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Boletim do STU 102/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 1 de novembro de 2016.

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Vote nos candidatos ao Consu comprometidos com as pautas da categoria

Baixe aqui Boletim do STU – Especial Eleições do Consu, de 27 de outubro de 2016.

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Seminário Nacional de Segurança das IPES e EBTTs

A Fasubra confirmou a realização do 25º Seminário Nacional de Segurança das Instituições Públicas de Ensino Superior (IPES) e Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT), que acontece de 07 a 12 de novembro, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O anfitrião do evento será o Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Sintufrj) e a organização também será feita pela Fasubra Sindical, como todos os anos.
O evento contará com análise de conjuntura nacional, debates sobre o Reconhecimento de Saberes por Competência (RSC), Educação e Democracia Universitária, desenvolvimento e aprimoramento de carreira, todos temas que envolvem segurança pública e a violência nas instituições de ensino. As novidades ficam por conta das oficinas de “Defesa pessoal por meio do esporte”, “Gestão de conflitos”, “Qualidade de vida na segurança” e “Primeiros socorros”.
A diretoria do STU organizará a Plenária dos Trabalhadores da Vigilância da Unicamp no dia 04/11, das 14 às 15h30, no Auditório da Vigilância, para eleger os delegados que participarão do seminário.

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Aprovada PEC 241 em segundo turno na Câmara dos Deputados. Assembleia dia 8 organiza luta contra a PEC 241 e o ajuste

Aprovada PEC 241 em segundo turno na Câmara dos Deputados

Na noite da última terça-feira (25), a Câmara dos Deputados aprovou em segundo turno a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016, mais conhecida como PEC Fim do Mundo, pois estabelece o congelamento dos gastos públicos em 20 anos, afetando gravemente a Educação e a Saúde.
Foram 359 votos a favor, 116 contrários e duas abstenções. Um grande retrocesso para a sociedade, que neste momento luta firmemente contra o avanço de tal projeto.
A diretoria do STU acredita que a hora é de fortalecer a luta unitária de estudantes e trabalhadores para barrar a aprovação da PEC no Senado, reafirmando o posicionamento contrário aos golpistas que querem massacrar o povo brasileiro. É necessário barrar essa proposta, porque o que está em jogo é o futuro de todo o país e suas próximas gerações.

Escolas e universidades ocupadas em todo o país
Desde os anúncios da PEC 241, que congela o repasse de verbas para educação e saúde por 20 anos, e da Medida Provisória 746/2016, que promove a reforma do ensino médio, estudantes de todo o Brasil têm se mobilizado com o objetivo de barrar o avanço dessas propostas devastadoras para o povo.
Até o momento as ocupações das instituições de ensino vêm progredindo a cada dia. Na cidade de Campinas já são duas escolas ocupadas: E. E. Ruy Rodrigues, desde 24/10, e E. E. Professor Carlos Alberto Galhiego, desde 25/10.
Segundo dados da UBES (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas), até o momento já estão ocupados 1.022 escolas estaduais e institutos federais, 82 universidades, 3 Núcleos Regionais de Educação e 1 legislativo (a Câmara Municipal de Guarulhos).
Os trabalhadores técnico-administrativos de universidades federais também estão na luta contra a política de ajuste e em 26 campi já foi deflagrada greve desde a segunda-feira (24). Nas demais estão sendo realizadas assembleias para definir a forma de participação na luta.
Os estudantes, assim como os trabalhadores, querem um país de melhores oportunidades e que seja capaz de fornecer uma educação de qualidade e gratuita para todos.
A direção do sindicato acredita que é necessário fornecer o máximo de ajuda possível aos estudantes e fortalecer a mobilização, a começar pelo próximo dia 11 de novembro, construindo um grande dia nacional de greves e paralisações.

Assembleia dia 8 organiza luta contra a PEC 241 e o ajuste

A diretoria do STU convoca toda a categoria a reservar agenda para participar da assembleia geral que acontece na próxima terça-feira (8 de novembro) a partir do meio-dia, no CB. Além disso, orienta todas as unidades realizarem reuniões antes da assembleia para discutir o enfrentamento à proposta de emenda constitucional do fim do mundo (PEC 241/2016) e à proposta de Reforma da Previdência em formulação pelo governo golpista.
Com a aprovação da PEC em segundo turno nesta terça-feira, ficou evidente que o golpismo pretende fazer retroceder aceleradamente todas as conquistas sociais e é necessário construir um grande processo de mobilização antes da votação no Senado. Só a volta de milhares às ruas em todo o país pode impedir o congelamento dos gastos sociais, incluindo concursos públicos, salários e aposentadorias, pelos próximos 20 anos. A Fasubra e as centrais sindicais discutem um dia de paralisação nacional em 11 de novembro.
O momento é de intensificar a mobilização também na Unicamp, que na última assembleia já aprovou o estado de greve. E a assembleia discutirá a organização dessa paralisação entre os trabalhadores da Universidade.

