Categoria UNICAMP

porFernanda de Freitas

Unicamp manteve decisão de demitir professoras temporárias da creche

Hoje pela manhã (14), o reitor Marcelo Knobel confirmou a demissão de onze professoras temporárias da DEdIC. A notícia foi dada durante a reunião com a comissão formada por professoras da creche, pais e mães de crianças, diretores do STU e da Fasubra e membros do CR. O reitor alegou que não tem como proceder com a renovação do contrato por conta de questões legais.

Segundo o gestor, a contratação se deu no período da greve de 2016 como forma de “substituição” de funcionários grevistas. E como a justificativa da greve não se aplica mais e o contrato também expirou, a rescisão será encaminhada como determina a lei.

O STU questionou que o motivo por si só, a reposição de funcionário em greve, já é bastante grave porque a lei trabalhista não prevê a reposição de funcionários em greve, além disso, a creche não é caracterizada como serviço essencial para funcionar 100% durante o movimento paredista. E para piorar, essa medida pode acarretar desassistência às crianças atendidas na unidade.

A situação causou indignação em algumas professoras temporárias que, segundo elas, ao serem contratadas foram informadas que a medida seria para readequar as demandas e garantir o cumprimento de 1/3 extraclasse das professoras locais – período reservado a estudos, planejamento e avaliação, incluído na carga de trabalho. Mas só há poucos dias descobriram que a finalidade da admissão foi completamente diferente do informado.

“Temos ciência que é um contrato temporário e o que estamos questionando é a forma que ele foi feito e como vai ficar daqui para frente as colegas que sofrerão com maior carga de trabalho”, questionou uma das professoras demitidas.

O reitor informou que “o processo foi mal conduzido em diversos aspectos, o que gerou uma certa fragilidade na argumentação para manter as contratações”. E que será feito um readequamento do quadro para garantir a cobertura da demanda sem prejuízo dos trabalhos. “Queremos fortalecer o serviço e de forma alguma nossa proposta é promover o desmonte. O que está previsto para o atendimento será seguido conforme determina a lei e se for necessário faremos novas contratações”, explicou.

Ainda assim o STU insistiu para que as contratações fossem mantidas até o final do ano letivo como forma de garantir a continuidade do plano pedagógico, evitar a redução do atendimento e a sobrecarga de serviço para as professoras que permanecerão na unidade. Os dirigentes também questionaram se as professoras demitidas voltarão para a colocação anterior da lista dos processos seletivos, já que sua admissão foi temporária e os processos em questão estão com o prazo vigente, diante de uma eventual contratação futura.

Alguns pais de crianças explicaram que as contratações são necessárias porque há demandas a serem atendidas e, principalmente, porque essas professoras estão inseridas dentro de um projeto que será perdido ou descontinuado se elas saírem. “Muitas delas assumiram turmas fixas e há na unidade aposentadorias programadas para o segundo semestre”, alegou um pai.

No entanto, o reitor foi categórico ao afirmar que essas contratações não serão renovadas por causa da sua finalidade. Disse ainda que consultaria a PG (Procuradoria Geral) da Unicamp quanto à colocação dessas professoras no processo seletivo.

O STU cobrou cópia do parecer da PG, lido na reunião pelo reitor, que justifica a rescisão do contrato, mas até o momento não obteve retorno.

Ficou acordado que será feita nova reunião para que a reitoria apresente a proposta de reordenamento das demandas da creche.

 

Jurídico do STU será acionado

Após a reunião com a reitoria um grupo de professoras se dirigiu ao STU para discutir os próximos passos da mobilização.

Para o sindicato, apesar do contrato ser temporário, a forma em que se deu a contratação é bastante questionável e equivocada. E a justificativa de dispensa dessas professoras não se aplica porque há uma demanda na creche que precisa ser atendida.

Assim que tomar ciência do parecer da reitoria, os diretores consultarão a assessoria jurídica sobre o caminho legal a ser tomado e as ações possíveis em defesa das professoras.

É sabido que algumas professoras largaram empregos fixos para assumir a vaga, recusaram outros concursos entre outras situações. Então, individualmente, quem tiver intenção de entrar com ação por causa de prejuízos decorrentes da situação, o sindicato disponibilizará o Departamento Jurídico.

O sindicato orienta que as professoras juntem toda a documentação da sua vida funcional na Unicamp e possíveis provas que indiquem seus prejuízos morais e materiais.  

Outra preocupação dos diretores do sindicato é buscar garantir que essas professoras não percam suas posições enquanto candidatas às futuras vagas no processo seletivo, enquanto ele estiver em vigor.

Além do reitor, participaram da reunião a diretora executiva de Ensino Pré-Universitário, Teresa Celina Meloni Rosa e a  chefe de gabinete adjunto, Shirlei Maria Recco Pimentel.

 

 

poradmin

CR cobra adequação do financiamento e transparência por parte da reitoria

O Conselho de Representantes (CR) do STU se reuniu no último dia 06 de teve como principal debate a crise de subfinanciamento das universidades estaduais. O diretor Marcílio Ventura informou os presentes sobre as tratativas na Comissão de Orçamento e Finanças da Assembleia Legislativa para tentar incluir na LDO um percentual a ser ainda definido de repasses oriundos dos royalties que o Estado recebe pela exploração de petróleo. Esse mecanismo, se aprovado, poderia liberar mais cerca de R$ 270 milhões (R$ 90 milhões para a Unicamp) pelas projeções de arrecadação estadual para este ano. O Fórum das Seis lutará para que essa possibilidade de descongelamento do orçamento da Unicamp, USP e Unesp se efetive.

