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porStéphane Powaczuk

STU realiza live sexta, 21, para debater surto descontrolado de COVID-19 na Unicamp

Descaso ou negacionismo: Reitoria da Unicamp ignora necessidade de isolamento social diante da variante Ômicron.

Nesta sexta-feira, 21 de janeiro, o STU vai realizar uma live, às 12h30min com a Enfermeira Margarida Barbosa, também diretora do STU, e com a técnico-administrativa em educação, Giovanna Romaro, também eleita representante na CIPA da Unicamp para debater sobre o surto descontrolado de COVID-19 na Unicamp e a importância do isolamento social diante da variante Ômicron.
Anote na sua agenda e participe online conosco, aproveite para interagir através de perguntas nos comentários e lembre-se de compartilhar a live no seu facebook para que mais pessoas sejam alcançadas e fortaleçam a nossa luta pela vida dos trabalhadores e trabalhadoras.

O que? Live do STU sobre o surto descontrolado de COVID-19 na Unicamp

Quando? Dia 21/01/22

Onde? Pelo Facebook do STU: facebook.com/stu.unicamp

Que horas? Às 12h30min

porStéphane Powaczuk

STU reivindica retomada do trabalho remoto

Com surto descontrolado, nova onda atinge 100% da ocupação da UTI e HC e CECOM não dão conta de realizar todos atendimentos de Covid-19.

A diretoria do STU, na tarde de 12 de janeiro, debateu o aumento de casos de COVID-19 e a preocupação com a disseminação da variante Ômicron.

Devido ao grande número de funcionários(as) do Hospital de Clínicas afastados, e muitos trabalhadores estarem positivando com relação ao vírus, a Coordenação Geral do Sindicato decidiu enviar um oficio à reitoria da Unicamp para solicitar o retorno ao trabalho remoto para preservar a vida dos trabalhadores.

Neste ofício também foi solicitada uma reunião com a reitoria. É importante ressaltar que continuemos com os cuidados necessários usando máscaras e álcool em gel e evitando espaços com aglomerações.

Fique de olho em nossos canais de comunicação para saber de todas as ações do Sindicato.

Confira aqui o ofício enviado à reitoria.

porStéphane Powaczuk

Live: 20% de aumento já, é possível?

Na próxima sexta-feira, 17, o STU vai realizar uma live, às 14h com o Coordenador Geral José Luis Pio Romera para debater sobre o aumento salarial que o sindicato está lutando para janeiro/2022 quando os efeitos da LC 173 estarão encerrados, e referente à defasagem salarial da data-base de 2021.

Anote na agenda e participe online conosco, aproveite para interagir através de perguntas nos comentários e lembre-se de compartilhar a live no seu facebook para que mais pessoas sejam alcançadas e fortaleçam a nossa luta pela campanha salarial.

O que? Live do STU sobre Campanha Salarial

Quando? Dia 17/12/21

Onde? Pelo Facebook do STU

Que horas? Às 14h.

porFernanda de Freitas

Assembleia Geral discute Campanha Salarial 2018

O STU convoca todos os trabalhadores e trabalhadoras para participarem da Assembleia Geral a ser realizada nesta quarta-feira (7), às 12h, no Ciclo Básico. Vamos discutir a organização da Campanha Salarial 2018 e o em data de 04 de dezembro de 2017 – segunda-feira,

 

porFernanda de Freitas

Cursinho Popular do STU está com inscrições abertas

Por iniciativa do coletivo anarco-sindicalista de Trabalhadores da Unicamp/Catuá o STU está inaugurando o Cursinho Popular do STU. 

O cursinho é destinado aos servidores da Unicamp (celetistas, estatutários, Funcamp e terceirizados) e seus dependentes. 

As inscrições para o processo seletivo do cursinho estão abertas de 5 a 19 de março. Para isso basta preenche o formulário online em Cursinho Popular do STU ou fazer sua inscrição pessoalmente na sede do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp, das 8h30 às 17h (Rua Sérgio Buarque de Holanda, 800 – Ciclo Básico – Cidade Universitária “Zeferino Vaz”, Barão Geraldo, Campinas/SP).

Este cursinho integra um projeto histórico do STU de apoiar a formação dos funcionários da Unicamp e seus dependentes, aumentando suas chances de disputar uma vaga nas universidades públicas brasileiras.

Para mais informações curta a página do Cursinho Popular do STU no Facebook, clique aqui.

