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Boletim do STU 06/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 16 de março de 2016.

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Tem início a organização da campanha salarial unificada 2016!

Após a última rodada de assembleias a coordenação do Fórum das Seis se reuniu no último dia 10 e nesta semana será encaminhada a definição da pauta unificada da campanha salarial 2016. Frente à avaliação generalizada de que não há crise financeira nas universidades, mas dificuldades geradas pela paralisia dos reitores frente ao congelamento dos repasses do ICMS por mais de 20 anos em 9,57%, ou seja sub-financiamento, os trabalhadores exigem: “Nem arrocho, nem desmonte! Isonomia já!”.
A assembleia na Unicamp no último dia 9 (foto) aprovou a luta pela reposição do ICV-Dieese de maio/2015 a abril/2016 mais 3% de recuperação parcial das perdas historicamente acumuladas. Além de propor a reivindicação de 14,16% (pago em parcela única e igual para todos os trabalhadores) para recuperar a perda provocada pelo parcelamento do reajuste do ano passado.
A assembleia aprovou também levar ao Fórum das Seis a proposta de que o ato unificado, com paralisação, para a entregada pauta ao Cruesp aconteça no dia 5 de abril.
O único ponto da proposta do Fórum reprovado na assembleia foi o que visava encaminhar ações no sentido de elevar o teto salarial no Estado ao equivalente a 90,25% do subsídio de um ministro do Supremo Tribunal Federal. A decisão da assembleia foi dar prioridade, nesse momento, a discussão do piso e não do teto.
No dia 22/3 a coordenação do Fórum volta a se reunir para fechar a pauta a partir das assembleias de cada entidade.
Foi aprovado pela assembleia reiterar a cobrança junto à reitoria da Unicamp do agendamento de reunião para tratar da isonomia, que estava acertada para ocorrer em janeiro e que até o momento não foi agendada. Novo ofício (com a mesma cobrança realizada em 15/2) foi protocolado junto à reitoria no dia 10/3.
GT Isonomia – No último dia 9 aconteceu também a reunião do grupo de trabalho sobre o resgate da isonomia salarial nas três universidades. Foi debatido o plano de trabalho e o calendário de funcionamento do GT, que deve encerrar suas atividades e apresentar uma proposta concreta às categorias até o mês de novembro. O diretor do STU Marcílio Ventura, participou da reunião do GT, que aconteceu na sede do Cruesp em São Paulo.

Outros GTs – Além do GT de Isonomia, também já foram realizadas duas reuniões do GT de Permanência Estudantil. E está na pauta com o Cruesp a discussão sobre os problemas na SPPrev, com reunião agendada para o dia 23/3.

Resumo do outros itens da proposta de pauta unificada do Fórum das Seis

– Respeito à liberdade de organização e manifestação, contra a criminalização dos movimentos sociais e os ataques às mulheres, com revogação de quaisquer punições decorrentes de mobilizações em defesa da universidade e respeito ao direito de greve.
– Equiparação dos pisos salariais e benefícios pagos aos servidores técnico-administrativos da USP, Unicamp, Unesp e Ceeteps, com preservação das estruturas de carreira, reenquadrando os aposentados nas carreiras atuais e incorporação dos benefícios aos salários e aposentadorias.
– Tratamento salarial, administrativo e de concessão de benefícios isonômico para funcionários terceirizados e/ou contratados via as “fundações” das universidades, rumo ao fim da terceirização.
– Estabelecimento de uma agenda de reuniões entre Fórum das Seis e Cruesp para debate de questões relativas aos problemas do SPPrev, aposentadoria e Plano de Aposentadoria Complementar.
– Dotação orçamentária para efetivar políticas de permanência estudantil.
– Ampliação do quadro permanente de técnico-administrativos e docentes, via concurso público, atendendo às demandas definidas pelas unidades de ensino e demais órgãos institucionais, garantindo-se a reposição imediata nos casos de exoneração, aposentadoria ou falecimento.
– Contra o fechamento de creches (caso da USP) e pela garantia de vagas para atendimento à demanda efetiva de filhos de servidores, docentes e estudantes em todos os campi.
– Transporte público, gratuito e de qualidade para todos os que utilizam os campi das universidades e as unidades do Ceeteps, com contratação de pessoal via concurso público.
– Que as reitorias efetivem políticas contra o assédio moral e sexual, e toda forma de violência.
– Lutar pela aprovação na LDO/2017 do repasse de 33% da receita total de impostos do Estado para a educação, incluindo 11,6% do total do produto do ICMS quota-parte do Estado para as universidades estaduais paulistas e 3,3% para o Ceeteps, bem como pelo repasse integral do percentual determinado às universidades (fim do desconto relativos às rubricas Habitação e Dívida Ativa na base de cálculo). Além da luta pelo cumprimento do acordo de expansão das universidades paulistas (criação da FCA/Unicamp).
– Transparência, com detalhamento mensal da gestão de recursos orçamentários e extraorçamentários das três universidades estaduais e do Centro Paula Souza, incluindo receitas e repasses envolvidos nas fundações ligadas às referidas instituições.
– Aprimoramento do caráter público dos hospitais universitários, com reversão de toda forma de privatização (autarquização, organizações sociais etc.) e apropriação privada de sua capacidade instalada e administrativa, e financiamento público adequado, jornada de 30 horas para os servidores da área de saúde.

