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porStéphane Powaczuk

Quinta | 06/07 tem Assembleia Geral, às 12h, no Ciclo Básico

A diretoria do STU está chamando a categoria para uma assembleia na próxima quinta-feira, 06/07, às 12h, no Ciclo Básico. Na pauta estão:

– Eleição de delegados/as para a Fasubra;

– Pauta Específica 2023.

A Fasubra, federação dos técnicos do Brasil, está chamando uma Plenária para os dias 15 e 16/07 para discutir as deliberações do Confasubra. Por isso a sua presença na nossa assembleia é fundamental, pois os/as delegados/as que forem escolhidos/as vão nos representar em Brasília.

É importante relembrar que já protocolamos a nossa pauta específica de 2023, e que já enviamos um ofício à reitoria solicitando uma reunião com o Tom Zé. (E até agora não obtivemos nenhum retorno).

Precisamos discutir a nossa pauta interna, sendo assim, é mais um motivo para você comparecer à assembleia e definir conosco as formas de mobilização que utilizaremos para esta luta.

Queremos ISONOMIA com a USP, então vamos continuar lutando pelo abono de R$10 mil. Também permanecemos contra o Ponto Eletrônico, ou seja, não vamos aceitar esse monitoramento arbitrário!

Confira nossas reivindicações

Lutar por auxílio saúde de R$ 165 a R$ 900 para titulares e dependentes (ativos/as e aposentados/as), elevação do piso médio para R$ 5.440,92 e superior para R$10.231,05, diminuição do desconto no vale refeição para R$ 1 e extensão deste benefício para os/as aposentados/as. Sem contar a urgência no pagamento do abono salarial, referentes a abril e maio, no valor de R$ 5 mil para servidores/as (ativos/as e aposentados/as).

Agende urgente reunião na sua unidade

Para debatermos nossas estratégias de mobilização é fundamental realizarmos reuniões de unidade. Agende a sua reunião e ligue para o STU (19) 3521-7412, ou envie um e-mail para [email protected] e solicite o mais breve possível alguém da diretoria do STU na sua unidade.

Convide seu/sua colega e venha para assembleia, a nossa data-base não acabou, e juntos/as podemos avançar nessa negociação com a reitoria.

Te esperamos na próxima quinta-feira, 06/07, às 12h, no Ciclo básico!

porFernanda de Freitas

Categoria aprova Pauta Específica 2023 e anuncia paralisação

Nesta terça-feira (13), em uma Assembleia Geral, a categoria aprovou a Pauta Específica 2023, que será entregue ao reitor Tom Zé. Além disso, foi indicada uma paralisação para a próxima semana, no dia 21/06.

A partir de agora, as reuniões de unidade serão retomadas visando a organização da mobilização para a paralisação e a discussão das estratégias para levar o reitor à mesa de negociação. Então agende o mais rápido a sua reunião e informe o STU pelo (19) 3521-7412 ou e-mail [email protected].

Com a data-base interna em aberto, precisamos usar o nosso poder de mobilização para conquistar a isonomia com a USP e revogar o Ponto Eletrônico, que tem avançado na Área da Saúde.

Uma das reivindicações fundamentais da paralisação é a abertura imediata da negociação da Pauta Específica 2023, bem como a revogação do Ponto Eletrônico.

De hoje em diante, é crucial ampliarmos a nossa mobilização!

Não ao Ponto Eletrônico

A categoria reafirmou sua oposição à implantação do Ponto Eletrônico e orientou o STU a recusar participar de qualquer instância de discussão sobre controle de ponto dos/as trabalhadores/as.

Durante a assembleia, foi decidido que serão cobradas explicações da reitoria quanto à compra e deterioração dos equipamentos eletrônicos, além da suposta contratação sem licitação da empresa responsável pela implementação do sistema de controle de ponto.

