Arquivo de tag Campanha Salarial 2013

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Boletim 036/2013

Baixe aqui o Boletim 036/2013, de 18 de junho de 2013.

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Assembleia mantém mobilização pela efetivação da conquista da isonomia e outras reivindicações

assembleia12-06-13

Crédito da imagem: Rodrigo Cruz

A assembleia geral desta quarta-feira (12) foi sem dúvida a mais lotada da campanha salarial. Os trabalhadores ressaltaram a importância da mobilização construída desde a greve de 2011 para arrancar da Unicamp um compromisso formal em relação à retomada da isonomia salarial com a USP. No entanto, a categoria considerou que a proposta feita na reunião de ontem pelo reitor José Tadeu Jorge é insuficiente. Isso porque o custo anual da primeira fase de implementação da isonomia (R$ 50 milhões) está muito abaixo do montante que a Universidade dispõe em suas reservas orçamentárias, fato que indica a possibilidade concreta de formalização imediata da isonomia.

Com o objetivo de sanar as dúvidas levantadas pela proposta apresentada pela reitoria e avançar na retomada da isonomia, a assembleia deliberou ainda reivindicar:

  • que a reitoria apresente por escrito a sua proposta de forma completa e detalhada, tal qual foi apresentada na reunião de negociação;
  • que a reitoria apresente os cálculos detalhados dos custos da proposta apresentada (em cada etapa);
  • que a reitoria apresente como cada servidor será atingido pela proposta ao longo do tempo;
  • a extensão de duas referências a todos os trabalhadores a partir de julho (adiantando a proposta de referência no processo avaliatório do segundo semestre);
  • desvincular a isonomia do processo de avaliação de desempenho;
  • que a reitoria apresente os critérios que serão usados para o “desencavalamento” decorrente da elevação dos pisos; e
  • que o piso do nível fundamental seja imediatamente igualado com o da USP.

Pela extinção das punições à organização sindical na Unicamp

Em relação à proposta mantida pela reitoria que condiciona a retirada dos “F3” do prontuário dos servidores à compensação das horas não trabalhadas durante a greve de 2011, os trabalhadores reafirmaram que não aceitam compensar os dias porque o trabalho já foi reposto.

A assembleia elegeu uma comissão formada pela direção do sindicato e trabalhadores punidos que deverá apresentar à reitoria uma proposta nos moldes da reposição de 2010 (participação em eventos que ocorrerem na Unicamp).

O sindicato protocolou ofício junto à reitoria solicitando uma reunião já na semana que vem para tratar do assunto.

Acelerar as negociações e garantir a pauta específica

A assembleia também deliberou solicitar à reitoria a antecipação da reunião prevista para o dia 3 de julho. O objetivo dos trabalhadores é apresentar à Universidade as contrapropostas aprovadas em assembleia sobre o tema da isonomia antes da implementação da primeira fase do plano, prevista para 1º de Julho. Como os trabalhadores discordam da metodologia da reitoria, que tem marcado uma reunião por mês, foi definido que serão formadas subcomissões de negociação que irão encaminhar pautas mais urgentes (como no caso das punições), a fim de dar maior celeridade ao andamento da campanha salarial.

Pauta Específica

Além disso, a categoria quer debater outras reivindicações específicas. Temas como a retomada do pagamento do adicional noturno na saúde, ampliação e melhorias na CECOM, fim das terceirizações e do processo de autarquização do Complexo Hospitalar, entre outros que estão sendo levantados nos locais de trabalho carecem de posicionamento da reitoria José Tadeu Jorge.

Para potencializar a mobilização pelo atendimento da pauta específica, terão continuidade as reuniões unidades. Na semana que vem será realizada nova assembleia para formalizar a pauta específica.

Manter a mobilização e a unidade com o Fórum das Seis

A assembleia também discutiu a importância de manter a mobilização pela reabertura das negociações em relação ao índice de reajuste imposto pelo Conselho de Reitores, que foi o menor dos últimos cinco anos (5,39%). Os trabalhadores mantêm a defesa de 11% de reajuste para recompor ao menos em parte as perdas históricas dos trabalhadores das três universidades estaduais paulistas. Além disso, a categoria quer que os pontos não econômicos da pauta unificada do Fórum das Seis também sejam discutidos, o que foi recusado pelo presidente do Cruesp e reitor da Unicamp já na primeira reunião de negociação entre os reitores e as entidades.