Até porque a falta de aumento nos repasses e a postura subserviente das reitorias começa a comprometer a prestação de serviços à sociedade que financia as instituições por meio do pagamento dos impostos e para quem as universidades devem estar voltadas. É obrigação das reitorias cobrar que o governo do Estado assuma a insuficiência financeira, bem como respeite a paridade e integralidade dos salários dos aposentados nos termos do artigo 27 da emenda constitucional 41 (a reforma previdenciária de Lula). Os reitores também têm o dever de zelar pela defesa da autonomia universitária. Mas nada disso vem sendo feito. No ano passado houve cortes em concursos, suspensão de programas e de contratações. Para este ano, o diretor João Raimundo (Kiko) destacou que a reitoria reforça a política de ajuste, apontando a meta de economizar R$ 10 milhões ao mês, rever gratificações, certificações e a criação de uma política de mobilidade nos campi.

Quem tem pago a conta da crise das universidades são seus trabalhadores. O auxílio alimentação, por exemplo, esta congelado há quase cinco ano. E já estamos indo para o segundo ano sem concursos e contratação de pessoal. Ao mesmo tempo, a reitoria não debate o impacto real da crise com o conjunto da comunidade universitária. Até o momento apenas são baixadas decisões de forma antidemocrática, sem diálogo prévio e sem levar em conta a qualidade do ensino e dos serviços prestados pela Universidade, como no caso das demissões na DEdIC. Na avaliação dos representantes de locais de trabalho, a reitoria deveria convocar uma reunião pública com a comunidade para discutir a crise e possíveis saídas. Até porque de outro lado são também levantadas políticas que, numa situação de crise financeira, a comunidade precisa estar informada de porque exatamente direitos não estão sendo garantidos mas estão sendo realizados outros investimentos. Como exemplo dessa situação foram questionadas as políticas de certificação e progressão funcional que a reitoria vem levantando. O CR questionou a falta de informação aos funcionários nesse debate e qual o sentido de discutir uma certificação que tem como viés promover o enxugamento dos postos de trabalho. Por outro lado, a política de mobilidade apresentada pela reitoria esbarra no fato de que as unidades só liberam trabalhadores mediante garantia de verba e vaga. Os conselheiros apontaram ainda a necessidade de discutir o dimensionamento do efetivo profissional em contrapartida à revisão da certificação. Principalmente na área de saúde, onde a redução do número de trabalhadores tem levado ao adoecimento dos que continuam trabalhando e à exposição dos trabalhadores a risco porque assumem responsabilidades que não são suas para colaborar com o funcionamento da instituição e o atendimento à população. Além disso, a queda do poder aquisitivo força profissionais a acumular empregos.

Em meio à crise econômica e política nacional, a avaliação de todos a partir do informe dado pelo diretor do STU e da Fasubra Antônio Alves Neto (Toninho) é de que é necessário manter a mobilização. Diante do resultado das mobilizações do dia 30 de junho, do avanço da reforma trabalhista no Congresso Nacional e da possibilidade do golpe dentro do golpe com a subida de Rodrigo Maia à Presidência da República sem eleições diretas, a Fasubra segue na linha de frente das manifestações e convoca os sindicatos a fazerem o mesmo. Nesse sentido, o CR e o sindicato já começam a organizar a mobilização para o segundo semestre, apontando que para sair dessa situação de ataques e arrocho nos salários e nas conquistas a possibilidade de nova greve está no horizonte.

porFernanda de Freitas

Comissão Eleitoral homologa quatro chapas para eleição do STU

Mais uma vez o Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU) entra em período eleitoral para a escolha da sua diretoria.

Como parte do processo, respeitando o Regimento Eleitoral e o Estatuto do sindicato, a Comissão Eleitoral eleita em assembleia pela categoria realizou os procedimentos necessários para homologar as chapas inscritas, na última sexta-feira (7).

Por ordem de sorteio, concorrerão à gestão 2017-2020 as chapas:

1 – Unidade e Luta! VAL Nacional;

2 – Muda STU;

3 – Sindicato Forte Sem Radicalismo;

4 – Alerta: Sindicato Somos Todos Nós.

O pleito acontece nos dias 29, 30 e 31 de agosto. Podem votar os sindicalizados até 30/05/2017, que estejam em dia com suas obrigações sindicais e não possuam impedimentos estatutários, nos termos do Artigo 6º, alíneas “a, b, e” do Estatuto, e também que estejam portando documento de identidade com foto no ato da votação.

Tendo em vista a importância da participação de cada trabalhador da Unicamp, o STU pede que nos dias 29, 30 e 31 de agosto todos os associados compareçam às urnas de votação.

Sem a adesão de nossos associados, a luta não tem forças. Por isso, fortaleçam o sindicato e participem dessa eleição!

 

Debate Eleitoral

Ao longo desse processo a Comissão Eleitoral organizará debates eleitorais para que os funcionários conheçam os programas das chapas concorrentes ao pleito. Fique atento ao calendário que será divulgado em breve.