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Boletim do STU 101/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 27 de outubro de 2016.

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Boletim do STU/100

Baixe aqui Boletim do STU, de 24 de outubro de 2016.

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24/10: Dia de luta contra a PEC 241! Nenhum direito a menos!

Entidades sindicais e movimentos sociais realizam na próxima segunda (24) manifestações em todo o país contra a proposta que congela gastos sociais por 20 anos e medidas do governo golpista que atacam direito à aposentadoria e entregam patrimônio público.

Em assembleia realizada na última quinta-feira (20) os trabalhadores da Unicamp aprovaram a participação no Dia Nacional de Luta contra a PEC 241/2016, que congela os investimentos sociais, em especial nas áreas de saúde e educação, por 20 anos.
A mobilização está sendo convocada por diversas entidades sindicais, estudantis e populares como forma de pressão contra a aprovação da medida que pode entrar na pauta da Câmara dos Deputados para votação em segundo turno no dia de hoje.
Na Unicamp as atividades terão início na próxima segunda-feira (24) logo cedo com a realização de manifestação e distribuição do Boletim do STU para conversar com os servidores sobre os impactos da PEC na vida dos trabalhadores e nos serviços públicos em geral.
A assembleia dos trabalhadores também aprovou a participação efetiva do STU nos movimentos e frentes que estão articulando a luta contra o ajuste fiscal do governo golpista de Michel Temer, particularmente no Fórum dos Servidores Públicos do Estado de São Paulo e nas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.

11 de novembro: Dia Nacional de Paralisação
A assembleia também aprovou a participação no dia 11 de novembro, que está sendo convocado como um dia nacional de greves e paralisações contra as propostas que tiram direitos da classe trabalhadora, entre elas, a PEC 241, a reforma da Previdência, com idade mínima de 65 anos para homens e mulheres e redução de benefício; mudanças na Lei trabalhista para permitir acordos de redução de salários, fatiamento do 13º e das férias, reforma da educação (MP do Ensino Médio), PL Escola Sem Partido e a aprovação da lei que altera o regime de partilha da PETROBRÁS, retirando a sua exclusividade como operadora única do Pré-sal (e a consequente perda de recursos da educação e da saúde). A diretoria do STU deverá convocar nova assembleia antes desta data e realizar atividades e debates sobre os impactos das medidas na vida dos trabalhadores.

Unicamp em Estado de Greve
Após rodada nacional de assembleias convocada pela Fasubra, 25 universidades federais entram em greve a partir de hoje e outras 18 realizam assembleia nesta semana para deliberar sobre a luta contra a PEC 241. Na Unicamp a assembleia dos técnico-administrativos aprovou o Estado de Greve para a construção da resistência às medidas de ajuste e reafirmou o compromisso com a construção da greve geral.
A diretoria do STU chama todos os servidores a participarem das atividades da mobilização e discussões a respeito das medidas que o governo tenta impor e ressalta que os impactos destas sobre a vida dos servidores serão desastrosas.

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Boletim do STU 099/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 20 de outubro de 2016.

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Boletim do STU 098/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 19 de outubro de 2016.

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PEC 241: 10 razões para você entender porque é um desastre

Professora de economia destaca motivos pelos quais todo brasileiro deve lutar contra a proposta defendida por Temer

Professora do Departamento de Economia da FEA-USP e doutora pela New School for Social Research (NYC) Laura Carvalho critica a PEC 241 (Proposta de Emenda à Constituição) desde quando surgiu como proposta do ex-ministro Nelson Barbosa.

À época, a proposta era menos nociva, não tinha validade de 20 anos, não alterava a Constituição e tinha como referência para o ajuste o crescimento do PIB. Na gestão do governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB), o que era ruim, ficou pior.

Laura lista 10 questões que a PEC não resolve, justamente aquelas que a proposta promete solucionar, e ressalta que a degradação dos sistemas de saúde e educação será inevitável caso seja aprovada.