“O controle de ponto é um mecanismo que incentiva a injustiça porque promove a divisão entre as categorias e acarreta mais problemas nas relações de trabalho dentro da unidade”, apontou um funcionário na assembleia.

A categoria destacou que não teme o controle de ponto, pois a qualidade do trabalho desenvolvido já está comprovada com o reconhecimento da Unicamp como uma universidade de excelência.

A denúncia é direcionada à discriminação promovida pelo sistema e aos custos gerados pela instalação de um método ultrapassado de controle da jornada de trabalho.

Retirada dos cartões de vale refeição e atrasos nos pagamentos

Os cartões de vale refeição já estão disponíveis para retirada no setor de Recursos Humanos das unidades. Essa conquista é resultado do poder de mobilização dos trabalhadores da Unicamp, demonstrando a importância da organização sindical.

Seja sócio(a) do STU e vamos juntos ampliar as conquistas conjuntamente!

Atraso nos pagamentos

A diretoria aproveitou a assembleia para reforçar para os/as funcionários/as que enfrentaram prejuízos financeiros devido aos atrasos nos pagamentos que encaminhem todos os documentos comprobatórios para análise da assessoria jurídica através do e-mail jurí[email protected].

Embora tenha sido um incidente isolado, os prejuízos devem ser ressarcidos pelos órgãos competentes.

Nota de Pesar

A assembleia registrou o falecimento de Luiz Gonzaga de Brito, conhecido como Luizão, ocorrido em 09/06.

Luizão foi um participante ativo do STU desde sua fundação e integrou o Departamento de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria da entidade por muitos anos.

Luizão, presente!

porFernanda de Freitas

Para ampliarmos nossas conquistas, temos que pressionar o reitor

Mesmo com o reajuste de 10,51% depositado nesta semana e o vale refeição conquistado e prestes a sair, a nossa data-base ainda está aberta. E a culpa é do Tom Zé, que sequer deu sinal de abrir negociação com o STU.

Sendo assim, nossa única alternativa é seguir reivindicando a isonomia com a USP, pois nossa última assembleia decidiu manter a mobilização pela Pauta Específica cobrando do reitor negociação imediata.

Isso significa lutar por auxílio saúde de R$ 165 a R$ 900 para titulares e dependentes (ativos/as e aposentados/as), elevação do piso médio para R$ 4.923,45 e superior para R$ 9.257,99, diminuição do desconto no vale refeição para R$ 1 e extensão deste benefício para os/as aposentados/as.

Sem contar a urgência no pagamento do abono salarial, referentes a abril e maio, no valor de R$ 5 mil para servidores/as (ativos/as e aposentados/as).

Não invalidamos a conquista do reajuste e do vale refeição, mas é um absurdo constatar que a Unicamp possui uma montanha de dinheiro em caixa, resultado do arrocho salarial imposto a nós por mais de uma década e o reitor continua inerte, guardando essa verba que é fruto do nosso trabalho duro.

Condições de trabalho só pioram

No último Consu (Conselho Universitário), o pró-reitor Fernando Sarti, responsável pela PRDU, indicou que a reposição de docentes segue a todo vapor. Enquanto isso, nem sinal de repor as vagas de funcionários/as técnicos/as.

A única coisa que sabemos é que existe um projeto, mas não temos ideia de quais unidades serão beneficiadas e nem quantas vagas serão repostas.

Tudo que diz respeito às nossas demandas é tratado com descaso porque para a reitoria somos apenas números, ou melhor, custos numa tabela.

A incapacidade de valorizar os/as funcionários/as e também recompor um quadro já deficitário há anos compromete diretamente o tripé fundamental de ensino, pesquisa e extensão.

E essa valorização só virá com muita pressão em cima do reitor. Por isso, a nossa assembleia, de 13/06, às 12h, no STU, vai tratar da mobilização pela pauta interna.