 

Datas e Horários de Votação

Área da Saúde

  • 29/08 – 15h às 21h
  • 30/08 – 7h às 20h
  • 31/08 – 7h às 20h

 

Demais unidades dos campi de Campinas, Paulínia, Limeira e Piracicaba

  • 30 e 31/08 – 8h30 às 17h

 

Confira no quadro abaixo os integrantes de cada chapa e suas respectivas unidades:

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porFernanda de Freitas

STU questiona demissão de professoras temporárias da DEdIC

Os trabalhadores da DEdIC se mobilizaram nesta sexta-feira (7) e foram até a reitoria cobrar a revisão da demissão das  trabalhadoras com contrato temporário. Além das funcionárias diversos pais também foram prestar apoio à luta.

Apesar do contrato dessas trabalhadoras se encerrar no mês de julho há no documento cláusula que permite estender por mais um ano. O projeto pedagógico da creche foi elaborado considerando essas trabalhadoras e a direção da creche chegou a enviar e-mail informando que as professoras temporárias seriam mantidas. E ontem, de forma inesperada, as professoras foram surpreendidas com o desligamento.

A direção do STU e uma comissão de pais de alunos, professoras temporárias e efetivas da DEdIC se reuniram com o reitor Marcelo Knobel, a vice-reitora, Teresa Dib Zambon Atvars e a diretora executiva de Ensino Pré Universitário, Teresa Celina Meloni Rosa.

O STU cobrou a manutenção das professoras temporárias e o cumprimento do projeto pedagógico e a reitoria alegou questões legais e formais nas contratações, mas se comprometeu a analisar a proposta, desde que haja amparo legal.

Decidiu que até sexta-feira (14) as demissões estão suspensas e que será feita nova reunião com a comissão para discutir uma solução.

 

Ato em frente à reitoria reuniu professoras e pais de alunos da DEdIC

 

 

 

porFernanda de Freitas

Dossiê Reforma Trabalhista

O presente documento pretende contribuir para o debate sobre a reforma trabalhista em curso no Brasil. Para isso, busca analisar as principais propostas de alteração da legislação trabalhista e discutir os principais argumentos levantados para justificá-la, oferecendo um contraponto à perspectiva dominante. A subordinação crescente do capital produtivo à lógica das finanças é uma das características constitutivas do capitalismo deste último século. A globalização impõe uma intrincada rede de relações de poder e dominação que questiona o papel dos Estados e fragiliza as políticas de proteção social e de direitos, diferentemente do que afirmam os defensores da reforma, sustentamos que está em questão um processo de desmonte da tela de proteção social construída sistematicamente a partir de 1930, concomitante ao processo de industrialização do país. Para demonstrar essa tese, é importante discutir o processo de constituição dos direitos em perspectiva histórica para, dessa forma, desvendar os aspectos econômicos, políticos e ideológicos que fundamentam a reforma.

A trajetória da Consolidação das Leis do Trabalho, a CLT, desde seus primórdios tem sido marcada por forte polêmica teórica. Grosso modo, podem ser identificadas duas abordagens. De um lado, há os que insistem em sua rigidez, considerando-a incompatível com os tempos modernos e atribuindo a geração de emprego, o incremento da produtividade e da competitividade à maior flexibilização das relações de trabalho. De outro, em posição contraposta, estão os que afirmam ser um equívoco associar a dinamização da economia à regulamentação do trabalho, defendendo que os direitos trabalhistas e as instituições públicas não podem sucumbir à competição internacional dos mercados. A chamada reforma trabalhista encaminhada pelo governo Temer em 23 de dezembro de 2016 (PL 6787/2016, aprovado pela Câmara dos Deputados e em tramitação no Senado sob o nº PLC 38/2017) está fundamentada na primeira abordagem. A posição que aqui se defende baseia-se na segunda.

O documento está dividido em duas partes. A primeira problematiza os argumentos que embasam o Projeto Lei 6.787/2016, agora PLC 38/17, que promove a revisão de mais de uma centena de itens da CLT. Cumpre notar que vários dos argumentos que subsidiam tanto a versão original, de autoria do Executivo, quanto o texto substitutivo, de autoria do relator, o deputado Rogério Marinho (PSDB/RN), podem ser encontrados nas formulações de entidades patronais como, por exemplo, nos textos da CNI (101 Propostas para Modernização Trabalhista, 2012; Agenda Legislativa da Indústria, 2014; Caminhos da Modernização Trabalhista, 2016) e da CNA (Proposta da Bancada de Empregadores, 2016; Balanço 2016 e Perspectivas 2017). Essas formulações foram em boa parte incorporadas pelo programa lançado pelo PMDB em 2015 Uma Ponte para o Futuro e pelas emendas apresentadas ao PL 6.787/2016 na Câmara dos Deputados, em grande maioria acolhidas pelo relator. Afinal, o que as organizações patronais pretendem com a reforma? Quais os interesses por trás da defesa de cada uma das medidas contempladas no referido projeto e em propostas correlatas atualmente em tramitação no Parlamento brasileiro? Qual o papel das demais instituições públicas nacionais, como é o caso do Supremo Tribunal Federal, STF, na aprovação das alterações pretendidas? Essas perguntas se impõem pois, como se tem presenciado, a disputa política contemporânea não envolve apenas o Executivo e o Legislativo. O Judiciário tem tido uma atuação fundamental na definição do jogo político.