 

Educação Inclusão e Democracia

Universidade pública, gratuita e de qualidade é uma das principais conquistas da sociedade brasileira. Embora seja um bem pertencente à toda sociedade, o acesso a este conhecimento muitas vezes é restrito em função de condições históricas, econômicas, culturais e sociais. Tal acesso é um direito básico expresso na Constituição Federal e é uma das principais reivindicações dos movimentos sociais ligados à Educação – aqui são debatidos a questão da universalidade, do vestibular, das cotas e o uso do espaço público como promotor de uma cidadania emancipatória.

O acesso de negros, indígenas e pobres às universidades públicas sempre foi muito restrito, como demonstram as estatísticas de estudantes regularmente matriculados, perfil de evasão e assistência estudantil. Este quadro pode ser alterado a partir de ações efetivas do poder público e pode ser melhorado com iniciativas coletivas que ajudem a sistematizar o conhecimento necessário para que o aluno carente possa concorrer em condições menos desiguais. É dentro dessa perspectiva que surge o Cursinho Popular do STU, iniciativa do COLETIVO ANARCO-SINDICALISTA DE TRABALHADORES DA UNICAMP/CATUÁ, que tem como objetivo geral oferecer subsídios e instrumentos para uma cidadania mais plena e, como objetivo específico, a aprovação em vestibulares para o acesso ao Ensino Superior. Nosso público-alvo são os funcionários (Unicamp, Funcamp e Terceirizados) e seus filhos.

Sabemos que muitos problemas são oriundos da histórica desigualdade de acesso a serviços públicos e que esta, muitas vezes, se perpetua dentro da Universidade, nas formas de ingresso e em seus próprios órgãos representativos e deliberativos. O que buscamos – é importante reforçar – é ampliar a participação popular na construção do conhecimento voltado para o desenvolvimento de nossa sociedade. Queremos demonstrar que o investimento em educação pública traz ganhos diretos e inestimáveis para o país, elevando a qualidade de vida da população, melhorando os serviços prestados e alimentando a cadeia produtiva, científica e tecnológica. Cabe destacar ainda que tais projetos coletivos estão imbricados com a democratização do acesso em geral, a defesa dos direitos humanos e o fortalecimento da consciência cidadã, crítica, num contexto de rebaixamento, quando não de negação, da importância das instituições públicas para uma sociedade mais justa.

É por acreditarmos no serviço público e na educação democrática, universal e gratuita que desenvolvemos esse projeto: o Cursinho Popular do STU!

 

 

porFernanda de Freitas

Conselho da Mulher organiza o “Seminário Mulher e Saúde Mental

O Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Campinas convida para o “Seminário Mulher e Saúde Mental” nesta sexta-feira (9), a partir das 13h. 

A inscrição é gratuita e deve ser ser feira no link do evento, clique aqui para acessá-lo. 

poradmin

Sede do STU também foi atingida pelas fortes chuvas

Na tarde desta quarta-feira (2) uma forte chuva caiu sobre a região de Barão Geraldo e Unicamp. Segundo meteorologistas, a quantidade de chuva corresponde ao esperado para um mês.

Na Unicamp houve várias áreas inundadas com veículos e prédios sofrendo com a invasão de água, trazendo vários prejuízos.

A Unicamp não se pronunciou sobre a enchente até o momento e a Defesa Civil ficou de divulgar um balanço dos estragos até o final desta quinta (3).

O prédio do STU, localizado no Ciclo Básico da universidade, sofreu uma forte enchente que causou prejuízos e perdas materiais.

Por razão da inundação, o STU está com seu atendimento prejudicado até que se faça o processo de limpeza, higienização e reparos nos equipamentos. A previsão de normalização das atividades é nesta segunda-feira (7).

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poradmin

Boletim do STU 062/2015

Baixe aqui Boletim 62/2015, de 08 de outubro de 2015.

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3º Diálogo com o Jurídico terá informe sobre o acórdão do TJSP acerca da mudança de regime

Foi divulgado na última quinta (13) o acórdão que trata da decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo sobre o processo da mudança de regime.
Durante o 3º Diálogo do Jurídico do STU com a categoria, que acontecerá no auditório do HC, das 12 às 14 horas, neste dia 19 (quarta-feira), serão dados informes sobre o significado do conteúdo da decisão. E, conforme combinado na última reunião entre o sindicato e a Procuradoria da Unicamp (ocorrida no dia 12), em breve haverá nova reunião com a Procuradoria para discutir os trâmites dos recursos.