O STU voltará a pautar na reunião do Fórum das Seis marcada para o próximo dia 13 o reagendamento de um ato unificado na Unicamp para pressionar pela reabertura das negociações.

Atualizada em 13/06/2013 às 12h25

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Boletim 035/2013

Baixe aqui o Boletim 035/2013, de 12 de junho de 2013.

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Boletim 034/2013

Baixe aqui o Boletim 034/2013, de 11 de junho de 2013.

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Boletim do Fórum das Seis – 06 de junho de 2013

Baixe aqui o Boletim do Fórum das Seis – 06 de junho de 2013.

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Boletim 033/2013

Baixe aqui o Boletim 033/2013, de 10 de junho de 2013.

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Boletim 031/2013

Baixe aqui o Boletim 031/2013, de 28 de maio de 2013.

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É hoje! Ato-paralisação em frente à reitoria a partir das 8h30!

Hoje, a partir das 8h30, a categoria realiza um ato-paralisação de meio período em frente à reitoria durante a primeira reunião de negociação da Campanha Salarial 2013. A manifestação acompanhará a reunião do STU com o novo reitor, José Jorge Tadeu, que faltou à primeira reunião confirmada com o sindicato, no dia 23 de abril.

Os servidores reivindicam a revogação das punições, a isonomia imediata dos pisos salariais com a USP, a retomada da jornada de 30 horas na área da saúde, a extensão do auxílio-alimentação aos aposentados e a valorização do sistema de educação infantil.

Durante a paralisação os servidores também protestarão contra os 5,39% anunciados pelo Cruesp na semana passada a título de reajuste. Em assembleia na última quinta-feira, os funcionários da Unicamp repudiaram o índice, que é o mais baixo dos últimos cinco anos, não recupera as perdas históricas e não cobre a alta de preços como alimentação, vestuário, aluguel e outras necessidades básicas.

Os servidores também estão insatisfeitos com a postura de Tadeu, que manteve a política intransigente de Rodas e Fernando Costa à frente do Cruesp, recusando-se a pautar no Conselho os temas não econômicos da pauta de reivindicações do Fórum das Seis. A categoria ainda teve que esperar um mês para que tivessem início as negociações da campanha salarial. Além disso, até agora não foram apresentadas propostas concretas sobre as reivindicações que o STU apresenta desde a campanha para sucessão de Fernando Costa. E o novo reitor segue afirmando que os trabalhadores têm que esperar mais dois anos para ter de volta a isonomia dos pisos salariais com a USP.

O STU defende que parte das reservas da Universidade, que somam mais de R$ 1,27 bilhão, sejam destinadas à implantação imediata da isonomia. Vamos à luta!

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Boletim 029/2013

Baixe aqui o Boletim 029/2013, de 21 de maio de 2013

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Sob o comando de Tadeu, Cruesp propõe índice de 5,39%

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Crédito da foto: Bahiji Haje

Rodrigo Cruz

O Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp) anunciou ontem, em reunião ontem com o Fórum das Seis realizada em São Paulo, que irá conceder um reajuste reajuste salarial de 5,39% aos servidores técnico-administrativos da USP, Unicamp, Unesp e Centro Paula Souza. O valor, muito abaixo dos 11% reivindicados na pauta da Campanha Salarial Unificada, cobre apenas o índice de inflação do período de maio de 2012 a abril de 2013 medido pelo IPC-FIPE e desconsidera as perdas históricas da categoria. O reajuste apresentado pelo Cruesp neste ano é o menor dos últimos cinco anos: 6,14% em 2012, 8,4% em 2011, 6,57% em 2010 e 6,05% em 2009.

O anúncio foi recebido com insatisfação pelos representantes das entidades sindicais. Na semana passada, durante a reunião técnica com as assessorias econômicas das universidades, o Cruesp já havia sinalizado que não concederia reajustes superiores ao índice de inflação ao apontar que a piora no cenário econômico levou a uma queda de arrecadação do ICMS. O discurso foi reprisado na reunião de ontem, quando o novo presidente do conselho e atual reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge, afirmou que o Cruesp não faria nada além de garantir seu compromisso de “preservar o poder aquisitivo” dos salários dos servidores.