A segunda parte detalhará cada uma das medidas propostas ou encampadas pelo Governo Temer e que estão atualmente presentes na agenda política. Essas medidas podem ser divididas nos seguintes aspectos:

1. Formas de contratação mais precárias e atípicas

2. Flexibilização da jornada de trabalho

3. Rebaixamento da remuneração

4. Alteração das normas de saúde e segurança do trabalho

5. Fragilização sindical e mudanças na negociação coletiva

6. Limitação do acesso à Justiça do Trabalho e limitação do poder da Justiça do Trabalho

Baixe aqui o Dossiê Completo

 

Fonte: Cesit/Unicamp

porFernanda de Freitas

Concursados de 2010/2011 debateram situação com assessoria jurídica

Ontem (28) durante a discussão com uma discussão sobre a decisão do TCE em relação às contratações dos servidores concursados de 2010/2011 com a presença da assessoria jurídica os trabalhadores decidiram compor uma comissão para acompanhar o caso.  

A assessoria jurídica do STU relatou que o TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) formalizado entre a Unicamp e o Ministério Público do Estado de São Paulo estabelece garantia para os atuais cargos e o projeto de lei previsto regulamentará as admissões futuras.

O TAC estabelece que a Universidade deverá no prazo de um ano, a partir da assinatura do documento, encaminhar a minuta de projeto de lei ao governador do Estado propondo a criação de cargos nas carreiras docentes e não docentes e a disposição sobre as condições para a extinção das funções existentes, sem prejuízo de outras a critério da Unicamp. Após a aprovação do projeto de lei, as admissões se darão nos cargos públicos criados e as vagas antigas não serão mais preenchidas até serem automaticamente extintas.

O STU explicou que não estão de posse de todos os documentos a respeito do processo, mas que está acompanhando as movimentações e buscando informações junto à Procuradoria Geral da Unicamp para traçar avaliar as ações jurídicas possíveis.

Na plenária ficou decidido que o sindicato solicitará uma reunião com a reitoria para discutir a situação e convocará nova plenária para discutir o andamento do processo.  

 

Os advogados Juliana Vanzelli Vetorasso e Thiago Cremasco explicaram a situação para os funcionários.

 

 

Termo de Ajustamento de Conduta – TAC

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porFernanda de Freitas

Quatro chapas são protocoladas para concorrer à eleição para diretoria do STU

A Comissão Eleitoral informou que foram protocoladas nesta quarta-feira (28) quatro chapas que vão disputar a eleição para diretoria do STU, gestão 2017-2020.

A primeira a se inscrever foi a “Sindicato Forte Sem Radicalismo”, às 10h15; a segunda foi a chapa “Muda STU”, às 14h17; a terceira foi a “Unidade e Luta! VAL Nacional, às 18h25 e por último “Alerta: Sindicato Somos Todos Nós”, recebida às 18h35”.

As chapas têm cinco dias úteis para sanar possíveis irregularidades apontadas pela Comissão Eleitoral. Depois das ocorrências resolvidas e aprovadas pela comissão, as inscrições finalmente serão homologadas para concorrer ao pleito.

A diretoria eleita será formada por 27 membros de forma proporcional e as chapas também têm que apresentar três indicados para a composição da histórica Assuc.

As eleições para renovação da diretoria do sindicato acontecem nos dias 29, 30 e 31 de agosto em todos os campi da Unicamp.

 

Chapa “Sindicato Forte Sem Radicalismo”

 

 

Chapa “Muda STU”

 

Chapa “Unidade e Luta! VAL Nacional

 

Chapa “Alerta: Sindicato Somos Todos Nós”

 

 

 

 

 

 

 

porFernanda de Freitas

STU saúda o Centenário da Greve Geral de 1917

Ontem (28) aconteceu o Seminário “O Centenário da Greve Geral de 1917 e o Arquivo Edgard Leuenroth”, no auditório do AEL/IFCH.

Trabalhadores, estudantes, docentes e movimentos sociais compareceram ao evento para celebrar o centenário da Greve Geral de 1917 e refletir sobre o momento político atual.

O diretor do STU, Kiko, participou das comemorações e lembrou da importância do compromisso do AEL com a preservação da memória da classe trabalhadora.

Destacou ainda o forte movimento construído na Greve Geral de 28 de abril e disse também que é preciso somar esforços para ampliar nossa mobilização de enfrentamento à política de retirada de direitos do governo Temer. E conclamou todos a fortalecer o movimento da Greve Geral, 30 de junho,  convocado pelas centrais sindicais contra as reformas, pelo #ForaTemer e pelas #DiretasJa.

 

Confira a fala do dirigente: 

 

 

porFernanda de Freitas

Plenária Organizativa da Greve Geral na Unicamp

Amanhã (28), às 12 horas no Ciclo Básico (CB), acontece uma plenária dos trabalhadores da Unicamp para discutir a preparação da Greve Geral. A plenária foi aprovada na Assembleia Geral realizada ontem (27) à tarde.

O dia 30 de junho está sendo convocado como um dia de greve, paralisações e mobilizações organizado pelas centrais sindicais e movimentos sociais contra a reforma trabalhista, em defesa dos direitos sociais e da aposentadoria.

A diretoria do STU reafirma a convocação de toda a categoria para que participe das atividades de construção da luta contra a tentativa de retirar direitos e acabar com a aposentadoria.

Em todo o país cresce o número de categorias que estão aprovando a adesão à greve e a luta contra as reformas do governo ilegítimo de Temer.

O governo já sofreu uma derrota na Comissão de Assuntos Sociais do Senado na semana passada, quando o relatório do senador Paulo Paim (PT-RS), que prevê a rejeição do projeto de Temer, foi aprovado.

A mobilização dos trabalhadores e da juventude em todo o país pode derrotar de vez a tentativa do governo de retirar as conquistas históricas dos trabalhadores e enterrar o governo golpista.

