construíram seu império de comunicação sustentadas pelo Estado durante a ditadura militar, que financiou a expansão da empresa, ataca a universidade pública neste momento exatamente porque ela vem, lentamente e em níveis mais baixos do que o STU defende se tornando mais inclusiva.
De acordo com a Síntese de Indicadores Sociais divulgada pelo IBGE em dezembro do ano passado, em 2004 a proporção de estudantes com rendimento familiar mais alto que frequentavam o ensino superior público era de 54,5%. Em 2014 a participação desse segmento na universidade pública cai para 36,4%. Por outro lado, nas três faixas de rendimentos mais baixas, o percentual de estudantes do ensino superior público saltou de 18,6% para 38,3% mesmo período.
A Unicamp ocupou as páginas dos principais jornais do país quando verificou-se que 88,2% dos aprovados para o curso de Medicina no último vestibular são oriundos de escolas públicas.
Esta é a verdadeira causa da irritação das Organizações Globo. Mais estudantes pobres no ensino superior pressionam ainda mais o Estado brasileiro a cumprir o que determina o inciso V do artigo 208 da Constituição Federal, que estabelece que é dever do Estado assegurar “acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um”. A mídia que sustentou o golpe agora quer avançar sobre mais um direito da população. Não passarão! O STU estará na luta junto com todos os defensores da universidade pública contra mais esse ataque.

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Cipa realizará comemoração no Dia Nacional de Prevenção de Acidentes

Na próxima quarta-feira (27), às 14h, a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes da Unicamp (CIPA) comemora dois importantes acontecimentos.
O primeiro deles é a inauguração do novo espaço de funcionamento da Comissão, que trará grandes melhorias às condições de trabalho do setor e agora está localizado na Rua das Bandeiras, nº 45 – prédio da DGA (fundos), saída para a Praça da Paz.
O segundo trata do Dia Nacional de Prevenção de Acidentes no Brasil. A data é símbolo da luta dos trabalhadores por melhores condições de saúde e segurança no ambiente laboral.
A CIPA conta com a presença de todos nesta confraternização!

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Tadeu engessa “negociação”

Reitoria responde reivindicações da categoria com respostas burocráticas e não  aceita negociação dos ìtens da pauta econômica. Todos à assembleia de hoje às 10h, no CB!

Após muita insistência da categoria e intensificação da greve na Área de Saúde o reitor José Tadeu Jorge decidiu receber representantes do comando de greve e do sindicato. O primeiro problema avaliado pelo comando é que a reunião foi marcada ontem para ontem mesmo, sem possibilidade de divulgação mais ampla à categoria. E o acompanhamento pelos trabalhadores também ficou prejudicado pois só no começo da reunião foi comunicado que não haveria transmissão online, sob a “justificativa de problemas técnicos”. Essa foi mais uma quebra de compromisso com o STU.
A reitoria apresentou um documento “respondendo” às demandas da categoria de forma burocrática e sem nenhuma abertura para negociação efetiva dos itens da pauta.
Em relação às questões econômicas a intransigência foi total, mantendo o poscionamento de que seriam pontos impossíveis de serem sequer debatidos no momento “em razão do impacto orçamentário”. Mesmo reconhecendo que os 3% de reajuste são absolutamente insuficientes e enquanto segue atuando para que a Assembleia Legislativa aprove o aumento do teto salarial estadual para legalizar seus próprios vencimentos, o reitor não aponta soluções para a crise da Universidade e joga toda a conta sobre as costas dos trabalhadores.
A diretoria do STU manifestou descontentamento com a forma com que o reitor trata as questões da categoria, dificultando o avanço da negociação e mantendo o impasse frente ao movimento grevista.

STU pede nova reunião para discutir isonomia e carreira
Diante do resultado da reunião, ontem mesmo a direção do sindicato protocolou novo ofício junto à reitoria cobrando uma reunião específica para negociação da isonomia e da carreira, até o próximo dia 2 de agosto (terça-feira).
O momento é de intensificar a mobilização e garantir uma grande assembleia às 10 horas de hoje, no CB, para discutir os próximos passos da luta e o fortalecimento da greve.

Baixe a tabela com a Pauta de Revindicações e as “respostas” da reitoria, clicando aqui.

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Boletim do STU 071/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 26 de julho de 2016.

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Boletim do STU 070/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 25 de julho de 2016.