1. A PEC serve para estabilizar a dívida pública?

Não. A crise fiscal brasileira é sobretudo uma crise de arrecadação. As despesas primárias, que estão sujeitas ao teto, cresceram menos no governo Dilma do que nos dois governos Lula e no segundo mandato de FHC. O problema é que as receitas também cresceram muito menos — 2,2% no primeiro mandato de Dilma, 6,5% no segundo mandato de FHC, já descontada a inflação. No ano passado, as despesas caíram mais de 2% em termos reais, mas a arrecadação caiu 6%. Esse ano, a previsão é que as despesas subam 2% e a arrecadação caia mais 4,8%.

A falta de receitas é explicada pela própria crise econômica e as desonerações fiscais sem contrapartida concedidas pelo governo e ampliadas pelo Congresso. Um teto que congele as despesas por 20 anos nega essa origem pois não garante receitas, e serve para afastar alternativas que estavam na mesa no ano passado, como o fim da isenção de 1995 sobre tributação de dividendos, o fim das desonerações e o combate à sonegação. A PEC garante apenas que a discussão seja somente sobre as despesas.

A PEC também desvia o foco do debate sobre a origem da nossa alta taxa de juros — que explica uma parte muito maior do crescimento da dívida, já que refere-se apenas às despesas primárias federais. Uma elevação da taxa de juros pelo Banco Central tem efeito direto sobre o pagamento de juros sobre os títulos indexados à própria taxa SELIC, por exemplo — uma jabuticaba brasileira.

A PEC é frouxa no curto prazo, pois reajusta o valor das despesas pela inflaçã o do ano anterior. Com a inflação em queda, pode haver crescimento real das despesas por alguns anos (não é o governo Temer que terá de fazer o ajuste). No longo prazo, quando a arrecadação e o PIB voltarem a crescer, a PEC passa a ser rígida demais e desnecessária para controlar a dívida.

2. A PEC é necessária no combate à inflação?

Também não. De acordo com o Banco Central, mais de 40% da inflação do ano passado foi causada pelo reajuste brusco dos preços administrados que estavam represados (combustíveis, energia elétrica…). Hoje, a inflação já está em queda e converge para a meta. Ainda mais com o desemprego aumentando e a indústria com cada vez mais capacidade ociosa, como apontam as atas do BC.

3. A PEC garante a retomada da confiança e do crescimento?

O que estamos vendo é que o corte de despesas de 2015 não gerou uma retomada. As empresas estão endividadas, têm capacidade ociosa crescente e não conseguem vender nem o que são capazes de produzir. Os indicadores de confiança da indústria, que aumentaram após o impeachment, não se converteram em melhora real. Os últimos dados de produção industrial apontam queda em mais de 20 setores. A massa de desempregados não contribui em nada para uma retomada do consumo. Que empresa irá investir nesse cenário?

Uma PEC que levará a uma estagnação ou queda dos investimentos públicos em infraestrutura física e social durante 20 anos em nada contribui para reverter esse quadro, podendo até agravá-lo.

4. A PEC garante maior eficiência na gestão do dinheiro público?

Para melhorar a eficiência é necessário vontade e capacidade. Não se define isso por uma lei que limite os gastos. A PEC apenas perpetua os conflitos atuais sobre um total de despesas já reduzido. Tais conflitos costumam ser vencidos pelos que têm maior poder econômico e político. Alguns setores podem conquistar reajustes acima da inflação, e outros pagarão o preço.

5. A PEC preserva gastos com saúde e educação?

Não, estas áreas tinham um mínimo de despesas dado como um percentual da arrecadação de impostos. Quando a arrecadação crescia, o mínimo crescia. Esse mínimo passa a ser reajustado apenas pela inflação do ano anterior. Claro que como o teto é para o total de despesas de cada Poder, o governo poderia potencialmente gastar acima do mínimo. No entanto, os benefícios previdenciários, por exemplo, continuarão crescendo acima da inflação por muitos anos, mesmo se aprovarem outra reforma da Previdência (mudanças demoram a ter impacto). Isso significa que o conjunto das outras despesas ficará cada vez mais comprimido.

O governo não terá espaço para gastar mais que o mínimo em saúde e educação (como faz hoje, aliás). Gastos congelados significam queda vertiginosa das despesas federais com educação por aluno e saúde por idoso, por exemplo, pois a população cresce.