Chega de esperar a boa vontade do Tom Zé em atender nossas demandas legítimas por melhores condições de trabalho e remuneração justa. Vamos pra cima dele!

porFernanda de Freitas

Assembleia Geral | Dia 13/06, 12h, no STU, vamos discutir os rumos do nosso movimento

Reitor não debate demandas da categoria, mas toca Ponto Eletrônico com rapidez!

Na Área da Saúde a discussão do Ponto Eletrônico está avançando e a gente precisa se preparar para esse embate.

Na assembleia de terça-feira (13), às 12h, no STU, discutiremos quais medidas vamos tomar diante do avanço dessa arbitrariedade em nos monitorar, especialmente no HC (Hospital de Clínicas).

Depois da assinatura do TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), a reitoria tem tocado com muita urgência essa implementação, ao contrário das negociações das nossas demandas.
Tom Zé, não vamos abrir mão da ISONOMIA com a USP, e queremos o pagamento do nosso abono. Chega de ficar sentado em cima do nosso dinheiro! Já estamos na metade do ano e até agora não fomos recebidos pela reitoria.

É o mínimo frente ao esforço da nossa categoria em manter a Unicamp como referência na América Latina!

O HC está instaurando um grupo de trabalho que vai discutir o ponto e levar as propostas internas para os GTs definidos pela reitoria. E nós, trabalhadores/as, vamos debater na assembleia que ações vamos realizar diante dessa notícia.

Pauta Específica

As nossas assembleias já se posicionaram contra o ponto, seguindo inclusive a nossa Pauta Específica que rejeita essa proposta de fiscalização do nosso trabalho. Além do que, não é justo que apenas uma categoria seja vigiada.

O controle de ponto é um dos itens que está na nossa pauta, e para além dessa discussão, existem outras demandas importantes que precisam ser debatidas, e o reitor se finge de morto, ignorando qualquer contato do STU.

As demandas da nossa Pauta Específica também serão pautas da assembleia.

Terça que vem (13), 12h, na sede do STU, nossa assembleia vai decidir os rumos da nossa mobilização. Participe!

porFernanda de Freitas

Reajuste de 10,51% já vai entrar no próximo holerite, a ser pago em 06/06

O Consu (Conselho Universitário) da Unicamp, em reunião realizada nesta manhã de terça-feira (30) aprovou o reajuste salarial de 10,51%, previsto para ser pago dia 06/06.

O índice apresentado pelo Cruesp (Conselho de Reitores) ao Fórum das Seis, na negociação realizada em 18/05, é fruto da nossa pressão em cima dos reitores das Universidades Paulistas Estaduais.

Embora tenha avançado na recuperação parcial das perdas, o índice de 10,51%, a ser aplicado a partir de maio/2023, não dá conta de recuperar o poder de compra que os salários tinham em maio/2012.

Razão pela qual devemos ampliar a nossa mobilização pela pauta interna cobrando do Tom Zé isonomia com a USP, entre outros direitos.

porFernanda de Freitas

Pauta Unificada de Reivindicações de 2023

No dia 11/04, o Fórum das Seis protocolou a Pauta Unificada de Reivindicações de 2023 junto ao presidente do Cruesp (Conselho de Reitores), Prof. Dr. Pasqual Barretti, também reitor da Unesp.

A entrega da Pauta foi acompanhada da solicitação de agendamento de reuniões entre as partes ainda em abril, tendo em vista o fato de que nossa data-base é 1º de maio.

A data-base é o período em que as entidades sindicais e estudantis e associações docentes da Unicamp, Unesp, USP e do Centro Paula Souza reivindicam reajuste salarial, isonomia e melhores condições de trabalho e de vida.

Como fica o índice salarial da Pauta Unificada de Reivindicações de 2023?

  • Em 1º/5/2023: 16,18% de reajuste (7,10% da inflação de 14 meses + 8,48%, que é a metade da diferença que falta para repor o poder de compra de maio/2012).
  • Até final de 2023: 8,48% (a outra metade que falta para repor maio/2012). Nova negociação em outubro/2023.

porFernanda de Freitas

Tom Zé está incomodado com a nossa mobilização

A Paralisação com Ato, aprovada em assembleia e realizada quarta passada (12), foi importante no enfrentamento à postura intransigente do reitor Tom Zé.