Também estarão na pauta do encontro os debates sobre questões trabalhistas e previdenciárias, assédio moral, desaposentação, ação da URV, correção do FGTS e outros assuntos.

Acesse aqui a íntegra do acórdão.

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STU se reúne outra vez hoje com MPT e reitoria para discutir o TAC contra o assédio moral

Dirigentes do STU se reúnem com o procurador do trabalho Eduardo Luís Amgarten e representantes da reitoria da Unicamp, hoje às 11h30 na sede do Ministério Público do Trabalho em Campinas, para discutir as mudanças no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) sobre o combate ao assédio moral na Universidade. Na última reunião, que aconteceu no dia 21, as negociações avançaram – com a Unicamp formalizando seus posicionamentos sobre a minuta elaborada pelo MPT e o sindicato apresentando diversas propostas que serão debatidas para possível incorporação no documento.

A expectativa da direção do STU é que na reunião de hoje sejam possíveis novos avanços no sentido de garantir o cumprimento efetivo do Acordo Coletivo assinado em 2007. Cabe lembrar que os trabalhadores tiveram papel fundamental nesta ação do TAC, uma vez que propuseram questões para aprimorar o Termo de Ajustamento de Conduta.

Propostas do STU e da categoria ao TAC:

– Unificação dos procedimentos demissionais para os trabalhadores contratados pela Funcamp, nos mesmos moldes do que é exigido para demitir um trabalhador contratado diretamente pela Unicamp (com garantia do direito de defesa, procedimento administrativo etc).

– Instituir a avaliação de chefias pelos subordinados, podendo o chefe ser obrigado a passar por cursos de aperfeiçoamento ou destituído do cargo se for mal avaliado.

– Afastamento temporário da chefia denunciada por assédio, tendo em vista que o servidor é afastado quando sofre procedimento disciplinar.

– Delimitação de prazo para apuração das denúncias.

– Pagamento de multa por parte do assediador ao assediado, como indenização por danos psíquicos.

– Responsabilizar a Universidade pelo encaminhamento e instauração do procedimento, caso a Universidade tenha conhecimento de práticas de assédio.

– Responsabilizar o assediador por improbidade administrativa.

 

 Vídeo – Assista ao vídeo da Audiência Pública sobre Assédio Moral realizada em 24 de junho de 2015, clique aqui.

 

 

 

 

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13ª Semana da Consciência Negra do STU/Unicamp

Têm início hoje as atividades da 13ª Semana da Consciência Negra, que já faz parte do tradicional calendário do STU. Neste ano as atividades se estenderão ao longo de todo o mês de novembro. E a grande homenageada será Dona Maria de Lourdes do Amaral.

ATENÇÃO: O local do debate desta terça-feira (11) – Debate Maria, Marias (A MulherNegra na Sociedade Atual) – das 11 às 13 horas – foi alterado. A atividade acontecerá na sala da Congregação da Faculdade de Educação.

Confira aqui a programação geral.

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Boletim 052/2014

Baixe aqui o Boletim 052/2014, de 14 de Julho de 2014.

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Unicamp ameaça trabalhadores e impõe multa de R$ 500 mil ao STU

Universidade aciona Judiciário contra a greve sob argumento inverídico de que teria havido fechamento de setores no HC, mas os trabalhadores da saúde seguem firmes na luta e ambulatórios reduzem o efetivo no atendimento em 20% a partir de hoje.

A reitoria da Unicamp deu, no apagar das luzes da semana passada, mais uma demonstração de intransigência e desrespeito ao direito de greve. Depois do Cruesp arrastar o reajuste zero desde o início da paralisação, que na Unicamp teve início em 23 de maio, os trabalhadores da Área da Saúde, cientes de sua responsabilidade, vinham buscando formas de garantir o direito constitucional de greve nos termos da lei, tudo discutido previamente com a direção do Hospital de Clínicas.

A adesão dos trabalhadores da saúde ao movimento começou com a paralisação de duas horas diárias entre 3 e 6 de junho.

Entre os dias 4 e 16 do mês passado, diante da impossibilidade de atendimento em função de problemas na esterilização dos instrumentos cirúrgicos, a Universidade suspendeu cerca de 800 cirurgias. Esse fato não teve nenhuma relação com a greve, mas foi derivado das péssimas condições de funcionamento do hospital e da quebra da máquina de autoclave, conforme denunciado no Boletim do STU.