Tadeu se recusa a debater demais itens da pauta

Seguindo a tradição do Cruesp, que há anos se recusa a estender as discussões da mesa de negociação para além do índice de reajuste, Tadeu afirmou que a maior parte das pautas da campanha unificada deveriam ser pautadas em reuniões específicas com a administração de cada universidade. Questionado sobre os itens comuns à todas as instituições, como retirada das punições e permanência estudantil, Tadeu se limitou a abrir espaço para que os representantes de cada universidade respondessem às perguntas, reiterando a prática do Cruesp de baixar um índice de reajuste sem levar em conta as perdas acumuladas pelas categorias e não debater questões que afetam o desenvolvimento do conjunto das instituições.

Fórum das Seis quer negociação de verdade

Em resposta, as entidades do Fórum das Seis reclamaram que o Cruesp faz uma opção política ao se negar discutir a pauta unificada do Fórum, já que o Conselho propõe projetos em comum para as universidades estaduais quando é do interesse do governo estadual, a exemplo do Programa de Inclusão com Mérito no Ensino Superior Público (PIMESP). No entanto, na hora da negociação com os trabalhadores e estudantes, os reitores se negam a debater as reivindicações das comunidades universitárias.

Na prática, o Cruesp sob o comando de Tadeu manteve a mesma postura autoritária dos anos anteriores. Sem discutir de fato o índice proposto pelo Fórum, o conselho impôs um reajuste muito aquém do reivindicado e apresentou as mesmas justificativas de falta de verbas, sem explicar porque, ainda assim, há recursos de sobra para manter políticas como a compra da Fazenda Argentina ou os supersalários.

Nova reunião no dia 24

Uma nova reunião de negociação entre o Fórum e o Cruesp ficou marcada para o dia 24 de maio, em São Paulo. Os membros do Fórum das Seis inclusive questionaram Tadeu sobre a promessa feita durante a sua campanha para reitor sobre a possibilidade de voltar a realizar as reuniões de negociação da Campanha Unificada nas universidades, mas o professor disse que foi “ingênuo” ao fazer a proposta e que as reuniões continuarão a acontecer na capital. Antes disso, no dia 21/5, o Fórum volta a se reunir com a Comissão Técnica do Cruesp.

Para dar suporte à próxima reunião, as entidades sindicais que compõem o Fórum pretendem elaborar um parecer sobre as pautas discutidas até o final desta semana. Na Unicamp, assembleia convocada para a próxima quinta-feira (16) às 12 horas na sala CB1 discutirá o posicionamento que o STU levará ao próximo encontro com os reitores.

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STU cobra extensão de dissídio do SEAAC a trabalhadores da Funcamp

O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região reconheceu em julgamento de dissídio coletivo o direito de categorias representadas pelo Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio e em Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas e de Empregos de Serviços Contábeis de Campinas e Região (Seaac) a benefícios como o reajuste do auxílio alimentação retroativo a agosto de 2012. O Seaac é representante legal dos trabalhadores da Funcamp.

Entretanto, embora os funcionários contratados pela Funcamp historicamente tenham sido incluídos entre as categorias beneficiárias desse grupo de dissídios ajuizado por aquela entidade sindical, este ano não foram contemplados. Entre os benefícios estabelecidos pelo dissídio estão o adicional de permanência no valor de R$ 40,00, reembolso creche de R$ 213,00 e auxílio refeição R$ 18,00 diários (valor bem superior aos R$ 11 diários pagos pela Funcamp).

Tendo em vista o fato do novo reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge, ter negado um canal de diálogo sobre os problemas da Funcamp, o STU pretende exigir que as vantagens do novo contrato venham a valer também para os trabalhadores da Fundação. A ideia é entrar com ação na Justiça do Trabalho para todos os funcionários da Funcamp que desejarem ser incluídos no acordo coletivo. O sindicato também vai propor que o tema entre seja parte da pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2013.