No ato, os/as trabalhadores/as formaram uma comissão que foi até o evento onde o reitor estava: porque se ele não vem dialogar, nós vamos até ele buscar negociação.

Na abertura do evento, os/as manifestantes levantaram seus cartazes escritos “Hoje é Dia de Paralisação”.

A intervenção do Magnífico Reitor se posicionando contra a manifestação e, novamente, se recusando a agendar reunião sob a justificativa de que deveríamos procurar o chefe de gabinete da reitoria, causou indignação na categoria.

Tom Zé atacou o movimento sugerindo que somos uma minoria antidemocrática: “…Democracia significa, antes de tudo, ser capaz de construir maiorias e consensos. As pessoas deveriam estar preocupadas com isso: qual é a capacidade efetiva de construir maiorias e consensos? E não só realizar atividades que representam movimentos legítimos, mas que não são capazes de construir maiorias e consensos”.

Por conta da fala desrespeitosa do reitor os/as manifestantes solicitaram espaço para intervenção em nome dos/as trabalhadores/as presentes no ato.

O que ele ignora é que o protesto foi aprovado em assembleia, a mais importante instância deliberativa da categoria, depois do congresso estatutário.

Curioso é que até o Instituto Rouanet convidado pelo evento e representado pela diretoria executiva, Adriana Rouanet, filha de Sérgio Paulo Rouanet, inspiração para a Lei de Incentivo à Cultura, conhecida como Lei Rouanet, reconheceu a legitimidade democrática do nosso movimento. Em post publicado nas redes sociais eles registram que as nossas repre-sentantes usaram “seu direito democrático à liberdade de expressão”.

O ato foi a expressão de uma categoria descontente com as posturas antidemocrática e evasiva do reitor que se recusa a negociar.

Ao contrário do que prega o reitor, nosso protesto não quer desmoraliza-lo perante a comunidade acadêmica, tão pouco manchar a imagem da Unicamp ,como a reitoria diz.

Queremos diálogo democrático

Queremos e merecemos tratamento digno e valorização pelos serviços prestados à Universidade. Por isso, cobramos 26% de reajuste, pagamento de abono, vale refeição justo, auxílio saúde, elevação dos pisos médio e superior e isonomia.

Não para falir a Unicamp, mas para repor perdas salariais acumuladas desde maio/2012.
Nossa paralisação foi para cobrar a nossa pauta e expressar descontentamento com a política de arrocho salarial. Mas pelo visto conseguimos incomodar o reitor Tom Zé!

Uma pena que o desconforto dele não é igual ao que sentimos em nossos bolsos, mas sinaliza que estamos no rumo certo.

Apesar da contrariedade do reitor, a paralisação foi positiva e a mesa diretora do evento se colocou a disposição do sindicato para aprofundar o debate sobre a Universidade que queremos construir.

Por que cobramos 26% de forma única?

Em assembleia realizada dia 30/03, aprovamos o índice de 26% de reajuste em parcela única, diferente do Fórum das Seis que propõe o pagamento de uma parcela em maio e outra no 2º semestre.

Nossa categoria defendeu que é urgente a reposição da inflação que corrói assustadoramente os nossos salários.

Cruesp agenda reunião

Terça-feira (11), o Fórum das Seis protocolou a Pauta Unificada de Reivindicações 2023, acesse no nosso site.

Dias depois, o Cruesp agendou reunião da equipe técnica da área financeira com o Fórum, para 12/05. E dia 18/05 deve ocorrer a primeira negociação entre o Fórum e o Cruesp.

Precisamos seguir mobilizados para que neste dia haja negociação de fato com apresentação de proposta salarial da parte dos reitores.