Em 27 de junho, novamente em reunião dos locais de trabalho, os servidores da saúde decidiram paralisar parcialmente as atividades, estabelecendo um rodízio entre os participantes do movimento, para garantir o atendimento à lei de greve e o direito de reivindicação. Em negociação com os gestores do HC, ficou estabelecido que haveria uma escala prévia diária de suspensão do atendimento em três das 23 salas de cirurgias, de forma a garantir a participação mínima dos trabalhadores na greve. Naquele momento, a postura dos gestores foi no sentido de rodiziar as suspensões por especialidade, com comunicação antecipada, visando não causar suspensão inadvertida de procedimentos.

No dia 8 de julho novamente a administração suspendeu o atendimento em função do jogo do Brasil, e não por causa da greve.

No dia 10, os gestores solicitaram ao comando de greve e à diretoria do STU que reavaliassem o movimento, manifestando preocupação em manter o acordo estabelecido verbalmente.

No entanto, na última sexta-feira (11), o recém empossado superintendente do HC, João Batista de Miranda, questionou a presença de diretores do sindicato no corredor do Centro Cirúrgico e, mesmo informado de que haveria uma reunião sugerida pelos gestores daquela unidade hospitalar para discutir a forma de continuidade da greve, unilateralmente a administração declarou que não aceitaria paralisação na assistência, que não haveria mais nenhum acordo e que dirigentes do sindicato estariam proibidos de entrar no local – ferindo o princípio legal da livre organização sindical nos locais de trabalho, ainda mais num espaço público.

Para piorar a situação, o STU foi notificado na própria sexta-feira que um dia antes a Universidade obteve decisão judicial liminar multando o sindicato em R$ 500 mil mediante informações inverídicas de que teria havido “fechamento” de áreas do hospital.

A diretoria do STU ressalta que nunca houve qualquer obstrução à circulação de pessoas ou de espaços físicos no Centro Cirúrgico, nem impedimento de qualquer procedimento nas dependências do Centro Cirúrgico Geral e Ambulatorial do HC – a não ser por parte da Universidade, que colocou seguranças na entrada do CC para bloquear o acesso de dirigentes do sindicato.

A greve na saúde continua!

A decisão de organizar a greve foi definida pelos trabalhadores, de acordo com a lei, no contexto da greve das universidades, que permanece diante do impasse na negociação com o Cruesp.

A luta na Saúde continua, com adesão ativa dos servidores nos períodos da manhã e da tarde. E está mantida a decisão da categoria de reduzir em 20% o número de funcionários no atendimento ambulatorial a partir de hoje.

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Greve segue forte na Unicamp, USP e Unesp

A greve segue forte nas três universidades estaduais paulistas após o Cruesp manter a intransigente proposta de reajuste zero. Em nota conjunta publicada neste dia 10, Adunesp e Sintunesp reafirmam a continuação da greve naquela Universidade. Após reunião com a reitora da Unesp e presidenta da Cruesp, Marilza Vieira Cunha Rudge, os trabalhadores apontaram que o discurso de resolver as pautas específicas antes da pauta unificada do Fórum das Seis é mais uma tentativa de enfraquecer o movimento.

Na USP também foi deliberado que nenhuma pauta especifica será discutida antes da negociação salarial e a pauta unificada. Em nota divulgada pelo Sintusp também no dia de ontem, chamou-se a atenção para o fato de que os reitores querem vencer a greve pelo cansaço. Porém, a categoria segue unida, sem medo de manter a greve até que as reivindicações sejam atendidas. A Adusp manteve a paralisação em assembleia realizada no dia 8 e agendou uma série de atividades de mobilização até a próxima reunião arrancada pelo Fórum das Seis com o Cruesp, marcada para o dia 16, após as categorias repudiarem a manutenção do reajuste zero e decidirem em todas as três universidades estaduais paulistas seguir na luta unificada por respeito e pela recomposição salarial.

Em assembleia lotada no dia 7, os docentes da Unicamp também decidiram prosseguir com o movimento. Em relação ao comunicado do reitor José Tadeu Jorge, a Adunicamp informa que a categoria deliberou que a negociação da pauta específica será aceita desde que a reitoria reconheça formalmente que houve perdas salariais e que elas serão repostas, entre outras condições – como a adequação do calendário letivo após o término da greve.