A hora é de luta e mobilização!

Fora Temer! Diretas Já!

 

 

porFernanda de Freitas

100 anos da Greve Geral Paulista de 1917

Na sexta-feira (30), às 19h, no Museu da Imagem e do Som, acontece a exibição do documentário “Libertários”, dirigido por Lauro Escorel. Na sequência haverá o debate “A história e os impactos da greve de 1917 em São Paulo e Campinas” com os historiadores Américo Baptista Villela e Augusto Cesar Buonicore.

O evento é promovido pela Fundação Maurício Grabois, Apropucc, Sipro Campinas e Região, Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp, Sindicatos dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo e Instituto João Zinclar com apoio do MIS (Museu da Imagem e do Som, Museu da Cidade e Secretaria Municipal de Cultura.

O MIS fica na Rua Regente Feijó, 859, Centro de Campinas. A atividade é gratuita e aberta ao público.

Clique aqui e confirme presença no evento convocado no Facebook.

 

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porFernanda de Freitas

Seminário: O Centenário da Greve Geral e o Arquivo Edgard Leuenroth

O AEL (Arquivo Edgard Leuenroth) da Unicamp está organizando o seminário “GREVE GERAL DE 1917 – O Centenário da Greve Geral e o Arquivo Edgard Leuenroth”. Será quarta-feira (28), das 9h30 às 16h30, no AEL (Rua Cláudio Abramo, 377, Cidade Universitária/Unicamp).
Neste evento além de debater o significado, processo e legado na primeira Greve Geral do Brasil, que foi um grande marco organizativo para os trabalhadores brasileiros e também na conquista dos primeiros direitos trabalhistas, também será lançando um olhar sobre os próprios direitos trabalhistas e o pior ataque sobre esses: as propostas de Reformas do Governo Temer.

 

PROGRAMAÇÃO
9h30 – Abertura
Prof. Dr. Alvaro Bianchi – Diretor – AEL
Prof. Dr. Christiano Key Tambascia – Dir. Adjunto – AEL

10h – Mesa: Direitos Trabalhistas de 1917 a 2017 Da Greve Geral à Reforma Trabalhista de Temer
Profa. Dra. Andréia Galvão (Coord. da mesa)
Prof. Dr. Ricardo Antunes
Prof. Dr. José Dari Krein
Dra. Desembargadora Magda Barros Biavaschi

13h30 – Lançamento do “Jornal de Borda” (com edição fac-símile do “Jornal A Plebe”)
Concepção e Edição de Fernanda Grigolin

14h – Mesa: A greve Geral de 1917 – Importância e Legado
Prof. Dr. Cláudio Batalha (Coord. da mesa)
Prof. Dr. Luigi Biondi
Profa. Dra. Glaucia Fraccaro
Profa. Dra. Christina Lopreato

 

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O seminário é gratuito e aberto ao público. Confirme sua presença no Facebook, clique aqui.

porFernanda de Freitas

Artigo do STU sobre “Quem paga a conta?”

O artigo “Quem paga a conta?” elaborado pelo STU e publicado no Correio Popular (Caderno de Opinião – 17/06/17) reflete sobre a questão da “crise” na Unicamp sob a ótica dos trabalhadores.
A elaboração e publicação do artigo foram aprovadas na Assembleia dos Trabalhadores da Unicamp realizada em 06/06/17.
 

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Pauta Específica de Reivindicações dos Trabalhadores da Unicamp

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poradmin

Contra o reajuste ZERO% assembleia aprova paralisação dia 20 e greve geral

Dia 20 será marcado por ato na reitoria pela manhã, cobrando o reajuste e a agenda de negociação da pauta de reivindicações; na parte da tarde serão realizadas atividades nas unidades para mobilizar os trabalhadores para a Greve Geral

Os trabalhadores técnico-administrativos da Unicamp aprovaram, na assembleia geral realizada ontem, paralisar as atividades no próximo dia 20 (terça-feira). A paralisação é uma resposta à intransigência do Cruesp, que encerrou unilateralmente as negociações com o Fórum das Seis sem atender nenhuma das reivindicações e com ZERO% de reajuste salarial.
No dia também será realizado um ato público em frente à reitoria, a partir das 9 horas, para cobrar o reajuste salarial e a agenda de negociação da pauta de reivindicações. Na parte da tarde serão organizadas atividades na unidades para discutir a campanha salarial e preparar a greve geral que está sendo convocada pelas centrais sindicais para o próximo dia 30, contra as reformas trabalhista e da Previdência e pelo Fora Temer.

Marcelo, vai ser ZERO?
Os números mostram que está havendo crescimento da arrecadação do ICMS e da atividade econômica, o que permite que os reitores apresentem uma proposta de reajuste para repor as perdas salariais.
Várias falas durante a assembleia lembraram que o reitor da Unicamp não pode ficar a reboque da reitoria da USP, que já aprovou reduzir em 20% os gastos em cinco anos.
Ao novo reitor será cobrada a garantia do poder de compra dos trabalhadores e que a reitoria atue com firmeza para cobrar do governador e dos deputados o repasse das verbas que não são encaminhadas por conta de a realizada na hora de calcular o repasse do ICMS.

É possível reverter o reajuste ZERO%
Desde o ano de 2000 o Cruesp apresentou proposta de reajuste ZERO% seis vezes, sempre revertida em favor dos trabalhadores com muita mobilização e luta. O desafio está nas mãos de cada trabalhador e trabalhadora. Construir uma campanha salarial a partir de cada local de trabalho e uma forte paralisação no próximo dia 20 é tarefa de todos.