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Boletim do STU 05/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 16 de março de 2016.

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Assembleia dá inicio a campanha salarial unificada 2016

Os trabalhadores da Unicamp reunidos em assembleia geral nesta terça-feira (9) deliberaram sobre a proposta de pauta unificada encaminhada pelo Fórum das Seis. Os trabalhadores vão à luta pela isonomia salarial entre as três universidades, reposição do ICV-Dieese de maio/2015 a abril/2016 mais 3% de recuperação parcial das perdas historicamente acumuladas. Somente a inflação acumulada dos últimos 12 meses já totaliza 10,96% – e ainda é preciso incluir os índices de março e abril para definição do percentual total a ser cobrado do Conselho de Reitores (Cruesp).
Além disso, a assembleia aprovou também levar ao Fórum das Seis a proposta de incluir na pauta da campanha salarial a cobrança da recuperação da diferença salarial gerada pelo parcelamento, sem a devida retroatividade da segunda parcela, do reajuste do ano passado, a ser pago em parcela única e dividida igualmente por todos os trabalhadores.
Os trabalhadores decidiram ainda na assembleia propor ao Fórum das Seis que o ato unificado, com paralisação, para a entregada pauta ao Cruesp aconteça no dia 5 de abril.
O único ponto da proposta do Fórum das Seis reprovado na assembleia foi o que visava encaminhar ações no sentido de elevar o teto salarial no Estado ao equivalente a 90,25% do subsídio de um ministro do Supremo Tribunal Federal.
Nesta quinta-feira (10) a coordenação do Fórum se reúne para debater as propostas aprovadas nas assembleias realizadas nas três universidades estaduais paulistas e organizar os encaminhamentos para a nova rodada de assembleias que devem ocorrer entre 11 e 18 de março. O calendário do Fórum das Seis prevê ainda uma nova reunião da sua coordenação para o dia 22/3 para buscar fechar a pauta a partir das assembleias de cada entidade e, assim, fechar a pauta da Campanha Salarial Unificada 2016.

GT Isonomia – Ontem aconteceu também a reunião do grupo de trabalho sobre o resgate da isonomia salarial nas três universidades. Foi debatido o plano de trabalho e o calendário de funcionamento do GT, que deve encerrar suas atividades e apresentar uma proposta concreta às categorias até o mês de novembro. O diretor do STU Marcílio Ventura, participou da reunião do GT, que aconteceu na sede do Cruesp em São Paulo.

Confira abaixo a íntegra das propostas aprovadas para a pauta unificada

  • Isonomia salarial entre as três universidades
  • ICV-Dieese de maio/2015 a abril/2016
  • 3% Perdas passadas
  • Recuperar a diferença gerada pela não retroatividade entre a 1ª e 2ª parcela em 2015, com pagamento em parcela única e igual para todos
  • 5 de abril – Entrega da pauta e ato com paralisação

 

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Boletim do STU 04/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 9 de março de 2016.

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Assembleia dia 9 discute pauta unificada da campanha salarial

Atividade terá início ao meio-dia no Ciclo Básico

Toda a categoria está convocada a participar da assembleia geral que vai discutir a proposta de pauta unificada encaminhada pelo Fórum das Seis para a campanha salarial deste ano.