O Fórum das Seis deliberou que as entidades devem negociar as pautas específicas somente após discussão da Pauta Unificada. No dia dia 16/7 (quarta-feira), antes da reunião com o Cruesp, agendada para as 15 horas, o Fórum volta a se reunir.

Negociação salarial já!

poradmin

Hoje tem luta unificada em São Paulo

Os trabalhadores e trabalhadoras das universidades estaduais paulistas – Unicamp, USP e Unesp – estão construindo uma importante greve contra o descaso das reitorias, que além de apresentarem 0% de reajuste, não têm o mínimo de respeito com a categoria. Os trabalhadores querem negociação, mas os reitores não têm dado espaço para que isso aconteça. Ao invés disso, preferem proferir informações de que as universidades estão em crise financeira, o que bem sabemos não é verdade. A Unicamp tem uma reserva orçamentária de mais de R$ 1,3 bilhão. Além disso, conforme levantamento recente do Fórum das Seis, o governo estadual deixou de repassar cerca de R$ 2 bilhões para as universidades paulistas, que o CRUESP se recusa a cobrar. A desculpa de crise não se sustenta. Enquanto isso, os salários vão sendo congelados e o trabalho dos servidores que dedicam a maior parte de suas vidas à construção de uma universidade pública de qualidade vai sendo desvalorizado.
Já que o Cruesp mantém a intransigência, os trabalhadores mantêm a greve!
Hoje, mais uma atividade ocorre em São Paulo. O Fórum das Seis está organizando uma aula pública na Praça da Sé, às 12h. O tema da aula é “Direito à educação e à saúde”, onde discutiremos o financiamento das universidades, estrutura tributária, financiamento para a educação, saúde e outros direitos sociais. É importante que a categoria compareça e continue na luta unificada contra o descaso do Cruesp.
A greve continua até que as negociações se efetivem!

ATENÇÃO PARA OS HORÁRIOS
9h – Concentração em frente à reitoria.
10h – Saída para São Paulo
no F1.
12h – Aula Pública na Praça da Sé, em São Paulo.

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Assembleia da Adunicamp aprova continuidade da greve

Ocorreu nesta segunda-feira (16) a assembleia de docentes da Unicamp, no auditório da Adunicamp. Entre as deliberações os professores decidiram dar continuidade à greve e realizar assembleias permanentes, além de continuar cobrando o reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge, a um diálogo em relação a campanha salarial. Foi aprovada também a participação em Ato Público, a ser organizado pelo Fórum das Seis, na Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP), no dia 24/06, para pressionar a aprovação de mais verbas para a educação. Ficou indicada também a sugestão de um ato em frente à reitoria da USP no dia 26/06.
Os docentes também aprovaram a realização de aulas públicas e debates com o objetivo de dialogar com a população de Campinas.
Na USP, também foi realizada uma assembleia na segunda-feira, que deliberou pela continuidade da greve, pela construção do ato público na ALESP, no dia 24/06 e por um ato em frente à reitoria da USP, cobrando a negociação.

poradmin

Boletim 039/2014

Baixe aqui o Boletim 039/2014, de 18 de Junho de 2014.

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porFernanda de Freitas

Unicamp fica em 15º entre as 50 instituições com menos de 50 anos

Texto: Fernanda de Freitas

Mais uma vez a Unicamp se destaca pelo seu alto nível de produção acadêmica e de reputação internacional ao figurar, recentemente, no ranking “Top 50 Under 50” como a única universidade brasileira a aparecer no ranking das 50 melhores instituições de ensino superior fundadas há menos de 50 anos.

Ocupando a 15ª posição da pesquisa apontada pela consultoria educacional britânica Quacquarelli Symonds (QS), a escolha prova que essa menção é fruto do comprometimento e qualidade dos serviços oferecidos pela universidade, através do seu quadro de funcionários.

A ótima reputação internacional que a Unicamp vem construindo é galgada em cima do trabalho árduo e comprometido dos seus profissionais que continuam sendo vítimas das condições de trabalho precárias, assédio moral, falta de democratização da estrutura universitária, pressão no trabalho, insatisfação com a progressão na Carreira, entre outros problemas.

Infelizmente, o reconhecimento da qualidade universitária não caminha junto à questão da melhoria das instalações e valorização do servidor público. Temos uma longa luta a percorrer para que os trabalhadores, que constroem a universidade de fato, sejam reconhecidos e respeitados pelo seu alto nível de profissionalismo e dedicação, já que sem eles a Unicamp não alcançaria tais indicações. A melhoria nas relações de trabalho e na estrutura da instituição devem ser encaradas como investimento na qualidade do serviço prestado.