Outras despesas importantes para o desenvolvimento, que sequer têm mínimo definido, podem cair em termos reais: cultura, ciência e tecnologia, assistência social, investimentos em infraestrutura, etc. Mesmo se o país crescer…

6. Essa regra obteve sucesso em outros países?

Nenhum país aplica uma regra assim, não por 20 anos. Alguns países têm regra para crescimento de despesas. Em geral, são estipuladas para alguns anos e a partir do crescimento do PIB, e combinadas a outros indicadores. Além disso, nenhum país tem uma regra para gastos em sua Constituição.

7. Essa regra aumenta a transparência?

Um Staff Note do FMI de 2012 mostra que países com regras fiscais muito rígidas tendem a sofrer com manobras fiscais de seus governantes. Gastos realizados por fora da regra pelo uso de contabilidade criativa podem acabar ocorrendo com mais frequência.

O país já tem instrumentos de fiscalização, controle e planejamento do orçamento, além de metas fiscais anuais. Não basta baixar uma lei sobre teto de despesas, é preciso que haja o desejo por parte dos governos de fortalecer esses mecanismos e o realismo/transparência da política fiscal.

8. A regra protege os mais pobres?

Não mesmo! Não só comprime despesas essenciais e diminui a provisão de serviços públicos, como inclui sanções em caso de descumprimento que seriam pagas por todos os assalariados. Se o governo gastar mais que o teto, fica impedido de elevar suas despesas obrigatórias além da inflação. Como boa parte das despesas obrigatórias é indexada ao salário mínimo, a regra atropelaria a lei de reajuste do salário mínimo impedindo sua valorização real — mesmo se a economia estiver crescendo.

O sistema político tende a privilegiar os que mais têm poder. Reajusta salários de magistrados no meio da recessão, mas corta programas sociais e investimentos. Se nem quando a economia crescer, há algum alívio nessa disputa (pois o bolo continua igual), é difícil imaginar que os mais vulneráveis fiquem com a fatia maior.

9. A PEC retira o orçamento da mão de políticos corruptos?

Não. Apesar de limitar o tamanho, são eles que vão definir as prioridades no orçamento. O Congresso pode continuar realizando emendas parlamentares clientelistas. No entanto, o Ministério da Fazenda e do Planejamento perdem a capacidade de determinar quando é possível ampliar investimentos e gastos como forma de combate à crise, por exemplo. Imagina se a PEC 241 valesse durante a crise de 2008 e 2009?

10. É a única alternativa?

Não. Há muitas outras, que passam pela elevação de impostos sobre os que hoje quase não pagam (os mais ricos têm mais de 60% de seus rendimentos isentos de tributação segundo dados da Receita Federal), o fim das desonerações fiscais que até hoje vigoram e a garantia de espaço para investimentos públicos em infraestrutura para dinamizar uma retomada do crescimento. Com o crescimento maior, a arrecadação volta a subir.

Escrito por: CUT Nacional • Publicado em: 13/10/2016 – Foto Marcelo Camargo

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Sem avanços na conciliação, STU vai instaurar processo de dissídio coletivo

O STU participou na manhã de ontem (11) de nova audiência de conciliação junto ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, em Campinas (foto).
A reitoria da Unicamp apresentou na reunião o estudo sobre a “real” situação da universidade e avaliando a demanda apresentada pelo sindicato, conforme determinado na reunião de mediação anterior, realizada em 20 de setembro. No referido estudo a reitoria alega não ter possibilidade econômica de atender a reivindicação da categoria.
Agora, mantida a não conciliação, o STU encaminhará a instauração do dissídio coletivo para reivindicar a reposição da inflação e a correção dos benefícios, conforme aprovado pela categoria nas assembleias de 11 de agosto e 6 de setembro, e informado nas audiências de conciliação.
É inaceitável que a reitoria siga falando em falta de condições econômicas para atender às reivindicações dos técnico-administrativos, enquanto mantém as duplas matículas.
A diretoria do STU seguirá lutando e tomando as medidas necessárias para que os trabalhadores  recuperem seu o poder de compra.