A direção do sindicato segue cobrando o agendamento de reunião com o reitor José Tadeu Jorge para retomar o debate sobre o atraso na efetivação da isonomia salarial com a USP. A Unicamp ainda está quatro referências atrás daquela Universidade e com o fechamento da arrecadação tributária estadual do ano passado (que, segundo a Secretaria da Fazenda, consolidou um total de R$ 122.849 bilhões de ICMs), é hora de reabrir o diálogo.
Além disso, a diretoria do STU aguarda a publicação do acórdão do julgamento do STF sobre os supersalários.
A diretoria do STU realça que para construir uma grande mobilização em torno das reivindicações é fundamental a realização das reuniões de unidade e o fortalecimento da mobilização em cada local de trabalho, além de uma forte presença da categoria na assembleia.

Luta contra a privatização
No ultimo dia 23 o diretor do STU Marcílio Ventura acompanhou o ato unitário promovido pelo Fórum das Seis na Unesp Botucatu. Foi lançada no evento uma nova edição da revista ‘Cadernos da Adunesp’ com pauta central contra a autarquização dos hospitais universitários. A publicação demonstra como a desvinculação do Hospital de Clínicas de Botucatu – que era parte da Unesp -, ocorrida em 2000, levou ao aprofundamento das terceirizações e precariedade do atendimento e das condições de trabalho.
Aqui na Unicamp a derrota dessa política em 2013 foi fundamental para a defesa da excelência do HC, apesar de todos os problemas existentes.

Confira a agenda de atividades:

8/3 – terça
Atividades do Dia Internacional
de Luta das Mulheres
9/3 – quarta
Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp
10/3 – quinta
Reunião do F6, em São Paulo, para debater as propostas aprovadas nas assembleias.
11 a 18/3
Segunda rodada de assembleias de base.
12/3
Concentração às 9h na Estação Cultura de Campinas para o ato “Mulheres Ocupam as Ruas e a Política, Por Nenhum Direito a Menos”.
22/3 -terça
Reunião do F6, em São Paulo, para avaliar o retorno das assembleias e, se possível, fechar a pauta de reivinficações.
Até 31/3 – quinta
Protocolo da Pauta junto ao Cruesp.

 

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Boletim do STU 03/2016

Baixe aqui Boletim 03/2016, de 2 março de 2016.

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Fórum das Seis prepara campanha salarial unificada 2016

Recomposição salarial e isonomia dos pisos entre nas três universidades são as prioridades.

Com a proposta de manutenção do eixo da campanha salarial do ano passado – “Arrocho não! Isonomia já!” – a pauta retoma as reivindicações não atendidas no ano passado, a luta pela isonomia salarial na USP, Unicamp e Unesp, e inclui a atualização da proposta de reajuste.
Sobre o percentual para reposição de perdas o Fórum propõe que seja avaliada nas assembleias de base nas três universidades a reposição pelo ICV-Dieese de maio/2015 a abril/2016 e a reposição parcial das perdas históricas, onde já se aponta um índice de 3% para diminuir a defasagem salarial acumulada ao longo dos anos.
Também será avaliado pelas assembleias se a pauta manterá a reivindicação de “nova negociação salarial em setembro/outubro 2016”, reafirmando a responsabilidade dos reitores em cumprir o acordo firmado em 1991, ou se manter essa demanda pode facilitar às administrações parcelar o percentual de reajuste.
A diretoria do STU lembra que em 2015 o parcelamento não garantiu a reposição da inflação acumulada ao longo do ano.

Financiamento
A luta pelo aumento do financiamento dos atuais 9,57% do ICMS para 11,6% também está na pauta. Congelada há mais de 20 anos, a destinação de recursos às universidades estaduais paulistas é absolutamente insuficiente e tem levado ao desmonte dos principais centros de pesquisa e formação superior do país. Na USP já foi aprovada a entrega do hospital de Bauru à Secretaria de Saúde e houve extinção de cargos, fechamento de creches e leitos no HU. Na Unesp estão suspensas as avaliações para progressão nas carreiras docente e técnico-administrativa. E na Unicamp os contingenciamentos estabelecidos pelas resoluções GR 02/2015 e GR 015/2015 afetam a reposição de pessoal, planejamento estratégico e o funcionamento cotidiano da Universidade.