Confira abaixo a íntegra da matéria “Unicamp fica entre as 15 do mundo com menos de 50 anos” publicada no site EXAME.com:

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Unicamp fica entre as 15 do mundo com menos de 50 anos

Criada em 1966, a Unicamp ficou em 15º lugar na edição 2013/2014 do Top 50 Under 50, depois de ocupar a 17ª posição em 2013 e a 22ª em 2012

Karina Toledo, da Agência Fapesp

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) subiu duas posições no ranking Top 50 Under 50, da consultoria educacional britânica Quacquarelli Symonds (QS), apontando as 50 melhores universidades fundadas há menos de 50 anos.

Criada em 1966, a Unicamp ficou em 15º lugar na edição 2013/2014, depois de ocupar a 17ª posição em 2013 e a 22ª em 2012, quando a lista foi lançada. Ainda em 2013, ela se destacou no Times Higher Education (THE), no 28º lugar entre as cem melhores instituições universitárias de até 50 anos – 16 posições à frente em relação ao ranking anterior do THE.

Assim como na edição passada da QS, a Unicamp segue como única representante brasileira da lista, na qual predominam escolas da Ásia, da Oceania e do Oriente Médio. Há somente uma outra instituição latino-americana no ranking, a argentina Universidad Austral, na 36ª posição.

A classificação considera a reputação acadêmica da instituição, levantada por meio de uma pesquisa internacional e responsável por 40% da nota total. Em seguida, vêm a proporção de professores em relação ao número de alunos (20%), a proporção de citações acadêmicas por professor (20%), a reputação da universidade no mercado de trabalho (10%) e a proporção de professores (5%) e estudantes (5%) estrangeiros.

“É um ranking importante para nós, porque compara universidades jovens como a nossa. O resultado é muito bom, não só porque estamos subindo, como porque quase metade da nota vem da reputação acadêmica da instituição, o que significa que a Unicamp vem sendo cada vez mais reconhecida no mundo”, disse Alvaro Crósta, coordenador-geral da Unicamp.

Os dados que servem de base ao ranking são os do QS World University Rankings 2013/14, que inclui universidades antigas e novas e no qual a Unicamp aparece em 215º lugar (a posição na edição anterior foi a de número 228). A única brasileira mais bem colocada é a Universidade de São Paulo (USP), em 127º lugar.

O ranking das universidades mais jovens é encabeçado pela segunda vez consecutiva pela Hong Kong University of Science and Technology (HKUST), estabelecida em 1991 e 34ª na classificação geral.

O site da QS destaca que as universidades da Ásia – que ocupam seis das dez primeiras posições do Top 50 Under 50 – têm fortalecido sua presença em rankings internacionais ao longo da última década, incluindo um grande número de instituições jovens que se beneficiaram de um forte investimento governamental e em muitos casos logo se tornaram atrativas para os melhores professores e estudantes ao redor do mundo.

Outros pontos de destaque apontados pela QS são a Austrália, com o maior número de universidades (nove) no ranking, e a diversidade de países representados na lista (27 no total).

Mais informações: www.topuniversities.com.

 

As 15 melhores universidades com menos de 50 anos segundo a Quacquarelli Symonds

Universidade

Pontuação

Localização

Universidade de Hong Kong 84,4 Hong Kong
Universidade Tecnológica de Nanyang 81,1 Cingapura
Kaist – Instituto Avançado de Ciência e Tec. da Coreia 75,8 Coreia do Sul
Universidade da Cidade de Hong Kong 67,7 Hong Kong
Universidade de Ciência e Tecnologia de Pohang 67,5 Coreia do Sul
Universidade de Maastricht 63,8 Holanda
Universidade da Califórnia 59,6 EUA
Universidade Politécnica de Hong Kong 57,5 Hong Kong
Universidade Autónoma de Barcelona 55,6 Espanha
Universidade de Anturérpia 54,2 Bélgica
Universidade de Bath 54,0 Reino Unido
Universidade Autónoma de Madrid 52,7 Espanha
Universidade de Calgary 52,2 Canadá
Universidade de Tsukuba 50,6 Japão
Universidade Estadual de Campinas 50,1 Brasil

 

Fonte: Site EXAME.com (http://exame.abril.com.br)

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Boletim 003/2014

Baixe aqui o Boletim 003/2014, de 28 de Janeiro de 2014.

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