Indicativos ao Fórum das Seis
A assembleia também aprovou vários encaminhamentos a serem levados à reunião do Fórum das Seis que será realizada hoje. Confira abaixo a íntegra das propostas aprovadas pela assembleia.

  • Propor ao Fórum das Seis, indicativo de Estado de greve para preparar a resistência em relação ao reajuste zero e os ataques as universidades;
  • Propor ao Fórum das Seis a confecção de um jornal com a foto de todos os deputados estaduais, denunciando os que votam contra a educação. O jornal deverá vir com orientação as comunidades da USP, Unicamp e Unesp, Paula Souza, para enviarem correspondência aos deputados cobrando seu voto em defesa das universidades e da educação;
  • No mesmo sentido produzir vídeo falando da LDO e orientando as comunidades da USP, Unicamp, Unesp, Paula Souza, a pressionar os deputados a votarem na defesa de mais recursos para as universidades e para educação;
  • Propor uma agenda de visitas aos gabinetes na ALESP para cobrar posição dos deputados por mais recursos as universidades;
  • Propor ao Fórum das Seis, confecção de um painel a ser pregado prioritariamente nas áreas de saúde, denunciando os deputados que votaram contra as universidades e consequentemente contra os serviços públicos;
  • Indicar ao Fórum de 20 – dia do agito da greve geral, paralisação contra o zero e os retrocessos nas universidades;
  • Participar da greve geral do dia 30;
  • Fazer paralisação na Unicamp dia 20 – dia do agito da greve geral, com Ato na reitoria pela manhã, cobrando o reajuste e a agenda de negociação da pauta e mobilizando nas unidades a greve geral á tarde;
    Manter calendário de agito e reuniões de unidades;
  • Fazer campanha Marcelo: será zero? – questionando o reajuste zero e a política de arrocho;
  • Construir carta aberta a população para discutir a responsabilidade pela crise, reafirmar compromisso com a defesa do serviço público e denunciar o zero;
  • Realizar reunião com demais entidades do campus para discutir organização da agenda de lutas; e
  • Estabelecer Fóruns para discutir com categoria a situação e os rumos das universidades paulistas, no contexto do desmonte.

 

poradmin

STU acerta agenda de negociações com a reitoria

A direção do sindicato se reuniu nesta segunda-feira (8) com o novo reitor, Marcelo Knobel. O objetivo da reunião foi reapresentar a pauta específica já protocolada em duas oportunidades (2015 e 2016) e cobrar os pontos não atendidos. Pela nova gestão estavam presentes, além do reitor, a coordenadora geral da Universidade, Tereza Dib Atvars, e o chefe de gabinete, professor Joaquim Murray Bustorff Silva. Foi reiterado que nos próximos dias deve ser realizada uma nova assembleia para atualização das demandas. E ficou estabelecido que será planejada em diálogo com o professor Joaquim uma agenda de discussão de todos os pontos apresentados, a fim de assegurar respostas à categoria.
Entre os temas em discussão vão estar: isonomia, carreira,  reajuste dos benefícios, ampliação das vagas na creche, a pauta da Área da Saúde, entre outros pontos. Especificamente sobre a área de saúde, a Tereza Dib Atvars informou que foi recentemente criada uma diretoria executiva da área  (CECOM, Caism, FCM, FO, HC, Hemocentro e Gastrocentro) para que todas as questões sejam tratadas de maneira global junto aos governos municipal, estadual e federal para reverter o subfinanciamento existente, e com a perspectiva de avançar também na solução das questões administrativas e de demanda funcional.
Em relação à isonomia foi frisado que o compromisso assumido pela gestão anterior com a efetivação da retomada da isonomia salarial com a USP é visto pela categoria como um compromisso institucional.

Ajuste fiscal – Os trabalhadores cobraram que essa discussão seja feita de forma democrática, o que não ocorreu, e com base na transparência de todos os dados orçamentários. Foram questionadas em particular as últimas resoluções da reitoria (GR 25 e 26/2017) que aprofundam a proibição de concursos, mobilidade na carreira e outros ataques.
Segundo o reitor, a medida teria sido necessária porque não estão consolidados os compromissos administrativos a serem cumpridos e suas ordens de prioridades. Então a nova gestão afirma que decidiu fazer contingenciamento até a segunda revisão orçamentária desta administração. O STU reforçou o problema das decisões tomadas sem debate com a comunidade universitária, e continuará acompanhando se haverá mudança de postura após o mês de agosto (quando acontece a segunda revisão orçamentária anual na Universidade).

Mudança de regime – A direção do sindicato questionou o que a nova administração pretende fazer em relação à ação judicial em curso no Supremo Tribunal Federal, que afeta cerca de dois mil servidores.
O reitor informou que a administração pretende criar um grupo de acompanhamento permanente da ação, com participação da DGRH, da Procuradoria Geral da Universidade, servidores envolvidos no processo. E que pretende acompanhar pessoalmente o caso.