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25 a 31 de julho: Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha tem agenda em Campinas

Em Campinas, a Frente de Mulheres Negras de Campinas e Região saudará o Dia Internacional da Mulher Afro Latino-Americana e Caribenha promovendo de 25 a 31 de julho atividades para compartilhar percepções afrolatinas, negras e feministas sobre cultura, direitos e políticas públicas, militância e sexualidade. Confira a agenda ao lado.
A Frente de Mulheres Negras de Campinas e Região é composta por 20 coletivos de militância feminista, cultural, periférica e negra, que se mobilizam para promover ações permanentes sobre a temática da Mulher Negra.
O 25 de julho – A partir de 1992, em Santo Domingo, na República Dominicana, com a realização do 1º Encontro de Mulheres Afro-latino-americanas e Afro-caribenhas, foi criada a Rede de Mulheres Afro-latino-americanas e Afro-caribenhas e a definição do 25 de julho como Dia da Mulher Afro-latino-americana e Caribenha.
No Brasil, através da Lei nº 12.987/2014, foi instituído o 25 de julho como o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. Tereza de Benguela foi uma líder quilombola que viveu no século 18 e tornou-se a rainha do Quilombo do Quariterê. Sob sua liderança, a comunidade negra e indígena resistiu à escravidão por duas décadas, até 1770, quando o quilombo foi destruído pelas forças de Luiz Pinto de Souza Coutinho.

25 de julho (segunda-feira)
19h – Lançamento da Revista da “Frente de Mulheres Negras” e do Documentário “Sempre em Frente”.
Local: MIS Campinas (Rua Regente Feijó, 859 – Centro)
28 de Julho (quinta-feira)
19h – Roda de Conversa “Mulheres Negras e Direitos: a Justiça quando vira injustiça”.
Local: Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil (Rua Barão de Jaguara, 636 – Centro)
29 de Julho (sexta-feira)
19h – Roda de Conversa “Mulheres Negras e Sexualidade: diálogos entre gerações”.
Local: Estação Cultura (Praça Marechal Floriano Peixoto)
30 de Julho (sábado)
Das 10h às 20h – Mutirão de Grafiti feminino “Rolê das Aliadas”.
Local: Casa de Cultura Tainã (Rua Inhambu, 645 – Vila Padre Manoel da Nóbrega)
31 de Julho (domingo)
Das 14h às 20h – Sarau das Aliadas, com a entrega do Prêmio “Mulheres Negras 2016”.
Local: Casa de Cultura Tainã (Rua Inhambu, 645 – Vila Padre Manoel da Nóbrega)

Com informações da Fentre de Mulheres Negras de Campinas e da Fundação Cultural Palmares.

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Livro Por que gritamos GOLPE? será lançado em Campinas na próxima quarta (27)

Desde o último dia 7 de julho está à venda o livro Por que gritamos golpe? Para entender o impeachment e a crise política no Brasil, da editora Boitempo. A publicação reúne artigos de 30 autores de diferentes áreas da militância política, intelectuais e ativistas que buscam explicar ao país as razões que levaram ao processo que tenta depor uma presidenta democraticamente eleita sem que tenha sido comprovado crime de responsabilidade (única previsão constitucional para que seja deflagrado um processo legal de impeachment).
Na obra são analisados os interesses internacionais e de setores do capital baseados no Brasil – mas também fortemente associados aos ditames estrangeiros que têm como principal interesse avançar sobre direitos sociais e trabalhistas da classe trabalhadora brasileira em meio à crise aberta em 2008.
O livro foi lançado oficialmente num evento no dia 15, na quadra do Sindicato dos Bancários, na capital paulista, e pode ser adquirido por R$ 15,00 na versão impressa ou R$ 7,50 na versão eletrônica (e-book).
Em Campinas, o livro será lançado na próxima quarta-feira (27), às 19h, no Empório do Nono (Av. Albino J. B. Oliveira, 1.128 – Barão Geraldo).

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Frente Povo Sem Medo será lançada em Campinas na próxima quarta (27)

A Frente Povo Sem Medo, movimento que congrega entidades sindicais, movimentos sociais e culturais, será lançada em Campinas na próxima quarta-feira (27), às 19h no CIS Guanabara. O evento será marcado por um debate com participação de Guilherme Boulos, membro da coordenação nacional do MTST, e terá como principal objetivo a apresentação do manifesto da frente, a análise da conjuntura nacional e os preparativos para a Jornada Nacional pelo Fora Temer.

ENTIDADES E MOVIMENTOS QUE COMPÕE A FRENTE POVO SEM MEDO: Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Intersindical – Central da Classe Trabalhadora, União Nacional dos Estudantes (UNE), União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), Associação Nacional dos Pós Graduandos (ANPG), Federação Nacional dos Estudantes do Ensino Técino (Fenet), Uneafro, Círculo Palmarino, Unegro, Igreja Povo de Deus em Movimento (IPDM), União da Juventude Socialista (UJS), Rua – Juventude Anticapitalista, Coletivo Juntos, União da Juventude Rebelião (UJR), Juventude Socialismo e Liberdade (JSOL), Coletivo Construção, Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB), Mídia Ninja, Coletivo Cordel, União Brasileira de Mulheres (UBM), Bloco de Resistência Socialista, Rede Emancipa de Educação Popular.
A íntegra do manifesto da Frente Povo Sem Medo está disponível abaixo.

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Boletim do STU 069/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 22 de julho de 2016.

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