Fortalecer a mobilização na Unicamp
Aqui na Universidade é preciso construir uma grande mobilização a partir das unidades para garantir a retomada da discussão com a reitoria sobre a isonomia dos pisos salariais com a USP e o reajuste dos vencimentos e do auxílio alimentação.
Há dois anos não é realizada a avaliação para as progressões na carreira e ainda estamos quatro referências abaixo dos valores praticados na Universidade de São Paulo. Além disso, desde 2013 o auxílio alimentação não é reajustado. E o reitor descumpriu os compromissos relativos à integralização da isonomia dos pisos salariais com a USP.
Para discutir a pauta geral e específica da campanha salarial é fundamental a realização das reuniões de unidade e o fortalecimanto da mobilização em cada local de trabalho, além de realizarmos uma grande assembleia no próximo dia 9/3.

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Boletim do STU 02/2016

Baixe aqui Boletim 02/2016, de 24 fevereiro de 2016.

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Sindicato cobra retomada de debate sobre efetivação da isonomia salarial com a USP

A diretoria do STU vai cobrar da reitoria a realização da próxima reunião para discutir a incorporação de uma referência aos vencimentos de todos os trabalhadores da Universidade. Na última reunião ocorrida no ano passado, o reitor José Tadeu Jorge protelou mais uma vez a efetivação da isonomia salarial com a USP apoiando-se na argumentação de que a arrecadação estadual não atingiria os R$ 92,2 bilhões. No último dia 15, no entanto, o jornal Folha de São Paulo informou que a Secretaria de Planejamento e Gestão do governo do Estado prevê que a arrecadação de 2015 ficará em R$ 95,4 bilhões.
Na reunião de 22 de dezembro Tadeu também afirmou que, a partir deste mês, caso não se efetive a referência para todos, seria possível discutir outras alternativas. A direção do sindicato cobra uma proposta concreta do reitor para ser levada à decisão da categoria, com o objetivo de fazer avançar o compromisso assumido por Tadeu quando ainda era candidato e que já está atrasado em dois anos. Até o momento, sequer os pisos salariais dos três níveis da carreira estão ainda igualados aos da Universidade de São Paulo.
A previsão é que o fechamento das contas do ano passado ocorra neste dia 20 e o STU cobra que a reunião com Tadeu aconteça ainda neste mês, conforme pactuado em dezembro.

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Boletim do STU 01/2016

Baixe aqui Boletim 01/2016, de 19 janeiro de 2016.

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porFernanda de Freitas

Reitor protela para janeiro/16 discussão sobre a isonomia

Hoje à tarde (22) a diretoria do STU se reuniu com o reitor José Tadeu Jorge para checar os valores da arrecadação de ICMS e discutir as perspectivas de efetivação da isonomia salarial com a USP. A Fasubra também esteve presente à discussão.

De acordo com o reitor, os números apresentados no mês de novembro não atingiram a expectativa projetada inviabilizando a implantação da etapa da isonomia ainda em 2015.

No vídeo abaixo o diretor Kiko explica os principais detalhes tratados nessa reunião, confira:

 

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Boletim do STU 71/2015

Baixe aqui Boletim 71/2015, de 10 dezembro de 2015.

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Boletim do STU 70/2015

Baixe aqui Boletim 70/2015, de dezembro de 2015.

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STF afirma que teto salarial inclui vantagens anteriores à EC-41

Na quarta-feira (18) o Supremo Tribunal Federal (STF), por 9 votos contra 1, determinou que “para efeito de observância do teto remuneratório constitucional, devem ser computados também os valores percebidos anteriormente à vigência da EC 41/2003 (Lei do Teto) a título de vantagens pessoais pelos servidores”. Até a data do julgamento os trabalhadores que recebem valores acima do teto ficam dispensados de restituir valores aos cofres públicos, informa o Supremo.
Em São Paulo, a remuneração equivalente ao teto é a do Governador (R$ 21, 6 mil/mês). Neste ano, durante a greve, o STU cobrou o fim das duplas matrículas e supersalários denunciando que eles eram uma afronta à Constituição Federal.
A decisão do STF encerra o debate jurídico em todas as instâncias e confirma que os supersalários são imorais e ilegais. Agora, os trabalhadores esperam receber o que é justo, com a destinação dos valores pagos acima do teto para a integralização do processo de isonomia com a USP. A reitoria afirmou na reunião de segunda que só se pronunciará a respeito quando tiver acesso ao inteiro teor do acórdão do julgamento do STF, mas, respondendo a reivindicação do STU, o reitor se comprometeu a defender a destinação prioritária do excedente para a isonomia.