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Reitoria enrola no debate sobre pauta específica

A reunião de negociação com a reitoria ocorrida no último dia 7 trouxe poucos avanços para o atendimento da pauta de reivindicações específicas da categoria. Apesar do compromisso assumido pelo reitor no fim da última greve, mais uma vez a Universidade não trouxe nenhuma proposta concreta à mesa de debates.
Na última quinta-feira, em relação à participação do sindicato no Conselho da DEdIC, a reitoria manifestou-se contrária à posição do STU participar. Os trabalhadores contestaram a administração porque entendem que a participação do sindicato fortalece o Conselho.
Sobre a atualização do acordo coletivo da área de saúde no que diz respeito às condições de trabalho, jornada e postos de trabalho, a reitoria ficou de apresentar uma agenda de discussão com os gestores da área.
No ponto sobre o cumprimento do decreto 8.737/2016, que estende a licença paternidade de servidores para 20 dias, o posicionamento da Procuradoria Geral da Universidade é de que não seria possível estender o benefício em razão de não existir lei estadual. Os representantes da categoria contrargumentaram apontando que no Ministério Público Estadual esse direito vem sendo garantido aos servidores e a PG se comprometeu a verificar como se dá a questão no âmbito do MP. O tema voltará a ser cobrado em próxima reunião.
Também foi discutida a demanda de publicização dos vencimentos de todos os servidores nos moldes do que prevê a Lei de Acesso à Informação, com a divulgação de todos os itens que se referem à composição da receita dos contracheques
Sobre esse tema, embora já seja uma cobrança reiterada em diversas oportunidades, a PG apresentou parecer inconclusivo pedindo explicação sobre quais itens os trabalhadores querem ver publicizados. Os representantes do STU reafirmaram a posição da categoria e o assunto também terá que ser objeto de nova reunião após manifestação da Procuradoria.

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Torneio Zumbi dos Palmares

Novembro é o mês da Consciência Negra e o STU realizará várias atividades para marcar a data. Uma delas será o Torneio de Futebol Zumbi dos Palmares, campeonato com disputas entre equipes adulta e infanto-juvenil.
As inscrições para as equipes adultas (a partir de 18 anos) e infanto-juvenis (7 a 10 anos, 11 a 13 anos e 14 a 16 anos) encerram-se no dia 28 de outubro (sexta-feira).
Pode participar do torneio qualquer trabalhador que tenha vínculo com a Unicamp (funcionário técnico-administrativo, docente, Funcamp, terceirizado, patrulheiro ou estagiário).
Os jogos serão realizados entre os dias 29/10 a 19/11, sempre aos sábados, a partir das 8h, no campo do Euroamérica (que fica na Estrada da Rhodia).
A taxa de inscrição para sócio do STU é R$ 5,00 e não sócio é de R$ 10. A inscrição infanto-juvenil é gratuita.
A ficha de inscrição da competição estará disponível no site da entidade e deve ser entregue no STU (para o funcionário Carlos) ou para um dos diretores organizadores do evento: Fubá/GGBS (99170-3898) ou Beeroth/FEF.

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Eleição da CIPA será nos dias 19 e 20

Nos dias 19 e 20 de outubro ocorrerá em todos os campi (Campinas, Limeira e Piracicaba) da Unicamp a eleição para nova composição da CIPA.
A grande novidade é que além da votação manual, cédula depositada em urna, haverá também a votação eletrônica, de forma que o eleitor poderá votar pelo computador do seu local de trabalho a partir de uma senha emitida para esta finalidade. É fundamental que todos se envolvam neste processo porque a CIPA tem papel importante na defesa e prevenção da saúde do trabalhador.
A votação é obrigatória e cada servidor pode votar apenas em um concorrente (nome ou número) de qualquer unidade. Abaixo segue a lista de candidatos. Você pode baixar a lista clicando aqui.
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TRT julga greve legal e manda USP pagar dias parados

Da mesma forma que em 2014, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT2) julgou a greve dos técnico-administrativos da USP “legal e não abusiva” em 2016. A sentença determina que a Reitoria da USP devolva os salários que foram cortados ilegalmente no transcorrer da greve dese ano. Foram atingidos pelos cortes cerca de 460 funcionários. A íntegra do acórdão está disponível no site do STU.
Fonte: Fórum das Seis

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Boletim do STU 097/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 11 de outubro de 2016.

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Abaixo a PEC 241/2016

Baixe aquio manifesto contra a PEC 241/2016

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Boletim do STU 096/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 06 de outubro de 2016.

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Boletim dos Aposentados 03/2016

Baixe aqui Boletim dos Aposentados,  de outubro de 2016.

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Boletim do STU 095/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 29 de setembro de 2016.

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