Segurança – Foi apresentada uma cobrança pautada no posicionamento do sindicato contra o aprofundamento da terceirização no país a partir da aprovação da Lei 13.429/2017. Recentemente houve enxugamento da vigilância terceirizada nas portarias da Universidade e foi ressaltado que uma servidora do Caism chegou a sofrer um sequestro-relâmpago recentemente, tendo sido deixada na Avenida Dom Pedro.
A coordenadora da Universidade, Tereza Dib, manifestou que estão sendo avaliados os resultados do novo sistema implantado no final da gestão passada (baseado em monitoramento por câmeras) e serão levantadas as informações sobre a situação dos profissionais que atuavam nas portarias. Também foi cobrado pelo sindicato que sejam levantados e publicizados os indicadores de segurança da Unicamp, ao que a vice-reitora se comprometeu a fazer mantendo os critérios de segurança estratégica da comunidade universitária.

Liberações sindicais – por deliberação da categoria em assembleias esta diretoria estendeu formalmente o mandato em razão da antecipação do pleito anterior em quatro meses. No entanto, no momento as liberações para exercício de mandato sindical estão em aberto e há necessidade de prorrogá-las até a próxima eleição, que acontece em setembro.
O reitor comprometeu-se a encaminhar a solução do problema.

Duplas matrículas – Foi cobrado o documento formal de extinção deste dispositivo e o reitor informou que como ele foi criado por ato administrativo, sem resolução ou portaria, foi encerrado o seu pagamento também por ato administrativo. Segundo o reitor, nenhum dirigente da Unicamp recebe mais a dupla matrícula e não haverá rescisão, mecanismos compensatórios ou quaisquer outros dispositivos que recoloquem o pagamento extra e acima do teto.
Situação do país e ataques a direitos – A direção do sindicato também colocou na mesa a necessidade da Universidade se manifestar sobre o difícil cenário que o país enfrenta do ponto de vista dos ataques do governo golpista de Michel Temer aos direitos dos trabalhadores. Foram destacados o congelamento do orçamento social pelos próximos 20 anos, a aprovação da lei que amplia a terceirização para todas as atividades econômicas e as reformas da Previdência e trabalhista.

Assédio moral – Foi cobrada a retirada da punição injustamente imposta à diretora do STU e da Fasubra, Adriana Stella, compromisso assumido pelo ex-reitor José Tadeu Jorge. 

Questionamentos do TCE – A direção do sindicato cobrou também explicações sobre recente decisão do Tribunal de Contas do Estado questionando a criação de cargos na Universidade. Tereza Dib esclareceu que este vem sendo um sistemático questionamento do TCE, há anos, ao qual sempre é respondido que a Universidade não cria cargos, mas provê funções autárquicas. O problema só terá solução definitiva quando o Poder Executivo encaminhar à Assembleia Legislativa projeto de lei regulamentando a criação de cargos nas universidades estaduais paulistas. A nova administração, no entanto, não estava a par do questionamento específico e comprometeu-se a verificar que medidas estão sendo tomadas para evitar prejuízos a servidores.

porFernanda de Freitas

Plenária Unificada indica ações para construir Greve Geral na cidade

Ontem à noite (18) foi realizada uma Plenária Unificada para preparar a Greve Geral.

O encontro reuniu as centrais sindicais – CTB, CUT, CGTB, CSB, NCST, UGT, CSP Conlutas, Força Sindical e Intersindical –, os movimentos sociais e estudantis, sindicatos de Campinas e Região e as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo. O STU também esteve presente ma plenária.

A plenária avaliou os setores públicos e privados em condições de parar no dia 28 de abril e apontou as ações organizativas necessárias para construir a Greve Geral na cidade.

Ficou acertado que a concentração das mobilizações será no Largo do Rosário, a partir das 11h e durante o dia todo haverá manifestações no Centro de Campinas, com indicativo de passeata para às 16h.

Greve Geral na Unicamp

Ontem a Assembleia Geral dos estudantes aprovou a participação na Greve Geral e amanhã (20) os professores irão se reunir para discutir e deliberar sobre a adesão ao movimento.

O STU está discutindo e buscando construir junto com o DCE e a ADunicamp as atividades comuns, principalmente, no dia da Greve Geral (28 de abril), para mobilizar a comunidade universitária.

O sindicato também segue construindo as reuniões de unidades para organizar a greve em cada local de trabalho.

As Reformas da Previdência e Trabalhista farão com que todos os nossos direitos historicamente conquistados desapareçam.  Nossa resposta precisa estar à altura, com a construção da nossa GREVE GERAL dentro e fora da Unicamp.

 

Fotos: Kiko

porFernanda de Freitas

XIX Congresso Mundial de Educador@s Sociais

De 10 a 12 de abril acontece na Unicamp o XIX Congresso Mundial de Educador@s Sociais.

O encontro irá debater os rumos da profissão e de um campo de pesquisas, de educação e de práticas voltadas à construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Também será a oportunidade de reunir alguns dos mais expressivos pensadores nacionais e internacionais da educação social, educação popular e educação não formal como agentes dos processos cotidianos de transformação social que, atuando nas fissuras do sistema, constroem estratégias de sobrevivência e resistência para aqueles que são oprimidos e explorados pelo sistema econômico dominante.

O congresso também abordará os aspectos legais e organizacionais do processo de estruturação do Educador Social como profissional, incluindo sua formação, o processo de escolarização e a regulamentação de sua profissão.

As mesas de debates discutirão o papel político da educação social, o protagonismo feminino no cenário de resistência democrática e transformação social, o dever ético da transformação social para a construção de um estado democrático, o panorama Latino-Americano, a mídia e novas tecnologias na resistência à endireitação planetária entre outros temas.