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Boletim do STU 069/2015

Baixe aqui Boletim 69/2015, de 25 de novembro de 2015.

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Reitoria protela aplicação de uma referência para todos

Foi realizada nesta segunda-feira (23/11) a reunião de negociação entre a reitoria e a direção do STU para tratar do pagamento de uma referência para todos os técnico-adminstrativos da Unicamp em conformidade com o acordado em maio deste ano quando da campanha salarial.
A expectativa e cobrança do STU era de que o pagamento da referência para todos pudesse ser efetivada a partir de outubro, de acordo com as projeções da Aeplan, que segue projetando que a arrecadação deste ano deve chegar nos R$ 92,5 bi, e com o acordado anteriormente com a reitoria.
Apesar de a reitoria seguir afirmando que a previsão da Aeplan é de que o governo arrecade os R$ 92,5 bi no ano, valor acima dos R$ 92,2 bi necessários para que seja garantido o acordo de pagamento de uma referência para todos, o reitor afirmou que a arrecadação não foi suficiente para disparar o “gatilho” de confirmação para o pagamento. Segundo ele, a arrecadação atingiu em outubro R$ 74,55 bi e deveria ter atingido mais de R$ 76 bi para que ele liberasse o pagamento da referência para todos.
A próxima reunião para tratar do tema será realizada no primeiro dia útil de dezembro após a liberação dos dados da arrecadação referentes ao mês de novembro, que terá como referência o dia 20/12.
Reserva Técnica – A reitoria afirma que o estudo detalhado e as especificações serão apresentadas em breve.
Auxílio Alimentação – A reitoria afirma que a sua prioridade é a isonomia e que toda sobra orçamentária seja designada para a sua efetivação.
Demissões no CAISM – Foram apresentados novamente os casos de demissões na Funcamp, particularmente do servidor que foi demitido mesmo estando em laudo médico. A reitoria ficou de dar resposta imediata.
DeDIC – A reunião pendente ficou de ser agendada, independente da presença do reitor, fato que até agora impediu o avanço da pauta.
A avaliação da negociação e os próximos passos a serem dados pelo sindicato estarão na pauta da próxima assembleia e devem ser pautadas nas unidades para que o STU possa dar os encaminhamentos necessários à luta de todos.

A diretoria do STU convoca os trabalhadores da Unicamp para assembleia geral no próximo dia 2 de dezembro (quarta-feira), a partir das 12 horas (local a confirmar). Em pauta a negociação com a reitoria, plenária da Fasubra e assuntos gerais.

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STU se reúne com a reitoria para cobrar pagamento da referência da isonomia. Assista a reunião ao vivo

Daqui a pouco, às 16 horas, a diretoria do STU se reúne com o reitor José Tadeu Jorge para cobrar o pagamento imediato da referência para todos, a partir do mês de outubro de 2015, conforme projeções já confirmadas pela Aeplan de que a arrecadação deverá atingir os 92,5 bilhões.
Na última reunião, realizada em 27 de agosto, em que o STU cobrou o cumprimento da promessa da reitoria com a isonomia o reitor afirmou que seria viabilizado o acordo inicial feito no primeiro semestre de assegurar uma referência para todos caso a arrecadação estadual atinja R$ 92,2 bilhões.
Além disso, o STU seguirá cobrando a equiparação salarial com os funcionários da USP e os demais ítens da pauta específica da categoria. Vale lembrar que o auxílio alimentação está congelado desde a posse do Tadeu.

A reunião será transmitida ao vivo. Para assistir basta clicar aqui.