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Assembleia nesta 5ª avalia pronunciamento do CRUESP e prepara reunião com a reitoria

Assembleia acontece no dia 16, ao meio-dia no Ciclo Básico.

Depois de deixar a categoria esperando por quase três semanas posicionamentos concretos sobre isonomia, as 30 horas na saúde, a revogação das punições e a data-base, o novo reitor, José Tadeu Jorge, e o Cruesp  finalmente responderam os pedidos de reunião do STU e do Fórum das Seis.

O Conselho de Reitores deve anunciar hoje, às 16 horas, a proposta de reajuste. E Tadeu agendou para dia 21 às 10 horas a primeira discussão das reivindicações da Campanha Salarial 2013.

O pedido de abertura de negociações foi reafirmado na assembleia do último dia 7, que também decidiu realizar um ato-paralisação em frente à reitoria durante o encontro. Desde o último dia 26, quando Tadeu recebeu o STU para uma “apresentação”, a direção do sindicato esperava resposta para o agendamento de nova conversa de discussão efetiva da pauta dos trabalhadores. Para este encontro, o STU cobra os planos da nova administração para efetivação das promessas anunciadas durante a campanha.

Trabalhadores reivindicam que reserva orçamentária seja destinada para a isonomia

A Aeplan divulgou um boletim dizendo que o comprometimento atual do orçamento da Universidade com a folha de pagamento seria de 95%. Só que a mesma Aeplan informou à COP (Comissão de Orçamento e Patrimônio do CONSU) que o comprometimento até agora efetivamente está em 88,3%. Ou seja, para cada público a reitoria divulga um dado diferente.

Além disso, na reunião do dia 26, Tadeu afirmou que a discussão da isonomia deve ignorar a sobra de R$ 1,27 bilhão que há no caixa da Unicamp.

O STU defende a implementação imediata da isonomia com a USP. Esperar dois anos significa uma perda de mais de R$ 40 mil para os trabalhadores do Nível Médio e mais de R$ 55 mil para os trabalhadores no Nível Superior. Sendo que dinheiro tem!

 

Números do Cruesp não correspondem aos fatos!

 

A reunião técnica entre o Cruesp e o Fórum das Seis realizada em São Paulo na última quinta-feira não apresentou avanços no que diz respeito ao atendimento das reivindicações da Campanha Salarial Unificada. Durante o encontro, a equipe técnica das universidades apresentou o velho argumento de que não há verbas disponíveis para alcançar o índice de 11% de reajuste reivindicado pelos trabalhadores da USP, Unicamp, Unesp e Centro Paula Souza.

Com o objetivo de respaldar um índice de reajuste mínimo e frustrar as reivindicações dos trabalhadores, o Cruesp também divulgou que este ano o comprometimento do orçamento com a folha de pagamento pode chegar a até 99,58% para as três universidades. O que o Cruesp não explica é porque, mesmo com estes números supostamente “alarmantes”, as universidades não dão nenhum sinal de estarem parando. Pelo contrário! Além das centenas de obras nos campi, ainda sobra dinheiro para os supersalários e para gastos inexplicáveis, como a compra da Fazenda Argentina.

 

Calendário de reuniões de unidades

Quarta-feira, dia 15

– FEEC (9h, na entrada do prédio administrativo)

– IB (11h, nas mesinhas em frente à biblioteca do IB)

– IQ (14h, na copinha)

– IFGW (14h, no auditório)

 

Quinta-feira, dia 16

– CEMIB (9h)

– IFCH (9h, na escadaria da Publicações)

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Boletim 027/2013

Baixe aqui o Boletim 027/2013, de 14 de maio de 2013

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porFernanda de Freitas

Boletim 026/2013

Baixe aqui o BoletimSTU 026/2013, de 9 de maio de 2013

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Assembleia amanhã às 12h na sala CB 1

Nesta terça-feira a partir do meio-dia acontece a assembleia que discutirá os próximo passos da campanha salarial, à luz dos informes das reuniões com o reitor, no dia 26, e do Fórum das Seis ocorrida na última sexta-feira.