 

Atuação

O educador social pode ter diversos perfis profissionais e atuar em muitas áreas, passando por monitores e cuidadores, arte-educadores, agentes sociais de saúde, educação e cultura, lideranças comunitárias e militantes de movimentos sociais. Todos eles têm em comum o trabalho com grupos comunitários em que as relações sociais demandam uma intervenção que vise a melhora da qualidade de vida.

O encontro é o organizado pela AEESSP (Associação dos Educadores e Educadoras Sociais do Estado de São Paulo) e a AIEJI (Associação Internacional de Educadores Sociais) em parceria com diversas entidades, entre elas, o STU.

Para se inscrever, conferir a programação ou obter mais informações, acesse o site do encontro em http://xixcongresso.aeessp.org.br/inscricoes/

poradmin

Ato hoje à tarde denuncia feminicídio de estudante em Limeira

Na última sexta-feira (31) a estudante Sandy Andrade Santos foi encontrada morta a cerca de 2,5 quilômetros da Faculdade de Ciências Aplicadas da Unicamp (FCA), de Limeira.

Sandy estava no segundo ano do curso de Engenharia de Manufaturas, e de acordo com informações da Polícia Militar seu corpo apresentava marcas de violência, possivelmente devido a estrangulamento.

A brutalidade sofrida pela estudante é mais uma prova de que a violência contra as mulheres é uma realidade que, infelizmente, está presente em todos os espaços. Na sociedade onde vivemos, com a propagação da cultura do estupro até mesmo no ambiente universitário, as mulheres se tornam alvo a todo instante.

Não podemos permitir que mulheres sejam assassinadas todos os dias apenas por exercerem seu direito de ir e vir, seu direito à liberdade de edtudar, seu direito à vida. Então, para ecoar o grito de basta de todas aquelas que não suportam mais se sujeitar aos abusos dessa sociedade machista e misógina, o sindicato estará presente no ato de hoje (4), organizado pela Frente Feminista de Limeira, às 14h, com concentração na FCA, e chama todas e todos a participarem.

O STU expressa as mais profundas condolências aos familiares e amigos de Sandy, e também exige que a Unicamp tome providências concretas para evitar que feminicídios se repitam dentro ou no entorno de suas dependências.

porFernanda de Freitas

Assembleia elege delegados à Plenária Nacional da Fasubra

Realizada na manhã de quinta-feira (9), a assembleia dos trabalhadores da Unicamp elegeu os delegados à Plenária Nacional Estatutária da Fasubra Sindical, que ocorre entre os dias 17 e 19 de março em Brasília.

Três chapas, “CTB”, “CUT” e “Vamos à Luta!”, se inscreveram para concorrer às vagas para seis delegados. Ao final da votação, cada chapa conquistou o direito de levar dois delegados. Na mesma assembleia ficou estabelecido que a direção do Sindicato, respeitando a proporcionalidade, levará representante para o encontro. A chapa do coletivo “Base”, presente na assembleia, decidiu não apresentar candidatura.

De acordo com informações divulgadas pela Fasubra, durante a plenária haverá um espaço na programação para fazer o debate sobre a organização dos trabalhadores das Universidades Estaduais e Municipais filiadas à federação.

 

Deliberações da categoria para a plenária

A assembleia aprovou que os delegados levem como indicativo que se a plenária aprovar, por tempo determinado, a prorrogação do mandato da diretoria da Fasubra, o mesmo vigore para o Conselho Fiscal; que o novo Estatuto da entidade, aprovado no último Confasubra seja imediatamente disponibilizado para a base, preferencialmente, na própria plenária e que a federação inclua em sua pauta e agenda de mobilização a discussão sobre a Reforma Trabalhista.

 

Dia Nacional de Lutas com Greves e Paralisações

Antes da votação, a coordenação da mesa de trabalho da assembleia, repassou os informes locais e nacionais aos presentes.

Aproveitou ainda para convidar todos a comparecer na próxima terça-feira (14), às 12h, na sede do STU, quando ocorre a reunião de organização das atividades do Dia Nacional de Lutas com Greves e Paralisações contra o desmonte da Previdência Social Pública (15 de março).  

A assembleia aprovou também, que o STU realize reuniões de unidades e vincule as ações internas com as lutas mais gerais da classe trabalhadora, para isso, procure a Adunicamp e DCE para organizar atividades conjuntas no dia de lutas e mobilizações. E que o sindicato cobre o posicionamento dos deputados federais da região de Campinas frente à proposta de Reforma da Previdência e divulgue no boletim da entidade as respostas.

Outra deliberação é que haverá caravana para o ato no vão livre do Masp (Av. Paulista), em São Paulo. Os interessados devem procurar, o mais breve possível, a Secretaria do STU, por telefone ou pessoalmente, para reservar sua vaga. Para aqueles que não puderem ir a São Paulo, estamos articulando uma mobilização para o ato que está sendo construído em Campinas.

Pela Fasubra estavam presentes à assembleia os diretores da Coordenação Jurídica e Relações de Trabalho, Adriana Cristina de T. Stella, da Coordenação das Estaduais e Municipais, Antônio Alves Neto e o suplente de diretoria, Francisco Genézio Lima Mesquita.

 

 

porFernanda de Freitas

Plantão do Jurídico do STU será em Piracicaba

Na próxima quarta-feira (15), às 9h, na sala da Odontopediatria da FOP acontece o plantão do departamento Jurídico do STU para tratar especificamente de Previdência Social/Aposentadoria/INSS.

Para obter informações ou marcar atendimento ligue para o Mauro, funcionário do STU, no celular (19) 99144-6313.