 

 

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XIII Congresso reafirma luta pela isonomia e direitos e aprova plano de lutas

O XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, realizado entre os dias 12 e 14 deste mês com a participação de mais de 200 delegados e delegadas reafirmou a importância de avançar na luta em defesa de reivindicações históricas da categoria. Estarão entre as prioridades do sindicato nos próximos dois anos a luta pela isonomia salarial com a USP e a carreira, o fim da terceirização e do assédio moral, a retomada da jornada de 30 horas para todos na Área da Saúde, a mudança democrática do estatuto da Unicamp, e a extensão aos aposentados dos benefícios conferidos aos trabalhadores na ativa. Além do combate a qualquer forma de opressão e discriminação.
Os representantes da tese 5 “Alerta Unicamp – Compromisso com os Trabalhadores – CTB”, eleita como guia para orientar os debates no Congresso e as ações do próximo biênio, avaliam que a organização do congresso serviu para avançar nas discussões sobre conjuntura e a organização e atuação sindical, além de reafirmar as bandeiras da categoria em unidade com outros setores da classe trabalhadora.
Também foi decidido pelos trabalhadores abrir o debate sobre a filiação do sindicato a uma central sindical. A deliberação sobre qual organização nacional de trabalhadores o STU será vinculado se dará no XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, que acontecerá em 2017.

Principais deliberações do XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp

Confira as principais resoluções aprovadas pelos (as) delegados (as). Nos próximos dias serão publicadas a íntegra da Tese Guia e as demais resoluções aprovadas

SOLIDARIEDADE INTERNACIONAL – O congresso também discutiu a conjuntura internacional e como a ação imperialista de opressão e exploração dos povos tem levado ao aumento da xenofobia, guerras, conflitos e fundamentalismo religioso, destruindo povos e nações. A categoria reafirmou a defesa da autodeterminação dos povos, o repúdio ao terrorismo e a ataques assassinos (poucos dias antes das tragédias ocorridas na França e no Quênia nesta semana), a defesa dos direitos e existência digna para os cidadãos refugiados.
DEFESA DA DEMOCRACIA – Os trabalhadores votaram posicionamento contra o golpe na forma de impeachment, defesa do mandato popular da presidente Dilma Rousseff e contra o ajuste fiscal do governo e todas as medidas que representam retrocessos para os trabalhadores. O congresso reafirmou a defesa de reformas estruturais (tributária, das comunicações, agrária e urbana, capazes de dotar o país de estruturas democráticas e sociais fundamentais para solidificar um processo de mudanças sociais). Nessa perspectiva, saúde e educação devem ter centralidade no investimento público, possibilitado pela efetivação de impostos sobre as grandes fortunas, heranças e transações financeiras.
DEMOCRACIA NA UNICAMP – O congresso reafirmou a cobrança de que a Unicamp crie mecanismos de transparência e cumpra a lei do teto salarial, colocando fim aos supersalários, às duplas matrículas e outros privilégios. Essa deliberação será encaminhada ao Fórum das Seis para incorporação à Pauta de Reivindicações Unificada.
O congresso indicou que o STU fomente as discussões junto à categoria sobre a participação dos trabalhadores nos espaços decisórios da universidade e sobre a paridade.
CAMPANHA SALARIAL E COMANDOS DE GREVES – Com vistas a construir novamente uma campanha salarial unificada no ano que vem, a diretoria do STU fica responsabilizada por iniciar o mais brevemente possível diálogo com as demais entidades do Fórum das Seis. O objetivo é construir um calendário conjunto que fortaleça a organização sindical e faça frente aos ataques, arranque das administrações universitárias o compromisso de expansão não elitizada das instituições, com garantia de políticas inclusivas.
Foi ainda indicada a construção de um calendário preparatório da Campanha Salarial 2016, e que, em caso de paralisações por tempo indeterminado, o Comando de Greve (CG) será constituído pela diretoria do sindicato e representantes indicados pelas unidades em greve. A indicação destes representantes se dará de forma proporcional à adesão de cada local de trabalho, com base em critérios a serem definidos em assembleia. E os representantes de unidades no CG terão tarefas definidas (fomentar a discussão e organização do movimento, apresentar informes de sua unidade, levar a deliberações da reunião do CG para seu local de trabalho, e votar nas reuniões do CG de acordo com as propostas debatidas na sua unidade).
REPRESENTAÇÃO NO CONSU – Buscando efetivar a autonomia de organização e representação dos trabalhadores no Conselho Universitário, o STU organizará uma chapa eleita em assembleia e com um programa definido pela categoria. Os candidatos poderão contar com a estrutura do sindicato para ajudá-los na campanha e mandato. A intenção é garantir que os conselheiros tenham compromisso de cumprir o programa e prestar conta aos trabalhadores.
ORGANIZAÇÃO SINDICAL – Foi avaliada a necessidade de criação de uma comissão de base em todas as unidades, principalmente na Área Hospitalar.
Os trabalhadores também decidiram manter o critério estatutário da proporcionalidade qualificada na composição da diretoria do sindicato, composta por 27 membros eleitos de forma direta. Todas as chapas que obtiverem no mínimo 10% dos votos terão assento na diretoria de acordo com a votação que receberem.
UNIFICAR OS SINDICATOS DA UNICAMP, USP e UNESP – Os delegados aprovaram que o STU deve tomar iniciativas de discutir com as direções do Sintusp e Sintunesp a proposta de unificação dos sindicatos, visando abrir o debate da unificação nas três categorias e a definição de um calendário.
IMPOSTO SINDICAL – Os trabalhadores decidiram que o valor repassado ao sindicato (60% do desconto referente a um dia de salário no mês de março nos salários dos trabalhadores contratados em regime celetista) será devolvido apenas aos sindicalizados. O restante será depositado em um fundo destinado a financiar a construção da nova sede do STU.
FUNDO JURÍDICO – Foi aprovada a criação de um fundo composto por 5% dos valores oriundos das causas ganhas em processos com jurídico do STU para gastos com peritos, sucumbências e fortalecimento do jurídico. A lógica dessa proposta é garantir que os que ganham as causas possam dar sua contribuição para democratizar a utilização por todos. Também ficou estabelecido que esse fundo não poderá ser utilizado para pagamento do escritório contratado pela entidade.
SEDE DO STU – Será constituído um fundo para financiamento da construção da nova sede do sindicato, composto por um percentual da arrecadação das mensalidades dos sócios a ser definido pela assembleia orçamentária, além do valor repassado ao sindicato em decorrência do imposto sindical descontado de não sindicalizados. Sete trabalhadores se incorporaram à Comissão de Construção da Sede, e tão logo haja definições a categoria será devidamente informada.
ELEIÇÕES PARA REITOR – O congresso indicou que o STU deve aprofundar o debate sobre universidade, levando em consideração a defesa da sua democratização, a necessidade da participação dos técnicos administrativos nos espaços decisórios, o combate a terceirização e também o papel da inclusão social na Unicamp.