O reitor ainda não apresentou nenhuma proposta concreta de equiparação dos pisos salariais. Mesmo com o volume de reservas bilionário da Universidade, Tadeu entende que a isonomia dos pisos pode esperar. Vale lembrar que este tema é prioridade da pauta do Fórum das Seis há pelo menos dois anos.

Desde o dia 14 de abril, os trabalhadores cobram negociação para implementação imediata dos itens prometidos durante a campanha para escolha do reitor. Esperam ainda abrir negociações com o Conselho de Reitores (Cruesp) a respeito do reajuste salarial de 11% e das outras reivindicações unificadas.

O Fórum das Seis também solicitou reunião com Tadeu para a próxima semana, já que até agora o Cruesp também não se manifestou sobre a pauta unificada protocolada desde o dia 16.

A assembleia de amanhã definirá a luta pela garantia das reivindicações da categoria. Sua presença é nossa força. Participe!

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Boletim 025/2013

Baixe aqui o Boletim 025/2013, de 30 de abril de 2013.

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porFernanda de Freitas

Boletim 024/2013

Baixe aqui o Boletim STU 024/2013, de 30 de abril de 2013.

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porFernanda de Freitas

Reitor Tadeu e STU se reúnem nesta sexta-feira à tarde

Após faltar à reunião agendada para o último dia 23, o reitor eleito, José Tadeu Jorge, confirmou no final da tarde desta quinta-feira (25) que receberia o STU para dar início à negociação da Campanha Salarial 2013. O encontro será hoje, 26/04, às 15h, na reitoria.

Confira abaixo o documento:

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Tadeu falta à primeira reunião de negociação da Campanha Salarial

DSC04039 (640x480)Embora tenha afirmado por diversas vezes no período de campanha que sua gestão seria pautada no diálogo permanente com a comunidade universitária, o novo reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge, não compareceu à primeira reunião de negociação da Campanha Salarial 2013, agendada para a manhã de ontem por solicitação do STU (ver ofício nesta página). Sem dar maiores satisfações aos trabalhadores, a assessoria de Tadeu informou que ele foi a São Paulo participar de uma reunião com o atual presidente do Cruesp, João Grandino Rodas.
Para o STU, a ausência à reunião sem nenhum aviso prévio guarda muita semelhança com a postura da reitoria Fernando Costa. Eleito devido ao voto dos funcionários técnico-administrativos que manifestaram na consulta sua vontade de por fim à gestão privatizante e autoritária que comandou a Unicamp entre 2009 e este ano, o novo reitor inicia sua gestão desrespeitando os trabalhadores da Universidade ao confirmar a reunião de negociação e não comparecer à mesma.
A reunião foi marcada no dia 2 de abril por meio de ofício recebido pelo coordenador geral, Álvaro Costa. Além disso, logo cedo na manhã de ontem o novo reitor recebeu o Boletim do STU ao entrar pelo portão 5 do campus de Barão Geraldo. Por que, além de não comparecer, Tadeu sequer se dispôs a informar pessoalmente aos trabalhadores que desde cedo se concentravam em frente à reitoria que tivera um compromisso de última hora? Pior, nenhum outro membro da reitoria foi designado para conversar com a categoria.

Primeiras declarações de Tadeu contradizem discurso de campanha

O “furo” do novo reitor acontece um dia após suas primeiras declarações públicas no cargo, nas quais contradiz a ideia de que sua gestão irá romper com o legado privatizante deixado por Fernando Costa. O fato de Tadeu esquivar-se de reafirmar a posição manifestada durante a campanha de que a aquisição da Fazenda Argentina não é uma prioridade e o argumento da falta de verbas para implementação imediata da isonomia dão sinais de que a nova reitoria não estará tão comprometida com a categoria que o elegeu. Ainda mais diante da possibilidade da Unicamp gastar R$ 150 milhões para comprar a área vizinha ao campus de Barão Geraldo e sendo público que a Universidade tem uma “reserva técnica” de R$ 1,27 bilhão (suficiente para custear a isonomia dos pisos salariais com a USP por sete anos).

OFICIO TADEU REUNIAO NEGOCIACAO

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Boletim 023/2013

Baixe aqui o Boletim 023/2013, de 24 de abril de 2013.

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