Moções aprovadas no XIII Congresso

  • Repúdio à empresa Samarco/Vale pela irresponsabilidade que levou à tragédia ambiental no município mineiro de Mariana e à contaminação ainda de proporções não calculáveis na bacia do Rio Doce;
  • Repúdio à reorganização das escolas no Estado de São Paulo, que já levou prevê o fechamento de pelo menos 94 instituições de ensino, prejudicando alunos, pais e professores;
  • Repúdio à iniciativa da Câmara Municipal de Campinas que proibiu a discussão sobre a questão de gênero nas escolas e apoio à mobilização que ocorrerá no dia 16/11, por ocasião da votação da proposta que “veta a adesão à ideologia do gênero no Plano Municipal de Educação de Campinas”.
  • Repúdio ao fechamento de creches na USP;
  • Repúdio a PEC 395/14 que prevê a cobrança de mensalidade para pós-graduação e extensão nas universidades públicas;
  • Repúdio ao genocídio da juventude negra, com reivindicação especial para que seja apurado o assassinato de Husani Yau Gonçalves e Silva, filho do militante do movimento negro e funcionário do STU Zé Prettu;
  • Contra as demissões em massa dos trabalhadores da Obra/Funcamp e a demissão arbitrária do funcionário Armando Sérgio Migotto do Caism/Funcamp;
  • Contra o Projeto de Lei Complementar 77/15, que cria o Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, ampliando as parcerias público-privadas na educação;
  • Apoio à demarcação das terras indígenas, contra a PEC 215, que afronta o direito territorial dos povos originários do Brasil;
  • Apoio a luta pelo direito a demarcação e regularização das terras das comunidades tradicionais e Quilombolas;
  • Apoio à greve dos petroleiros.
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Boletim do STU 68/2015

Baixe aqui Boletim 68/2015, de 18 de novembro de 2015.

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